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Informativo da secretaria de comércio e serviço 224

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Informativo da secretaria de comércio e serviço 224 Document Transcript

  • 1. Informativo SCS  Ano 4, nº 224 25 de novembro de 2010  Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria de Comércio e Serviços Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  1                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD  Ministério do Secretaria de Comércio e Serviços Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
  • 2. INFORMATIVO DA SECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS – SCS Nº 224 – ANO 04 – Brasília, 25 de novembro de 2010 ÍNDICE Páginas1. CRÉDITO E FINANCIAMENTOCom medo da inadimplência, comércio começa a diminuir prazos para 03pagamento .............................................................................................................2. COMÉRCIO – VAREJOAvon mantém foco no porta a porta e visa cliente emergente ............................... 043. COMÉRCIO – FRANQUIASMDIC assina acordo de cooperação técnica com Associação Brasileira de 05Franchising .............................................................................................................4. COMÉRCIO – SHOPPING CENTERSBrookfield investe R$ 120 mi na expansão do Pátio Paulista ................................ 065. SERVIÇOS – BANCOSHSBC quer "roubar" cliente descontente ............................................................... 076. SERVIÇOS – PLANOS DE SAÚDEUnimed planeja compra para resistir à concorrência ............................................. 097. SERVIÇOS – SOFTWARE E TIBrasil e América Latina puxam resultados globais do Google ............................... 118. SERVIÇOS – TELECOMUNICAÇÕESAnatel abre mercado de TV a cabo para teles ....................................................... 139. SERVIÇOS – TURISMOEm Porto Velho, projeto associa artesanato a turismo de negócios ...................... 1510. COMÉRCIO ELETRÔNICOVendas de Natal pela Internet devem crescer 40% ............................................... 1611. MICRO E PEQUENAS EMPRESASSebrae vai cadastrar pequenas empresas no Sicaf .............................................. 1712. MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUALEmpreendedores individuais do Piauí terão linha de crédito ................................. 1813. CURTAS 1914. AGENDAS 2015. FEIRAS 22 Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  2                     Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 3. 1. Crédito e FinanciamentoCom medo da inadimplência, comércio começa a diminuir prazos para pagamento 24 de novembro de 2010 Fonte: Correio Braziliense Temendo uma explosão da inadimplência, as lojas de varejo já começam a reduzir oprazo de financiamento no crediário. Na contramão da estratégia praticada pelo comércio queusa o crédito mais elástico como arma para atrair as classes de renda menor, as lojas físicas evirtuais do Extra e do Pontofrio.com.br, ambos do Grupo Pão de Açúcar, deverão diminuir onúmero de parcelas nas vendas para aumentar o capital de giro. “O Grupo Pão de Açúcar mantém seu compromisso em oferecer os melhores preços emodalidades de crédito aos seus consumidores. A partir de um amplo estudo que envolveconsumo consciente associado a hábitos e comportamentos de compra, a empresa vemadequando seus prazos de acordo com as necessidades de seus clientes”, justificou nota queo conglomerado divulgou no fim da tarde de ontem. As Casas Bahia, parte do complexo que o grupo está montando para dominar ossegmentos de alimentos e eletrodomésticos, informaram que continuam dando preferênciapara vendas no cartão de crédito, com juros determinados pelas operadoras dos cartões. Nocaso de crediários abertos no sistema de carnê, os juros podem variar de 3,5 % a 6,9 % aomês. Na opinião do economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), CarlosThadeu de Freitas Gomes, o encolhimento dos prazos pode demonstrar uma preocupaçãoexcessiva das empresas, pois a elevação da massa real de salários e a fartura de crédito têmestimulado o movimento. “A economia deve crescer bem em 2011 e o endividamento emqueda contribui para boas vendas de fim de ano”, emendou. Ele reconhece, porém, que omercado está apreensivo com as indefinições sobre os rumos da taxa de juros, pois umapossível elevação pode encarecer o crédito e frear os negócios. Combinação – O aumento do consumo deve-se à combinação da elevação da rendados brasileiros com o acesso ao crédito, sustentado pelos bancos oficiais. O presidente doPrograma de Administração de Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração,Cláudio Felizone, lembrou que os prazos médios de pagamento vinham se alongando ealcançaram 540 dias, em lugar dos 506 dias verificados no ano passado, segundo informaçõesdo Banco Central. “Estranho esse anúncio (do Pão de Açúcar), porque o varejo como um todo fazmovimento de alongamento dos prazos”, afirmou Felizone. O presidente do Provar disse que oaumento da taxa de juros não deverá provocar redução do consumo, porque em ocasiõesrecentes as vendas permaneceram elevadas mesmo com aumento dos juros. O vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administraçãoe Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira, avaliou que a redução do número deparcelas poderá gerar um impacto negativo no volume de vendas das empresas. O bommomento econômico do país e a queda dos níveis de inadimplência para 6% até setembroalongaram os prazos médios de pagamento e proporcionaram aumento nos lucros do varejo.“Isso pode ser uma estratégia das empresas para antecipar as vendas de fim de ano e chamara atenção dos consumidores para melhores financiamentos”, completou.http://www.varejista.com.br/noticias/2136/com-medo-da-inadimplencia-comercio-comeca-a-diminuir-prazos-para-pagamento Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  3                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 4. 2. Comércio – VarejoAvon mantém foco no porta a porta e visa cliente emergente 25 de novembro de 2010 Fonte: DCI Na contramão do mercado de cosméticos e beleza, que começa a abrir lojasconceito e ampliar o posicionamento de vendas no varejo, a Avon diz que manterá suasraízes na venda porta a porta, e prevê crescimento para o próximo ano de maneiraorgânica e no ritmo da economia. Além disso, o foco em responsabilidade social chama aatenção com investimentos em campanhas contra a violência doméstica e o câncer demama, para envolver as clientes em conceitos de saúde e bem-estar. Para abocanhar oaumento da renda e fidelizar a clientela que também saltou da classe C para a B, aempresa ainda se posiciona com novo layout e campanhas com cantoras e atrizesfamosas. A ação da Avon parece vir para se contrapor a uma das suas principaisconcorrentes, a Natura, que também investe na captação de revendedores e mantém suascampanhas voltadas à preservação do meio ambiente. A Natura tem aumentado o foco deprodutos com insumos da Amazônia, e recentemente passou a adotar ilhas de produtosexclusivos da marca com prateleiras dentro de lojas nos aeroportos (Duty Free Shop), comos itens posicionados inclusive ao lado de produtos de marcas como LOccitane eVictorias Secret - tudo isso para chamar a atenção no segmento de luxo, e envolver osturistas e consumidores da alta renda que frequentam as lojas exclusivas no trânsito dasviagens internacionais.http://www.gsmd.com.br/port/abre_mercadoconsumo.aspx?id=8971 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  4                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 5. 3. Comércio – FranquiasMDIC assina acordo de cooperação técnica com Associação Brasileira deFranchising 23 de novembro de 2010 Fonte: Portal MDIC O secretário de Comércio e Serviços (SCS) do Ministério do Desenvolvimento,Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Edson Lupatini, e o diretor-presidente da AssociaçãoBrasileira de Franchising (ABF), Ricardo Figueiredo Bomeny, assinaram acordo decooperação técnica para promover o setor brasileiro de franquias e apoiar odesenvolvimento de ações que possibilitem maior competitividade no país e no exterior. Oextrato do acordo foi publicado hoje (23/11), no Diário Oficial da União, Seção 3, página146. Para a realização dos objetivos instituídos, as duas partes se comprometem aestabelecer uma agenda técnica, apoiar ações para o desenvolvimento e consolidação dosistema brasileiro de franquias, elaborar propostas de apoio à sustentabilidade do setor,identificar entraves administrativos e regulatórios, dentre outros compromissos. O MDIC ea ABF ainda vão desenvolver medidas a fim de promover o comércio exterior e ainternacionalização do setor brasileiro de franquias por meio de identificação de paísesalvo e de projetos de interesse comum. Para o diretor do Departamento de Políticas de Comércio e Serviços (Decos),Maurício do Val, esse ajuste do MDIC/SCS e da ABF formaliza o compromisso decontinuidade dos trabalhos conjuntos desenvolvidos pelas duas instituições em prol daconsolidação crescente dos negócios do franchising no Brasil e da ampliação dainternacionalização das franquias brasileiras. “Outro aspecto importante dos trabalhos emconjuntos é a criação do cadastro nacional de franquias (franqueadoras e franqueadas),que representará ferramenta essencial para a elaboração de políticas públicas maisassertivas para o setor, possibilitando um conhecimento melhor do universo das empresas,sua distribuição regional e peculiaridades de cada um dos segmentos produtivos que seutilizam desse modelo de negócio", ressalta do Val. O acordo possui título gratuito e não implica em compromissos financeiros outransferências de recursos entre os partícipes. Ele terá de vigência de 36 meses, podendoser prorrogado por até 60 meses. Acordo Confea – O DOU também publicou hoje o extrato do acordo de cooperaçãotécnica entre o MDIC e o Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(Confea) para conjugar esforços a fim de realizar atividades voltadas a promover e discutiros serviços de engenharia, arquitetura e agronomia. O acordo não envolve a transferênciade recursos financeiros e tem prazo de vigência de três anos a contar da data da suaassinatura, podendo ser prorrogado por igual período.http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=4&noticia=10247 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  5                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 6. 4. Comércio – Shopping CentersBrookfield investe R$ 120 mi na expansão do Pátio Paulista 25 de novembro de 2010 Fonte: DCI Apesar de a briga estar forte entre as empresas que estão de olho nos consumidoresemergentes, a alta renda continua nos planos das grandes empresas do varejo e é alvo dosshopping centers. Em São Paulo, a disputa pela fidelização desses consumidores vai ganharmais um concorrente depois da entrada do Shopping Cidade Jardim e do Vila Olímpia nosegmento, para disputar com o Shopping Iguatemi. A Brookfield Shopping Centers anuncia aterceira fase da expansão do Shopping Pátio Paulista, localizado nos arredores da AvenidaPaulista, com aportes médios de R$ 120 milhões, visando assim a ampliar ainda mais apresença das classes A e B no local. A expansão do Shopping Pátio Paulista teve início em 2007, e já houve ampliação naárea das lojas. Houve reforma da fachada, além de novo cinema para os visitantes. A terceirafase, anunciada pouco depois do aniversário de 21 anos do empreendimento, comemorado nodia 13 de novembro, está prevista para ser entregue no segundo trimestre de 2012 e criaráespaço para a implantação de 60 novas lojas, uma nova praça de alimentação gourmet, umasala de teatro para 500 pessoas e cinco novos pisos que serão construídos da rua para cima ese juntarão aos atuais cinco do shopping. Além disso, serão feitas 500 novas vagas deestacionamento, novos elevadores, escadas e novas entradas. Hoje, o shopping possui 231lojas e nove salas de cinema em seus cinco pisos, além de três destinados a vagas deestacionamento. Ao todo, serão construídos novos 10 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL),que se juntarão aos atuais 78,1 mil metros quadrados que o empreendimento possui. Serãoinvestidos R$ 120 milhões nas obras da nova fase da expansão do centro de compras, quevirão da Brookfield e de três outros sócios que atualmente comandam o Shopping PátioPaulista. Uma consequência das duas fases anteriores da expansão foi uma alteração nopúblico-alvo do shopping. Atualmente, o Pátio Paulista recebe um fluxo de 748 mil pessoas pormês. Destes, 78% são consumidores das classes A e B. Agora, o objetivo é consolidar o PátioPaulista como um shopping voltado para consumidores de alta renda. De acordo com asuperintendente do mall, Consuelo Gradim, depois da conclusão da terceira etapa daexpansão as mudanças serão para adequar as lojas ao público que visita o Pátio Paulista."Depois de ampliar o que já existe, vamos substituir o que não é compatível com o que oshopping é hoje." Com a alteração do público-alvo, o Pátio Paulista busca ser uma alternativa paraconsumidores de alta renda que passam diariamente na Avenida Paulista, o principal centrofinanceiro do País, além de concorrer com outros centros voltados para as classes mais altas,como os shoppings Iguatemi, Cidade Jardim e Vila Olímpia. A Brookfield Shopping Centers,braço do grupo de investimentos estrangeiro Brookfield Asset Management cujo CEO é BayardLima, atualmente administra 16 centros de compras de médio e grande porte em São Paulo, noRio de Janeiro e em Minas Gerais. No Brasil, o grupo atua ainda nos setores imobiliário, deenergia renovável, agropecuário, florestal, financeiro e de corretagem de seguros.http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=351743&editoria Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  6                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 7. 5. Serviços – BancosHSBC quer "roubar" cliente descontente 25 de novembro de 2010 Fonte: Valor EconômicoVarejo: Banco investe R$ 372 milhões para dobrar quadro de gerentes até 2012 e atendera alta renda No disputado varejo bancário brasileiro, o HSBC agora tenta ocupar brechas demercado para crescer. Enquanto as grandes instituições financeiras seguem o rastro damassa de consumidores das classes C e D, o HSBC restringe seu foco de atuação na altarenda. A ideia é "roubar" da concorrência clientes insatisfeitos, especialmente daquelesbancos que passaram recentemente por processos de fusão. Para que a migração da turma dos descontentes tenha êxito, o HSBC prometeaprimorar o atendimento ao público. Vai investir R$ 372 milhões na contratação 2,5 milgerentes de relacionamento até 2012, dobrando sua "linha de frente" para 5 mil pessoas.O banco espera, com isso, uma redução de aproximadamente 40% do número de clientesatendidos por gerente, para cerca de 250 - além de uma ampliação da carteira de clientes"Premier", nesse mesmo período, de 370 mil para 500 mil. Elaborado ao longo de 2009, o novo plano para o varejo está sendo executado peloargentino Sebastian Arcuri, que chegou de Cingapura há cinco meses para comandar asoperações no segmento de pessoas físicas no Brasil, em substituição a Henrique Frayha,conforme adiantou o Valor. "Não vamos ser o maior banco, mas sim o melhor", discursaArcuri. Para um banco que, no início da década, arrematou a promotora de vendasLosango por US$ 480 milhões com o objetivo de crescer no crédito ao consumo, não deixade ser uma guinada e tanto. A estratégia, daqui para frente, é ater-se à alta renda, masinvestindo sobre os clientes de outros bancos para ampliar as atividades no Brasil."Detectamos em pesquisas de mercado uma certa insatisfação dos clientes de bancos quepassaram por processos de fusão", conta Arcuri. "Saíram do mercado players queocupavam um espaço importante, num nicho de consumidores que é nosso foco",acrescenta ele. Brigar de igual para igual com Bradesco, Itaú e Banco do Brasil, de fato, está cadavez mais difícil. Ou o HSBC parte para as compras - e o espaço para aquisições relevanteshoje é exíguo -, ou investe pesado em expansão da rede. O banco inglês tem hoje 893agências no Brasil que, segundo Arcuri, cobrem 97% dos municípios consideradosestratégicos para o grupo. Uma ampliação dos pontos de atendimento não estádescartada. "Vamos tratar isso até o fim de 2011", diz Arcuri. Mas a tendência é que aabertura de agências ocorra de forma pontual. Na avaliação de Celso Grisi, presidente do instituto de pesquisa Fractal, a presençado HSBC no Brasil está fadada a permanecer nesse mesmo patamar "intermediário" emque se encontra hoje. E isso não é, necessariamente, negativo. "O HSBC escolheu a Ásiapara fazer atendimento em massa", diz. "Como um banco global, precisa estar nos demaispaíses, mas daí prefere entrar de maneira seletiva." A nova proposta de varejo do HSBC para o Brasil é considerada apropriada peloespecialista, que há 23 anos produz estudos de mercado para a Federação Brasileira deBancos (Febraban). "O público que ele pretende atrair é sensível à proposta de oferta deuma rede de serviços e produtos internacionais." Grisi lembra ainda que não só osElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  7                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 8. insatisfeitos podem vir a abrir uma conta no banco inglês, mas também aquelas pessoasque costumam trabalhar com mais de um banco e que, devido às recentes fusões, ficaramdesguarnecidas. Até mesmo a recente criação do segmento "Advance" no HSBC, um nívelintermediário entre o varejo tradicional e o nicho Premier - no qual ficam os clientes comrenda mensal entre R$ 3,5 mil e R$ 5 mil -, atende ao propósito de se estabelecer entrecorrentistas abonados. No atual cenário de rápida mobilidade social, a meta, em últimainstância, é captar potenciais candidatos ao segmento Premier, público que chega a serquatro vezes mais rentável para o banco. Em três anos, o objetivo é que o topo dapirâmide responda por 50% da base de clientes. Hoje, a representatividade do segmento éde 30%, se considerados os dois milhões de correntistas com limite de crédito. Batizado de "varejo inteligente", o novo modelo de gestão adotado pelo HSBC incluitambém investimentos em tecnologia. Estão sendo trocadas 850 máquinas deautoatendimento. O banco lançou também uma solução que permite realizar saques emseus caixas eletrônicos sem a necessidade de cartão, utilizando apenas o número do CPF.A operação é autorizada via celular por meio do token (aparelho eletrônico que originasenhas). A operação brasileira do HSBC encerrou junho com ativos totais de R$ 116,5bilhões e lucro líquido de R$ 423,2 milhões.http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=684548 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  8                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 9. 6. Serviços – Planos de SaúdeUnimed planeja compra para resistir à concorrência 24 de novembro de 2010 Fonte: Brasil Econômico Companhia composta por 377 cooperativas que tem 1 milhão de beneficiários sóhavia absorvido até então empresas de sua própria rede. Aos 43 anos de vida, a Unimed prepara-se para aumentar a família. Em quasemeio século a companhia composta por 377 cooperativas só absorveu empresas de suaprópria rede, como por exemplo em 2001 quando a Central Nacional Unimed comprou aUnimed São Paulo. Mas agora a empresa de planos de saúde quer um forasteiro. "Estamos analisando a compra de uma empresa. Fizemos um primeiro contato", dizMohamad Akl, presidente da companhia, sem dar mais detalhes. Dinheiro o médico diznão ser problema. Com um faturamento estimado em R$ 1,1 bilhão em 2010, Akl afirmapoder usar o lucro líquido - ou as sobras como se diz no sistema de cooperativas - quedeve ficar entre 3% e 4% da receita. "Também podemos solicitar investimento dos sócios", diz. A compra de uma nova empresa é o caminho que Unimed tem de percorrer se nãoquiser ficar para trás. Próxima de ultrapassar a marca de 1 milhão de beneficiários, até omomento a companhia mantinha-se impassível em relação ao crescimento de suasconcorrentes. A Amil, com 5,1 milhões de usuários, é a que tem apresentado maior apetite paraas compras e está enchendo o carrinho desde 2002. Primeiro adquiriu a Amico Saúde.Depois veio a compra das carteiras de clientes pessoas físicas da Semic e Porto Seguro.Em 2007, a companhia levou a Blue Life, Medcard e CliniHauer, período que também abriuseu capital em bolsa. No ano seguinte incorporou a Ampla, Casa de Saúde Santa Lúcia e a Life System.Em 2009 foi a vez da Medial, e, neste ano, comprou a Saúde Excelsior. Para manter sua participação de mercado, a Unimed está disposta, inclusive, aparticipar dos próximos leilões públicos que acontecerem. Estes leilões ocorrem quando uma empresa quebra. Nestes casos, a AgênciaNacional de Saúde Suplementar (ANS) intervém e coloca a carteira de beneficários dacompanhia falida à venda. Ganha quem estiver disposto a dar o maior lance. Em 2009, aItálica Saúde e a empresa Ana Costa assumiram a carteira de 110 mil conveniados daAvimed através de um leilão. Como explica Carlos Octávio Ocké-Reis, técnico de planejamento e pesquisa doInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e ex-assessor da presidência da ANS, omomento é de concentração de mercado. "Mas não basta somente comprar empresas. A qualidade da carteira de beneficiários é importante. Uma empresa compredominância de usuários idosos e outra com muito jovens certamente apresentam riscosdiferentes", afirma. Além das aquisições, a Unimed também quer impulsionar sua participação navenda de planos para as classes populares. Chamado de Unifácil, o planodesenvolvimento para este segmento custa cerca de R$ 70 e existe em sete cidades. AUnimed Porto Alegre é uma das cooperadas que trabalham com a modalidade. Para 2011, Akl espera dobrar o número de cidades atendidas pelo Unifácil. "Cadaunidade da Unimed consegue criar a opção que melhor atende sua região. Nós fazemos aElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  9                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 10. sugestão de como deve funcionar o plano, mas cada cooperada sabe das necessidadesdo mercado onde atuam", diz.http://www.brasileconomico.com.br/noticias/unimed-planeja-compra-para-resistir-a-concorrencia_94703.html Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  10                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 11. 7. Serviços – Software e TIBrasil e América Latina puxam resultados globais do Google 25 de novembro de 2010 Fonte: DCI Mais da metade da receita do Google, uma das maiores empresas de Internet nomundo, já vem de fora dos Estados Unidos. De acordo com o diretor financeiro daempresa para Brasil e América Latina, Edmundo Balthazar, a região tem grandeparticipação neste resultado. "Não falamos de dados específicos do Brasil e da AméricaLatina, mas posso dizer que o crescimento da região está bem alinhado ao que acorporação vem fazendo em termos de mercado, e que essas regiões estão entre os locaisonde o Google mais cresce no mundo", afirma. Embora apenas 30% da população tenha acesso à internet, o executivo acreditaque a estabilidade econômica tem favorecido o acesso das classes C e D a esses serviçose à informação, por isso o cenário futuro é promissor. "Nós vemos o Brasil como um paísde alto potencial de crescimento. Hoje o tempo de navegação dos usuários brasileiros é 16horas diárias, compatível com os países de primeiro mundo", diz. De acordo com informações publicadas no site da empresa, no terceiro trimestre de2010 o Google reportou lucros de US$ 7,29 bilhões, um crescimento de 23% secomparado ao registrado no mesmo período de 2009. A receita gerada pelos sites daempresa corresponde a 67% dos rendimentos do período, somando US$ 4,83 bilhões,22% a mais que no terceiro trimestre de 2009. "Quando a gente vê que o País está crescendo e as pessoas têm acesso acomputador e a internet de alta velocidade, vemos que isso vai certamente fortalecer cadavez mais o mercado on-line. Consequentemente, o Google irá cumprir sua missão, que éorganizar cada informação na internet de forma fácil para que o usuário possa acessá-lana hora em que precisar", diz. A empresa iniciou suas atividades no Brasil em maio de 2005, com um escritório devendas e apenas dez funcionários. O objetivo era promover a expansão no País e naAmérica Latina. Inicialmente tratava-se de um escritório virtual para estruturar asoperações da empresa no País com foco no mercado on-line e ad works (anúnciosvirtuais). Hoje, a empresa no Brasil conta com cerca de 250 funcionários. O escritóriobrasileiro acumula duas funções: ao mesmo tempo em que gerencia as operações doPaís, atua como um coordenador para a América Latina como um todo. "Atingimos umcerto nível de conhecimento de mercado e a fixação de nossa presença nos produtos eserviços que o Google oferece, e agora estamos numa fase de crescimento muito grande",comemora o executivo. Balthazar conta que, como estratégia para impulsionar esse crescimento, aempresa vem investindo no desenvolvimento da inteligência local voltada para a internet.Tanto que o Google Brasil conta com um centro de desenvolvimento e pesquisa, em BeloHorizonte (MG), no qual engenheiros brasileiros desenvolvem soluções de produtos eserviços para todas as plataformas que a empresa possui. "Os engenheiros desenvolvem produtos e serviços na área de search [busca], YouTube, Orkut, Google Maps, redes sociais, enfim, melhorias e serviços para todas asplataformas que o Google oferece, que é tudo o que os usuários têm hoje. E as soluçõessão aplicadas tanto na América Latina quanto no mercado mundial", revela.Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  11                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 12. Os principais produtos da empresa continuam sendo o sistema de buscas e apublicidade on-line. Para o próximo ano o foco será na difusão da plataforma Gmail e nosistema operacional Google Chrome, além das chamadas mídias ricas - as redes sociaiscomo o You Tube e a publicidade para telefone celular. Como tendência no mercado de internet, o executivo diz que o mundo estácaminhando para uma cultura wireless (internet sem fio). Por isso, ele vê com bons olhos apopularização dos tablets, não apenas porque boa parte das marcas está optando pelosistema operacional Android (pertencente ao Google), mas porque o fato sinaliza que háuma tendência de optar por soluções abertas. "A gente vê claramente que o mundo está caminhando para um cenário deconvergência de telefonia e internet wireless. As ferramentas de Android, que roda emsmartphones, são fundamentais para que incentivar o crescimento de internet via celular",avalia.http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=7&id_noticia=351742&editoria Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  12                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 13. 8. Serviços – TelecomunicaçõesAnatel abre mercado de TV a cabo para teles 25 de novembro de 2010 Fonte: O Estado de São PauloMedida, prevista nos novos contratos de concessão, ainda depende porém de aprovaçãode um projeto de lei pelo Senado As concessionárias de telefonia fixa receberam o aval da Agência Nacional deTelecomunicações (Anatel) para oferecer o serviço de TV a cabo em sua área deconcessão. Depois de muita polêmica, a Anatel aprovou ontem a alteração dos contratos deconcessão que vão vigorar a partir de 1.º de janeiro de 2011, excluindo a cláusula quedeterminava que as operadoras de telefonia fixa só poderiam explorar o serviço caso nãohouvesse nenhuma outra empresa operando na mesma região. Na prática, as teles ficaram a um passo de poder entrar de vez no mercado de TV acabo e oferecer o serviço em pacotes convergentes que contemplam banda larga, telefoniafixa e telefonia móvel, faltando apenas a aprovação no Senado Federal do Projeto de LeiComplementar 116 (PLC 116, antigo PL 29), a chamada Lei do Cabo. O projeto de lei, já aprovado na Câmara dos Deputados, além de acabar com aproibição de as concessionárias oferecerem serviços de TV a cabo na área de concessão,joga por terra também a restrição do controle de operadoras de TV a cabo apenas porgrupos nacionais, além de impor cotas de conteúdo nacional. Fontes do setor disseram ao Estado, porém, que temem que a alteração das regrasda Anatel antes da mudança da lei no Congresso incite uma forte pressão na agência paraque as novas outorgas ocorram antes mesmo da aprovação da nova Lei do Cabo. Se issoocorrer, alertam para a enxurrada de ações na Justiça. Em seu voto, o conselheiro João Rezende, relator da matéria, acolheu as propostasapresentadas pela Superintendência de Serviços Públicos da Anatel para a ampliação dasconcessões, sob o argumento de que a atual configuração do mercado de TV a cabo está"estagnado e monopolizado". Rezende destacou também a possibilidade de ofertas convergentes e do aumentoda concorrência no setor, o que traria um efeito benéfico sobre o mercado de banda larga,com o incremento de "redes convergentes de alta capacidade". Tarifas – Conselho Diretor da Anatel também deliberou outras alteraçõesimportantes nos contratos de concessão das empresas de telefonia fixa. Uma delas acabacom o teto das tarifas de ligações de longa distância nacionais e internacionais. O superintendente de serviços públicos da Anatel, Fernando Pádua, reconheceuque essa mudança pode implicar aumento de preços para os usuários, mas ponderou quequalquer alteração das tarifas terá de passar pelo crivo da Anatel. A medida tem impacto direto para a Embratel, hoje a única prestadora de serviçosde longa distância em regime público e, por consequência, com compromisso decontinuidade do serviço. "Se ela fechar, acabou (esse compromisso)", alertou. Pádua explicou que essa mudança é necessária porque hoje a Embratel temconcorrentes, como a Intelig e empresas que prestam o serviço via protocolo de internet(IP), como o Skype, que têm liberdade total tarifária e não têm compromissos decontinuidade.Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  13                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 14. Outra mudança relevante é a inclusão das receitas de interconexão (tarifasoriundas de ligações entre fixos e celulares) e prestação de serviços adicionais no cálculoda receita líquida das empresas. Do total dessas receitas, 2% são encaminhados para aUnião, a cada dois anos. A mudança, segundo Pádua, eleva os atuais R$ 800 milhõesdevidos para cerca de R$ 1,2 bilhão.http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=684533 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  14                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 15. 9. Serviços – TurismoEm Porto Velho, projeto associa artesanato a turismo de negócios 25 de novembro de 2010 Fonte: Agência SebraeO melhor do trabalho desenvolvido por artesãos da capital de Rondônia será reunido emevento no Mercado Cultural dia 26 O artesanato em madeira de Porto Velho vem evoluindo nos últimos anos tanto emcriatividade como em apresentação e qualidade, com identidade histórica e cultural. Umaprova disso será dada nesta sexta-feira, 26 de novembro, quando acontecerá mostra dosresultados obtidos pelo Projeto Inovação no Artesanato de Porto Velho. A exposição acontecerá no Mercado Cultural de Porto Velho, reunindo 50 peçascriadas e desenvolvidas pelos artesãos atuantes no setor de souvenir e utilitários atravésde resíduo de madeira e outras matérias-primas regionais, enriquecidos com íconeshistóricos de Rondônia. São parceiras no projeto a prefeitura de Porto Velho, a Fundação Iaripuna etambém a Semdestur (Secretaria Municipal de Desenvolvimento Socioeconômico eTurismo). O horário da exposição será das 14h às 22h. De acordo com Carolina Carneiro, técnica da Unidade de Atendimento Coletivo doSebrae em Rondônia e gestora do projeto, a proposta é aumentar as vendas “através dapromoção e da melhoria da qualidade dos produtos artesanais, incluindo estratégias demercado”. Especialmente na questão da madeira, cujo resíduo existe em abundância eque tinha pouco aproveitamento. Tudo começou com um projeto-piloto para estimular essa importante atividadeeconômica do município, oferecendo inovação à criação de produtos e “agregando o valorcultural e histórico da cidade”, reforça Carolina. Futuro – Com a mostra, também estará sendo apresentada aos demais artesãos dePorto Velho a possibilidade de mercado que eles podem explorar. “Fizemos uma pesquisajunto às lojas que comercializam produtos artesanais e todas apontaram necessidade tantode diversificação das peças como melhoria da qualidade", acrescenta Carolina. Em um futuro próximo, a intenção dos parceiros do projeto é aumentar tanto aparticipação dos artesãos como a diversificação das ações de comercialização daprodução, associando-a ao turismo de negócios. “Até porque existe, em parceria doMinistério do Turismo com o Sebrae Nacional, o projeto ‘Caminhos do Fazer – Guia deProdutos Associados ao Turismo’, que identificou 15 destinos turísticos por meio doartesanato. E queremos incluir Rondônia nesse projeto”, reforça Carolina Carneiro. O passo mais importante nessa direção já foi dado: a conscientização dos artesãossobre a necessidade de melhoria de produtos, atendendo às exigências de mercado.Existe tanto espaço quanto mercado para os demais artesãos que ainda não conhecem oprojeto.http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?cod=10984205&canal=32 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  15                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 16. 10. Comércio EletrônicoVendas de Natal pela Internet devem crescer 40% 24 de novembro de 2010 Fonte: Agência SebraeSegundo previsão da empresa e-bit, faturamento do e-commerce deve chegar a R$ 15bilhões neste ano As vendas na Internet, para o Natal, devem crescer 40% em relação a 2009, comprevisão de faturamento em R$ 2,2 bilhões, segundo levantamento da e-bit, empresaespecializada em informações de e-commerce. No ano passado, durante o período de 15de novembro a 24 de dezembro, o faturamento foi de R$ 1,6 bilhão. A pesquisa também aponta que o tíquete médio do setor deve girar em torno de R$370,00 e que as categorias que tendem a ter melhores resultados são: Livros, Eletrônicos,Informática e Eletrodomésticos. Para o público feminino, a e-bit estima que a maior partedas vendas serão no segmento de Cosméticos e Beleza. Se os números previstos forem confirmados, o comércio eletrônico deve fechar2010 com R$ 15 bilhões de faturamento, um crescimento nominal 40% maior ante 2009,quando o canal faturou R$ 10,6 bilhões. De acordo com Alexandre Umberti, diretor de marketing e produtos da e-bit, oaumento do comércio eletrônico está relacionado à comodidade do consumidor de realizaras compras em casa ou no escritório, evitando assim filas em shoppings centers e otrânsito característico das grandes cidades. “É uma vantagem diferencial para essesclientes”, explica Umberti, em comunicado.http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?cod=10998537&canal=288 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  16                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 17. 11. Micro e Pequenas EmpresasSebrae vai cadastrar pequenas empresas no Sicaf 23 de novembro de 2010 Fonte: Agência SebraeConforme gerente da instituição Bruno Quick, isso amplia oportunidade para os pequenosnegócios participarem das compras governamentais A partir de 2011, o Sebrae realizará o cadastramento de micro e pequenasempresas no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf) do GovernoFederal. Esse cadastramento está previsto em convênio da instituição com o Ministério oPlanejamento, Orçamento e Gestão para ampliar a participação das micro e pequenasempresas nas compras governamentais. Equipes do Sebrae começarão a ser capacitadascom este objetivo. “A entrada do Sebrae nesse processo amplia as possibilidades dos pequenosnegócios participarem das compras públicas, porque a instituição tem interesse no seucrescimento, trabalha diretamente com essas empresas e conta com mais de 800 pontosde atendimento em todo o País”, avalia o gerente de políticas públicas do Sebrae, BrunoQuick. Só participam dos processos licitatórios do governo federal as empresascadastradas no Sicaf. “Quem entra no Sistema é informado das licitações até por e-mail”,lembra o gerente, que participa em Curitiba de palestras no III Fomenta - EncontroNacional de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas nas ComprasGovernamentais. Oportunidade – O Fomenta é promovido pelo Sebrae, em parceria com o Ministériodo Planejamento, Orçamento e Gestão, para ampliar o acesso dos pequenos negócios nascompras públicas, um mercado que movimenta cerca de R$ 400 bilhões ao ano. Para Bruno Quick, trata-se de oportunidade para os empresários ampliarem suasinformações e fazerem valer os benefícios que têm no acesso às compras governamentaisgarantidos pelo capítulo V da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar123/06). “O que legitima esses benefícios é exatamente o uso deles pelos empresários”,lembra o gerente, destacando a importância dos debates para os empresários legitimaremas vitórias alcançadas e garantirem novas conquistas. Isso, entende, é fundamentalprincipalmente em virtude das mudanças nas administrações públicas que ocorrem a partirde janeiro, quando assumem os novos governadores e a nova presidente do País, além denovos representantes nos poderes legislativos. “Os micro e pequenos negócios têm um reconhecimento muito grande sobre o seupapel estratégico no desenvolvimento econômico e social do País. E as janelas deoportunidades tendem a se abrir”, afirma Quick.http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?canal=32&cod=10990556 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  17                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 18. 12. Microempreendedor IndividualEmpreendedores individuais do Piauí terão linha de crédito 24 de novembro de 2010 Fonte: Agência SebraeConvênio entre Sebrae e Piauí Fomento também garante assistência técnica aos tomadores derecursos O Sebrae no Piauí e a Agência de Fomento e Desenvolvimento do Estado (PiauíFomento) assinaram nesta semana convênio que prevê a criação de uma linha de crédito eapoio técnico gerencial para empreendedores individuais. A nova linha, intitulada de Piauí Fomento AcreditEI – numa referência aosempreendedores individuais, público alvo da iniciativa – prevê recursos para financiamentosfixos e semi-fixos e para capital de giro, com juros e taxas diferenciadas, numa forma deincentivar o crescimento empresarial desses empreendedores. A AcreditEI beneficiará exclusivamente os empreendedores já formalizados através doEI. No Piauí, já são mais de cinco mil empreendedores individuais que poderão ter acesso aessa nova linha de crédito. O convênio foi assinado na sede do Sebrae no Piauí, em Teresina. Qualificação - “Essa parceria vem ao encontro de uma necessidade. É uma iniciativaque vai desburocratizar e facilitar a vida dos pequenos empresários, por isso o Sebrae apóiaesse projeto. Entramos com o repasse de informação e conhecimento e a Piauí Fomento coma assessoria financeira. Afinal, hoje não é necessário apenas emprestar, é preciso tambémassessorar os empreendedores. A AcreditEI viabiliza recursos para capital de giro e parainvestimentos, então temos total confiança no sucesso dessa iniciativa”, comentou o presidentedo Conselho do Sebrae no Piauí, Ulysses Moraes. O diretor superintendente do Sebrae no Piauí, Delano Rocha, observou que a parceriavai muito além da interlocução entre as duas instituições. “Aqui, o Sebrae assume ocompromisso de qualificar esses empreendedores. Para nós é uma enorme satisfação firmaresse convênio, para que nós possamos facilitar a vida dos EI. A intenção é que essesempreendedores possam se transformar em pequenos, médios e até grandes empresários”,disse ele. Menos burocracia - “A Piauí Fomento foi criada para possibilitar o acesso afinanciamentos de forma menos burocrática. E isso já facilita bastante o nosso contato.Propusemos ao governo a criação de dois fundos, para atividades de investimento e parafundo de garantias. Queremos desburocratizar o acesso ao crédito. Estamos abertos paraatender os EI e também empresários de micro e pequeno portes do Estado”, declarou o diretorpresidente da Piauí Fomento, Sérgio Breuel. O diretor de Operações da Piauí Fomento, Francisco Coqueiro, destacou que aAcreditEI É foi criada com base no perfil e nas necessidades dos empreendedores individuais."Através desse convênio, o Sebrae assume o compromisso de incentivar a formalização e aPiauí Fomento disponibiliza linha de crédito para atender esses empreendedores. Daremos aosEI atendimento personalizado, facilitando a regularização do crédito. Essa parceria é de grandeimportância, pois o Sebrae é um órgão reconhecido em nível nacional. Somaremos esforços eações para o sucesso desses novos empresários”, afirmou.http://www.agenciasebrae.com.br/noticia.kmf?cod=10996406&canal=448 Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  18                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 19. 13. Curtas 25 de novembro de 2010 Fonte: GS&MD – Gouvêa de SouzaVarejo está otimista para o Natal O varejo brasileiro deve ter o melhor final de ano desde 2007. Pesquisa realizadacom as 35 empresas associadas ao Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV)revela a expectativa de que as vendas avancem a taxas de dois dígitos em relação aomesmo período do ano passado, com altas de 11,8% em novembro e 11,1% emdezembro. Se esses números se confirmarem, o varejo deverá ter um crescimento real dasvendas de 7,8% em 2010, a maior taxa anual desde 2007 e ligeiramente acima dos 7,7%de 2009. O crescimento deverá ser impulsionado pelos segmentos de bens duráveis, comomóveis, eletrodomésticos e materiais de construção.Cybelar passa a fazer coleta e descarte de eletrônicos A Cybelar, rede de varejo com 85 lojas no interior de São Paulo, oferece desde oinício do mês a coleta e descarte de produtos eletrônicos adquiridos nas lojas da rede. ACybelar fechou uma parceria com a Descarte Certo, empresa focada na Gestão Ambientalespecializada na coleta, logística reversa e descarte desse tipo de produto. No momentoda compra do produto, os consumidores podem adquirir o “Descarte Certo”, uma garantiade que o produto será descartado corretamente quando não estiver mais adequado para ouso. Para isso, o cliente deve entrar em contato com a Descarte Certo por internet outelefone e agendar a melhor data para a retirada do produto em sua residência. O serviçoé oferecido em duas modalidades: Descarte Presente, em que o cliente adquire o serviçopara produtos que estão sem uso na sua casa; e o Descarte Futuro, em que o clientecompra o serviço junto com o produto novo para ter como descartá-lo corretamentequando o produto não tiver mais uso.Drogaria Onofre lança clube de descontos A Drogaria Onofre, uma das principais redes de farmácias do país, criou o PlantãoOnofre, que aos sábados trará ofertas únicas e limitadas focadas nos mais de 800 milclientes cadastrados em seu serviço online. Os produtos serão indicados por umprofissional da área da saúde ou bem-estar e os descontos chegarão a 65%. A expectativada rede é gerar um aumento de 50% no tráfego do site aos sábados.Tenco Realty quer abrir shoppings em regiões inexploradas A Tenco Realty, incorporadora de shopping centers de Minas Gerais, pretendecrescer abrindo empreendimentos em cidades sem shoppings. A empresa lançourecentemente dois malls, em Betim (MG) e Taubaté (SP), está construindo outro emMacapá (AP) e já projeta mais dois no Nordeste e Sudeste. Nos três primeiros, que devemficar prontos em 2012, a companhia investiu R$ 575 milhões. O alvo são cidades compopulação entre 300 mil e 500 mil habitantes, que comportam shoppings com média de 25mil metros quadrados de área bruta locável. Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  19                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 20. 14. AgendasSECRETARIA DE COMÉRCIO E SERVIÇOS26 de novembro de 2010Despacho Interno.29 de novembro de 2010Despacho Interno.30 de novembro de 2010Despacho Interno.DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE COMÉRCIO E SERVIÇOS26 de novembro de 201016:30 – Reunião com o Diretor do DNRCAssunto: Pauta do CGSIM29 de novembro de 2010Reunião Extraordinária do Comitê de Comércio Exterior do Fórum das MPELocal: Vitória - ESReunião do Grupo de Contratações Públicas do Mercosul30 de novembro de 201009:30 – Reunião Plenária Brasil-Paraguai10:00 – 76ª Reunião Ordinária do COFIG.Local: MDIC10:00 – GATT CGSIMLocal: MDIC15:00 – Reunião do Grupo de Contratações Públicas do Mercosul15:00 – Reunião Grupo de Serviços Brasil-ParaguaiElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  20                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 21. DEPARTAMENTO DE MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS26 de novembro de 2010Participar no 6º Encontro Estadual de ME E EPP do ParáLocal: Belém - PA29 de novembro de 201010:00 – V Reunião da Comissão Assessora para Implementação do Fundo Mercosul deGarantias para MPE´S.Local: Ministério da Fazenda30 de novembro de 201010:00 – V Reunião da Comissão Assessora para Implementação do Fundo Mercosul deGarantias para MPE´S.Local: Ministério da Fazenda15:00 – Reunião de Apresentação do Projeto Feira de Artesanato de Caxias do Sul – Mãoda Terra. Sra. Valdirene Correia – Representante. Sra. Karine Ramera – DiretoraLocal: MDIC Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  21                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 22. 15. Feiras11/11/2010 a 30/11/2010 – 5º Salão de Negócios Imobiliários da BahiaSetor: Construção Civil e ArquiteturaLocal: Centro de Convenções da BahiaCidade: Salvador - BA12/11/2010 a 17/12/2010 – 4ª Feira Natalina do Artesanato de Mato Grosso do SulSetor: Artesanato, Artes e ColeçõesLocal: Mezanino do Memorial da Cultura e Cidadania - FCMSCidade: Campo Grande - MS23/11/2010 a 28/11/2010 – 21ª Feira Nacional de ArtesanatoSetor: Artesanato, Artes e ColeçõesLocal: ExpominasCidade: Belo Horizonte - MG24/11/2010 a 16/03/2011 – 4ª Coletiva do Artesanato de Mato Grosso do SulSetor: Artesanato, Artes e ColeçõesLocal: Casa do Artesão de Campo GrandeCidade: Campo Grande - MS29/11/2010 a 30/11/2010 – ATENDIMENTO VIP DE BHSetor: Jóias, Bijuterias, Pedras e Metais PreciosasLocal: Max Savassi Apart ServiceCidade: Belo Horizonte - MG01/12/2010 a 03/12/2010 – EXPOSYSTEMSSetor: Comunicação, Divulgação e PublicidadeLocal: Palácio das Convenções do AnhembiCidade: São Paulo - SP03/12/2010 a 12/12/2010 – FAMISetor: DiversosLocal: Centro de Convenções do CearáCidade: Fortaleza - CE10/12/2010 a 19/12/2010 – 4ª Multifeira Shopping da ModaSetor: Textil, Confecção e VestuárioLocal: Centro de Convenções de MaceióCidade: Maceió - AL14/01/2011 a 30/01/2011 – FEIRA DOS ESTADOS E NAÇÕES - Edição João PessoaSetor: Artesanato, Artes e ColeçõesLocal: Jangada ClubeCidade: João Pessoa - PBElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  22                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD 
  • 23. 17/01/2011 a 20/01/2011 – COUROMODASetor: Coureiro / Calçadista - Calçados e Artefatos, Máquinas e ComponentesLocal: Pavilhão de Exposições do Parque AnhembiCidade: São Paulo - SP18/01/2011 a 21/01/2011 – FIT 0/16 - Edição Outono/InvernoSetor: Textil, Confecção e VestuárioLocal: Expo Center Norte - Pavilhão AzulCidade: São Paulo - SP19/01/2011 a 20/01/2011 – PREMIÈRE BRASILSetor: Textil, Confecção e VestuárioLocal: Transamerica Expo CenterCidade: São Paulo - SP21/01/2011 a 30/01/2011 – FIARTSetor: Artesanato, Artes e ColeçõesLocal: Pavilhão das Dunas do Centro de ConvençõesCidade: Natal - RN29/01/2011 a 01/02/2011 – FEIRA E CONGRESSO INTERNACIONAL DEODONTOLOGIA DO CENTENÁRIOSetor: SaúdeLocal: Expo Center NorteCidade: São Paulo - SP02/02/2011 a 11/09/2011 – ART MUNDI - Edição SantosSetor: Artesanato, Artes e ColeçõesLocal: Mendes Convention CenterCidade: Santos - SP03/02/2011 a 06/02/2011 – EXPO NOIVAS & FESTAS - EDIÇÃO IMIGRANTESSetor: DiversosLocal: Centro de Exposições ImigrantesCidade: São Paulo - SP07/02/2011 a 11/02/2011 – SHOW RURAL COOPAVELSetor: AgronegócioLocal: BR 277 Km 577Cidade: Cascavel - PR15/02/2011 a 17/02/2011 – NOVA SERRANA FEIRA E MODASetor: Coureiro / Calçadista - Calçados e Artefatos, Máquinas e ComponentesLocal: Centro de EventosCidade: Nova Serrana - MG O Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras está disponível no site Voltar ao ÍndiceElaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços ‐ DECOS  23                    Coordenação Geral de Mercado Doméstico ‐ CGMD