Reciclagem de Plásticos
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Fernando J. Novaes

Reciclagem de Plásticos

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Agenda

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Mercado de reciclagem no Brasil
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Aspectos legais da reciclagem
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Plásticos Biodegradáveis

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Avaliação
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Linha do tempo na evolução da ACV
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Histórico ACV
Histórico sobre ACV
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Conceitos
Sustentabilidade

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O Relatório Brundtland

As Nações Unidas montaram uma comissão para tratar
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Sustentabilidade Corporativa
Sustentabilidade Corporativa é um ambiente de
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Índices de Sustentabilidade Corporativa
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Critérios de Seleção - ISE

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Avaliando os impactos - ISE
Responsabilidade Social Empresarial
ACV e Governança

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Critérios
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Base da sustentabilidade
Os motivos que levaram à degradação ambiental do planeta, teve sua origem no
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Base da sustentabilidade
Necessário rever modelo anterior para que, com lucidez e conhecimento científico,
seja possível a...
Outro conceito de sustentabilidade
O conceito de sustentabilidade é amplo, apresento aqui outra definição, essa mais
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Agenda 21

O que é?
É o principal documento da Rio-92 (Conferência das
Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento...
Agenda 21

Plano de ação para
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visando a sustentabilidade
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Agenda 21

Agenda 21 no Brasil
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Protocolo de Kyoto

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Avaliação do Ciclo de Vida - ACV
Avaliação do Ciclo de Vida

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objetivo para avaliar os aspectos (impactos)
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Gerenciamento Sustentável & Ciclo de Vida

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Avaliação do Ciclo de Vida

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Ciclo de Vida do Produto Cadeia de Produção
Consumo

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Objetivos

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Pensamento no ciclo de vida
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Normas ACV

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Valor Agregado

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Usando o ACV
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Usando o ACV

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Usando o ACV

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Usando o ACV

Sistema de Produto e Unidade Funcional
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Usando o ACV

Sistema de Produto e Unidade Funcional

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Usando o ACV

Fronteira do Sistema
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Usando o ACV

Inventário da ACV
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Efeito Estufa
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Impactos Ambientais

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Reações Químicas da Chuva Ácida
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Impactos Ambientais

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Impactos Ambientais

Eutroficação
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Impactos Ambientais

Eutroficação
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Eutroficação
Impactos Ambientais

Eutroficação

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Programas para ACV
Metodologia
Programas para ACV
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Softwares para uso em ACV

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Softwares para uso em ACV

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Eco-design
Eco-design

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Eco-design
Princípios do Eco-design
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Integração dos aspectos ambientais
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Utilização da ferramenta da Avaliação do Ciclo de Vida - ACV

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Design for Recycling
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Design for Recycling - Mensuração
“Se você pode medir você pode gerenciar”
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Os aspectos mais importantes em cada estágio
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Eco-design

Solução de embalagem:

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convencional

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Eco-design

Solução de embalagem:

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Eco-design

Solução de embalagem:

Com a nova tampa tem seu tamanho diminuído. Com perfil mais
diminuí
baixo, o novo model...
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Conceitos - Sustentabilidade
Avaliação do ciclo de vida
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  1. 1. Reciclagem de Plásticos Polilab Consultoria Fernando J. Novaes Reciclagem de Plásticos Fernando J. Novaes Dezembro de 2010 Ciclo de Vida e Sustentabilidade Dezembro de 2010
  2. 2. Agenda • Mercado de reciclagem no Brasil • Aspectos legais da reciclagem • • Plásticos Biodegradáveis Ciclo de Vida do Produto - Ecodesign Sustentabilidade
  3. 3. Avaliação do Ciclo de Vida
  4. 4. Linha do tempo na evolução da ACV Europa - A ISO criou Área alimentar, comitê técnico té efetuar World Energy Conference Report Energia requerida para produzir produtos químicos quí 1963 TC-207 para TC- monitoramento do elaborar consumo de Midwest Reasearch Institute MRI Relatório Relató Compartivo - REPA 1969 Estimar os efeitos ambientais do uso de dois diferentes tipos de embalagens para refrigerantes Coca-Cola. CocaSomente o sumário foi sumá publicado na revista Science Magazine em 1976 Crise do petróleo petró Racionalização do Racionalizaç consumo fontes energéticas e energé melhor utilização utilizaç de recursos naturais. sistema de energia, geração geraç gestão de resíduos no resí ambiental e processo. Diretiva - suas Liquid Food ferramentas. ISO 14040 Container Directive 1974 1970 normas de matérias primas e maté US Environmental Protection AgencyAgencyEPA O primeiro modelo 1985 ISO 14044 1991 1993 1997/98 2000 Society of ISO 14040 ISO 14042 Environmental ISO 14041 ISO 14043 Toxicology and do que conhecemos Chemistry (SETAC) hoje como ACV. Primeiros trabalhos, necessidade de padronizar e sistematizar os critérios e termos crité da ACV 2006
  5. 5. Histórico ACV Histórico sobre ACV Histó O primeiro estudo de que se tem referência foi desenvolvido em 1969 pela Coca Cola, que contratou o Midwest Research 1969 Institute (MRI) e depois Franklin & Assoc., para comparar os diferentes tipos de embalagens de refrigerante e selecionar qual tipos deles se apresentava como o mais adequado do ponto de vista ambiental e de melhor desempenho com relação à preservação ambiental relaç preservaç dos recursos naturais. Este processo de quantificação da utilização dos recursos naturais e de emissões utilizado pela Coca Cola, quantificaç utilizaç nesse estudo, passou a ser conhecido como - Resource and Environmental Profile Analysis - REPA. Um grande número de consultores passou a estudar a metodologia Repa, agregando novos critérios que permitiram melhor nú Repa, crité análise dos impactos ambientais. A partir de um estudo contratado pelo Ministério do Meio Ambiente da Suíça, foi introduzido aná pelo Ministé Suíça, na metodologia Repa um sistema de ponderação que utilizava padrões de referência para a saúde humana e para agregar dados ponderaç saú sobre os impactos ambientais. Em 1991, com base neste modelo foram desenvolvidos os primeiros software específicos para os foram especí estudos de Repa, os Ökobase I e II. Repa, Nos anos subseqüentes, assistiu-se a uma verdadeira guerra de estudos sobre ACV. Estudos sobre os mesmos produtos ou subseqü assistiuos serviços foram realizados com modelos diferentes, encontrando-se resultados distintos, o que ocasionou confusão acerca da sua serviç encontrandointerpretação, pondo-se em questão a sua validade. interpretaç pondoEste fato foi agravado pelo surgimento e proliferação dos chamados Rótulos Ambientais. Inicialmente, estes eram atribuídos proliferaç Ró atribuí com base em apenas um aspecto ambiental do produto ou serviço, não levando em consideração todas as fases do ciclo de vida serviç consideraç do produto. Os resultados controvertidos dessas iniciativas de rotulagem conduziram à consideração da utilização da Avaliação do Ciclo de conduziram consideraç utilizaç Avaliaç Vida como um dos critérios para o seu desenvolvimento. Este novo uso da ACV, que tinha implícita a comparação entre crité implí comparaç produtos, ao mesmo tempo em que aparentemente era uma saída tecnicamente correta para o impasse dos rótulos ambientais, saí ró tornava imperiosa a necessidade de se padronizar e sistematizar a ACV. Em função disso, a Society of Environmental Toxicology and Chemistry (SETAC) iniciou os primeiros trabalhos de sistematização funç sistematizaç e padronização dos termos e critérios da ACV. Igualmente, em 1993, a International Organization for Standardization (ISO) padronizaç crité criou o Comitê Técnico TC 207 para elaborar normas de sistemas de gestão ambiental e suas ferramentas. Este Comitê é o Té ambiental responsável por umas das mais importantes séries de normas internacionais, a série ISO 14000, que inclui as normas de responsá sé sé Avaliação de Ciclo de Vida. Avaliaç Fonte: http://acv.ibict.br/sobre/historico.htm/document_view http://acv.ibict.br/sobre/historico.htm/document_view
  6. 6. Conceitos
  7. 7. Sustentabilidade Sustentabilidade: é desenvolvimento da a possibilidade atual geração do sem comprometer as possibilidades das futuras gerações. (Brundtland Report , 1987)
  8. 8. O Relatório Brundtland As Nações Unidas montaram uma comissão para tratar de assuntos relativos a meio-ambiente em 1983, que foi liderada pela então Primeira Ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland. Esse trabalho ficou conhecido como Relatório Brundtland. A comissão Brundtland fez pesquisas relacionadas ao meio ambiente e a aspectos econômicos, e gerou a publicação Our Common Future, em 1987. O relatório defina a idéia de desenvolvimento sustentável como sendo: "A possibilidade do desenvolvimento da atual geração sem comprometer as possibilidades das futuras gerações. " O relatório sugeria que os governos do mundo deveriam se reunir para avaliar como seria a melhor maneira de reduzir os efeitos da atividade humana no meioambiente da Terra para as próximas gerações. Isso gerou a primeira Earth Summit, que foi realizado no Rio em 1992.
  9. 9. Sustentabilidade Corporativa Sustentabilidade Corporativa é um ambiente de negócios que investidores cria para uma visão oportunidade perene de pelos negócios e gerenciamento de riscos que derivam dos aspectos econômicos, ambiental e desenvolvimento social. As lideranças coorporativas no aspecto sustentabilidade, ou seja as empresas, conquistam o valor agregado de mercado para as suas companhias pela estratégia, pelo gerenciamento e pela visão do desenvolvimento sustentável que incrementa o potencial de mercado de produtos auto-sustentáveis e que ao mesmo tempo minimiza riscos e custos.
  10. 10. Sustentabilidade Corporativa Atualmente Atualmente consolidando, consolidando, estão surgindo e se estão surgindo e se empresas que estão sendo empresas que estão sendo socialmente responsáveis e preocupadas socialmente responsá responsáveis e preocupadas com questões ambientais. Estas com questões ambientais. Estas organizações incluem em seus organizaç organizações incluem em seus planejamentos estratégicos questões muito planejamentosestraté estratégicos questões muito mais abrangentes do que as tradicionais mais abrangentes do que as tradicionais metas econômico-financeiras, que claro são metaseconômicoeconômico-financeiras, que claro são importantes. importantes. Entre outras características podemos citar Entre outras caracterí características podemos citar a transparência frente a investidores, a transparência frente a investidores, padrões de governança elevados e a gestão padrões degovernanç elevados e a gestão governança de recursos humanos orientada pela de recursos humanos orientada pela capacitação e capacitaç capacitação e funcionários. funcioná funcionários. satisfação satisfaç satisfação de de seus seus São corporaç ões preocupadas com sua São corporaç corporações preocupadas com sua inserção no meio onde operam que buscam inserç inserção no meio onde operam que buscam l l e v a r e m cc o n t a n e cc e s s i d a d e s e evar em onta ne essidades e preocupações de todos os seus públicos de preocupaç preocupações de todos os seuspú públicos de i i n t e r e s s e -- cc l i e n t e s , e m p rr e g a d o s , nteresse lientes, emp egados, cc o m u n i d a d e s , g o vv e r n o , p a rr c e i r o s , omunidades, go erno, pa ceiros, fornecedores. E mais: visam a criação de fornecedores. E mais: visam a criaç criação de vv a l o r a o a cc i o n i s t a n o l l o n g o p rr a z o . alor ao a ionista no ongo p azo. O sucesso deste tipo de empresa é O sucesso deste tipo de empresa é constantemente apontado por investidores constantemente apontado por investidores nos EUA e na Europa, que, há algum tempo, nos EUA e na Europa, que,há algum tempo, há passam a analisar em suas prospecções, os passam a analisar em suasprospecç prospecções, os índices e relatórios de sustentabilidade, índices e relató relatórios de sustentabilidade, além de outros indicadores, divulgados alé além de outros indicadores, divulgados pelas Bolas de Valores e geram os ÍÍndices pelas Bolas de Valores e geram os ndices de Sustentabilidade. de Sustentabilidade.
  11. 11. Índices de Sustentabilidade Corporativa
  12. 12. Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE Já há alguns anos iniciou-se uma tendência mundial dos investidores iniciouprocurarem empresas socialmente responsáveis, responsá sustentáveis sustentá e rentáveis para aplicar seus recursos. Tais aplicações, denominadas rentá aplicaç “investimentos socialmente responsáveis” (“SRI”), consideram que responsá veis” SRI” empresas sustentáveis geram valor para o acionista no longo prazo, sustentá pois estão mais preparadas para enfrentar riscos econômicos, sociais e sociais ambientais. Essa demanda veio se fortalecendo ao longo do tempo e hoje é amplamente atendida por vários instrumentos financeiros no vá mercado internacional. Índice de Sustentabilidade Empresarial - Seleção da Carteira Seleç São encaminhados questionários às empresas pré-selecionadas, com questioná pré as 150 ações mais líquidas aç lí Conselho escolhe as empresas principalmente, considerando: • com melhor classificação, classificaç – Relacionamento com empregados e fornecedores; – Relacionamento com a comunidade; – Governança corporativa; Governanç – Impacto ambiental de suas atividades.
  13. 13. Critérios de Seleção - ISE O CES-FGV* desenvolveu um questionário para aferir o desempenho das companhias emissoras das 150 ações mais negociadas da BOVESPA, que parte do conceito do “triple bottom line**”. Esse conceito envolve a avaliação das dimensões ambientais, sociais e econômico-financeiros de forma integrada. No que se refere à dimensão ambiental, as empresas do setor financeiro respondem a um questionário diferenciado, e as demais empresas são dividas em “alto impacto” e “impacto moderado” (o questionário para elas é o mesmo, mas as ponderações são diferentes). *Centro de Estudos de Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (CES-FGV) Fundaç Getú (CES** Desenvolvido pela empresa de consultoria inglesa SustainAbility
  14. 14. Avaliando os impactos - ISE
  15. 15. Responsabilidade Social Empresarial
  16. 16. ACV e Governança Índice de Critérios Sustentabilidade - ISE para ISE Critério Ambiental Sustentabilidade Objetivos e Metas Aperfeiçoamento contínuo: Aperfeiç contí Aperfeiçoamento contínuo: Normas; Software; Treinamento; Normas; Software; Treinamento; Integração Plantas,Rotulagem Integraç Integração Plantas,Rotulagem ambiental, Estratégia coorporativa, Estraté ambiental, Estratégia coorporativa, Clientes... Clientes... ACV
  17. 17. l l na a o n cicio a rn na te er inint ee ad d id da ivivi atat de e oo d plpl mm xe e E Ex ACV e Governança
  18. 18. Boas Práticas de Gestão Sistema de Gestão da Qualidade & Ambiental Diagnóstico Diagnó Diagnóstico ISO 9001 14040 Implementação Implementaç Implementação Aperfeiçoamento Aperfeiç Aperfeiçoamento Contínuo Contí Contínuo Analise Ambiental Estudos De ACV • Estudo ACV • Estudo ACV • Design for Enviroment • Design for Enviroment - - DfE DfE • Marketing Estratégico Estraté • Marketing Estratégico • Selo Verde • Selo Verde • Gestão Reciclagem • Gestão Reciclagem • Suporte Desenvolvimento • Suporte Desenvolvimento Sustentável Sustentá Sustentável Aplicações Aplicaç Aplicações Monitoramento Monitoramento Sustentabilidade Boas Práticas de Gestão Prá Boas Práticas de Gestão
  19. 19. Gestão Ambiental Atividade Atividade Localização Localizaç Localização Tipologia Tipologia Características Características Ambientais Ambientais Atividade Atividade Análise Análise Ambiental Ambiental ACV ACV Monitoramento e Monitoramento e Aperfeiçoamento Aperfeiçoamento Medidas Medidas Mitigadoras Mitigadoras
  20. 20. Base da sustentabilidade Os motivos que levaram à degradação ambiental do planeta, teve sua origem no modelo atual de desenvolvimento escolhido. Base atual - três premissas. • Suprimento inesgotável de energia inesgotá • Suprimento inesgotável de matéria-prima e inesgotá maté ria• Capacidade infinita do meio de reciclar matéria e absorver resíduos maté resí Atual Admite Recurso Inesgotável
  21. 21. Base da sustentabilidade Necessário rever modelo anterior para que, com lucidez e conhecimento científico, seja possível aumentar a probabilidade de sucesso da continuidade da vida no planeta. Base das premissas a serem desenvolvidas: • Dependência do suprimento de energia continua do Sol • Controle da poluição e dos impactos poluiç • Uso racional de energia e matéria-prima com ênfase em conservação maté riaconservaç • Controle do crescimento populacional • Promoção da reciclagem e reuso dos materiais Promoç com perspectivas de estabilização estabilizaç Necessário
  22. 22. Outro conceito de sustentabilidade O conceito de sustentabilidade é amplo, apresento aqui outra definição, essa mais ampla, que é a de SACHS*, segundo o qual o conceito de sustentabilidade não pode limitar-se a visão tradicional de estoques e fluxos de recurso naturais e de capitais. É necessário considerar as seguintes dimensões, que também estão na agenda 21: a) Sustentabilidade social - Melhorar condições de vida das populações. b) Sustentabilidade econômica - Viabilizar por meio de destino e gestão eficientes dos recursos disponíveis. c) Sustentabilidade ecológica - Reduzir consumo de recursos, minimizar resíduos, intensificar pesquisas e introduzir tecnologias limpas. d) Sustentabilidade espacial - Equilíbrio entre a questão rural/urbana com melhor distribuição territorial. e) Sustentabilidade cultural - Respeitar peculariedades de cada ecossistema, de cada cultura e de cada local. * Ignacy Sachs - Estratégias de Transição para o Século 21 Estraté Transiç Sé
  23. 23. Agenda 21 O que é? É o principal documento da Rio-92 (Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento Humano), que foi a mais importante conferência organizada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em todos os tempos. Ela tem esse nome porque se refere às preocupações com o nosso futuro, um plano de ação para o século 21. Este documento foi assinado por 170 países, inclusive o Brasil, anfitrião da conferência.
  24. 24. Agenda 21 Plano de ação para Plano de ação para o sséculo21, o éculo 21, visando a sustentabilidade visando a sustentabilidade da vida na terra da vida na terra A Agenda 21 estabelece uma verdadeira parceria entre governos e sociedades. É um programa estratégico, universal, para alcançarmos o desenvolvimento sustentável. http://www.un.org/esa/sustdev/documents/agenda21/spanish/agenda21sptoc.htm
  25. 25. Agenda 21 Agenda 21 no Brasil Agenda 21 no Brasil O Programa Agenda 21 do MMA adota os princípios da Carta da Terra, busca contribuir com os Objetivos e Metas do Milênio e tem como referências conceituais: • Sociedade sustentável • Justiça ambiental • Cidadania ativa • Democracia participativa http://www.mma.gov.br/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=18
  26. 26. Protocolo de Kyoto Protocolo de Kyoto Protocolo de Kyoto • Tratado internacional que define limites de emissão dos gases que provocam o efeito estufa. • Diferentes metas de redução para os países desenvolvidos. reduç paí • Países subdesenvolvidos não possuem metas de redução. Paí reduç • EUA e Austrália não ratificaram o tratado pripordialmente por questões econômicas. Austrá
  27. 27. O que temos pela frente
  28. 28. s Cenários to c pa im os d A atividade humana e as emissões de CO2 m U ppmv: partes por milhão por volume
  29. 29. s to c pa im os d Origens das emissões de CO2 m U Cenários
  30. 30. Um os t ac p m i s do Cenários Clima e aquecimento global http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/multimidia/
  31. 31. Um os t ac p m i s do Pior cenário Clima e aquecimento global
  32. 32. Um os t ac p m i s do Melhor cenário Clima e aquecimento global
  33. 33. Impacto Imagem composta mostra geleira Upsala, na Patagônia argentina, em 1928 e em 2004. Upsala, O recuo das geleiras na região, causado pelo aquecimento global, é um dos maiores do mundo
  34. 34. Avaliação do Ciclo de Vida - ACV
  35. 35. Avaliação do Ciclo de Vida A Avaliação do Ciclo de Vida é um processo objetivo para avaliar os aspectos (impactos) ambientais associados a um produto, processo ou atividade. É feito através da identificação e quantificação do uso de energia, de matériaprima e de resíduos e emissões geradas.
  36. 36. Gerenciamento Sustentável & Ciclo de Vida Gerenciamento Gerenciamento S u sst teen t táávveel l S u n Matéria-Prima e Matéria-Prima e Processos Processos Compreender de onde vieram as matérias-primas maté riasutilizadas, para onde irão os produtos Reciclagem e Reciclagem e Reuso Reuso Resíduos & Emissões Resíduos & Emissões fabricados, os subprodutos e os resíduos de resí processo, bem como os efeitos das emissões geradas para o meio ambiente, é passo importante para um gerenciamento sustentável. sustentá Controle e Controle e Tratamento Tratamento Impactos Impactos
  37. 37. Avaliação do Ciclo de Vida A avaliação é feita mediante: • A compilação de um inventário de entradas e saídas pertinentes ao sistema do produto; • A avaliação dos impactos ambientais potenciais associados a essas entradas e saídas; • A interpretação dos resultados das fases de análise de inventário e de avaliações de impacto. A avaliação pode ser segmentada - gate to gate - para avaliar impactos em um determinado processo ou produto.
  38. 38. Ciclo de Vida do Produto Cadeia de Produção Consumo Pré-Cadeias de Matéria-Prima e Energia Produto Pós-Consumo Tratamento efluentes e manutenção Matéria-Prima Reciclagem Re-uso Manufatura Processamento Manufatura Utilização Incineração Disposição - Aterro Geração de Energia Transporte interno Transporte e Distribuição
  39. 39. Objetivos • Otimização e/ou comparação de Produtos e Processos; • Boas práticas de gestão ambiental; sustentabilidade; aspectos sociais • Governança e Gerenciamento Sustentável; • Redução de custo; custo do ciclo de vida • Planejamento estratégico e marketing; • Exigência do cliente e/ou regulatórias; • Princípios básicos aplicáveis à rotulagem ambiental; • Pesquisa e Desenvolvimento; • Life Cycle Thinking - a lógica do ciclo de vida; • Design for Recycling; • Design for Disassembly; • Design for Enviroment - DfE; • Ecoeficiência; redução de impactos ambientais; • Normalização e Legislação; • Redução de resíduos e impacto ambiental ...
  40. 40. Pensamento no ciclo de vida Ao pensar no ciclo de vida do Ao pensar no ciclo de vida do produto, expandimos o tradicional produto, expandimos o tradicional foco de processo de manufatura, foco de processo de manufatura, para incorporar vários aspectos para incorporar vários aspectos associados com o produto em si e associados com o produto em si e seu ciclo de vida. seu ciclo de vida. O produtor passa a adquirir O produtor passa a adquirir responsabilidade sobre o seu responsabilidade sobre o seu produto do berço ao ttúmulo, e produto do berço ao úmulo, e evolui para desenvolver novos evolui para desenvolver novos produtos com pensamento em produtos com pensamento em todas as etapas do seu ciclo de todas as etapas do seu ciclo de vida e os impactos causados. vida e os impactos causados. A lógica do ciclo de vida. A lógica do ciclo de vida.
  41. 41. Normas ACV NORMAS ISO PARA IMPLEMENTAÇÃO DA AVALIAÇÃO DO CICLO DE VIDA DO PRODUTO ISO 14040:1997 Avaliação do Ciclo de Vida -- Princípios e Estrutura Avaliaç Princí ISO 14041:1998 Life cycle assessment -- Definição: Objetivo, escopo e análise do inventário - Obsoleta Definiç aná inventá ISO 14044:2006 Environmental management -- Life cycle assessment -- Requirements and guidelines ISO 14042:2000 Life cycle assessment -- Avaliação do impacto - Obsoleta Avaliaç ISO 14043:2000 Life cycle assessment -- Interpretação do ciclo de vida - Obsoleta Interpretaç ISO/TR 14047:2003 Life cycle impact assessment -- Examples of application of ISO 14042 ISO/TS 14048:2002 Life cycle assessment -- Data documentation format ISO/TR 14049:2000 Life cycle assessment -- Examples of application of ISO 14041
  42. 42. Implementando a ISO 14040 Objetivo e Escopo Aplicações: Aplicaç ões: Avaliação do Estudo ACV Comparativo Análise Aná do Inventário Inventá Impactos ambientais Interpretação Interpretaç Ciclo de Design for Enviroment - DfE Marketing Estratégico Estraté Selo Verde - Legislação Legislaç Vida Gestão Reciclagem Desenvolvimento Sustentável Sustentá Avaliação Avaliaç de Impacto ISO 14040 normas complementares 14041; 14044; 14047; 14048; 14049
  43. 43. Definições Análise do Inventário Implementando a ISO 14040 Fa Fa se se s sOp Oe • Definição do Objetivo do Estudo pea r c ra i con • Definição do Escopo do Estudo - Unidade Funcional io a n is ai • Coleta de dados sdo doA C AV • Validação dos dados coletados C V Agregar os dados baseados no fluxo e fronteiras do sistema • Identificação e quantificação de material, energia e saídas • Avaliação dos critérios de inclusão de entradas e saídas • Avaliação de Impacto • Balanço de massa com análise do inventário - Revisão dos dados • Relatório com classificação quantitativa e qualitativa, caracterização e avaliação dos impactos, baseados na análise do inventário
  44. 44. Demandas que podem ser atendidas Suporte em projetos - Design for Enviroment - Dfe, Casos de utilização: Amanco, Unilever, Dfe, utilizaç Natura, Votocel, TetraPack, Toyota, que utilizam ou necessitam de estudos de ACV para definir Votocel, TetraPack, definir projetos e melhorar aspectos ambientais dos produtos em vários pontos do seu ciclo de vida. vá • Responsabilidade perante o consumidor - A tendência no mercado de embalagem, e outros segmentos, é haver um questionamento de quanto impacto o uso de "A" ou "B" matéria-prima matériacausa. • Estudos de auto-sustentabilidade e ecoeficiencia - Empresas e instituições como Suzano, autoinstituiç Cetea, Basf, Amanco, Natura, Banco Real, Petrobrás, etc. já realizam; também vem de encontro Cetea, Petrobrá já també as exigências da Comissão de Valores Mobiliários com o ISE. Mobiliá • Estratégia de Mercado - Como por exemplo uma Declaração Ambiental e/ou Rotulagem Estraté Declaraç Ambiental - Selo Verde; e alguma demanda social e ecológica. ecoló • Realizar o gerenciamento ético e responsável dos riscos sócio-ambientais, e dos benefícios responsá só ciobenefí associados ao produto e sua cadeia produtiva (ACV). • • Atuar comprometida com uma Gestão Corporativa. Encorajar seus parceiros da cadeia de valor dos seus produtos a minimizar os riscos sóciosó cioambientais. • • Atender questões do Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE - Dimensão ambiental. • Atender a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Polí Resí Só
  45. 45. Rotulagem ambiental - Selo Verde Características ISO 14 020 - Princípios básicos aplicáveis a rotulagem ambiental Tipo I - ISO 14 024 - Recomenda programas levando-se em conta o ACV Tipo II - ISO 14 021 - Descrição do aspecto ambiental, auto-declarações Tipo III - Relatório Técnico ISO/TR14025 - Orientação do programa de rotulagem. Orientaç Tipo IV - Mono-critério Este selo pode ser um condicionante/barreira para exportações Este selo pode ser um condicionante/barreira para exportações
  46. 46. Valor Agregado • Melhoria das relações comerciais e sociais da empresa; • Gestão e governança; • Inovação e pioneirismo; • Integração de aspectos ambientais no projeto e desenvolvimento do produto - ISO 14062 • Visibilidade mercadológica; • Planejamento estratégico com base na sustentabilidade; • Melhoria índices de auto-sustentabilidade; • Declaração ambiental do produto - EPD - ISO 14024; • Melhoria no monitoramento de indicadores ambientais
  47. 47. Usando o ACV
  48. 48. Usando o ACV Definição do Objetivo Definição dos limites e objetivos da análise de ciclo, incluindo as metas e decisões que devem ser apoiadas pelo projeto. Objetivo - Definir a finalidade, motivos e a aplicação do estudo; - Definir o público alvo a ser atendido pelo estudo; - Definir as perguntas a serem respondidas pelo estudo para diagnosticar o problema ou a comparação.
  49. 49. Usando o ACV Definição do Escopo Escopo é a abrangência do projeto, convém que o escopo seja bem definido para assegurar que a extensão, a profundidade e o grau de detalhe do estudo sejam compatíveis e suficientes para atender o objetivo estabelecido. Na definição do escopo devem estar considerados os seguintes itens: • • • • • • • • • • Função do Sistema ou Sistemas em caso de comparação; Sistema do produto Unidade funcional Fronteiras do sistema Unidade de processo Procedimentos para aquisição dos dados Tipos de impactos, metodologia de avaliação e a finalidade da interpretação Aquisição de dados necessários Limitações Considerações, tipo de relatório, análise crítica, etc. A ACV é uma técnica iterativa, portanto o o escopo do estudo pode necessitar de modificação enquanto o estudo estiver sendo conduzido, e informações adicionais forem coletadas.
  50. 50. Usando o ACV Função do Sistema do Produto Função do sistema é a finalidade para que o sistema estudado se destina, que pode ser o fornecimento de um serviço (por exemplo: fornecimento de energia elétrica) ou a função do produto (por exemplo: secador) ou ainda servir de produção de matéria-prima para um produto (por exemplo: fabricação de resinas plásticas).
  51. 51. Usando o ACV Sistema de Produto e Unidade Funcional • O Sistema de produto permite a comparação de produtos diferentes que fornecem a mesma função. Por exemplo: Toalhas de papel e secadores elétricos de mão. Ou como diz a norma: Conjunto de unidades de processo, conectadas material e energeticamente, que realiza uma ou mais funções definidas. • A Unidade funcional, realiza o desempenho quantificado de um Sistema de Produto para uso como unidade de referência num estudo de ACV. Ela pode ser simples como uma distancia percorrida e complicada como uma função administrativa. Exemplo de unidade funcional: 1.000 kg de produto; 10% de umidade na mão seca; 200 mãos secas; 100 relatório escritos; 100 garrafas de guaraná, 1.000 kg de polipropileno, etc.
  52. 52. Usando o ACV Sistema de Produto e Unidade Funcional Função Característica de performance do produto: Secar as mão Molhada Performance Seca Molhada = % Umidade Seca = % Umidade Unidade Funcional Número de mão secas - Idênticas para os dois sistemas - por dia Saída Resultado das medidas Toalha de papel: Peso médio por mão secada Secador elétrico: Volume médio de ar quente por mão secada
  53. 53. Usando o ACV Fronteira do Sistema Fronteira do Sistema é a interface entre um Sistema de Produto e o Meio-Ambiente ou outros Sistemas de Produto. Na análise berço túmulo do produto, por exemplo uma produção de um produto químico por processo contínuo, como plásticos, que basicamente possuem cinco estágios para o ciclo de vida: (1) Aquisição/Extração matéria-prima (2) Processamento do material (3) Manufatura (4) Uso do produto (5) Disposição final/Reciclagem. Também são consideradas as atividades que afetam ou fazem parte do processo em seus estágios, como por exemplo, transporte.
  54. 54. Usando o ACV Inventário da ACV A Análise do inventário envolve a coleta de dados e procedimentos de cálculo para quantificar as entradas e saídas pertinentes a um Sistema de Produto. Para cada unidade de processo (processo unitário) (menor porção de um sistema de produto para o qual são coletados dados) - ao longo do trecho da cadeia de valores do ciclo de vida definido, devem ser quantificados os fluxos de massa e energia de entrada e saída. O tamanho e as unidades de processo são definidos durante o inventário em função da disponibilidade de informações com qualidade definida.
  55. 55. Pré-Cadeias de Matéria-Prima e Energia ulo ulo m Tú m Tú o ao o a o erç erç B oB Do D Análise do Inventário Consumo Produto Pós-Consumo Tratamento efluentes e manutenção Matéria-Prima Reciclagem Re-uso Manufatura Processamento Manufatura Utilização Incineração Disposição - Aterro Geração de Energia Transporte interno Transporte e Distribuição
  56. 56. Análise do Inventário DEFINIÇÃO DOS OBJETIVOS DEFINIÇ INVENTÁRIO INVENTÁ Entradas • • • • • Saídas Matérias-primas Maté riasÁgua Água Ar Solo Biomassa Níveis de Intensidade Níveis de Intensidade • uso de matéria maté • uso de energia • uso de área área AVALIAÇÃO AVALIAÇ GLOBAL • Depósito de rejeitos Depó Depósito • Ar residual + emissões • Água residual + efluentes Água • Massas fugitivas • • • Perdas por dissipação dissipação ANÁLISE DOS IMPACTOS APRIMORAMENTO
  57. 57. Análise do Inventário Avaliar a cadeia de valores parcialmente no ciclo de vida, em alguns casos é suficiente para uma análise em função da demanda ou estudo a ser desenvolvido. A três variantes para estudos parciais de ACV: • Cradle to Gate - Realiza a análise a partir de uma unidade de produto limitada e num fluxo ascendente • Gate to Grave - Realiza a análise a partir de uma unidade de produto limitada e num fluxo descendente • Gate to Gate - Realiza a análise a partir de uma unidade de produto limitada e num fluxo entre as unidades ou sistema do produto
  58. 58. Análise do Inventário Etapas • Coleta - Fluxogramas, unidades de processo, unidades de medidas • Alocação - Tabelas, planilhas • Validação das informações - Modelos computacionais, balanço de massa e energia • Cálculo e interpretação dos impactos ambientais
  59. 59. Análise do Inventário Coleta de Dados - Documentação Coleta de Dados - Documentação Dados para Inventário Flow Chart do Processo Descrição do Processo Valores Utilizados e Produzidos Entradas e Saídas Fronteiras do sistema Informações Administrativas
  60. 60. Inventário - Balanço de Massa e Energia Fluxos de massa e energia Produto Co-Produto CoEmissões Gasosas Efluentes Resíduos Sólidos Resí Só Energia Matéria-Prima Maté ria- Σ Emissões Produto Produção Produç Massa e energia - Entrada = Σ Massa e energia - Saída Para cada processo unitário ao longo do trecho do ciclo de vida definido, devem ser quantificados os fluxos de massa e energia de entrada e saída.
  61. 61. Inventário - Balanço de Massa e Energia Energia Energia Energia Extração de MatériasPrimas Manufatura de materiais Manufatura de produtos Resíduo Emissões Resíduo Resíduo Emissões Emissões Energia Disposição final, reciclagem ou reuso. Energia Uso e consumo do produto Resíduo Resíduo Emissões Emissões
  62. 62. Inventário - Balanço de Massa e Energia Fronteira do Sistema Produto Entradas Entradas Sistema de produto Sistema de produto Co-Produto Co- Saídas Saí Saídas Emissões Gasosas Efluentes Resíduos Sólidos Resí Só Tratamento de dados: Tratamento de dados: Softwares, planilhas, etc. Softwares, planilhas, etc. Σ Massa e energia - Entrada Massa e energia - Entrada = Σ Massa e energia - Saída Massa e energia - Saída
  63. 63. Ciclo de vida do plástico
  64. 64. Impactos Ambientais Efeito estufa - Global Warming Ecotoxicidade Chuva ácida Recursos bióticos bió Uso da terra Impactos toxicológicos toxicoló humanos Recursos abióticos abió Eutroficação Eutroficaç Foto-oxidação Foto- oxidaç Destruição camada ozônio Destruiç
  65. 65. Avaliando os impactos Dados do Invent ário Entradas Saídas Categorias de impacto - Potencial de Aquecimento Global - Potencial de Aquecimento Global Disposi ão ç Produto Ar Água Aterro GWP (Global Warming Potential) (Global Potential) GWP (Global Warming Potential) - Acidificação - Chuva ácida Acidificaç - Acidificação - Chuva ácida Categorias gerais de impacto Recursos fosseis/ Energia Emissões / Transporte Saúde humana Água Efluentes ) ) Aterro Sanit ário Ecotoxicidade Consumo energia Categorias específicas de impacto Recursos renová veis energia Aquecimento global Deteriora ção camada O 3 Acidifica ção - Demanda Química de Oxigênio (DQO) Quí - Demanda Química de Oxigênio (DQO) - Uso do Solo - Uso do Solo - Consumo de energia - Consumo de energia ︵ Recursos não renová veis energia - Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) Bioquí - Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) Saúde Ocupacional Saúde Pública Estética / Odor Qualidade água DBO Qualidadeágua DQO Qualidadeágua Eutroficação Emissões particulados Resíduo materiais perigosos Emissões VOC Resíduo sólido Classificação dos impactos - conceito para cálculo Classificaç cá - Decomposição camada ozônio Decomposiç - Decomposição camada ozônio - Eutroficação Eutroficaç - Eutroficação - Alteração na biodiversidade Alteraç - Alteração na biodiversidade - Depleção O2 Depleç - Depleção O2 - Consumo de água .... - Consumo de água ....
  66. 66. Avaliando os impactos Categorias de impacto Atributos CO Alteração clima 2 N O 2 CH 4 Halo SO NO Acidificação NH (F) 2 Produção x NMVOC Energia produzida CO Aguda Impacto Uso do Solo 3 NO x Decomposição da Camada de O3 Estágio ciclo de vida TOX(W) aquática Ecológico H-metais(A) POP(A) aquática H-metais(A) terrestre POP(A) NO Eutroficação Química produzida TOX(W) Crônica Ecotoxicidade Crônica x NH 3 P(W) Tratamento de resíduos N(W) Impactos na Biodiversidade Consumo O2 - Depleção Práticas florestais Transporte DBO/DQO Outros MP
  67. 67. Impactos Ambientais Efeito estufa - Global Warming Chuva ácida Eutroficação
  68. 68. Avaliando os Impactos
  69. 69. Impactos Ambientais Efeito Estufa A radiação solar é absorvida de maneira natural pela superfície da Terra e redistribuída pela circulação atmosférica e oceânica. Para manter o seu equilíbrio térmico, a Terra emite para o espaço a mesma proporção de energia que recebe de radiação solar. Esta radiação incidente atravessa as diversas camadas da atmosfera e seu retorno ocorre na forma de radiações térmicas de grande comprimento de onda ou calor (radiação “terrestre” ou “infravermelha”), que são absorvidas em parte por certos gases presentes na própria atmosfera.
  70. 70. Impactos Ambientais Efeito Estufa Entre os principais gases formadores do efeito estufa, distribuídos na atmosfera, encontram-se o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4), o óxido nitroso (N2O), o ozônio (O3) e o vapor d’água (H2O). Neste grupo, cabe destacar a ação do CO2 uma vez que o volume de suas emissões para a atmosfera representa algo em torno de 55% do total das emissões de gases de efeito estufa. Além disso, o tempo de sua permanência na atmosfera é de, pelo menos, dez décadas.
  71. 71. Impactos Ambientais Efeito Estufa O Potencial de Aquecimento Global (GWP) parâmetro proposto pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC), serve para comparar os gases do efeito estufa entre si, que têm diferentes impactos sobre o clima. O Potencial de Aquecimento Global é um fator de ponderação para somar impulsos de emissões dos diferentes gases de efeito estufa, de forma que produzam resultados equivalentes em termos do aumento da temperatura após um período de tempo específico.
  72. 72. Impactos Ambientais CO2 equivalente É uma medida utilizada para comparar as emissões de vários gases de efeito estufa baseado no potencial de aquecimento global de cada um. O dióxido de carbono equivalente é o resultado da multiplicação das toneladas emitidas do Gases de Efeito Estufa (GEE) pelo seu potencial de aquecimento global.
  73. 73. Impactos Ambientais CO2 equivalente Por exemplo, o potencial de aquecimento global do gás metano é 21 vezes maior do que o potencial do CO2, então, dizemos que o CO2 equivalente do metano é igual a 21. Os principais gases formadores do efeito estufa podem ser correlacionados através do Potencial de Aquecimento Global (Global Warming Potencial - GWP). Ele é utilizado para uniformizar as quantidades dos diversos gases de efeito estufa em termos de dióxido de carbono equivalente, possibilitando que volumes de diferentes gases sejam apurados, e que caracteriza as categorias específicas de impacto.
  74. 74. Impactos Ambientais CO2 equivalente
  75. 75. Impactos Ambientais Chuva Ácida As indústrias particularmente indústrias químicas, veículos e as centrais térmicas jogam na atmosfera produtos contaminadores, como os gases dióxido de enxofre (SO2) e monóxido de nitrogênio (NO) os quais, com a ajuda do ozônio das camadas baixas da atmosfera, oxidam-se , e com a umidade do ar e chuva, convertem-se em ácidos que se espalham pela terra, águas, árvores e plantações. O solo perde a fertilidade e os animais terrestres, aquáticos e aves, acostumados com ambientes limpos, não se adaptam a esses terrenos que perdem sua vegetação natural.
  76. 76. Impactos Ambientais SO2 equivalente
  77. 77. Impactos Ambientais Reações Químicas da Chuva Ácida Chuva naturalmente ácida: CO2(g) + H2O(l) --> H2CO3(aq) (ac.carbonico) Chuva naturalmente ácida: CO2(g) + H2O(l) --> H2CO3(aq) (ac.carbonico) A maioria das chuvas é ligeiramente ácida por causa de quantidades de dióxido de carbono (CO2) dissolvido na própria atmosfera e A maioria das chuvas é ligeiramente ácida por causa de quantidades de dió dióxido de carbono (CO2) dissolvido na pró própria atmosfera e tem um pH de 5,5. tem um pH de 5,5. Chuva ácida causada pela queima de combustíveis que contém enxofre Chuva ácida causada pela queima de combustíveis que contém enxofre (gasolina e óleo diesel): (gasolina e óleo diesel): I - Queima do enxofre I - Queima do enxofre S + O2 --> SO2 S + O2 --> SO2 II - Transformação do SO2 em SO3 II - Transformação do SO2 em SO3 SO2 + ½ O2 --> SO3 SO2 + ½ O2 --> SO3 III - Reações dos óxidos com água III - Reações dos óxidos com água SO2 + H2O --> H2SO3 SO2 + H2O --> H2SO3 SO3 + H2O --> H2SO4 SO3 + H2O --> H2SO4
  78. 78. Impactos Ambientais Reações Químicas da Chuva Ácida Chuva ácida causada pelos óxidos de nitrogênio (NOX) Chuva ácida causada pelos óxidos de nitrogênio (NOX) I - Reação entre N2 e O2 nos motores dos automóveis I - Reação entre N2 e O2 nos motores dos automóveis (devido à temperatura elevada) (devido à temperatura elevada) N2 + 2 O2 --> 2 NO2 N2 + 2 O2 --> 2 NO2 II - Reação do óxido com água: II - Reação do óxido com água: 2 NO2 + H2O --> HNO2 + HNO3 2 NO2 + H2O --> HNO2 + HNO3
  79. 79. Impactos Ambientais Eutroficação Eutroficação é fenômeno causado pelo excesso de nutrientes (compostos químicos ricos em fósforo ou nitrogênio, normalmente causado pela descarga de efluentes (urbanos, agrícolas ou industriais) num corpo de água mais ou menos fechado, o que leva à proliferação excessiva de algas, que, ao entrarem em decomposição, levam ao aumento do número de microorganismos à conseqüente deterioração da qualidade do corpo de água (rios, lagos, baías, etc.).
  80. 80. Impactos Ambientais Eutroficação De acordo com a produtividade biológica, os lagos podem De acordo com a produtividade biológica, os lagos podem ser classificados em: ser classificados em: Oligotróficos - Lagos com baixa produtividade biológica e Oligotróficos - Lagos com baixa produtividade biológica e baixa concentração de nutrientes. baixa concentração de nutrientes. Eutróficos - Lagos com produção vegetal excessiva e alta Eutróficos - Lagos com produção vegetal excessiva e alta concentração de nutrientes. concentração de nutrientes. Mesotróficos - Lagos com características intermediárias Mesotróficos - Lagos com características intermediárias entre oligotrófico e eutrófico. entre oligotrófico e eutrófico.
  81. 81. Impactos Ambientais Eutroficação
  82. 82. Impactos Ambientais Eutroficação Lago eutrófico eutró
  83. 83. http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/bio.htm
  84. 84. Programas para ACV
  85. 85. Metodologia Programas para ACV
  86. 86. A escolha do software Dezenas de softwares para avaliação do ciclo de vida estão disponíveis no mercado global, certamente com o tempo de estudo, dedicação e interação entre companhias e com a formação de pessoal, alguns vão definindo-se como referências. Três desses softwares são referências, pelo menos nos meios acadêmicos e na disponibilização de capacitação e treinamento para o mercado brasileiro. São eles:
  87. 87. Softwares para uso em ACV Fazendo uma avaliação mais abrangente envolvendo: • Interface • Banco de dados • Hardware • Suporte • Comercialização • Apresentação dos resultados e • Conexão de dados ambientais e econômicos Tem-se a tabela a seguir.
  88. 88. Softwares para uso em ACV Avaliações de softwares Software Comercialização Comercializaç Apresentação Apresentaç dos resultados Conexão de dados ambientais e econômicos ☺☺ ☺☺☺ ☺☺☺ ☺☺☺ ☺☺ ☺☺ ☺☺☺ ☺☺ ☺☺ ☺ ☺☺ ☺☺☺ ☺☺ ☺☺ Interface Banco de dados Hardware Suporte ☺☺ ☺☺ ☺☺ ☺☺☺ ☺☺ ☺ ☺☺
  89. 89. Eco-design
  90. 90. Eco-design Eco-design é o termo que evidencia para a arquitetura, engenharia e design que o objetivo principal é projetar lugares, produtos e serviços que de alguma forma reduzam e/ou substituam o uso de recursos não-renováveis ou ainda minimizem os impactos ambientais. O Eco-design é uma ferramenta necessária para atingir a sustentabilidade.
  91. 91. Eco-design Princípios do Eco-design Escolha de materiais: Materiais de baixo impacto ambiental e menos poluentes, não-tóxicos ou de produção sustentável ou reciclados, ou que requerem menos energia na fabricação; Eficiência energética: Utilizar processos de fabricação com menos energia; Qualidade e durabilidade: Produzir produtos que durem mais tempo e funcionem melhor a fim de gerar menos lixo; Modularidade: Criar objetos cujas peças possam ser trocadas em caso de defeito, pois assim não é todo o produto que é substituído, o que também gera menos lixo; Reutilização/Reaproveitamento: Propor objetos feitos a partir da reutilização ou reaproveitamento de outros objetos; projetar o objeto para sobreviver seu ciclo de vida, criar ciclos fechados.
  92. 92. Eco-design Integração dos aspectos ambientais • Utilização da ferramenta da Avaliação do Ciclo de Vida - ACV • Utilização de indicadores específicos - Emissões ; ruídos; ... • Minimizar o uso de materiais, projetos limpos, fontes renováveis • Facilitar a reciclagem, monomaterial • Uso de materiais reciclados • Não subestimar a energia consumida durante a vida útil do produto • Aumentar a vida útil do produto • Serviços ao invés de produtos • Perguntar porque e não aceitar “sempre fizemos assim e deu certo”
  93. 93. Eco-design Design for Recycling • Selecionar materiais em função da sua melhor tendência a reciclabilidade e proteção ambiental - ACV • Basear-se em uma Positiv List para seleção do material • Descrever no projeto a destinação do reciclado • Desmontagem não destrutiva - Design for disassembly • Minimizar o uso de componentes diferenciados • Prever em projeto a proporção de reciclado e recuperado • Identificar facilmente a peça, exemplo - <ABS> ou • Leis ambientais implementadas e cumpridas
  94. 94. Eco-design Design for Recycling - Mensuração “Se você pode medir você pode gerenciar” Tipo de materiais Massa Uso de energia Índice de toxidez Conteúdo reciclável Reciclabilidade Tempo de uso - Time for Disassembly Valoração do tempo de vida ...
  95. 95. Eco-design Os aspectos mais importantes em cada estágio do ciclo de vida são:
  96. 96. Eco-design Solução de embalagem: Artesanato barro Embalagem convencional Embalagem alternativa
  97. 97. Eco-design Solução de embalagem: Com novo design, as garrafas de 290 ml da Coca-Cola têm Cocauma redução reduç de 25% na quantidade de vidro utilizada. A Unilever lançou uma versão lanç concentrada do amaciante de roupas Comfort, que permitiu a redução de Comfort, reduç sua garrafa de 2 litros para 500 mililitros, redução anual de 79% no reduç consumo de água e 58% no consumo de plástico. plá
  98. 98. Eco-design Solução de embalagem: Com a nova tampa tem seu tamanho diminuído. Com perfil mais diminuí baixo, o novo modelo tem apenas duas roscas, contra três do anterior, e possibilitou a redução de 3 milímetros em sua reduç milí altura. Com isso, haverá uma economia de aproximadamente haverá 1,5 grama de PET nas garrafas e 0,2 grama de polipropileno nas tampas. Nas previsões da empresa, em um ano, primeira fase do projeto, serão poupadas cerca de 300 toneladas, somandosomandose os dois materiais. Além do significado financeiro que Alé propiciará, a iniciativa atende à política de preservação do propiciará polí preservaç Sistema de Gestão Ambiental da AmBev.
  99. 99. Fim desse módulo Você viu aqui: Conceitos - Sustentabilidade Avaliação do ciclo de vida Eco-design
  100. 100. Contato Contatos Obrigado e até a próxima! 011 99688 8841 fernando.novaes@polilab.com.br http://www.polilab.com.br

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