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Introdução:
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Materiais e Métodos
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Materiais e Métodos:
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Materiais e Métodos:
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Materiais e Métodos:
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Materiais e Métodos:
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• A incidência da ferrugem do fogo foi determinada
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Resultados e Discussão:
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Resultados e Discussão:
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Resultado e Discussão:
• Em todos os quatro ensaios, a estreptomicina
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Resultados e Discussão:
• Em comparação com o controle com água, o tratamento
da macieira com LS+FO em 30 e 70% de floraçã...
Conclusões
Em resumo, este estudo demonstra que programas não-antibióticos
eficazes integrados no controle de ferrugem do ...
Conclusões
• O resultado do controle obtido a partir de
programas que incluem o material Blossom
Protect foi surpreendente...
Literatura Citada
• 1. Adaskaveg, J. E., Förster, H., and Wade, M. L. 2011. Effectiveness of
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Literatura Citada
• 5. Janisiewicz, W. J., and Korsten L. 2002. Biocontrol of postharvest diseases
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Avaliação das estratégias para controle da Ferrugem de Fogo em Pomóideas orgânicas sem antibióticos. - Apresentadora : Flávia Maria dos Santos - Prof. Milton Luiz da Paz Lima

  1. 1. Avaliação das estratégias para controle da Ferrugem de Fogo em Pomóideas orgânicas sem antibióticos. Instituto Federal Goiano câmpus Urutaí. Curso de Agronomia Disciplina de Fitopatologia I Apresentadora: Flávia Maria dos Santos Kenneth B. Johnson e Todd N. Temple, Evaluation of Strategies for Fire Blight Control in Organic Pome Fruit Without Antibiotics. Plant Disease 97(3):402-409, 2013. 1
  2. 2. 2
  3. 3. Introdução: • Frutas pomóideas organicamente certificadas são produzidas em 9000 ha em regiões do oeste estadunidense, a maioria no estado de Washington, com espectros de cultivares de maçã e pera similares ao espectro crescido em métodos convencionais. • A ferrugem do fogo causada pelo patógeno bacteriano Erwinia amylovora ,é uma doença temida tanto nos pomares de frutas orgânicas quanto nos convencionais. • Atualmente, antibióticos são os mais eficientes e efetivos materiais usados para suprimir a infecção floral pela E. amylovora nos dois sistemas, entretanto, uma revisão regulamentária do Departamento de Agricultura, estabeleceu uma eliminação progressiva de antibióticos na produção orgânica de pomóideas. 3
  4. 4. Introdução: • Em resposta, alguns produtores identificaram dois objetivos imediatos para pesquisas relacionadas ao controle da doença: • Desenvolvimento de programas de controle efetivos sem antibióticos baseados em combinações de produtos biológicos registrados; • Para maçã, integração destes produtos com cal enxofre, os quais são pulverizados no começo da floração para reduzir o carregamento de frutas. 4
  5. 5. Objetivo: • O propósito deste estudo foi investigar estratégias de combinar materiais não antibióticos registrados para o controle da ferrugem do fogo em pomares orgânicos baseado na hipótese que emergiu dos resultados alcançados com programas de antibióticos e biológicos integrados. 5
  6. 6. Materiais e Métodos • Materiais Avaliados: • Tabela1: Materiais avaliados neste estudo para controle da ferrugem do fogo aprovada nas normas do Programa Nacional de Agricultura Orgânica dos Estados Unidos em 2012; X Baseado na concentração (CFU) estabelecida no rótulo do produto; Y Registrado na Agência de Proteção Ambiental, mas não comercializado para produtores de frutas ; X Este produto é aplicado com uma solução de ácido cítrico patenteada com uma razão de 4Kg/ 379L 6
  7. 7. Materiais e Métodos: • Conhecimentos prévios das propriedades dos materiais biológicos foram usados no decorrer da estratégia integrada no programa de não antibióticos para avaliação nos testes nos pomares. • Agentes de controle biológico bacterianos gram-negativos prontamente dispersaram para flores de maçãs e peras para abrir depois do tempo de tratamento, favorecendo o tratamento na floração inicial. • Avaliações prévias demonstraram que complexos antimicrobianos pré-formados dentro da fórmula comercial de Serenade Max são um grande componente da eficiência do produto. Portanto, este material foi considerado apenas como um substituto direto de antibióticos e aplicado mais tarde na floração. 7
  8. 8. Materiais e Métodos: • Leveduras, mostraram ser excelentes colonizadores do hipanto. Assim, tratamentos que incluem a levedura Blossom Protect foram direcionadas para momentos posteriores da floração. • Um programa integrado com Pantoea sp. seguido por oxitetraciclina, um ou dois tratamentos de estreptomicina, e dois tratamentos com apenas água foram incluídos como métodos comparativos. • O desbaste de carregamento de frutas foi feito com a mistura de polisulfeto de cálcio e óleo de peixe com 2% de suspensão cada. Tratamentos por desbaste foram feitos de 20 a 30 % da floração e repetido com 70% da floração. 8
  9. 9. Materiais e Métodos: • Pomares e Protocolo experimental: • Tratamentos não antibióticos para ferrugem do fogo foram realizados de 2009 a 2012 em pomares experimentais localizados na Universidade do Estado de Oregon, no Laboratório de Campo de Botânica e Patologia próximo de Corvallis. • Um bloco de 0,5 ha de pera Bartlett; um bloco de 0,4 ha de maçã Golden Delicious; um bloco de 0,5 ha de maçã Gala; e um bloco de 0,4 ha de maçã Rome Beauty. Todos os cultivares foram de moderadamente a altamente suscetíveis à ferrugem do fogo. 9
  10. 10. Materiais e Métodos: • Devido ao clima chuvoso de primavera do oeste de Oregon, a sarna da macieira foi suprimida nos pomares de maçãs com dois tratamentos antes da floração, com Mancozeb. • Nenhum inseticida e fungicida foram aplicados durante ou depois do período de floração. • Materiais biológicos e antibióticos aplicados nas árvores foram pré-misturados em garrafas de 1L parcialmente preenchidos com água e agitados vagarosamente. Estas suspensões foram derramadas em 11,5L de água dentro de pulverizadores operados à mão. 10
  11. 11. Materiais e Métodos: • O tratamento por desbaste de cal enxofre e óleo de peixe também foram aplicados com um pulverizador de costas, e em alguns testes, com um tanque pulverizador motorizado. • A cepa de E. amylovora 153N sensível a estreptomicina foi inoculada nas árvores experimentais próximo da floração completa. 11
  12. 12. Materiais e Métodos: • Avaliação da doença: • A incidência da ferrugem do fogo foi determinada contando o número de cachos de flores com ferrugem em cada árvore durante inspeções feitas de meados de maio a junho. • Cachos de flores com ferrugem foram podados das árvores quando elas foram contadas. • A incidência foi determinada dividindo a soma de cachos de flores adoecidas em cada árvore pela contagem total de cachos de pré-florescência por árvore. 12
  13. 13. Resultados e Discussão: • Tabela2: Datas de 2009 a 2012 correspondendo ao estágio de floração das macieiras e pereiras quando os tratamentos por desbaste de frutas , biológico e antibiótico contra ferrugem do fogo foram aplicados em pomares experimentais localizados próximo a Corvallis, OR. Z O patógeno Erwinia amylovora, cepa Ea 153 N , foi aspergido nas árvores (5 x 10^5 a 1 x 10^6 CFU/ml) 24 a 84h antes da floração total nos tratamentos biológicos e antibióticos. 13
  14. 14. Resultados e Discussão: • Tabela3: Incidência da ferrugem do fogo nos cachos de flores de macieiras e pereiras afetadas pelos tratamentos integrados de antibiótico ou biológico em pomares teste conduzidos próximos a Corvallis, OR de 2009 a 2011v. V Blocos de árvores foram arranjados randomicamente com três (somente maçã em 2009) à quatro aplicações por tratamento. Para materiais com total de duas aplicações de material, a primeira aplicação foi feita em 70 % da floração e a segunda na floração total. Para tratamentos com total de quatro aplicações de material, os dois primeiros foram aplicados à 30 e 70% da floração, e a segunda parte com a floração total e antes da queda das pétalas; 14
  15. 15. Resultados e Discussão: W Ano dos testes nos cultivares: Pera Bartlett, maçã Golden Delicious, e maçã Gala. Na mesma coluna, médias seguidas pelas mesmas letras não diferem significativamente de acordo com a diferença mínima significativa com P= 0,05. A transformação da raiz quadrada do arcosseno foi aplicada na informação de incidência antes da análise de variação: dados não transformados são apresentados. –Números entre parênteses são a média de cachos de flores infectadas nos tratamentos à base de água. A incidência em cada árvore foi computada dividindo o número de cachos de flores infectadas pelo número total de cachos antes da floração. 15
  16. 16. Resultados e Discussão: • Em comparação com o tratamento de controle com água, um tratamento com Pantoea sp. Seguido por um tratamento de Serenade Max forneceu uma significativa redução na incidência de ferrugem do fogo em três dos quatro pomares testados. • No geral, a alta frequência, de quatro pulverizações de não-antibiótico, proporcionou um grau de controle intermediário para o programa de dois sprays de não-antibiótico e o programa de duas pulverizações de um Pantoea sp. seguido por oxitetraciclina. 16
  17. 17. Resultado e Discussão: • Em todos os quatro ensaios, a estreptomicina aplicada uma vez ou duas, foi significativamente melhor do que o programa de quatro pulverizações de Pantoea sp. e Serenade Max. • Em 2010 e 2011, um programa de quatro pulverizações utilizando dois tratamentos de Bloomtime Biologic no início da floração reduziu significativamente a ferrugem do fogo por uma média de 86% em comparação com árvores que receberam apenas água. 17
  18. 18. Resultados e Discussão: • Tabela4: Incidência da ferrugem do fogo nos cachos de flores de macieiras e pereiras , afetadas pelos tratamentos de desbaste do carregamento de frutas, calda sulfocálcica mais óleo de peixe , e tratamentos biológicos subsequentes em pomares teste conduzidos próximo a Corvallis, OR de 2009 a 2011v. V Blocos de árvores foram arranjados randomicamente em três (maçãs somente em 2009) à quatro aplicações por tratamento. O tratamento por desbaste floral, calda sulfocálcica (2%)mais óleo de peixe (2%), foi aspergido com 30 e 70% de floração. Os materiais biológicos após a aplicação de calda sulfocálcica foram aplicados com a floração completa . 18
  19. 19. Resultados e Discussão W Ano dos testes nos cultivares pera Bartlet ,maçã Golden Delicious, e maçã Gala. Na mesma coluna , médias seguidas pela mesma letra não diferem significativamente de acordo com a diferença minima significativa em (P=0,5). A transformação da raiz quadrada de arcosseno foi aplicada na informação de incidência antes da análise de variação: dados não transformados são mostrados. Números entre parênteses são a média dos cachos de flores infectadas nos tratamentos à base de água. A incidência em cada árvore foi computada dividindo o número de cachos de flores infectados pelo número total de cachos antes da floração. 19
  20. 20. Resultados e Discussão: • Em comparação com o controle com água, o tratamento da macieira com LS+FO em 30 e 70% de floração reduziu de forma significativa a incidência de cachos de flores marcadas em quatro dos cinco experimentos. • Nos mesmos ensaios do pomar, dois tratamentos de Blossom Protect seguindo o protocolo de desbaste da floração, a inoculação do patógeno reduziu a incidência de ferrugem do fogo em média de 91% em comparação com árvores tratadas apenas com água. • No entanto, dentro deste programa de quatro pulverizações, a adição de Blossom Protect em plena floração não melhorou o controle além do obtido por LS+FO seguido por Blossom Protect sozinho. 20
  21. 21. Conclusões Em resumo, este estudo demonstra que programas não-antibióticos eficazes integrados no controle de ferrugem do fogo na maçã orgânica e pera podem ser desenvolvidos a partir de materiais biológicos registrados, disponíveis para esta finalidade. Um vez que os produtos biológicos possuem menos poder inibitório à E. amylovora do que os antibióticos, exige-se tratamentos mais frequentes em pomares comerciais para maior eficácia, porém isso resultará num maior custo de produção. Na maçã, no entanto, o desbaste de carga de frutas com cal e enxofre é uma prática que proporciona controle parcial da ferrugem do fogo, os programas não-antibióticos eficazes podem ser conseguidos com um aumento relativamente pequeno de tratamentos comparados com desbaste de flor seguido de um antibiótico. 21
  22. 22. Conclusões • O resultado do controle obtido a partir de programas que incluem o material Blossom Protect foi surpreendente, porém tendo em conta que esta tecnologia foi recentemente desenvolvida, mais pesquisas são necessárias para compreender plenamente as suas potencialidades e limitações. 22
  23. 23. Literatura Citada • 1. Adaskaveg, J. E., Förster, H., and Wade, M. L. 2011. Effectiveness of • kasugamycin against Erwinia amylovora and its potential use for managing • fire blight of pear. Plant Dis. 95:448-454. • 2. Gadoury, D. M., Pearson, R. C., Riegel, D. G., Seem, R. C., Becker, C. M., • and Pscheidt, J. W. 1994. Reduction of powdery mildew and other diseases • by over-the-trellis applications of lime sulfur to dormant grapevines. Plant • Dis. 78:83-87. • 3. Hampson, C., and Bedford, K. 2011. Efficacy of blossom thinning treatments • to reduce fruit set and increase fruit size of Ambrosia and Aurora • Golden Gala apples. Can. J. Plant Sci. 91:983-990. • 4. Ishimaru, C. A., Klos, E. J., and Brubaker, R. R. 1988. Multiple antibiotic • production by Erwinia herbicola. Phytopathology 78:746-750. 23
  24. 24. Literatura Citada • 5. Janisiewicz, W. J., and Korsten L. 2002. Biocontrol of postharvest diseases • of fruits. Annu. Rev. Phytopathol. 40:411-441. • 6. Johnson, K. B., Sawyer, T. L., Stockwell, V. O., and Temple, T. N. 2009. • Implications of pathogenesis by Erwinia amylovora on stigmas of rosaceous • flowers to biological control of fire blight. Phytopathology 99:128- • 138. • 7. Johnson, K. B., and Stockwell, V. O. 1998. Management of fire blight: A • case study in microbial ecology. Annu. Rev. Phytopathol. 36:227-248. • 8. Johnson, K. B., Stockwell, V. O., McLaughlin, M. J., Sugar, D., Loper, J. E., • and Roberts, R. G. 1993. Effect of bacterial antagonists on establishment of • honey bee-dispersed Erwinia amylovora in pear blossoms and on fire blight • control. Phytopathology 83:995-1002. • 9. Johnson, K. B., Stockwell, V. O., and Sawyer, T. L. 2004. Adaptation of fire • blight forecasting to optimize the use of biological controls. Plant Dis. • 88:41-48. • 10. Johnson, K. B., Stockwell, V. O., and Sugar, D. 2000. Assessment of environmental • factors influencing growth and spread of Pantoea agglomerans • on and among blossoms of apple and pear. Phytopathology 90:1285-1294. 24
  25. 25. Literatura Citada • 11. Kunz, S. 2006. Fire blight control in organic fruit growing—systematic • investigation of the mode of action of potential control agents. In: Proc. 1st • Int. Symp. Biol. Control Bacterial Plant Dis. W. Zeller and C. Ullrich, eds. • Mitt. Biol. Bundesanst. Land Forstwirtsch. Berlin Dahlem 408:249-253. • 12. Kunz, S., Schmitt, A., and Haug, P. 2008. Field testing of strategies for fire • blight in organic fruit growing. Pages 299-305 in: Ecofruit—13th Int. Conf. • Cultivation Technique and Phytopathological Problems in Organic Fruit- • Growing. M. Boos, ed. Fördergemeinschaft Ökologischer Obstbau e.V., • Weinsberg, Germany. • 13. Leibinger, W., Breuker, B., Hahn, M., and Mendgen, K. 1997. Control of • postharvest pathogens and colonization of the apple surface by antagonistic • Fig. 3. Incidence of detection of Pantoea agglomerans (open squares) and of Aureobasidium pullulans (gray diamonds) on A and B, floral stigmas and C and D, hypanthia by • date of sampling from ‘Gala’ apple trees treated with Bloomtime Biological at 80% bloom (open arrow) and with Blossom Protect at full bloom and prior to petal fall (hatched • arrows) in an experimental orchard located near Corvallis, OR in 2011 and 2012. On each sampling date, incidence was determined by dilution plating dissected stigma and • hypanthium subsamples from 10 flowers from each of four replicate trees. Error bars associated with each point represent ― 25

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