Safras 2012/13
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Safras 2012/13 Safras 2012/13 Presentation Transcript

  • Safra deve chegar a3,25 mi de toneladas1,12 milhão detoneladas de milhoTrigo ganha áreamaior de plantioFeijão das águasrende 71 mil toneladasDIÁRIO DOS CAMPOS | CADERNO ESPECIAL - MAIO/2013Página 2 Página 4 Página 6 Página 10LeiamaisCom Valor Bruto da Produção (VPB) de R$ 5,98 bilhões, osCampos Gerais abrigam municípios que se destacam nacio-nalmente como é o caso de Tibagi, maior produtor nacional detrigo. O que a safra de grãos regional representa podeser vista também na movimentação junto aos bancos.Só o BRDE financiou na safra 2012/2013, volume34,85% maior que o registrado na anterior.O Caderno Safra – em sua primeira edição - traz as princi-pais informações sobre as lavouras, os números do sistemacooperativista, os programas do governo federal e as tendên-cias do agronegócio.
  • Apesar do grande volumede chuvas nos mesesde dezembro de 2012e fevereiro deste ano, a safrade verão (2012/2013) na regiãodeverá somar 3,25 milhões detoneladas de grãos. Isto signi-fica um aumento de 4,83% emrelação à safra passada, quan-do foram colhidos 3,10 milhõesde toneladas, sendo soja, milho(normal e safri-nha) e feijão (pri-meira e segundasafra).A maior áreafoi destinada aoplantio da soja.Foram aproxi-madamente 536mil hectares plantados, 9,5% amais que na safra 2011/2012,período em que os produtoresplantaram em 490 mil hectares.Segundo o Departamentode Economia Rural (Deral) donúcleo regional da Secretariade Estado da Agricultura e doAbastecimento (Seab), a esti-mativa é uma safra de 1,85milhão de toneladas (colheitaencerrada na primeira quinze-na de maio), volume superiorao colhido na passada, quandoos produtores registraram 1,65milhão de toneladas.De acordo com o engenheiroagrônomodoDeral,JoséRobertoTosato, apesar da colheita estarfinalizada, ainda é preciso aguar-dar o processamento de todasas informações para então sechegar a um número precisosobre a safra. “A produtividademédia registrada nas lavourasé de 3.450 qui-los por hectarea 3.550 quilospor hectare, masesta é uma esti-mativa”, diz.Para o agrô-nomo, a safra de2012/2013 podeser considerada boa. “Houveexcesso de chuvas em dezem-bro e em fevereiro e isto fezaumentar o índice de doenças,o que reduziu a produtividadeem algumas lavouras”, fala.Conforme o agrônomo, aumidade do solo também aca-bou prejudicando a qualidade dogrão. “O maior volume está comboa qualidade, mas alguns pro-dutores perderam um pouco”,relata. A colheita se iniciou emmarço e seguiu os meses deabril e maio. “O trabalho teveque ser interrompido váriasvezes por causa das chuvas”,lembra. A soja foi plantada entreos meses de outubro (a partirdo dia 10) e dezembro (até aprimeira semana).MercadoEntre os motivos que leva-ram os produtores a elevar aárea plantada nesta safra estáo preço. No ano passado, asaca de 60 quilos estava sendovendida pelo valor médio de R$64. “As perspectivas eram boasdevido ao mercado internacio-nal e a quebra da produçãoamericana, com isto os produ-tores elevaram a área de plantioda soja e reduziram a do milhoe feijão”, explica.Ele relata que a maior parteda produção foi comercializadaainda no ano passado, justamen-te em função do preço no mer-cado agrícola. Hoje a saca estácotada entre R$ 54 e R$ 58.O agrônomo destaca tam-bém o uso da tecnologia nocampo, como fator que levou aoaumento da produção, além daárea. “Quanto mais tecnologiamaior é o resultado no campo”,comenta.Wilson OliveiraDiretor PresidenteAna Virginia Valêncio de OliveiraDiretora GeralJeferson AugustoChefe de RedaçãoLuciana R. BrickReportagem e EdiçãoFábio Matavelli e Rodrigo CovolanFotografiaRua Prudente de Moraes, 10 - Vila Placidina - CNPJ 03.219.996/0001-90 - CEP 84.010-020 - Ponta Grossa - Paraná - Telefones - Geral (42) 3220-7744Comercial: 3220-7750 (FAX) 3220-7758 - Redação: 3220-7788 (FAX) 3220-7725 - Suplementos: 3220-7721 - suplementos@diariodoscampos.com.brCadernoSSafrasSafras2012/13Diário dos CamposMaio/2013Safra de grãos na regiãodeve chegar a3,25 mi de toneladasProdutores reduziram área plantada de milho efeijão para aumentar a de soja, que rendeu nesta safra 1,85 milhão detoneladas. Produção no ano passado foi de 1,65 milhão de toneladasBoa parte da soja foi vendida antes mesmo do plantio“A produtividademédia nas lavourasé de 3.450 quilospor hectare a 3.550quilos por hectare”Caderno EspecialMaio/2013Das AssessoriasProdutores de trigo dasCooperativas ABC, noParaná, apostam na valo-rização do produto para aumen-tar a área destinada ao grão napróxima safra e para incentivaro plantio, um novo moinho deveser inaugurado no início de 2014em Ponta Grossa.Está em obras em PontaGrossa, o moinho de trigo dasCooperativas AgroindustriaisBatavo, Castrolanda e Capal,que será considerado um dosmais modernosdo País.As cooperati-vas estão inves-tindo mais de R$85 milhões nasinstalações domoinho, com 50%de participaçãoda Batavo, 27% da Castrolandae 23% da Capal. O projeto, quetem área de 10 mil metros qua-drados, terá capacidade total demoagem de 240 mil toneladase receita estimada de R$ 200milhões ao ano no final da segun-da fase, com geração de 85postos de trabalho. Totalmenteautomatizado, o moinho utilizaa mais alta tecnologia oferecidapor máquinas e equipamentosem nível internacional, ofere-cendo ao mercado consumidorsegurança e garantia alimentar.“Sabemos que neste ano de2012 as projeções para a cultu-ra foram muito boas, tanto naprodução quanto no preço dacommoditie. Para 2013, acre-ditamos novamente numa boasafra e isso é muito importante,mas desafiante para a indústria.Porém, no agronegócio temosmomentos de crise, de dificulda-des, mas é por isso que existemascooperativas,paradarsuporteao produtor rural e buscar alter-nativas viáveis na rentabilizaçãoe minimização destes impactosgerados pelos momentos des-favoráveis do agronegócio, prin-cipalmente emrelação a cul-tura do trigo. Aindustrialização,certamente é amelhor alternati-va para o nossosetor ao cons-truir marcas for-tes com produtos de qualidade,consolidando a participação denosso Estado na agroindústriade ponta, favorecendo a gera-ção de emprego e renda”, desta-ca o presidente da CooperativaBatavo, Renato Greidanus.Inicialmente o moinho iráproduzir farinhas industriaispara panifícios e indústrias debiscoitos e massas no ataca-do, sem previsão para o varejo.O empreendimento beneficiaráprioritariamente os coopera-dos das três cooperativas, quepodem agregar valor à atividadeprimária de apenas produzir ogrão. Esse novo projeto envol-ve o trabalho de pesquisa denovas variedades com a partici-pação da Embrapa, Coodetec eFundação ABC.Atualmente, a produção detrigo dos associados soma algopróximo a 300 mil toneladas aoano, por isso o projeto terá flexi-bilidade de duplicar a capacida-de. Além disso, o moinho deveráconsumir para a produção defarinha, cerca de 20% de trigoimportado, e ainda estimularáo plantio das áreas dos coope-rados, pois trará maior liquidezna venda de sua produção. Deacordo com o gerente agrícolada Batavo, Anacleto Luis Ferri, obom momento para o trigo estátrazendo mais alento ao produ-tor, já que a área de produçãodeve aumentar em 20% na safra2013. As cooperativas Batavo,Castrolanda e Capal contamcom mais de 2.700 associados.“Receitaestimada com omoinho é de R$ 200 miao ano no final dasegunda fase”Cooperativas Batavo, Castrolanda e Capal estão investindo mais de R$ 85 milhões na construçãodo moinho de trigo em PG. Unidade terá capacidade total de moagem de 240 mil toneladasO moinho de trigo em Ponta Grossaserá construído em fases. A primeira – jáiniciada – terá capacidade instalada parabeneficiar 120 mil toneladas de trigo porano. Nesta etapa, o investimento varia deR$ 45 milhões a R$ 50 milhões. A conclu-são está prevista para fevereiro de 2014,quando a estrutura entrará em operação.Segundo o presidente da CooperativaBatavo, Renato Greidanus, a segundafase da construção do moinho será inicia-da possivelmente ao término da primeira.“O projeto já prevê a ampliação”, afirma.O moinho está sendo construídoentre as unidades II e III da CooperativaBatavo, às margens da BR-376, o quefacilitará sinergia com o setor de armaze-nagem e acesso ao Porto de Paranaguá,sem contar com a disponibilidade demão de obra qualificada na região.Construção será em fasesMoinho está sendo construído às margens da BR-376Moinho será um dos mais modernos do paísCadernoSSafrasSafras2012/13CadernoSSafrasSafras2012/13Caderno EspecialDIÁRIO DOS CAMPOS
  • Diário dos CamposMaio/2013Safrinha de soja deve movimentar 19 mil toneladasAsafrinha de soja foiplantada em fevereirodeste ano e a colheitajá começou. “O tempo firme,sem grandes períodos de chuvaneste mês, está ajudando osprodutores neste período decolher, mas os dias chuvosos naépoca do plantio e também emmarço implica-ram no aumen-to do índice dedoenças”, contao engenheiroagrônomo doDepartamentodeEconomia Ruraldo núcleo regio-nal da Secretaria de Estado daAgricultura e do Abastecimento(Deral/Seab) em Ponta Grossa,José Roberto Tosato.Segundo ele, a estimativa éde que os produtores da regiãocolham em torno de 19 mil tone-ladas de soja, ou seja, mais doque o dobro colhido na safra2011/2012, quando a safrinhafoi de apenas 8.500 toneladas.De acordo com o agrônomo,a safrinha é característica depequenos e médios produtores.“Eles aumentaram a área plan-tada devido aos bons preçosda soja e das perspectivas demercado”, diz.Nesta safri-nha, a área naspropriedadesrurais destina-da ao plantiocorresponde a6.600 hectares,enquanto no anopassado a soja foi plantada ape-nas em 2.820 hectares.Quanto à produtividade, oagrônomo observa que a previ-são é de 2.900 quilos por hecta-re, sendo que na última safrinhaa média foi 2.870 quilos porhectare.Safra Área plantada (hectares) Produção Produtividade (por hectare)Fonte: Deral/Seab PGSafra atual tem área maior de sojaCadernoSSafrasSafras2012/13Nesta safrinha,a área destinada aoplantio correspondea 6.600 quilospor hectare View slide
  • Caderno EspecialMaio/2013Diário dos CamposMaio/2013Os produtores da regiãofinalizaram na primeirasemana de maio desteano a colheita do milho. A esti-mativa do Departamento deEconomia Rural do núcleo regio-nal da Secretaria de Estado daAgricultura e do Abastecimento(Deral/Seab) em Ponta Grossa éuma produção de 1,12 milhão detoneladas. O volume é ligeiramen-te menor que o obtido na safrapassada, quando foram colhidas1,24 milhão de toneladas.De acordo com o engenhei-ro agrônomo do Deral, JoséRoberto Tosato, a área plantadacom milho foi reduzida nestasafra, passando de 140 mil hec-tares para 132 mil hectares,redução de oito mil hectares.“Os produtores reduziram a áreado milho e do feijão para aumen-tar a da soja”, explica.Segundo o agrônomo, oplantio do milho se iniciou emsetembro e seguiu até outubrode 2012, já a colheita foi inicia-da em fevereiro último, porémfoi interrompida em meados demarço. “Os produtores deixaramo milho para colher a soja, já queo milho aguenta mais tempo naslavouras”, fala.Conforme o agrônomo, omilhocolhidonosprimeirosmesesdo ano apresenta umidade, comíndice variando de 20% a 30%.“Esta umidade ocasionou quedana qualidade do milho. Parte dasafra tecnificada foi de milho ardi-do, o que dificulta a comerciali-zação e faz cair o preço”, diz. Ovalor máximo obtido pela saca de60 quilos do cereal ardido varioude R$ 18 a R$ 20. “É um milhoque só pode ser utilizado pararação animal”, observa.OfertaO aumento da oferta de milhono mercado interno e a perspec-tiva da safrinha – comum emcidades do Oeste paranaense,como Cascavel - explicam aqueda na cotação do cereal,com a saca sendo negociadaentre R$ 22 e R$ 25. “A saframaior de milho fez com que ospreços da atual safra se reduzis-sem”, comenta.ContratoO agrônomo observa queem torno de 10% da produçãoregional de milho foi vendida nomercado futuro, como forma degarantia de preço. “Os produto-res conseguiram em torno de R$26 a saca”, calcula ao considerarque boa parte da safra está esto-cada nos armazéns. “E deverácontinuar, já que Cascavel teráuma produção grande o mer-cado prefere milho mais novo,como a safrinha que começou aser colhido este mês”, fala.Produtores colhem1,12 milhão detoneladas de milhoCereal ocupou aproximadamente 132 mil hectares daslavouras da região, nesta safra de verão. Parte do milhocolhido foi vendida no mercado futuroDo final de dezembro até fevereirodeste ano, os produtores da região vol-taram a atenção para o plantio do milhosafrinha. A colheita se iniciou em maio eseguirá até o próximo mês de julho.“Asafrinhaécaracterísticodospeque-nos produtores rurais, que plantam omilho em áreas colhidasde feijão e fumo”, expli-ca o engenheiro agrô-nomo do Departamentode Economia Rural(Deral) do núcleo regio-nal da Secretaria deEstado da Agriculturae do Abastecimento(Seab) em Ponta Grossa, José RobertoTosato.Segundo ele, a estimativa é quesejam colhidos na safra 2012/2013 oequivalente a 72 mil toneladas, volumemenor que o obtido no ano passado,quando foram retiradas das lavourasem torno de 89 mil toneladas.A área destinada ao plantio tam-bém foi reduzida nesta safra, passan-do de 21.800 hectares para 17.350hectares, redução de 18%. “A áreaplantada diminuiu por-que alguns produtoresde Ivaí e Reserva, queplantam milho e feijão,optaram pela soja devi-do aos bons preços eperspectivas do merca-do”, explica.ProdutividadeA estimativa do Deral, é que os pro-dutores obtenham uma produtividadede 4.100 quilos por hectare de milhosafrinha, praticamente a mesma renta-bilidade alcançada na safra 2011/2012.Produtores finalizaram a colheita do milho na primeira quinzena de maioTosato: milho ‘perdeu’ área para a soja nesta safra de grãosSafrinha colocará 72 mil toneladas no mercado“Parte da safratecnificada foide milho ardido,o que dificulta acomercialização”Asétima edição do SábadoShow & Feira de Peçase Serviços Macponta -evento promovido pela Macponta(concessionária Jonh Deere emPonta Grossa e região) – movi-mentou mais de R$ 60 milhões.O encontro, que aconteceu noúltimo dia 18 de maio, recebeumais de 2,5 mil produtores ruraisdos Campos Gerias, superandoassim a expectativa dos organiza-dores. “A expectativa foi superadatanto em público quanto em volu-me de negócios. Prevíamos emtorno de R$ 55 milhões”, conta odiretor da Macponta, José DivalsirGondaski (Ferruge).De acordo com ele, a movi-mentação financeira resulta dovolume de vendas de merchan-dising, peças, serviços e equipa-mentos. “Realizamos o SábadoShow uma vez no ano, eventoque tem tradição em negócios eo agricultor conhece o trabalhoque a empresa faz e sabe o quesignifica o Sábado Show”, diz.Ele destaca que o evento seconsagrou como um encontropara a família do produtor. “Oagricultor vem conhecer as novi-dades da marca e traz toda a suafamília. Além disto, ele sabe quese perder os descontos conce-didos neste dia não encontraráas mesmas condições no diaseguinte”, fala.No Sábado Show, os descon-tos variam de 5% a 30%, percen-tuais considerados altos diantedo valor das máquinas e dosequipamentos. “Trabalhamosdiferente dos nossos concorren-tes. Oferecemos desconto realnum único dia do ano, então oagricultor que não aproveita paracomprar neste dia nos demaissabe que não comprará com asmesmas condições”, frisa.Nesta edição, mais de 200pessoas trabalharam no SábadoShow para atender os clientes.“Ano a ano o evento tem crescidoem público e volume de vendas eisto mostra a força do SábadoShow”, comenta ao explicar quequando tem um produto novo nomercado o lançamento nacionalacontece em Ribeirão Preto, nafeira agropecuária e a apresenta-ção regional é no Sábado Show.SafraPara o diretor, o resultado doevento está ligado há vários fato-res, entre eles “o bom momentoem que vive o setor do agro-negócio e a boa produção daregião nesta safra aliada ao bompreço das commodities”.Eleexplicaqueascolheitadei-ras utilizadas na safra 2012/2013foram adquiridas pelos produto-res no ano passado. “Não vende-mos máquinas em cima da hora.A venda começou na Coopavel,em Cascavel, então tem equipa-mentos que os agricultores utili-zaram agora, mas adquiriram noano passado, como é o caso dascolheitadeiras. Já as aquisiçõesno Sábado Show serão usadasno segundo semestre.IncentivoO diretor observa que o pro-dutor está aproveitando a taxade juros que o governo federalvem oferecendo para o financia-mento voltado à modernizaçãoda lavoura e dos equipamentos.“É um juro atrativo e importante,então o agricultor tem mais queaproveitar este incentivo”, fala.Sábado Show movimenta mais de R$ 60 miMais de 2,5 mil pessoas circularam pelo maior evento realizadoanualmente pela Macponta, concessionária John Deere em Ponta Grossa e regiãoAprincipal novidade preparada para osétimo Sábado Show foi o lançamento dacolheitadeira S680, que traz um conceitoinovador, com um grande salto evolutivoem relação ao que a John Deere já tinhade melhor. “É uma máquina que traz mui-tas novidades e certamente os clientes sesurpreenderam”, diz o gerente Comercialda Macponta, Alyson Gondaski.Outros destaques do evento ficarampor conta do pulverizador 4630 naciona-lizado e das novas opções de configura-ção para tratores e implementos, comoa pá carregadeira. Outra grande novida-de, que inclusive tem ganhado espaço naregião, é o foco no trabalho de agriculturade precisão e demonstração do funciona-mento dos sistemas envolvidos, atravésde experiências. “Realizamos algumasdemonstrações diferenciadas, nas quaisos clientes puderam experimentar a efe-tividade do nosso produto”, ressalta oespecialista em AMS da Macponta, JoséCarlos Corrêa Filho.Lançamento da colheitadeira S680CadernoSSafrasSafras2012/13CadernoSSafrasSafras2012/13Sábado Show apresenta novidades aos produtoresRODRIGO CZEKALSKI/DIVULGAÇÃO View slide
  • Caderno EspecialMaio/2013No momento em que finalizaa colheita da safra de verãoo produtor rural começa aplanejar a próxima safra, mas nemtodos têm dinheiro na mão parainvestir nas lavouras. Assim, a saídaé recorrer aos financiamentos para oplantio, mas antes é preciso levantarexatamente o quanto será precisopara plantar. Para ajudar os produ-tores, a Sicredi Campos Gerais ea Sicredi Capal estão oferecendomais de R$ 160 milhões em créditorural (para custeio), sendo nas 21unidades de atendimento que com-põem a superintendência regionalda cooperativa. “Nosso objetivo écrescer 20% em valor nesta safra emcomparação com a passada”, contao superintendente regional da SicrediCampos Gerais, Márcio Zwierewicz.Juntas, as duas cooperativas ofere-ceram R$ 130 milhões em créditorural na última safra e realizaram 700operações.De acordo com o superintenden-te, a Sicredi possui todas as linhas decusteio tanto para a safra de invernoquanto para a de verão 2013/2014.“Já estamos preparados para receberas propostas e temos recursos dispo-níveis para que o produtor possa pla-nejar o custeio da sua lavoura juntoao Sicredi, então convido associadose não associados para que procuremuma das nossas unidades de atendi-mento e encaminhem sua propostapara a safra”, fala.Segundo o superintendente, aSicredi “tem recurso disponível, maspede ao produtor que se antecipemesmo aquele que acabou de colhera safra pode reservar, desde já, valorpara o custeio”.Ele conta que geralmente os pro-dutores procuram a cooperativa pró-ximo ao período de plantio, entre osmeses de julho e agosto. “Como játemos recursos disponíveis os pro-dutores podem nos procurar. Quemquiser não precisa pegar o dinheirojá, mas se procurar antes saberá queterá o limite aprovado e condiçõespreviamente estabelecidas”, reforça.Sicredi tem mais de R$ 160 mi para custeioCrédito rural é maior que o da safra passada, quando 700 operações movimentaramR$ 130 milhões. Valor foi emprestado pelas cooperativas Sicredi Campos Gerais e CapalSicrediagroAs soluções financeiras do Sicredi cooperam parao produtor rural colher grandes resultados.Sua colheita pode render muito.Invista seu dinheiro no Sicredi.R$1.SACSicredi-08007247220/DeficientesAuditivosoudeFala-08007240525.OuvidoriaSicredi-08006462519.SACSicredi-08007247220/DeficientesAuditivosoudeFala-08007240525.OuvidoriaSicredi-08006462519.CadernoSSafrasSafras2012/13Márcio: “como já temos recursos osprodutores podem nos procurar”Pré-custeioConforme Márcio,o produtor tem a pos-sibilidade de liberar ocusteio por volta deagosto, mas usar opré-custeio, entre maioe junho, para comprarinsumos de formaantecipada e ter preçomelhor ou descontomaior. “O pré-custeioé uma opção do pro-dutor, mas é importan-te que ele saiba quea utilização é possívele ele pode quitar oinsumo de forma ante-cipada”, relata.Conforme Márcio,ainda não é possívelsaber qual a taxa dejuro e o limite dos finan-ciamentos, uma vezque o governo federaldivulgará o Plano Safrano início de julho. “Oque sabemos é queo Sicredi terá recur-so maior que no anopassado e queremosassegurar que o pro-dutor nos procure”, diz.
  • Enquanto na safra 2011/2012 osprodutores da região colheramem torno de 87 mil toneladas defeijão (das águas), nesta a estimativa éuma colheita de aproximadamente 71mil toneladas, 16 mil toneladas a menosno mercado.De acordo com o engenheiro agrôno-mo do Departamento de Economia Ruraldo núcleo regional da Secretaria deEstadodaAgriculturaedoAbastecimento(Deral/Seab) em Ponta Grossa, JoséRoberto Tosato, de olho na cotação dasoja e nas boas perspectivas de merca-do, os produtores optaram por plantarmenos feijão e mais soja. Assim, 41.900hectares foram ocupados com o feijão,cerca de 20% a menos que na safrapassada, quando foram plantados 53 milhectares. “Na época do plantio, a sojaestava mais interessante, inclusive commercado internacional, então os produ-tores com áreas mecanizadas plantarammenos feijão e mais soja”, explica.O plantio começou em setembro ese estendeu até o final de outubro doano passado. Já a colheita se iniciouem dezembro e seguiu até 15 de janei-ro último. Devido ao excesso de chu-vas que ocorreu no período em que aplanta se desenvolvia houve aumentodo índice de doenças. “As doençassurgiram nas fases finais, floração efrutificação”, conta. “Com isto, os pre-ços caíram um pouco”, completa.Apesar da redução, a saca de 60quilos está cotada no mercado agrícolaentre R$ 130 e R$ 140. “É um excelen-te preço para o feijão preto”, observa.Ele calcula que a maioria dos produto-res já tenha vendido sua produção.ProdutividadeApesar do período chuvoso, osprodutores registraram produtividadeacima da média alcançada na safrapassada. Das lavouras saíram em tornode 1.840 quilos por hectare neste ano.Já no passado foram registrados apro-ximadamente 1.630 quilos por hectare.VariedadeConforme o agrônomo do Deral,92% dos pequenos produtoresregionais plantam, basicamente, fei-jão preto. “Esta variedade pode serarmazenada por mais tempo que oCarioquinha que precisa ser vendidono máximo em dez dias para não per-der a qualidade. Os atacadistas dãopreferência sempre ao feijão novo ede boa qualidade”, conta.71 mil toneladas de feijão das águas71 mil toneladas de feijão das águasCaderno EspecialMaio/2013Assistência Técnica;Cultura Subsequente comMaior Produtividade.Rentabilidade daProdução;Garantia deComercialização;Rotação de Cultura;BenefíciosemPlantarCanolaCanola a soja de invernoCanola a soja de invernoA Energiaque vemdocampoA Energiaque vemdocampoDIVULGAÇÃOPreço da soja e boas perspectivas de mercado fizeram produtoresreduzir área plantada de feijão da primeira safra
  • Caderno EspecialMaio/2013Diário dos CamposMaio/2013Ofeijão das secas foi plantado de15 de dezembro até fevereiro.A colheita será finalizada até ofinal deste mês de maio, sendo que aestimativa é uma safra de aproximada-mente 122 mil toneladas, volume maiorque a colhida no ano passado, quando osprodutores obtiveram 108.800 toneladas.De acordo com o engenheiro agrôno-mo do Departamento deEconomiaRuraldonúcleoregional da Secretaria deEstado da Agricultura edo Abastecimento (Deral/Seab) em Ponta Grossa,José Roberto Tosato,houve aumento de 16%na área plantada. Foramdestinados ao plantio, nesta safra, 64 milhectares. Já na passada o cultivo ocor-reu em 54.650 hectares.Para o agrônomo, o aumento estárelacionado ao preço desta variedadede feijão desde novembro e dezembrode 2012. “Os preços estavam firmes eo feijão Carioquinha e Juriti é plantadopor médios e grandes produtores rurais,basicamente 95% da área é cultivadapor médios e grandes”, diz.Segundo ele, o feijão apresenta boaqualidade, “porém devido às chuvas defevereiro e março houve alto índice dedoenças, o que deve reduzir a produtivi-dade nas lavouras”, fala. Foram colhidosna safra passada em torno de 2.020quilos por hectare, sendo que nesta, porenquanto, a média, é de2.100 quilos por hectare.Conforme o agrôno-mo, “o Carioquinha temmenor oferta no mercadonacional e isto está levan-do a ótimos preços. Osprodutores estão colhen-do e já comercializando”,diz. A saca de 60 quilos está sendo vendi-da entre R$ 210 e R$ 240.O Carioquinha e o Juriti são conhe-cidos como feijão de cor, no entanto,precisam ser comercializados logo apósa colheita, no máximo, em dez dias,devido a perda de qualidade. Já o feijãopreto, tem maior resistência, portanto,pode ficar mais tempo armazenado.Produtores finalizam colheitada ‘safra das secas’Feijão de cor deve ser comercializado rapidamenteCanola está se tornado cultura permanentePara o pesquisador da Embrapa TrigoGilberto Omar Tomm, a canola tem tidocrescimento constante nos últimos anosgraças à união de forças. A EmbrapaTrigo, por exemplo, realiza pesquisasdesde 1980 voltadas à cultura e inves-te anualmente na introdução e testesde novos híbridos de canola no Brasil.Segundo ele, só neste ano experimentoscom 37 híbridos novos foram introduzi-dos e estão sendo avaliados. Atualmentea organização possui dois pesquisadoresdedicados à área de manejo de canolae dois técnicos de apoio. Além disso,aumentou seu investimento em pesquisade R$ 30 mil em 2011 para R$ 48 milem 2012 e adquiriu equipamentos per-manentes, como semeadura-adubadora,trilhadeira, pulverizador, estufa e equipa-mentos de suporte digital. “A evoluçãoda canola sempre contou com a parceriaentre pesquisa, empresas de fomento eindústria de óleo, além de estudantes depós-graduação e produtores que destina-ram parte da lavoura para experimentosna cultura”, afirma Tomm.O grande interesse da indústria debiodiesel em fomentar o cultivo da canolaé pelo teor de óleo do grão que chegaa 40%, contra 18% do grão de soja.De acordo com a Associação Brasileirados Produtores de Canola (Abrascanola),existe enorme demanda por óleo decanola no mercado nacional e interna-cional. Para atender apenas uma solici-tação recebida recentemente da Europa,seria necessária uma área 200 vezesmaior que a área cultivada atualmenteno Brasil. “As empresas, as cooperativase o governo estão trabalhando para aexpansão da produção de canola paraque a quantidade de óleo disponível noBrasil viabilize seu emprego na produçãode biodiesel. Isto permitiria a exportaçãopara países, como os da Europa, ondeo biodiesel, produzido com óleo de sojae sebo não atende as especificações”,afirma o diretor presidente da BSBIOS,Erasmo Carlos Battistella. Enquanto isso,toda a canola produzida no Brasil é des-tinada à alimentação humana. Assim, osbrasileiros estão consumindo óleo maissaudável enquanto o óleo de soja é des-tinado à produção de biodiesel, um com-bustível limpo e renovável que não agrideao meio ambiente. (Sarah Ribeiro)Áreas experimentaistraçarão perfilda canola no ParanáPesquisas serão conduzidas pela BSBIOS em parceria comuniversidades nas regiões Noroeste, Oeste e Campos GeraisDas AssessoriasTrês áreas de plantio expe-rimental de canola pode-rão auxiliar os produtoresdo Estado do Paraná na próximasafra a conseguirem rendimentosainda melhores. Esse é o objetivoda indústria de biodiesel BSBIOSque fomenta desde 2007 a cultu-ra de inverno nos estados do RioGrande do Sul, Santa Catarina,Paraná e São Paulo.As áreas experimentais serãolocalizadas nas regiões Noroeste,em convênio com o Unicesumar(Centro Universitário Cesumar)e Universidade Estadual deMaringá (UEM), Oeste, em par-ceria com a PUC Toledo e nosCampos Gerais, onde estãosendo finalizadas parcerias.“Nosso objetivo é testar diversosmateriais genéticos da canoladisponíveis no mercado em cadaregião e identificar suas principaiscaracterísticas agronômicas, bemcomo possíveis doenças e pra-gas, com a finalidade de assimgerar maior produtividade e resul-tados aos produtores”, explicao coordenador de Fomento daBSBIOS, engenheiro agrônomo,Raul Trevizan.Segundo Trevizan, todos osresultados obtidos com as áreasexperimentais serão disponibili-zadosaosprodutorespormeiodeeventos realizados no segundosemestre em diversas regiões doParaná. “Vamos sempre à buscade novidades que tragam bene-fícios ao produtor. Estamos noscampos experimentais com doisnovos materiais genéticos dispo-níveis no mercado a partir desteano, o híbrido HYOLLA 571CL,que é um material australianocom tecnologia CLEARFIELDda BASF, e também o mate-rial ALHT-1000 da empresaargentina ALLHIGH TECH,que possuemdiversas novascaracterísticasagronômicas queserão analisadasna prática pelaBSBIOS e divul-gadas em nossos eventos decapacitação e difusão de tecno-logia, quando findados os traba-lhos”, explica o agrônomo.Trevizan afirma, ainda, queoutro fator importante para oestudo de novos híbridos decanola é a busca pela diversifi-cação de fornecedores, evitan-do a falta de sementes comoocorreu na safra deste ano,devido a uma forte estiagemnos campos de multiplicaçãona Argentina, de onde provém amaior parte doshíbridos. Oresultado dissofoi a redução de4,4% de áreaplantada noParaná, se com-parada à safrapassada, con-forme Levantamento de Safraapresentado pela CompanhiaNacional de Abastecimento(Conab) em abril deste ano.Contudo, apesar da área redu-zida pela falta de sementes, aprodutividade foi 44,7% maiore a produção também cresceu,passando de 15,6 mil toneladaspara 21,5 mil toneladas.Na avaliação do gerente deTecnologia Agrícola da BSBIOS,Fábio Júnior Benin, a canolaestá deixando de ser uma “cul-tura alternativa” para ser uma“cultura permanente” nos siste-mas produtivos da Região Sul eCentro-Oeste do Brasil. “Nos últi-mos anos, importantes fatoresque tem ligação direta com o cul-tivo da canola foram ajustadoscomo, por exemplo, a publicaçãodo zoneamento agroclimático, aconsolidação do mercado pro-dutor de biodiesel, a profissio-nalização da produção com acapacitação de profissionais comconhecimento específico para acultura da canola e um mercadoconsumidor de óleo vegetal emfranca expansão”, avalia Benin.(Sarah Ribeiro)“Vamossempre à buscade novidades quetragam benefíciosao produtor”O Carioquinhae o Juriti sãoconhecidos comofeijão de cor pelapopulaçãoExperimentos com 37 híbridos estão sendo avaliadosCadernoSSafrasSafras2012/13DIVULGAÇÃODIVULGAÇÃOCadernoSSafrasSafras2012/13
  • Caderno EspecialMaio/2013Diário dos CamposMaio/2013Desde dezembro, os produ-tores de batata da regiãoestão trabalhando nacolheita, atividade que segue atéo início de junho próximo. Diantedo volume colhido até o momento,cerca de 40%, o Departamento deEconomia Rural do núcleo regio-nal da Secretaria de Estado daAgricultura e do Abastecimento(Deral/Seab) em Ponta Grossaestima que a safra 2012/2013(das águas) será de 86.200 tone-ladas, 400 toneladas a mais que aobtida no ano passado.Segundo o engenheiro agrô-nomo do Deral, José RobertoTosato, houve aumento de áreaplantada. Nesta safra, foram2.915 hectares destinados paraa batata. Já na passada a áreacorrespondeu a 2.770 hectares.O plantio aconteceu do final deagosto a 15 de novembro de2012.Oagrônomodestacaqueestásendo registrada menor produti-vidade nas lavouras. Enquantono passado os produtores colhe-ram em média 30.900 quilos porhectare, agora a rentabilidadegira em torno de 29.500 quilospor hectares. “A produtividadeestá caindo devido ao excessode chuvas nos meses de feve-reiro e março”, explica.De acordo com o agrônomo,produtores dos municípios dePalmeira, Porto Amazonas, SãoJoão do Triunfo e parte de PontaGrossa, na sua grande maioria,plantam a batata comum, sendoas variedades denominadas deMonalisa e Ághata.Já nos demais municípios abatata é cultivada em áreas tec-nificadas e com irrigação. “Estesprodutores firmam contratoscom as grandes indústrias de ali-mentação. A produção é exclu-sivamente voltada para a friturae quem compra são empresascomo a Elma Chips”, conta.Segundo o agrônomo, opreço pelo qual esta batata énegociada pelos produtores émantido em sigilo, já que envol-ve companhias alimentícias.A região é grande produto-ra de batata do Paraná, fican-do atrás apenas de Curitiba eGuarapuava.SecasA batata das secas, complantio a partir de 15 de dezem-bro até final de fevereiro ecolheita de abril até o início dejunho, terá safra regional menorque a do ano passado. Nesta(2012/2013), a produção estáestimada em 50.500 tonela-das, ou seja, 20.300 toneladasa menos que a registrada em2011/2012, quando foram colhi-das 70.800 toneladas.A área destinada ao plantiotambém foi reduzida, passandode 2.175 hectares para 2.080 hec-tares. A produtividade está menornesta safra. A média chegou a 32mil quilos por hectare no ano pas-sado e agora está em torno de 25mil quilos por hectare.O agrônomo explica que asafra das secas é plantada – namaioria - por grandes produtores.“Eles já têm área definida paraesta batata e plantam para fazera rotação de culturas, como sojae milho”, esclarece. A produção évendida para a indústria.Em Palmeira, PortoAmazonas, São João do Triunfoe parte de Ponta Grossa – ondeestão pequenos produtores – abatata é vendida para o merca-do interno. As variedades sãoMonalisa e Ághata.Safra Área plantada (hectares) Produção Produtividade (por hectare)Safra Área plantada (hectares) Produção Produtividade (por hectare)Fonte: Deral/Seab PGProdutores elevamprodução deprodução debatata das águasBatata é produzida para grandes indústriasalimentícias. Área e produtividade tambémaumentaram em relação à safra passadaColheita da batata será finalizada no próximo mês de junhoUnidade em Ponta Grossa fica às margens da BR-376Das AssessoriasPresente no mercado a mais de40 anos, a marca de sementesBatavo inicia uma nova fase.Para atender a crescente demandaexterna, a Cooperativa Batavo saltaráde uma produção anual de 360 milsacas de 40 quilos de sementes desoja para mais de 500 mil sacas aoano até 2014, sem contabilizar assementes produzidas de trigo, quesomam mais de 180 mil ao ano. Estecrescimento está na confiança do pro-dutor rural no produto. A tradição desemente de qualidade, aliada a cons-tante inovação, são quesitos impor-tantes para uma boa safra. O resul-tado tem refletido na lavoura, comníveis de rendimento crescentes.Os constantes investimentos tam-bém aprovam a crescente demanda.Há seis anos, a Cooperativa Batavoadquiriu uma unidade em PontaGrossa, às margens da BR-376,e investiu em sua ampliação parasegregar as variedades de semen-tes produzidas. Agora, anuncia umnovo investimento numa Unidadede Beneficiamento de Sementes emTibagi, a cidade que mais produz trigono Brasil. Além de concentrar umnúmero expressivo de associados daBatavo, o município tem uma grandevocação para o cultivo de sementes,uma tradição histórica na cooperativa.Todo este trabalho em funçãode produtos de qualidade vem deassistência técnica profissionalizadae atuante, aliada ao amparo tecnoló-gico da Fundação ABC, com matrizno município de Castro, que apre-senta alternativas de produção e osavanços tecnológicos desenvolvidosatravés de pesquisas que faz comseus parceiros.SementesAs Sementes Batavo são con-sideradas no mercado como “asSementes do Plantio Direto”. Isto sur-giu pelo pioneirismo da CooperativaBatavo na adoção da prática doplantio direto nos Campos Gerais.Desenvolvido na região na déca-da de 70, este sistema refletiu nasustentabilidade das atividades nocampo, tendo a Fundação ABC comoapoiadora e sustentadora na assis-tência técnica para melhoramentosde qualidade e produtividade.Batavo expande unidade de sementesBatavo expande unidade de sementesInvestimento da Cooperativa Batavo será realizado em Tibagi,município que mais produz trigo no BrasilCadernoSafrasSafras2012/13CadernoSafrasSafras2012/13agroBENEFICIAMENTO E ARMAZENAGEMSOJA - MILHO - TRIGO( )BR 376, KM 510 - 42 3223-0999pecialCaderno EsMaiooo/////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////22222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222222200000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000011111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111133333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333333Colheita da batata será finalizada no próximo mês de junho
  • PONTA GROSSA- Rua Dom Pedro II, 283(em frente ao Shopping Total)42 3028-2900- Av. Senador Flávio Carvalho Guimarães km 32442 3239-2200PRUDENTÓPOLIS- Rua Mal. Deodoro, 1333 - 42 3446-1991
  • De olho na rentabilida-de do trigo no mercadointerno, com a saca de60 quilos sendo negociada entreR$ 42 e R$ 45, os produtoresestão dispostos a investir noplantio. Para tanto, a área plan-tada com o cereal nos CamposGerais deve passar de 133 milhectares para 150 mil hectares.A estimativa é do Departamentode Economia Rural (Deral) donúcleo regional da Secretariade Estado da Agricultura e doAbastecimento (Seab) em PontaGrossa. A safra já começou a serplantada.De acordo com o engenhei-ro agrônomo do Deral, JoséRoberto Tosato, o principalcereal de inverno começoua ser plantado neste mês demaio em municípios mais aoNorte como Arapoti, Sengés eTibagi. “Os produtores inicia-ram o plantio mesmo preocu-pados com o clima. No começode maio o solo estava muitoseco, pois não chove desde asegunda quinzena de abril, eas temperaturas estavam muitoelevadas”, lembra o agrônomo.“Mesmo assimprevemos umaumento entre15% e 20% naárea plantadaem relação àsafra passadadevido aos bonspreços do trigo”,completa.A oferta reduzida do trigofora do mercado brasileiro éoutro fator que está pesando nadecisão dos produtores. “Temosboas perspectivas internacionaispara o nosso trigo. A safra nosoutros países não foi a espera-da”, conta. O plantio em PontaGrossa e em Castro deverá seintensificar a partir do próximodia 10 de junho, seguindo até aprimeira semana de julho. “Masisto dependerá do clima. É pre-ciso chuva e frio para que asculturas de inverno se desenvol-vam”, explica.Se as condições climáticasforem dentro da normalidadepara o inverno, os produtoresirão colher em torno de 505 miltoneladas, volume maior que aobtida na safra passada, quan-do foram colhidas 410 mil tone-ladas. “Foi uma ótima safra.As condições climáticas foramfavoráveis à boa produtivida-de”, comenta.Já a produtividade previstapara a safra varia de 3.200 qui-los por hectare a 3.500 quilospor hectare. “O início do plantiofoi prejudicado pela estiagemda segunda quinzena de abril,mas se houver chuva regularnas áreas plantadas certamen-te a cultura se desenvolverácomo o espe-rado”, diz. Noano passado,a produtivida-de média foi de3.350 quilos porhectare. “Alémdo clima, a tec-nologia utilizadanas lavouras também é muitoimportante. A região tem poten-cial para produzir mais”, avalia.ContratoSegundo o agrônomo, aexemplo das últimas safras,nesta os produtores farão avenda futura. “Estão sendo fir-mados contratos antecipadosde opção com variedades defi-nidas”, conta ao observar quehá uma grande expectativa emtorno desta safra, já que umnovo moinho de trigo entraráem funcionamento em fevereirodo ano que vem. A unidadeestá sendo construída pelasCooperativas Batavo, Capal eCastrolanda, em Ponta Grossa.“Este moinho traz esperançaaos produtores”, finaliza.PlantioO gerente geral da FazendaBoa Vista, em Ponta Grossa,Renato Sterling, conta que apropriedade já iniciou o plantiodo trigo, mas optou por nãoaumentar a área, mesmo àsexpectativas para a safra sendofavoráveis.Caderno EspecialMaio/2013Diário dos CamposMaio/2013Produtores nos Campos Gerais já iniciaram o plantio do trigoPreço do trigo leva aoaumento da área plantadaProdutores da região iniciaram plantioem área de 150 mil hectares. Na safra passada,principal cereal de inverno ocupou 133 milhectares nos Campos GeraisÉ precisochuva e frio paraque as culturasde inverno sedesenvolvam”Ano Área plantada Safra Produtividade nas lavourasFonte: Deral/SeabFonte: Deral/SeabCadernoSSafrasSafras2012/13CadernoSSafrasSafras2012/13Agência EstadualNo Paraná a safrade grãos de verão2012/13 caminha parao final do ciclo e o resul-tado estimado apontapara um recorde deprodução lideradopela soja. A Secretariada Agricultura e doAbastecimento divul-gou levantamentodo Departamento deEconomia Rural (Deral)que revela uma colhei-ta de 23,35 milhõesde toneladas duran-te a safra de verão,que corresponde a umaumento de 30% sobrea safra passada.Esse desempenhoinduz à projeção de umasafra recorde de grãosem 2013 com um volu-me de 38,77 milhões detoneladas, consideran-do a produção do anointeiro incluindo a safrade verão, a safrinha e asafra de inverno, em andamentono Paraná. Esse resultado pode-rá ser confirmado se não houverproblemas com o clima daquipara frente.Na safra de verão, o culti-vo de soja liderou a produçãoe está sendo colhido o maiorvolume de produção, avaliadoem 15,68 milhões de tonela-das do grão. Esse resultadoé recorde e representa umaumento de 45% sobre a sojaproduzida no ano passado, quesofreu os efeitos do clima comoa estiagem durante o períodode desenvolvimento.O aumento na produção desoja esse ano foi decorrente doaumento de área plantada, daordem de 6%, e do clima favo-rável durante o ciclo de desen-volvimento. Para o diretor doDeral, Francisco Carlos Simioni,esse avanço na produção agrí-cola paranaense deve ser cre-ditado também ao esforço doprodutor rural,que vem aces-sando com muitacompetência osensinamentos daassistência técni-ca e da pesquisapública e privada,que têm propor-cionado o uso de tecnologia deponta no meio rural. “A evoluçãodo produtor e o bom desempe-nho do clima está permitindo umaumento de produtividade paratodas as culturas da safra deverão”, disse.MilhoO milho da primeira safratambém teve um bom desem-penho, com uma colheita de7,16 milhões de toneladas, volu-me 9% acimada produção emigual períododo ano passa-do. A técnica doDeral, engenhei-ra agrônomaJuliana TiemeYagushi, tam-bém atribui o bom resultadoao clima favorável e ao uso detecnologia por parte do produ-tor. Ela chama a atenção parao bom desempenho da cultura,considerando que na primeirasafra de milho o resultado foimaior em relação ao ano pas-sado, mesmo com redução de10% na área plantada, que caiude 975.789 hectares plantadosna safra 2011/12 para 878.090plantados na safra 2012/13.O milho da segunda safraconcluiu o plantio e a áreaocupada com a cultura cresceu5%, passando de 2,04 milhõesde hectares plantados no anopassado para 2,14 milhões dehectares plantados esse ano.O potencial produtivo da cultu-ra aponta para 11,5 milhões detoneladas, se não for afetadapelo clima.FeijãoA segunda safra de feijãotambém apresenta resultadosanimadores com a colheita de453.913 toneladas, volume32% acima da safra cultivadaem igual período do ano passa-do. “É o maior volume colhidonesse período nos últimos seisanos”, disse o técnico CarlosAlberto Salvador.TrigoO trigo está em período deplantio e a área ocupada está9% acima do ano passado,indicando leve recuperação deárea plantada no Estado. Esteano a cultura deverá ser planta-da em cerca de 855 mil hecta-res. A expectativa de produçãoaponta para 2,57 milhões detoneladas, 21% acima da pro-dução do ano passado, que foide 2,11 milhões de toneladas.Safra Hectares (plantio) Produção Produtividade (por hectare)Safra Hectares (plantio) Produção Produtividade (por hectare)Safra Hectares (plantio) Produção Produtividade (por hectare)Safra Hectares (plantio) Produção Produtividade (por hectare)Safra Hectares (plantio) Produção Produtividade (por hectare)Safra Hectares (plantio) Produção Produtividade (por hectare)Safra Hectares (plantio) Produção Produtividade (por hectare)Safra Hectares (plantio) Produção Produtividade (por hectare)Fonte: Deral/núcleo regional da Seab em Ponta GrossaEssedesempenho induzà projeção de umasafra recorde degrãos em 2013Paraná colherá produção recorde de grãosSafra de grãos não está totalmente colhida, porém estimativado Deral aponta para uma colheita de 23,35 milhões de toneladas no Estado
  • Diferente do triticale –substituto do milho - queteve a área reduzida nosúltimos anos, a aveia branca vemconquistando os produtores daregião. O plantio – que se iniciouneste mês – deve alcançar 29 milhectares, quatro mil a mais quena safra passada, quando foramdestinados 25 mil hectares.De acordo com o engenhei-ro agrônomo do Deral, JoséRoberto Tosato, a produtividadeestimada gira entre 3.200 quilospor hectare e 3.500 quilos porhectare. Na safra passada osprodutores colheram em média3.400 quilos por hectare.Segundo ele, se as condi-ções climáticas forem favorá-veis (chuvas periódicas, frio esol durante o dia) os produtoresirão colher 95 mil toneladas deaveia branca, 25 mil toneladasa mais que na safra passada,quando foram colhidas 70 miltoneladas.Para o agrônomo, entre osmotivos que levam os produ-tores a plantar a aveia brancaestá o retorno financeiro, sendoque a tonelada está sendo ven-dida a R$ 300. A rotação decultura é outro fator. “Os produ-tores precisam fazer a rotação,então plantam aveia branca.Além disto, este cereal é opçãode cultura e os produtores daregião têm tecnologia para fazero plantio”, conta.MercadoA aveia branca é comer-cializada junto à Elma Chips eaos moinhos para alimentaçãohumana.Diário dos CamposMaio/2013Um levantamento realiza-do pelo Departamento deEconomia Rural (Deral)do núcleo regional da Secretariade Estado da Agricultura e doAbastecimento (Seab) mostraque nos últimos quatro anos aprodução de trigo na região cres-ceu 30,32%. Enquanto em 2009os produtores colheram 310 miltoneladas, no ano passado foram404 mil toneladas.Segundo o engenheiroagrônomo do Departamentode Economia Rural (Deral) donúcleo regional da Secretariade Estado da Agricultura e doAbastecimento (Seab) em PontaGrossa, José Roberto Tosato, emquatro anos os produtores eleva-ram também a produtividade naslavouras. Em 2009, foram colhi-dos 2.020 quilos por hectare, jáno ano passado, 3.100 quilos porhectare. “As boas condições cli-máticas, com chuvas regulares,clima frio e sol durante o dia paragarantir a luminosidade, são fun-damentais para a produtividade,bem como a tecnologia empre-gada nas lavouras”, explica.Por outro lado, os produtoresreduziram a área plantada aolongo destes anos. Foram 153 milhectares no ano de 2009; 125,50mil hectares em 2010; 152,70 milhectares em 2011 e 130,30 milhectares no ano passado.Aveia branca ganhaárea nas propriedadesAveia branca está despertandointeresse dos produtoresCadernoSSafrasSafras2012/13Produção cresce30,32% em quatro anosDIVULGAÇÃO
  • Aagência paranaensedo Banco Regional deDesenvolvimento doExtremo Sul (BRDE) empres-tou para os produtores dosCampos Gerais mais de R$ 22milhões, valor investido na safra2012/2013, montante 34,85%superior ao concedido na ante-rior, quando o financiamento aosagricultores da região somaramR$ 16,31 milhões. O BRDE nãofinancia o custeio, mas projetosde investimento de longo prazo.De acordo com a gerente dePlanejamento do BRDE no Paraná,Juliana Souza Dallastra, as linhasde crédito mais solicitadas forampara a compra de máquinas eequipamentos agrícolas, com taxade juros de 3% ao ano e prazo depagamento chegando a dez anos,sendo dois anos decarência.Para investi-mento na moderni-zação e infraestru-tura do setor rela-cionado à pecuárialeiteira as linhascontam com jurosde 5,5% ao ano e a quitação podeser feita também num prazo de atédez anos, já a carência chega a36 meses.Para o plantio de floresta eprojetos de integração lavoura,pecuária e floresta, os produtoresoptaram por linhas com juros de5% ano e pagamento em até 15anos, com carência iniciando emum ano. Já na linha de créditopara projetos de irrigação e arma-zenagem os juros são de 5,5%ao ano, o prazo de pagamentode até 12 anos e carência de trêsanos.Dentre todas as linhas, o des-taque é para aquisição de máqui-nas e equipamentos. “Na safra2011/2012 foram repassados R$3,15 milhões para investimentosem maquinário. Já no período2012/2013 mais que dobrou estevalor e os agricultores receberamo aporte de R$ 8,72 milhões paraadquirir novos equipamentos”,informa o banco.Para o superintendente daagência do BRDE no Paraná,Paulo Cesar Starke Junior, “o prin-cipal foco do BRDE é financiarinvestimentos no agronegócio,tanto na melhoria de produtivi-dade das áreas agrícolas comona constituição ou renovação dafrota de máquinas e equipamen-tos ou, ainda, na infraestruturapara atender a armazenagem eparques industriais que benefi-ciem e agreguem valor aos pro-dutos agrícola”.Segundo ele, “nos CamposGerais, o banco apoia, também,a produção desementes e a sil-vicultura, a cadeiaprodutora de aves,suínos e da pecu-ária leiteira. Nossaestratégia emPonta Grossa éatender diretamen-te os produtores rurais com funcio-nários que se deslocam até a regiãopara realizar visitas técnicas. Bastaligar, que agendamos a visita. Outraalternativa são os financiamentospor meio de parcerias com coope-rativas locais e com as revendasde máquinas agrícolas. A regiãotem muito ainda a explorar no setoragrícola e pode seguir investindocom apoio técnico e através daslinhas de crédito do BRDE”.Caderno EspecialMaio/2013Caderno EspecialMaio/2013A agência paranaense doBRDE foi responsável pelofinanciamento de R$ 272,50milhões para a safra deverão que tem a colheitafinalizada agora.PARANÁ“Na safra2011/2012 foramrepassados R$ 3,15 mipara investimentosem maquinário”CadernoSSafrasSafras2012/13CadernoSSafrasSafras2012/13Valor financiado na safra 2012/2013 é 34,85% maior que o registrado na anterior. Linha de créditomais utilizada pelos produtores da região é para aquisição de máquinas e equipamentosSafra regional recebe R$ 22 mi do BRDEÁGATHA TREZUB DÉA / ESTAGIÁRIA DE COMUNICAÇÃODas lavouras dos Campos Gerais saem principalmente soja, milho, feijão, trigo e batata.Municípios como Castro e Tibagi são destaques nacionaisValor Bruto da Produção soma R$ 5,98 biOValor Bruto da Produção(VBP) agropecuária da regiãosomou R$ 5,98 bilhões em2011. O VBP foi divulgado no finalde 2012, sendo que os dados daque-le ano deverão sair nos próximosmeses, já que ainda estão sendocontabilizados pelaSecretaria de Estadoda Agricultura e doAbastecimento (Seab).NosCamposGerais,Castro é o municípiocom o maior Valor Brutoda Produção. Foram R$956,1 milhões em 2011.O volume é superior ao registrado em2010, quando o VBP somou R$ 804,8milhões.Tibagi aparece em segundo lugarno ranking, com R$ 499,7 milhões em2011. O município é o maior produtornacional de trigo e o principal sojicultorda região.Piraí do Sul aparece em terceirolugar, com valor de R$ 442,6 milhõesem 2011. No ano anterior, o VBP cor-respondeu a R$ 359,1 milhões.Na sequência, está posicionadaPalmeira, com R$ 334,5 milhões em2011 e R$ 268,5 milhões em 2010;Ponta Grossa, com R$ 333,5 milhõesem 2011 e R$ 263,5milhões em 2010. Omunicípio é grandeprodutor de soja, milho,trigo, batata e feijão.Segundo o levanta-mentodoDepartamentode Economia Rural(Deral) do núcleoregional da Seab, Carambeí apresen-tou Valor Bruto de R$ 328,3 milhõesem 2011. Já em 2010 foram R$ 332,41milhões. É o segundo maior produtorde leite na região. Castro é o primeirono Brasil.Arapoti, que também possui bacialeiteira, apresentou VBP em 2011 deR$ 312 milhões. Foram R$ 297,6milhões no ano anterior. Já Reserva –maior produtor de tomate – registrouValor Bruto da Produção de R$ 309,4milhões em 2011 e de R$ 271,46milhões em 2010.O VBP de Telêmaco Borba ficouem R$ 265,8 milhões em 2011, mon-tante relativamente superior ao obtidoem 2010, quando o valor correspon-deu a R$ 254,7 milhões.Em Ortigueira, a Seab apurou umVBP de R$ 252,9 milhões em 2011 ede R$ 202,5 milhões em 2010. Apesarde o município ser grande produtor demel, das lavouras saem soja, milho etrigo.Prudentópolis contribuiu com oParaná com um Valor Bruto de R$244,5 milhões em 2011. E 2010 foramR$ 217,7 milhões.Considerado um dos maiores pro-dutores de cebola do Estado, Iratitambém cresceu em Valor Bruto, pas-sando de R$ 216,9 milhões em 2010para R$ 229,7 milhões em 2011. Fonte: Deral/Seab Ponta GrossaFonte: Deral/Seab Ponta GrossaMunicípio Valor Bruto da ProduçãoArapoti R$ 312,0 milhõesCarambeí R$ 328,3 milhõesCastro R$ 956,1 milhõesGuamiranga R$ 101,3 milhõesImbaú R$ 72,9 milhõesImbituva R$ 188,1 milhõesIpiranga R$ 192,4 milhõesIrati R$ 229,7 milhõesIvaí R$ 136,0 milhõesJaguariaíva R$ 198 milhõesOrtigueira R$ 252,9 milhõesPalmeira R$ 334,5 milhõesPiraí do Sul R$ 442,6 milhõesPonta Grossa R$ 333,5 milhõesPorto Amazonas R$ 41,4 milhõesPrudentópolis R$ 244,5 milhõesReserva R$ 309,4 milhõesSão João do Triunfo R$ 120,9 milhõesSengés R$ 105,5 milhõesTeixeira Soares R$ 204,7 milhõesTelêmaco Borba R$ 265,8 milhõesTibagi R$ 499,7 milhõesVentania R$ 112,6 milhõesAgência EstadualAagricultura paranaense poderá atin-gir o valor recorde de R$ 52 bilhões emValor Bruto da Produção (VBP) em 2012,referente à comercialização da safraagrícola e pecuária 2011/12. Esta é a pri-meira estimativa do VBP de 2012 divul-gado pelo Departamento de EconomiaRural (Deral), da Secretaria estadual daAgricultura e do Abastecimento.A estimativa do VBP de 2012 poderárepresentar um acréscimo de 3% sobreo VBP de 2011, que teve um faturamen-to bruto de R$ 50,4 bilhões, que tam-bém foi recorde. A estimativa atual refle-te o aumento significativo das cotaçõesde soja e milho, grãos em que o Paranáse destaca como grande produtor e queforam responsáveis por boa parte dapauta de exportações do Estado.O aumento de preços dos grãos nomercado externo compensou, em parte,a quebra de produção registrada nasafra 11/12 em função de severa estia-gem que atingiu o Paraná no início doano passado.Para o secretário da Agricultura e doAbastecimento, Norberto Ortigara, ape-sar do clima que dizimou boa parte daprodução de grãos no primeiro semestrede 2012, o VBP indica que a renda nocampo conseguiu crescer impulsionadapela posição compradora de commodi-ties no mundo, face à quebra da safraagrícola nos Estados Unidos, Argentina,Brasil, que são grandes países produto-res de grãos.Ortigara ressalta que esse quadrodemonstra mais uma vez o vigor e aimportância da Agricultura na economiaparanaense. Ele diz que o setor respon-deu imediatamente ao reposicionamen-to do mercado, embora nem todos osprodutores se beneficiaram do aumentode preços porque a maior parte já haviavendido sua produção.Essa é a primeira versão do VBP2012, calculado pelo Departamento deEconomia Rural (Deral). Resultadosmais consolidados ainda serão envia-dos à Secretaria da Fazenda e àsprefeituras até o final de junho. Asprefeituras terão um prazo para entrarcom recursos caso achem necessárioquestionar a estimativa final que aindaserá apresentada.O Deral faz a estimativa de fatura-mento bruto da produção agropecuáriade aproximadamente 500 itens em todoo Estado. O resultado é utilizado pelaSecretaria da Fazenda para compor acesta de índices que forma o Fundo deParticipação dos Municípios (FPM).AGRICULTURA - O Valor Bruto daProdução da Agricultura de 2012 refle-te a quebra de produção na primeirasafra de grãos por causa da estiageme a compensação com o aumento depreços durante o ciclo da segunda safrade grãos plantada no Estado. Outrasculturas plantadas em larga escala noParaná como mandioca, fumo, cebolae tomate também contribuem com oincremento do VBP agrícola.A soja continua a liderar o rankingde renda no campo, com um fatura-mento bruto de R$ 9 bilhões em 2012.Esse resultado representa uma redu-ção de quase R$ 2 bilhões em relaçãoa 2011 quando o faturamento bruto dasoja atingiu R$ 10,8 bilhões. A econo-mista do Deral, Fernanda Yonamini,atribuiu a queda na renda da soja àquebra de 30% na produção em funçãoda estiagem.Em compensação, a renda obtidacom a comercialização de milho aumen-tou em R$ 1,5 bilhão, principalmente emfunção da comercialização da segundasafra que foi beneficiada pelo aumentode preços do mercado externo.Previsão de recorde nas lavouras do ParanáNos CamposGerais, Castro éo município com omaior Valor Brutoda ProduçãoPaulo: “o principal foco do BRDE é financiar investimentos no agronegócio”
  • Diário dos CamposMaio/2013CadernoSSafrasSafras2012/13BRDE possui linhas de crédito para atender projetos de investimentonos setores agrícola, pecuário e agroindustrialCrédito édestinado paraprojetos deinvestimentoDas AssessoriasOBRDE possui linhas decrédito especiais paraatender projetos deinvestimento nos setores agrí-cola, pecuário e agroindustrial.O banco trabalha com todosos programas de financiamen-to previstos pelo Ministérioda Agricultura, Pecuária eAbastecimento (Mapa) e peloMinistério do DesenvolvimentoAgrário (MDA). As taxas de jurosvariam e começam em 1% aoano, com prazos de pagamentoque chegam até 15 anos.Pelas regras, podem seratendidos em planos de moderni-zação de lavoura ou criação ani-mal e conservação de recursosnaturais os produtores, coopera-tivas, empresas e indústria combases rurais. Também aquelesque querem investir em irriga-ção e armazenagem, outros quesonham com tratores, máquinase implementos nacionais novos,e, ainda, os que projetam realizarem suas propriedades a chama-da agricultura de baixo carbono,com a integração de lavoura,pecuária e floresta num siste-ma de manejo que traz menosimpacto à natureza e garante adiversidade da produção e boalucratividade.O BRDE também financiaprojetos voltados para os ramosde pecuária leiteira, de reflores-tamento, avicultura, suinocultura,pesca e da aquicultura. Cabedestacar que a instituição finan-ceira pública de fomento, quetem como seus controladores osgovernos dos estados do Paraná,Santa Catarina e Rio Grande doSul, é especializada em financia-mento de longo prazo e não nocusteio de gastos pontuais, comoa compra de insumos.Em seus 52 anos de his-tória, o BRDE se consolidounos estados onde está presente(além dos estados da RegiãoSul, também no Mato Grossodo Sul através da agência doParaná) como grande parceirodo homem do campo. Em ter-ras paranaenses fomentou deforma consistente o nascimento,desenvolvimento e consolidaçãodas cooperativas agroindustriaise, até hoje, caminha lado a ladodessas que se tornaram as prin-cipais empresas do Estado. Aforça do cooperativismo cons-truída com apoio irrestrito doBRDE fixou e fixa famílias emzonas rurais, garantindo empre-go e renda ao interior.O banco, também, nuncadeixou de apoiar diretamente oprodutor em seus projetos deinvestimento. Do melhoramentodo solo à compra de máquinase equipamentos, a instituiçãofinanceira oferece linhas de cré-dito de longo prazo e com jurosbaixos para atender todos aque-les que fazem da terra o seugrande negócio e dela tiram oseu sustento.Para atender um maior número deprodutores rurais, o Banco Regionalde Desenvolvimento do Extremo Sul(BRDE) conta com diferentes linhas decrédito e taxas de juros diferenciadas.Aos pequenos produtores, por exem-plo, o banco disponibiliza operaçõescom taxas de juros a partir de 1% aoano, através do Programa Nacional deFortalecimento da Agricultura Familiar(Pronaf).Para atender os projetos de inves-timentos dos médios e grandes pro-dutores, as taxas começam em 3%ao ano e o prazo de pagamento podechegar a dez anos, com até 24 mesesde carência. Para tanto, oferece umalinha do Programa de Sustentação doInvestimento (PSI) e atende aquelesque planejam comprar máquinas e equi-pamentos nacionais e novos.O BRDE ressalta que há outrasinstituições que também disponibilizamfinanciamentos nos mesmos progra-mas do banco, que são, neste caso,originários do Banco Nacional deDesenvolvimento Econômico e Social(BNDES), porém com algumas diferen-ças. “O BRDE não exige reciprocidade,os prazos de carência e amortizaçãosão os máximos permitidos, as garan-tias reais, na maioria dos casos, sãoconstituídas pelos bens que são objetodo financiamento e, ainda, ao optar pelobanco de fomento, o produtor preservaos recursos próprios para uso em seucapital de giro e desconcentra seu endi-vidamento, reduzindo a dependência epreservando os limites de crédito nosbancos comerciais”.Banco tem linhas diferenciadas para os produtoresJuliana Souza Dallastra, gerente de Planejamento do BRDE no ParanáÁGATHA TREZUB DÉA / ESTAGIÁRIA DE COMUNICAÇÃO
  • DC - Quanto às cooperativas agrícolasfaturaram em 2012 e qual foi o crescimentoem relação a 2011?João Paulo Koslovski - As 80 cooperati-vas agropecuárias filiadas ao Sistema Oceparrespondem por 56% da produção agrícola doEstado e tiveram uma movimentação financeiraem 2012 de R$ 32,50 bilhões, 22% a mais que noano anterior, 2011. Ao todo, o cooperativismo noParaná movimentou em 2012 R$ 38,50 bilhões,isto é, somando todos os ramos de atividadesrepresentados pela Ocepar que são dez: agrope-cuário, crédito, saúde, transporte, trabalho, infra-estrutura, habitacional, educacional, consumo,turismo e lazer.DC- O crescimento das cooperativas foiimpulsionado principalmente por qual fator?Koslovski – As cooperativas agropecuáriasparticipam de forma intensa em todo o processode produção, beneficiamento, armazenamento eindustrialização, fazendo com que o associadoseja um agente ativo tanto no mercado internoe externo, como também nas ações sociais dascomunidades. São importantes instrumentos dedifusão de tecnologias e implementadoras depolíticas desenvolvimentistas, como a difusãodo crédito rural, armazenagem, manejo e con-servação de solos, manejo integrado de pragas,assentamento de agricultores, entre outros. Hojetemos um verdadeiro exército de profissionaisde assistência técnica atuando no campo, 1.700ao todo, atuando junto aos pro-dutores através das cooperativasagropecuárias.DC- O que as cooperativasrepresentam para o desenvolvi-mento local em muitas regiõesdo Estado?Koslovski - Em muitos muni-cípios do Paraná, são as maisimportantes empresas, maioresempregadoras e geradoras dereceitas. Cerca de um terço dosprodutores rurais do Estado doParaná são cooperados. A expres-siva participação dos pequenos emédios produtores – com área deaté 50 hectares - nas cooperati-vas agropecuárias, representando70% de seu total de coopera-dos, evidencia a importância dascooperativas para essa faixa deprodutores. A integração das cooperativas e aagregação dos interesses dos produtores ruraispermitiram a montagem de estruturas de arma-zenagem, representando mais de 55% de toda acapacidade de estocagem instalada no Paraná.DC – Porque os investimentos das coope-rativas são importantes?Koslovski - São fundamentais para a implan-tação de novos projetos que levam à agregaçãode valor sobre os produtos primários, aumentan-do seu valor no mercado e melhorando a rendados mais de 130 mil cooperados. Com isto, o pro-dutor pode reinvestir em sua atividade produtiva,garantindo a oferta de matérias primas em níveispermanentes e, ao mesmo tempo desenvolvendosua comunidade.DC- As perdas que os Estados Unidos vêmregistrando nas lavouras influenciam a movi-mentação das cooperativas do Paraná?Koslovski – Acreditamos que, caso se con-firme a redução de 102 milhões de toneladas demilho e de seis milhões de toneladas de soja nasafra 2012/2013 nos Estados Unidos, devido aestiagem que foi muito severa, sem sombra dedúvida será uma oportunidade para a agriculturabrasileira e consequentemente para nossas coo-perativas.DC- As cooperativas do Paraná vêm inves-tindo em agroindustrialização? O que istosignifica?Koslovski – Em 2012, ascooperativas agropecuárias doParaná ampliaram em 18% osinvestimentos em seu complexoagroindustrial e de infraestruturaem armazenagem, com aportesque totalizaram R$ 1,3 bilhão.Resultando num impulso no pro-cesso de industrialização e quepode contribuir para a geração decerca de 5 mil novos empregosdiretos. Até 2015, as cooperati-vas do Paraná esperam que pelomenos 50% da sua movimen-tação econômica seja resultan-te de algum processo de indus-trialização. Atualmente, 42% dofaturamento delas é provenienteda venda de produtos industria-lizados.DC- Quantos empregos ascooperativas do Paraná geram? Há cresci-mento na abertura de postos de trabalho?Koslovski – Atualmente o cooperativismo éresponsável por 67 mil empregos diretos, masse contarmos todo envolvimento que o sistematem com as comunidades onde uma cooperativase instala, podemos afirmar com certeza queo cooperativismo gera mais de 1,6 milhão depostos de trabalho no Paraná. É um dos gran-des empregadores no Estado, especialmente nosetor agroindustrial.DC- O quanto as cooperativas do Paranárecolhem em impostos anualmente? O valorvem crescendo? Quanto nos últimos dezanos?Koslovski – Somente em 2012 o total deimpostos recolhidos pelo cooperativismo foi deR$ 1,5 bilhão e se somarmos tudo que já foi reco-lhido em uma década chegamos a cifra de R$ 9,9bilhões de impostos recolhidos pelo setor.Caderno EspecialMaio/2013Diário dos CamposMaio/2013“Cerca deum terço dosprodutores rurais doEstado do Paranásão cooperados”CadernoSSafrasSafras2012/13Cooperativasrespondem por 56%da produção agrícolaEm 2012, as cooperativas agropecuárias do Paraná ampliaram em 18% osinvestimentos em seus complexos agroindustrial e de infraestrutura em armazenagemOano de 2013 promete movimentar osetor agrícola brasileiro. A safra degrãos está consolidada e os produto-res comemoram o resultado nas lavouras e ospreços no mercado agrícola. Agora, a expecta-tiva é grande em relação às culturas de inver-no, como o trigo, carro chefe. A previsão é deuma colheita farta, resultado que impulsiona ascooperativas e as leva a novos investimentos.Para o presidente do Sistema Ocepar,João Paulo Koslovski, o montante investidopelas empresas é fundamental para a implan-tação de novos projetos, medida que conduzà agregação de valor sobre os produtos pri-mários. Confira a entrevista com o presidentesobre o comportamento e crescimento dascooperativas ao longo dos anos e a tendênciade investimentos.João Paulo Koslovski: 80 cooperativas estão filiadas ao sistema OceparDesde o final do anopassado, os produtoresbrasileiros estão con-tando com mais um banco paraoperar o crédito rural: a CaixaEconômica Federal. Na região,o projeto piloto foi colocado emprática em abril último. Nestesdois meses, a superintendênciaregional já atendeu cerca de 300agricultores e liberou em tornode R$ 8 milhões, através definanciamento. Neste momen-to, o banco está emprestandosomente para custeio e investi-mento agrícola e pecuário.Para o gerente regionalda Caixa (Agência FranciscoRibas), Denilson Silva, o núme-ro de produtores atendidos deabril para cá aponta para umbom começo. “A Caixa temexpertise em políticas públicase a entrada no agronegócio vaipossibilitar gerar mais riquezaaos municípios”, considera.Segundo ele, as linhas decrédito rural oferecidas pelaCaixa são as mesmas dosdemais bancos, já que elas sãonormatizadas pelo Banco Central(BC), no entanto, entre as vanta-gens dos produtores procurarema Caixa está o atendimento. “Oprimeiro diferencial da Caixa estáno atendimento ao cliente e notamanho da rede. Na região, aCaixa está expandido cada vezmais as suas unidades”, diz.O gerente reforça que, nestemomento, a Caixa está atenden-do com crédito rural as linhasde custeio e investimento e nãocomercialização. Já entre asculturas estão a soja, o milho,o trigo e a pecuária de leite ecorte. As operações para o trigo– principal cereal de inverno – seiniciarão em julho próximo. “Osprodutores já podem procurar asnossas agências para solicitar ofinanciamento”, orienta.Conforme o gerente, a Caixanão está fazendo campanha demídia para contar que está noagronegócio, porém vem reali-zando um forte trabalho corpoa corpo. “É prematuro fazeruma campanha e não conse-guir atender toda a demanda.Como é um projeto piloto esta-mos participando de pequenosencontros e fazendo a divul-gação junto aos produtores”,explica.Em nível nacional, a Caixapossui R$ 2 bilhões para aten-der os produtores, valor quepode ser elevado. “Todo pro-dutor que precisar de créditodeve nos procurar, pois temosrecursos para eles”, frisa. Naregião, todas as agências jáestão preparadas para operar ocrédito rural. “A Caixa sabe quea nossa região é basicamenteagrícola e 33% da economiado país é o agronegócio, entãosabemos do tamanho do nossodesafio”, observa.Valor foi financiado para produtores da região de abril até agora. Cerca de300 contratos foram firmados desde que a Caixa entrou para o mercadoCaixa entra noagronegócio e contrataR$ 8 mi em dois mesesDenilson: “o primeiro diferencial daCaixa está no atendimento ao cliente”DIVULGAÇÃO