1
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO             SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA                  INSTITUTO FEDERAL GO...
Revisores:                             André Luis da Silva Castro                                Guilherme Malafaia       ...
SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA           INSTITUTO FEDERAL GOIANO CAMPUS URUTAÍ            DIRETORIA DE...
NOTA SOBRE A ORGANIZAÇÃO DESTE VOLUME	         O presente volume tem seu conteúdo organizado de forma a atender a duas fin...
APRESENTAÇÃO            O Programa de Bolsas de Iniciação Científica do CNPq busca despertar a vocação    científica entre...
Goias Unidade Quirinópolis (UEG Quirinopolis), 05 Universidade Estadual de Goiás Unida-de São Luiz da Montes Belos (UEG Sã...
CONTEÚDO    NOTA SOBRE A ORGANIZAÇÃO DESTE VOLUME.................................................................5    APR...
UNIDADE I                                    PROGRAMAÇÃO                               19 de outubro (quarta-feira)       ...
ÍNDICE POR TÍTULO DO TRABALHO     ATIVIDADE IN VITRO DE EXTRATO DE FUMO (Nicotiana tabacum) EM ISOLADOS FÚN-     GICOS FIT...
AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AÇÚCAR ¨CRISTAL¨............................................................76CERCOSPORIOSE (Cer...
AVALIAÇÃO DE MÉTODOS PARA QUEBRA DE DORMÊNCIA EM SEMENTES DE LEUCENA     (Leucaena leucocephala).............................
DOS..........................................................................................................................
CRIAÇÃO DE UM PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO DA SAÚDE DE RIOS E RIACHOS PARA     A UTILIZAÇÃO POR ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL...
ARTICULAÇÃO UNIVERSIDADE X SOCIEDADE......................................................................186A EDUCAÇÃO AM...
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
UNIDADE II                             RESUMO DAS PALESTRAS                           PALESTRA: O PIBIC E A UNB           ...
destinado a ciências da Vida e 37% destinadas a área das Artes e Hu-manidade. Realiza-se um concurso técnico da logomarca....
Mesa Redonda – PESQUISA NO CERRADO: PRODUÇÃO, CON-                 SERVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE     PALESTRA: ASPECTOS GERA...
produtivo. Embora a questão ambiental tenha sido mencionada nosplanos de governo, durante este período ela não existiu de ...
PALESTRA: A PESQUISA NO CERRADO, PRODUÇÃO E                            ENERGIA                                            ...
num biodigestor, e o gas metano pode ser convertido em energia tér-mica ou elétrica, além do biofertilizante de altíssima ...
PALESTRA: O CERRADO E A EXPLORAÇÃO CONSCIENTE                                            Prof. Dr. Marcelo Rodrigues Mendo...
PALESTRA: OS NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA (NIT)                   E AS PATENTES                            Prof. Dr. Ca...
MESA REDONDA: PESQUISA E PUBLICAÇÃO NO                    IF GOIANO – CAMPUS URUTAÍ              A PESQUISA NO IFGOIANO – ...
COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA                                  Ms.C. Rodolfo Carvalho – IF Goiano – Reitoria                ...
A REVISTA BARU NO IFGOIANO – CAMPUS URUTAÍ                                Profa. M.Sc. Letícia Tavares de Faria/Editora Re...
muito apreciada pelo gado e pela fauna nativa (pequenos roedores,pássaros, morcegos etc.) e também tem sido muito explorad...
APRESENTAÇÃO DOS GRUPOS DE PESQUISA DO IF GOIANO –                      CAMPUS URUTAÍ                   Autores do Resumo:...
MESA REDONDA: DA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA À                      DIVULGAÇÃO        MÉTODOS DE LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO    ...
MÉTODOS INFORMAIS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA                                                    Prof. Dr. Milton Luiz da Paz...
UNIDADE IIIRESUMOS APRESENTADOS NA II JORNADA DE         INICIAÇÃO CIENTÍFICA                                        51CIÊ...
ATIVIDADE IN VITRO DE EXTRATO DE FUMO (Nicotiana            tabacum) EM ISOLADOS FÚNGICOS FITOPATOGÊNICOS.                ...
CERCOSPORIOSE EM FOLHAS DE GOIABEIRA INCIDENTE NA                CIDADE DE URUTAÍ, GO.                                    ...
ATIVIDADE IN VITRO DE EXTRATO DE SAMAMBAIA             [Dicranopteris pectinata] EM ISOLADOS FÚNGICOS                     ...
AVALIAÇÃO FITOSSOCIOLÓGICA DE PLANTAS DANINHAS NO       FEIJOEIRO-COMUM CULTIVADO EM URUTAÍ, GO.                     Barro...
ESTAÇÃO DE MONTA DE UM REBANHO NELORE NO MUNICÍPIO                       DE IPAMERI - GO                                  ...
Comparação de dois dispositivos auxiliares de    detecção de estro em novilhas mestiças leiteiras                         ...
MICRORGANISMOS SOLUBILIZADORES DE FOSFATO SOB        FEIJOEIRO SUBMETIDO À APLICAÇÃO DE BIOFERTILIZANTE                   ...
TAXA DE PRENHEZ DE VACAS NELORE LACTANTES  SINCRONIZADAS COM IMPLANTE INTRAVAGINAL, BENZOATO    DE ESTRADIOL E REMOÇÃO TEM...
IMPLANTAÇÃO DE ESTAÇÃO DE MONTA NO REBANHO DE      GADO DE CORTE (Bos taurus indicus) DO INSTITUTO FEDERAL                ...
USO DO FENBENDAZOLE ORAL SOBRE A PRODUÇÃO  LEITEIRA E CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS, EM VACAS                      GIROLAN...
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí

1,930 views
1,795 views

Published on

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
1,930
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
3
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Anais da II Jornada de Iniciação Científica do Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí

  1. 1. 1
  2. 2. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL GOIANO CÂMPUS URUTAÍ DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUACÃO GERÊNCIA DE PESQUISA COORDENAÇÃO DO PIBIC ANAIS DA II JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO IF GOIANO - CAMPUS URUTAÍ2 URUTAÍ, GO, 2011
  3. 3. Revisores: André Luis da Silva Castro Guilherme Malafaia Leandro Nériton Candido Máximo Leticia Tavares de Faria Milton Luiz da Paz Lima Milton Sérgio Dornelles Coordenação Editorial: Milton Luiz da Paz Lima Capa: Milton Luiz da Paz Lima Diagramação: Sidney Alves Impressão: Gráfica e Editora Pires do Rio Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação Biblioteca do Instituto Federal Goiano – Campus UrutaíA532 Anais da II Jornada de Iniciação Científica do IF Goiano – Campus Urutaí. -- Urutaí: IF Goiano, 2011. 3 ISBN - 9788562774119 206 p. 1. Pesquisa Científica. 2. Ciências Agrárias. 3. Ciências Biológicas. 4. Ciências da Saúde. 5. Ciências Exatas e da Terra. 6. Ciências Humanas. 7. Ciências Sociais Aplicadas. 8. Engenharia. 9. Linguística, Letras e Artes I. Título. CDU 377
  4. 4. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL GOIANO CAMPUS URUTAÍ DIRETORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUACAO GERÊNCIA DE PESQUISA COORDENAÇÃO DO PIBIC Prof. Dr. Gilson Dourado da Silva Diretor Geral do IF Goiano - Campus Urutaí Prof. Dr. Milton Sérgio Dornelles Gerente de Pesquisa do IF Goiano - Campus Urutaí Profo. Msc. Walter da Costa Mendes Gerente de Extensão do IF Goiano - Campus Urutaí Prof. Dr. André Luis da Silva Castro Diretor de Pesquisa e Pós-graduaçao do IF Goiano - Campus Urutaí COMISSÃO ORGANIZADORA André Luis da Silva Castro Guilherme Malafaia Leandro Nériton Cândido Máximo Milton Luiz da Paz Lima Milton Sérgio Dornelles Giselle Anselmo de Sousa Gonçalves Lucilene da Luz do Nascimento COMISSÃO CIENTIFÍCA André Luis da Silva Castro Guilherme Malafaia Leandro Nériton Cândido Máximo Milton Luiz da Paz Lima Milton Sergio Dornelles COMISSÃO JULGADORA Alexandre Igor de Azevedo Pereira André Luis da Silva Castro Fernando Godinho de Araújo Gabriela Rezende Fernandes Giselle Anselmo de Sousa Gonçalves Guilherme Malafaia Juliano Jose Resende Fernandes Leandro Nériton Cândido Máximo4 Milton Luiz da Paz Lima Milton Sergio Dornelles Pedro Luis Costa Carvalho COMISSÃO ORGANIZADORA DISCENTE Bruno da Silva Ferreira Camila Gracyelle de Carvalho Lemes Dieferson da Costa Estrela Karina Roterdanny Araújo dos Santos Lismaíra Gonçalves Caixeta Garcia Luciano Nogueira Marcus Vinícius Santana Bruna Santos de Oliveira Guilherme Augusto Mendes Padovani
  5. 5. NOTA SOBRE A ORGANIZAÇÃO DESTE VOLUME O presente volume tem seu conteúdo organizado de forma a atender a duas finalidades distintas:guia de acompanhamento da apresentação dos trabalhos, para os serviços de avaliação e memória do JIC,para o público em geral. Os trabalhos encontram-se apresentados de acordo com a ordem alfabética dos autores prin-cipais levando em consideração seus sobrenomes. Os trabalhos aqui apresententados pertencem às mo-dalidades: Iniciação Científica Júnior/IFGOIANO/URUTAÍ, Bolsa PIBIC/IFGOIANO/URUTAÍ, monitoria, PIVIC,PIBIC CNPq superior, PIBIT CNPq, PIBIC JR/IFGoiano, PET/MEC, NEPA/MEC, PIBID/CAPES e estágio extra--curricular não remunerado. Os trabalhos pertencentes a essas diferentes modalidades estão agrupados deacordo com suas devidas áreas de conhecimento. Os trabalhos foram separados de acordo com as grandes áreas de conhecimento, adotadas peloCNPq: Ciências Agrárias; Ciências Biológicas; Ciências da Saúde; Ciências Exatas e da Terra; Ciências Humanas; Ciências Sociais Aplicadas; Engenharias; Linguística, Letras e Artes; Multidisciplinar. Para facilitar a busca encontram-se no inicio deste volume o índice por titulo, a listagem de traba-lhos apresentados por área na forma oral e pôster, e ao final do volume o índice por autor, por orientador ecolaborador. O conteúdo e a forma dos resumos são de total responsabilidade dos autores e orientadores. 5
  6. 6. APRESENTAÇÃO O Programa de Bolsas de Iniciação Científica do CNPq busca despertar a vocação científica entre os estudantes de cursos técnicos e graduação mediante sua participação em projetos de pesquisa, sob supervisão de professores orientadores. A idéia é que o desenvolvimento do espírito científico deve dar-se o mais cedo possí- vel e que esse processo dependa tanto da aquisição de conhecimentos, quanto da vivência de certa atmosfera intelectual, capaz de incentivar a curiosidade, a imaginação, educar a atenção, desenvolver a crítica, a disciplina e a consciência de limitações. Com isso se es- pera ter profissionais melhor habilitados para o mercado de trabalho, assim como futuros alunos de pós-graduação que possam completar sua formação acadêmica de forma mais proveitosa e rápida. As atividades de iniciação científica são apoiadas por um programa nacional, mantido pelo CNPq, e por uma linha de auxílio do Instituto Federal Goiano - Campus Urutaí. Ambos distribuem bolsas para os alunos selecionados, com o objetivo de aumentar-lhes as possibi- lidades materiais de permanência no IF Goiano e de êxito na conclusão do curso. Os trabalhos desenvolvidos são apresentados à comunidade acadêmica na II Jorna- da de Iniciação Científica representado pela sigla II JIC. Entre os trabalhos inscritos para o Evento no ano de 2011, encontram-se 145 resu- mos realizados principalmente no IFGoiano - Campus Urutaí, no entanto, pesquisadores/ professores participaram com seus trabalhos ou colaborações representados pelas seguin- tes instituições: Agrodefesa, Embrapa Arroz e Feijão, Embrapa Hortalicas, IF Goiano - Cam- pus Rio Verde, Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Instituto Osvaldo Cruz (FioCruz), Secretaria Municipal de Saúde de Aparecida de Goiânia, Universidade de Brasília (UnB), Universidade Estadual de Goiás Unidade Ipameri (UEG Ipameri), Universidade Estadual de Goias Unidade Quirinopolis (UEG Quirinopolis), Universidade Estadual de Goiás Unidade São Luiz da Montes Belos (UEG São Luiz da Montes Belos), Universidade Estadual Paulista Campus Araçatuba (Unesp Araçatuba), Universidade Estadual Paulista Campus Jaboticabal (Unesp Jaboticabal), Universidade Federal de Goiás (UFG), Universidade Federal do Espi- rito Santo (UFES), Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Universidade Federal de Viçosa (UFV) e Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).Foram apresentados 72 resumos pertencentes a área de Ciências6 Agrárias, 32 pertencentes a área de Ciências Biológicas, nove resumos pertencentes a área de Ciências da Saúde, 14 pertencentes a área de Ciências Exatas e da Terra, seis resumos pertencentes a área de Ciências Humanas, sete pertencentes a área de Ciências Sociais Aplicadas, dois resumos pertencente a área de Engenharia e dois resumos pertencentes a área multidisciplinar. Foram apresentados 20 trabalhos na forma oral e 125 na forma de pôster. O número de autores por escolas nos trabalhos apresentados foram: 01Agrodefesa, 04 Embrapa Arroz e Feijão, 01 Embrapa Hortalicas, 07 IF Goiano - CampusRio Verde, 02 Instituto Agronômico de Campinas (IAC), 02 Instituto Osvaldo Cruz (FioCruz), 07 Secretaria Municipal de Saúde de Aparecida de Goiânia, 28 Universidade de Brasília (UnB), 13 Uni- versidade Estadual de Goiás Unidade Ipameri (UEG Ipameri), 12 Universidade Estadual de
  7. 7. Goias Unidade Quirinópolis (UEG Quirinopolis), 05 Universidade Estadual de Goiás Unida-de São Luiz da Montes Belos (UEG São Luiz da Montes Belos), 01 Universidade EstadualPaulista Campus Araçatuba (Unesp Araçatuba), 05 Universidade Estadual Paulista CampusJaboticabal (Unesp Jaboticabal), 10 Universidade Federal de Goiás (UFG), 01 Universida-de Federal do Espirito Santo (UFES), 04 Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), 07Universidade Federal de Uberlandia (UFU), 02 Universidade Federal de Viçosa (UFV) e 02Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). 7
  8. 8. CONTEÚDO NOTA SOBRE A ORGANIZAÇÃO DESTE VOLUME.................................................................5 APRESENTAÇÃO.......................................................................................................................6 UNIDADE I PROGRAMAÇÃO....................................................................................................9 ÍNDICE POR TÍTULO DO TRABALHO.....................................................................................10 LISTAGEM DE TRABALHOS POR ÁREA................................................................................17 LISTAGEM DOS TRABALHOS APRESENTADOS NA FORMA ORAL....................................25 LISTAGEM DOS TRABALHOS APRESENTADOS NA FORMA DE PÔSTER...........................27 UNIDADE II RESUMO DAS PALESTRAS................................................................................36 PALESTRA: O PIBIC E A UNB.................................................................................................36 PALESTRA: ASPECTOS GERAIS, CARACTERÍSTICAS E MONITORAMENTO DO DESMA- TAMENTO DO BIOMA CERRADO...........................................................................................38 PALESTRA: A PESQUISA NO CERRADO, PRODUÇÃO E ENERGIA......................................40 PALESTRA: O CERRADO E A EXPLORAÇÃO CONSCIENTE................................................42 PALESTRA: OS NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA (NIT) E AS PATENTES.............43 MESA REDONDA: PESQUISA E PUBLICAÇÃO NO IF GOIANO – CAMPUS URUTAÍ..........44 A PESQUISA NO IFGOIANO – CAMPUS URUTAÍ...................................................................44 COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA ........................................................................................45 A REVISTA BARU NO IFGOIANO – CAMPUS URUTAÍ...........................................................47 APRESENTAÇÃO DOS GRUPOS DE PESQUISA DO IF GOIANO – CAMPUS URUTAÍ.........48 MESA REDONDA: DA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA À DIVULGAÇÃO...................................49 MÉTODOS DE LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO...............................................................49 METODOS INFORMAIS DE DIVULGAÇÃO CIENTIFICA..........................................................50 UNIDADE III RESUMOS APRESENTADOS NA II JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA......51 CIÊNCIASAGRÁRIAS..............................................................................................................51 CIÊNCIAS BIOLÓGICAS........................................................................................................124 CIÊNCIAS DA SAÚDE............................................................................................................156 CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA..........................................................................................166 CIÊNCIAS HUMANAS............................................................................................................181 CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS..........................................................................................188 ENGENHARIA........................................................................................................................195 LINGUÍSTICA.........................................................................................................................197 MULTIDISCIPLINAR...............................................................................................................199 ÍNDICE POR AUTORES.........................................................................................................2028
  9. 9. UNIDADE I PROGRAMAÇÃO 19 de outubro (quarta-feira) Manhã - Biblioteca- 07:00h Recepção e credenciamento de participantes- 08:30h Abertura oficial- 09:30h Palestra: A UnB e o PIBIC – Profa. Dra. Mylene Christine Queiroz de Farias – UnBModerador Milton LimaTarde – Salas de aula e Quadra coberta- 13:30h Apresentações orais – salas de aula- 15:00h Apresentação de pôster – Quadra coberta Noite - Biblioteca-19:30h Mesa Redonda – Pesquisa no Cerrado: Produção,Conservação e Sustentabilidade Moderador André Castro• Profa. MSc. Elaine Barbosa da Silva - UFG• Prof. Dr. Enes Gonçalves Marra - UFG• Prof. Dr. Marcelo Rodrigues Mendonça - UFG- 21:30h Apresentação cultural e coquetel 20 de outubro (quinta-feira) Manhã – Biblioteca- 07:30h Palestra: Os Núcleos de Inovação Tecnológica (NIT) e as patentes: Prof. D r.Carlos Henrique Marchiori - IF Goiano - Reitoria- 09:00h Mesa Redonda: Pesquisa e publicação no IF Goiano – Campus Urutaí- Prof. Dr. André Luis da Silva Castro – IF Goiano – Campus Urutaí- MsC. Rodolfo Carvalho – IF Goiano – Reitoria- Profa. M.Sc. Letícia Tavares de Faria/Editora Revista Baru – IF Goiano – Campus Urutaí. Tarde – Biblioteca- 13:00h Apresentação dos Grupos de Pesquisa do IF Goiano – Campus Urutaí 9- 15:00h Mesa redonda: Da pesquisa bibliográfica à divulgação- Prof. Dr. Milton Sérgio Dornelles – IF Goiano – Campus Urutaí- Prof. Dr. Milton Luiz da Paz Lima- 16:30h Premiação de trabalhos e encerramento
  10. 10. ÍNDICE POR TÍTULO DO TRABALHO ATIVIDADE IN VITRO DE EXTRATO DE FUMO (Nicotiana tabacum) EM ISOLADOS FÚN- GICOS FITOPATOGÊNICOS..............................................................................................................52 CERCOSPORIOSE EM FOLHAS DE GOIABEIRA INCIDENTE NA CIDADE DE URUTAÍ, GO.........................................................................................................................................................53 ATIVIDADE IN VITRO DE EXTRATO DE SAMAMBAIA [Dicranopteris pectinata] EM ISOLA- DOS FÚNGICOS FITOPATOGÊNCIOS..............................................................................................54 AVALIAÇÃO FITOSSOCIOLÓGICA DE PLANTAS DANINHAS NO FEIJOEIRO-COMUM CUL- TIVADO EM URUTAÍ, GO.................................................................................................................55 ESTAÇÃO DE MONTA DE UM REBANHO NELORE NO MUNICÍPIO DE IPAMERI - GO......56 COMPARAÇÃO DE DOIS DISPOSITIVOS AUXILIARES DE DETECÇÃO DE ESTRO EM NOVI- LHAS MESTIÇAS LEITEIRAS..........................................................................................................57 MICRORGANISMOS SOLUBILIZADORES DE FOSFATO SOB FEIJOEIRO SUBMETIDO À APLI- CAÇÃO DE BIOFERTILIZANTE LÍQUIDO.....................................................................................58 TAXA DE PRENHEZ DE VACAS NELORE LACTANTES SINCRONIZADAS COM IMPLANTE IN- TRAVAGINAL, BENZOATO DE ESTRADIOL E REMOÇÃO TEMPORÁRIA DO BEZERRO..........59 IMPLANTAÇÃO DE ESTAÇÃO DE MONTA NO REBANHO DE GADO DE CORTE (Bos taurus indi- cus) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO - CAMPUS URUTAÍ......................................................60 USO DO FENBENDAZOLE ORAL SOBRE A PRODUÇÃO LEITEIRA E CONTAGEM DE CÉLU- LAS SOMÁTICAS, EM VACAS GIROLANDO..................................................................................61 DETERMINAÇÃO DE PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS DE QUALIDADE DE ÓLEOS DE SOJA E GIRASSOL COMERCIALIZADOS EM PIRES DO RIO – GO...........................................62 DETERMINAÇÃO DE PARÂMETROS FÍSICO-QUÍMICOS DE QUALIDADE DE BANHA DE PORCO COMERCIALIZADA NO MUNICÍPIO DE PIRES DO RIO-GO............................................63 INDICE DE VELOCIDADE DE EMERGÊNCIA DE SEMENTES DE PLÂNTULAS DE ALFA- CE COM USO DE SUBSTRATOS ALTERNATIVOS E BIOFERTILIZANTE LÍQUIDO VIA FO- LIAR.....................................................................................................................................................64 Fusarium sp. ASSOCIADO A P ODRIDÃO DE FRUTOS DE ARATICUM nnoncrassi- flora)....................................................................................................................................................65 RESPOSTADO FEIJOEIROAO MANEJO DAIRRIGAÇÃO EM CONDIÇÕES DE PLANTIO DIRETO NO CERRADO....................................................................................................................................66 EFEITO DO EXTRATO DE URUCUM NA PIGMENTAÇÃO E PRODUÇÃO DE OVOS DE POEDEI- RAS COMERCIAIS.............................................................................................................................67 O CONHECIMENTO SOBRE PLANTAS MEDICINAIS E A CONSERVAÇÃO DO BIOMA CER- RADO NO MUNICÍPIO DE URUTAÍ (GO).......................................................................................6810 APLICAÇÃO DE BIOFERTILIZANTES LÍQUIDOS E SEUS ESTÍMULOS À MICROBIOTA DO SOLO....................................................................................................................................................69 COBERTURA DO SOLO POR RESÍDUOS VEGETAIS EM CONDIÇÕES DIFERENCIADAS DE UMIDADE DO SOLO E DISPONIBILIDADE DE NITROGÊNIO....................................................70 DESENVOLVIMENTO DE ACOPLAMENTOS PARA MÓDULOS DE SEMEADURA UBA- ÇÃO......................................................................................................................................................71 ELABORAÇÃO DE FARINHA A PARTIR DE RESÍDUOS DE ALIMENTOS E SUA UTILIZAÇÃO COMO INGREDIENTE EM NOVOS PRODUTOS..............................................................................72 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE E ACEITAÇÃO DE PÃO MILHO COM ADIÇÃO DE FARINHA DE LINHAÇA (Linum usitatissimum).................................................................................................73 ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS E MICROBIOLÓGICAS DE BATATA- DOCE BIOFORTIFICA- DA (Ipomoea batatas) MINIMAMENTE PROCESSADA ARMAZENADA SOB GERAÇÃO........74 USO DE DIFERENTES TEMPERATURAS NO PROCESSO DE FRITURA DA BATATA-DOCE RTIFICADA.........................................................................................................................................75
  11. 11. AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO AÇÚCAR ¨CRISTAL¨............................................................76CERCOSPORIOSE (Cercospora bixae) EM FOLHAS DE URUCUM (Bixa Orellana) INCIDENTENA CIDADE DE URUTAÍ, GO...........................................................................................................77OCORRÊNCIA DE OÍDIOS EM ESPÉCIES DE IPÊ.........................................................................78PATOGENICIDADE CRUZADA DE ISOLADOS DE Colletotrichum gloeosporioides, C. falcatume C. dematium........................................................................................................................................79SUCESSÃO DE CULTURAS E SUA INFLUÊNCIA NAS PROPRIEDADES FÍSICAS DO SOLOE NA PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO IRRIGADO SOB DOSES CRESCENTES TROGÊ-NIO.......................................................................................................................................................80ACONDICIONAMENTO DO ABACAXI (Ananas comosus) MINIMAMENTE PROCESSADO EMEMBALAGENS PET E PS/PVC..........................................................................................................81CARACTERIZAÇÃO MORFOLÓGICA DE UMA VOÇOROCA EM IPAMERI..............................82DIAS NUBLADOS OU ENSOLARADOS INTERFEREM NA PRESENÇA DE ARTRÓPODES QUEHABITAM AS FLORES DO ALGODOEIRO.....................................................................................83ACÚMULO DE MATÉRIA SECA, COBERTURA DO SOLO E DECOMPOSIÇÃO DE RESÍDUOSCULTURAIS DE ESPÉCIES VEGETAIS NO CERRADO GOIANO................................................84GERMINAÇÃO E DESENVOLVIMENTO INCIAL DAS PLANTAS DE MANGABEIRA Hancor-nia speciosa TRATADAS COM GA3 E AIA.........................................................................................85CRESCIMENTO DE MUDAS DE ALFACE PRODUZIDAS COM SUBSTRATOS ALTERNATI-VOS E BIOFERTILIZANTE LÍQUIDO VIA FOLIAR......................................................................86CERCOSPORIOSE (Cercospora bidenticola) EM PICÃO PRETO INCIDENTE NA CIDADE DEURUTAÍ, GO........................................................................................................................................87EFEITO DA DESIDRATAÇÃO OSMÓTICA SEGUIDA DE FRITURA NAS CARACTERISTICASFISICO-QUIMICAS EM CHIPS DE BATATA-DOCE BIOFORTICADA..........................................88RESISTÊNCIA DE AMENDOIM A Stegasta bosquella (CHAMBERS) (LEPIDOPTERA: ECHII-DAE).....................................................................................................................................................89EFEITO DA INFESTAÇÃO DE Enneothrips flavens (MOULTON) (THYSANOPTERA: THRIPI-DAE) EM CULTIVARES DE AMENDOIM........................................................................................90PATOGENICIDADE DE Phoma glomerata EM CENOURA (Daucus carota).................................91MICROSCOPIA ÓTICA DA FASE TELIAL E AECIAL DE Uromyces sp. EM FOLHAS DE Phthiru-sa ovata.................................................................................................................................................92AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DE CACHAÇAS ARTESANAIS PRODUZIDAS NO MUNICÍ-PIO DE ORIZONA, GO.......................................................................................................................93APLICAÇÃO DOTESTE DUO-TRIO EM DOCE DE LEITE ELABORADO COM DIFERENTES CON-CENTRAÇOES DE AMIDO................................................................................................................94AVALIAÇÃO FISICO-QUÍMICA DE CACHAÇAS ARTESANAIS.................................................95AVALIAÇÃO DO EFEITO DAAPLICAÇÃO DE BIOFILMES EM BATATA-DOCE (Ipomoea batatas) 11IOFORTIFICADA................................................................................................................................96ANÁLISES FÍSICO-QUÍMICAS EM ÓLEO DE SOJA, MILHO E GIRASSOL APÓS PROCESSO DEFRITURA DA BATATA-DOCE BIOFORTIFICADA.........................................................................97OCORRENCIA DE Mycovellosiella robbsii EM SANSÃO-DO-CAMPO (Mimosa caesalpiniaefo-lia) NA CIDADE DE URUTAÍ, GO....................................................................................................98CONSÓRCIO ENTRE FORRAGEIRAS E O SORGO COM ENFOQUE NA PRODUÇÃO DE SILA-GEM E FORMAÇÃO DE PASTO.......................................................................................................99OCORRÊNCIA DE FERRUGEM TROPICAL (Physopella zeae) EM CULTIVAR TRANSGÊNICADE MILHO NA CIDADE DE URUTAÍ.............................................................................................100AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA DA ROTINA DE ORDENHA EM UMA FAZENDA NO MUNI-CÍPIO DE URUTAÍ – GO...................................................................................................................101INSETOS HABITANTES DE ESTRUTURAS FLORAIS DE ALGODÃO Gossypium hirsutum LVA-CEAE).................................................................................................................................................102
  12. 12. AVALIAÇÃO DE MÉTODOS PARA QUEBRA DE DORMÊNCIA EM SEMENTES DE LEUCENA (Leucaena leucocephala)...................................................................................................................103 CAPACIDADE PREDATÓRIA DE Podisus nigrispinus EM Ascia monuste orseis ALIMENTADAS EM GENÓTIPOS DE COUVE-COMUM..................................................................................................104 TESTE DE ORDENAÇÃO-PREFERÊNCIA ENTRE TRÊS DIFERENTES MARCAS DE BATATAS FRITAS ONDULADAS.....................................................................................................................105 IMERSÃO DA BATATA-DOCE-BIOFORTIFICADA MINIMAMENTE PROCESSADA EM DIFE- RENTES ÁCIDOS DURANTE PROCESSO DE BRANQUEAMENTO.........................................106 DIVERSIDADE DE FUNGOS NA HASTE E VAGEM DE VARIEDADES COMERCIAIS DE SOJA... ............................................................................................................................................................107 SUBSTRATOS EM MUDAS MICROPROPAGADAS DE BANANEIRA ‘MAÇÃ’ (Musa spp.) NA FASE DE ACLIMATAÇÃO .............................................................................................................108 OCORRÊNCIA DE FERRUGEM BRANCA (Albugo bliti) EM APAGA-FOGO.............................109 Avaliação de métodos integrados de plantas invasoras em cultivos de maracujá...........................110 DOENÇAS E PRAGAS INCIDENTES EM GENÓTIPOS DE PIMENTAS (Capsicum spp.) CULTI- VADAS NA CIDADE DE URUTAÍ, GO...........................................................................................111 OCORRÊNCIA DE CERCOSPORIOSE (Pseudocercospora subsessilis) EM FOLHAS DE CINA- MOMO (Melia azedarach)................................................................................................................112 IDENTIFICAÇÃO E PARÂMETROS DE DIVERSIDADE DE FUNGOS NO FILOPLANO DE CANA DE AÇÚCAR......................................................................................................................................113 DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO DA PISCICULTURA DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO CAM- PUS URUTAÍ.....................................................................................................................................114 COMPARAÇÃO QUALITATIVA ENTRE GENÓTIPOS DE BATATA-DOCE BIOFORTIFICADA EM FUNÇÃO DA CLASSIFICAÇÃO POR PESO...........................................................................115 ESTUDO SOBRE A PREFERÊNCIA ALIMENTAR DE INSETOS NEOTROPICAIS HER- BÍVOROS CONSIDERANDO DIETAS ORIUNDAS DE PLANTAS NATIVAS OU EXÓTI- CAS.....................................................................................................................................................116 EFEITO DE ÓLEOS VEGETAIS DE Azadirachta indica E Jatropha curcas SOBRE Plutella xylos- tella (LEPIDOPTERA: PLUTELLIDAE) EM COUVE-COMUM..................................................117 OCORRÊNCIA DE Clostridium botulinum TIPOS C E D EM CRIATÓRIOS DE BOVINOS NO VALE DO ARAGUAIA, GOIÁS, BRASIL...................................................................................................118 QUALIDADE DE MUDAS DE ALFACE PRODUZIDAS COM SUBSTRATOS ALTERNATIVOS E BIOFERTILIZANTE LÍQUIDO VIAFOLIAR....................................................................................119 QUALIDADE DE MUDAS DE ALFACE PRODUZIDAS COM SUBSTRATOS ALTERNATIVOS E BIOFERTILIZANTE LÍQUIDO VIA FOLIAR...................................................................................120 FERRUGEM INCIDENTE EM PICÃO GIGANTE NA CIDADE DE URUTAÍ..............................12112 INTERFERÊNCIA DE PLANTAS DANINHAS NO FEIJOEIRO-COMUM CULTIVADO EM URU- TAÍ, GO..............................................................................................................................................122 EFEITO DA CONCENTRAÇÃO DE XAROPE NA DESIDRATAÇÃO OSMÓTICA DE “CHIPS” DE BATATA-DOCE (Ipomoea batatas) BIOFORTIFICADA............................................................123 ATROPELAMENTO DE VERTEBRADOS SILVESTRES EM UM TRECHO DA RODOVIA GO-330, NO SUDESTE GOIANO.....................................................................................................................125 USO DE REFRIGERANTES POR ABELHAS NA CANTINA: UM ESTUDO SOBRE AS RAZÕES DA BUSCA DESSE ALIMENTO ALTERNATIVO................................................................................126 EXTRAÇÃO DE ÓLEO DE TILÁPIA (Oreochromis niloticus) E AVALIAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DA FRAÇÃO LIPÍDICA...........................................................................................................................127 IDENTIFICACAO MOLECULAR DE DIFERENTES PARES DE OLIGONUCLEOTíDEOS PARA AMPLIFICAÇÃO E RECONHECIMENTO DE ISOLADOS DE Colletotrichum spp...................128 ASPECTOS MORFOLÓGICOS DE ISOLADOS DE Colletotrichum spp......................................129 AVALIAÇÕES MORFOMÉTRICAS E RENDIMENTO DE CARCAÇA DE PEIXES EDON-
  13. 13. DOS....................................................................................................................................................130ASPECTOS BIOLÓGICOS DE Actinote pyrrha pyrrha (LEPIDOPTERA: NYMPHALI-DAE) EM LABORATÓRIO TENDO COMO HOSPEDEIRO Vernonia polyanthes ERACE-AE)......................................................................................................................................................131FOLHAS DE SOJA, EUCALIPTO EALGODÃO NADIETADO PREDADOR Supputius cincticeps (HE-TEROPTERA: PENTATOMIDAE)....................................................................................................132USO DE FONTES DE CARBONO E NITROGÊNIO NO CRESCIMENTO DE ISOLADOS DE Col-letotrichum spp...................................................................................................................................133ATRATIVIDADE DE GENÓTIPOS DE Eucalyptus ssp. a Thyrinteina arnobia (STOLL, 1782) (LEPI-DOPTERA: GEOMETRIDAE).........................................................................................................134BIOLOGIA DE Thyrinteina arnobia (STOLL, 1782) (LEPIDOPTERA: GEOMETRIDAE) ALI-MENTADAS EM GENÓTIPOS DE Eucalyptus ssp.........................................................................135DESENVOLVIMENTO IN VITRO DE PLÂNTULAS DE SUCUPIRA PRETA (Bowdichia virgi-lioides - Fabaceae) SUBMETIDAS A DIFERENTES BALANÇOS DE AIB..................................136GERMINAÇÃO E CRESCIMENTO INICIALin vitro DE SEMENTES DE SUCUPIRAPRETA(Bowdi-chia virgilioides, Fabaceae)...............................................................................................................137DIVERSIDADE E DESCRIÇÃO DE MACROFUNGOS INCIDENTES NA REGIÃO DE RU-TAÍ, GO..............................................................................................................................................138GERMINAÇÃO in vitro DE SEMENTES MAGABEIRA Hancornia speciosa (Apocynaceae).....139EFICIÊNCIA DA DESINFESTAÇÃO EM SEMENTES MAGABEIRA Hancornia speciosa (Apocy-naceae) INOCULADAS IN VITRO..................................................................................................140TRANSMISSIBILIDADE E PATOGENICIDADE DE Pestalotiopsis sp. EM SEMENTES DE PAU-TER-RA-GRANDE (Qualea grandiflora)................................................................................................141PARÂMETROS DE DIVERSIDADE DE FUNGOS ASSOCIADOS A SEMENTES DE ESPÉCIES DOCERRADO GOIANO.........................................................................................................................142LEVANTAMENTO DA ICTIOFAUNA DO CÓRREGO PALMITAL..............................................143ANTAGONISMO in vitro DE LEVEDURAS E BACTÉRIAS DE SOLO SOBRE O CRESCIMEN-TO MICELIAL DE FUNGOS FITOPATOGÊNICOS........................................................................144ENTOMOFAUNA DE COLEOPTERA PRESENTE EM PLANTIO DE RÚCULA SOB TRÊS SIS-TEMAS DE CONDUÇÃO DA CULTURA EM URUTAÍ (GO).......................................................145PRIMEIRO REGISTRO DO SYMPHYTA Didymia sp. (ARGIDAE) EM URUTAÍ, GOIÁS, BRASIL............................................................................................................................................................146DESENVOLVIMENTO DE Spodoptera eridania (CRAMER) (LEPIDOPTERA: NOCTUIDAE) EM DI-FERENTES HOSPEDEIROS.............................................................................................................147REVISITANDO A COLEÇÃO MICOLÓGICA DE EZECHIAS PAULO HERINGER: DADOS INI-CIAIS..................................................................................................................................................148Disonycha glabrata (COLEOPTERA: CHRYSOMELIDAE): POTENCIAL REGULADOR BIOLÓ- 13GICO DO CARURU-ROXO EM PLANTIOS DE BATATA-DOCE................................................149Passalora sp. EM MANCHAS FOLIARES DE Swartzia sp.............................................................150Janetia sp. EM TRICOMAS DE Ocotea sp. NO BRASIL......................................................................151DOIS NOVOS ASCOMICETOS TRICOMÁTICOS EM PLANTA DA FAMÍLIA URACEAE......152PROVÁVEL ESPÉCIE NOVA DE Stigmopeltis sp. EM FOLHAS DE Micropholum OTACEAE)....153BIOLOGIA DO PERCEVEJO PREDADOR Zelus longipes (HETEROPTERA:EDUVIIDAEMBORATÓRIO...........................................................................................................................................154REPRODUÇÃO DO PERCEVEJO PREDADOR Zelus longipes (HETEROPTERA: REDUVIIDAE)MANTIDO SOB DIFERENTES PRESAS EM LABORATÓRIO....................................................155AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE SAL DE COZINHA COMERCIALIZADO EM URUTAÍ--GO.....................................................................................................................................................157QUALIDADE MICROBIOLÓGICA E FÍSICO-QUÍMICA DA ÁGUA UTILIZADA EM UMA FA-ZENDA LEITEIRA DE UMA UNIDADE UNIVERSITÁRIA EM URUTAÍ – GO........................158
  14. 14. CRIAÇÃO DE UM PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO DA SAÚDE DE RIOS E RIACHOS PARA A UTILIZAÇÃO POR ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL.......................................159 AVALIAÇÃO SENSORIAL E INSTRUMENTAL DA COR DE CHIPS DE BATATA-DOCE BIOFOR- TIFICADA DESIDRATADA.............................................................................................................160 UTILIZAÇÃO DE RESÍDUOS DE ABACAXI PARA PRODUÇÃO DE BISCOITOS MANTEIGA- DOS....................................................................................................................................................161 APLICAÇÃO DO TESTE DUO-TRIO EM BOLO DE CHOCOLATE COM ALTERAÇÃO NA FOR- MULAÇÃO RELACIONADA À PRESENÇA DE GLÚTEN..........................................................162 ELABORAÇÃO E ACEITABILIDADE DE BRIGADEIRO DE MANDIOCA...............................163 QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DE MÃOS DE MANIPULADORES DE ALIMENTOS DE UMA CRECHE MUNICIPAL.......................................................................................................................164 ANÁLISE SENSORIAL DO DOCE DA CASCA DE MELANCIA....................................................165 CULTIVO DE Canavalia ensiformis (FEIJÃO-DE-PORCO) SOB IRRIGAÇÃO COM DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE ÁGUA DE ESGOTO DOMÉSTICO.........................................................167 EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CONSERVAÇÃO DE RECURSOS HÍDRICOS: A PROBLEMÁTICA DOS IMPACTOS GERADOS PELO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DO INSTITU- TO FEDERAL GOIANO (CAMPUS URUTAÍ) AO CÓRREGO PALMITAL................................168 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS INFORMAÇÕES SOBRE O AQUECIMENTO GLOBAL, DIS- PONÍVEIS EM WEBSITES BRASILEIROS......................................................................................169 ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES SOBREAPOLUIÇÃO DAS ÁGUAS, DISPONÍVEIS EMWEBSITES BRASILEIROS...................................................................................................................................170 DIAGNÓSTICO DO GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DOMICILIARES E DE SERVIÇOS DE SAÚDE EM QUIRINÓPOLIS, GO..............................................................................................171 IMPLANTAÇÃO DE PALIÇADAS VIVAS COMOALTERNATIVAPARARECUPERAÇÃO DE ÁRE- AS DEGRADADAS POR EROSÃO...................................................................................................172 DIAGNÓSTICO DA INTEGRIDADE AMBIENTAL DO CÓRREGO DO AÇUDE (ORIZONA, GO) POR MEIO DE UM PROTOCOLO DE AVALIAÇÃO RÁPIDA DE RIOS......................................173 DISPOSIÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS DO LIXÃO DE PIRES DO RIO - GO....................................................................................................................................................174 PERCEPÇÃO AMBIENTAL DE FUNCIONÁRIOS DE UMA EMPRESA DE RECICLAGEM DO MUNICÍPIO DE IPAMERI: UM ESTUDO DE CASO.....................................................................175 DESENVOLVIMENTO INICIAL DE LEUCENA (Leucaena leucocephala) SOB IRRIGAÇÃO COM ÁGUAS RESIDUÁRIAS...................................................................................................................176 DESENVOLVIMENTO INICIAL DE Canavalia ensiformis (FEIJÃO-DE-PORCO) SOB IRRIGA- ÇÃO COM ÁGUAS RESIDUÁRIAS................................................................................................177 INFLUÊNCIA DA IRRIGAÇÃO COM ÁGUAS RESIDUÁRIAS NO DESENVOLVIMENTO MAIS14 TARDIO DE FEIJÃO-DE-PORCO (Canavalia ensiformis)..............................................................178 CONSIDERAÇÕES SOBRE EMBALAGENS BIODEGRADÁVEIS E SEU USO NOS ESTABELE- CIMENTOS COMERCIAIS DESTINADOS À VENDA DE ALIMENTOS DA CIDADE DE URU- TAÍ-GO .............................................................................................................................................179 PROTETOR FÍSICO NA SEMEADURA DIRETA PARA RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRA- DADAS...............................................................................................................................................180 CONTEXTO SÓCIO-HISTÓRICO DO INSTITUTO GRANBERY DE PIRES DO RIO-GO........182 CONCEPÇÕES E OPINIÕES DE DISCENTES DE UMA ESCOLA PARTICULAR DE OURO PRE- TO-MG SOBRE O ENSINO DE BIOLOGIA....................................................................................183 PERFIL DOS DISCENTES DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DO INS- TITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS URUTAÍ......................................................................184 PERCEPÇÕES E CONHECIMENTOS DE MORADORES DE URUTAÍ-GO SOBRE O CÓRREGO PALMITAL.........................................................................................................................................185 DEZ ANOS SEM RAIVA ANIMAL EM APARECIDA DE GOIÂNIA,GO: A IMPORTÂNCIA DA
  15. 15. ARTICULAÇÃO UNIVERSIDADE X SOCIEDADE......................................................................186A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ÂMBITO DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUSURUTAÍ: UM ESTUDO DE CASO...................................................................................................187PERFIL E PERCEPÇÕES DE PROFESSORES ATUANTES NO ENSINO DE BIOLOGIA EM ES-COLAS DE MUNICÍPIOS DA MICRO-REGIÃO DE PIRES DO RIO, GO...................................189Conhecimento e conscientização dos consumidores acerca das embala-gens biodegradáveis.............................................................................................................190AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE BIOÉTICA ENTRE DISCENTES DO COLÉGIO ES-TADUAL PROFESSOR IVAN FERREIRA, PIRES DO RIO, GOIÁS.............................................191DIÁLOGO ACERCA DA SEXUALIDADE ENTRE PAIS E FILHOS EM INACIOLÂNDIA, GO.............................................................................................................................................................192AVALIAÇÃO DO PERFIL LIPÍDICO E OS FATORES DE RISCO PARA A DOENÇA ATEROS-CLEROSE EM METALÚRGICOS DE QUIRINÓPOLIS-GO..........................................................193PERFIL E PERCEPÇÕES DE PROFESSORES ATUANTES NO ENSINO DE QUÍMICA EM ES-COLAS DOS MUNICÍPIOS DA MICRO-REGIÃO DE PIRES DO RIO, GO................................194COMPARAÇÃO ENTRE DUAS ESTRATÉGIAS DE REPRESENTAÇÃO DOS SINAIS DE SAÍ-DA, EM REDES NEURAIS ARTIFICIAIS.......................................................................................196A PLATAFORMA WEB DO SOFTWARE DRIS E A INTERATIVIDADE COM O USUÁ-RIO......................................................................................................................................................197DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE EDUCATIVO - SUPORTE DE DADOS PARACURSOS INS-TRUMENTAIS EM LÍNGUA PORTUGUESA.................................................................................199A PLATAFORMA WEB DO SOFTWARE DRIS E A INTERATIVIDADE COM O USUÁ-RIO......................................................................................................................................................200ATUAÇÃO DO PET BIO NO INSTITUTO FEDERAL GOIANO – CAMPUS URUTAÍ..............201 15
  16. 16. 16
  17. 17. 17
  18. 18. 18
  19. 19. 19
  20. 20. 20
  21. 21. 21
  22. 22. 22
  23. 23. 23
  24. 24. 24
  25. 25. 25
  26. 26. 26
  27. 27. 27
  28. 28. 28
  29. 29. 29
  30. 30. 30
  31. 31. 31
  32. 32. 32
  33. 33. 33
  34. 34. 34
  35. 35. 35
  36. 36. UNIDADE II RESUMO DAS PALESTRAS PALESTRA: O PIBIC E A UNB Apresentadora: Profa. Dra. Mylene Christine Queiroz de Farias Resumo da Apresentação: Milton Luiz da Paz Lima 19 (quarta feira) de outubro de 2011. Por muitos anos sentia-se dificuldade de encontrar talentos na pós-graduação devido à falta de preparo prévio aos procedimentos cientificos. Então decidiu-se ao desenvolvimento e incentivo de estu- dos prolongados na busca e desenvolvimento de talentos no ensino médio e graduação através dos programas de inciação científica. Le- vando assim a uma tendência de que todos os estudantes de mestrado e doutorado um dia pertenceram a um programa de iniciação científica. O aluno de iniciação cientifica (IC) é mais bem preparado para a pós-graduação. Atualmente o mercado é muito exigente exige que seja atualiza- do, conhecimento de inovações e aptidões específicas, o ambiente de trabalho não é linear, e a tendência não é a ocorrência de estabilidade funcional. Os programas de IC foram incentivados graças a criação do Con- selho Nacional de Pesquisa (CNPq) no ano de 1988, e na UnB a partir de 1994 iniciou o programa de Iniciação Científica (PROIC) coordena- do pelo decanato de pesquisa e pós-graduação. Desde então foram realizados 17 Congressos de IC da UnB e 8 de IC de Brasília (outras instituições de ensino). No ano de 2006 o CNPq estabeleceu Normas Gerais e Especifi-36 cas para modelidades de bolsas por quotas no país. O ano para o programa de IC na UnB inicia em marco, sendo em abril ‘e submetido o projeto, e as atividades iniciam a partir de agosto. Em marco ‘e aplicado o questionário de acompanhamento. Em outu- bro os trabalhos são apresentados no Congresso de IC. Os alunos de PIBIC obrigatoriamente devem apresentar um seminário dos seus resultados. No edital considera-se o índice de rendimento do aluno. Nos editais são disponibilizados 909 bolsas de IC sendo 462 bolsas do CNPq e 447 bolsas da UnB. As bolsas são distribuídas por áreas do conhecimento sendo 24% destinadas à área de Ciências Exatas, 39 %
  37. 37. destinado a ciências da Vida e 37% destinadas a área das Artes e Hu-manidade. Realiza-se um concurso técnico da logomarca. Os prêmiossão escolhidos por área e melhor no conjunto geral. Duranto o eventoo resumo e a apresentação do aluno são avaliados. 37
  38. 38. Mesa Redonda – PESQUISA NO CERRADO: PRODUÇÃO, CON- SERVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE PALESTRA: ASPECTOS GERAIS, CARACTERÍSTICAS E MONITO- RAMENTO DO DESMATAMENTO DO BIOMA CERRADO Profa. M.Sc. Elaine Barbosa da Silva – UFG Resumo da Apresentação: Milton Luiz da Paz Lima 19 (quarta feira) de outubro de 2011. Uma das características principais que demonstram a importân- cia do Cerrado refere-se ao seu tamanho, que e representado por mais de dois milhoes de Km2, caracteriza-se por uma Savana Tropical, e com um clima Bem definido, sendo constituído de vegetação campes- tri e savanica, e apresenta-se um posicionamento Central em relação aos demais Biomas Brasileiros. O fato de fazer fronteira, ou servir de corredor com outros biomas brasileiros (excessao Pampas) explica a elevada biodiversidade, ou seja, para manutenção da biodiversidade dos outros biomas brasileiros, faz-se necessário que haja conservacao do bioma Cerrado. O Cerrado conhecido como o Berço das Águas, porque contribui, quando falamos com relação aos recursos hidricos, para a formação das principais bacias da America Latina, contribuindo com 58 % das nascentes do Rio São Francisco, 78 % das nascentes dos Rios Ara- guaia Tocantins e 48 % das nascentes da Bacia Paraguai-Parana. O Cerrado apresenta 11 tipos de fitofisionomias, 11 tipos de ve- getações, estas vegetações distribuem-se de acordo com o relevo, os tipos de solo, ou seja, um ambiente propicio para manter retido gases de efeito estufa no sistema. Outra concepção importante a respeito do Cerrado, e que este representa uma floresta de cabeça para baixo (por38 ser mais denso o sistema radicular do que as copas das arvores), um sumidouro de gases de efeito estufa, devido profundo sistema radicu- lar. Todas estas particularidades do bioma gerou a ocupação, reali- zada em quatro frentes: i) Primeira frente: realizada no final do século XVII; ii) Segunda Frente: marcada pela construção de ferrofias no final século XIX, início do século XX; iii) Terceira frente: representado pela marcha do Oeste, onde o governo incentiva a ocupação do interior na década de 30 (Goiania), 1950 contrução de Brasília, 1970 com o regime militar decisivamente estimula a ocupação nas áreas do bioma Cerrado, e com o agravante para que seja ocupado por um sistema
  39. 39. produtivo. Embora a questão ambiental tenha sido mencionada nosplanos de governo, durante este período ela não existiu de fato. Ofortalecimento deste avanço foi graças a investimentos com pesquisaatravés das Embrapa’s, assim as áreas que receberam maiores mon-tantes de benefícios foram às áreas que sofreram maiores perdas devegetação. Ambiente propício, preços das terras mais baratos, incentivos go-vernamentais, topografias favorável, fez com que uma imensa áreafosse devastada, criando assim a maior fronteira agrícola do pais. Em 2002, entrou na lista dos Biomas com maior diversidade ecom maiores índices de devastação. 39
  40. 40. PALESTRA: A PESQUISA NO CERRADO, PRODUÇÃO E ENERGIA Prof. Dr. Enes Gonçalves Marra – UFG Resumo da Apresentação: Milton Luiz da Paz Lima 19 (quarta feira) de outubro de 2011. Pelas idas e vindas à vida o Cerrado sempre está ao fundo dos acontecimentos. O homem dos cerrados é um ser que transcreve sabedoria, tão descrita e apresentada por Guimarães Rosa. O Cerrado é caracterizado por vários tipos, representado por fau- nas diferentes, vegetais diferentes, é um complexo ecossistema. En- volvem os Estados de Goiás, Piauí, Minas Gerais, Acre, Paraná, Mato Grosso, Maranhão, enfim no Centro Oestre predominantemente. É no Cerrado que nasce as principais bacias hidrográficas, rio São Francis- co, do Tocantins e Paraná-Paraguai. A energia está no Cerrado, no ar, na terra, no mar, no sol. Cada vez mais vivemos uma sociedade energeticamente intensiva. Quando cultivamos o solo extramos energia do solo. Todos os produtos oriun- dos do consumo vieram de alguma via que utilizou energia. Tudo tem- -se energia agregada para produzir os bens e serviços de consumo. A energia do homem primitivo era irracional, depois o homem era caçador, passou a comercializar, começou a exercer as atividades agrícolas, passou a realizar inúmeras atividades comerciais, passou a ter uma vida quase que totalitariamente dependentes de produtos tecnológicos (ipod, ipad, ifone, aipim...). Não existe nada que o ser humano faça que não possa gerar impacto ambiental, queimadas, combustão de motores, gases tóxicos40 emitem compostos na atmosfera que possuem efeito estufa. O Cerra- do não vai virar mar, mas pode virar uma floresta de etanol. Uma viajem Brasil-Europa equivale a toda energia que uma fa- mília de quatro pessoas gasta durante um ano, esta informação serve para se observar o tão grande impacto ambiental que a atividade de- sencadeia. Ou seja, para tudo tem um preço. Existe uma alternativa? Sim. Por exemplo, pode-se utilizar resíduos vegetais (indústria sulcoal- coleiro), que transformam o resíduo em energia elétrica, como os biodi- gestores. Um suíno produz resíduo equivamente a 10 pessoas, ou seja uma região que apresenta 20 mil suínos, produz esgoto equivalente a uma população de 200 mil habitantes. Esse esgoto pode ser utilizado
  41. 41. num biodigestor, e o gas metano pode ser convertido em energia tér-mica ou elétrica, além do biofertilizante de altíssima qualidade. E quetem um valor agregado muito grande. Outro exemplo, na região do Cerrado é o fato de existir grandequantidade de insolação, essa energia solar pode ser transformadaem energia térmica, ou ainda através de células fotovoltaicas a ener-gia solar pode ser convertida em energia elétrica, ou sistemas em quetem-se um líquido exposto a energia solar, esse liquido transforma emvapor que aciona turbinas. Ainda apontando outras ações humanas que geram impaco, asplantações de soja para 100 há a quantidade de água utilizada para acultura daria para abastecer uma cidade de 10 mil habitantes. Agorase imagina a área de produção brasileira, que no ano de 2006 (sensuIBGE) que produziu em uma área de mais de 15 milhoes de há de áreade soja plantada, imaginem o impacto que esse sistema causa para osistema. O processo produtivo que acontece nos Cerrados, que é asses-sorado por tecnologias mecanizadas, restringe e remunera muito pre-cariamente a mão de obra. Consequentemente fomenta uma diásporados produtores do campo para as grandes cidades. Nesse cenário, seé tão importante expandir as fronteiras agrícolas, porque não desen-volver formas de exploração com menor impacto ambiental. Ou seja,temos que encontrar um meio de produção eficiente, de maneira técni-ca, economicamente viável, e com impacto ambiental aceitável. 41
  42. 42. PALESTRA: O CERRADO E A EXPLORAÇÃO CONSCIENTE Prof. Dr. Marcelo Rodrigues Mendonça – UFG Resumo da Apresentação: Milton Luiz da Paz Lima 19 (quarta feira) de outubro de 2011. As pessoas tratam o Cerrado, sem considerar as pessoas, os ani- mais, modos de vida, a cultura. E esses aspectos estao sendo apontados por pesquisas científicas. Da mesma forma o campo tem sido encarado nesta sociedade atual como sinônimo de atraso, e as grandes cidades como sinônimo de mo- dernidade. Isso sem contato a supervalorização da cultura externa, ou os produtos extrangeiros são melhores que os brasileiros. A lógica produtiva ficou inversa, desregulada. Assim o que existem de possibilidades de pes- quisas na biodiversidade estão sem valorização e ao mesmo tempo estao sendo perdidas. Um exemplo disso é a fava de arara, seu extrato é utilizado como abortivo, esta foi coletada em São Paulo, levada para o Japão, as indús- trias farmoquímicas exploram, e a legislação brasileira não funciona. Por quê? O próprio CUPULAT, que trata-se do chocolate feito de cupuaçu, pesquisadores produzem e vendem no Japão, um produto originalmente brasileiro. A lição tira-se dessas duas histórias, é que falta pesquisa no que é nosso, iniciativa que tem de sobra pela indústria e empreendedores es- trangeiros. Algumas vertentes discutem a respeito da mercadificaçao da Ama- zônia, racionalizando e pensando na floresta como uma fonte de lucro, é claro, com exploração visando reduzir o impacto ambiental da exploração. Hoje, 50 % da soja produzida no Brasil é oriunda de diferentes fitofi-42 sionomias do Cerrado, não teria uma forma de exploração agrícola racional juntamente comos comodities da cana e soja, como exportar os derivados e não a matéria prima? Hoje a exportação de soja aumentou nos últimos anos, no entanto, a matéria prima pouco avançou. E ainda com isso a ex- pansão de novas fronteiras agrícolas é um fato recorrente e incitado pelo cultivo da cana-de-açúcar devido aos investimentos em energia maior. O IDN baixo é um coeficiente que aponta um caminho a seguir, como o de combinar ou criar mecanismos que criem qualidade de vida nesse contexto. Quem controla as ações de menor impacto é o problema na disponibiliza- ção para a sociedade.
  43. 43. PALESTRA: OS NÚCLEOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA (NIT) E AS PATENTES Prof. Dr. Carlos Henrique Marchiori - IF Goiano - Reitoria (Resumo da paresentação: André Luis da Silva Castro) 20 de outubro (quinta-feira) Os Núcleos de Inovação Tecnológica essenciais para o registrode patente. O próprio Ministérico de Ciência e Tecnologia teve seunome alterado recentemente, para Ministério da Ciência, Tecnologiae Inovação. Tal alteração mostra a importância recente que tem sidodada à Inovação Tecnológica e às patentes. Foram definidos os termosinovação e patente, mostrando as diferenças. A inovação é algo quetodo projeto de pesquisa pode prever. Contudo, nem todo pesquisagera patente. Assim, foram apresentados os caminhos para a obten-ção de uma patente. O NIT do IF Goiano também foi apresentado, coma ressalva de estar em fase inicial de implantação. Contudo, fica claraa importância das patentes, da inovação e dos NIT, além de atentarpara a possibilidade de gerar patentes em alguns projetos de pesquisano IF Goiano – Campus Urutaí. 43
  44. 44. MESA REDONDA: PESQUISA E PUBLICAÇÃO NO IF GOIANO – CAMPUS URUTAÍ A PESQUISA NO IFGOIANO – CAMPUS URUTAÍ Prof. Dr. André Luis da Silva Castro – IF Goiano – Campus Urutaí Resumo da Apresentação: André Luis da Silva Castro 20 de outubro (quinta-feira) A pesquisa no IF Goiano – Campus Urutaí tem conquistado seu espaço em uma instituição originalmente de ensino, mas que a partir da criação dos Institutos Federais tem a missão de oferecer ensino, pesquisa e extensão. Embora a oferta de pesquisa seja recente, há da- dos indicativos do crescimento da modalidade no campus. A principal modalidade de pesquisa no campus é a Iniciação Científica, por meio do programa PIBIC, no qual há financiamento do CNPq e do IF Goia- no – Campus Urutaí. A palestra abordou o aumento da participação de alunos e orientadores na participação no PIBIC, assim como o número de projetos, bolsas e trabalhos apresentados na Jornada de Iniciação Científica. Junto com o aumento quantitativo há a preocupação com a qualidade de pesquisa, com as publicações geradas e com os gru- pos de pesquisa do campus, de forma que possamos realizar projetos de pesquisas articuladas, interdisciplinares e com a participação de pesquisadores de outras instituições, estabelecendo parcerias com be- nefícios mútuos. Além dos aspectos positivos foram apresentados as dificuldades encontradas no desenvolvimento de projetos de pesquisa, bem como os desafios. A perspectiva de melhor qualificação docen- te, a partir da realização de cursos de mestrado e doutorado podem aumentar o número de docentes envolvidos em projetos de pesquisa, assim, como melhorar a qualidade dos projetos.44
  45. 45. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA Ms.C. Rodolfo Carvalho – IF Goiano – Reitoria Resumo da Apresentação: André Luis da Silva Castro 20 de outubro (quinta-feira) Os Comitês de Ética em Pesquisa são exigências da LegislaçãoNacional e Internacional referente ao uso de animais experimentaise pesquisas envolvendo seres humanos. Assim, no ano passado foicriado o Comitê de Ética em Pesquisa do IF Goiano (CEP/IF Goiano).O CEP/ IF Goiano é formado por pesquisadores/docentes, técnicos--administrativos e representantes da comunidade. A submissão de pro-jetos de pesquisa ao CEP resguardam o pesquisador, os sujeitos dapesquisa e a instituição do pesquisador. Assim, além de atender àsexigências legais, submeter um projeto de pesquisa para apreciaçãodo CEP ainda permite publicações em periódicos de renome. Foi apre-sentada a página do CEP, vinculada ao site da reitoria do IF Goiano,bem como, os documentos necessários para a submissão de projetos.Importante salientar que os projetos de pesquisa que envolvam sereshumanos ou animais experimentais devem prever no cronograma operíodo para avaliação do CEP e coletar os dados apenas após a apro-vação do CEP. 45
  46. 46. A REVISTA BARU NO IFGOIANO – CAMPUS URUTAÍ Profa. M.Sc. Letícia Tavares de Faria/Editora Revista Baru IF Goiano – Campus Urutaí 20 de outubro (quinta-feira) O IF Goiano – Campus Urutaí edita e publica BARU Revista Científica do IF Goiano – Campus Urutaí, apresentando importante contribuição para a divulgação do conhecimento construído na acade- mia, tanto da própria instituição, quanto de outras Instituições de Ensi- no e Pesquisa do país. Criada em 2008, por iniciativa dos professores da instituição. Sua estrutura de organização e funcionamento foi pro- posta e aprovada com a portaria de nº 251 de 4 de setembro de 2008. A BARU tem por objetivo a publicação de textos sobre os se- guintes conteúdos: pesquisa básica ou aplicada, desenvolvimento de processos e produtos, relato de experiências e propostas pedagógi- cas, desenvolvimento e implantação de projetos de ensino e de inter- venção, análises linguísticas e discursivas. Seu Corpo Editorial passou a ser constituído por: Conselho Edi- torial, Conselho Consultivo e Comitê Executivo. O Conselho Editorial é constituído de membros, professores do IF Goiano – Campus Uru- taí, nomeados por Portaria do Diretor-Geral. Os membros do Conselho Editorial possuem titulação de mestre ou doutor ou reconhecida ex- periência na área de publicação científica, cabendo a esse Conselho definir a política editorial da Revista e indicar o Conselho Consultivo e o Comitê Executivo. O Conselho Consultivo é constituído por convi- te a profissionais de diversas instituições possuidores de reconhecida experiência nas diversas áreas do saber relacionadas ao escopo da Revista. O Comitê Executivo, constituído por funcionários do IF Goiano – Campus Urutaí sendo o responsável pelos procedimentos adminis-46 trativos necessários à publicação e divulgação da revista BARU. A distribuição da Revista Baru é feita gratuitamente a Institui- ções de ensino superior e tecnológico, bibliotecas, pesquisadores e órgãos governamentais ligados à educação, à ciência e tecnologia. A Revista BARU é uma revista que vem no nome de uma es- pécie vegetal nativa do Cerrado, trata-se de uma leguminosa arbórea pertencente a família Fabaceae, de grande porte chegando a medir 25 metros de altura, cujo caule pode atingir 70 cm de diâmetro com vida útil em torno de 60 anos. Tem-se observado que mesmo em períodos de intensa seca, o solo permanece úmido e a vegetação rasteira se mantém verde embaixo dessas árvores. A castanha desta espécie é
  47. 47. muito apreciada pelo gado e pela fauna nativa (pequenos roedores,pássaros, morcegos etc.) e também tem sido muito explorada pela in-dústria alimentícia pelas suas propriedades e sabor. Essa planta típicado cerrado por suas características permite que o gado e os animaissilvestres se alimentem em tempos de seca intensa, possibilita quehaja forragem verde mesmo sem chuvas. O estudo de suas propriedades tem aberto possibilidades muitointeressantes no aproveitamento dos frutos, inclusive no combate àdesnutrição. O sabor dos frutos é muito apreciado tanto in natura quan-to processado. Por essas características foi o nome BARU escolhido para no-mear a revista científica multidisciplinar do IF Goiano - Campus Urutaí,valorizando as suas características como metáfora para o perfil doscursos oferecidos voltados para as ciências integradas que exploramos recursos do Cerrado, educação ambiental, as tecnologias de ali-mentos, a preservação do meio ambiente, representados pela sua fau-na e flora, integrados as atividades agropecuárias, a gestão e o manejodos recursos naturais numa confluência da educação e de tecnologiasautossustentáveis. Considerando essas características, nasce a BARU na pers-pectiva de ser a voz da pesquisa, para enfrentar a nova realidade dedesenvolvimento da ciência e na construção do conhecimento envol-vendo os professores e os alunos nas diversas áreas do saber. Para submissão dos trabalhos o autor deverá acessar a páginado usuário, ler atentamente as normas para publicação, adequar o arti-go as normas da revista, cadastrar-se criando um login e senha, entrarno sistema com seu login e senha cadastrados, preencher os dados doartigo, clicar em avançar e completar os dados que forem solicitados,anexe o arquivo do artigo, e por fim aguardar a confirmação por e-mail. O foco e escopo da revista é representado por um periódico se- 47mestral que se propõe a ser espaço multidisciplinar a serviço da comu-nidade científica, pesquisadores, professores e alunos e interessadosno desenvolvimento de pesquisas nas diversas áreas do saber. Para tanto aceita para publicação trabalhos inéditos, escritosem português; resultantes de estudos teóricos e pesquisas que inci-dam na produção do conhecimento em suas diversas áreas científicas. Os trabalhos deverão ser submetidos observando-se estrita-mente as normas de publicação disponíveis.
  48. 48. APRESENTAÇÃO DOS GRUPOS DE PESQUISA DO IF GOIANO – CAMPUS URUTAÍ Autores do Resumo: André Luis da Silva Castro e Milton Luiz da Paz Lima 20 de outubro (quinta-feira) Neste ano de 2011, os principais grupos de pesquisa foram re- presentados por: i) Grupo de pesquisa em Automação Inteligente de Processos Agroambientais (AIPAGRO) – que tem como coordena- dores e participantes, Cristiane de Fátima dos Santos Cardoso, Fer- nando Barbosa Matos, Júlio César Ferreira, Marcos de Moraes Sousa, Mônica Sakuray Pais, Júnio César de Lima e Milton Sérgio Dornelles Junior; ii) Grupo de pesquisa em Automação Inteligente de Proces- sos e Algorítmos - Eduardo Arbieto Alarcon, Mônica Sakuray Pais, Fernando Barbosa Matos, Waltenir Alves de Faria e Júlio César Fer- reira; iii) Grupo de pesquisa em Entomologia – que tem como coor- denadores e participantes Alexandre Igor de Azevedo Pereira e Flávio Gonçalves de Jesus, iv) grupo de pesquisa em Ciências Ambientais e Biológicas – tem como coordenadores e participantes Aline Sueli de Lima Rodrigues, Guilherme Malafaia Pinto, André Luis da Silva Cas- tro, Maria Augusta Gonçalves Fujaco, Andre Talvani, Sue Éllen Ester Queiroz e Bruno Gonzaga Agapito da Veiga, v) Grupo de Pesquisa em Educação, Trabalho e Representações sociais - Tania Fernan- des Veri Araújo, Aline Sueli de Lima Rodrigues, Eduardo Silva Vascon- celos, Nívea de Souza Moreira Menegassi, Guilherme Malafaia Pinto, Pável Correia da Costa, Joao Pedro Pinto, Ricardo Cirino de Lima, Ju- liana Cristina da Costa Fernandes, Silvia Aparecida Caixeta, Leigh Ma- ria de Souza, Simone da Costa Estrela, Leonice de Andrade Carvalho, Susana Ribeiro Soares, Leticia Tavares de Faria, Marcos Fernandes Sobrinho e Thelma Maria de Moura; vi) Grupo de pesquisa em Mi-48 crorganismos – coordenado por Milton Luiz da Paz Lima, e conta com a participação de Rita de Cássia Pereira (UnB), Ailton Reis (Embra- pa Hortaliças), Alexei Dianese (Embrapa Cerrados), Helson Maranhão (UnB) e Ednalva Andrade (IFGoiano Campus Rio Verde).
  49. 49. MESA REDONDA: DA PESQUISA BIBLIOGRÁFICA À DIVULGAÇÃO MÉTODOS DE LEVANTAMENTO BIBLIOGRÁFICO Prof. Dr. Milton Sérgio Dornelles Autor do Resumo: Milton Luiz da Paz Lima 20 de outubro (quinta-feira) Atualmente no Brasil o portal Capes periódico destacaque pordisponibilizar uma infinidade de papers, artigos, informações técnicocientíficas disponíveis para download e/ou acesso. A principal questãorefere-se ao fato de que a disponibilidade está restrita a rede de inter-net ligada a instituições federais de ensino e pesquisa. Inúmeras bases de dados utilizam de sistemas de alertas oude levantamentos bibliográficos para os temas pertencentes as maisdiversificadas áreas. Além do portal da CAPES, outros portais de busca específicos aáreas de conhecimento ou não que apresentam inúmeros mecanismosde acesso de uso. 49
  50. 50. MÉTODOS INFORMAIS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA Prof. Dr. Milton Luiz da Paz Lima 20 de outubro (quinta-feira) As inúmeras atividades cotidianas e a rápida difusão com que as informações são disponibilizadas pela internet apresentam um cenário de muita competitividade e muitas vezes as pesquisas e a velocidade de publicação em revistas científicas não conseguem acompanhar os trâmites de submissão. É claro que a divulgação e o respeito a propriedade intelectual das informações é um fato que não se deve encarar sem atropelos mesmo que as mídias de divulgação sejem vorazes e eficazes neste aspecto. A amplicaçao do conhecimento deve ser promovido de deve ter impacto para a sociedade esse é um fato! Uma das alternativas dinâmicas e rápidas é a disponibilização de imagens e fotos de atividades cientificas e/ou acadêmicas. Uma das justificafivas exemplares são as apresentacões orais de seminários em disciplinas acadêmicas, pois muito do esforço e da qualidade fica ape- nas divulgado para uma pequena parcela de participantes, porque não difundir estar informações através de vídeo ou áudio. Da mesma for- ma, determinadas práticas empreendidas em laboratórios e no campo podem perfeitamente serem eternizadas por mídias de vídeo e som, possibilitanto outros interessados a verificarem seu conteúdo. Relatórios, textos, resenhas, inúmeras atividades didático peda- gógicas e até mesmo científicas (ciência e educação caminham con- juntamente), podem estarem disponíveis para ‘‘download’’. A tecnolo- gia promove os fatos e acontecimentos desastrosos, outrora podem perfeitamente ampliar o leque de possibilidade de desenvolvimento humano e igualitário.50
  51. 51. UNIDADE IIIRESUMOS APRESENTADOS NA II JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA 51CIÊNCIAS AGRÁRIAS
  52. 52. ATIVIDADE IN VITRO DE EXTRATO DE FUMO (Nicotiana tabacum) EM ISOLADOS FÚNGICOS FITOPATOGÊNICOS. Amorim, G.O.1, Andrade, J.M.S. 2, Paz-Lima, M.L.3 O sistema de produção tem como características, grande utili- zação de moléculas artificiais com inúmeras finalidades agrícolas. Muitas destas impossibilitam o uso sustentável dos recursos naturais e proporcionam grandes impactos ao ecossistema. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos in vitro de diluições extrato de fumo, em isolados Fusarium sp., Phoma glomerata, Colletotrichum sp. e Lasio- diplodia theobromae. Folhas de fumo foram submetidas a lavagem em água corrente e posterior mergulho em HClO 10% por 20’, estas foram submetidas a secagem por 96 horas [100 °C]. A matéria seca (MS) foi moída triturada e misturada em água fervente para obtenção do ex- trato aquoso na proporção 1:8 (2 h de descanso). O extrato foi filtrado para diluição nas concentrações de 2 %, 10 %, 14 %, 20 % e 30 % em meio batata-dextrose-ágar (BDA). Discos de micélio de culturas puras foram depositados no centro de placas de Petri. Após a inoculação os isolados foram incubados sob 12 horas de luz e 25 ºC. Avaliou-se o diâmetro da colônia (mm) por um período de sete dias. A taxa de cres- cimento micelial foi obtida a partir da regressão linear do crescimento temporal da colônia (mm.dia-1). O isolado de Fusarium sp. apresentou taxas de crescimento com o aumento das concentrações de extrato de fumo (7,8 a 13,5 mm.dia-1), não houve interferência na taxa de cres- cimento para P. glomerata (30,0 a 32,8 mm.dia-1), Colletotrichum sp. (12,0 a 17,3 mm.dia-1) e Lasiodiplodia (30 a 35,2 mm.dia-1) aos três dias de avaliação. Os isolados de P. glomerata e Lasiodiplodia theobromae completaram as placas aos três dias de avaliação. A reação diferencial observada apenas para o isolado de Fusarium sp. não havendo efeito52 das concentrações para os outros gêneros estudados. 1 - Discente do Curso de Agronomia, Bolsista Projeto Agroecologia, IF Goiano - Campus Urutaí. 2 - Discente do Curso de Gestão Ambiental, Bolsista Projeto Agroecologia, IF Goiano - Campus Urutaí. 3 - Docente, Engenheiro Agrônomo, Doutor em Fitopatologia, IF Goiano - Campus Urutaí.
  53. 53. CERCOSPORIOSE EM FOLHAS DE GOIABEIRA INCIDENTE NA CIDADE DE URUTAÍ, GO. Amorim, G.O.1, Guimarães, G.R.2, Paz-Lima, M.L.3 A goiabeira (Psidium guajava – Myrtaceae) tem como centro deorigem a América, e infectando suas folhas tem-se registrado na lite-ratura sete espécies de fungos causadores de cercosporioses. Estetrabalho teve como objetivo registrar, detectar e identificar o agenteetiológico da cercosporiose da goiabeira na cidade de Urutaí, GO. Fo-lhas de goiabeira apresentando sinais foram coletadas no pomar doInstituto Federal Goiano - Campus Urutaí. Foi utilizado fixador a basede azul-de-metileno e com auxílio de microscópio estereoscópico fo-ram preparadas lâminas semi-permanentes. Registros macro e micros-cópicos foram realizados. Os sintomas eram pouco visíveis na faceadaxial, quase latentes, sendo observados sinais na face abaxial re-presentados pelos esporodóquios e conídios do patógeno. O posicio-namento dos sinais era hipófilo, não produz estroma; o conidióforo eraseptado, não ramificado, de coloração marrom, geniculacão raramentepresente, conidióforo de 50-100 x 2,5-3,7 µm; conídios hialinos, clava-do-oblcavado, apresentava 2-5 septos, sua base era arredondada eápice filiforme, suas dimensões eram de 67-102 x 2-3 µm. Com basena análise comparativa das características do isolado com as descritaspor Chupp (1954), o patógeno foi identificado como sendo Cercosporapsidii, sendo este o primeiro registro de ocorrência no Estado de Goiás. 531 - Discente do Curso de Agronomia, IF Goiano - Campus Urutaí.2 - Discente do Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental, bolsista PIBIC CNPq, IF Goiano - Campus Urutaí.3 - Docente, Engenheiro Agrônomo, Doutor em Fitopatologia, IF Goiano - Campus Urutaí.
  54. 54. ATIVIDADE IN VITRO DE EXTRATO DE SAMAMBAIA [Dicranopteris pectinata] EM ISOLADOS FÚNGICOS FITOPATOGÊNCIOS. Andrade, J.M.S.1, Guimarães, G.R.2, Amorim, G.O.3, Paz-Lima, M.L.4 O sistema de produção agrícola tem como característica elevado grau de uso de moléculas artificiais para inúmeras finalidades agríco- las. Muitas destas impossibilitam o uso sustentável dos recursos na- turais e proporcionam grandes impactos no ecossistema. O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos in vitro do extrato de samambaia- -de-barranco em isolados fitopatogênicos de Fusarium sp., Phoma glo- merata, Colletotrichum sp. e Lasiodiplodia sp. Amostras de caule e fo- lhas de samambaia foram submetidas à pré-lavagem em água corren- te e posterior mergulho em HClO [10 %] por vinte minutos, em seguida foram acondicionadas em jornais e secadas a estufa [100 oC] 96 horas. A matéria seca foi triturada e em seguida formou-se o extrato aquoso na proporção 1:4 (duas horas em descanso). O extrato foi filtrado para diluição nas concentrações de 2%, 10%, 14%, 20% e 30% em meio BDA. Discos de micélio foram depositados no centro de três placas de Petri. Após a inoculação os isolados foram incubados a 25 °C. Avaliou- -se o diâmetro da colônia por um período de oito dias, e a partir deste calculou-se a taxa de crescimento micelial (mm.dia-1) e área abaixo da curva de progresso do crescimento micelial (AACPCM). Na maior concentração do extrato vegetal, a taxa de crescimento foi reduzida em 10 % para o isolado Fusarium sp., 4 % para Phoma glomerata, e para Colletotrichum sp. reduziu em 28 %, e por fim, para o isolado de Lasiodiplodia sp. em 20 %. Os isolados de Lasiodiplodia sp. e Phoma glomerata tiveram as maiores amplitudes de taxas de crescimento (> 30 mm.dia-1). O extrato vegetal teve o denominado efeito específico ao54 fitopatógeno e inibiu o crescimento micelial nas máximas concentra- ções. 1 - Discente do curso de Tecnologia em Gestão Ambiental, IF Goiano - Campus Urutaí. 2 - Discente do curso de Tecnologia em Gestão Ambiental, IF Goiano - Campus Urutaí. 3 - Discente do curso de Agronomia, IF Goiano - Campus Urutaí. 4 - Docente, Engenheiro Agrônomo, Doutor em Fitopatologia, IF Goiano - Campus Urutaí
  55. 55. AVALIAÇÃO FITOSSOCIOLÓGICA DE PLANTAS DANINHAS NO FEIJOEIRO-COMUM CULTIVADO EM URUTAÍ, GO. Barros, J.M.F.1; Tavares, C.J.2; Rezende, B.P.M.3; Cunha, P.C.R.4; Jakelaitis, A.5 As plantas daninhas podem ocasionar grandes perdas no rendi-mento do feijoeiro dependendo da quantidade e intensidade de espé-cies presentes na lavoura. Práticas culturais, como o sistema de plan-tio direto, os métodos de controle de plantas daninhas e métodos deirrigação, por exemplo, modificam a dinâmica populacional de plantasdaninhas em agrossistemas. O presente trabalho teve como objetivoavaliar a dinâmica populacional de plantas daninhas por meio de parâ-metros fitossociológicos (densidade, freqüência, dominância e impor-tância relativa) de plantas daninhas nas condições edafoclimáticas deUrutaí, GO, em três épocas de semeadura (“inverno”, da “seca” e das“águas”) do feijoeiro. Para cada época, quando o feijoeiro atingiu oponto de colheita, foram retiradas 144 amostras ao acaso, com quadroamostral de 0,25m². Foi realizada coleta de plantas daninhas, fazen-do-se a identificação, contagem e determinação da massa seca nosrespectivos períodos de cultivo do feijoeiro. Da freqüência, densidadee acúmulo de massa seca foram determinados os parâmetros fitosso-ciológicos. As espécies de maior importância relativa na comunidadeinfestante no feijoeiro foram o milho (Zea mays) e o capim-colchão(Digitaria horizontalis) no período de inverno, o mentrasto (Ageratumconyzoides) e o capim pé-de-galinha (Eleusine indica) no período “daságuas” e o capim colchão e picão-preto (Bidens pilosa) no período daseca. Essas espécies são altamente competitivas por recursos e po-dem causar grandes perdas no rendimento de grãos do feijoeiro. 551 - Discente do Curso Técnico em Agropecuária, Bolsista PIBIC Júnior, IF Goiano – Campus Urutaí.2 - Discente do Curso de Agronomia, IF Goiano – Campus Urutaí.3 - Discente do Curso de Agronomia, Bolsista PIBIC, IF Goiano – Campus Urutaí.4 - Docente, Engenheiro Agrônomo, Doutorando em Produção Vegetal, IF Goiano – Campus Urutaí.5 - Docente, Engenheiro Agrônomo, Doutor em Produção Vegetal, IF Goiano – Campus Rio Verde.
  56. 56. ESTAÇÃO DE MONTA DE UM REBANHO NELORE NO MUNICÍPIO DE IPAMERI - GO Bonato, G.L.1; Santos, R.M.2 A reprodução assistida através de estratégias de manejo que promovam a ocorrência de eventos em momentos pré-estabelecidos, como a época de cobertura de matrizes e conseqüentemente de nas- cimentos de bezerros, constitui uma ferramenta eficaz para melhorar a produtividade da bovinocultura de corte. Objetivou-se com este traba- lho relatar a taxa de prenhez de novilhas, vacas primíparas e multíparas no primeiro ano (implantação) de uma estação de monta realizada no município de Ipameri-GO. O rebanho era composto por 334 matrizes, das quais 48 eram novilhas, 123 primíparas e 163 multíparas. A esta- ção de monta compreendeu os meses de dezembro de 2010 a abril de 2011, sendo que as novilhas entraram com 15 dias de antecedência em relação ao restante do rebanho e a proporção de touros/vaca foi 1:30. O diagnóstico de prenhez foi feito por meio de ultrassonografia 45 dias após o final da estação. A taxa de prenhez foi de 79,1%, 51,2% e 67,4% respectivamente. As novilhas tiveram uma taxa de prenhez ele- vada porque elas já estavam em idade reprodutiva e apresentaram uma boa condição corporal. Já as primíparas tiveram uma taxa de prenhez bem inferior (51,2%), pois é a categoria animal que mais necessita de atenção. A primípara além dispor energia com mantença, crescimento, reprodução, ela ainda gasta com a lactação, daí a dificuldade de en- frentar um período curto de recuperação e logo já se tornar prenhe na próxima estação. A Taxa de prenhez das multíparas foi de 67,4% pois a implantação da técnica abrange animais em diferentes estágios de gestação e assim muitas fêmeas não conseguem emprenhar durante o período pré-estabelecido. A primípara é a categoria animal que mais dificulta a redução, a cada ano, do período de cobertura.56 1- Discente do Programa de Pós Graduação em Ciências Veterinárias da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). 2 - Docente, Médica Veterinária, doutora em Reprodução Animal, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
  57. 57. Comparação de dois dispositivos auxiliares de detecção de estro em novilhas mestiças leiteiras Campos, C.G.1; Bonato, G.L.2; Santos, R.M.3 A eficiência de detecção visual de estros é menor ou igual a 50% na maioria das fazendas leiteiras. Para melhorar a detecção de es-tro, alguns dispositivos podem ser utilizados como o Giz marcador e oEstrotect® que permitem a visualização dos animais que aceitaram amonta. Vinte e oito novilhas receberam um dispositivo intravaginal deprogesterona usado, sete dias após o dispositivo foi removido e rece-beram uma aplicação de 25 mg de Dinoprost Trometamina (Lutalyse®),nesse momento as novilhas foram divididas aleatoriamente em doisgrupos: Grupo 1 (n = 14): recebeu um dispositivo auxiliar para detec-ção de estro, o Estrotect e Grupo 2 (n = 14): recebeu a marcação nainserção da cauda com o Giz marcador. A detecção visual de estro foirealizada das 07:00h às 08:00h e das 17:00h até 18:00h, por 10 dias.Os animais detectados em cio foram inseminados 12 horas após comsêmen sexado. O diagnóstico de gestação foi realizado 30 dias apósa inseminação por ultrassonografia. O efeito do tratamento na taxa dedetecção de cio e na concepção foram analisados por regressão logís-tica e no intervalo da retirada do CIDR até a manifestação do cio poranálise de variância no programa MINITAB®. Não foi detectado efeito(P>0,05) de tratamento nas características avaliadas. A detecção decio foi de 92,86% (13/14) para o Estrotect® e de 85,71% (12/14) para oGiz marcador e a taxa de concepção foi de 46,20% e 58,30% respecti-vamente. As duas ferramentas foram eficazes na detecção de estro emnovilhas mestiças leiteiras. 571 - Discente do curso de Medicina Veterinária da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).2- Discente do Programa de Pós Graduação em Ciências Veterinárias da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Federal deUberlândia (UFU).3 - Docente, Médica Veterinária, doutora em Reprodução Animal, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade Federal de Uberlândia(UFU).
  58. 58. MICRORGANISMOS SOLUBILIZADORES DE FOSFATO SOB FEIJOEIRO SUBMETIDO À APLICAÇÃO DE BIOFERTILIZANTE LÍQUIDO Carneiro, I.S.M.1, Ferreira, B.S.2, Müller, E.B.3, Dornelles, M.S.4, Azevedo, L.C.B.5 Nesse estudo levantamos a hipótese de que a aplicação de bio- fertilizante líquido na parte aérea da planta estimula microrganismos associados à rizosfera da planta, incluindo solubilizadores de fosfato. Nesse contexto, o trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da apli- cação de concentrações de biofertilizantes líquidos sobre o número de microrganismos solubilizadores de fosfato (MSF) no solo. Foram cultivadas plantas de feijoeiro cultivar BRS Embaixador em casa-de- -vegetação em vasos contendo 6 dm³ de solo. As plantas de feijoeiro foram submetidas a duas aplicações na parte aérea de 15 mL por vaso de biofertilizante líquido, aos 26 e 33 dias após a emergência. Foram empregados cinco tratamentos: sem aplicação, biofertilizante a 1%, 5%, 10% e 20%. O delineamento experimental foi em blocos inteira- mente aleatorizados com seis repetições. Os biofertilizantes foram pre- parados pelo processo de fermentação anaeróbica. Aos 41 dias após a emergência das plantas, 10 g de solo de cada amostra foram coletados para diluição seriada e inoculação em meio de cultura contendo fosfa- tos insolúveis. As diluições 10-3, 10-4 e 10-5 foram inoculadas em meios de cultura GL com três tipos de sais de fosfato para verificar microrga- nismos solubilizadores: (1) com K2HPO4 e CaCl2 para solubilizadores de fosfato de cálcio; (2) com AlPO4 para solubilizadores de fosfato de alumínio; (3) com FePO4 para solubilizadores de fosfato de ferro. In- cubamos as placas de Petri a 25°C e o crescimento foi monitorado diariamente. Houve crescimento de bactérias e fungos solubilizadores de fosfatos de cálcio e de alumínio em todos os tratamentos, com ex-58 ceção de bactérias solubilizadoras de fosfato de cálcio no tratamento sem aplicação de biofertilizante. Não foram detectados MSF de ferro em nenhuma das amostras. 1 - Discente do curso de Agronomia, Trabalho de conclusão de curso, IF Goiano – Campus Urutaí. 2 - Discente do curso de Agronomia, IF Goiano – Campus Urutaí. 3 - Discente do curso de Agronomia, IF Goiano – Campus Urutaí. 4 - Docente, Engenheiro Agrônomo, Doutor em Produção Vegetal, IF Goiano – Campus Urutaí. 5 - Docente, Engenheiro Agrônomo, Doutor em Solos e Nutrição de Plantas, Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, MG.
  59. 59. TAXA DE PRENHEZ DE VACAS NELORE LACTANTES SINCRONIZADAS COM IMPLANTE INTRAVAGINAL, BENZOATO DE ESTRADIOL E REMOÇÃO TEMPORÁRIA DO BEZERRO Carrião, F.S.1; Cabral, M.A.2 A técnica de sincronização da ovulação para inseminação artifi-cial em tempo fixo (IATF) tem possibilitado o uso da inseminação ar-tificial em larga escala, com taxa de prenhez (TP) entre 45% a 65%.Porém, alguns protocolos aumentam muito o número de manejo dosanimais no curral. Além disso, a grande quantidade de fármacos apli-cados em sequência diárias dificulta a realização por técnicos menosexperientes, e também onera os protocolos. Na tentativa de melhorara aplicabilidade dessa tecnologia, objetivou-se neste estudo verificara utilização de um protocolo com o uso de três bases farmacológicase três manejos durante a implantação da estação de monta do gadode corte do Instituto Federal Goiano - Campus Urutaí. Foram utiliza-das 20 vacas Nelore lactantes (Bos taurus indicus), com período pós--parto acima de 40 dias e escore de condição corporal acima de 6,0.No Dia 0, os animais receberam um dispositivo intravaginal contendoprogesterona (CIDR® 1,9mg - Pfizer Animal Health) e 2 mg de Benzoa-to de Estradiol (BE) (2 ml de Estrogin® - Farmavet), aplicados via intra--muscular. No D8, retirou o implante intravaginal, aplicou 150 μg ded-cloprostenol sódico (2 ml Sincrocio® - Ouro Fino) via intramuscular,aplicou 1 mg de BE via intramuscular e submeteu as vacas a remoçãotemporária do bezerro. A IATF ocorreu 48 horas após a retirada do im-plante juntamente com o retorno dos bezerros em contato com as va-cas. O diagnóstico de gestação foi realizado por palpação retal 60 diasapós a IATF. A TP verificada foi de 50% (10/20). Diante do resultado,conclui-se que é possível a utilização de protocolos de sincronizaçãoda ovulação, mais baratos, com menor número de fármacos e manejos 59e atingir resultados satisfatórios no emprego da IATF.1 - Técnico Administrativo, Médico Veterinário, Mestre em Ciência Animal, IF Goiano - Campus Urutaí.2 - Técnico Administrativo, Técnico em Agropecuária, IF Goiano - Campus Urutaí.
  60. 60. IMPLANTAÇÃO DE ESTAÇÃO DE MONTA NO REBANHO DE GADO DE CORTE (Bos taurus indicus) DO INSTITUTO FEDERAL GOIANO - CAMPUS URUTAÍ Carrião, F.S.1; Cabral, M.A.2 A estação de monta (EM) é o período em que as fêmeas em ida- de reprodutiva são expostas ao serviço, seja por monta natural, ou pela inseminação artificial (IA). A preferência é por um número maior de fêmeas gestantes na fase inicial da EM, pois garante uma maior produção de bezerros no início da estação de nascimento. A implan- tação da EM no Instituto Federal Goiano – Campus Urutaí levou em consideração o peso corporal, o escore de condição corporal (ECC), a condição de parição (solteira ou parida) e a produção natural de forra- gem. Para tanto, no início do período de inverno (junho) foi realizada a separação dos touros das fêmeas. Após o período de inverno, 141 fêmeas (Bos taurus indicus) foram separadas em solteiras e paridas. As 27 vacas solteiras (Lote A) entraram na EM 15 dias antes das vacas paridas, acompanhadas de dois touros, no início do mês de dezembro. As vacas paridas foram divididas em um lote (Lote B) com 94 fêmeas de ECC<6,0 e outro lote (Lote C) de 20 vacas com ECC>6,0. As vacas do Lote C foram inseminadas em tempo fixo (IATF) no 1º dia da esta- ção de monta dos lotes B e C. Após 30 dias do início da EM do lote A, um touro foi transferido para a EM dos lotes B e C, perfazendo quatro touros durante 105 dias. As taxas de prenhez (TP) da EM dos lotes A, B e C respectivamente são 74,0% (20/27), 82,9% (78/94) e 50% (10/20) e TP total de 76,6% (108/141). As vacas não gestantes foram descar- tadas (18 vacas) ou entraram no lote de reposição para a próxima EM (15 novilhas). A opção pela utilização da IA visou aumentar o número de fêmeas prenhas no início da EM. Devido ao primeiro ano de implan-60 tação, a TP total não superou os 85%, sendo o parâmetro alvo para os próximos anos. 1 - Técnico Administrativo, Médico Veterinário, Mestre em Ciência Animal, IF Goiano – Campus Urutaí. 2 - Técnico Administrativo, Técnico em Agropecuária, IF Goiano - Campus Urutaí.
  61. 61. USO DO FENBENDAZOLE ORAL SOBRE A PRODUÇÃO LEITEIRA E CONTAGEM DE CÉLULAS SOMÁTICAS, EM VACAS GIROLANDO Carrião, F.S.1; Floriano, L.S.2; Cabral, M.A.3; Souza, F.A.4 O parasitismo gastrointestinal possui grande destaque entre osdiversos fatores que interferem o desenvolvimento da atividade leiteira,principalmente devido às perdas econômicas associadas à inapetên-cia, menor desempenho produtivo e reprodutivo. Os casos de mastitesubclínica estão relacionados frequentemente com o status imunoló-gico das vacas, que pode ser comprometido, por exemplo, pelo pa-rasitismo. O objetivo foi avaliar o uso do fenbendazole oral sobre aprodução leiteira (PL) e da contagem de células somáticas (CCS), emvacas adultas Girolando. O experimento foi realizado com 19 vacas,divididas em grupo controle (CON) composto por 10 fêmeas e o grupo(FEN), composto por 9 vacas, que receberam fenbendazole (FEN), viaoral, 5mg/kg de peso vivo, única aplicação. As médias do grupo CONe FEN no momento pré-tratamento, respectivamente, para PL (kg) fo-ram 8,32 vs 9,94 (p>0,05) e para CCS (x1.000 cél/ml) foram 3.537 vs3.805 (p>0,05). Decorridos 14 dias após a aplicação do medicamento,as médias do grupo CON e FEN, respectivamente, para PL (kg) fo-ram 7,17 vs 10,11 (p<0,05) e para CCS (x1.000 cél/mL) foram 2.356vs 2.300 (p>0,05). Portanto, nas condições experimentadas, o uso dofenbendazole via oral, aumentou a PL, provavelmente pela diminuiçãoda infestação parasitária gastrointestinal. Entretanto, aparentementenão foi o responsável pela diminuição da CCS, já que também foi veri-ficada redução no grupo CON. A redução de CCS entre o momento prée pós tratamento para todo o rebanho foi de 36,4%, redução média de1.334 (x1.000 cél/mL). A CCS pode ter sofrido alterações por diversosfatores, já que a mastite é uma síndrome multifatorial, como estresse, 61variações nutricionais, mudanças climáticas e no ambiente.1 - Técnico Administrativo, Médico Veterinário, Mestre em Ciência Animal, IF Goiano – Campus Urutaí.2 - Docente, Zootecnista, Doutoranda em Ciência Animal, IF Goiano - Campus Urutaí.3 - Técnico Administrativo, Técnico em Agropecuária, IF Goiano - Campus Urutaí.4 - Discente do Curso Técnico em Agropecuária Integrado, Bolsista PIBIC Junior, IF Goiano - Campus Urutaí.

×