Aula 3 etiologia parte b
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Aula 3 etiologia parte b Aula 3 etiologia parte b Presentation Transcript

  • Instituto Federal Goiano campus Urutaí Curso de Agronomia Disciplina de Fitopatologia ETIOLOGIA Classificação e identificaçãodos principais agentes etiológicos Candidato: Milton Luiz da Paz Lima
  • Organograma da ApresentaçãoIntroduçãoDesenvolvimento - Classificação e Identificação de: - Fungos Fitopatogênicos - Bactérias Fitopatogênicas - Nematóides Fitopatogênicos - Vírus FitopatogênicosConclusõesLiteratura consultada Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 2
  • INTRODUÇÃO Classificação - Taxonomia É a ordenação das plantas em níveis hierárquicos, de acordo com as características apresentadas, de modo que cada nível reúna as características do superior. Identificação Quando se denomina uma planta já descrita, está ocorrendo determinação das características comuns a outra já catalogada, está se fazendo uma identificação, enquanto que, quando se procura localizar uma planta ainda não conhecida, dentro de um sistema de classificação, está ocorrendo classificação Ferri et al. (1996) Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 3
  • INTRODUÇÃO Taxonomia É a ciência que se ocupa da classificação dos organismos vivos, utilizando um sistema uniforme que expressa, da forma mais fiel, o grau de semelhança entre eles. Táxons virus Reino, Divisão, Classe Ordem Fungos, nematóides Família e bactérias Gênero e Espécie Isolados?, amostras?, estirpes?, variantes? Candidato: Milton Luiz da Paz Lima Ferri et al. (1996) (fitolima@gmail.com) 4
  • INTRODUÇÃO Ecologia dos Agentes Patogênicos Fito = Planta; Patologia = Doença Doenças e as Relações Desarmônicas no Ecossistema; Patógeno Phytophthora, Oidiopsis, Sclerotinea, Parasita vs Plasmodiophora Patógeno Homem Soença Hospedeiro Meio ambiente Café, feijão, batata, cana Temperatura Umidade, luminosidade Candidato: Milton Luiz da Paz Lima Amorin et al., 2011 5
  • INTRODUÇÃO Tamanho dos patógenos Agrios, 1997 Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 6
  • INTRODUÇÃO Tipos de Patógenos Candidato: Milton Luiz da Paz Lima Agrios, 1997 7
  • INTRODUÇÃO Etiologia • Etiologia é uma palavra de origem grega, aetia = causa + logos = estudo. • Estuda as causas das doenças de plantas e tem como objetivo o estabelecimento de medidas corretas de controle. • Patógeno é qualquer organismo capaz de causar doença infecciosa em plantas - fungos, bactérias, vírus, viróides, nematóides e protozoários. • Patogenicidade é a capacidade que um patógeno possui, de associando-se ao hospedeiro, causar doença.
  • CLASSIFICAÇÃO DOS PATÓGENOS• Parasitas obrigados - Biotróficos: são aqueles que vivem as custas do tecido vivo do hospedeiro. Não são cultivados em meio de cultura. Ex: fungos causadores de míldios, oídios, ferrugens e carvões; vírus, viróides, nematóides e algumas bactérias.• Saprófitas facultativos: são aqueles que vivem a maioria do tempo ou a maior parte de seu ciclo de vida como parasitas, mas em certas circunstâncias, podem sobreviver saprofiticamente sobre matéria orgânica morta. Podem ser cultivados em meio de cultura. Ex: fungos causadores de manchas foliares, como Alternaria spp., Colletotrichum spp. e Cercospora spp.
  • • Parasitas facultativos: são aqueles que normalmente se desenvolvem como saprófitas, mas que são capazes de passar parte, ou todo o seu ciclo de desenvolvimento como parasitas. São facilmente cultivados em meio de cultura. Ex: fungos como Rhizoctonia solani e Sclerotium rolfsii.• • Parasitas acidentais: são aqueles organismos saprófitas que em determinadas condições (Ex.: planta com estresse) podem exercer o parasitismo. Ex: Pseudomonas fluorescens causando podridão em alface.
  • RESUMOPARASITAS Acidental PARASITAS FACULTATIVOS SAPRÓFITAS FACULTATIVOS PARASITA OBRIGATÓRIO
  • INTRODUÇÃO Postulados de Koch • 1. Associação constante patógeno-hospedeiro: um determinado microrganismo deve estar presente em todas as plantas de uma mesma espécie que apresentam o mesmo sintoma. Em outras palavras, deve-se poder associar sempre um determinado sintoma a um patógeno particular. • 2. Isolamento do patógeno: o organismo associado aos sintomas deve ser isolado da planta doente e multiplicado artificialmente. • 3. Inoculação do patógeno e reprodução dos sintomas: a cultura pura do patógeno, obtida anteriormente, deve ser inoculada em plantas sadias da mesma espécie que apresentou os sintomas inicias da doença e provocar a mesma sintomatologia observada anteriormente. • 4. Reisolamento do patógeno: o mesmo organismo deve ser isolado das plantas submetidas à inoculação artificial. Amorin et al., 2011
  • INTRODUÇÃO Designação dos patógenos • O nome genérico é escrito com inicial maiúscula e grifado. • O nome especifico é escrito com inicial minúscula e grifado. • Os nomes infraespecificos como: patovar (pv.), subespécie (subsp.), variedade (var.) e forma specialis (f.sp.) também são escritos com inicial minúscula e não em itálico. • O nome genérico deverá ser abreviado a partir da segunda citação em texto científico. • O nome do autor ou autores que classificaram a espécie deve ser citado, toda vez que a mesma for escrita pela primeira vez, em qualquer texto científico, podendo ser abreviados. • O termo spp. = várias espécies e sp. = espécie desconhecida. • Epiteto específico ou infraespecífico – podem se referir a hospedeira de origem. Amorin et al., 2011
  • INTRODUÇÃO DENOMINAÇÃO DOS PATÓGENOS • Colletotrichum gloeosporioides Penz. • Fusarium oxysporum f.sp. vasinfectum (Atk.) Snyder & Hansen • Uromyces phaseoli var. typica Arth. • Erwinia carotovora subsp. atroseptica (van All) Dye • Xanthomonas campestris pv. campestris (Pammel) Dowson • Cercospora sp. • Pseudomonas spp.
  • INTRODUÇÃO Agente causal - Fungos • Aclorofilados • Talo eucariótico: a hifa é o talo vegetativo dos fungos. • Heterotrofismos: Todos os fungos sejam saprófitos ou parasitos requerem carbono orgânico na sua nutrição como os animais. • Absorção de nutriente: absorvidos a partir dos substratos em que crescem através das hifas (fagocitose – para fungos plasmodiais). • formação de esporos (r. assexuada): unidades reprodutivas para produção em abundância de propágulos de disseminação. Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 15
  • INTRODUÇÃO Importância dos Fungos Requeima da batata Phytophthora infestansPodridão peduncular da berinjela: Hernia das Crucíferas Stemphyllium botriosum Plasmodiophora brassicae Candidato: Milton Luiz da Paz Lima Míldio da alface 16 Bremia lactucae
  • INTRODUÇÃO Importância dos Fungos Cladosporium sp. Phytophthora capsici Stenphyllium sp. Oidiopsis taurica Cylindrosporium mori Plasmopara viticola Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 17
  • INTRODUÇÃO Agente causal - Nematóides  Nemas=fio; oid=semelhante .  Aquáticos que vivem em água doce, marinha ou filmes d´água do solo; • Organismos eucariotos, multicelulares, não segmentados, pseudocelomados, essencialmente aquáticos (água doce e salgada), em sua maioria microscópicos; • A maioria é de vida livre alimentando-se de microrganismos sendo chamados de: Bactérias- BACTERIÓFAGO; Fungos-MICÓFAGO; Algas- ALGÍVOROS; Protozoários-PROTOZOÓFAGOS Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 18
  • INTRODUÇÃO Importância dos Nematóides Bursaphelenchus xylophilus Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 19 Bursaphelenchus cocophyllus
  • INTRODUÇÃO Agente causal - Bactérias  Bactérias fitopatogênicas – baciliformes – gram (-);  1600 spp. apenas 100 spp. fitopatogênicas;  A morfologia bacteriana está diretamente ligada a classificação.  A visualização bacteriana é feita em microscópio óptico ou de varredura.  As bactérias não apresentam movimento amebóide, não fazem pinocitose nem fagocitose; Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 20
  • INTRODUÇÃO Importância das bactérias Batata - Ralstonia solanacearum Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 21
  • INTRODUÇÃO Agente causal - Virus  São nucleoproteínas de ¼ a 1/10 menor do que bactérias, com capacidade de causar doenças;  Não produzem esporos; substâncias patogênicas (toxinas e enzimas) o vírus não contém;  Seu tamanho é muito reduzido;  Parasitas “exclusivamente” celulares-fora da célula são inertes;  Atacam animais-plantas-microrganismos;  Morfologia – Isodiamétricos/poliédricos/alongados;  DNA ou RNA; Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 22
  • INTRODUÇÃO Potato virus Y Potato virus X PVY PVY Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 23 (fitolima@gmail.com)
  • Objetivo• O ojetivo desta aula é apontar os métodos de classificação e identificação dos principais agentes etiológicos de doenças de plantas – fungos, bactérias, virus e nematóides Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 24
  • DESENVOLVIMENTOClassificação e Identificação de Fungos Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 25
  • DESENVOLVIMENTO Classificação e Identificação de Fungos • Reino Protozoa [protozoários], Chromista [algas diatomáceas marrons, douradas e amarelo esverdeadas] e Fungi (Alexopoulos et al., 1996). • Classificação baseada em critérios Morfologi cos. • Diferenças nomenclaturais: teleo/anam. • ICBN – unificar os nomes - nome da fase sexuada é o nome oficial da espécie; Massola Jr. e Kruger (2011) Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 26
  • DESENVOLVIMENTO Classificação e Identificação de Fungos • Ferramentas mais sensíveis a morfológica – técnicas moleculares – aplicação em casos em que os critérios não são claros; • Fungos morfologicamente semelhantes – geneticamente diferentes (vice versa) – polêmica sobre critérios morfológicos! Massola Jr. e Kruger (2011) Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 27
  • DESENVOLVIMENTO Utilizar critérios moleculares, Quando? Sem dúvida? Com dúvida? CRITÉRIOS FERAMENTAS MORFOLÓGICOS MOLECULARES Massola Jr. e Kruger (2011) Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 28
  • DESENVOLVIMENTO Classificação e Identificação de Fungos • KIRK et al. (2008) – Decisões sobre o comitê de fungos – International Code of Botanical Nomenclature – Congresso de Viena (2006). • Principais grupos de fungos Fitopatogênicos – Reino Protozoa – Reino Chromista – Reino Fungi Candidato: Milton Luiz da Paz Lima Massola Jr. e Kruger (2011) 29
  • DESENVOLVIMENTO Taxonomia dos Fungos Reinos, Divisões/ Classes/ordens/ familias de fungos de inportancia fitopatogênica Massola Jr. e Kruger (2011) Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 30
  • DESENVOLVIMENTO Diversidade de espécies de fungos Grupos Gêneros Espécies Reino Protozoa Acrasiomycota 04 12 Dictyosteliomycota 04 46 Myxomycota 74 719 Myxomycetes 60 690 Protosteliomycetes 14 29 Plasmodiophoromycota 16 45 Sub-total 1541 Reino Chromista Hyphochytriomycota 7 24 Labyrinthulomycota 13 42 Oomycota 95 694 Sub-total 760 Reino Fungi Ascomycota 3255 32267 Basidiomycota 1428 22244 Basidiomycetes 473 13857 Teliomycetes 167 7134 Ustomycetes 63 1064 Chytridiomycota 112 793 Zygomycota 173 1056 Zygomycetes 125 867 Trichomycetes 40 189 Sub-total 77622 Fungos Mitospóricos 2547 14104 Total de espécies conhecidas 94027 Kirk et al. (2008) Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 31
  • DESENVOLVIMENTO Posicionamentos transitórios • Basidiomiceto vs ascomiceto: Paz Lima, 2004 – Sclerotium rolfsii – Athelia rolfsii (basidiomiceto); – Sclerotium cepivorum – Stromatina cepivora (ascomiceto); Paz Lima, 2004 Paz Lima, 2004 Candidato: Milton Luiz da Paz Lima Massola Jr. e Kruger (2011) 32
  • DESENVOLVIMENTO Associações entre hifomicetos e teleomorfos Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 33
  • DESENVOLVIMENTO Exemplos de estruturas essenciais Paz Lima, 2004 Paz Lima, 2004 Paz Lima, 2004 Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 34
  • DESENVOLVIMENTO Exemplos de Estruturas essenciais Paz Lima, 2004 Paz Lima, 2004 Paz Lima, 2004 Paz Lima, 2004 Paz Lima, 2004 Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 35
  • DESENVOLVIMENTO Exemplos de Estruturas essenciais Fusarium sp. Colletotrichum gloeosporioides Curvularia brachyspora Puccinia emiliae Hemileia vastatrix Phytophthora capsici Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 36
  • DESENVOLVIMENTOClassificação e Identificação de Nematóides. Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 37
  • DESENVOLVIMENTO Critérios para identificação de nematóides • Envolvem critérios morfológicos e morfométricos do corpo. • Reino Animália, Filo Nematoda, Classe Inglis e Enoplea Inglis (Ferraz e Monteiro, 2011). • Variação morfológica para espécies com dimorfismo sexual. Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 38
  • DESENVOLVIMENTO cauda atenuada Bulbo do estilete
  • DESENVOLVIMENTO Dimorfismo sexual Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 40
  • DESENVOLVIMENTO Meloidogyne spp. Heterodera spp. Tylenchulus Rotilenchulus semipenetrans reniformis Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 41
  • DESENVOLVIMENTO
  • DESENVOLVIMENTO Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 43
  • DESENVOLVIMENTO Tipos de Estilete: A. Estoma cilíndrico-nematóide de vida livre; B. ESTOMATOSTÍLIO DE FITONEMATÓIDE; c. Odontoestilete de nematóide predador.
  • DESENVOLVIMENTO Tipos de Estilete
  • DESENVOLVIMENTO Ornamentações da Cutícula
  • DESENVOLVIMENTO Orifícios da Região Perineal de uma fêmea de Meloidogyne sp. Fasmídio
  • DESENVOLVIMENTO IMPRESSÕES PERINEAIS M. incognita M. javanica M. arenaria M. hapla
  • DESENVOLVIMENTO Fêmea de Meloidogyne sp. Estomastostílio Procorpo ESÔFAGOFêmea obesa Metacorpo Póscorpo
  • DESENVOLVIMENTO Fêmea de Meloidogyne sp.Região perineal
  • DESENVOLVIMENTO Célula Gigante Impressão perineal Nematóide das galhas – Meloidogyne. Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 51
  • DESENVOLVIMENTO Taxonomia Reino Animalia-Filo Nematoda Ordem Dorilaimida Sub classe Chromadoria Superfamília DorylaimoideaCLASSE FamíliaADENOPHOREA Longidoridae Sub classe Enoplia Ordem Triplonchida Subordem diphtherophorina Família Diphtherophoroidea Família Tricodoridea Sub classe Spiruria CLASSE Sub classe Rhabditia SECERNENTEA Família Tylenchidae Família Anguinidae Sub classe Diplogasteria Família Dolichoridae Família Belonolaimidae Subordem Tylenchina Família Pratylenchidae Família Hoplolaimidae Família Heteroderidae Super Família Tylenchoidea Família Criconematidae Super Família Criconematoidea Família Tylenchulidae Blum et al., 2007
  • DESENVOLVIMENTOClassificação e Identificação de Bactérias Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 53
  • DESENVOLVIMENTO Código de Nomenclatura de Bactérias - ICNB • Dá o Nome científico para a bactérias.- • Regido pelo Comite Internacional de Sistemática de Procariotos (ICSP). • Originalmente o Código botânico manejava-se em conjunto com Bactéria, até 1975. • Um código anterior de nomenclatura bacteriológica foi aprovado no 4º Congresso Internacional de Microbiología em 1947, mas foi descartado mais tarde. • A classificação mais aceitada é a elaborada pelo escritório editorial do Manual Bergey de Bacteriología Sistémica (Bergeys Manual of Systematic Bacteriology).
  • Discriminação de diversas técnicas empregadas nataxonomia polifásica (adaptada de Vandamme et al., 1996). Linhage m Es pé cie Gê ne ro Família Supra Família P A G PD N G Y T E NS C ES R E S R E IS N G YS G F L F RF PIN , RA Y PILO G LS AG T IO G+ O N -PC AM T U LYS TIO C IN RA C IN R L Y F T O , M -P A % UIN N A F UC N A ZA EN R N Té cnica B O T , D A C IN ER EE DS ID IZ , Q tD T R A DI U I RO A Q UE S L Q RI RA IO M S R B ES L S YPIC B R S E MIC A S E D ER HY IN AL T Y A , , AR C T A AM W N O A H rRN BES D N DN L E RN C R BA LY L O - P ND A- PO C E PH A-r PR AP A DN DN A LP, G E DN AF PHA
  • DESENVOLVIMENTOClassificação e Identificação de Bactérias • Classificação baseada em critérios bioquímicos e biológicos • Criaçõo dos postilados de Koch • Relações com as plantas: epifitismos (filoplano ou rizosfera), parasitismo (endo) e simbiose (endo); • Colonizaçao dos espaços intercelulares – ambiente pobre em nutrientes Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 56
  • DESENVOLVIMENTO Classificação e identificação • Nomenclatura binomial – gênero e espécie • Podem ser classificadas – subespécies • Niveis infra-específicos: Patovares, raças e biótipos (biovar, lisotipo e serotipo). • Hospedeiros específicos (variedades/genótipos) – patovares e raças. • Ex. Xanthomonas campestris pv. malvacearum; X. campestris pv. glycines; X. campestris pv. vesicatoria Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 57
  • DESENVOLVIMENTO Classificações infraespecíficas Bactérias da mesma espécie Patovares Biótipos Raça Lisotipo Sorotipos Características Reação Lise por Reaçoes bioquímicas ou diferencial bacteriófagos perante fisiológicas em cultivares antissoros diferenc. específicos. Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 58
  • DESENVOLVIMENTO CRITÉRIOS DE IDENTIFICAÇÃO DE BACTÉRIAS GENÉTICOSMORFOLÓGICOS GENÉTICOS FISIOLÓGICOS COLORAÇÃO DIFERENCIAL PATOGÊNICOS (Biológicas) SOROLÓGICOS BIOQUÍMICOS Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 59
  • Evolução do número de táxons
  • Tipos de Colorações
  • Reação GramCresc. Anaeróbico Cresc. Aeróbico Colôn. Amar.YDC Colôn.Mucói.YDC Pigm.Fluores KBPigm.NãoFluoDifus. Urease Oxidase Cresc. 40 o.CMais 4 flag. peritríq Cresc.D1M ágar Form Esporos Micélio Aéreo Utilização de Aspar.
  • Teste de Hipersensibilidade
  • Taxonomia• Reino Procariotae:• Divisão Gracilicutes: apresentam parede celular, gram negativa.• Divisão Firmicutes: bactérias com parede celular, gram positiva;• Divisão Tenericutes : não possuem parede celular. Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 65
  • Taxonomia Bacteriana Divisão Classe Atributo Família GêneroGracilicutes Proteobacteria Não Enterobacteriaceae Enterobacter Fotossintética Erwinia Pantoea Serratia Pseudomonadaceae Acidovorax Burkholderia Pseudomonas Ralstonia Rhizobacter Rhizomonas Xanthomonas Xylophilus Rhizobacteriaceae Agrobacterium Não Definido Xillela Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 66
  • Erwinia sp.Erwinia amylovora Candidato: Milton Luiz da Paz Lima Erwinia psidii 67
  • Acidovorax avenae Burkholderia (Pseudomonas) cepacia Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 68
  • Pseudomonas syringae subsp. Xanthomonas campestris pv.savastanoi pv. oleae fragariae Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 69
  • Ralstonia solanacearumCandidato: Milton Luiz da Paz Lima 70
  • Xylella fastidiosaAgrobacterium tumefasciens Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 71
  • Taxonomia Bacteriana Divisão Classe Atributo Família GêneroGracilicutes Proteobacteria Não Enterobacteriaceae EnterobacterFirmicutes Firmibacteria Simples G(+) Bacillus Fotossintética Erwinia Clostridium Pantoea Tallobacteria Ramificado Arthrobacter Serratia G(+) Clavibacter Pseudomonadaceae Acidovorax Curtobacterium Burkholderia Nocardia Pseudomonas Rathayibacter Ralstonia rodococcus Rhizobacter Streptomyces RhizomonasTenericutes Mollicutes Procarioto sem Spiroplasmataceae Spiroplasma Xanthomonas parede Xylophilus Afiliação incorreta Mycoplasma- Rhizobacteriaceae Agrobacterium like organism Não Definido Xillela Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 72
  • Classificação e Identificação de Virus Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 73
  • Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 74 (fitolima@gmail.com)
  • Morfologia e Composiçao de alguns virus de plantas Candidato: Milton Luiz da Paz Lima von Regenmortell et al. 2000 75 (fitolima@gmail.com)
  • Exemplos de alguns critérios ICTV Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 76 (fitolima@gmail.com)
  • Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 77 (fitolima@gmail.com)
  • Propriedades para identificação de vírus• Morfologia: Tamanho, forma e envelope• Físico químicas: massa molecular e densidade• Genoma: tipo de ácido nucléico; segmentação, sequência.• Macromoléculas: proteínas e lipídios Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 78 (fitolima@gmail.com)
  • Genoma e Replicação • Organização do genoma • Estratégias de replicação • Estratégias de expressão• Sítios de acumulação de proteinas virais • Citopatologia e formação de corpos de inclusão. Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 79 (fitolima@gmail.com)
  • Propriedades antigênicas Relacionamento sorológico Propriedades Biológicas • Transmissão • Vetor • Gama de hospedeiros Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 80 (fitolima@gmail.com)
  • Critérios Taxonômicos importantesA. Organismo hospedeirosInfectam eucariotos e procariotos. Ex, Bunyaviridade,Reoviridade e Rabdoviridae (animais e plantas)B. Morfologia da PartículaSimetria do capsídio; presença ou não do envelopeC. Tipo de GenomaDNA ou RNA; ds ou ss; mono ou bissegmentado; Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 81 (fitolima@gmail.com)
  • Categorias Taxonômicas de acordo com ICTV30.000 a 40.000 isolados de vírus de bactérias, plantas eanimais Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 82
  • Regras de Nomenclatura• Todos os organismo é • Virus: Binomial: • Inglês – Xanthomonas campestris • Polinômios – Xylela fastidiosa • Nome da hospedeira – Meloidogyne incognita – Xiphinema index – Alternaria solani Hospedeira – Sintomas - Virus Tomato Yellow leaf curl Virus Cucumber mosaic Virus mosaic Lectuce + Golden mosaic + Virus Beans Virus tristeza Citrus virus 83
  • Exemplos de espécies de Virus• Cucumber mosaic virus – Família: CMV Bunyaviridae• Tomato chlorotic mottle Gênero: virus – ToCMoV Tospovirus• Potato virus Y (PVY)• Tomato yellow leaf curl virus Espécie: Tomato (TYLCV) spotted wilt virus• Tomato spotted wilt virus Acrônimo: TSWV (TSWV) Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 84 (fitolima@gmail.com)
  • Diagrama Famílias e gêneros de virus e viróides de plantas Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 85 (fitolima@gmail.com)
  • Diagrama Famílias e gêneros de virus e viróides de plantas Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 86 (fitolima@gmail.com)
  • Considerações Finais• Através do apresentado pode-se compreender que o sistema de classificaçao dos agentes fitopatogênicos seguem a codigos diferentes, contudo a regra binomial é válida para fungos, bactérias e nematóides, restando um sitema polinomial para identificaçao de virus.• Quanto maior o tamanho e a variaçao morfológica entre os indivíduos maior a sustentaçao dos critérios morfológicos de identifiacão.• A identificação é a premissa essencial para traçar medidas de controle. Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 87
  • Literatura Consultada• Nematóide: FERRAZ, L.C.C.B., MONTEIRO, A.R. Nematóides. In: AMORIN, L., REZENDE, J.A.M.,, BERGAMIN FILHO, A. Manual de Fitopatologia – princípios e conceitos. Editora Ceres, São Paulo, SP, 2011.• Fungos: MASSOLA JR, N.S. E KRUGER, T.L. Fungos Fitopatogênicos. In: AMORIN, L., REZENDE, J.A.M.,, BERGAMIN FILHO, A. Manual de Fitopatologia – princípios e conceitos. Editora Ceres, São Paulo, SP, 2011.• Virus: REZENDE, J.A.M., KITAJIMA, E.W. Virus e viróides. In: AMORIN, L., REZENDE, J.A.M.,, BERGAMIN FILHO, A. Manual de Fitopatologia – princípios e conceitos. Editora Ceres, São Paulo, SP, 2011.• Bactérias: BEDENDO, I.P. Bactérias fitopatogênicas. In: AMORIN, L., REZENDE, J.A.M.,, BERGAMIN FILHO, A. Manual de Fitopatologia – princípios e conceitos. Editora Ceres, São Paulo, SP, 2011.• KIRK, P.M., CANNON, P.F., MINTER, D.W., STALPERS, J.A. Dictionary of Fungi Ainsworth & Bisbys. CABI Euroe - UK, 2008.• ICZN International Comission on Zoological Nomenclature. Disponível em:< http://www.nhm.ac.uk/hosted-sites/iczn/code/>, acessado em 08 de março de 2012.• IF Index Fungorun. Disponível em:< http://www.speciesfungorum.org/Names/Names.asp>, acessado em 8 de março de 2012.• ICTV International Comitee os taxonomy of vírus. Disponivel em:< http://ictvonline.org/virusTaxonomy.asp?version=2009&bhcp=1>, acessado em 8 de março de 2012.• ISPPWEB Names of Plant Pathogenic Bacteria, 1864-2004. Disponível em:< http://www.isppweb.org/names_bacterial_rath2005.asp>, acessado em março de 2012. Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 88
  • FIM• Obrigado pela atencao• Audio e conteudo:• Blog: http://www.fitopatologia1.blogspot.com .• Download conteúdos Disciplinas: http:// www.4shared.com/dir/30450008/53535226/shari Candidato: Milton Luiz da Paz Lima 89 (fitolima@gmail.com)