O vídeo como recurso midático na divulgação do ensino de química em um museu de ciências

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Trabalho apresentado como comunicação oral no Congresso Norte Nordeste de Química - 2011. João Pessoa - PB

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O vídeo como recurso midático na divulgação do ensino de química em um museu de ciências

  1. 1. O vídeo como recurso midiático na divulgação do ensino de química em um museu de ciências Carlos Henrique Lucena Araújo, Espaço Ciência Flávia Cristina Gomes Catunda de Vasconcelos, UFRPE Marcelo Brito Carneiro Leão, UFRPEResumo Muitos espaços formais de ensino se restringem a realização de experimentaçõesnas aulas de química, devido à falta de espaço físico e material. Mas, outros recursospodem ser utilizados como, o vídeo, que pode apresentar reações químicas, utilizandoapenas televisão e DVD. Devido o museu de ciências ser de fundamental importânciapara a divulgação cientifica, este pode ter diversas atividades relacionadas ao ensino dequímica. Deste modo, no ano de 2010, foi realizada uma pesquisa a fim de averiguarcomo o recurso midiático pode auxiliar no processo de compreensão de fenômenosquímicos tendo como parâmetro de analise os obstáculos epistemológicos de GastonBachelard, onde o resultado nos revelou que o vídeo tem um papel fundamental comoferramenta auxiliar para o professor de química ou monitor na divulgação do saber.Palavras-chave: ensino de química, experimentação, Gaston Bachelard, vídeo.Introdução No Brasil, existem, atualmente, 190 espaços de popularização de ciência, como:museus, zoológicos, aquários, planetários, observatórios e jardins botânicos, comatividades para todas as faixas etárias (ABCMC, 2009). Dentre estes, destaca-se omuseu de ciências e da natureza, que tem diversos objetivos, como: promover apopularização e divulgação do avanço da ciência e tecnologia; o homem e a evoluçãodas realizações técnicas e científicas da humanidade, fazendo com que a populaçãocompreenda, avalie e julgue seus diferentes usos na sociedade (COLINVAUX, 2005). Com o passar dos anos, várias propostas foram inseridas na metodologia de sepassar o conhecimento nos centros e museus de ciências, como o hands-on queatribuem uma maior ênfase na ação dos visitantes, buscando a experiência imediata esensorial, além das explicações relativas aos fenômenos científicos (GRUZMAN &SIQUEIRA, 2007; PAVÃO; LEITÃO, 2007). Porém, na ciência química existemalguns experimentos que exigem uma maior complexidade em suas elaborações e,podem inviabilizar a sua realização. Como também, alguns centros não apresentamestrutura física para a sua execução ou requerem de reagentes perigosos, um meio desanar esta dificuldade é através da utilização de vídeos, que podem apresentar situaçõesexperimentais, mostrando ao espectador a relação da teoria com a prática, que muitasvezes são omitidos nas aulas de química. Deste modo, este artigo apresenta uma pesquisa que realizada no museu deciências do estado de Pernambuco, o Espaço Ciência, que é um museu interativo degrande importância para o país, apresentando áreas que abordam temas das seguintesciências: astronomia, história, geografia, química, física, biologia, matemática erobótica. Nele, os visitantes se aproximam da ciência com uma maior facilidade devidoa sua didática, divulgando os conceitos científicos de forma lúdica, propiciando o acessoda população a novos conhecimentos. Pois, muitas vezes, alguns aspectos, como
  2. 2. restrição de materiais de cunho químico nas escolas e espaço físico, terminamimpedindo esta ligação entre o saber e a população da ciência através de aplicaçõespráticas com o cotidiano. Dentre o extenso calendário de atividades do museu destaca-se a feira deciências, Ciência Jovem, que está entre as quatro maiores feiras científica do país, naqual são apresentados trabalhos desenvolvidos por alunos e professores da educaçãoinfantil até o ensino médio. Devido ao quantitativo de público visitante neste evento,propôs-se a ideia de realizar uma pesquisa que relacionasse a ciência química, o vídeo ea visão conceitual dos visitantes diante de dois experimentos do cotidiano. Essas visõesforam conceituadas segundo a epistemologia de Gaston Bachelard, que propõe aresistência do conhecimento científico através dos obstáculos epistemológicos, quepodem surgir no processo de ensino e aprendizagem.METODOLOGIA Ocorrida na feira de científica “Ciência Jovem”, no ano de 2010, com público deaproximadamente 9 mil pessoas, a pesquisa consistiu em duas etapas: a primeira foi aseleção dos vídeos experimentais no site do grupo Ponto Ciência1, que é coordenadopelo professor Alfredo Matheus da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Osite funciona como um repositório de vídeos experimentais produzidos pelo grupo e porpessoas que são cadastradas no mesmo. Em cada experimento, apresenta-se os materiaisutilizados, o respectivo vídeo e as explicações para o fenômeno, podendo qualquerusuário adicionar comentários sobre o assunto. Foram escolhidos quatro vídeos: DNA da ervilha, combustão da vela, levitaçãode uma bola e fermentação de bebidas, mas neste trabalho serão apresentados osquestionários analisados sobre dois vídeos: combustão da vela e fermentação debebidas, por apresentarem mais conceitos químicos, em sua execução. Mesmo, estesvídeos não serem de alta complexidade, eles foram escolhidos devido a suaaproximação com o dia-a-dia das pessoas. O vídeo da combustão da vela traz o experimento clássico que é muito exploradoem livros didáticos como meio de compreensão dos componentes de uma combustão(comburente, combustível, calor) (Imagem 1.A). Apesar de comumente se explicar quea vela se apaga devido ao consumo total de gás oxigênio, se sabe que partes desseoxigênio é consumido e, parte do gás liberado (gás carbônico) é dissolvido na água(BRAATEN, 2000). O segundo vídeo, da fermentação, traz a reação entre fungos comuma solução de açúcar, para verificar o processo de liberação de gás carbônico nadecomposição de açúcares sob a ação de microorganismos (Imagem 1.B). Estefenômeno ocorre quando se acrescenta fermento biológico na massa de pizzas e pãesquando se deixa a massa “descansar” para ela “crescer”.1 http://www.pontociencia.org.br/
  3. 3. Imagens 1. Imagens retiradas dos vídeos do site do Ponto Ciência. A) Experimento da combustãoda vela. B) Experimento da fermentação de uma solução de açúcar em água destilada com fermento químico. Na segunda etapa, foi elaborado, para cada vídeo, um questionário baseado nostextos de Gaston Bachelard. As respostas foram criadas a partir das zonas do perfilconceitual, sendo elas: realista, animista, empirista e racionalista. Na visão realista, o aluno não consegue diferenciar mudanças microscópicascom as macroscópicas, pois está preso às evidências visuais (que nem sempre sãoconfiáveis). A idéia de destruição da matéria é baseada em idéias intuitivas, vindas apartir da visualização sem reflexão a cerca do fenômeno, ou seja, os alunos consideramapenas os aspectos visuais óbvios. Na animista, os alunos acreditam que um fenômenoquímico é oriundo de uma transformação visual, ou seja, se restringe ao o observar,tendendo a substancializar certas noções abstratas. Com a visão empirista, baseados emsuas experiências individuais, os alunos atribuem sentimentos e intenções a objetosinertes. Por fim, a visão racionalista, possibilita que os alunos percebam tantos aspectosmicroscópicos quanto macroscópicos, tendo a ideia de que nem sempre a evidênciavisual dá a certeza da ocorrência de uma mudança microscópica (MARTINS, 2006;BACHELARD, 1996). No quadro 1, apresentam-se os questionários elaborados paracada vídeo.
  4. 4. Vídeo 1 – Combustão da vela2 Vídeo 2 – Fermentação3- O que acontece com a cera da vela? - Qual definição explicaria, resumidamente, o conceito de fermentação?a) participa de uma reação de combustãob) muda de estado físico a) um processo utilizado pelas bactérias ec) muda de estado químico leveduras (seres unicelulares) para obter energia, sem usar oxigênio livre, por meio da quebra- Por que, com o passar do tempo, a chama da vela incompleta das moléculas de glicose.se apaga? b) os fungos e bactérias comem o açúcar do frasco produzindo outras substâncias (fermento, pora) por causa da diminuição de gás oxigênio na exemplo)região da chama. c) as bactérias produzem enzimas especificas,b) porque acabou o ciclo da reação permitindo o processo de fermentaçãoc) porque não houve energia necessária para aconclusão da reação - Por que a solução do frasco fica branca?- Por que o líquido sobe para dentro do frasco, a) devido a reação do gás carbônico, liberado naquando a chama vai diminuindo? reação de fermentação, com a solução de hidróxido de cálcio. Isto produz carbonato dea) porque ocorre uma variação de pressão dentro cálcio, que é insolúvel em água.do frasco, o que permite a entrada do líquido b) porque a reação de fermentação libera um pób) por conta da produção de água, característica de que deixa a solução do frasco branca.uma reação de combustão c) porque isto ocorre em todas as reações.c) porque o copo não isola por completo a vela docontato externo - Por que a solução de azul de bromotimol muda- Qual tipo de combustão e quais substâncias são de cor?produzidas durante a queima da vela? a) devido à diminuição da concentração dea) Combustão completa, fuligem e água. substância básica na solução do frascob) Combustão turbulenta, água, dióxido de b) devido ao aumento da concentração decarbono e fuligem. substâncias básica na solução do frascoc) Combustão incompleta, água, monóxido de c) devido a equilíbrio Ácido-base na solução docarbono, dióxido de carbono e fuligem. frascoQuadro 1. Questionários aplicados aos visitantes que visualizaram os vídeos utilizados na pesquisa. Os questionários foram aplicados a 72 pessoas, num período de 4 horas, no dia28 de outubro de 2010. Em seguida, foram coletados e agrupados, segundo a faixa etáriados visitantes.RESULTADOS E DISCUSSÕES O primeiro questionário a ser analisado foi do vídeo da “Combustão da vela”,com um total de 37 respostas analisadas. Neste questionário, as respostas foramanalisadas segundo a idade dos participantes, devido à relação existente entre a idade eo nível cognitivo. As respostas foram analisadas com base nos obstáculosepistemológicos de Gaston Bachelard.2 Disponível em: <http://www.pontociencia.org.br/experimentos-interna.php?experimento=133>3 Disponível em:<http://www.pontociencia.org.br/experimentos-interna.php?experimento=552&FERMENTACAO+COMO+FUNGOS+FAZEM+BEBIDA+ALCOOLICA#top>
  5. 5. A primeira faixa estaria a ser analisada foi de 12 a 15 anos (Tabela 1), num totalde 9 estudantes, onde a maioria dos alunos, na questão 1, apresentaram uma visãoanimista, pois os indivíduos, não apresentam uma resposta coerente com o querealmente acontece com o fenômeno, pois se trata de um fenômeno químico(combustão), pois não existe um “estado químico”, como apresenta a alternativa “c)muda de estado químico”. Lopes (2003) relata o obstáculo da visão animista com “a natureza, em todos os seus fenômenos, é envolvida numa teoria geral do crescimento e da vida. A crença no caráter universal da vida pode ocasionar exageros incríveis quando verificada em casos concretos. Vida torna-se uma palavra mágica, valorizada. Qualquer outro princípio esmaece quando se pode invocar um princípio vital. (LOPES, 2003, p. 314) Nas questões dois e três, cinco indivíduos apresentaram a visão racionalista, poisa reação de combustão se encerra devido à diminuição da quantidade de oxigênio naregião próxima ao pavio, ou seja, estes conseguiram relacionar o microscópico(quantidade insuficiente de gás oxigênio) com o macroscópico (a vela se apagar),decorrente também da variação da pressão interna do frasco (BRAATHEN, 2000). Naúltima questão o grupo também apresentou uma visão racionalista ao assinalar aalternativa c, que informava que a combustão era do tipo incompleto com a formaçãodos produtos: monóxido e dióxido de carbono, água e fuligem, já que é possívelvisualizar este último na região do frasco mais próxima a chama da vela. Nesta faixaetária, com os resultados apresentados, pode-se dizer que o grupo é caracterizado comuma visão racionalista, compreendendo o fenômeno visualizado no vídeo. Questões Quantitativo de respostas A B C 1 2 3 4 2 5 3 1 3 5 2 2 4 3 2 4 TABELA 01. Tabela com o quantitativo de alunos compreendidos na faixa de 12 a 15 anos, vídeo “combustão da vela”. Na faixa de idade dos 16 aos 18 anos, tem-se um quantitativo num total de 28entrevistados. Na primeira, segunda e quarta questão, o grupo se caracterizada na visãoempirista, estes, segundo Martins (2006), apresentam um obstáculo epistemológico, querelaciona experiências que na maioria das vezes não possui um caráter cientifico,fazendo assim uma ligação entre conceitos da ciência com “mitos” vivenciados nocotidiano, devido os indivíduos informarem que a chama se apaga devido “o término dogás oxigênio”. Este termo é bom comum no censo popular sobre o fenômeno. Mesmoassim, os indivíduos apresentam uma visão racionalista, ao analisarem os fenômenosdecorrentes sobre a entrada de água no frasco, quando se coloca o copo sobre a vela. A tabela 2 mostra o quantitativo de respostas obtidas em cada questão, levandoem consideração a maioria das respostas, para chega-se à visão deste grupo comoempirista.
  6. 6. Questões Quantitativo de respostas A B C 1 9 11 8 2 14 6 8 3 15 7 6 4 13 5 10 TABELA 02. Tabela com o quantitativo de alunos compreendidos na faixa de 16 a 18 anos, vídeo “combustão da vela”. O segundo questionário a ser analisado foi do vídeo da “fermentação debebidas”, com um total de 35 respostas analisadas. Para este questionários aplicou-se osmesmos critérios de análise que o anterior. Na tabela 3, verifica-se os resultado que corresponde a faixa etária de idade 12 a15 anos, num total de 7 entrevistados. Percebe-se que a maioria dos indivíduos queforam analisados nas questões 1 e 2 possuem uma visão racionalista, devido a umamaior percepção a cerca do que ocorre no vídeo, podendo compreender os conceitoscientíficos sobre o fenômeno da fermentação. Mesmo assim, estes apresentam umavisão realista, uma vez que, ao analisar a questão 3, eles optaram a alternativa queafirma que o azul de bromotimol muda de cor por conta do aumento da concentração desubstancias básicas na solução do frasco. Para Bachelard, todo realista é um avarento e todo avarento é um realista(LOPES, 2003). Trata-se do sentimento de ter e do complexo do pequeno lucro. Nãoperder nada é, de saída, uma prescrição normativa que se torna uma descrição: passa donormativo para o positivo.O principal axioma do realismo não provado - nada se perde,nada se cria - é uma afirmação de avarento. Fazendo uma relação com a alternativa escolhidas pelos indivíduos chega-se aconclusão de que os indivíduos se deparam com duas alternativas, uma inversa da outra(diminuição e aumento das concentrações). Com este sentimento proposto porBachelard, o realista busca o lucro, mas na maioria das vezes este lucro não correspondeao tamanho do investimento, no contexto, as alternativas apresentam a diminuição e oaumento. É o que ocorre nesta questão, o individuo se depara com a dúvida entre asalternativas opostas, este anseio pelo lucro faz com que ele não perceba o verdadeiroprocesso presente no azul de bromotimol. Mesmo com essa percepção, esta faixa etária,nesta pesquisa, foi vista como um grupo racionalista. Questões Quantitativo de respostas A B C 1 3 2 2 2 5 2 0 3 0 6 1 TABELA 03. Tabela com o quantitativo de alunos compreendidos na faixa de 12 a 15 anos, vídeo “fermentação”. Ao analisar os estudantes compreendidos na faixa etária de 16 a 18 anos, total de28 entrevistados, percebe-se que mesmo apresentando uma visão racionalista, ao definir
  7. 7. a fermentação como um processo utilizado pelas bactérias e leveduras (seresunicelulares) para obter energia, como apresenta a alternativa ‘a’, eles sãocaracterizados como um grupo que apresenta uma visão animista, uma vez que elesescolhem a opção que informa a liberação do pó branco é decorrente da reação defermentação (questão 2). Porém, isto ocorre devido a liberação do gás carbônico quereage com a solução de hidróxido de cálcio presente na garrafa (FERREIRA;MONTES, 1999). Com este resultado, percebe-se a visão animista deste grupo deestudantes. Questões Quantitativo de respostas A B C 1 14 12 2 2 12 14 2 3 5 8 13 TABELA 04. Tabela com o quantitativo de alunos compreendidos na faixa de 16 a 18 anos, vídeo combustão da vela.CONCLUSÕES Fazendo um parâmetro com os resultados dos questionários tendo como base ostextos de Gaston Bachelard, vimos que a maioria dos entrevistados teve o êxito naanálise e compreensão dos fenômenos (visão racionalista), prezando pela concepçãocoerente ao assistir o vídeo e relacioná-lo com os conhecimentos científicos construídosno decorrer de seu desenvolvimento escolar, já que estes estão inseridos na faixa etáriados 12 aos 15 anos. Com este resultado podemos concluir que os indivíduos mais jovenspossuem uma maior percepção em torno dos temas abordados nos vídeos usados nestapesquisa, isso pode ser pelo fato de que estes indivíduos serem muitos jovens, nãopossuem tantas experiências dos conhecimentos populares, assim eles não fazemmisturam crença popular com conceitos científicos. Sendo assim, conclui-se também que o vídeo é uma ferramenta auxiliar, quedeve ser integrada a outros recursos, visto que a maioria dos entrevistados consegueapresentar as definições do fenômeno, mas não apresentam todo o domínio numa visãomicroscópica. O recurso também possibilita que as instituições de ensino e espaçosreservados para divulgação científica, que não possuem estruturas físicas pararealizações de experimentações químicas, possibilitando a apresentação da ciênciaquímica de forma prática, onde a mesma geralmente é abordada de forma restrita eteórica, inviabilizando a sua compreensão. Por fim, percebe-se que o vídeo deve ser usado como mais uma ferramenta quepode ser usado pelo professor, atrelada a outras atividades, devido à utilização apenasdeste recurso não são ser suficiente para a compreensão completa dos fenômenosquímicos apresentados, principalmente a níveis microscópicos.
  8. 8. REFERÊNCIASABCMC. Centros e museus de ciência do Brasil. Associação Brasileira de Centros eMuseus de Ciência: UFRJ. FCC. Casa da Ciência: Fiocruz. Museu da Vida, 2009.BACHELARD, G. A formação do Espírito Científico. Rio de Janeiro Contrapontoeditora. 314p.1996.BRAATHEN, P.C. Combustão de uma vela para medir teor de oxigênio no ar.Química Nova na Escola. n. 12, nov.2000.COLINVAUX, D. Science museums and psychology: interactivity,experimentation, and context. História, Ciências, Saúde – Manguinhos. v. 12(supplement), p. 79-91, 2005.FERREIRA, E.C.; MONTES, R. A química na produção de bebidas alcoólicas.Química Nova na Escola. n. 10 nov. 1999GRUZMAN, Carla & SIQUEIRA, V. H. F. de. O papel educacional do Museu deCiências: desafios e transformações conceituais. Revista Electrónica de Enseñanzade las Ciências. vol. 6, n. 2, p. 402-423, 2007.LOPES, ROSA GUEDES. O espírito científico segundo Gaston bachelard Rio deJaneiro Contraponto editora. 314p, 2003MARTINS, A.F.P. Algumas contribuições da epistomologia de Gaston Bachelard àPesquisa em Ensino das Ciências. Anais do X Encontro de Pesquisa em Ensino deFísica. Londrina, 2006. Disponível em:<http://www.sbf1.sbfisica.org.br/eventos/epef/x/sys/resumos/T0066-1.pdf> Acesso: 08fev. 2011PAVÃO, A.C.; LEITÃO, A. Hand-son, Minds-on? Hearts-on? Social-on?Explainers-on! Diálogos & Ciência: mediação em museus e centros de Ciência. Org:Luisa Massarani, Matteo Merzagora, Paola Rodari. Rio de Janeiro: Museu da Vida/Casade Oswaldo Cruz/Fio Cruz, 2007. p. 39-46.

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