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Pneumonias adquiridas na comunidade
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Pneumonias adquiridas na comunidade

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  • desde infecções virais auto-limitadas a pneumonias bacterianas graves com necessidade de internação em UTI.
  • Em 2011, duas sociedades europeias, a European Respiratory Society e a European Society for Clinical Microbiology and Infectious Disease, reuniram-se e traçaram diretrizes para a condução das diferentes apresentações das infecções do trato respiratório inferior, para as quais adotaram as seguintes definições:
  • *mesmo quando todas as possibilidades de exames microbiológicos são empregadas. *(6% a 26% dos casos em adultos sem imunodeficiência), fazendo com que o achado de um patógeno não garanta necessariamente a definição da etiologia da PAC. *com base nos conhecimentos epidemiológicos sobre os patógenos mais comuns e seus perfis de sensibilidade.
  • *tanto entre as PAC de tratamento ambulatorial quanto nas com necessidade de internação.
  • No entanto, estes sintomas estão presentes na pneumonia alveolar (que faz consolidação pulmonar), por isso são também conhecidos como sinais de consolidação de brônquio aberto.
  • * mesmo assim com resultados limitados.
  • Transcript

    • 1. UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS ESCOLA SUPERIOR DE CIÊNCIAS DA SAÚDE Disciplina : Clínica Médica/Pneumologia
    • 2. 1. INTRODUÇÃO 2. CONCEITOS INICIAIS 3. EPIDEMIOLOGIA 4. ETIOLOGIA 5. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS 6. DIAGNÓSTICO 7. DIAGNÓSTICOS DIFERENCIAIS 8. CRITÉRIOS DE GRAVIDADE 9. MANEJO TERAPÊUTICO 10. INDICAÇÕES DE VACINA 11. CONSIDERAÇÕES FINAIS
    • 3.  As infecções do trato respiratório inferior são muito frequentes e compreendem situações clínicas de gravidade variada. SILVA, JLP. J Bras Pneumol. 2012;38(2):145-147 FONTE: www.normalbreathing.com
    • 4.  O que é Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC)?  Doença aguda com tosse e pelo menos um sinal focal no exame físico do tórax, com febre há mais de 4 dias ou dispneia/taquipneia, sem outra causa óbvia, associados a alteração radiográfica compatível e que sugere ser nova. ▪ Adquirida fora do ambiente hospitalar ou com sintomas iniciados até 48 horas após a internação hospitalar. Woodhead, M. Clin Microbiol Infect 2011; 17(Suppl. 6): E1–E59
    • 5.  PAC suspeita:  A presença dos dados clínicos sem comprovação radiográfica .  Em idosos, radiografia de tórax compatível e quadro agudo inespecífico sem outra etiologia óbvia devem fazer pensar em PAC.
    • 6.  3ª causa de óbitos no mundo.  1ª nos países com renda per capita baixa.  Grande número de internaçõese elevado consumo de recursos.  No Brasil é a 4ª causa de óbitos. SILVA, JLP. J Bras Pneumol. 2012;38(2):145-147
    • 7. Incidência de PAC por faixa etária. Os extremos, antes do término da primeira década e após os 65 anos, são os com maior incidência. FONTE: http://www.tropicalmed.eu/
    • 8.  Diagnóstico microbiológico difícil.  Possibilidade de infecções mistas( em todas as faixas etárias).  Na prática, tratamento empírico.
    • 9.  As combinações mais comuns são as de duas bactérias.  MRSA tem sido identificado com frequência em infecções comunitárias.  Os vírus ocupam a segunda posição entre os patógenos mais comuns, atrás apenas do pneumococo (ERS). Woodhead, M. Clin Microbiol Infect 2011; 17(Suppl. 6): E1–E59
    • 10. CÔRREA, RA. et al. Diretrizes brasileiras para pneumonia adquirida na comunidade em adultos imunocompetentes – 2009. J Bras Pneumol. 2009;35(6):574-60
    • 11.  Febre  Calafrios  Tosse com expectoração mucopurulenta  Dor pleurítica ventilatório dependente  Dispnéia SHAKUR, R. TheEssencial Clinical Handbook for the Foundation Programme. DigitalEdition by Andrews UKLimited 2010.
    • 12.  INSPEÇÃO:  Taquipneia  PALPAÇÃO:  Taquicardia  Aumento do frêmito tóraco vocal(FTV)  PERCUSSÃO:  Macicez  AUSCULTA:  crepitação fina  Pectorilóquia  Broncofonia e egofonia. SEIDEL, H. M. et al. Mosby Guia de Exame Físico. 6ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
    • 13.  Clínico e radiográfico  Exame inicial fundamental:Rx de tórax PA e perfil.  Outros:  PCR: Não há consenso. ▪ PCR <20 mg/L com mais de 24 horas de sintomas: PAC improvável. ▪ PCR > 100 mg/L: PAC provável; Woodhead, M. Clin Microbiol Infect 2011; 17(Suppl. 6): E1–E59
    • 14.  Toracocentese:  Mandatório na presença de derrame pleural (>10 mm).  Importância: Diagnóstico diferencial com empiema. Woodhead, M. Clin Microbiol Infect 2011; 17(Suppl. 6): E1–E59
    • 15.  Sinais focais no exame físico do tórax  Dispneia  Taquipneia  Frequência de pulso > 100 bpm  Febre > 4 dias  PCR >100 mg/l  RX indisponível  PAC presumida  Tratar.
    • 16.  Apenas para os pacientes internados.  Hemoculturas: Positividade baixa.  Antígenos urinários: Pneumococo e Legionela.  Testes sorológicos: Resultados tardios.  PCR para vírus: epidemias.  Broncoscopia com LBA: Ventilação mecânica. Resposta terapêutica ruim. Woodhead, M. Clin Microbiol Infect 2011; 17(Suppl. 6): E1–E59
    • 17. INFECCIOSAS  Bronquite Aguda  Exacerbação de DPOC  Influenza  Exacerbação aguda de bronquectasia  Tuberculose NÃO-INFECCIOSAS  Atelectasia  TEP  Vasculite Pulmonar  Pneumonites  Sarcoidose  Síndrome de Goodpasture  EAP SHAKUR, R. TheEssencial Clinical Handbook for the Foundation Programme. DigitalEdition by Andrews UKLimited 2010.
    • 18.  Boa resposta Clínica: 7 dias.  Suspeita ou confirmação de Pseudomonas ou Acinetobacter: 15 dias.  Seguimento de marcadores inflamatórios: não há recomendações definitivas sobre quando suspender o tratamento com base nesses exames.  Parenteral para Oral: melhora clínica. Neste momento o paciente pode receber alta e completar o tratamento em casa. CÔRREA, RA. et al. Diretrizes brasileiras para pneumonia adquirida na comunidade em adultos imunocompetentes – 2009. J Bras Pneumol. 2009;35(6):574-60
    • 19. CÔRREA, RA. et al. Diretrizes brasileiras para pneumonia adquirida na comunidade em adultos imunocompetentes – 2009. J Bras Pneumol. 2009;35(6):574-60
    • 20.  Oxigenoterapia em pacientes hipoxêmicos;  Suporte ventilatório mecânico quando indicado: VNI é particularmente eficaz nas PAC associadas à DPOC.  Ressuscitação volêmica e drogas vasopressoras quando indicadas; CÔRREA, RA. et al. Diretrizes brasileiras para pneumonia adquirida na comunidade em adultos imunocompetentes – 2009. J Bras Pneumol. 2009;35(6):574-60
    • 21.  Profilaxia de eventos tromboembólicos.  Antitussígenos ou mucolíticos: não estão indicados.  Corticoides: Quando há choque que se mantém a despeito do início de drogas vasopressoras. CÔRREA, RA. et al. Diretrizes brasileiras para pneumonia adquirida na comunidade em adultos imunocompetentes – 2009. J Bras Pneumol. 2009;35(6):574-60
    • 22.  Indicação de Antiviral (Osetalmivir) :  Pacientes de risco com sintomas típicos de influenza (febre, dor muscular, astenia generalizada e sintomas de vias aéreas inferiores), com duração menor que 2 dias e durante um surto epidêmico de influenza. CÔRREA, RA. et al. Diretrizes brasileiras para pneumonia adquirida na comunidade em adultos imunocompetentes – 2009. J Bras Pneumol. 2009;35(6):574-60
    • 23.  Quais são os grupos de Risco?  idade maior que 65 anos,  DPOC ou asma,  diabetes,  insuficiência cardíaca,  falência renal ou hepática  internação no último ano,  uso de corticoide,  uso de antibiótico no último mês,  Gravidez  Obesidade  Gravidade do quadro clínico CÔRREA, RA. et al. Diretrizes brasileiras para pneumonia adquirida na comunidade em adultos imunocompetentes – 2009. J Bras Pneumol. 2009;35(6):574-60
    • 24.  Melhora clínica: primeiros 3 dias devendo o paciente retornar ao médico caso isso não seja observado.  Pacientes mais graves, idosos ou com co- morbidades devem ser reavaliados após 48 horas. CÔRREA, RA. et al. Diretrizes brasileiras para pneumonia adquirida na comunidade em adultos imunocompetentes – 2009. J Bras Pneumol. 2009;35(6):574-60
    • 25.  INFLUENZA  Idade ≥ 50 anos  Grupos de Risco  Profissionais de Saúde  A vacina anti-influenza deve ser evitada nos indivíduos com hipersensibilidade à proteína do ovo (Evidência C).  Nos casos de doença febril aguda, a vacina anti-influenza somente deve ser ministrada após a resolução dos sintomas (Evidência C). CÔRREA, RA. et al. Diretrizes brasileiras para pneumonia adquirida na comunidade em adultos imunocompetentes – 2009. J Bras Pneumol. 2009;35(6):574-60
    • 26.  Anti-Pneumocócica  idade ≥ 65 anos (Evidência B).  Entre 2 e 64 anos de idade, na presença de comorbidades de alto risco, que os tornem vulneráveis às infecções pneumocócicas invasivas e às suas complicações (Evidência B).  A vacina antipneumocócica deve ser aplicada nos indivíduos imunocomprometidos e nos idosos residentes em asilos (Evidência B). CÔRREA, RA. et al. Diretrizes brasileiras para pneumonia adquirida na comunidade em adultos imunocompetentes – 2009. J Bras Pneumol. 2009;35(6):574-60
    • 27. 1. SILVA, JLP. Recomendações e implementação de diretrizes sobre pneumonia adquirida na comunidade: mais problemas do que soluções J Bras Pneumol. 2012;38(2):145-147. 2. CÔRREA, RA. et al. Diretrizes brasileiras para pneumonia adquirida na comunidade em adultos imunocompetentes – 2009. J Bras Pneumol. 2009;35(6):574-60. 3. WOODHEAD,M, et al.Guidelines for the management of adult lower respiratory tract infections. Clin Microbiol Infect 2011; 17(Suppl. 6): E1–E59. 4. SHAKUR, R. TheEssencial Clinical Handbook for the Foundation Programme. DigitalEdition by Andrews UKLimited 2010. 5. SEIDEL, H. M. et al. Mosby Guia de Exame Físico. 6ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
    • 28. MAIS INFORMÃÇÕES NO SITE: http://residenciapneumologiahujbb.wordpress.com/ Email: flaviasalame@gmail.com

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