Clipping 03 a 09.10

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  • 1. Clipping de Notícias Socioambientais 03 a 09 de Outubro de 2011 Calendário de Eventos Outubro Observação: Aqui você encontra os principais EVENTOS e NOTÍCIAS relacionadas aos temas ÁGUA e FLORESTAS , no município de Piracicaba (SP) , interior de SP e Brasil .
  • 2. Calendário de Eventos – Outubro 2011 Data: 10/10 Nome: 1ªReunião do Conselho da Cidade Local: Auditório do Centro Cívico (térreo da Prefeitura Municipal) - Piracicaba (SP) Horário: 17h + info: (19) 3403-1204 [email_address]
  • 3. Notícias - Outubro 2011 Data: 04/10/2011 - Veículo: Jornal de Piracicaba
  • 4. Notícias – Outubro 2011 Data: 04/10/2011 - Veículo: MMA A mudança de comportamento da sociedade em relação aos resíduos sólidos, com o componente educacional que começa em casa e nas escolas. O engajamento e a mobilização popular para garantir o controle social na construção das políticas públicas para a gestão desses resíduos. Essas têm sido as bases dos debates na 2ª Audiência Pública, realizada na região Sul, que reúne os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Reunidos em Curitiba, os mais de 400 participantes da audiência, a exemplo do que já ocorreu em Campo Grande (MS), discutem a destinação ambientalmente correta de diversos tipos de resíduos; a questão econômica relacionada ao tema; e a inclusão social dos catadores de materiais recicláveis. Na abertura do evento, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, ressaltou a importância do engajamento de todos na busca de soluções imediatas para um dos maiores problemas econômicos e sociais que o Brasil vem enfrentando. "Por isso estamos convidando a todos para esse engajamento. É essencial a participação da sociedade brasileira para que haja uma mudança de comportamento com relação aos resíduos. Sem essa participação e esse compromisso formal de todos os cidadãos não teremos como implementar a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS)". O secretário de Meio Ambiente do Paraná, Jonel Nazareno Iurk, compartilhou a tese da importância da participação popular e da mudança de comportamento para que a implementação da nova política seja efetiva. Segundo ele, a gestão compartilhada e a responsabilidade de todos sobre o destino dos resíduos "lança um novo olhar sobre a questão". Iurk disse que a Lei que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos passou a ser um divisor de águas com relação à percepção que se tem da geração de resíduos no Brasil. O secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, Nabil Bonduki, reiterou que não se constrói políticas públicas sem a participação social. "Para chegarmos a bons resultados, é necessária a responsabilidade compartilhada". O secretário garantiu que não se construirá uma nova realidade sem a participação de todos os atores. Bonduki alertou que a situação atual dos resíduos no Brasil não é boa. Falta, segundo ele, principalmente informação, conforme o indicado pelo diagnóstico realizado pelo Instituto de Políticas Econômicas (Ipea). Ele informou, por exemplo, que 75% dos municípios brasileiros têm lixões e que isso tem de ser interrompido. "A alteração dessa realidade passa pela mudança de modelo. Temos de começar a mudar tudo isso a partir de nossas casas, no processo de produção industrial, para que tenhamos menos quantidade de resíduos indo parar nos aterros". Ele disse ainda que é preciso mudar a mentalidade de que resíduos se constituem problemas. "Eles são recursos que vão gerar riquezas". O representante dos Catadores de Materiais Recicláveis, Alexandre Cardoso, alertou para a situação de exclusão do sistema econômico vivida pela sua categoria. "Quando o catador é incluído, toda sua família é incluída e a economia cresce", disse. O representante do Ipea, Albino Alvarez, que apresentou aos participantes o diagnóstico produzido pelo Instituto, disse que o Brasil precisa aprender com a região Sul a preocupação com o destino dos resíduos. "Aqui essa preocupação é mais enraizada. É uma questão de educação. O conjunto de experiências da região Sul deve ser compartilhada com o restante do País", disse. Resíduos sólidos: educação é prioritária para mudança de comportamento
  • 5. Notícias – Outubro 2011 Data: 05/10/2011 - Veículo: Agência Brasil A diretora de Qualidade Ambiental na Indústria do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Sergia Oliveira, apresentará amanhã (5) um parecer que, caso seja acatado pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), possibilitará o uso de retardantes de chamas no combate a incêndios florestais a partir de 2012. No documento, a diretora vai pedir a regulamentação dos retardantes e sugerir que estudos sobre o impacto desse produto no meio ambiente sejam desenvolvidos. A falta de uma lei espefícia sobre retardantes de chamas deixou algumas entidades que atuam no combate ao fogo, como o Corpo de Bombeiros e a própria Força Aérea Brasileira (FAB), receosas quanto ao seu uso, conforme apurou a Agência Brasil. E isso acabou prejudicando o combate aos incêndios florestais que assolaram o país em 2011. Constituídos basicamente de água, argila e alguns aditivos químicos que mantêm a umidade da água por mais tempo, os retardantes podem ser uma ferramenta de grande utilidade para o combate de incêndios florestais. Sua aplicação não é feita diretamente nas áreas onde o incêndio já esteja ocorrendo, mas nos arredores, a fim de evitar que o fogo se alastre. “ O problema é que não há nenhum tipo de regulamentação desse produto no Brasil e nem legislação que aponte qual seria o órgão responsável por autorizar ou não o uso em situações como as de combate a incêndios florestais”, explicou Sergia Oliveira à ABr. No documento a ser apresentado pela diretora, constará que a regulamentação é importante inclusive para possibilitar a identificação de problemas que esse tipo de produto pode causar ao meio ambiente. “A regulamentação é importante até mesmo para, posteriormente, solicitarmos estudos sobre o impacto que as diversas variações de retardantes têm sobre os ambientes e para identificarmos ponderações individuais de cada produto”, argumentou a diretora. “Como ainda não existe nenhum tipo de classificação [para os retardantes], seu uso é ainda proibido no Brasil”, acrescentou. Para o coordenador-geral de Avaliação e Controle de Substâncias Químicas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Márcio Freitas, a falta de lei, ao contrário do que disse Sergia, “acaba possibilitando o uso do produto”, o que, segundo ele, é ainda mais preocupante. “Os retardantes podem, sim, ser usados. Não há nada que impeça isso, já que não temos nenhuma lei proibitiva. Isso representa um grande risco porque sabemos que há, entre eles, diversos produtos com as mais variáveis composições químicas e potenciais de dano. Por isso, a regulamentação é extremamente necessária até para catalogar esses produtos”, disse Freitas. “ Foi por esses motivos que preparamos e enviamos ao Conama uma minuta de resolução, visando a preencher essa lacuna da legislação”, acrescentou. A minuta, que sugere o Ibama como órgão responsável pela análise e autorização de uso dos retardantes, foi enviada em novembro de 2010. Desde então, foi discutida por diferentes autoridades do MMA, até chegar à mesa da diretora Sergia Oliveira. Segundo ela, o parecer será finalizado amanhã e a questão retornará ao Conama, que poderá optar por mandá-lo para avaliação jurídica ou acionar o Ibama, na busca de uma formatação final antes de ir à plenária. “Há também a possibilidade de ele [o parecer] retornar à diretoria, pedindo a imediata execução.” Conama receberá parecer pela regulamentação de retardantes para combate a incêndios florestais
  • 6. Notícias - Outubro 2011 Data: 05/10/2011 - Veículo: Gazeta de Piracicaba eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee Título:
  • 7. Notícias - Outubro 2011 Data: 06/10/2011 - Veículo: Gazeta de Piracicaba eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
  • 8. Notícias – Outubro 2011 Data: 06/10/2011 - Veículo: Jornal de Piracicaba O mundo ainda está longe de alcançar as metas de redução dos impactos das mudanças climáticas estabelecidas pelas Nações Unidas, e deve se preparar para desastres maiores se o atual cenário não for modificado, alertou um estudo divulgado por organizações ambientais nesta quarta-feira (5) que ressaltou o aumento das emissões de gases de efeito estufa do Brasil. Durante as negociações da ONU realizadas na Cidade do Panamá, preparatórias para a Cúpula Climática da ONU em Durban, na África do Sul, no fim do ano, o mecanismo criado pelas ongs denominado “Rastreador de Ação Climática”, que pretende fazer um acompanhamento dos esforços dos países para reduzir as emissões de gases-estufa, detectou um abismo entre as metas estabelecidas pelos governos e seus resultados. Em 2009, na Cúpula do Clima da ONU em Copenhague, os países concordaram no último minuto em limitar a elevação da temperatura do planeta a dois graus Celsius com relação aos níveis do período pré-industrial, meta considerada tímida demais para os ambientalistas. Alta nas emissões brasileiras – O rastreador calculou que o Brasil terá emissões “significativamente maiores” ao previamente projetado. Em Copenhague, o país prometeu uma redução entre 36% e 39% das emissões em comparação com o cenário “business as usual” (com parâmetros inalterados). No entanto, dados recentes do país indicam que as emissões de dióxido de carbono aumentaram, sobretudo devido ao avanço do desmatamento, destacou o estudo. Segundo números divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente na última segunda-feira (3), a Amazônia perdeu 7.000 km² de floresta em 2010. Na China, nação que detém o título de maior emissor de dióxido de carbono, as emissões deste gás considerado o responsável pelo aumento da temperatura no planeta estão crescendo mais rápido do que se pensava. Segundo o estudo, se os níveis atuais forem mantidos, em 2020 as emissões de gases estufa estarão na casa dos 54 milhões de toneladas de dióxido de carbono, o equivalente a entre 10 e 14 milhões de toneladas a mais do que a meta fixada. O planeta está “muito, muito longe” de alcançar o objetivo de dois graus, alertou Bill Hare, um dos principais autores de um relatório científico das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, elaborado em 2007, e diretor do grupo de pesquisas Climate Analytics, sediado em Postdam, na Alemanha. “Caminhamos para um aquecimento de mais de três graus, a menos que haja avanços importantes”, disse Hare, assessor do grupo ambientalista Greenpeace. Estudo revela que planeta está longe de mitigar mudança do clima
  • 9. Notícias - Outubro 2011 Data: 06/10/2011 - Veículo: Consórcio PCJ O Consórcio PCJ participou do Encontro de Negócios realizado nessa quinta-feira (06), na indústria farmacêutica EMS, no município de Hortolândia. O evento contou com a participação de 350 empresas da Região de Campinas e é uma iniciativa do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) em parceria com a Prefeitura Municipal de Hortolândia, por meio da Secretaria de Indústria e Comércio.  O encontro tem como objetivo promover a troca de contatos entre os participantes, bem como apresentar produtos e serviços. O prefeito de Hortolândia e Presidente do Consórcio PCJ, Angelo Perugini, esteve presente para a abertura do evento e ao lado de representantes da equipe técnica da entidade, como o Coordenador de Projetos e Assessor Especial da Presidência, Francisco Lahóz, a Coordenadora de Projetos, Ligia Cepeda e o Gerente Técnico, Alexandre Vilella, apresentaram o Consórcio PCJ para o empresariado presente. “ A água que serve as plantas das empresas aqui presentes tem origem da luta do Consórcio PCJ nesses mais de 20 anos de atuação em prol de água em qualidade e quantidade”, disse o presidente do Consórcio PCJ. Perugini comentou da crise da água no mundo e na região, com a necessidade das bacias PCJ enviarem 60% de sua água para a Região Metropolitana de São Paulo. “É o trabalho de prefeituras, empresas e entidades dentro do Consórcio PCJ que garante que não falte água para indústrias e população que moram aqui possibilitando assim um desenvolvimento sustentável”, comentou ele. O Presidente do Consórcio PCJ chamou de corajosos os empresários que investiram e investem no município de Hortolândia. “Até pouco tempo atrás não tínhamos rede coletora de esgoto e nem Estação de Tratamento de Esgotos (ETE). Ora, uma empresa para migrar para uma cidade que não tem rede de esgoto é muito difícil e vocês acreditaram nessa cidade num momento difícil. Hoje, nós temos estação de tratamento de esgoto e rede coletora de quase 70%, com previsão de chegarmos a 2012 com 100% de coleta e tratamento dos esgotos produzidos pelo município”, atentou. Sobre o encontro de negócios, Perugini disse ainda, “que negócio bom é aquele que é bom para todos. Cidade boa é cidade boa para todos e empresa boa é empresa boa para todos”, ao mesmo tempo em que comentava do investimento de Hortolândia na formação e capacitação de mão de obra. Ele chamou a atenção para o investimento no profissional. “Uma empresa para ser boa tem de ser boa para o seu funcionário, que é o seu grande valor. É preciso investir em seus colaboradores para que a empresa cresça”. O evento foi aberto pelo Diretor Titular do Ciesp-Campinas, José Antunes Filho, que destacou o crescimento industrial do município anfitrião. “Vemos Hortolândia como um diamante que brilha na área industrial. É uma cidade com vocação forte para a indústria, com grandes empresas de alto padrão”, comentou ele. O Diretor de Produtos e Serviços do Ciesp e primeiro vice-diretor do Ciesp Campinas, José Henrique Toledo e Corrêa, disse que os Encontros de Negócios foram multiplicados por todas as regiões do estado de São Paulo. “No dia 18 desse mês teremos um na cidade de Santos, voltado para o setor de petróleo e gás, no dia 19, em Monte Mor, acontecerá um similar ao que está sendo realizado aqui e dia 20, na sede da Ciesp em São Paulo”, pontuou Corrêa. O Consórcio PCJ esteve no evento para divulgar suas ações nas bacias PCJ e convidar o empresariado a conhecê-las e a  participar da entidade. No total são desenvolvidos 14 programas entre educação ambiental, reflorestamento ciliar e gestão de recursos hídricos que foram apresentados a diversos representantes dos mais variados segmentos empresariais.  Consórcio PCJ participa de encontro de negócios com empresas da região de Campinas
  • 10. Notícias – Outubro 2011 Data: 07/10/2011 - Veículo: MMA Qual é a diferença entre consumo consciente e consumo sustentável? No primeiro caso, o consumidor faz escolhas individuais e imediatas, relacionadas à sua capacidade de optar em cada compra realizada. Já o consumo sustentável implica em uma mudança de padrão de comportamento e de hábitos adotados, e tem resultados que melhoram o planeta e a qualidade de vida da sociedade como um todo. Nos últimos anos, o MMA promoveu inúmeras ações no Dia do Consumidor, sempre comemorado no dia 15 de outubro. A partir deste ano, o Ministério inaugura o Mês do Consumo Sustentável, com atividades de mobilização e conscientização de consumidores e de diferentes setores da sociedade. De acordo com a gerente de produção e consumo sustentável do MMA, Fernanda Daltro, serão lançadas neste período três novas campanhas, como a de coleta de eletroeletrônicos, que será promovida em estações de metrô de Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Entre 21 e 26 outubro, serão disponibilizados postos de coleta em locais escolhidos pela intensa movimentação de passageiros. Os consumidores serão estimulados a levar equipamentos antigos ou que estão fora de uso, como TVs, eletrodomésticos, monitores, cabos de computadores, telefones, celulares, CDs, DVDs, fitas VHS e afins. Nesta campanha, o MMA conta com as parcerias da Phillips, Carrefour e de duas empresas de coleta e reciclagem, a Descarte Certo e a Oxil, que vão realizar a coleta, triagem e destinação adequada a recicladores. Fernanda explica que esta é também uma maneira de preparar o consumidor para o processo de logística reversa, prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos. Esperamos sensibilizar o consumidor a não realizar o descarte de eletroeletrônicos no lixo comum, pois tal prática tem alto impacto ambiental, uma vez que os produtos possuem componentes químicos e tóxicos. Além disso, o descarte inadequado gera desperdício de materiais que podem ser reaproveitados, como plástico, vidro e metais, avalia a gerente de consumo sustentável. Cadernos Sustentáveis O MMA também vai lançar a série Cadernos de Consumo Sustentável, que serão exemplares explicativos e lúdicos, com informações sobre o consumo sustentável e suas colaborações para a sociedade e o meio ambiente. As publicações serão lançadas periodicamente e contarão com a parceria de instituições especializadas em assuntos relacionados ao tema. O primeiro número será produzido com o Compromisso Empresarial para a Reciclagem (Cempre) com  a temática consumo sustentável e reciclagem. MMA mobiliza sociedade para o consumo consciente
  • 11. Notícias – Outubro 2011 Data: 08/10/2011 Veículo: Jornal de Piracicaba eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
  • 12. Notícias - Agosto 2011 Data: 08/10/2011 - Veículo: Jornal de Piracicaba
  • 13. Notícias - Outubro 2011 Data: 08/10/2011 - Veículo: Jornal de Piracicaba eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
  • 14. Notícias - Outubro 2011 Data: 08/10/2011 Veículo: Gazeta de Piracicaba
  • 15. Notícias – Outubro 2011 Data: 08/10/2011 - Veículo: Ambiente Brasil Aspectos do conceito de ‘economia verde’ foram debatidos nesta sexta-feira (7) no Ministério do Meio Ambiente (MMA). O evento foi o primeiro encontro de uma série de seis, denominada Manhãs Sustentáveis – Rumo à Rio+20 e promovida pela Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental (SAIC) do MMA. De acordo com a secretária Samyra Crespo, o objetivo da série é compartilhar conhecimentos e disseminar informações acerca da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), marcada para o período de 4 a 6 de junho de 2012, no Rio de Janeiro. “Acho que é obrigação de todo gestor público conhecer os objetivos da Rio+20″, disse ao abrir o evento, que também contou com a participação do assessor extraordinário do MMA para a Rio+20, Fernando Lyrio; da coordenadora do PNUMA no Brasil, Denise Hamú; e do professor da Fundação Getúlio Vargas, Roberto Guimarães. Cada encontro da série tratará de um tema a ser debatido durante a conferência da ONU. Neste primeiro, os participantes puderam entender o conceito de ‘economia verde’ e o contexto internacional em que ele se insere. “É uma discussão bastante rica, mas também muito complexa”, resumiu Fernando Lyrio. Segundo ele, há países que ainda recusam a noção de uma ‘economia verde’ e não aceitam que as questões econômicas sejam misturadas com as ambientais. O assessor extraordinário do MMA para a Rio+20 lembrou, ainda, que o tema da conferência é desenvolvimento sustentável, e não meio ambiente – o que acarreta o envolvimento de diversos outros atores, além de organizações ligadas à área ambiental. Lyrio explicou também que, além de ‘economia verde’, a Rio+20 vai debater a estrutura de governança para o desenvolvimento sustentável no âmbito das Nações Unidas. MMA abre série de encontros sobre Rio+20 voltada a servidores e gestores
  • 16. Notícias - Outubro 2011 Data: 09/10/20111 - Veículo: Jornal de Piracicaba eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee
  • 17. Notícias - Agosto 2011 Data: 09/10/2011 - Veículo: Gazeta de Piracicaba eeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee Título:
  • 18. Notícias – Outubro 2011 Data: 09/10/2011 Veículo: Gazeta de Piracicaba
  • 19. Você possui uma boa sugestão de EVENTO ou NOTÍCIA? Então, envie sua sugestão para o e-mail [email_address] e ela poderá aparecer no nosso próximo calendário ou clipping.
  • 20. O que é a Florespi? É uma ONG (Organização Não Governamental), fundada em 1988 e com qualificações de OSCIP e Utilidade Pública Municipal. Sua sede é em Piracicaba, mas sua atuação ocorre em todo Estado de SP.
    • Por que a Florespi existe?
    • Para contribuir com o desenvolvimento de sociedades sustentáveis, por meio da proteção, recuperação e ampliação das florestas e dos recursos hídricos.
    • Para alcançar esta missão, a Florespi atua nos seguintes 7 temas/programas:
    • Recuperação de Áreas Degradadas
    • Arborização Urbana e Áreas Verdes
    • Licenciamento
    • Geração de Renda
    • Cursos, Oficinas e Eventos
    • Políticas Públicas
    • Resíduos Quer saber mais sobre a Florespi?
    • Acesse nosso site: www.florespi.org.br
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