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Números da Origem da Crise Financeira
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Números da Origem da Crise Financeira

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Estudo feito pela consultora Delloite, sobre o início da Crise Financeira.

Estudo feito pela consultora Delloite, sobre o início da Crise Financeira.

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  • 1. Efeitos do subprime Outubro de 2008
  • 2. A crise do crédito 2 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 3. A crise do crédito Juros A redução dos juros, a partir de 2001, favoreceu o aumento do consumo e propiciou o refinanciamento dos contratos imobiliários. Taxa de juros básica norte-americana % a.a 7 6.50 6 5 4 3.75 3 2 1.75 1.00 1 0 2000 D 2001 D 2002 D 2003 D Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir da consolidação de dados do Federal Reserve - Fed). 3 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 4. A crise do crédito Imóveis • O efeito da redução dos juros foi o de elevação dos preços dos imóveis, despertando o interesse dos mutuários, do mercado imobiliário e dos investidores. • O aquecimento conduziu ao refinanciamento dos imóveis pelos próprios mutuários para aquisição de outros para venda posterior. Preço dos imóveis nos EUA Índice base = Dez/2000 250 226 200 150 150 95 100 82 77 50 0 1988 1989 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 Fonte: Standard & Poor's/Case-Shiller. 4 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 5. A crise do crédito Imóveis As construtoras acompanharam a demanda crescente por imóveis e através de financiamentos das instituições financeiras, as mesmas que administram as hipotecas, passaram a oferecer novas casas ao mercado americano. Novas unidades habitacionais iniciadas (EUA) Mil unidades 1 100 1 045 1 050 1 000 982 950 900 861 850 806 800 750 700 2°S/99 1°S/00 2°S/00 1°S/01 2°S/01 1°S/02 2°S/02 1°S/03 2°S/03 1°S/04 2°S/04 1°S/05 Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir da consolidação de dados do Federal Reserve - Fed). New Privately Owned Housing Units Started. 5 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 6. A crise do crédito Retomada dos juros • O ritmo de inflação da economia passou a preocupar as autoridades monetárias norte-americanas, fazendo com que o Fed elevasse os juros. • A crescente evolução dos juros atraiu os investidores, principalmente para o mercado subprime, que oferecia juros acima da média do mercado. Taxa de juros básica norte-americana % a.a. 6 5.25 5 4.00 4 3 2.00 2 1.00 1 0 D 2004 D 2005 D 2006 D Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir da consolidação de dados do Federal Reserve - Fed). 6 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 7. A crise do crédito Imóveis e juros Com juros mais elevados, as vendas de imóveis passaram a cair e, conseqüentemente, os preços, após atingir recorde histórico em agosto de 2005. Imóveis x Juros 750 6.50 679 700 650 5.25 600 554 4.50 585 550 3.75 3.25 500 450 3.00 400 1.75 405 2.00 350 300 1.00 289 250 2°S/99 2°S/00 2°S/01 2°S/02 2°S/03 2°S/04 2°S/05 2°S/06 2°S/07 Taxa básica norte-americana (%a.a.) Venda de imóveis nos EUA (mil unidades) Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir da consolidação de dados do Federal Reserve - FED). 7 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 8. A crise do crédito Subprime As hipotecas mais antigas tornaram-se impagáveis, principalmente para os mutuários classificados como subprime, e as novas alcançavam valores menores. Preço dos imóveis nos EUA Índice base = Dez/2000 250 226 209 201 200 178 161 150 124 95 100 80 50 0 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 Fonte: Standard & Poor's/Case-Shiller. 8 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 9. A crise do crédito Situação atual Intervalo não percebido pelo Fed Crise 1 080 6.50 1045 980 5.25 880 865 806 816 780 3.75 3.75 679 680 603 580 554 480 459 514 2.00 1.00 448 380 289 280 2°S/99 2°S/00 2°S/01 2°S/02 2°S/03 2°S/04 2°S/05 2°S/06 2°S/07 Venda de imóveis (mil unidades) Novas unidades iniciadas (mil unidades) Juros (% a.a.) Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir da consolidação de dados do Federal Reserve - Fed). 9 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 10. A crise do crédito Retrospectiva
  • 11. Crise do crédito Retrospectiva • Fevereiro/2007: Os créditos hipotecários insolventes nos EUA se multiplicam e provocam as primeiras concordatas e falências de bancos especializados do setor. • Maio/2007: O consórcio formado pelos bancos Santander, Royal Bank of Scotland e Fortis apresentou oferta para adquirir o ABN Amro. • Junho/2007: O banco norte-americano Bear Stearns anuncia redução de 30% no lucro do segundo trimestre por causa dos créditos imobiliários. • Julho/2007: A Countrywide Financial, maior empresa do ramo de crédito hipotecário dos EUA, divulga queda no lucro e reduz projeções. • Agosto/2007: As bolsas caem diante dos riscos de contágio da crise. Federal Reserve e BCE intervêm para conceder mais liquidez aos mercados. • O banco BNP Paribas anuncia o congelamento dos resgates em três fundos de investimento lastreados em hipotecas de alto risco. • Setembro/2007: Ações do Northern Rock, quinto maior provedor de hipotecas do Reino Unido, desabam mais de 30% na Bolsa. Clientes sacam US$ 4 bilhões. 11 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 12. Crise do crédito Retrospectiva • Outubro/2007: O lucro líquido do Citi cai 57% no terceiro trimestre de 2007, em relação a igual período de 2006, por conta dos ativos lastreados em hipotecas. • Fevereiro/2008: O banco Credit Suisse tem queda de 72% em seu lucro líquido do quatro trimestre de 2007. • Em crise, o banco britânico Northern Rock é nacionalizado. • Março/2008: A maior seguradora do mundo, a AIG, anuncia perdas de US$5,3 bilhões no quarto trimestre de 2008. • O JP Morgan compra o Bear Stearns por US$236,2 milhões, ou US$2 por ação. Um ano antes, o papel era negociado a US$70. • Abril/2008: O banco Wachovia, quarto maior dos Estados Unidos, registra prejuízo de US$393 milhões no primeiro trimestre e corta 41% do dividendo distribuído aos acionistas. • Maio/2008: A agência de crédito hipotecário Fannie Mae, anuncia prejuízo de US$ 2,19 bilhões no primeiro trimestre e também reduz dividendos. 12 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 13. Crise do crédito Retrospectiva • Julho/2008: O banco norte-americano IndyMac anuncia a quebra. • Agosto/2008: O Tesouro dos Estados Unidos avisa que fará o resgate das agências hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac e oferece garantias de até US$ 100 bilhões para as dívida de cada uma delas. • Setembro/2008: O banco Lehman Brothers pede proteção à lei de falências e ocasiona a maior queda nas Bolsas dos Estados Unidos desde os atentados de 11 de setembro de 2001. • O Barclays, terceiro maior banco britânico, anuncia que vai adquirir o conjunto das atividades norte-americanas e a sede do gigante dos investimentos Lehman Brothers, por US$1,75 bilhão. • O Federal Reserve nacionaliza a seguradora AIG concedendo-lhe um crédito de US$85 bilhões em troca de 79,9% de seu capital. • O Tesouro dos EUA anuncia a criação de um plano de cerca de US$700 bilhões para comprar os títulos hipotecários que perderam valor e ameaçavam os bancos em crise. 13 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 14. Crise do crédito Retrospectiva • O banco britânico Lloyd TSB anuncia a compra do HBOS, ameaçado de falência, por 15,4 bilhões de euros. • O lucro do Goldman Sachs desaba 70% no terceiro trimestre e passa para US$845 milhões, ou US$1,81 por ação. • Os 6 principais bancos centrais do mundo anunciam uma quot;medida coordenadaquot; com a injeção de bilhões de dólares no mercado financeiro para enfrentar a falta de liquidez. O Merrill Lynch é vendido ao Bank of America por US$ 50 bilhões. • O Fed aceita a proposta que transforma o Goldman Sachs e o Morgan Stanley em bancos comerciais. • O grupo empresarial Berkshire Hathaway, dirigido pelo multimilionário americano Warren Buffett, anuncia o investimento de US$ 5 bilhões no banco Goldman Sachs, para reforçar a capitalização e a liquidez da entidade. • Após a liberação do Fed para se transformar em um banco comercial, o banco Morgan Stanley congelou as negociações para uma fusão com o também americano Wachovia. 14 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 15. Crise do crédito Retrospectiva • O Fed volta a intervir no mercado e injeta US$20 bilhões no sistema financeiro do país para aumentar a liquidez. • O plano de socorro proposto pelo governo norte-americano gera resistência entre os democratas que dizem que a atual versão do pacote não é aceitável. • Diante da dificuldade de aprovação do pacote, Bush utiliza um discurso mais rígido e afirma que a economia norte-americana pode entrar em recessão. • A crise se agrava com a quebra do sexto maior banco americano, Washington Mutual (WaMu), e a venda de suas atividades ao JPMorgan Chase (US$1,9 bilhão). • O britânico Bradford & Bingley e parte do belga Fortis foram nacionalizados. • A Câmara de Representantes dos Estados Unidos surpreende e rejeita o pacote de socorro ao setor financeiro, apesar de acordo prévio anunciado. • O Citigroup recebeu ajuda governamental para comprar o Wachovia, mas a operação não se concretiza. O Mitsubishi Financial Group, maior banco japonês em capitalização, adquiriu 21% do Morgan Stanley. 15 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 16. Crise do crédito Retrospectiva • Outubro/2008: O Senado dos EUA aprova um novo pacote de resgate financeiro, que mantém os gastos de até US$700 bilhões. Câmara dos Deputados aprova nova versão do pacote de resgate financeiro, que já havia sido aprovada em 1º de outubro pelo Senado americano. • Wachovia e Wells Fargo anunciaram (3/Out) um acordo de compra no valor de US$15,5 bilhões. No entanto, o Citigroup interpôs no dia seguinte um processo, alegando que tinha um acordo de monopólio. • O banco BNP Paribas chegou a um acordo para obter o controle das atividades bancárias do banco belgo-holandês Fortis na Bélgica e em Luxemburgo. • Um consórcio de bancos salvou o alemão Hypo Real. Segundo o acordo, os bancos comerciais e seguradoras injetarão mais 15 bilhões de euros em liquidez para o banco hipotecário, além dos 35 bilhões que já estavam acordados junto com o banco Bundesbank. • Pressão em Londres ontem, onde os papéis do Royal Bank of Scotland (RBS) chegaram a ceder mais de 20%. Barclays caía 11% e Lloyds, 13%, em função da notícia de que teriam se reunido com o Tesouro britânico para discutir uma possível injeção de capital do governo nessas instituições. 16 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 17. Crise do crédito Foco nas próximas semanas
  • 18. Crise do crédito Foco nas próximas semanas • Etapa operacional do resgate das carteiras e repartição de perdas – A expectativa é que ainda leve algumas semanas para que o Departamento do Tesouro comece a comprar os ativos de má qualidade, que vêm sendo chamados de quot;podres“. – Com a aprovação do novo pacote, até US$ 700 bilhões podem ser usados para comprar títulos podres. – Os outros US$ 150 bilhões serão usados na forma de cortes de impostos e incentivos fiscais. 18 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 19. Crise do crédito Foco nas próximas semanas • Esforço europeu para mitigação da crise – Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter a taxa em 4,25%, devido os riscos inflacionários de médio prazo. – Maior liquidez no mercado interbancário, com a possibilidade de injeção de bilhões de dólares no sistema financeiro da região. – Chefes de Estado europeus se comprometeram em proteger 54 bancos comerciais da zona do euro. Três medidas em foco: – Cada país será responsável pelo combate aos problemas de seu próprio sistema bancário, inclusive nas possíveis sanções. Todos prometem manter os demais informados sobre suas decisões. – Novos estudos sobre a correção de certos parâmetros contábeis, tais como as regras de “mark to market”, que já levaram vários bancos para uma queda descontrolada. – Relaxamento de certas regras européias relativas ao capital, como as que proíbem a ajuda estatal e o monopólio. 19 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 20. Brasil Foco nas próximas semanas
  • 21. Brasil: Foco nas próximas semanas Medidas do Banco Central 1. Compulsório bancário Medidas já adotadas: – Adiamento da implantação do compulsório sobre leasing O recolhimento (alíquota de 20%) que seria feito a partir de 14/Nov de 2008, passa a vigorar em 16/Jan de 2009. A adoção da alíquota de 25% foi adiada de 16/Jan de 2009 para 13/Mar de 2009. – Flexibilização do compulsório sobre depósitos à prazo, de poupança e à vista (liberação prevista de R$13 bilhões) Ampliação do valor de cálculo da exigibilidade adicional de R$100 milhões para R$300 milhões. As alíquotas para o cálculo dessa exigibilidade permaneceram inalteradas em 8% para os depósitos à prazo, 10% para poupança e 8% sobre os recursos à vista. – Flexibilização do compulsório sobre depósitos a prazo (liberação prevista de R$23,5 bilhões) Desde que os bancos adquiram carteiras de crédito de bancos com Patrimônio de Referência de até R$2,5 bilhões. O BC permitiu a repartição de riscos (coobrigação) e vedou a revenda de carteira. 21 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 22. Brasil: Foco nas próximas semanas Medidas do Banco Central 2. Crédito Medidas recém adotadas: Governo publica MP que amplia atuação do Banco Central (MP 442) – Autoriza o CMN a definir critérios e condições para as operações de compra pelo BC de carteiras de crédito de instituições financeiras em dificuldades, por meio da linha de empréstimo chamada redesconto e para operações de concessão de empréstimos em moeda estrangeira. – Autoriza as sociedades de arrendamento mercantil (leasing) a emitirem letras de arrendamento mercantil. 22 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 23. Brasil: Foco nas próximas semanas Medidas do Banco Central 2. Crédito Comentários: De acordo com o artigo 1º, o CMN, com o propósito de assegurar quot;níveis adequados de liquidezquot; no sistema financeiro, poderá estabelecer quot;critérios e condições especiaisquot; de avaliação e de aceitação de ativos recebidos pelo BC em operações de redesconto em moeda nacional ou em garantia de operações de empréstimo em moeda estrangeira. O BC comprará títulos de bancos privados no exterior e pagará às instituições com a moeda norte- americana das reservas. Depois de um prazo, a autoridade monetária devolverá os títulos aos bancos, que reembolsarão os dólares que receberam. A operação, na prática, funcionará como um empréstimo e não consumirá as reservas internacionais brasileiras. O artigo 2º da Medida Provisória autoriza as sociedades de arrendamento mercantil a emitirem títulos de crédito representativo de promessa de pagamento em dinheiro, denominando Letra de Arrendamento Mercantil (LAM). Em um parágrafo com nove incisos, o artigo 2º define as normas de emissão da LAM. 23 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 24. Brasil: Foco nas próximas semanas Medidas do Banco Central 3. Selic Medidas a adotar na próxima reunião do Copom em 29/Out Taxa Selic atual (atual 13,75% a.a.) – Aumento de 0,5 ponto - Sinalização da última Ata e do Relatório de Inflação. – Interrupção do ciclo de aperto iniciado em abril. – Corte imediato do juro devido à contração do crédito. 4. Câmbio Leilões pontuais de venda compromissada de dólares – 19/Set - US$500 milhões, com recompra em 23 de outubro por R$1,8511. – 26/Set - US$500 milhões, com recompra em 19 de dezembro por R$1,8835. 24 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 25. Brasil: Foco nas próximas semanas Bolsa de valores Bolsa - Os negócios de renda variável no Brasil foram interrompidos duas vezes pelo sistema circuit breaker, situação que não era verificada havia mais de 10 anos. Apesar do pânico verificado em todo o dia, depois do leilão de fechamento, o Ibovespa — que mede a variação das principais ações — encerrou o dia com queda de 5,43%, a 42.100 pontos. Ibovespa - 06/10/2008 Variação % Circuit Circuit Breaker Breaker 0 -2 -4 -5.0 -6 -7.0 -8 -10.0 -10.1 -10.2 -10.4 -10.3 -10 -11.6 -12.3 -12 -13.5 -13.3 -14 -15.0 -16 -15.4 -18 10h07 10h15 10h18 10h48 11h10 11h26 11h38 11h44 12h44 13h00 13h43 14h41 15h23 Fonte: Bolsa de Valores de São Paulo - Bovespa. 25 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 26. Brasil: Foco nas próximas semanas Outros indicadores • Saldo da balança comercial (Secex) • Dados da indústria (CNI) • Inflação (FGV e IBGE) • Índice de confiança dos empresários (Fecap e outros) • Estrutura do juro privado (DI futuro e Swaps) 26 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 27. O custo da crise 27 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 28. Os Eua e a Crise Últimos acontecimentos • A demora na aprovação e estabelecimento do plano de ajuda aos bancos norte- americanos limitaram as armas para lidar com a crise – redução dos juros e injeção de liquidez no mercado. • O Fed vem atuando nas duas pontas, reduziu a taxa básica e aumentou os swaps cambiais junto aos bancos centrais estrangeiros para US$620 bilhões, comparativamente aos US$290 bilhões iniciais, para disponibilizar mais dólares. • Desde o início da crise, 34 instituições tiveram que ser socorridas, seja pelo governo (a maioria), seja por meio de aquisições de outros bancos privados. Estimativas preliminares indicam que governos de países como EUA, Inglaterra, Alemanha e Bélgica, colocaram em torno de US$600 bilhões para capitalizar bancos, seguradoras e empresas especializadas em hipotecas. (VE – 30/Set) 28 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 29. Os Eua e a Crise Últimos acontecimentos • Câmara dos Deputados aprova nova versão do pacote de resgate financeiro, que já havia sido aprovada em 1º de outubro pelo Senado americano. • O novo projeto teve seu custo total ampliado de US$700 bilhões para US$850 bilhões. Os US$150 bilhões adicionais foram acrescentados pelo Senado na forma de cortes de impostos e incentivos fiscais. • O novo plano aumentou a garantia para depósitos de correntistas de US$100 mil para US$250 mil até o final de 2009. • O projeto prevê ainda que a Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC) não terá limites para tomar recursos emprestados do Departamento do Tesouro para assegurar os pagamentos. • Atualmente esse limite, que nunca foi usado, é de US$30 bilhões. O pedido feito pela FDIC era para elevá-lo para US$100 bilhões, mas os senadores decidiram acabar com o teto da linha de crédito, para dar maior segurança para os correntistas. No final do segundo trimestre, a FDIC tinha cerca de US$ 45 bilhões para garantir depósitos totais de US$ 4,5 trilhões. 29 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 30. Os Eua e a Crise Principais pontos do pacote PRINCIPAIS PONTOS DO PACOTE Aumento de US$ 100 mil para US$ 250 mil na garantia de depósitos dos clientes bancários Ampliação da isenção da quot;Taxa Mínima Alternativaquot;, o que acarreta menos impostos ao contribuinte Vantagens fiscais e outros incentivos para empresas ou pessoas que invistam em energias renováveis (usinas solares ou compra de carros elétricos) Isenções fiscais para empresas que investirem em pesquisa e para pequenas lojas e restaurantes que gastarem em melhorias A Comissão de Valores Mobiliários americana (SEC) pode proibir o quot;mark to marketquot; (marcar a mercado), que permite dar a um ativo o preço atual de mercado Contribuintes receberão direitos de compra de ações e se beneficiarão se as empresas ajudadas se recuperarem Ganhos dos diretores das companhias participantes do programa serão limitados. Os dirigentes não poderão receber bônus milionários quando forem demitidos. Empresas que remunerem diretores com mais de US$ 500 mil ao ano pagarão mais imposto Criação de um conselho de supervisão do programa 30 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 31. A Europa e a Crise Últimos acontecimentos Propostas da Comissão Européia: • Os bancos dos 27 países da União Européia (UE) devem aumentar os fundos próprios para enfrentar quot;grandes riscosquot; quando estes representarem mais de 15% de seus portfólios. • Os bancos com produtos quot;securitizadosquot;, que estão no centro da atual crise financeira global, serão forçados a reter parte do risco (as instituições deverão reter capital de pelo menos 5% da exposição nesse tipo de papel). • Haverá igualmente limite de 25% em toda a exposição no interbancário, ou seja, no montante que um banco empresta a outro. • As propostas visam: – Revisão das regras bancárias sobre adequação de fundos; – Redução da exposição ao risco; – Melhoria da supervisão bancária. 31 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 32. O Brasil e a Crise Economia e mercados
  • 33. O Brasil e a crise Economia • Mesmo diante do alerta inflacionário contido no Relatório Trimestral de Inflação divulgado em setembro pelo Banco Central do Brasil – BC, o mercado não parece acreditar em novos aumentos da Selic. • Os contratos mais longos de CDI acompanham a aversão ao risco, embora não haja fuga elevada de capital externo. • No Relatório de Inflação, o BC manifestou sua inquietação com o descompasso entre oferta e demanda, garantindo que o principal risco inflacionário advém de fatores internos. • O BC afirmou que fará o possível para trazer a inflação ao centro da meta (4,5%). • O BC elevou as projeções de inflação para este ano e para 2009 (6,1% e 4,8%, respectivamente). 33 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 34. O Brasil e a crise Economia • A desaceleração econômica global ainda não foi totalmente considerada nas estratégias de política monetária do BC. • Alguns analistas consideram que, com a crise de liquidez, o BC não precisaria fazer mais nada para segurar o crédito. • Ao contrário do que prevaleceu no primeiro semestre, a tarefa agora seria operar em cima da falta de liquidez. • O BC alterou o compulsório sobre depósitos a vista e a prazo, facilitando a capitalização das instituições financeiras e a troca de ativos. • Governo toma duas decisões: – Autoriza o CMN a definir critérios e condições para as operações de compra pelo BC - liberadas ontem - de carteiras de crédito de instituições financeiras em dificuldades, por meio da linha de empréstimo (redesconto) e para operações de concessão de empréstimos em moeda estrangeira. – Na segunda decisão, o CMN autoriza as empresas de leasing a emitirem letras. 34 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 35. Economia Expectativas de mercado Expectativas de mercado para o final de 2008 % a.a. 14.8 6.7 14.7 6.6 14.6 6.5 14.5 6.4 14.4 6.3 14.3 6.2 14.2 6.1 14.1 6.0 14.0 5.9 04/jul 17/jul 30/jul 12/ago 25/ago 07/set 20/set 03/out SELIC IPCA Fonte: Banco Central do Brasil (BC). 35 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 36. Economia Evolução das taxas de juros Taxas de juros % a.a. 70 67 60 59 65 55 50 54 46 46 40 40 35 34 33 30 32 28 20 18,00 23 11,25 13,00 10 0 Dez 2006 Dez 2007 Dez 2008 Ago Selic PF + PJ PJ PF: Crédito pessoal PF: Veículos PF: Aquisição de outros bens Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir da consolidação de dados do Banco Central do Brasil - BC). PF = Pessoas físicas. PJ = Pessoas Jurídicas. 36 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 37. Economia Fluxos internacionais Para alguns analistas, a arrancada do dólar não seria, por enquanto, uma ameaça à inflação, pois enquanto a moeda persistir volátil, as empresas não repassarão nada para os preços, sobretudo em época de retração do crédito. As reservas cambiais brasileiras subiram US$1 bilhão entre dia 15/Set e 30/Set. Evolução das reservas internacionais no Brasil US$ Bilhões 210 209 208 207 206 2/10 205 204 203 202 201 200 30/6/08 7/7/08 14/7/08 21/7/08 28/7/08 4/8/08 11/8/08 18/8/08 25/8/08 1/9/08 8/9/08 15/9/08 22/9/08 29/9/08 Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir de dados do Banco Central do Brasil - BC). 37 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 38. Economia Fluxos de capital • Estrangeiro mantém investimento produtivo (IED) Os investimentos estrangeiros no setor produtivo devem crescer em setembro, apesar da piora na crise financeira internacional. Até o último dia 23 de setembro, foi registrada a entrada de US$5,3 bilhões no país. O BC prevê fechar o mês com um resultado positivo de US$5,8 bilhões, acima dos US$ 4,6 bilhões registrados em agosto. No ano, as entradas de investimentos diretos devem alcançar US$35 bilhões, com ligeiro recuo em 2009. • No mercado acionário, a situação é inversa Depois da saída de US$1,6 bilhão de agosto, o país perdeu mais US$1,1 bilhão em setembro (23/Set). No acumulado no ano até agosto, o Brasil registra uma entrada líquida de US$3,1 bilhões no mercado doméstico de ações. Em igual período de 2007, foram investidos US$13,1 bilhões. • As empresas estão enfrentando certa dificuldade para renovação de empréstimos e captação de recursos, inclusive linhas de crédito às exportações. 38 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 39. Economia Balanço de pagamentos Balanço de pagamentos brasileiro Usos e fontes de recursos (US$ Bilhões) Jan-Ago Projeção Usos e fontes 2007 2008 2008 2009 Usos 3.0 -20.6 -28.8 -33.1 Transações correntes 3.0 -20.6 -28.8 -33.1 Balança comercial 27.5 16.9 25.0 17.0 Exportações 102.4 130.8 198.0 217.0 Importações -75.0 -113.9 -173.0 -200.0 Remessas de lucros e dividendos -13.3 -24.1 -33.0 -30.0 Outras transações correntes -11.1 -13.5 -20.8 -20.2 Fontes -3.0 20.6 28.8 33.1 Investimentos estrangeiros diretos (IED) 26.4 24.6 35.0 33.0 Papéis de longo prazo 10.2 13.5 22.0 15.0 Ações 13.1 3.1 Curto prazo e demais 40.4 6.8 9.8 - Amortizações e desembolsos de médio e longo prazos (líquido) -3.5 9.7 7.5 2.3 Outras fontes -16.6 -13.6 -19.1 -8.7 Ativos de reservas -73.1 -23.5 -26.4 -8.5 Memo Transações correntes/PIB (%) 0.4 -2.0 -1.8 -1.9 IED/PIB (%) 3.1 2.3 2.2 1.9 Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir da consolidação de dados do Banco Central do Brasil - BCB). Nota: Dados preliminares. 39 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 40. O Brasil e a Crise Mercados Valor de mercado por setor R$ Bilhões 600 500 400 300 200 100 0 Jun/06 Dez/06 Jun/07 Dez/07 Jun/08 Ago/08 Instituições financeiras Siderurgia e Metalurgia Energia Elétrica Petróleo, Gás e Biocombustível Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir da consolidação de informações da Bovespa). Nota: Instituições financeiras listadas na Bovespa. 40 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 41. Mercados Capitalização das instituições financeiras Valor de mercado das instituições financeiras R$ Bilhões 120 470 433 411 100 332 80 275 60 40 20 0 Jun/06 Dez/06 Jun/07 Dez/07 Jun/08 Set/08 Instituições financeiras Bradesco Banco do Brasil Itaú Unibanco Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir da consolidação de informações da Bovespa). Nota: Instituições financeiras listadas na Bovespa. 41 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 42. Instituições financeiras Solvabilidade Índice de Basiléia Movimento • Grande parte das TOP 50 2007 2007 2008 Jun 2008/ Set 2007 instituições financeiras está Junho Setembro Junho 5 melhores posições bastante alavancada em ING 27,9% 20,5% 51,4% suas operações de crédito. MORGAN STANLEY 23,0% 25,4% 38,9% SOCIETE GENERALE 20,4% 17,3% 34,7% • A maioria vem WESTLB 15,6% 17,4% 33,8% UBS PACTUAL 18,9% 16,5% 30,7% apresentando queda 5 piores posições consistente no índice de BRB 14,0% 12,9% 11,9% SAFRA 12,4% 13,0% 11,9% Basiléia em período recente BANCOOB 12,7% 12,6% 11,9% MERCANTIL DO BRASIL 16,2% 14,3% 11,6% • Muitas delas já se FIBRA 14,1% 12,1% 11,5% aproximam do limite mínimo Bancos selecionados DAYCOVAL 51,1% 41,2% 25,6% imposto pelo BC que é de ITAU 18,5% 16,1% 17,1% 11%. PINE BRADESCO 26,8% 18,2% 17,6% 16,3% 16,5% 14,4% VOTORANTIM 15,3% 14,0% 14,1% UNIBANCO 14,0% 14,9% 13,7% ABN AMRO 12,1% 11,8% 13,6% SANTANDER 16,3% 15,8% 13,6% CITIBANK 13,7% 15,5% 13,2% HSBC 13,2% 12,1% 13,1% BB 15,8% 15,7% 12,5% Mediana TOP 50 20,3% 22,0% 21,5% Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir da consolidação de dados do Banco Central do Brasil - BC). 42 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 43. Instituições financeiras Evolução do crédito Operações de crédito do sistema financeiro ao setor privado R$ bilhões Veículos e leasing 1 200 90 1 000 75 800 60 600 45 400 30 200 15 Ago/08 0 0 D 2001 D 2002 D 2003 D 2004 D 2005 D 2006 D 2007 D 2008 D Empréstimos ao setor privado Aquisição de veículos Leasing Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir da consolidação de dados do Banco Central do Brasil - BC). 43 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 44. Instituições financeiras Banco do Brasil R$ Milhões Evolução do crédito Cálculo PLE Jun/2007 Jun/2008 Demonstração do cálculo para APR – Ativo Ponderado pelo Risco 190.885 247.118 o Banco do Brasil: APR exigido pelo Banco Central – Fator F (11%) * APR 20.997 27.183 Ajuste SWAP 326 428 Ajuste CÂMBIO - - • O Ativo Ponderado pelo Risco – Ajuste PRÉ 535 866 APR cresceu 30% devido à PLE = APR exigido + Ajustes 21.858 28.477 expansão das operações de Cálculo do Patrimônio Base (PR) Jun/2007 Jun/2008 crédito entre junho de 2007 e junho de 2008. Nível I Capital Social 21.007 12.711 22.470 13.212 • O Patrimônio Base não Reservas de capital Reservas de lucro 9.145 - 13.090 5 aumentou na mesma proporção Ajuste ao valor de mercado - TVM e Derivativos 443 58 – cresceu apenas 7% no mesmo Contas do resultado Créd trib Excl. nível I do PR - res.3059 0 (1.199) 0 (22) período. Créd trib exced. a 40% do PR nível I - (3.720) Ativos diferidos (70) (287) Ajustes da marcação a mercado (23) 134 Nível II 10.527 11.382 Dívida subordinada 9.540 10.745 Instrumentos Híbridos de capital 958 780 Inst. de Cap. Excluidos do PR - (14) Reservas de avaliação 6 6 Ajustes de marcação a mercado 23 (134) PR (Nível I + Nível II) 31.534 33.852 44 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 45. Instituições financeiras Evolução do crédito A expansão das operações de crédito elevou o nível de alavancagem do Banco do Brasil, que passou de 15,87% para 13,08% após um ano. Banco do Brasil R$ Milhões Jun/2007 Jun/2008 PLE (Limite de Basiléia) 21.858 28.477 PLE = Fator F*APR + SWAP + PRE + CAMBIO PR (Nível I + Nível II) 31.534 33.852 Patrimônio base Excesso 9.676 5.375 PR > PLE Índice de Basiléia 15.87 13.08 PR*100 / (PLE/fator F) Nível I 10.57 8.68 PR Nível 1*100 / (PLE/fator F) Nível II 5.30 4.40 PR Nível II*100 / (PLE/fator F) Índice de Basiléia - ajustado pelo valor 12.50 econômico 45 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 46. Instituições financeiras Evolução do crédito e fundos Banco do Brasil R$ Bilhões 210 180 0,41 150 0,38 0,38 120 90 60 30 0 Jun/2007 Set Jun/2008 Empréstimos Depósito total Depósito a prazo Despósito a prazo/Depósito total Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir da consolidação de dados do Banco Central do Brasil - BC). 46 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 47. Instituições financeiras Evolução do crédito e fundos Itaú R$ Bilhões 210 180 0,42 150 0,35 120 0,33 90 60 30 0 Jun/2007 Set Jun/2008 Empréstimos Depósito total Depósito a prazo Despósito a prazo/Depósito total Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir da consolidação de dados do Banco Central do Brasil - BC). 47 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 48. Instituições financeiras Evolução do crédito e fundos Bradesco R$ Bilhões 210 0,50 180 150 0,39 0,39 120 90 60 30 0 Jun/2007 Set Jun/2008 Empréstimos Depósito total Depósito a prazo Despósito a prazo/Depósito total Fonte: Deloitte Brazil Research (a partir da consolidação de dados do Banco Central do Brasil - BC). 48 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 49. Mercados Inadimplência Nível de inadimplência 5.0 Inadimplência / Provisão 63 4.5 62 4.0 60 3.5 59 3.0 57 2.5 56 2.0 54 1.5 53 1.0 51 0.5 50 0.0 48 Dez 2004 Dez 2005 Dez 2006 Dez 2007 Dez 2008 Ago Inadimplência/ Crédito total (%) Inadimplência/Provisão (%) Fonte: Banco Central. Inadimplência: total de crédito vencido há mais de noventa dias. Provisões: exigidas a partir do nível de risco A. 49 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados
  • 50. 50 A crise do subprime © Deloitte Touche Tohmatsu 2008. Direitos reservados

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