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A1a Comunicacao Cient+¬°Fica
 

A1a Comunicacao Cient+¬°Fica

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Aula apresentada pela Prof. Sandra Rebel - Fontes Bibliograficas II/GCI/UFF

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    A1a Comunicacao Cient+¬°Fica A1a Comunicacao Cient+¬°Fica Presentation Transcript

    • ‚Äútodo espectro de atividades associadas com a produ√ß√£o, dissemina√ß√£o e uso da informa√ß√£o, desde a busca de uma id√©ia para pesquisa, at√© a aceita√ß√£o da informa√ß√£o sobre os resultados dessa pesquisa como componente do conhecimento cient√≠fico‚ÄĚ Garvey
    • Mudan√ßa e crescimento Meadows, 1999, p.1-38 ‚ÄúA maneira como o cientista transmite informa√ß√Ķes depende do ve√≠culo empregado, da natureza das informa√ß√Ķes e do p√ļblico alvo. Da mesma forma que, com o passar do tempo, isso sofre mudan√ßas, tamb√©m sofrem altera√ß√Ķes a formula√ß√£o e o acondicionamento das informa√ß√Ķes‚ÄĚ. (p.1) Ex: ‚ÄúA confer√™ncia que se ministra hoje em dia n√£o √© id√™ntica, quanto √† forma, √† sua equivalente de 2 anos atr√°s (...) O meio empregado, as informa√ß√Ķes e a plat√©ia interagem para produzir o pacote a que chamamos ‚Äėconfer√™ncia‚Äô (p.1)
    • Mudan√ßa e crescimento ‚ÄúAs mudan√ßas t√©cnicas muitas vezes t√™m sido um fator menos importante nessas transforma√ß√Ķes do que as necessidades cambiantes da comunidade cient√≠fica‚ÄĚ. (p.2) ‚ÄúO meio dispon√≠vel e a natureza da comunidade cient√≠fica afetam n√£o s√≥ a forma como a informa√ß√£o √© apresentada, mas tamb√©m a quantidade de informa√ß√Ķes em circula√ß√£o‚ÄĚ. (p.2) ‚ÄúA pesquisa cient√≠fica pode ser comunicada de v√°rias formas, sendo que as duas mais importantes s√£o a fala e a escrita‚ÄĚ. (p.3) ‚ÄúA capacidade de multiplicar os exemplares de um livro representou um passo importante rumo a uma difus√£o melhor e mais r√°pida das pesquisas‚ÄĚ (p.3)
    • Meadows: mudan√ßa e crescimento ÔÉľ Ainda que os novos meios de comunica√ß√£o criados pelas tecnologias de informa√ß√£o sejam respons√°veis pelo ritmo acelerado das mudan√ßas na comunica√ß√£o cient√≠fica, ‚Äúas caracter√≠sticas b√°sicas dos pesquisadores e de sua comunidade mudam lentamente‚ÄĚ; ÔÉľ Trabalham, muitas vezes de modo inconsciente, com base nas pr√°ticas institu√≠das da comunidade cient√≠fica, determinadas por sua hist√≥ria e suas normas sociais‚ÄĚ. ÔÉľ‚Äúos m√©todos de apresenta√ß√£o e tratamento da informa√ß√£o durante a transi√ß√£o para outro meio de comunica√ß√£o s√£o inevitavelmente influenciados por essa mem√≥ria coletiva‚ÄĚ. ÔÉľ um ambiente criado pelos meios eletr√īnicos tem, como aspecto positivo, dentre outros, o fato de proporcionar uma comunica√ß√£o mais democr√°tica e estimular a colabora√ß√£o MEADOWS, A.J. A Comunica√ß√£o Cient√≠fica, 1999
    • Meadows: mudan√ßa e crescimento Da mesma forma que intermedi√°rios humanos ‚Äď editores, bibliotec√°rios e outros ‚Äď filtram e processam a informa√ß√£o no ambiente tradicional, oferecendo cat√°logos, √≠ndices tamb√©m no meio eletr√īnico est√£o comprometidos com as mesmas pr√°ticas Al√©m de oferecerem modos de orientar usu√°rios no processo de descoberta de informa√ß√£o de alta qualidade na Internet, r√°pida e eficientemente, universidades e seus reposit√≥rios institucionais, bibliotecas e outras institui√ß√Ķes acad√™micas passam a ter outra importante miss√£o: divulgar o conhecimento e propiciar o acesso p√ļblico √† informa√ß√£o;
    • Mudan√ßa e crescimento Este √© um ‚Äúcen√°rio custoso e demorado‚ÄĚ (Meadows, 1999) Dificuldade: aus√™ncia de estabilidade neste dom√≠nio (Meadows, 1999) A rede ‚Äú√© tamb√©m social e pol√≠tica, pelas pessoas, mensagens, valores que a frequentam‚ÄĚ (Milton Santos); Mesmo considerando a relativa abertura dos cientistas √†s possibilidades criadas pela Internet, continuam valendo, no campo da Ci√™ncia, pr√°ticas tradicionais e a legitima√ß√£o pelos pares.
    • A Ci√™ncia, o Sistema de Comunica√ß√£o Cient√≠fica e a Literatura Cient√≠fica A confiabilidade √© uma das caracter√≠sticas mais importantes da ci√™ncia. A ampla exposi√ß√£o dos resultados de pesquisa ao julgamento da comunidade cient√≠fica e sua aprova√ß√£o por ela propicia confian√ßa nesses resultados. O trabalho intelectual de pesquisadores depende de um intrincado sistema de comunica√ß√£o, que compreende canais formais e informais, os quais os cientistas utilizam tanto para comunicar os resultados que obt√™m quanto para se informarem dos resultados alcan√ßados por outros pesquisadores. MUELLER, S. (2000, p.21)
    • Estrutura da Literatura Especializada As classifica√ß√Ķes da literatura se baseiam no fluxo da informa√ß√£o: os documentos s√£o classificados de acordo com o lugar e a fun√ß√£o que ocupam no fluxo da informa√ß√£o. Os canais informais s√£o geralmente aqueles usados na parte inicial do cont√≠nuo do modelo; a informa√ß√£o veiculada √© recente e destina- se a p√ļblicos restritos e, portanto, o acesso √© limitado. As informa√ß√Ķes veiculadas nem sempre ser√£o armazenadas e assim, ser√° dif√≠cil recuper√°-las. Os canais formais permitem o acesso amplo (as informa√ß√Ķes s√£o facilmente coletadas e armazenadas e correspondem aos est√°gios mais adiantados do modelo. Os documentos (ou fontes) podem ser classificados como prim√°rios, secund√°rios e terci√°rios. O fluxo da informa√ß√£o cient√≠fica √© geralmente representado atrav√©s de um modelo. MUELLER, S. (2000, p.21)
    • 3. Uma experi√™ncia bem sucedida Chat: mecanismo destinado √† comunica√ß√£o informal, que, diga-se de passagem, ‚Äúem geral √© ef√™mera e posta √† disposi√ß√£o de um p√ļblico restrito‚ÄĚ (Meadows) ‚Äúsimp√≥sio eletr√īnico‚ÄĚ ‚Äď 1¬ļ chat realizado em ÔĀ¨ ‚ÄĘ Pa√≠ses: Brasil, Uruguai, M√©xico, mar√ßo de 2000; 10 pesquisadores Estados Unidos, Canad√°, Fran√ßa, brasileiros e estrangeiros de diversas e importantes institui√ß√Ķes da √°rea de Inglaterra, Esc√≥cia, Israel e Jap√£o Neuroci√™ncias ‚Äď SBNeC; ÔĀ¨ transcri√ß√£o dos debates ocorridos na sala virtual‚Äď 9 artigos gerados. Sete publicados No Brasil: USP, UFP, UFRJ, UFSP, UFRGS, na revista Brazilian Journal of Medical and UFSC, UFES, UFRN, Faculdade de Filosofia Biological Research e um publicado na Ci√™ncias e Letras de Ribeir√£o Preto, Faculdade de revista Progress in Neuro- Medicina de Ribeir√£o Preto, Faculdade de Psychopharmacology and Biological Psychiatry Ci√™ncias M√©dicas da Santa Casa de S√£o Paulo, Funda√ß√£o Faculdade de Ci√™ncias M√©dicas de Porto Alegre ‚ÄĘ Origem institucional dos participantes: todos vinculados a universidades Prof¬™. Sandra L√ļcia Rebel Gomes GCI/UFF
    • 3. Uma experi√™ncia bem sucedida ÔÉė recebido pelos editores da Brazilian Journal of Medical and Biological Research em 16 de maio e aceito em 21 de junho do mesmo ano Prof¬™. Sandra L√ļcia Rebel Gomes GCI/UFF
    • Respostas da comunidade ‚ÄĘ aquele tipo de artigo era uma ‚Äúforma inovadora de apresentar uma revis√£o‚ÄĚ, por√©m n√£o permitia ao participante ‚Äúmaior aprofundamento no assunto, com exemplos de dados‚ÄĚ. No entanto, considerou que, como ‚Äúgrandes experts‚ÄĚ estavam envolvidos, era oferecida ‚Äúuma representa√ß√£o viva do estado-da-arte de um t√≥pico particular‚ÄĚ ‚ÄĘ mesmo considerando ter havido ‚Äúuma longa discuss√£o entre especialistas diferentes‚ÄĚ, concluiu que ‚Äúo resumo no in√≠cio n√£o seria suficiente, j√° que os leitores esperam encontrar as principais conclus√Ķes no final do artigo‚ÄĚ. A publica√ß√£o do chat foi tamb√©m refor√ßada pela possibilidade de algu√©m poder ‚Äúaproveitar imediatamente ou ler quando houvesse oportunidade‚ÄĚ. ‚ÄĘ Sobre o conte√ļdo do artigo, houve o reconhecimento de que ‚Äúforam discutidos v√°rios dos principais t√≥picos sobre mem√≥ria, foram clarificados v√°rios aspectos importantes deles, e at√© acabou havendo um certo consenso em torno de muitos deles, o que n√£o deixa de ser surpreendente e positivo‚ÄĚ Prof¬™. Sandra L√ļcia Rebel Gomes GCI/UFF
    • As novas tecnologias de informa√ß√£o e comunica√ß√£o Ôā° Nestes √ļltimos anos, temos assistido ao aparecimento de livros em vers√£o digital, de editores eletr√īnicos, de livrarias virtuais, de obras de refer√™ncia e bases de dados textuais online, de obras hipertextuais e de dispositivos de leitura de livros eletr√īnicos. Jos√© Afonso Furtado - O Papel e o Pixel ÔĀ¨
    • As novas tecnologias de informa√ß√£o e comunica√ß√£o ‚ÄúAs tecnologias eletr√īnicas penetraram j√° em todos os Ôā° aspectos do processo de publica√ß√£o: ‚ÄúOs autores escrevem os seus textos em processadores e enviam- nos para os editores via online ou em disquete. Imagens, quadros e gr√°ficos s√£o tamb√©m quase na sua totalidade criados em computadores. Mesmo que os autores n√£o criem originalmente os seus textos sob formas eletr√īnicas, a grande maioria dos editores digitaliza esses conte√ļdos para a produ√ß√£o‚ÄĚ. Em suma, a maior parte dos aspectos e das atividades envolvidas na edi√ß√£o moderna s√£o eletr√īnicos (Borgman, 2000, p.83). Jos√© Afonso Furtado - O Papel e o Pixel ÔĀ¨
    • As novas tecnologias de informa√ß√£o e comunica√ß√£o Ôā° Borgman salienta a import√Ęncia de se olhar para al√©m dos meros fatores tecnol√≥gicos e refere que ‚Äúos debates sobre publica√ß√£o eletr√īnica envolvem a intera√ß√£o de fatores tecnol√≥gicos, psicol√≥gicos, sociol√≥gicos, econ√īmicos, pol√≠ticos e culturais que influenciam o modo como as pessoas criam, usam, procuram e adquirem informa√ß√£o‚ÄĚ (Borgman, 2000, pp.83-84). Jos√© Afonso Furtado - O Papel e o Pixel ÔĀ¨
    • O papel das Sociedades Cient√≠ficas ÔÉľ‚Äúprover o especialista com informa√ß√£o detalhada sobre os avan√ßos nos seus campos; ÔÉľprover acesso ao conhecimento acumulado no campo‚ÄĚ ‚ÄĘpara atender a tais requerimentos, as sociedades mant√™m v√°rias atividades de comunica√ß√£o, como encontros que permitam a comunica√ß√£o de artigos especializados relacionados a campos espec√≠ficos e artigos que resumem avan√ßos mais abrangentes. ‚ÄĘ as sociedades s√£o ativas na publica√ß√£o de revis√Ķes feitas com o objetivo, quase sempre deliberado, de permitir que o especialista mantenha uma larga vis√£o do seu campo e que estas revis√Ķes podem assumir variadas formas de publica√ß√£o, dentre as quais destaca os simp√≥sios. ( Lewis,1956)
    • O Peri√≥dico Cient√≠fico Fun√ß√Ķes do Peri√≥dico Cient√≠fico Moderno: segundo a Royal Society, seriam 4 as fun√ß√Ķes atuais: ÔÉľComunica√ß√£o formal dos resultados da pesquisa original para a comunidade cient√≠fica e demais interessados; ÔÉľPreserva√ß√£o do conhecimento registrado; ÔÉľEstabelecimento da propriedade intelectual; ÔÉľManuten√ß√£o do padr√£o da qualidade na ci√™ncia;
    • O Peri√≥dico Cient√≠fico SciELO - Scientific Electronic Library Online (Biblioteca Cient√≠fica Eletr√īnica em Linha) √© um modelo para a publica√ß√£o eletr√īnica cooperativa de peri√≥dicos cient√≠ficos na Internet. Especialmente desenvolvido para responder √†s necessidades da comunica√ß√£o cient√≠fica nos pa√≠ses em desenvolvimento e particularmente na Am√©rica Latina e Caribe, o modelo proporciona uma solu√ß√£o eficiente para assegurar a visibilidade e o acesso universal a sua literatura cient√≠fica. Permite a publica√ß√£o eletr√īnica de edi√ß√Ķes completas de peri√≥dicos cient√≠ficos, a organiza√ß√£o de bases de dados bibliogr√°ficas e de textos completos, a recupera√ß√£o de textos por seu conte√ļdo, a preserva√ß√£o de arquivos eletr√īnicos e a produ√ß√£o de indicadores estat√≠sticos de uso e impacto da literatura cient√≠fica. http://www.scielo.org/
    • Servi√ßos de Indexa√ß√£o e Resumo Bases de Dados, √ćndices ou Abstracts (Peri√≥dicos de Indexa√ß√£o e Resumo) Listam os trabalhos produzidos em um determinado assunto ou √°rea com a finalidade de facilitar a identifica√ß√£o e acesso √† informa√ß√£o que se encontra dispersa em um grande n√ļmero de publica√ß√Ķes. Apresentam-se sob as formas impressa e eletr√īnica (on-line e CD- ROM) A fun√ß√£o principal √© a identifica√ß√£o do conte√ļdo de publica√ß√Ķes. Indexam e resumem partes espec√≠ficas de livros, anais de congressos ou peri√≥dicos. Ex: LISA - Library and Information Science Abstracts
    • LISA - Library and Information Science Abstracts http://www.csa.com/factsheets/lisa-set-c.php
    • As novas tecnologias de informa√ß√£o e comunica√ß√£o ‚ÄúAs tecnologias eletr√īnicas penetraram j√° em todos os Ôā° aspectos do processo de publica√ß√£o: ‚ÄúOs autores escrevem os seus textos em processadores e enviam- nos para os editores via online ou em disquete. Imagens, quadros e gr√°ficos s√£o tamb√©m quase na sua totalidade criados em computadores. Mesmo que os autores n√£o criem originalmente os seus textos sob formas eletr√īnicas, a grande maioria dos editores digitaliza esses conte√ļdos para a produ√ß√£o‚ÄĚ. Em suma, a maior parte dos aspectos e das atividades envolvidas na edi√ß√£o moderna s√£o eletr√īnicos (Borgman, 2000, p.83). Jos√© Afonso Furtado - O Papel e o Pixel ÔĀ¨
    • As novas tecnologias de informa√ß√£o e comunica√ß√£o Ôā° Borgman salienta a import√Ęncia de se olhar para al√©m dos meros fatores tecnol√≥gicos e refere que ‚Äúos debates sobre publica√ß√£o eletr√īnica envolvem a intera√ß√£o de fatores tecnol√≥gicos, psicol√≥gicos, sociol√≥gicos, econ√īmicos, pol√≠ticos e culturais que influenciam o modo como as pessoas criam, usam, procuram e adquirem informa√ß√£o‚ÄĚ (Borgman, 2000, pp.83-84). Jos√© Afonso Furtado - O Papel e o Pixel ÔĀ¨
    • ‚ÄúN√£o-presen√ßa‚ÄĚ Desterritorializa√ß√£o ‚ÄúSeus membros est√£o reunidos pelos mesmos n√ļcleos de interesses (...) Ela vive sem lugar de refer√™ncia est√°vel: em toda a parte onde se encontram seus membros m√≥veis ... ou em parte alguma...‚ÄĚ Pierre L√©vy
    • Meadows: mudan√ßa e crescimento ÔÉľ Ainda que os novos meios de comunica√ß√£o criados pelas tecnologias de informa√ß√£o sejam respons√°veis pelo ritmo acelerado das mudan√ßas na comunica√ß√£o cient√≠fica, ‚Äúas caracter√≠sticas b√°sicas dos pesquisadores e de sua comunidade mudam lentamente‚ÄĚ; ÔÉľ Trabalham, muitas vezes de modo inconsciente, com base nas pr√°ticas institu√≠das da comunidade cient√≠fica, determinadas por sua hist√≥ria e suas normas sociais‚ÄĚ. ÔÉľ‚Äúos m√©todos de apresenta√ß√£o e tratamento da informa√ß√£o durante a transi√ß√£o para outro meio de comunica√ß√£o s√£o inevitavelmente influenciados por essa mem√≥ria coletiva‚ÄĚ. ÔÉľ um ambiente criado pelos meios eletr√īnicos tem, como aspecto positivo, dentre outros, o fato de proporcionar uma comunica√ß√£o mais democr√°tica e estimular a colabora√ß√£o
    • Meadows: mudan√ßa e crescimento Da mesma forma que intermedi√°rios humanos ‚Äď editores, bibliotec√°rios e outros ‚Äď filtram e processam a informa√ß√£o no ambiente tradicional, oferecendo cat√°logos, √≠ndices tamb√©m no meio eletr√īnico est√£o comprometidos com as mesmas pr√°ticas Al√©m de oferecerem modos de orientar usu√°rios no processo de descoberta de informa√ß√£o de alta qualidade na Internet, r√°pida e eficientemente, universidades e seus reposit√≥rios institucionais, bibliotecas e outras institui√ß√Ķes acad√™micas passam a ter outra importante miss√£o: divulgar o conhecimento e propiciar o acesso p√ļblico √† informa√ß√£o;
    • Mudan√ßa e crescimento Este √© um ‚Äúcen√°rio custoso e demorado‚ÄĚ (Meadows, 1999) Dificuldade: aus√™ncia de estabilidade neste dom√≠nio (Meadows, 1999) A rede ‚Äú√© tamb√©m social e pol√≠tica, pelas pessoas, mensagens, valores que a frequentam‚ÄĚ (Milton Santos); Mesmo considerando a relativa abertura dos cientistas √†s possibilidades criadas pela Internet, continuam valendo, no campo da Ci√™ncia, pr√°ticas tradicionais e a legitima√ß√£o pelos pares