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Informativo da secretaria de comércio e serviços 223

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    Informativo da secretaria de comércio e serviços 223 Informativo da secretaria de comércio e serviços 223 Document Transcript

    • Informativo SCS  Ano 4, nº 223 24 de novembro de 2010  Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Comércio e Serviços Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  1                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  Ministério do Secretaria de Comércio e Serviços Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
    • INFORMATIVO DA SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS – SCS Nº 223 – ANO 04 – Brasília, 24 de novembro de 2010 ÍNDICE Páginas1. COMÉRCIO – VAREJOPreços de smartphones devem cair 30% neste Natal, prevê Qualcomm .............. 032. COMÉRCIO – FRANQUIASCartão próprio é a nova aposta das franquias ....................................................... 043. COMÉRCIO – SHOPPING CENTERSShoppings realizam sorteios e promoções para atrair consumidor no Natal ......... 064. SERVIÇOSRent a Car muda o comando e planeja agilizar atendimento ................................ 075. SERVIÇOS – CARTÕES DE CRÉDITOBrasil tem maior lucro dos Bric com cartões .......................................................... 086. SERVIÇOS – SEGUROSCobertura para gastos com funeral é carro-chefe ................................................. 107. SERVIÇOS – TELECOMUNICAÇÕESGVT destina mais R$ 70 milhões ao NE ................................................................ 118. SERVIÇOS – TRANSPORTE AÉREOSetor ainda pode crescer com atual infraestrutura, garante TAM ......................... 129. SERVIÇOS – TURISMOProdução comercial de truta vira rota turística na Serra Gaúcha .......................... 1310. MICRO E PEQUENAS EMPRESASMinistério fortalece regime especial para micro ..................................................... 14Governo vai facilitar subcontratação de pequenos negócios ................................. 1611. REGISTRO MERCANTILDNRC realiza capacitação da Junta Comercial do DF sobre cooperativismo ....... 1712. CURTAS 1813. AGENDAS 1914. FEIRAS 21Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  2                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 1. Comércio – VarejoPreços de smartphones devem cair 30% neste Natal, prevê Qualcomm 23 de novembro de 2010 Fonte: Valor Online Este Natal será marcado pelo crescimento das vendas de celulares inteligentes(smartphones) no Brasil e pela queda de cerca de 30% no preço dos aparelhos. Asprojeções foram apontadas hoje pelos executivos da fabricante de tecnologias móveis deúltima geração Qualcomm. Para o presidente da Qualcomm para a América Latina, Flávio Mansi, o volume devendas de smartphones neste fim de ano será "no mínimo" três vezes maior do que overificado no mesmo período de 2009. Esperamos um Natal ótimo em volume e noscustos. Teremos ainda um crescimento na demanda por dados e operadoras interessadasna migração para a (tecnologia) 3G, afirmou o executivo, presente em evento em SãoPaulo. A empresa prevê 35 milhões usuários de tecnologia 3G no Brasil no ano que vem,patamar que crescerá para 107 milhões em 2014. Em todo o mundo, o número deassinantes 3G deverá sair do nível atual de 1,15 bilhão para 2,8 bilhões no mesmoperíodo. O executivo afirmou ainda a entrada da empresa no segmento de tablets(computadores no formato de prancheta) no Brasil já no ano que vem. A empresa, quedesenvolve chips para a tecnologia CDMA de telefonia celular, decidiu entrar no mercadode chips para computadores portáteis, passando a concorrer com a fabricantes como aIntel e a AMD. "Nosso foco serão os tablets e suas variações. Mas igualmente os smartphonessão nossa prioridade", enfatizou Mansi. A Qualcomm recentemente firmou parcerias pararodar seu processador Snapdragon em máquinas da Lenovo e da Hewlett-Packard (HP).http://www.varejista.com.br/noticias/2129/precos-de-smartphones-devem-cair-30-neste-natal-preve-qualcomm Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  3                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 2. Comércio – FranquiasCartão próprio é a nova aposta das franquias 23 de novembro de 2010 Fonte: DCI As redes de franquias seguem a onda de redes varejistas com a adoção de cartõesde crédito próprios, com benefícios e engrossam as vendas no mercado brasileiro.Segundo o consultor de negócios da Associação Brasileira de Franchising (ABF), WalterBatista, outra novidade do setor é a entrada do private label para grandes franquias, algorecente no segmento. Segundo analistas, bancos como o HSBC, por meio da Losango, e oBanco do Brasil já apostam no cartão próprio como forma de fidelização de clientes. Quemdeve entrar e ser um dos pioneiros no segmento é o Peixe Urbano, que afirmou que omodelo está em negociação, porém não informou o banco. Segundo presidente da ABF, Ricardo Bomeny, os resultados positivos dasfranquias se deram graças ao crescimento do consumo da classe emergente e àsparcerias com o governo federal. O segmento, que esperava crescer 13% no início de 2010, deverá fechar o anocom um faturamento 19% superior ao apurado no ano passado, totalizando R$ 75 bilhões."É um mercado consumidor novo, que tem trazido taxas de crescimento agressivas emvendas e também em unidades", comemorou o presidente da ABF, ao divulgar os númerosdurante a 10ª Convenção ABF de Franchising, na Praia do Forte, na Bahia. O presidente também anunciou os números do setor em 2010 e a expectativa decrescimento para 2011, que deve chegar a 15% de aumento em faturamento, a 8% emnovas redes (chegando a 1920 marcas) e a 12% em número de unidades (totalizandoquase 100 mil pontos-de-venda). "Vamos aproveitar a oportunidade para nortear o futurodo franchising e discutir os rumos desse crescimento para a próxima década", finalizouRicardo Bomeny. Depois da abertura foi chamado ao palco o convidado para a primeiraplenária do dia, o empresário João Dória Júnior, que compartilhou com os participantes asua longa experiência no ramo empresarial, incluindo o setor de franchising. "Eu acreditomuito no regime de franquia, é um excelente negócio para quem quer empreender, e como fortalecimento da economia brasileira está cada vez melhor", afirmou o empresário. Bancarização – Segundo informações do HSBC, em parceria com a Losango eleoferece a franquias benefícios como o cartão próprio (private label) para os clientes dasholdings. Além disso, o banco disponibiliza um crédito de R$ 200 mil para quem desejaabrir sua franquia, ampliar ou remodelar o negócio que possui. Outra vantagem é o GiroFácil Franquias, um crédito que adapta o seu fluxo de caixa para a reposição de estoques,pagamento de 13º salário dos seus funcionários e 24 meses para pagar. Antecipação derecebíveis como vendas a prazo no talão de cheque, cartões ou ticket. O HSBC está há mais de 20 anos no mercado mundial de franquias e atua em maisde 80 países, o que permite que o franqueador tenha interesse ou já tenha feito ainternacionalização. A Caixa Econômica Federal não confirmou se já trabalha com o benefício, porém jávolta seus olhos para o modelo de negócios e oferece benefícios como recursos paracapital de giro, antecipação de receitas, financiamentos para investimentos, convênios eseguros. O programa chamado Caixa Franquias foi desenvolvido em parceria com a ABF eo Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio (MDIC), com o objetivo deapresentar soluções que atendam às necessidades do setor.Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  4                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • O programa possui mais de 50 clientes, dentre os mais de 300 franqueadores queatuam no Brasil. Entre 2008 e 2009 o crescimento da participação da Caixa no mercado defranquias foi de 356%. Foram liberados R$ 262,5 milhões no ano anterior, contra R$ 57,5milhões em 2008 e a projeção para este ano é a marca de R$ 300 milhões.http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=351373&editoria Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  5                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 3. Comércio – Shopping CentersShoppings realizam sorteios e promoções para atrair consumidor no Natal 23 de novembro de 2010 Fonte: Info Money Que a proximidade do Natal leva quase todo mundo às compras, os shoppingcenters já sabem há muito tempo. Porém, o que faz o consumidor decidir entre um local eoutro para gastar o dinheiro extra do décimo terceiro ainda depende de diferentes fatores. É visando atrair mais consumidores que muitos estabelecimentos realizampromoções de Natal. No Shopping Eldorado, em São Paulo, as compras acima de R$ 600dão direito a um cupom para concorrer ao sorteio de dois carros Peugeot 307 Milessim 200Série Especial. O Santana Parque Shopping também apostou nos automóveis para atrair o público.O modelo sorteado será uma Mercedes Benz, modelo B 180. Para concorrer, é precisoefetuar R$ 400 em compras, trocar por um cupom e responder a uma perguntapromocional. O carro escolhido pelo Morumbi Shopping foi o BMW X1s Drive 18i. Porém, em vezde apenas um, serão dez automóveis sorteados. Os cupons são distribuídos a cada R$600 em compras. Outros prêmios - Já no Shopping Vila Lobos, o público poderá concorrer a viagenspara conhecer vinícolas da Itália, França e Chile. Para participar, é preciso preencher ocupom recebido a cada R$ 800 em compras, os quais também trazem uma raspadinhapara concorrer, instantaneamente, a 7 mil presentes pagos amantes de vinho, comoadegas portáteis, taças e decanters. Outro shopping paulista, o Raposo Shopping, optou por, em vez de sortear,presentear quem consumidor R$ 300, trocando por uma bolsa de microfibra com estampasinspiradas na natureza. O mesmo esquema é realizado pelo Shopping West Plaza. As compras acima deR$ 300 permitem a troca por uma lata de cookies exclusiva. Bom Natal - As projeções para vendas neste ano são boas. Levantamento feitopela Abrasce (Associação Brasileira de Shoppings Centers), com 401 shoppings emoperação no País, apontou que se espera um aumento de 15% nas vendas deste Natal, nacomparação com o mesmo período de 2009. As facilidades de crédito e o aumento da massa salarial dos brasileirosproporcionam clima de otimismo em consumidores, lojistas e empreendedores, garantindoesse crescimento. “Enquanto o Brasil continuar crescendo, os shoppings apresentarãobons resultados”, declarou o presidente da entidade, Luiz Fernando Veiga. Dos presentes favoritos, itens de vestuário são sempre destaque, assim comoprodutos eletrônicos, celulares, perfumaria e artigos do lar.http://www.varejista.com.br/noticias/2134/shoppings-realizam-sorteios-e-promocoes-para-atrair-consumidor-no-natal Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  6                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 4. ServiçosRent a Car muda o comando e planeja agilizar atendimento 24 de novembro de 2010 Fonte: DCI A direção geral da Rent a Car da Unidas está com novo comando. Trata-se dePatrícia Nina, que assume a empresa depois de se dedicar por 18 anos à C&A. "O desafioé conhecer o campo e detectar as oportunidades", afirma a publicitária, que acumulaampla experiência em varejo. A Unidas, que hoje é considerada uma das maiores dosegmento, conta com mais de 100 lojas espalhadas pelas principais cidades e aeroportosde todo o País. Criada em 1985, a Unidas foi adquirida pelo Grupo SAG, o maior grupoautomotivo português, no ano de 2001. De acordo com Nina, a responsabilidade do cargo é grande e sua prioridade temsido a de conhecer a fundo o trabalho da empresa, considerada uma das maiores dosegmento no Brasil em aluguel de carros e frotas. No início de sua gestão, a diretora utilizou seu tempo para visitar as lojas e verificara qualidade e o procedimento do atendimento nos balcões. "Tenho me dedicado àpesquisa de campo e atuado diretamente com nosso cliente para identificar quais são suasnecessidades, e percebi que é necessário simplificar nossos serviços. Pela lógica doconsumidor, precisamos ganhar velocidade e diminuir a burocracia", aponta. Com o objetivo de agilizar o procedimento do aluguel de carros, a aposta é investirnas ferramentas da internet. Atualmente, cerca de 30% do volume de reservas da Unidas são feitos pela redemundial de computadores; a central telefônica responde por 40%, e o restante é realizadopessoalmente. Para Nina, o comportamento traduz o perfil do brasileiro, "que ainda temnecessidade de contato pessoal". Os investimentos da empresa não incluem somentemelhorias na parte de tecnologia, mas também a compra de carros. Em 2009 foraminvestidos R$ 354,5 milhões, e, no primeiro semestre de 2010, R$ 154,2 milhões. "A trocade frotas é intensa e é realizada mensalmente, pois sua qualidade é determinante para osucesso de nosso negócio: temos cerca de 30 mil veículos com 100% de condição derodar", afirma a diretora. Prova de que a preocupação com a renovação é grande é que a Unidas foiapontada em uma pesquisa realizada pela revista Information Week como uma das cemempresas mais inovadoras em uso de tecnologia da informação (TI). Além disso, alocadora ficou em 2º lugar na categoria de serviços, o que inclui infraestrutura, transporte elogística. Planos - Além da preocupação com a rapidez e a qualidade da frota, Patrícia Ninapretende apostar no atendimento personalizado para alavancar o negócio. "O diferencialestá nos detalhes, e queremos que nosso cliente volte. Para isso, a prioridade tem sidoconhecermos e nos concentrarmos neste segmento", explica. De acordo com Nina, oaluguel de carros tende a crescer. "Além de confortável, pois permite ao usuário ir e vir, oaluguel de carro é mais econômico. Uma corrida de táxi do aeroporto de Guarulhos, emCumbica, até o Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista, sai por mais deR$ 100", justifica. Faturamento - Somando todo o faturamento de aluguel de carros, terceirização defrota e de seminovos, a empresa contabilizou em 2009 R$ 723,4 milhões, e, no primeirosemestre deste ano, R$ 390,9 milhões. A expectativa da diretora é de crescimento:"Vamos buscar o máximo de aproveitamento do setor com vistas ao aquecimento daElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  7                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • classe C, que se tornou uma nova classe de consumidores, mas também de olho na Copado Mundo de 2014 e nas Olimpíadas de 2016, não descartamos em nossos planos fazeruma eventual parceria com companhias de viagens", adianta. Vale lembrar que a Unidastem registrado um crescimento, desde 2008, de mais de 20% por ano. O otimismo da diretora se justifica. De acordo com a Associação Brasileira dasLocadoras de Automóveis (Abla), a frota de 400 mil veículos no segmento de aluguel decarros do País deve dobrar até 2016. O dado foi anunciado pelo conselheiro daassociação, Paulo Gaba Júnior, no 38º Congresso Brasileiro de Agências de Viagens eFeira das Américas 2010, no Rio de Janeiro. De acordo com Paulo Gaba, um dos atrativos do segmento são as comissões, queestão entre as mais altas praticadas no mercado: elas variam entre 5% e 30%,dependendo da tarifa cobrada e do tipo de veículo utilizado. Gaba acredita que o que faltaé mais conhecimento por parte dos agentes de viagens, que "ainda não descobriram estenicho". Outro aspecto levantado pelo presidente da Abla é o uso de tecnologia naslocadoras. "A relação com o cliente é fundamental e o agente tem de utilizar ferramentascomo a internet e oferecer serviços adequados e de qualidade", diz. Gaba afirma sernecessário que a empresa acompanhe as mudanças, pois "o mundo mudou, as pessoasquerem mais liberdade e cada um deve diversificar seus produtos".http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=351549&editoria= Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  8                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 5. Serviços – Cartões de CréditoBrasil tem maior lucro dos Bric com cartões 24 de novembro de 2010 Fonte: Valor EconômicoConsumidor local é o que menos se financia, entretanto, no crédito rotativo Entre os países que compõem o bloco dos Bric (sigla para Brasil, Rússia, Índia eChina), o Brasil é o segundo maior mercado em cartões emitidos e volumes movimentados. É oúltimo da lista em financiamento no crédito rotativo, mas no quesito lucratividade, ocupa oprimeiríssimo lugar. Essa fotografia faz parte de estudo da consultoria inglesa Lafferty, presente em mais de65 países e que, recentemente, se estabeleceu no país por meio de uma "joint venture" com aPartner Conhecimento. A partir do escritório local vai prestar serviços de consultoria paraoutros mercados da América Latina e do Caribe. De acordo com o levantamento, o Brasil fechou 2009 com 567 milhões de cartões,entre crédito, débito e unidades emitidas por lojistas ("private label"), gerando umamovimentação financeira de US$ 128,5 bilhões. A China tinha então 1,8 milhão de plásticos,com quase o dobro do giro brasileiro, o equivalente a US$ 293,1 bilhões. Enquanto oconsumidor local gastou, em média, US$ 937 por cartão que levava na carteira, o chinês teveuma despesa de US$ 1,538 mil. Mas quando se fala em financiar compras por meio do cartão, usando-o efetivamentecomo ferramenta de crédito, o Brasil teve o pior desempenho, com uma média, por cartão, deUS$ 192 no rotativo, enquanto Índia (US$ 278), Rússia (R$ 553) e China (R$ 616) estão àfrente. Isso não impediu, porém, que o país liderasse em rentabilidade, com um lucro porcartão de US$ 20 no ano, seguido pela Índia, com US$ 12 e pela Rússia, com US$ 5. A China,por sua vez, teve prejuízo de US$ 1 por cartão. Nessa conta foram excluídos os cartões de lojano Brasil. Já o lucro antes de impostos do conjunto de empresas que atuam na cadeia demeios eletrônicos de pagamentos também foi mais favorável para o país, com um resultadoanual de US$ 3,75 bilhões, com a Índia em segundo lugar com distantes US$ 250 milhões.Para se chegar a esses números a Lafferty considerou itens como receitas obtidas comcredenciamento, com juros, comissões e tarifas de transações no auto-atendimento. Os números excepcionais do Brasil explicam por que o mercado local entrou no radardos investidores estrangeiros, disse o presidente do Lafferty Group, Michael Lafferty, que estáno país para uma série de apresentações, acompanhado de especialistas do Reino Unido,Canadá e Estados Unidos. "O Brasil sabe como ganhar dinheiro com esse negócio." Para ele,possíveis mudanças regulatórias no setor não diminuem a atratividade porque esse tipo derisco existe em qualquer mercado. É o que ocorre nos Estados Unidos, país onde nasceu ocartão de crédito e cujo setor ainda passa por mudanças. Entre os interessados em conhecer melhor o mercado brasileiro estão, principalmente,empresas do ramo de credenciamento, tecnologia, comércio eletrônico e de pagamento móvel. Um nome já certo para ingressar no país é a americana Global Payments, que na suaúltima teleconferência de resultados, em outubro, revelou costurar uma parceria com um bancobrasileiro para começar do zero uma operação no ramo de captura de transações.http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=684219 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  9                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 6. Serviços – SegurosCobertura para gastos com funeral é carro-chefe 24 de novembro de 2010 Fonte: Valor Econômico A cobertura para gastos com funeral tem sido o carro-chefe do microsseguro em todosos países onde ele foi implementado e no Brasil não tem sido diferente. "O seguro de vida é oque atrai mais o interesse, principalmente pelo auxílio funeral", afirma Ricardo Pires de Souza,de 29 anos, um dos quatro moradores da comunidade Dona Marta, escolhidos e treinadospelos organizadores do projeto "Estou Seguro" para trabalharem como agentes, explicandocomo funciona o seguro para os vizinhos. O seguro com assistência funeral só agora está chegando às comunidades carentes. Oque existe há anos é o plano de assistência, fornecidos por uma rede de mais de duas milempresas, pelo qual o cliente paga uma mensalidade para ter direito ao serviço completo - urnamortuária, flores, capela, auxílio com a burocracia e, eventualmente, o jazigo. As pessoas de baixa renda estão sendo seduzidos pelo preço do seguro anual, quecorresponde ao que se paga por mês para as empresas de plano funeral - quando podempagar, claro. Na comunidade Conjunto Palmeiras, na periferia de Fortaleza (CE), com cerca de 30mil moradores, foram vendidos 250 microsseguros em um projeto atrelado ao programa demicrocrédito do Instituto Palmas, criado em 1998, em parceria com a Zurich Seguros. A maior parte tem cobertura para funeral, também porque tem sido direcionado pelacoordenação do instituto. "A morte era a nossa maior causa de inadimplência", diz JoaquimMelo, coordenador geral do Instituto Palmas, referindo-se ao microcrédito. "Muitas pessoas que têm pequenos empreendimentos quando morrem o negócio seacaba porque só para o enterro é mil a mil e quinhentos reais, a família se desestrutura",explica Melo. Até dois anos atrás, quando algum morador do Morro Dona Marta morria, afamília que não tivesse recursos para o enterro teria como alternativa passar a "sacolinha" naigreja ou entre os vizinhos, batendo de porta em porta pedindo uma ajuda. Ou então recorriaaos traficantes de drogas, de quem ficava eternamente devedor. Em dezembro de 2008 a comunidade foi ocupada pela Polícia Militar na operaçãoconhecida como UPP - Unidade da Polícia Pacificadora. Com a UPP, os traficantes e seu altocomando foram desarmados e expulsos do local. Portanto, uma das alternativas definanciamento de enterros desapareceu. Por outro lado, a pacificação - que trouxe muitas outras mudanças na vida daquelaspessoas - abriu espaço para o mercado de seguro de vida com assistência funeral que está,aos poucos, ganhando adeptos entre os moradores do Dona Marta. "Muitas vezes a gente não tá preparado financeiramente para um enterro", disse JoséCarlos André da Silva, de 47 anos, que acaba de contratar o primeiro seguro de sua vida.Poder ter (ou proporcionar à família) um enterro digno foi o que motivou Silva a contratar oseguro de vida e acidentes pessoais com auxílio funeral da Bradesco Seguros. Aproveitando a oportunidade, Silva resolveu comprar um seguro também para suacasa, um imóvel de três andares onde vive com a esposa, duas filhas, um genro e três netos.http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=684222 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  10                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 7. Serviços – TelecomunicaçõesGVT destina mais R$ 70 milhões ao NE 23 de novembro de 2010 Fonte: Valor Econômico Com planos ousados para o Nordeste, onde experimenta um crescimento acima doesperado, a operadora de telefonia GVT aumentou em 50% os investimentos de cerca deR$ 140 milhões previstos para este ano na região. Agora, R$ 70 milhões adicionais serãodirecionados para a expansão da cobertura da rede da empresa nas cidades de Salvador,Recife, Fortaleza e Campina Grande (PB). O valor, porém, deverá ser um pouco maior, seconsiderado o aporte previsto para João Pessoa, que ainda não foi definido. Em Pernambuco, desde o fim do ano passado, a operadora está investindo R$ 15milhões no aumento da cobertura de sua infraestrutura na região metropolitana da capital,mais especificamente nos municípios de Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, ondejá foram alocados R$ 50 milhões. Para o ano que vem, está previsto o início dasoperações em Paulista, cidade com 278 mil habitantes. De acordo com o vice-presidente de marketing e vendas da operadora, AlcidesTroller, com os investimentos a GVT passará a atendera uma área equivalente a 60% dosmunicípios de Recife, Olinda e Jaboatão. "Em 2011, pretendemos atingir 75%, o que farádo Recife a nossa maior cobertura no país", calculou o executivo. Segundo ele, a capitalpernambucana deverá receber mais R$ 30 milhões em investimentos durante o próximoano. Em Salvador, a GVT vai investir mais R$ 35 milhões até fevereiro. Além daexpansão da cobertura na capital baiana, a empresa deve entrar no município de Lauro deFreitas, na região metropolitana, com população de 155 mil pessoas. Também está sendoanalisada a operação em Camaçari, cidade que abriga um polo petroquímico e uma fábricade automóveis. Já em Fortaleza, serão investidos mais R$ 17 milhões na expansão da cobertura,que passará dos atuais 30% para 40% da cidade. Segundo município mais importante daParaíba, Campina Grande receberá um aporte adicional de R$ 3,5 milhões. Entre asdemais capitais nordestinas, Natal deve ser o próximo destino da GVT. Os investimentos adicionais anunciados fazem parte do orçamento da GVT para2010, que prevê um aporte total próximo de R$ 1,5 bilhão. No orçamento para o ano quevem, que será apresentado em dezembro, a operadora reforçará ainda mais o peso doNordeste nos seus investimentos. Outro destaque em 2011, mais precisamente nosegundo semestre, será a chegada dos serviços da empresa à capital paulista.http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=683985 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  11                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 8. Serviços – Transporte AéreoSetor ainda pode crescer com atual infraestrutura, garante TAM 24 de novembro de 2010 Fonte: DCI O setor aéreo ainda tem capacidade de crescer mesmo com a atual infraestruturaaeroportuária, avaliou o presidente do Conselho da TAM, Marco Antônio Bologna, depoisde participar de reunião da Apimec, em São Paulo. "Mesmo com a limitação, o setor[aéreo] cresce de duas a três vezes mais do que o PIB. Até 2020, esperamos uma taxa decrescimento de 8% a 9% ao ano." Segundo Bologna, o atual crescimento pode vir do aumento da capacidadeexistente nos voos. Isso aconteceria, disse ele, por meio do aumento da ocupação médiados assentos, "aproveitando melhor a capacidade fora dos horários de pico", e adescentralização dos hubs, como os de Guarulhos e Congonhas, em São Paulo, e do TomJobim/Galeão, no Rio de Janeiro, para outras cidades. Um dos canais de crescimento daempresa no longo prazo será a classe média. O presidente da TAM, Líbano Barroso, disse acreditar que é possível elevar 60% afatia de passageiros nos voos a lazer até 2020. Atualmente, o principal público, com maisde 70% da ocupação nos voos, é o destinado a negócios, que geralmente viaja noshorários de pico, das 7h às 10h e das 17h às 20h. Barroso ressaltou que uma dasiniciativas é ampliar a parceria com redes de varejo, para a instalação de pontos deatendimento, como com a Casas Bahia, que já tem quiosques de venda de bilhetes emtrês lojas. Ele afirmou, contudo, que o projeto poderá ser estendido a novas redes,inclusive regionais, assim como ao varejo farmacêutico. Além dos horários noturnos, acompanhia quer ocupar os horários das 10h às 17h com este público. "Estamos tendo um retorno interessante com a Casas Bahia. Para a varejista,quanto mais serviços agregar, maior o fluxo de consumidores. Depois doseletroeletrônicos, o sonho de consumo [da classe média] é viajar de avião", disse. Eleevitou comentar a expansão prevista dos quiosques da TAM na varejista, mas adiantouque deverá ser acelerada em 2011. Fim de ano - Sobre o final do ano, Barroso ressaltou que na visão da empresa o"overbooking é permitido", mas disse que a companhia "não mantém esta prática durante aalta temporada". A expectativa da TAM de taxa de ocupação nos voos domésticos é de70% a 75%, nos meses de dezembro e janeiro. "Apesar de ser legal, não vendemos[passagem] acima da capacidade. Se o passageiro não aparecer, cobramos multa pelaremarcação", disse Líbano. A empresa informou que manterá oito aeronaves adicionais para atender ademanda de fim de ano. Destas, pelo menos cinco estarão posicionadas em tempo integralnos aeroportos considerados estratégicos, como Guarulhos e Congonhas, em São Paulo,e Tom Jobim/Galeão, no Rio de Janeiro. "Há um planejamento de mantermos maisaeronaves disponíveis nos aeroportos", completou. A TAM revisou as taxas decrescimento da demanda para este ano, de 14% a 18%, para a faixa de 22% a 25%, dianteda elevação de 25% entre janeiro e outubro do mercado doméstico na comparação com omesmo período do ano passado.http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=9&id_noticia=351582 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  12                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 9. Serviços – TurismoProdução comercial de truta vira rota turística na Serra Gaúcha 23 de novembro de 2010 Fonte: Agência SebraeProjeto interestadual foi lançado pelo Sebrae no Festival de Turismo de Gramado Empreender também é inovar, aproveitando as oportunidades que o mercado oferece.Por conta disso, o Sebrae no Rio Grande do Sul lançou no último sábado (20) a Rota da Trutana Serra Gaúcha, durante o Festival de Turismo de Gramado. Agregada ao reconhecido valorturístico da Serra Gaúcha e aliada aos bons usos dos recursos naturais, a rota possibilitaconhecer a origem do produto (as formas de criação dos peixes até o momento da venda) eadquiri-lo direto da fonte. A criação da Rota da Truta na Serra Gaúcha era uma das metas do Projeto Caminhodos Tropeiros, também desenvolvido pelo Sebrae no Rio Grande do Sul. "Sendo a pescaesportiva da truta um dos atrativos da região, com possibilidade de agregar valor turístico parao destino, a Rota foi priorizada pelo Projeto no trabalho de estruturação da oferta turísticalocal", explica a técnica do Sebrae/RS, Luciana Silveira Thomé. Segundo ela, muitos empresários das cidades abrangidas pelo projeto já exploram aatividade, mas de forma individualizada. "A truta é um peixe exótico que se adaptou muito bemàs águas da região, o que atrai muitos pescadores interessados em conhecer a espécie e asformas de criação." O engenheiro agrônomo Otto Walter Schmiedt, que acompanha o projeto, conta que opotencial da atividade existente e sua atratividade, comparados com as principais regiõesturísticas de pesca, também tiveram grande importância para a idealização da rota. "NaPatagônia chilena e argentina, muitos municípios têm sua economia baseada na pesca datruta", exemplificou. "A proposta da Rota da Truta no Rio Grande do Sul surgiu em 2009, mas em SantaCatarina já existe desde 2001", conta. Neste novo formato, a rota envolve todos os municípiosonde a truta habita os rios, foi introduzida em estabelecimentos "pesque e pague" ou emprodução comercial. Benefícios - Além dos atrativos turísticos que poderão ser conferidos pelos visitantesque passarem pela Rota da Truta, o projeto promove diversos benefícios para a região, como aampliação da oferta turística, o aumento do fluxo de visitantes e o aumento da permanênciamédia. Além disso, permite a agregação de valor aos serviços (como a gastronomia e oartesanato), bem como o aumento do consumo horizontalmente, ou seja, de outros serviços eprodutos integrados à cadeia produtiva do turismo. Outra possível consequência da implantação do projeto da Rota da Truta, observa OttoSchmiedt, é a inclusão de novos agentes na cadeia da pesca, como agências de turismo,pousadas e guias turísticos. O projeto também possibilita a ampliação da disponibilidade denovos rios para pesca, através da formação de novos parceiros e da organização eregulamentação da pesca da truta. A Rota da Truta na Serra Gaúcha abrange os municípios de Bom Jesus, São José dosAusentes, Cambará do Sul, Vacaria, Gramado, Canela, Garibaldi e Caxias do Sul e se integracom Santa Catarina na Rota da Truta RS/SC, num projeto interestadual de grande potencial dedesenvolvimento, que une entidades e empresas de pesca, pesquisa e produção de truta.http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?cod=10991074&canal=32 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  13                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 10. Micro e Pequenas EmpresasMinistério fortalece regime especial para micro 22 de novembro de 2010 Fonte: DCI Todas as iniciativas de pequenos negócios merecem tratamento especial. A tese éde alguém que entende do assunto: o presidente da Frente Parlamentar das Micro ePequenas Empresas, deputado Cláudio Vignatti (SC), uma das expressões do PT cotadaspara o futuro ministério do setor, confirmado na última semana pela equipe de transição dapresidente eleita, Dilma Rousseff. Candidato derrotado a senador por Santa Catarina, ele prefere que a futura pastacuide de empreendedorismo por abarcar não só as micro e pequenas empresas comotambém cooperativas, empreendedores individuais e toda a sorte de experiências demenor porte no mundo dos negócios. Nesta semana, a Frente vai tentar aprovar regime de urgência para a votação deprojeto que aperfeiçoa a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. A prioridade elencadaé a de ampliar o teto de faturamento anual para inclusão no Simples Nacional, de R$ 2,4milhões para R$ 3,6 milhões. Confira, a seguir, os principais trechos da entrevista concedida com exclusividadeao DCI. O que o senhor achou da decisão da presidente eleita, Dilma Rousseff, de criar oMinistério da Micro e Pequena Empresa? Precisamos de um órgão que trate da micro e pequena empresa de mododiferenciado da média e grande empresa. Hoje, no Brasil, 99% das empresas são micro epequenas, mas só faturam 24% do PIB [Produto Interno Bruto]; e 1%, que são médias egrandes, faturam 76% do PIB. Há uma necessidade de aperfeiçoar a política tributária quenós já temos na Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas. É preciso incentivo, comfinanciamento e programas governamentais diferenciados. E isso só quem podeimplementar é um órgão forte. O senhor prefere um ministério do Empreendedorismo, como defendeu durante acampanha? A minha tese é esta. Inclusive eu pedi uma conversa com a equipe de transiçãopara discutir a concepção do ministério por projeto de lei ou medida provisória que irá parao Congresso. Precisamos de um ministério que trate de questões mais amplas do que amicro e pequena empresa: tem as cooperativas, as associações, os empreendedoresindividuais. O senhor acha que o novo ministério terá força para convencer o Banco Central acriar a Cédula de Crédito Empresarial, prevista na Lei Geral das Micro e PequenasEmpresas, para favorecer fornecedores do poder público com débitos vencidos há mais de30 dias? O que a gente percebe é o seguinte: por não ter um órgão forte tratando disso, pormais boa vontade que tenha o Lupatini [Edson Lupatini, da Secretaria Nacional deComércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior], opoder de uma secretaria dentro de um ministério não é suficiente para cumprir osdispositivos da Lei Geral. Se já tivesse um ministério, a lei já estaria regulamentada emElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  14                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • todos os estados e em mais municípios. A participação do setor nas comprasgovernamentais também teria uma presença mais forte. Com o novo ministério, como ficariam as atribuições do Serviço Brasileiro de Apoioàs Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)? O próprio Sebrae defende [a criação do ministério]. Se a gente confundir Sebraecom ministério, a gente vai confundir Mdic com o BNDES. Não dá para confundir umagente de política pública com um agente de capacitação e fomento. Durante a campanha, o senhor defendeu a criação de um programa imobiliário paraas micro e pequenas, nos moldes do programa "Minha Casa, Minha Vida". Continuavalendo? É isso. Quando a gente fala em política de crédito, a gente fala desde a questão decaptar bens de capital, capital de giro e vai para investimentos também. Hoje não temnenhuma política de financiamento diferenciado para alguém que queira montar umaindústria, por exemplo. A ideia é construir programa "Minha Sala, Meu Negócio", "MeuGalpão, Meu Negócio" para financiar imóveis para quem queira montar ou expandir opróprio negócio. Vale também crédito rotativo e de bens de capital. O senhor aceitaria convite para ser o ministro da Micro e Pequena? O seu nomeestá sendo cotado... Pois é. Mas não tem candidato a ministro... [risos]. É escolha pessoal dapresidenta, e ela vai escolher um bom nome. Também se fala que poderia ser convidado o economista Alexandre Teixeira,presidente da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex- Brasil),vinculado ao Mdic... A escolha é da Dilma. Se esse ministério couber ao PT, a presidenta vai ouvir o PT,deputados, senadores. Nem posso falar do presidente da Apex, nunca tivemos umaconvivência próxima, mas tem vários nomes, como o Paulo Okamotto [atual presidente doSebrae], e outros. Falei com o José Pimentel [deputado e senador eleito pelo Ceará, ex-ministro da Previdência e ex-presidente da Frente Parlamentar das Micro e PequenasEmpresas], e perguntei a ele: "E aí, Pimentel, vai ser ministro?" E aí ele disse: "Não. Vouser senador" [risos]. É assim. A gente não sabe. É a Dilma quem vai decidir. Se o senhor for o escolhido, a oposição poderá interpretar isso como um prêmio deconsolação a quem perdeu a disputa eleitoral em estado em que a oposição venceu? Olha, aqui eu tive a melhor votação de toda a esquerda no estado. Ficamos emterceiro lugar, mas tivemos mais votos do que a Dilma. Foi 1 milhão e 200 mil votos.Tivemos derrota eleitoral, mas não tivemos derrota política. Há uma perda muito fortedeixar de ser deputado e não ser senador. Na reta final do ano legislativo, há ainda esperança de avanço na legislação dasmicro e pequenas empresas com uma pauta abarrotada pelo pré-sal, orçamento, MPs etc? Esperança é a última que morre [risos]. A correção da tabela de receita anual parainclusão no Super Simples [Simples Nacional] se faz necessária. Se não se corrigir atabela, no ano que vem inibe o fomento da micro e pequena empresa. Já está há três anose meio sem correção, em R$ 2,4 milhões, e queremos passá-la para R$ 3,6 milhões. As iniciativas de pequenos negócios merecem tratamento especial. A tese é dopresidente da Frente Parlamentar das Micro e Pequenas Empresas, deputado CláudioVignatti, um dos políticos do PT cotados para o futuro ministério do setor, a ser criado nogoverno de Dilma. Ele defende que a futura pasta cuide de empreendedorismo por incluirtambém cooperativas e empreendedores individuais. Esta semana, a Frente vai tentaraprovar regime de urgência para a votação de projeto que aperfeiçoa a Lei Geral dosegmento.http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=5&id_noticia=351179Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  15                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • Governo vai facilitar subcontratação de pequenos negócios 23 de novembro de 2010 Fonte: Agência SebraeO capítulo V da Lei Geral da Micro e Pequena prevê que grandes empresas vencedorasde licitações possam subcontratar pequenas empresas em até 30% do valor contratado;previsão é que em janeiro esse mecanismo esteja sistematizado no Compras Net A partir do final mês de janeiro o governo federal deverá incluir no Compras Net,seu sistema de compras públicas, o mecanismo previsto na Lei Geral da Micro e Pequenae Pequena Empresa que possibilita que as grandes empresas vencedoras de licitaçõessubcontratem micro e pequenas empresas para atender a essas licitações. “Isso existe na lei, pode ser utilizado, mas não está sistematizado. A sistematizaçãofacilita o acesso”, explicou da secretária de Logística e Tecnologia da Informação doMinistério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Glória Guimarães, em palestra no IIIFomenta - Encontro Nacional de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nasCompras Governamentais, promovido em Curitiba (PR) pelo Sebrae em parceria emparceria com o Ministério do Planejamento. A secretária também destacou a importância de sistematização e transparência noprocesso de compras públicas, inclusive para reduzir formação de cartéis. Glória Guimarães alertou ainda os empresários de micro e pequenas empresaspara se prepararem para atender o critério de sustentabilidade nas licitações do governofederal, as chamadas compras verdes instituídas pela Instrução Normativa nº 01, dejaneiro de 2010 em vigor desde fevereiro de 2010. O Sebrae e o Ministério do Desenvolvimento têm convênio para capacitar gestorespúblicos e empresários no acesso às compras governamentais. “Já estamos com um cursopronto mostrando como o governo federal está se preparando para comprar melhor nessaárea”, disse a secretária. De acordo com Glória Guimarães, as empresas em geral ainda não estãopreparadas para fornecimentos nessa área. Recentemente, contou, o governo fez licitaçãopara comprar ar condicionado, pedindo que houvesse o selo verde, mas não haviafornecedores preparados para esse atendimento. Ela adiantou inclusive que nas aquisições do governo federal nas compras de atéR$ 80 mil, onde as micro e pequenas empresas têm prioridade, elas não chegam a 100%dos contratos “porque muitas vezes o material que estamos comprando não temfornecedor”. Ela adiantou que o ministério está levantando esses nichos de mercado paracolocar à disposição das empresas. O Fomenta tem por objetivo ampliar a participação das micro e pequenas empresasnas compras governamentais. A programação conta com palestras, seminários temáticosorientando os empreendedores sobre como acessar esse mercado e reuniões diretas deempresários com gestores e agentes públicos para que eles tirem dúvidas sobre como suaempresa poderá fornecer para os órgãos públicos.http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?cod=10989989&canal=203 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  16                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 11. Registro MercantilDNRC realiza capacitação da Junta Comercial do DF sobre cooperativismo 23 de novembro de 2010 Fonte: ASCOM - MDIC O Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC) da Secretaria deComércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior(MDIC), em parceria com Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo(Sescoop), realiza treinamento de servidores em arquivamento de atos constitutivos decooperativas. O encontro começou hoje (23/11) e vai até amanhã (24/11) e é destinado aanalistas da Junta Comercial do Distrito Federal responsáveis pelos processos de análisee arquivamento de pedidos de constituição de cooperativas no DF e região. Essa capacitação é um piloto e posteriormente pretende-se levá-la a todos asJuntas Comerciais brasileiras. O objetivo é fomentar a discussão sobre os procedimentosatuais, ressaltando a visão do cooperativismo e das características inerentes àscooperativas. Com isso, pretende-se evitar a constituição de cooperativas fora dos padrõeslegais. Para o diretor do DNRC, Jaime Herzog, o projeto é de suma importância para aharmonização de procedimentos de registro e legalização de empreendimentos. “Trata-sede mais uma parceria estabelecida pelo MDIC para a modernização do Registro Mercantile ainda contribui para a disseminação do conhecimento das leis que regem o SistemaCooperativista Nacional”, enfatizou.http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=4&noticia=10246 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  17                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 12. Curtas 24 de novembro de 2010 Fonte: GS&MDCentauro inaugura mais uma loja em São Paulo A Centauro, maior rede de lojas de produtos esportivos da América Latina, abriu nosábado mais uma loja na cidade de São Paulo, agora no Shopping Vila Olímpia. O ponto devenda ocupa uma área de 882 metros quadrados e oferece aos clientes calçados esportivos eprodutos para futebol, natação, corrida, artes marciais, moda casual e fitness. A Centauroconta atualmente com 126 lojas em vários Estados brasileiros.Puket muda lojas e mira expansão internacional A Puket, marca de meias e roupas íntimas, vai remodelar suas lojas para dar melhorvisibilidade às suas linhas de produtos. A rede também prepara uma expansão para o exteriorpor meio de franquias. As novas lojas da rede serão abertas no novo formato, e lojas de maisde cinco anos serão reformuladas. A rede deve encerrar o ano de 2011 com 90 lojas no País ecom planos de abrir 20 novas unidades. A Puket também deve investir em uma expansãointernacional em 2011. A marca está presente na Venezuela e estuda ampliar sua atuaçãopara Panamá, Colômbia, México, Chile e Argentina. Países árabes também manifestaraminteresse na rede. O investimento na abertura de uma franquia Puket é de R$ 250 mil a R$ 300mil com retorno estimado em 3 anos. A rede deve faturar R$ 75 milhões este ano. A previsãode crescimento em 2011 é de 20%.ABF revela o que leva franquias brasileiras a expandir no exterior A Associação Brasileira de Franchising (ABF) divulgou um estudo realizado entremarço e novembro deste ano com 20 franqueadores com presença internacional queidentificou os principais desafios a serem enfrentados por essas empresas. Dentre as principaisrazões que impulsionam os empresários a iniciar o processo de internacionalização, estão apossibilidade de poder explorar globalmente seus serviços e produtos; a chance de explorarum mercado ainda não atendido; e o forte conhecimento sobre as peculiaridades do país emque desejam atuar. Entre as principais barreiras à internacionalização estão conseguir garantirque o padrão de negócio seja replicado no exterior; o treinamento de pessoal; e as exigênciasdos consumidores em cada região.Nova Casas Bahia investirá R$ 125 milhões em 2011 O ano de 2011 não será fácil para Raphael Klein, presidente da Nova Casas Bahia,resultado da fusão entre a Casas Bahia e o Ponto Frio. Embora tenha acabado de conseguiraprovar um investimento da ordem de R$ 125 milhões para o próximo ano, ele terá que fazervaler cada centavo aplicado na transferência das lojas Extra Eletro (extintas) para Casas Bahiaou Ponto Frio. Ao mesmo tempo, pretende repaginar todas as unidades do Ponto Friolocalizadas em shopping centers; desbravar o aquecido mercado nordestino sem perder ocontrole da região Sudeste; ampliar a distribuição nacional da nova companhia; e trabalharpara que a sinergia resultante da união das duas empresas chegue a R$ 7 bilhões até o fim de2011. São, ao todo, 1.033 lojas que precisam se tornar ainda mais agressivas para atingirtodas as classes sociais. Sua meta é fechar o ano da Nova Casas Bahia com um faturamentoque deve girar em torno de R$ 18 bilhões a R$ 19 bilhões e inaugurar, até dezembro, a loja-conceito do Ponto Frio no Rio de Janeiro e o centro de distribuição de Camaçari (BA). Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  18                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 13. AgendasSECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS25 de novembro de 2010Despacho Interno.26 de novembro de 2010Despacho Interno.29 de novembro de 2010Despacho Interno.DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE COMÉRCIO E SERVIÇOS25 de novembro de 201009:00 – Homologação dos Relatórios do Módulo Venda do SISCOSERV14:30 – Reunião com o Setor de Construção Civil, Engenharia e Arquitetura.Local: BNDES – São Paulo - SP26 de novembro de 201015:00 – Reunião com o Diretor do DNRCAssunto: Pauta do CGSIM29 de novembro de 2010Reunião Extraordinária do Comitê de Comércio Exterior do Fórum das MPELocal: Vitória - ESReunião do Grupo de Contratações Públicas do MercosulElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  19                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • DEPARTAMENTO DE MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS25 de novembro de 201014:30 – 1ª reunião do GT1 do CT Tecnologia e Inovação.Local: MDIC26 de novembro de 2010Participar no 6º Encontro Estadual de ME E EPP do ParáLocal: Belém - PA29 de novembro de 201010:00 – V Reunião da Comissão Assessora para Implementação do Fundo Mercosul deGarantias para MPE´S.Local: Ministério da Fazenda Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  20                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 14. Feiras11/11/2010 a 30/11/2010 – 5º Salão de Negócios Imobiliários da BahiaSetor: Construção Civil e ArquiteturaLocal: Centro de Convenções da BahiaCidade: Salvador - BA12/11/2010 a 17/12/2010 – 4ª Feira Natalina do Artesanato de Mato Grosso do SulSetor: Artesanato, Artes e ColeçõesLocal: Mezanino do Memorial da Cultura e Cidadania - FCMSCidade: Campo Grande - MS23/11/2010 a 28/11/2010 – 21ª Feira Nacional de ArtesanatoSetor: Artesanato, Artes e ColeçõesLocal: ExpominasCidade: Belo Horizonte - MG24/11/2010 a 16/03/2011 – 4ª Coletiva do Artesanato de Mato Grosso do SulSetor: Artesanato, Artes e ColeçõesLocal: Casa do Artesão de Campo GrandeCidade: Campo Grande - MS29/11/2010 a 30/11/2010 – ATENDIMENTO VIP DE BHSetor: Jóias, Bijuterias, Pedras e Metais PreciosasLocal: Max Savassi Apart ServiceCidade: Belo Horizonte - MG01/12/2010 a 03/12/2010 – EXPOSYSTEMSSetor: Comunicação, Divulgação e PublicidadeLocal: Palácio das Convenções do AnhembiCidade: São Paulo - SP03/12/2010 a 12/12/2010 – FAMISetor: DiversosLocal: Centro de Convenções do CearáCidade: Fortaleza - CE10/12/2010 a 19/12/2010 – 4ª Multifeira Shopping da ModaSetor: Textil, Confecção e VestuárioLocal: Centro de Convenções de MaceióCidade: Maceió - AL14/01/2011 a 30/01/2011 – FEIRA DOS ESTADOS E NAÇÕES - Edição João PessoaSetor: Artesanato, Artes e ColeçõesLocal: Jangada ClubeCidade: João Pessoa - PBElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  21                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
    • 17/01/2011 a 20/01/2011 – COUROMODASetor: Coureiro / Calçadista - Calçados e Artefatos, Máquinas e ComponentesLocal: Pavilhão de Exposições do Parque AnhembiCidade: São Paulo - SP18/01/2011 a 21/01/2011 – FIT 0/16 - Edição Outono/InvernoSetor: Textil, Confecção e VestuárioLocal: Expo Center Norte - Pavilhão AzulCidade: São Paulo - SP19/01/2011 a 20/01/2011 – PREMIÈRE BRASILSetor: Textil, Confecção e VestuárioLocal: Transamerica Expo CenterCidade: São Paulo - SP21/01/2011 a 30/01/2011 – FIARTSetor: Artesanato, Artes e ColeçõesLocal: Pavilhão das Dunas do Centro de ConvençõesCidade: Natal - RN29/01/2011 a 01/02/2011 – FEIRA E CONGRESSO INTERNACIONAL DEODONTOLOGIA DO CENTENÁRIOSetor: SaúdeLocal: Expo Center NorteCidade: São Paulo - SP02/02/2011 a 11/09/2011 – ART MUNDI - Edição SantosSetor: Artesanato, Artes e ColeçõesLocal: Mendes Convention CenterCidade: Santos - SP03/02/2011 a 06/02/2011 – EXPO NOIVAS & FESTAS - EDIÇÃO IMIGRANTESSetor: DiversosLocal: Centro de Exposições ImigrantesCidade: São Paulo - SP07/02/2011 a 11/02/2011 – SHOW RURAL COOPAVELSetor: AgronegócioLocal: BR 277 Km 577Cidade: Cascavel - PR15/02/2011 a 17/02/2011 – NOVA SERRANA FEIRA E MODASetor: Coureiro / Calçadista - Calçados e Artefatos, Máquinas e ComponentesLocal: Centro de EventosCidade: Nova Serrana - MG O Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras está disponível no site Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  22                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD