Clipping 31.10 a 6.11

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  • 1. Clipping de Notícias Socioambientais 31 de Outubro a 6 de Novembro Calendário de Eventos NOVEMBRO Observação: Aqui você encontra os principais EVENTOS e NOTÍCIAS relacionadas aos temas ÁGUA e FLORESTAS , no município de Piracicaba (SP) , interior de SP e Brasil .
  • 2. Calendário de Eventos – Novembro 2011 ----------------------- Data: 18,19,20/11 Local:Parque Estadual da Serra do Mar (SP) Nome: Vivências com a Natureza + info: [email_address] ou (11) 9799-2691 -----------------------
  • 3. Notícias – Outubro 2011 Data: 31/10/2011 - Veículo: Agência Brasil A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse hoje (31) que o desmate de 253,8 quilômetros quadrados ( km² ) na área da Amazônia Legal registrado no mês de setembro foi o menor para o mês desde 2004, quando o levantamento do sistema de detecção do desmatamento em tempo real começou a ser feito. A redução, na comparação com o mês de setembro do ano passado, foi de 43%. Segundo ela, a agropecuária ainda é a maior vilã do desmatamento. “ Há uma forte pressão da agropecuária, chama a atenção que esses dados estão associados muitas vezes à supressão autorizada de vegetação. Isso nós só poderemos verificar no final do ano.” A ministra disse ainda que a fiscalização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) não vai parar por causa do período de chuvas. “Agora, estamos entrando no período de chuvas, que usualmente tende a reduzir o desmatamento, mas vamos manter a força do Ibama em campo. O Ibama e os órgãos federais vão manter a fiscalização. Temos 25 frentes de homens trabalhando na Amazônia monitorando as áreas críticas”. Ela comentou ainda sobre a votação do Código Florestal, que teve o relatório apresentado nas comissões de Agricultura e de Ciência e Tecnologia do Senado Federal. Segundo Izabella, o ministério está fazendo uma avaliação do relatório e identificou avanços, principalmente no que diz respeito às áreas de manguezais. “ Houve avanços como as áreas de manguezais, como áreas de preservação ambiental, o que foi um ganho, assim como explicitar que não há anistia para novos desmatamentos. Também foi muito positiva a divisão do texto entre disposições permanentes e transitórias, porque isso dá uma clareza maior e também uma maior segurança jurídica”, afirmou.   Desmatamento é o menor para setembro desde 2004, diz ministra
  • 4. Notícias – Novembro 2011 Data: 01/11/2011 - Veículo: Agência Brasil As propostas do governo brasileiro para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20, baseiam-se em modelos de desenvolvimento global em favor da economia verde, da erradicação da pobreza e da adoção de práticas sustentáveis. O texto trata de 25 temas, como criação de programas de proteção socioambiental global, desenvolvimento sustentável, compras públicas sustentáveis, financiamento de estudos e pesquisas para o desenvolvimento sustentável e um protocolo internacional para a sustentabilidade do setor financeiro. Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o texto foi enviado hoje (1º) ao secretariado da conferência na Organização das Nações Unidas (ONU) e fará parte do documento-base para as negociações que vão ocorrer antes da Rio+20, marcada para junho de 2012. “ O documento tem uma visão crítica sobre o desenvolvimento sustentável, mostrando onde estão os problemas e gargalos e mostra as propostas concretas em torno de temas que vão da pobreza ao desenvolvimento sustentável inclusivo, a economia verde inclusiva. É economia com inclusão social e sustentabilidade”, explicou. Ela disse ainda que o Brasil vai mostrar na conferência experiências exitosas de desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza. “Ao propor o programa de proteção socioambeinetal global, estamos considerando experiencias brasileiras como o Bolsa Família, o Luz para Todos, que dá acesso à energia [elétrica], considerado uma das experiências mais exitosas avaliadas pelas Nações Unidas. Também estamos falando do Bolsa Verde, do Brasil sem Miséria”. Outro ponto destacado pela ministra é o financiamento do desenvolvimento sustentável. “É importante que a gente possa avançar nos financiamentos para o desenvolvimento sustentável, não só no setor público, mas no privado também. Os bancos públicos e privados têm um papel estratégico no financiamento do desenvolvimento sustentável.” A ministra disse ainda que o Brasil vai propor maior participação da sociedade civil organizada na Rio+20. “O modelo sugerido pelo Brasil para a conferência vai permitir um diálogo entre a sociedade civil e o setor privado por meio de temas estratégicos como a questão da segurança energética, segurança hídrica , inovação tecnológica, ou do uso da biodiversidade.” Para a ministra, a conferência sobre desenvolvimento sustentável poderá ajudar, indiretamente, o debate relacionado às mudanças climáticas. “Na hora que o Brasil propõe discutir energia com inovação tecnológica, segurança energética com inovação tecnológica, está influenciamento novos caminhos para as discussões sobre o clima.” Brasil envia à ONU propostas para debate na Rio+20
  • 5. Notícias – Novembro 2011 Data: 01/11/2011 - Veículo: Folha.com A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, considerou positivas algumas mudanças promovidas no relatório do projeto do novo Código Florestal, e pretende manter as negociações para aprovar um texto que traga “mais clareza e segurança jurídica”. Para a ministra, o relatório apresentado pelo senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) às comissões de Agricultura e Ciência e Tecnologia do Senado “tem avanços”. A previsão do relator é que o parecer seja votado nessas duas comissões em 8 de novembro. Depois disso, ele terá de ser analisado pela Comissão de Meio Ambiente da Casa, onde será relatado pelo senador Jorge Viana (PT-AC), e pelo plenário do Senado. “ É importante observar que nós tivemos avanços não só na questão dos manguezais como áreas de preservação permanente, isso foi um ganho, como também explicitar que você não tem anistia para novos desmatamentos”, disse Izabella a jornalistas, ao anunciar uma nova queda no desmatamento da Amazônia em setembro. O relatório apresentado por Luiz Henrique inclui os manguezais nas definições de APP (Áreas de Preservação Permanente), faixas de vegetação nativa que devem ser mantidas. Parágrafo do parecer determina que “não haverá, em qualquer hipótese, nenhum direito à regularização de futuras intervenções ou supressões de vegetação nativa, além dos previstos nesta lei”. O senador também modificou o texto aprovado pela Câmara dos Deputados, dividindo-o entre disposições permanentes, que definem regras para o futuro, e transitórias, para regulamentar problemas do passado. “ Eu entendo que foi muito positiva a divisão do texto entre as disposições permanentes e as transitórias. isso dá uma clareza sobre o que está sendo previsto, estipulado e a importância do Cadastro Ambiental Rural”, completou Izabella. (Fonte: Folha.com) Ministra vê ‘avanços’ em texto do Código Florestal no Senado
  • 6. Notícias – Novembro 2011 Data: 01/01/2011 - Veículo: Ambiente Brasil MMA defende na ONU rigor na repressão a emissões de mercúrio em água e em solo Representantes do Ministério do Meio Ambiente (MMA) seguiram na sexta-feira (28) para Nairóbi, Quênia, para participar da terceira reunião de negociação da Organização das Nações Unidas (ONU) que elabora o texto da convenção do mercúrio, prevista para ser lançada em 2013. Na bagagem, eles levam algumas posições técnicas a serem debatidas, negociadas e aprofundadas a fim de definir o posicionamento do Brasil e colaborar com a finalização do documento juridicamente vinculante (convenção) sobre o controle e o banimento do uso do metal em produtos e em processos nas áreas industrial, mineradora e da saúde. Em princípio, o governo brasileiro defende a eliminação gradativa (phase out) do uso do elemento químico em processos e produtos, com prazos para os países elaborarem e pôr em curso os Planos de Implementação com vistas à erradicação do uso. Todavia, até mesmo a defesa dessa posição ainda está em construção em virtude da necessidade de uma avaliação mais aprofundada do assunto. Apesar de ser reconhecido como altamente tóxico, poluente e responsável por catástrofes com mortes de milhares de pessoas e animais, bem como contaminação de solo, água e ar em várias regiões do mundo, ele é considerado essencial por muitos setores da cadeia produtiva de muitos países. Por isso, o tema é polêmico e o uso do mercúrio é defendido em vários Estados. Sua erradicação ainda encontra resistência e todas as decisões que envolvem sua redução ou banimento geram grandes debates. Essa situação fica bem nítida quando os países se reúnem para discutir normas e diretrizes da convenção das Nações Unidas sobre o mercúrio.
  • 7. Notícias – Novembro 2011 Data: 02/11/2011 - Veículo: Jornal de Piracicaba eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
  • 8. Notícias – Novembro 2011 Data: 02/11/2011 - Veículo: Jornal de Piracicaba eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee Título:
  • 9. Notícias – Novembro 2011 Data: 03/11/2011 - Veículo: Jornal de Piracicaba
  • 10. Notícias – Novembro 2011 Data: 01/11/2011 - Veículo: Jornal de Piracicaba
  • 11. Notícias – Novembro 2011 Data: 01/11/2011 - Veículo: Jornal de Piracicaba
  • 12. Notícias – Novembro 2011 Data: 01/11/2011 - Veículo: Jornal de Piracicaba eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee Título:
  • 13. Notícias – Novembro 2011 Data: 01/11/2011 - Veículo: Jornal de Piracicaba
  • 14. Notícias – Novembro 2011 Data: 04/11/2011 - Veículo: Agência Brasil A presidenta Dilma Rousseff anunciou hoje (4) mudança na data de abertura da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, de 4 para 20 de junho de 2012, no Rio de Janeiro. A mudança foi feita para que a Rio+20 não coincida com a comemoração dos 60 anos de coroação da rainha da Inglaterra, Elizabeth, entre os dias 4 e 6 de junho do próximo ano. Vários líderes do G20 e de países europeus devem participar da comemoração britânica e, assim, poderiam não comparecer ao evento no Rio de Janeiro. Dilma explicou também que representantes de países da Ásia pediram para que a Rio+20 ocorresse em um período mais próximo da reunião do G20, marcada para os dias 18 e 19 de junho, no México. "A proposta que foi consenso com a ONU [Organização das Nações Unidas], entre mim e Ban Ki-moon. Nós propusemos e comunicamos ao plenário a transferência [da data] para permitir a ida dos países do G20, da Commonwealth [comunidade que reúne 54 Estados independentes que têm ligações históricas com a Inglaterra] e da Ásia", disse Dilma, após o encerramento da reunião do G20, em Cannes, na França. Mais cedo, em uma sessão de trabalho do G20 sobre meio ambiente, a presidenta Dilma Rousseff disse que a conferência será uma oportunidade para "discussão do modelo de desenvolvimento que as nações querem para o futuro" e colocará em pauta pontos importantes como economia verde, erradicação da pobreza e governança internacional para o desenvolvimento sustentável. Dilma adia em duas semanas data de abertura da Rio+20
  • 15. Notícias – Novembro 2011 Data: 04/11/2011 - Veículo: Mundo Sustentável Somos uma cultura que não deu certo: o código florestal Aproxima-se a hora de votações decisivas no Senado do controvertido projeto de lei sobre um novo Código Florestal. E crescem as preocupações, tantos são os pontos problemáticos que vêm sendo apontados por instituições respeitáveis como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, a Academia Brasileira de Ciência, o Ministério Público Federal, o Instituto de Pesquisas da Amazônia, o Museu da Amazônia, os Comitês de Bacias Hidrográficas e numerosas entidades que trabalham na área, entre elas o Instituto SocioAmbiental e a SOS Mata Atlântica. Não faltam motivos para preocupações graves. Entre elas: a possibilidade de transferir licenciamentos ambientais para as esferas estadual/municipal, mais suscetíveis a pressões políticas e econômicas; a anistia para ocupações ilegais, até 2008, de áreas de proteção permanente (reconhecidas desde 1998 como crime ambiental); a redução, de 30 para 15 metros, das áreas obrigatórias de preservação às margens de rios com até 10 metros de largura ( a proposta atinge mais de 50% da malha hídrica, segundo a SBPC); a isenção da obrigação de recompor a reserva legal desmatada em todas as propriedades com até 4 módulos fiscais (estas são cerca de 4,8 milhões num total de 5,2 milhões; em alguns lugares o módulo pode chegar a 400 hectares); a possibilidade de recompor com espécies exóticas e não do próprio bioma desmatado; nova definição para “topo de morro” que pode reduzir em 90% o que é considerado área de preservação permanente. São apenas alguns exemplos. Há muitos. Para que se tenha ideia da abrangência dos problemas: o prof. Ennio Candotti (ex-presidente da SBPC), o Museu da Amazônia e outros cientistas lembram que naquele bioma há uma grande variedade de áreas úmidas, áreas alagadas, de diferentes qualidades (pretas, claras, brancas), baixios ao longo de igarapés, áreas úmidas de estuários etc.; cerca de 30% da Amazônia pode ser incluído entre as áreas úmidas e cada tipo exige uma regulamentação específica, não a regra proposta no projeto. No Pantanal, são 160 mil quilômetros quadrados.
  • 16. Notícias – Novembro 2011 Data: 04/11/2011 - Veículo: Ambiente Brasil O gás nitrogênio lançado na atmosfera pelo excesso de queima de combustíveis fósseis tem afetado florestas tropicais até então isoladas deste problema, o que pode acarretar na degradação do solo, mudança na composição das espécies de plantas ou até na eutrofização de ecossistemas aquáticos (aumento da produção de algas e redução de oxigênio na água). A constatação foi feita por cientistas do Instituto de Pesquisas Tropicais Smithsonian, dos Estados Unidos, que analisaram os efeitos do nitrogênio a longo prazo na vegetação tropical do Panamá e na Tailândia. Eles verificaram que as plantas estão sendo fertilizadas em excesso devido ao aumento do nitrogênio na natureza. Entretanto, o gás pode ser proveniente de diversas regiões poluídas do mundo. “ Nós comparamos os níveis de nitrogênio em materiais secos coletados em 1968 com as folhas novas coletadas em 2007. Constatamos que a concentração de nitrogênio nas folhas atuais teve um leve aumento nos últimos 40 anos”, afirmou Joseph Wright, cientista da equipe do Smithsonian no Panamá. “ Descobrimos que durante o último século houve alta na quantidade de nitrogênio mais pesado. Um estudo anterior mostra também que árvores das florestas tropicais brasileiras também estão sendo alteradas devido ao excesso desta composição”, disse Peter Hietz, do Instituto de Botânica da Universidade de Recursos Naturais e Ciências da Vida de Viena, na Áustria. Ainda segundo os pesquisadores, o excesso deste gás já causou mudanças nas plantas e no solo das florestas temperadas dos Estados Unidos e da Europa. Agora, tenta-se descobrir o efeito disto nas florestas tropicais. Excesso de nitrogênio no ar já afeta florestas tropicais, dizem cientistas
  • 17. Notícias – Novembro 2011 Data: 05/11/2011 - Veículo: Jornal de Piracicaba eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee Título:
  • 18. Notícias – Novembro 2011 Data: 06/11/2011 - Veículo: Jornal de Piracicaba Título:
  • 19. Você possui uma boa sugestão de EVENTO ou NOTÍCIA? Então, envie sua sugestão para o e-mail [email_address] e ela poderá aparecer no nosso próximo calendário ou clipping.
  • 20. O que é a Florespi? É uma ONG (Organização Não Governamental), fundada em 1988 e com qualificações de OSCIP e Utilidade Pública Municipal. Sua sede é em Piracicaba, mas sua atuação ocorre em todo Estado de SP.
    • Por que a Florespi existe?
    • Para contribuir com o desenvolvimento de sociedades sustentáveis, por meio da proteção, recuperação e ampliação das florestas e dos recursos hídricos.
    • Para alcançar esta missão, a Florespi atua nos seguintes 7 temas/programas:
    • Recuperação de Áreas Degradadas
    • Arborização Urbana e Áreas Verdes
    • Licenciamento
    • Geração de Renda
    • Cursos, Oficinas e Eventos
    • Políticas Públicas
    • Resíduos Quer saber mais sobre a Florespi?
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