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Slide 1: A Saúde na Era da Informação Gustavo Cardoso e Rita Espanha
Slide 2: <Pergunta>
Slide 3: Porquê Saúde e Informação?
Slide 4: <resposta>
Slide 5: O que nos diz a Internet?
Slide 6: Uma pesquisa no YouTube
Slide 7: 9s de Dr.House QuickTimeᆰ and a decompressor are needed to see this picture.
Slide 8: Parece-vos familiar?
Slide 9: a ideia que a Internet não nos ajuda em nada de verdadeiramente importante?
Slide 10: Alguns minutos de Google QuickTimeᆰ and a decompressor are needed to see this picture.
Slide 11: as filas deste auditório?
Slide 12: Os mesmos testemunhos…
Slide 13: só que em português?
Slide 14: A resposta pode estar também nos media, mas não chega.
Slide 15: Porquê?
Slide 16: Porque temos de olhar para…
Slide 17: <Pessoas>
Slide 18: Médicos
Slide 19: Enfermeiros
Slide 20: Farmacêuticos
Slide 21: Utentes
Slide 22: </pessoas>
Slide 23: <Instituições>
Slide 24: Hospitais
Slide 25: Públicos e Privados
Slide 26: Centros de Saúde
Slide 27: Farmácias
Slide 28: </Instituições>
Slide 29: <Conteúdos>
Slide 30: Páginas de Internet
Slide 31: Blogues
Slide 32: Motores de Pesquisa
Slide 33: </Conteúdos>
Slide 34: é de todas estas coisas que este estudo trata
Slide 35: <A Saúde na Era da Informação>
Slide 36: objectivo
Slide 37: Analisar de que modo as Tecnologias de Informação e Comunicação são apropriadas no campo da saúde:
Slide 38: por utentes e profissionais, no contexto da sociedade em rede, em Portugal
Slide 39: questionar
Slide 40: (1)
Slide 41: Como pode a Internet ser utilizada na comunicação ou prestação de informação sobre saúde?
Slide 42: (2)
Slide 43: Que nos dizem as experiências do consumo e de utilização de tecnologias de informação pelos profissionais de saúde?
Slide 44: (3)
Slide 45: Qual o valor e o impacto da Internet para as campanhas de saúde pública?
Slide 46: (4)
Slide 47: Que outras tecnologias de comunicação são valorizadas e utilizadas?
Slide 49: 1000 Médicos por inquérito postal
Slide 50: 1000 Enfermeiros por inquérito postal
Slide 51: 160 Farmacêuticos por inquérito on-line
Slide 52: utilização da Internet 77% dos Médicos 63.7% dos Enfermeiros
Slide 53: utilização da Internet na prática profissional 92,4% dos Médicos 80,9% dos Enfermeiros
Slide 54: <médico>
Slide 55: avaliação diagnóstica com recurso à Internet 52,3%
Slide 56: prescrição de medidas terapêuticas 46,4%
Slide 57: avaliação prognóstica 32,7%
Slide 58: execução medidas terapêuticas 19,5%
Slide 59: recomendação de sítios na Internet aos pacientes 36,1% (sim frequentemente+sim às vezes)
Slide 61: a consulta de informação on-line pode levar ao questionamento dos conhecimentos do médico? Muito:24,9% Algo:49,5%
Slide 62: sou a favor de registo único de paciente acessível por mim através da Internet 53% (concordo totalmente)
Slide 63: remuneração de interacção com fins clínicos E-mail (45,5%) ;Telefone (39,5%) Telemóvel (38,2%); SMS (31,8%) Chat (23,3%)
Slide 64: </médico>
Slide 65: <enfermeiro>
Slide 66: utilidade para a prática profissional Muito útil: 55,3% Útil: 40,4%
Slide 68: Informação na Internet, melhora autonomia e qualidade de vida >80% das opiniões
Slide 69: sou a favor de registo único de paciente acessível por mim através da Internet 54,3% (concordo totalmente)
Slide 70: </enfermeiro>
Slide 71: <farmacêutico>
Slide 72: utilizaria, na sua prática profissional se fosse possível… Recepção de receitas por via electrónica 81,4%
Slide 73: utilizaria, na sua prática profissional se fosse possível… Recepção de pedidos directos de utentes: 71%
Slide 74: utilizaria, na sua prática profissional se fosse possível… Envio de SMS para lembrar de toma de medicação: 87,6%
Slide 75: importância da informação na Internet na área da saúde Português:61,7% Inglês:90,5% (relevante e muito relevante)
Slide 76: </farmacêutico>
Slide 78: 2000 utentes em inquérito presencial
Slide 79: <utentes>
Slide 80: <percepções e usos do SNS>
Slide 81: onde se recorre com um problema de saúde não urgente? Médico assistente do SNS: 71,5% Farmacêutico: 18,2% Médico Assistente (sistema privado): 3,5%
Slide 82: …e com um problema de saúde urgente? Urgência hospital público: 48,7 Urgência centro saúde: 46,4% Médico assistente: 2,4% Urgência hospital particular: 1,4%
Slide 84: </percepções e usos do SNS>
Slide 85: Pesquisa de informaヘヒo sobre saワde 50 40 procura de informação na 30 20 10 Internet 0 2003 2004 2005 2006 2007 Pesquisa de informaヘヒo sobre saワde Fonte: INE/UMIC, Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação pelas Famílias 2002 - 2007. * Indivíduos entre os 16 e os 74 anos que utilizaram Internet no primeiro trimestre do ano.
Slide 86: Gostaria de utilizar serviços médicos on- line 9,5% (marcação de consultas, marcação exames, dúvidas eventuais, receitas médicas)
Slide 87: apoio telefónico (linhas) 95,8% nunca utilizou (quem usou…questões pediatria 73,2%)
Slide 88: afirmam que o médico nunca os desaconselhou a procurar informação on- line 96%
Slide 89: quando desaconselhados… Risco de auto-diagnóstico: 40,9% Falta de conhecimentos: 30,8%
Slide 90: 8,4% número dos que obtiveram o n° de telemóvel do seu médico
Slide 91: 60,8% usaram 54,1% obtiveram resposta 6,2% contacto após mensagem
Slide 92: </utentes>
Slide 93: Profissionais Utentes
Slide 94: (1) mediação chegou ao campo da saúde
Slide 95: (2) faz parte das rotinas de profissionais e utentes
Slide 96: (3) mas não faz parte…
Slide 97: (3) das políticas públicas de saúde
Slide 98: (3) da integração no ensino nas ciências da área da saúde
Slide 99: (3) dos protocolos de prática profissional na relação utente/profissional de saúde
Slide 100: O que mudou primazia da morfologia de rede sobre a acção
Slide 101: o que falta mudar? as práticas estruturais dos actores
Slide 105: 80 sites gerais sobre saúde
Slide 106: Informação fundamentalmente de carácter institucional
Slide 107: mais frequentes os conteúdos de carácter formal (institucional, descritivo, funcional)
Slide 108: do que os conteúdos sobre “saúde” e “doença”
Slide 109: Encontramos sites com informações e conteúdos relacionados com temas de saúde
Slide 110: mas não processos de comunicação ou serviços com um grau de interacção mais elevado
Slide 111: Ao contrário do que se verifica na Catalunha
Slide 112: onde os níveis de interactividade são bastante mais elevados
Slide 113: mas onde a presença de sites institucionais é consideravelmente menor
Slide 114: 55 Blogues sobre Saúde
Slide 115: São construídos a partir da selecção e comentário a um determinado acontecimento ou notícia
Slide 116: oriunda de outras fontes e destacando apenas parte dessa informação
Slide 117: Predominam os blogues de informação geral e os diários
Slide 118: Os “consultórios on-line” através de blogues são praticamente inexistentes
Slide 119: Apesar de ...
Slide 120: A maioria dos blogues ser mantida por profissionais de saúde (78,2%)
Slide 121: E entre estes, a maioria ser mantida por médicos (45,5%)
Slide 122: A interactividade é muito limitada
Slide 123: In “Hans Oh’s Health Blog” http://blog.hansoh.com/2005/04/26
Slide 125: 6 estudos de caso
Slide 126: Diferentes sistemas de informação e diferentes aplicações
Slide 127: 70 Entrevistas
Slide 128: 6x? Instituições em várias regiões do país
Slide 129: 6 histórias diferentes
Slide 130: Circuito do medicamento e gestão de doentes informatizada
Slide 131: Intranet e sites institucionais
Slide 132: Receituário electrónico externo e de Unidades Locais de Saúde
Slide 133: Rede Telemática de Saúde (RTS)
Slide 134: SONHO, SINUS, SAM e SAPE e RisPac
Slide 135: Uma proposta de leitura…
Slide 136: Modelo OIT (Organização, Impactos e Tecnologia)
Slide 137: São muitas as variáveis que orientam positiva e negativamente
Slide 138: os processos de implementação de Sistemas de Informação
Slide 139: Que determinam em simultâneo
Slide 140: Alterações nas formas organizativas das instituições
Slide 141: E nos processos de autonomia de utentes e profissionais
Slide 142: Alguns traços comuns
Slide 143: (1)
Slide 144: Crescente utilização das TIC’s aplicadas à saúde
Slide 145: (2)
Slide 146: Tendência para a implementação e necessidade de aplicações e sistemas de informação
Slide 147: Que optimizem os processos de cuidados prestados à comunidade
Slide 148: Sejam esses cuidados de ordem clínica ou de agilização administrativa
Slide 149: (3)
Slide 150: Inexistência de um conceito generalizado de Rede no SNS
Slide 151: Descontinuidade de projectos e programas
Slide 152: (4)
Slide 153: Os médicos são o grupo profissional mais resistente
Slide 154: ao uso de aplicações/sistemas de informação
Slide 155: Algumas Conclusões Gerais
Slide 156: A análise dos sistemas de informação em saúde
Slide 157: Remete-nos para 3 unidades de análise
Slide 158: (1)
Slide 159: As organizações e os seus modelos de gestão
Slide 160: (2)
Slide 161: Os profissionais de saúde
Slide 162: (3)
Slide 163: Redes físicas e tecnológicas de informação e software
Slide 164: e assim levem à necessidade de articulação das 3 unidades de análise que conduzam a
Slide 165: Organizações em Rede, ou seja
Slide 166: Mais flexíveis e adaptáveis à mudança
Slide 167: E profissionais que valorizam, cada vez mais, as TIC
Slide 168: Deixando a expectativa de que estes valores serão mais expressivos no futuro
Slide 169: Num contexto global onde:
Slide 170: A Internet começa a surgir como uma alternativa
Slide 171: a métodos mais tradicionais de obtenção de informação sobre saúde
Slide 172: Os fluxos constantes de informação
Slide 173: Incentivam os cidadãos a serem responsáveis pela sua saúde e dos seus familiares
Slide 174: Num contexto de informação generalizada sobre saúde
Slide 175: a utilização das tecnologias de comunicação e informação revela-se central
Slide 176: Para a promoção da autonomia individual na área da saúde
Slide 177: O incentivo da utilização da internet neste âmbito
Slide 178: Depende activamente
Slide 179: (1)
Slide 180: do tipo de conteúdos disponibilizados
Slide 181: (2)
Slide 182: da qualidade e credibilidade dos conteúdos
Slide 183: (3)
Slide 184: Da facilidade em utilizar e entender os conteúdos e recursos disponíveis
Slide 185: O que confere um papel central ao profissional de saúde
Slide 186: E às instituições de saúde
Slide 187: No desenvolvimento da noção de “cidadão informado”
Slide 188: Até porque:
Slide 189: </resposta>
Slide 190: <mais interrogações>
Slide 191: Em Novembro de 2005, na Royal Society of Medicine, o Prof. Andrew Webster discutia…
Slide 192: A Promessa
Slide 193: Cuidados Terciários - admissões Hospitares Cuidados de Saúde Cuidados Secundários – Admissões à distância Hospitalares Transacções Cuidados primários –consultas ambulatório Electrónicas self care – auto-tratamentos Informação rápida – 90% de actos relacionados com saúde E acessível
Slide 194: Cuidados de Saúde na Sociedade de Informação Cuidados de saúde individuais Cuidados de saúde por amigos e familiares Cuidados de saúde pela comunidade Profissionais de saúde como facilitadores Profissionais de saúde como parceiros Profissionais de saúde como autoridades
Slide 195: As dúvidas
Slide 196: (1)
Slide 197: Limites da e-health: o que é possível de ser ‘oferecido’ em e-health?
Slide 198: (2)
Slide 199: O que implica a e-health – em particular para os profissionais de saúde?
Slide 200: (3)
Slide 201: Implicações da futura oferta de serviços de e-health: nova segmentação e novas exclusões?
Slide 202: </dúvidas>
Slide 203: ?



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