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Informativo da secretaria de comércio e serviços 219

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Informativo da secretaria de comércio e serviços 219 Document Transcript

  • 1. Informativo SCS    Ano 4, nº 219  18 de novembro de 2010  Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Comércio e Serviços Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  1                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  Ministério do Secretaria de Comércio e Serviços Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
  • 2. INFORMATIVO DA SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS – SCS Nº 219 – ANO 04 – Brasília, 18 de novembro de 2010 ÍNDICE Páginas 1. CRÉDITO E FINANCIAMENTO Varejistas terão mais verba para Natal .................................................................. 03 BNDES estuda ampliar programa ProCopa Turismo ............................................. 04 2. MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL Empreendedor Individual acelera inclusão financeira no País .............................. 05 3. COMÉRCIO – VAREJO Onda de fusões de drogarias deve continuar em 2011 ......................................... 07 4. COMÉRCIO – FRANQUIAS Redes de pet shop apostam em baixo investimento e alta mobilidade ................. 09 5. COMÉRCIO – SHOPPING CENTERS Partage investirá R$ 500 milhões em Minas Gerais e São Paulo ......................... 10 6. SERVIÇOS – BANCOS Lucro dos grandes bancos sobe 32%, para R$ 10,2 bilhões ................................. 11 7. SERVIÇOS – CARTÕES DE CRÉDITO Visa lança aplicativo para facilitar credenciamento ............................................... 13 8. SERVIÇOS – SEGUROS Seguro eleva no lucro dos bancos ......................................................................... 14 9. SERVIÇOS – TELECOMUNICAÇÕES Revisão da Anatel pode elevar tarifa ..................................................................... 15 10. SERVIÇOS – TURISMO Accor vai abrir 100 hotéis Formule 1 no Brasil com franquias ............................... 16 11. LOGÍSTICA – PORTOS E NAVEGAÇÃO Porto de Santos é um dos mais seguros ............................................................... 17 12. CURTAS 18 13. AGENDAS 19 14. FEIRAS 21 Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  2                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 3. 1. Crédito e Financiamento Varejistas terão mais verba para Natal 17 de novembro de 2010 Fonte: Diário do Grande ABC O maior movimento consumista no setor varejista animou financeiras, que já estimam alta na oferta de crédito de 20% no fim deste ano. O objetivo das empresas é aproveitar a disposição de compra do consumidor, que na região é alta por conta do pagamento do 13º salário que deve injetar R$ 1,8 bilhão, para expandir negócios. De olho no público interessado em trocar eletrodomésticos e comprar computadores de última geração, em especial a classe C, “menina dos olhos'' das financeiras, a Losango anunciou ontem que colocará R$ 1 bilhão à disposição de lojista de todo o País para atender aos consumidores. Com isso, a promotora espera aumentar seu volume de negócios em 20% em relação a 2009. Para Hilgo Gonçalves, a ampliação do crédito para o setor varejista é importante para aproximar o grupo do consumidor e enaltecer a marca no mercado. "O varejista quer um parceiro que entenda e atenda as suas necessidades e as de seus clientes e que apresente soluções práticas para o seu negócio com agilidade. É exatamente o que oferecemos, pois o nosso objetivo é estar cada vez mais próximo ao cliente" explica o executivo. A Coop, em parceria com o Bradesco, também ampliou sua disponibilidade de crédito para os consumidores financiarem as compras de Natal em 20% sobre o ano passado. Este é mais um passo na estratégia de crescer 12% em 2010. O segmento de eletro é a maior aposta da empresa para este último bimestre. E junto aos demais produtos, a expectativa é de alta na demanda de financiamentos de até 15%, ante mesmo período de 2009. Segundo o gerente-geral financeiro da Coop, Antonio Carlos Cattai, o bom momento que o País passa, com crescimentos mensais no crédito, ajudou na decisão de expandir a disponibilidade de recursos para os clientes. Até dezembro, a companhia tem limite de R$ 300 milhões. "Este valor foi calculado sobre a previsão de alta na demanda. Acredito que será suficiente", afirma Cattai. Crédito X Juros – A queda dos índices de inadimplência em financiamentos também animou o setor a investir mais no crédito varejista. Com valores menores e parcelas de até 12 vezes sem juros, o consumidor, que dificilmente tem o dinheiro para bancar o valor total à vista, também vê vantagem em aproveitar o crédito ofertado pelas financeiras na hora da compra para poupar o limite do cartão para situações mais urgentes. A média de crédito para esse tipo de financiamento dificilmente ultrapassa os R$ 5.000, valor mínimo para monitoramento de operações. Parcelas – Além do segmento de eletro, a Coop espera elevada procura pelos setores de confecção e brinquedos. Assim, aumentou o máximo de parcelas do cartão Coop Fácil. Usuários do ‘plástico'' têm acesso a pagamentos desses produtos em 12 vezes sem juros, 18 vezes com taxa de 1,99% ao mês e 24 vezes com juros mensais de 3,49%. As compras em geral serão financiadas em até três vezes com juros de 2,99% ao mês. Essas não devem ultrapassar 50% da renda dos clientes. Os cheques também serão meio de crédito. A Coop oferece opção de compensação após 30 dias. http://www.varejista.com.br/noticias/2092/varejistas-terao-mais-verba-para-natal Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  3                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 4. BNDES estuda ampliar programa ProCopa Turismo 17 de novembro de 2010 Fonte: R7 Notícias Orçamento inicial para reforma e construção de hotéis nas cidades-sede é de R$ 1 bilhão O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) já cogita aumentar o orçamento da linha especial de crédito para a construção e reforma de hotéis nas cidades brasileiras que serão sede da Copa de 2014. O programa ProCopa Turismo foi lançado em janeiro de 2010 com orçamento inicial de R$ 1 bilhão. Segundo o diretor de Inclusão Social do BNDES, Élvio Gaspar, entre 30% e 40% da dotação já foi comprometida com projetos, mas a procura está aumentando e o volume envolvido nos pedidos de consulta já se aproxima do orçamento total. - A carteira já está perto do limite, mas, nesse momento ainda não é problema. Gaspar não confirmou de quanto seria o aumento, mas considerou possível uma nova linha de R$ 1 bilhão. O BNDES espera o aumento da procura por financiamento de hotéis a partir do ano que vem, já que nesse primeiro ano prevaleceram os pedidos de projetos para o Rio de Janeiro. Entre os créditos já aprovados estão R$ 146,5 milhões para a reforma do Hotel Glória, no Rio. O banco também financiará R$ 11,6 milhões das obras de um hotel da rede Ibis em Copacabana, que ocupará um prédio de oito andares e 122 quartos. - Queremos que os operadores venham logo. Não estavam vindo ainda porque o hotel tem um prazo de maturação menor. Estão jogando para ficar mais perto de 2013. A hotelaria em cidades como Fortaleza está crescendo. Em Belo Horizonte, já há uma falta de hotéis hoje. Segundo operadores do setor de hotelaria no Rio, a rede carioca Windsor, que tem planos de erguer um novo hotel na Barra da Tijuca e finaliza a modernização do antigo Le Méridien, em Copacabana, já fez consultas ao BNDES. As redes Hyatt e Accor também têm planos de investir no Brasil com crédito do BNDES. O banco estatal é também o principal financiador da construção e reforma de arenas para a Copa de 2014. Até agora, o banco já aprovou cinco projetos, que totalizam R$ 1,8 bilhão. Entre eles está a reforma do Maracanã, no Rio de Janeiro, que deve sediar a final da Copa. A reforma do estádio foi orçada em pouco mais de R$ 700 milhões, dos quais R$ 400 milhões saem do BNDES. http://noticias.r7.com/economia/noticias/bndes-estuda-ampliar-programa-procopa-turismo- 20101117.html Voltar ao Índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  4                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 5. 2. Microempreendedor Individual Empreendedor Individual acelera inclusão financeira no País 17 de novembro de 2010 Fonte: Agência Sebrae Figura jurídica dinamiza processo de formalização da economia e abre oportunidade para implementação de políticas públicas com foco nos trabalhadores por conta própria urbanos O número de empreendimentos formalizados tem crescido a cada dia. Só nesta última terça-feira (16) foram registradas 7.275 inscrições no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas - CNPJ. A Bahia respondeu por 1.328 formalizações. Já o Estado de São Paulo formalizou 936 empreendedores individuais. Este aumento gradual representa uma revolução que ainda não está sendo percebida, assim como ocorreu com o crescimento dos correspondentes bancários e a implantação do sistema de empréstimo consignado em folha de pagamento, que possibilitou grande expansão do crédito para pessoas físicas. O aumento da formalização vai acelerar o processo de inclusão financeira. A observação foi feita pelo diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, durante palestra que integrou o painel ‘Desafios e Diagnóstico da Inclusão Financeira no Brasil’, que abriu o primeiro dia de trabalhos do II Fórum Banco Central sobre Inclusão Financeira, em Brasília. Carlos Alberto ressaltou o aumento na qualidade dos trabalhos do Fórum devido à diversidade dos participantes, que incluem representantes de bancos públicos e privados e do chamado terceiro setor. Os temas abordados nos encontros realizados pelo Sebrae e pelo Banco Central, desde 2003, também têm evoluído, segundo o diretor, passando pelo Microcrédito, Microfinanças e, agora, Inclusão Financeira. O Fórum prossegue até esta sexta-feira (19). Emprego e renda – A figura do Empreendedor Individual surgiu com a Lei Complementar nº 128/2009. O dispositivo, que integra a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, tem produzido grande impacto socioeconômico em termos de geração de emprego e renda. Até o dia 20 de novembro, o Sebrae promove, junto com diversos parceiros, a segunda Semana do Empreendedor Individual. O objetivo é manter elevada a média de formalizações registrada desde a primeira mobilização, em outubro. Para o diretor do Sebrae, “o aumento diário da formalidade muda tudo”. “Isso demonstra que a informalidade vai ser reduzida nos próximos anos e que o empreendedor individual é que será, a médio prazo, a clientela das microfinanças”, disse, acrescentando que a formalização também abre oportunidade para a implementação de políticas públicas com foco nos trabalhadores por conta própria urbanos. Ele alertou, no entanto, que as mudanças que tem ocorrido também trazem desafios. “O empreendedor ao se formalizar passa a ter um negócio e, não mais, um ‘bico’. Para instituições financeiras e clientes, o desafio da informação, da análise de risco será grande”, alertou. Meta – O diretor se declarou otimista. Ele acredita que a meta de se formalizar um milhão de empreendedores individuais até dezembro de 2010 será superada. Para isso, afirmou que o Sebrae tem contado com o apoio de instituições parceiras, como a Agência Nacional de Desenvolvimento Microempresarial (Ande), que, por meio da sua carteira de clientes, está trabalhando para formalizar 21 mil empreendedores. Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  5                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 6. Carlos Alberto lembrou ainda que, até pouco tempo, a informalidade era difícil de ser combatida porque o custo da formalização era muito elevado e o trâmite, muito burocrático. “A criação do empreendedor individual elimina essas duas dificuldades. O processo é rápido e muito barato, e o benefício é grande”, disse. http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?canal=210&cod=10959905 Voltar ao Índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  6                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 7. 3. Comércio – Varejo Onda de fusões de drogarias deve continuar em 2011 18 de novembro de 2010 Fonte: DCI O banco de investimentos BTG Pactual, que desde o ano passado segue comprando redes de drogarias, ficou em terceiro lugar no ranking de fusões e aquisições das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima).O fundo comprou em setembro deste ano o Grupo Rosário Distrital (GRD), a maior rede de drogarias do centro- oeste brasileiro, com mais de 80 lojas no Distrito Federal, e a rede finalizou a compra de 32 lojas da Farmácia dos Pobres, uma das redes mais tradicionais da região, que está em recuperação judicial. Há um ano comprou 100% da rede Farmais, quando a instituição decidiu apostar em ativos ligados à "economia real" - negócios fora da área financeira que incluem empresas do setor de estacionamentos (rede Estapar), combustíveis (postos Aster e ViaBrasil) e hospitais (rede D'Or). A Farmais é considerada uma das maiores redes de drogarias do País, e no sistema de franquias tem cerca de 430 franqueados no Brasil. Suas lojas estão distribuídas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. Segundo dados da Anbima, o volume de fusões e aquisições anunciado no Brasil cresceu 61,8% de janeiro a setembro, na comparação com igual período do ano passado, somando R$ 144,8 bilhões. Foi o maior volume para o período desde 2006, e corresponde a um valor 21,7% superior ao verificado ao longo de todo o ano de 2009. O banco BTG Pactual foi responsável por coordenar operações de R$ 42,807 bilhões. Em seguida na lista aparece o JP Morgan, com R$ 41,412 bilhões, e o BTG Pactual, com R$ 27,637 bilhões. Nos últimos doze meses, segundo executivos do BTG, o banco se comprometeu a entrar com US$ 250 milhões. E cita as farmácias, os estacionamentos e os hospitais como grande vitrine dos investimentos não-financeiros do grupo. "O crescimento da onda de varejo poderá ter fusões e aquisições em 2011", afirmou, em evento, o presidente de Fusões e Aquisições da Anbima e executivo do BTG Pactual. Segundo o coordenador do núcleo de varejo da ESPM, Ricardo Pastore, o setor de farmácia caminha rumo à consolidação do segmento para fazer frente às drogarias de hipermercados como Pão de Açúcar, Walmart e Carrefour, que já admitem a possibilidade de abrir pontos-de-venda de fármacos em ruas. "É necessário que um movimento aconteça para que o setor não fique tão pulverizado como está, hoje visto pelo mercado como um dos grandes problemas", explicou o coordenador. Ele ainda disse que as empresas que podem ser assediadas, ou assediar, no próximo ano, são as redes Pague Menos e Drogaria São Paulo, algumas das líderes do setor, que apresentaram bons resultados."Elas podem querer a consolidação para brigar com suas concorrentes nacionais e regionais pela nova classe emergente que a cada dia ganha mais poder de compra no mercado", explicou. No mercado – A expansão do varejo de artigos farmacêuticos, médicos e de perfumaria foi de 11,8% em 2009, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), enquanto o comércio de forma geral cresceu 5,9%. "Os números do IBGE não apontam com clareza esse crescimento, porque em grandes redes, como Drogaria São Paulo e Droga Raia, por exemplo, o crescimento foi perto de 20%, já que elas acabaram consumindo as redes menores", explicou professora Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  7                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 8. de Economia da Universidade São Judas, Maria Conceição Fagundes. A especialista ainda deu uma previsão para 2010: "Se confirmado esse cenário, as maiores cadeias de drogaria vão superar, pela primeira vez na história, a marca de R$ 2 bilhões de faturamento", enfatizou. A Pague Menos faturou R$ 1,87 bilhão em 2009, 20% mais do que em 2008, e o presidente da PagueMenos, Deusmar Queirós, projeta uma receita de R$ 2,2 bilhões neste ano. "Hoje temos 400 pontos-de-venda, e vamos continuar expandindo para cidades com média de 100 mil habitantes", disse o presidente da Pague Menos. Gilberto Martins Ferreira, que assumiu a presidência executiva da Drogaria São Paulo em outubro de 2009, afirma que, além de inaugurar um recorde de 40 lojas em 2010, outras 30 unidades serão reformadas. As vendas brutas da Drogasil cresceram 35%, totalizando R$ 1,79 bilhão em 2009. Para 2010, a varejista anunciou planos de abrir 40 lojas em 2010. Em 2009, o lucro da rede foi de R$ 74,6 milhões, 46% maior que o de 2008. Redes viram alvo de bancos de investimentos como o BTG Pactual, que já levou redes como a Farmácia dos Pobres e a Farmais. Líderes Pague Menos e Drogaria São Paulo deverão acompanhar essa tendência. http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=14&id_noticia=350696 Voltar ao Índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  8                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 9. 4. Comércio – Franquias Redes de pet shop apostam em baixo investimento e alta mobilidade 18 de novembro de 2010 Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios Franquias da Pet Shop Móvel e Dog Relax oferecem modelos de negócios que faturam com clientes que exigem praticidade De olho nos clientes que estão dispostos a gastar com seus bichos de estimação, mas que também querem conveniência e rapidez nos serviços, empresas do setor lançam franquias de pet shop em formatos móveis. São unidades com baixo investimento inicial e custos fixos reduzidos, com aposta na alta lucratividade. Uma das redes que seguem essa tendência é a Pet Shop Móvel, criada por Roberto Saretta, que trabalha no segmento desde 1998 e, em 2002, desenvolveu uma versão móvel do negócio. O modelo de franquias foi lançado neste ano. Com uma unidade franqueada em funcionamento, a Pet Shop Móvel oferece serviços como banho e tosa, no domicílio do cliente. “O Brasil é o segundo maior mercado de pets do mundo, por isso nossa ideia é levar comodidade e conveniência ao cliente e qualidade para o animal”, observa Saretta. Para abrir uma unidade, o franqueado investe R$ 49 mil, utilizados para treinamento, taxa de franquia e adaptação do veículo (procedimento que pode durar até 30 dias). A empresa recomenda que a van, com preço médio de R$ 70 mil, seja adquirida via leasing, para ser quitada com o próprio faturamento. Os equipamentos instalados dão autonomia ao carro, que recebe reservatório de água e gerador de energia, para que não seja necessária a utilização de recursos da residência do cliente. Os baixos custos fixos e operacionais são as principais vantagens que atraem os empreendedores para o negócio, segundo Saretta. Os gastos básicos são com gasolina, um ajudante e um tosador, sem despesas como luz ou aluguel de imóvel. O faturamento de cada unidade é de cerca de R$ 150 mil anuais, com lucro líquido mensal de entre R$ 6 mil e R$ 8 mil. Os clientes que geralmente contratam os serviços da empresa são das classes A e B, residentes de bairros paulistanos como Morumbi, Jardins e Vila Nova Conceição. São feitos em média 350 atendimentos por mês - o serviço de banho e tosa custa R$ 42. Há também a opção de pacotes mensais para trabalhos semanais. “Isso ajuda a fidelizar nossos clientes”, afirma Saretta. Em condomínios, o pet shop trabalha com agendamento de horários, ou seja, em um único prédio podem ser atendidos até 15 pets no mesmo dia. http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI188068-17180,00- REDES+DE+PET+SHOP+APOSTAM+EM+BAIXO+INVESTIMENTO+E+ALTA+MOBILIDA DE.html Voltar ao Índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  9                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 10. 5. Comércio – Shopping Centers Partage investirá R$ 500 milhões em Minas Gerais e São Paulo 18 de novembro de 2010 Fonte: O Estado de São Paulo A paulista Partage Investimentos e Incorporação, controlada pela família Dellape Baptista, uma das donas do laboratório Aché, vai investir R$ 500 milhões na construção de dois shopping centers. O primeiro deles, que será construído em Betim, na Grande Belo Horizonte, mesclará 300 estabelecimentos comerciais a um hotel e a um centro comercial. Além disso, o shopping, batizado de Metropolitan Garden, orçado em R$ 270 milhões, estará integrado a torres de edifícios comerciais e residenciais e a um terminal rodoviário interestadual. A previsão de entrega é para o segundo semestre de 2012. O outro shopping será erguido na capital paulista. Segundo Ricardo Baptista, presidente da Partage, a obra será concluída entre o segundo semestre de 2013 e o primeiro semestre de 2014 e demandará investimentos de R$ 230 milhões. O movimento representa uma diversificação no portfólio de construções da Partage, que se concentrava em edifícios comerciais de altíssimo padrão, como o Faria Lima Square e o Plaza Iguatemi, de São Paulo. Fundada há 14 anos, apenas recentemente a Partage começou a construir shopping centers - o primeiro deles foi o Boulevard Shopping São Gonçalo, no Rio de Janeiro, que será inaugurado no final do mês. http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101118/not_imp641472,0.php Voltar ao Índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  10                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 11. 6. Serviços – Bancos Lucro dos grandes bancos sobe 32%, para R$ 10,2 bilhões 17 de novembro de 2010 Fonte: Portal Ig Bradesco, Itaú, Banco do Brasil e Santander melhoraram o resultado no trimestre; no ano, lucro acumulado é de R$ 29 bilhões Os quatro grandes bancos brasileiros com ações em Bolsa de Valores fecharam o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 10,2 bilhões. O número representa um salto de 32% sobre o que Bradesco, Banco do Brasil, Itaú Unibanco e Santander lucraram no terceiro trimestre de 2009, um total R$ 7,7 bilhões. “Os bancos estão em um momento bastante positivo”, afirma Victor de Figueiredo Martins, analistas do setor bancário da Planner Corretora. “Os quatro devem apresentar, inclusive, uma melhora nos resultados do quarto trimestre.” Martins estima que os lucros dos grandes bancos crescerá entre 5% e 10% em relação ao terceiro trimestre deste ano. O Banco do Brasil, por exemplo, que lucrou R$ 2,6 bilhões de julho a setembro, mostrou um aumento de 10,8% sobre os números do segundo trimestre deste ano. “Como os bancos compram e vendem dinheiro, com a melhoria da atividade econômica do País, eles ganham mais”, diz o analista. No acumulado dos nove meses do ano, o ganho somado dos quatro bancos chega a R$ 29,17 bilhões, com uma elevação de 30,5% em comparação com os resultados recorrentes do ano passado. Os lucros recorrentes excluem efeitos extraordinários que afetam o resultado da instituição, como determinados ágios e impostos. Martins atribui a melhora no resultado das grandes instituições ao aumento nas operações de crédito, que têm crescido graças ao incremento da renda das famílias e dado um fôlego maior ao consumo. Tudo isso somado à redução das taxas de juros e à queda na inadimplência. “Tudo conspira a favor dos bancos”, afirma. Retorno – O analista destaca, no entanto, que o retorno sobre o PL, ou seja, quanto o lucro representa em relação ao patrimônio líquido dos bancos tem diminuído em relação há alguns anos. “Hoje, os retornos estão na faixa dos 25%, como o do Banco do Brasil, de 25,7%; o Bradesco, de 24%; Itaú, com 24,5% e o Santander, um pouco abaixo com 19%. No passado, o Banco do Brasil já teve 30% de retorno, mas esses níveis de 25% a 30% ficaram no passado. A tônica agora é ganhar menos com mais clientes”, avalia. Os dados do balanço do Banco do Brasil mostram que a receita com as operações de crédito somaram R$ 14,3 bilhões no terceiro trimestre, cerca de 40% acima dos R$ 10,6 bilhões do mesmo trimestre de 2009. “O núcleo do resultado é proveniente da intermediação financeira e das operações de crédito”, disse Ivan Monteiro, vice-presidente de relações com investidores do BB, durante a divulgação do balanço, ontem. A carteira de crédito do BB fechou o trimestre em R$ 339,8 bilhões, com uma alta de 19% sobre o fechamento de setembro de 2009. Os empréstimos para pessoas físicas aumentaram 25%, fazendo com que o saldo passasse de R$ 85,7 bilhões de julho a setembro de 2009 para R$ 107,4 bilhões. Segundo informações do banco, ele mantém sua participação no mercado na faixa de 20%, isso levando em consideração todas as linhas de crédito. Na pessoa física, esse percentual sobe para 22,7%. Um dos fatores que contribuiu para a expansão da carteira do BB foi a operação de veículos, incrementada com a compra de 49% do Banco Votorantim, no início do ano passado. Segundo informações do banco, a carteira de veículos teve aumento de 11,1% Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  11                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 12. no terceiro trimestre. “A produção do Votorantim mudou bastante. Ela passou de um nível mensal de R$ 1,2 bilhão a R$ 1,4 bilhão para a casa dos R$ 3 bilhões. Discutimos muito para que ele (o banco) ficasse mais focado em carros novos e isso aconteceu. Hoje, a maior fatia dos financiamentos é de carros zero-quilômetro”, afirma Monteiro. http://economia.ig.com.br/mercados/lucro+dos+grandes+bancos+sobe+32+para+r+102+bil hoes/n1237828548653.html Voltar ao Índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  12                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 13. 7. Serviços – Cartões de Crédito Visa lança aplicativo para facilitar credenciamento 18 de novembro de 2010 Fonte: DCI A Visa anunciou o lançamento do centro de desenvolvimento Authorize.Net, uma ferramenta que permite que empresas independentes criem aplicativos de pagamento eletrônico e serviços afins para as principais redes de pagamento, incluindo a Visa. O centro de desenvolvimento baseia-se na plataforma Authorize.Net, adquirida pela Visa no início deste ano, por ocasião da compra da CyberSource. Com os recursos disponíveis no Authorize.Net, os desenvolvedores poderão implementar aplicativos de pagamento que ampliam o valor e os benefícios que pagamentos eletrônicos oferecem a consumidores, comerciantes e instituições financeiras. Esses aplicativos podem ser criados para operar em diversos dispositivos, como PCs e smartphones, e dar suporte a aplicativos para transações de comércio eletrônico, transações móveis, pagamentos de pessoa para pessoa e pagamentos em lojas físicas. O centro de desenvolvimento Authorize.Net funciona como uma comunidade centralizada, com ferramentas e informações que desenvolvedores de todos os níveis podem utilizar para se conectar através da CyberSource à Rede Visa e a outras redes de pagamento, sem qualquer custo. O núcleo da Rede Visa, como os data centers que processam e autorizam transações e detectam fraudes, continua protegido e extremamente seguro. Essa medida permite que os desenvolvedores aproveitem todas as possibilidades da Rede Visa, sem que isso afete o alto nível de confiabilidade da rede, segundo a Visa. http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=13&id_noticia=350707 Voltar ao Índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  13                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 14. 8. Serviços – Seguros Seguro eleva no lucro dos bancos 17 de novembro de 2010 Fonte: Portal Segs O negócio de seguros tem ganhado cada vez mais importância dentro da estratégia dos grandes bancos. Um, porque é um bom produto para aumentar o relacionamento e fidelizar o cliente. Dois, é um mercado que tem grande potencial de crescimento com o ciclo econômico positivo. Três, é um negócio com fluxo de caixa constante. O Bradesco é o banco em que a seguradora tem a maior participação no lucro da instituição, que fica em torno de 30%. No terceiro trimestre, o lucro líquido da Bradesco Seguros e Previdência foi de R$ 721 milhões, 29% dos R$ 2,52 bilhões de resultado do banco. Para o Bradesco seguros é um produto forte, não é secundário, por isso ele não abre mão do controle, como o Itaú fez na parceria com a Porto Seguro, avalia Luis Santacreu, analista de instituições financeiras da Austin Rating. Ele lembra que o banco tem forte vocação para o varejo e usa muito bem a estratégia de bancarização para a distribuição de seguros, com foco em baixa renda. Apesar da regulamentação sobre os microseguros ainda não ter saido, o banco já lançou alguns produtos para esse público, como o seguro residencial para os moradores do Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro. Quem parece que pretende seguir os passos do Bradesco e aumentar a participação de seguros no resultado é o Banco do Brasil. Quando finalizou a reestruturação que fez na área em meados deste ano anunciou que queria aumentar a participação de seguros dos atuais 13% do ganho de toda a instituição financeira para 24% até 2012. O BB atua por meio de Joint Ventures, tendo parcerias com Mapfre, Principal e Icatu. Já o Itaú Unibanco tem forte atuação no segmento de grandes riscos empresariais. No terceiro trimestre, o lucro da operação de seguros, previdência e capitalização foi de R$ 399 milhões, 13% dos R$ 3,03 bilhões do lucro líquido total. Santander e HSBC têm operações menores de seguros, com foco na distribuição e relacionamento com o próprio cliente do banco. Segundo Ilnort Rueda Saldívar, diretor da prática de serviços financeiros da consultoria AT Kearney, por conta do potencial, o setor tem atraído a atenção de estrangeiros. "Temos recebido consulta de empresas que querem entrar no setor no Brasil, de companhias que já atuam aqui e querem entrar em novas linhas e de investidores que querem comprar uma participação financeira em alguma seguradora", diz. Com forte vocação para o varejo, Bradesco garante um terço de seu lucro líquido a partir do segmento segurador "Cartões e seguros são duas operações que têm espaço para expansão, pois os bancos não vivem só de crédito e tesouraria". http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=24258:-seguro- eleva-no-lucro-dos-bancos-&catid=45:cat-seguros&Itemid=324 Voltar ao Índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  14                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 15. 9. Serviços – Telecomunicações Revisão da Anatel pode elevar tarifa 18 de novembro de 2010 Fonte: Correio Braziliense O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) teme que a revisão das tarifas das chamadas telefônicas fixas para as móveis, proposta pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), possa ocasionar um aumento das tarifas para telefonia móvel no Brasil, atualmente as mais altas do mundo. No entendimento da organização, são necessárias atitudes claras a fim de impedir que as empresas repassem uma eventual perda de caixa com a tarifa de interconexão - taxa cobrada pelo tempo de uso da rede móvel - aos usuários. “Como grande parte da receitas das operadoras de telefonia celular vem da tarifa de interconexão, se ela for reduzida, uma das formas de as empresas evitarem o prejuízo pode ser aumentar o preço das chamadas do serviço móvel”, sustenta Veridiana Alimonti, advogada do Idec. A preocupação do instituto chegou a ser formalizada em um documento apresentado como contribuição à consulta pública sobre o tema, que se encerrou na sexta- feira. As sugestões recebidas serão avaliadas pela Anatel e votadas antes de entrarem em vigor, processo ainda sem previsão para ser concluído. Cristiano Zaroni, gerente para telecomunicações da consultoria Frost & Sullivan, explica que um eventual repasse da perda de arrecadação aos consumidores seria incoerente, já que a taxa de interconexão tem como objetivo cobrir custos com a expansão da rede. Estima-se que as quatro principais operadoras de telefonia fixa no Brasil - Telefônica, Oi, GVT e Embratel - arrecadem, juntas, cerca de R$ 10 milhões por ano com essa tarifa e, no entendimento de Zaroni, qualquer incorporação às receitas correntes configuraria uma distorção de finalidade. “Cabe à Anatel impedir que haja algum repasse. A reguladora deve fazer valer o motivo da tarifa”, disse. Apesar de as operadoras não abrirem seus custos de ampliação de rede para conhecimento público, analistas calculam haver uma margem para redução da tarifa em 10% neste ano e mais 10% no ano que vem. O motivo é o avanço da cobertura, hoje presente em quase a totalidade do território nacional e, portanto, uma necessidade menor de investimentos. http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=682759 Voltar ao Índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  15                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 16. 10. Serviços – Turismo Accor vai abrir 100 hotéis Formule 1 no Brasil com franquias 18 de novembro de 2010 Fonte: Portal Exame Rede francesa procura investidores interessados em construir hotéis econômicos, que cobram diárias de cerca de 75 reais Chegou a vez da classe C também na hotelaria. A francesa Accor, maior rede de hotéis do Brasil, já procura interessados em investir na construção de 100 empreendimentos super econômicos no Brasil com a bandeira Formule 1. Todos os hotéis terão custos baixíssimos de construção e operação para que as diárias cobradas dos clientes fiquem próximas a 75 reais. A maior parte dos empreendimentos será erguida em cidades secundárias, de 100.000 a 500.000 habitantes. Já foi criado um projeto padrão, que será apenas adaptado às características do terreno e às especificidades de cada localidade. Haverá financiamento subsidiado para a construção de alguns hotéis, que serão comercializados no modelo de franquia e operados pelos próprios investidores. Tudo isso para se chegar a um custo de construção por hotel de 5 milhões de reais e a despesas administrativas bastante baixas após a abertura. O plano marca uma profunda reviravolta na atuação do grupo francês no Brasil. Hoje a Accor administra 142 hotéis no país, a maioria nos segmentos de quatro e cinco estrelas. Mas essa realidade vai mudar nos próximos anos. Com o crescimento da renda e a ascensão da classe C, o foco sai da bandeira Mercure para as duas marcas econômicas da rede: Ibis e Formule 1. No caso do Ibis, a expansão já está em curso. Existem 53 hotéis em funcionamento sob a bandeira e outros 43 estão com contrato assinado para a construção. Dentro de dois ou três anos, a bandeira Ibis se tornará a principal do grupo hoteleiro no Brasil. Os planos para a marca Formule 1 não estão em um estágio tão avançado no país, mas são igualmente ambiciosos. A bandeira engloba 11 hotéis em funcionamento e outros sete em construção. Na fase inicial de desenvolvimento, a rede apostou em hotéis grandes, com 200 a 300 quartos, localizados em cidades com mais de 1 milhão de habitantes, em pontos bastante valorizados. Os projetos foram bem-sucedidos. A bandeira trabalha com taxas de ocupação superiores a 80%. http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/accor-vai-abrir-100-hoteis-formule-1- no-brasil-com-franquias Voltar ao Índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  16                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 17. 11. Logística – Portos e Navegação Porto de Santos é um dos mais seguros 17 de novembro de 2010 Fonte: Webtraspo O Porto de Santos, no litoral paulista, recebeu a certificação de implantação do ISPS Code, código de segurança da Organização Marítima Internacional. Segundo a Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo), o reconhecimento é o mais importante do mundo em termos de segurança portuária. O ISPS Code apresenta normas sobre a entrada e saída de pessoas e veículos das áreas portuárias. No Brasil, o certificado é emitido pela Conportos (Comissão Nacional de Segurança Pública de Portos, Terminais e Vias Navegáveis) e assegura a monitoração, a fiscalização e o controle dos meios de acesso ao cais público do Porto de Santos de acordo com as exigências internacionais de segurança portuária. Conforme relatou Alexandre Arantes de Menezes, presidente da Conportos, há dois anos o complexo portuário santista está se adequando para receber a certificação. A Codesp passou por três passos para receber o reconhecimento. O primeiro foi a avaliação de risco, na qual foram analisados os acessos ao cais e descritas as possíveis deficiências de segurança face ao código proposto. Posteriormente, a análise envolveu a elaboração do plano de segurança, onde foram reunidas e organizadas as propostas sobre a avaliação de risco. Todas as atividades estavam previstas no projeto. Em um primeiro momento foram efetuadas as edificações dos novos gates, instalação de equipamentos, treinamento de pessoal e cadastramento de usuários do porto para acesso ao cais público com emissão de cartões inteligentes. Depois, ocorreu a implantação do Sistema de Acesso Motivado nos gates, a instalação de mais 9 quilômetros de fibra óptica para contingência, a instalação de 165 novas câmeras, de 35 novas cancelas e de computadores e de periféricos – o CCOS foi reformulado e ganhou mais monitores e 27 novos servidores. Ao falar sobre o recebimento da certificação, Menezes observou: “é um processo dinâmico e sem término. Eu costumo dizer que a entrega da certificação inicia um processo muito mais importante que a própria avaliação de riscos e danos. Ela incute em quem cuida da segurança no porto um alto grau de responsabilidade em manter o sistema funcionando de forma eficaz”. Segundo ele, o documento de certificação deve ser entregue à Codesp na primeira quinzena de dezembro. http://www.ntcelogistica.org.br/noticias/materia_completa.asp?codnoti=42350 Voltar ao Índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  17                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 18. 12. Curtas 18 de novembro de 2010 Fonte: GS&MD – Gouvêa de Souza Condor vai investir R$ 360 milhões em expansão A rede paranaense de supermercados Condor, 11ª colocada no ranking nacional, pretende abrir três novas lojas por ano até 2014, em um programa de investimentos de R$ 360 milhões. A empresa, que faturou R$ 1,4 bilhão no ano passado, pretende aumentar suas vendas em 40% nos próximos quatro anos. Atualmente, a empresa conta com 29 pontos de venda no Paraná (16 supermercados e 13 hipermercados), com previsão de abertura de mais uma unidade este ano em Curitiba (PR). Magazine Luiza inicia unificação das lojas da rede Maia O Magazine Luiza, um dos maiores varejistas de eletrônicos do país, iniciou o processo de unificação de sua marca com as Lojas Maia, rede de 141 lojas na região Nordeste. Nesta fase, os pontos de venda passam a contar com o logotipo das duas empresas, até que, progressivamente, todas ganhem a fachada padrão do Magazine Luiza, o que deve acontecer em um prazo aproximado de um ano. Beauty Point abre mais cinco lojas no Estado de São Paulo Criada pela EBC Atacado de Cosméticos, a rede de perfumarias Beauty Point abriu cinco novas unidades no Estado de São Paulo, chegando a 63 pontos de venda. As novas lojas estão instaladas na capital paulista e nas cidades de Sorocaba, Bragança Paulista, Jundiaí e Campinas. A Beauty Point atua em um sistema de Central de Negócios, auxiliando pequenos comerciantes na reestruturação de seus pontos de venda. Todas as lojas são independentes, com proprietários e gestão próprios, mas têm como benefício informações, orientações e treinamentos, padronização visual e do layout do ponto de venda, bem como preços e promoções mais competitivos. 17 de novembro de 2010 Fonte: O Estado de São Paulo Vendas de Natal em shoppings devem crescer 15%, estima Abrasce A Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) estima um aumento de 15% nas vendas de Natal neste ano em relação a 2009, conforme pesquisa com 401 shoppings em operação no Brasil. Em nota, a entidade atribui a projeção à facilidade de crédito e ao crescimento da massa salarial. A associação prevê também que no período serão abertas 175 mil vagas temporárias de trabalho. A expectativa é que 10% desse total seja convertido em contratação efetiva após o período de experiência. Nos próximos dois meses, sete shoppings devem ser abertos no Brasil, acrescenta a Abrasce. Em 2011, serão 26 novos shoppings, número recorde em um ano. Voltar ao Índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  18                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 19. 13. Agendas SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS 19 de novembro de 2010 09:00 – Congresso Nacional de Profissionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CNP. Assinatura do ACT/ CONFEA Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães. 22 de novembro de 2010 Despacho Interno. 23 de novembro de 2010 Despacho Interno. DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE COMÉRCIO E SERVIÇOS 19 de novembro de 2010 09:00 – Seminário CONSEPLAN de Planejamento Governamental Local: Royal Tulip Alvorada Brasília 10:00 – Reunião Previa do COFIG. Local: Ministério da Fazenda 22 de novembro de 2010 15:00 – Reunião do Programa de Complexo de Serviços da PDP. Local: MDIC 23 de novembro de 2010 10:00 – 76ª Reunião Ordinária do COFIG. Local: MDIC 15:00 – Palestra do IBGE sobre Pesquisa final de Serviços Local: MDIC 19:00 – Posse dos Membros da Diretoria e do Conselho Fiscal da CNC. Local: Unique Palace 20:00 – Jantar de Posse de Diretoria da ABAD. Local: São Paulo - SP Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  19                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 20. DEPARTAMENTO DE MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS 19 de novembro de 2010 Reunião do 03/2010 do SGT7 Local: MDIC 39º ENCONAMPE – Encontro Nacional das Micro e Pequenas Empresas. Local: Rio do Sul - SC 08:30 – II Fórum Banco Central sobre Inclusão financeira. Voltar ao Índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  20                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 21. 14. Feiras 11/11/2010 a 30/11/2010 – 5º Salão de Negócios Imobiliários da Bahia Setor: Construção Civil e Arquitetura Local: Centro de Convenções da Bahia Cidade: Salvador - BA 12/11/2010 a 17/12/2010 – 4ª Feira Natalina do Artesanato de Mato Grosso do Sul Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Mezanino do Memorial da Cultura e Cidadania - FCMS Cidade: Campo Grande - MS 13/11/2010 a 21/11/2010 – NATAL ARTESANAL Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Complexo Cultural da Urca Cidade: Poços de Caldas - MG 17/11/2010 a 20/11/2010 – FESTIVAL DE TURISMO DE GRAMADO Setor: Turismo Local: Centro de Feiras Serra Park Cidade: Gramado - RS 17/11/2010 a 19/11/2010 – AVISULAT 2010 Setor: Agronegócio Local: Centro de Exposições Fundaparque Cidade: Bento Gonçalves - RS 17/11/2010 a 19/11/2010 – BIJÓIAS SP Setor: Jóias, Bijuterias, Pedras e Metais Preciosas Local: Centro de Convenções Frei Caneca Cidade: São Paulo - SP 18/11/2010 a 21/11/2010 – 22º Festival de Turismo de Gramado Setor: Turismo Local: Centro de Feiras Serra Park Cidade: Gramado - RS 23/11/2010 a 28/11/2010 – 21ª Feira Nacional de Artesanato Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Expominas Cidade: Belo Horizonte - MG 24/11/2010 a 16/03/2011 – 4ª Coletiva do Artesanato de Mato Grosso do Sul Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Casa do Artesão de Campo Grande Cidade: Campo Grande - MS Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  21                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 22. 29/11/2010 a 30/11/2010 – ATENDIMENTO VIP DE BH Setor: Jóias, Bijuterias, Pedras e Metais Preciosas Local: Max Savassi Apart Service Cidade: Belo Horizonte - MG 01/12/2010 a 03/12/2010 – EXPOSYSTEMS Setor: Comunicação, Divulgação e Publicidade Local: Palácio das Convenções do Anhembi Cidade: São Paulo - SP 03/12/2010 a 12/12/2010 – FAMI Setor: Diversos Local: Centro de Convenções do Ceará Cidade: Fortaleza - CE 10/12/2010 a 19/12/2010 – 4ª Multifeira Shopping da Moda Setor: Textil, Confecção e Vestuário Local: Centro de Convenções de Maceió Cidade: Maceió - AL 14/01/2011 a 30/01/2011 – FEIRA DOS ESTADOS E NAÇÕES - Edição João Pessoa Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Jangada Clube Cidade: João Pessoa - PB 17/01/2011 a 20/01/2011 – COUROMODA Setor: Coureiro / Calçadista - Calçados e Artefatos, Máquinas e Componentes Local: Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi Cidade: São Paulo - SP 18/01/2011 a 21/01/2011 – FIT 0/16 - Edição Outono/Inverno Setor: Textil, Confecção e Vestuário Local: Expo Center Norte - Pavilhão Azul Cidade: São Paulo - SP 19/01/2011 a 20/01/2011 – PREMIÈRE BRASIL Setor: Textil, Confecção e Vestuário Local: Transamerica Expo Center Cidade: São Paulo - SP 21/01/2011 a 30/01/2011 – FIART Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Pavilhão das Dunas do Centro de Convenções Cidade: Natal - RN O Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras está disponível no site Voltar ao Índice Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  22                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD