Ana Carolina BreierFrancine Kemmer Cernev  Nádia Brunetta Peretti
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- Do latim motivum: “[...] aquilo que moveuma pessoa ou que a põe em ação ou a fazmudar o curso” (BZUNECK, 2001, p.09).
- Construto interno,complexo emultifacetado.
- Pode ser inferidamediante observaçãodo comportamento ou      autorelato.
Motivação dos      estudantes no     ensino superior12
Teoria da14 Autodeterminação
- TAD procura compreender e explicar a dinâmica   de motivação que impulsiona uma pessoa em   participar de uma atividade ...
Necessidade        Necessidade           Necessidadede Autonomia      de Competência         de Pertencer     Refere-se ao...
Ausência de  Autodeterminação                                                                           Autodeterminação  ...
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CONCLUINDO…
NÓS TEMOS QUE ESTAR MOTIVADOS PARA MOTIVARQue tipo de professor você quer ser?Um professor dedicado ecomprometido com sua ...
- Motivação requer metas;- Motivação, uma vez estabelecida, pode sofrer mudanças;- Motivação exige envolvimento, interesse...
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Motivação em sala de aula
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Motivação em sala de aula

  1. 1. Ana Carolina BreierFrancine Kemmer Cernev Nádia Brunetta Peretti
  2. 2. 2
  3. 3. - Do latim motivum: “[...] aquilo que moveuma pessoa ou que a põe em ação ou a fazmudar o curso” (BZUNECK, 2001, p.09).
  4. 4. - Construto interno,complexo emultifacetado.
  5. 5. - Pode ser inferidamediante observaçãodo comportamento ou autorelato.
  6. 6. Motivação dos estudantes no ensino superior12
  7. 7. Teoria da14 Autodeterminação
  8. 8. - TAD procura compreender e explicar a dinâmica de motivação que impulsiona uma pessoa em participar de uma atividade ou evitar em fazê-la (DECI; RYAN, 2008a). - A TAD propõe que todo o ser humano busca, de forma inata, aumentar seu potencial, desenvolver- se psicologicamente e conquistar novos desafios através da satisfação de três necessidades psicológicas básicas (DECI; RYAN, 2008b).DECI, Edward. L.; RYAN, Richard, M. Self-Determination Theory: A Macrotheory of Human Motivation,DECI, Edward. L.; RYAN, Richard, M. Facilitating Optimal Motivation and Psychological Well- Being AcrossDevelopment, and Health.Psychology,Psychology, v. 49, No. 4–23.Life’s Domains. Canadian Canadian v. 49, n. 1, 2008(a). p 3, 2008(b), p. 182–185.
  9. 9. Necessidade Necessidade Necessidadede Autonomia de Competência de Pertencer Refere-se ao desejo deseusentir valorizado Desejo deà necessidade de ter um efeito e poder reger se próprio ligado a um grupo. sobre o ambiente e para poder um senso de comportamento, oportunizando alcançar os resultados desejados. independência em suas escolhas.
  10. 10. Ausência de Autodeterminação Autodeterminação Motivação MotivaçãoDesmotivação Extrínseca Intrínseca Não Regulação Regulação Regulação Regulação Regulaçãoregulação Externa Introjetada Identificada Integrada Intrínseca RYAN, R. M.; DECI, E. L. Self-determination theory and the facilitation of intrinsic motivation, social development, and well-being. American Psychologist, 55, 2000. p.68–78.
  11. 11. Ausência de Autodeterminação Autodeterminação Motivação MotivaçãoDesmotivação Extrínseca Intrínseca Não Regulação Regulação Regulação Regulação Regulaçãoregulação Externa Introjetada Identificada Integrada Intrínseca • É o estado de ausência de uma intenção de agir. RYAN, R. M.; DECI, E. L. Self-determination theory and the facilitation of intrinsic motivation, social development, and well-being. American Psychologist, 55, 2000. p.68–78.
  12. 12. Ausência de Autodeterminação Autodeterminação Motivação MotivaçãoDesmotivação Extrínseca Intrínseca Não Regulação Regulação Regulação Regulação Regulaçãoregulação Externa Introjetada Identificada Integrada Intrínseca • Forma menos autônoma de motivação extrínseca, sendo o caso clássico, no qual o comportamento é controlado por contingências externas específicas. RYAN, R. M.; DECI, E. L. Self-determination theory and the facilitation of intrinsic motivation, social development, and well-being. American Psychologist, 55, 2000. p.68–78.
  13. 13. Ausência de Autodeterminação Autodeterminação Motivação MotivaçãoDesmotivação Extrínseca Intrínseca Não Regulação Regulação Regulação Regulação Regulaçãoregulação Externa Introjetada Identificada Integrada Intrínseca • Os comportamentos são executados por conta de pressões internas, como a obrigação e culpa ou para a satisfação do ego. RYAN, R. M.; DECI, E. L. Self-determination theory and the facilitation of intrinsic motivation, social development, and well-being. American Psychologist, 55, 2000. p.68–78.
  14. 14. Ausência de Autodeterminação Autodeterminação Motivação MotivaçãoDesmotivação Extrínseca Intrínseca Não Regulação Regulação Regulação Regulação Regulaçãoregulação Externa Introjetada Identificada Integrada Intrínseca • A pessoa se envolve em um comportamento porque, pessoalmente, acha que é importante. RYAN, R. M.; DECI, E. L. Self-determination theory and the facilitation of intrinsic motivation, social development, and well-being. American Psychologist, 55, 2000. p.68–78.
  15. 15. Ausência de Autodeterminação Autodeterminação Motivação MotivaçãoDesmotivação Extrínseca Intrínseca Não Regulação Regulação Regulação Regulação Regulaçãoregulação Externa Introjetada Identificada Integrada Intrínseca • Os comportamentos são congruentes com valores pessoais como de necessidade. RYAN, R. M.; DECI, E. L. Self-determination theory and the facilitation of intrinsic motivation, social development, and well-being. American Psychologist, 55, 2000. p.68–78.
  16. 16. Ausência de Autodeterminação Autodeterminação Motivação MotivaçãoDesmotivação Extrínseca Intrínseca Não Regulação Regulação Regulação Regulação Regulaçãoregulação Externa Introjetada Identificada Integrada Intrínseca • É caracterizada pela realização de um comportamento por razões inerentes a ele, como o prazer e satisfação. RYAN, R. M.; DECI, E. L. Self-determination theory and the facilitation of intrinsic motivation, social development, and well-being. American Psychologist, 55, 2000. p.68–78.
  17. 17. Ausência de Autodeterminação Autodeterminação Motivação MotivaçãoDesmotivação Extrínseca Intrínseca Não Regulação Regulação Regulação Regulação Regulaçãoregulação Externa Introjetada Identificada Integrada Intrínseca Motivação Controlada Motivação Autônoma DECI, Edward. L.; RYAN, Richard, M. Facilitating Optimal Motivation and Psychological Well- Being Across Life’s Domains. Canadian Psychology, v. 49, n. 1, 2008(a). p 4–23.
  18. 18. CONCLUINDO…
  19. 19. NÓS TEMOS QUE ESTAR MOTIVADOS PARA MOTIVARQue tipo de professor você quer ser?Um professor dedicado ecomprometido com sua profissão,entusiasta, positivo, sempre tem umaboa notícia para passar, leal e ético emsua profissão?Ou um professor insatisfeito ou, emoutras palavras, um professordesmotivado? É IMPOSSÍVEL MOTIVAR OUTRA PESSOA, SE VOCÊ MESMO NÃO ESTÁ MOTIVADO.
  20. 20. - Motivação requer metas;- Motivação, uma vez estabelecida, pode sofrer mudanças;- Motivação exige envolvimento, interesse e participação ativa;- Perceber nossas conquistas e progressos nos motiva acontinuar; - Desafios só são motivadores se você puder alcancá-los; - Todo mundo pode ser motivado! NÃO EXISTE SOLUÇÃO INSTANTÂNEA.
  21. 21. Ana Carolina BreierFrancine Kemmer Cernev Nádia Brunetta Peretti

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