CAPÍTULO 3    GESTÃO FINANCEIRA DE    ESTOQUES E LOGÍSTICACoordenação: Prof. Dr. Alberto Borges Matias   Finanças Corporat...
Objetivos• Apresentar a importância da gestão de estoques  para o capital de giro• Mostrar as principais questões envolvid...
Introdução• Gestão do capital de giro  – Ativo circulante  – Passivo circulante• Ativo circulante: gerenciamento de caixa,...
Ciclo Operacional, Financeiro e Econômico                         Compra Matéria-prima  Compra          Início        Fim ...
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Estoques• Estoque influencia PME das empresas  – Aumentos no volume de estoque sem respectivo    aumento no volume de vend...
Estoques• Razões para manter nível adequado de  estoques:  – Tornar o fluxo econômico contínuo  – Características particul...
Tipos de Estoques•   Matéria-prima•   Produtos em elaboração•   Produtos acabados•   Embalagens•   Produtos em trânsito•  ...
Previsão de Vendas• Praticamente todas as empresas necessitam planejar  seus recursos de produção, distribuição e aquisiçã...
Processo Integrado de Previsão• Incorporam dados e informações de diversas  fontes, não somente dos departamentos de  mark...
Processo Integrado de PrevisãoBases de Dados       Processo de Previsão de Vendas         Usuários  Históricos            ...
Erros de previsão• Contínuo monitoramento dos erros de previsão  são importantes:  – Determinação de estoque de segurança ...
Gestão Financeira de Estoques• Principais aspectos relacionados com a gestão  financeira de estoque:  – Riscos  – Custos• ...
Custos relacionados a estoques• Custos de Estocagem   – Custo de oportunidade, aluguel, manutenção, seguro,     obsolescên...
Estoques: Vantagens x Custos                               PERDAS DE VENDASERROS NO ESTABELECIMENTO  DOS NÍVEIS DE ESTOQUE...
Giro dos estoques• Diminuir custos de estoque significa diminuir custos de  produção e distribuição• Para se avaliar o des...
Administração de Estoques• Objetivo  – Proporcionar nível adequado de estoque     • Sustentar operações da empresa     • M...
Áreas da empresa e Estoque• Muitas decisões relativas a estoques são tomadas  por outras áreas devido às características f...
Administração de estoques   A delimitação funcional de áreas (Financeira, RH,          Marketing) vem perdendo o sentido N...
Abordagens para Gestão de Estoque• Métodos para auxiliar o administrador na gestão  de estoques:  – Curva ABC  – Lote Econ...
Curva ABC• Prioridade de estoque• Processo para monitorar estoques• Hierarquização dos estoques (dar atenção aos  itens ma...
Curva ABC  • Usado para mostrar, por ordem de importância, a    contribuição de cada item para o efeito total             ...
Lote Econômico de Compras - LEC                                                  LEC         2(Cpu )(V )      Q = Quantida...
Estoque de Segurança• O LEC é um modelo determinístico• Quantidade de recursos demandado pela  empresa é incerta  – Excess...
Estoque de Segurança
Estoque de Segurança• O estoque de segurança depende da  variabilidade da demanda, medida pelo desvio  padrão da demanda (...
Sistema de Informação de Estoques• Apoio computacional aos cálculos envolvidos na  gestão de estoques• Funções:  – Atualiz...
Gestão Operacional de Estoques• Modelos  – MRP (ou MRP I)  – MRP II  – OPT  – JUST IN TIME
MRP - Material Requirements Planning• Permite calcular quantos e que tipos de materiais são  necessários ao processo produ...
MRP II - MANUFACTURING RESOURCES PLANNING  • Permite avaliar as implicações da demanda futura em    áreas como marketing, ...
OPT - OPTIMIZED PRODUCTION TECHNOLOGY• Técnica computadorizada que auxilia a  programação de sistemas produtivos ao ritmo ...
JIT – JUST IN TIME• Filosofia de gestão empresarial criada no  Japão, baseada em dois fundamentos:  – Eliminação total dos...
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Compras – Relacionamento Tradicional• Uma visão simplista da atividade de compras é o mero  ato de comprar                ...
Compras – Relacionamento Mútuo                 Apoio               Tecnologia               Informação  FORNECEDOR        ...
Área de Compras• O preço é o fator mais associado à  responsabilidade de compra, é o custo mais  visível• Custo total repr...
Logística• Missão:   – Dispor a mercadoria ou o serviço determinado, no     lugar determinado, no momento determinado e na...
Logística• Tecnologia da informação e gerenciamento logístico  – Sistemas de Informações Logísticas     • Sistemas de Gere...
Integração da Cadeia de Suprimentos• A Logística refere-se à gestão de fluxo de bens e  serviços, e informações relativas ...
Evolução dos conceitosFORNECEDORES    FORNECEDORES                 CLIENTES DE      CLIENTES DE DE 2ª CAMADA    DE 1ª CAMA...
Gestão da Cadeia de Suprimentos• Coordenar os principais clientes e fornecedores  no planejamento e reabastecimento de est...
Relações na Cadeia de Suprimentos                           Fornecedores de Serviços                           • Modelos d...
ReferênciasALLEN, W. B. The Logistics Revolution and Transportation. In: Annals of the AmericanAcademy of Political and So...
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Cap 3 - Gestão financeira de estoques e logística

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Aula do Capítulo 3 para os dias 20/03 e 26/03.

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Cap 3 - Gestão financeira de estoques e logística

  1. 1. CAPÍTULO 3 GESTÃO FINANCEIRA DE ESTOQUES E LOGÍSTICACoordenação: Prof. Dr. Alberto Borges Matias Finanças Corporativas de Curto Prazo
  2. 2. Objetivos• Apresentar a importância da gestão de estoques para o capital de giro• Mostrar as principais questões envolvidas na gestão de estoques• Apresentar modelos que auxiliam na gestão de estoques• Mostrar como a logística e a gestão da cadeia de suprimentos podem contribuir para a gestão do capital de giro
  3. 3. Introdução• Gestão do capital de giro – Ativo circulante – Passivo circulante• Ativo circulante: gerenciamento de caixa, crédito e estoques• Estabelecer nível adequado de estoque: custos riscos – Maior volume: maior necessidade de capital de giro – Menor volume: prejudica conclusão de metas• Manter ativo o ciclo operacional
  4. 4. Ciclo Operacional, Financeiro e Econômico Compra Matéria-prima Compra Início Fim RecebimentoMatéria-prima Fabricação Fabricação Vendas Vendas PME MP PMF PME PA Ciclo Operacional Ciclo Econômico PMP Ciclo Financeiro (Caixa) PMR Pagamento das compras
  5. 5. Ciclo Operacional, Financeiro e Econômico Compra Início Fim RecebimentoMatéria-prima Fabricação Fabricação Vendas Vendas PME PMF PME PA MP Ciclo Econômico PME PMP Ciclo Financeiro (Caixa) PMR Diminuir o Ciclo de Caixa: PMP PME PMR
  6. 6. Estoques• Estoque influencia PME das empresas – Aumentos no volume de estoque sem respectivo aumento no volume de vendas, elevam PME• Alinhamento das finanças com marketing, vendas, compras e produção para manutenção de nível de estoque• Evitar rupturas no ciclo operacional
  7. 7. Estoques• Razões para manter nível adequado de estoques: – Tornar o fluxo econômico contínuo – Características particulares de cada setor – Expectativa de aumento nos preços dos insumos – Proteção contra perdas inflacionárias – Política de venda dos fornecedores (descontos) OS ESTOQUES SÃO ESSENCIAIS PARA AS VENDAS E AS VENDAS SÃO NECESSÁRIAS PARA OS LUCROS
  8. 8. Tipos de Estoques• Matéria-prima• Produtos em elaboração• Produtos acabados• Embalagens• Produtos em trânsito• Estoque em consignação INVESTIMENTO EM ESTOQUES É UM DOS FATORES MAIS IMPORTANTES PARA A ADEQUADA GESTÃO FINANCEIRA DAS EMPRESAS
  9. 9. Previsão de Vendas• Praticamente todas as empresas necessitam planejar seus recursos de produção, distribuição e aquisição de insumos ou serviços em face de condições futuras incertas.• É necessário prever as vendas, antes de estabelecer o melhor nível de estoque• Previsões inadequadas de vendas implicam em nível inadequado de estoques• É preciso organizar a previsão de vendas de acordo com as necessidades dos diversos departamentos da empresa
  10. 10. Processo Integrado de Previsão• Incorporam dados e informações de diversas fontes, não somente dos departamentos de marketing e vendas, mas também de outras áreas, como depósitos e varejistas• Utilizam técnicas estatísticas e matemáticas, sistemas de apoio à decisão e gerenciam o impacto do esforço de vendas sobre as vendas reais
  11. 11. Processo Integrado de PrevisãoBases de Dados Processo de Previsão de Vendas Usuários Históricos Áreas Gerenciamento das Previsões- Vendas - Finanças - Preço Sistemas de - - Promoções Técnicas de Marketing Apoio à - Previsão - DecisãoConcorrência Produção - Compras - Logística Processo Integrado de Previsão de Vendas
  12. 12. Erros de previsão• Contínuo monitoramento dos erros de previsão são importantes: – Determinação de estoque de segurança (diminuir o risco da falta de algum produto) – Modelos de previsão de vendas necessitam de reavaliação – Feedback sobre as sensibilidade do tomador de decisão (comportamentos tendenciosos) – Julgamentos humanos (pressões internas)• Auxílio de tecnologias de informação – Estreitamento entre varejista e fabricante
  13. 13. Gestão Financeira de Estoques• Principais aspectos relacionados com a gestão financeira de estoque: – Riscos – Custos• Riscos inerentes ao estoque: – Furto Riscos operacionais – Deterioração – Obsolescência Riscos de mercado – Queda nos preços
  14. 14. Custos relacionados a estoques• Custos de Estocagem – Custo de oportunidade, aluguel, manutenção, seguro, obsolescência, refrigeração, iluminação• Custo de encomendar, embarcar e receber – Dispêndios com deslocamentos, custo dos registros e contratos administrativos• Custo de ineficiência de estoques – Perdas de vendas, ruptura dos cronogramas de produção, insatisfação dos clientes• Custo de qualidade – Falhas e inconformidades, trocas em garantia e assistência técnica, imagem e reputação da empresa, tempo ocioso
  15. 15. Estoques: Vantagens x Custos PERDAS DE VENDASERROS NO ESTABELECIMENTO DOS NÍVEIS DE ESTOQUE ELEVADOS CUSTOS ESTOCAGEM As vantagens de possuir estoques devem ser comparadas com os custos de estocagem MAU CONTROLE PREJUDICIAL PARA A LUCRATIVIDADE DA DOS ESTOQUES EMPRESA
  16. 16. Giro dos estoques• Diminuir custos de estoque significa diminuir custos de produção e distribuição• Para se avaliar o desempenho da gestão de estoques: Giro ou rotação do recursos investidos em estoque (índice de renovação do estoque em determinado período) Giro dos estoques = Custo da Mercadoria Vendida Estoque Médio• Quanto maior o giro, maior deve ser a rentabilidade dos recursos investidos
  17. 17. Administração de Estoques• Objetivo – Proporcionar nível adequado de estoque • Sustentar operações da empresa • Menor custo possível A DECISÃO DE QUANTO E QUANDO COMPRAR É UMA DAS MAIS IMPORTANTES NA GESTÃO DE ESTOQUES
  18. 18. Áreas da empresa e Estoque• Muitas decisões relativas a estoques são tomadas por outras áreas devido às características físicas do estoque Áreas Preferências Compras Vendas Finanças Sortimento Estoques Dispersão
  19. 19. Administração de estoques A delimitação funcional de áreas (Financeira, RH, Marketing) vem perdendo o sentido Necessidade de decisões integradas, conjuntas e não segregadasO ESTOQUE É UM ATIVO FÍSICO QUE NECESSITA DE INVESTIMENTOS E GERA CUSTOS E BENEFÍCIOS
  20. 20. Abordagens para Gestão de Estoque• Métodos para auxiliar o administrador na gestão de estoques: – Curva ABC – Lote Econômico de Compras (LEC)
  21. 21. Curva ABC• Prioridade de estoque• Processo para monitorar estoques• Hierarquização dos estoques (dar atenção aos itens mais representativos)• Listar os produtos de acordo com suas movimentações de valor Taxa de uso x Valor Individual• Itens com alta movimentação de valor demandam controle mais cuidadoso – Consumo, prazo e valor do estoque
  22. 22. Curva ABC • Usado para mostrar, por ordem de importância, a contribuição de cada item para o efeito total LEI DE PARETO %CUMULATIVA DO VALOR (REGRA 80/20) TOTAL % DO NÚMERO TOTAL DE ITENS 20 50 100 A: rigor B: LEC C: menor rigor
  23. 23. Lote Econômico de Compras - LEC LEC 2(Cpu )(V ) Q = QuantidadeLEC = Ce u Q* = Quantidade ÓtimaCT = Custo TotalCe = Custo de EstocagemCp = Custo do Pedido
  24. 24. Estoque de Segurança• O LEC é um modelo determinístico• Quantidade de recursos demandado pela empresa é incerta – Excesso de estoque – Falta de estoque – Atrasos na entrega – Falhas no processo• Estoque de segurança é uma porcentagem da demanda prevista
  25. 25. Estoque de Segurança
  26. 26. Estoque de Segurança• O estoque de segurança depende da variabilidade da demanda, medida pelo desvio padrão da demanda (σ) e do risco que a empresa pretende incorrer para não haver falta de estoque, que corresponde aos valores da variável z ES = Z . σ ES = z . σ = 1,65 . 91 = 150,15
  27. 27. Sistema de Informação de Estoques• Apoio computacional aos cálculos envolvidos na gestão de estoques• Funções: – Atualizar registros de estoques – Gerar registros de estoques – Gerar pedidos (quanto e quando) • Método da linha vermelha – Atualizar nível de demanda – Ajudar na previsão de vendas• Foca o processo de produção, mas pode ser aplicado a finanças devido à importância de se avaliar o aspecto financeiro dos processos
  28. 28. Gestão Operacional de Estoques• Modelos – MRP (ou MRP I) – MRP II – OPT – JUST IN TIME
  29. 29. MRP - Material Requirements Planning• Permite calcular quantos e que tipos de materiais são necessários ao processo produtivo e em que momento MRP FORNECIMENTO DEMANDA PRODUTOS E PRODUTOS E SERVIÇOS DECISÃO DE SERVIÇOS QUANTIDADE E MOMENTO DE FLUXO DE RECURSOS RECURSOS CONSUMIDORES
  30. 30. MRP II - MANUFACTURING RESOURCES PLANNING • Permite avaliar as implicações da demanda futura em áreas como marketing, finanças e engenharia, assim como as implicações em relação à necessidade de materiais MRP MRP II FOCO NA GESTÃO SISTEMA CORPORATIVO OPERACIONAL AUXILIA PLANEJAMENTO E APOIO AO PLANEJAMENTOCONTROLE DA NECESSIDADE DA NECESSIDADE DE DE MATERIAIS TODOS OS RECURSOS DO NEGÓCIO
  31. 31. OPT - OPTIMIZED PRODUCTION TECHNOLOGY• Técnica computadorizada que auxilia a programação de sistemas produtivos ao ritmo dotado pelos recursos mais carregados (gargalos)• Se a atividade exceder a capacidade do gargalo, há formação de estoques• Não sobrecarregar o sistema produtivo• Teoria das restrições (Goldratt)
  32. 32. JIT – JUST IN TIME• Filosofia de gestão empresarial criada no Japão, baseada em dois fundamentos: – Eliminação total dos estoques – Produção puxada pela demanda• A empresa deve reduzir ao máximo: – Número de defeitos – Período de tempo do processo produtivo – Volume de matéria-prima – Movimentação de estoque – Complexidade da linha de produção
  33. 33. JIT – JUST IN TIME FábricaFornecedores Clientes Não há estoques intermediários ou finais
  34. 34. Compras – Relacionamento Tradicional• Uma visão simplista da atividade de compras é o mero ato de comprar Produto FORNECEDOR COMPRADOR Dinheiro Relacionamento Tradicional
  35. 35. Compras – Relacionamento Mútuo Apoio Tecnologia Informação FORNECEDOR COMPRADOR Confiança Compromisso Eficácia
  36. 36. Área de Compras• O preço é o fator mais associado à responsabilidade de compra, é o custo mais visível• Custo total representa mais do que o preço – Inclui estocagem, inspeção, conserto, retificação, defeitos, manutenção, impostos, etc.• Área de compras tem o poder de adicionar valor ao processo produtivo• Modalidade eletrônica de compra
  37. 37. Logística• Missão: – Dispor a mercadoria ou o serviço determinado, no lugar determinado, no momento determinado e nas condições desejadas• A logística não lida com detalhes de processos de produção, tais como o controle do estoque em processo e qualidade das operações• O valor é expresso em termos de tempo e lugar• Produtos ou serviços não tem valor a menos que estejam sob a posse do cliente quando (tempo) e onde (lugar) desejam consumí-lo
  38. 38. Logística• Tecnologia da informação e gerenciamento logístico – Sistemas de Informações Logísticas • Sistemas de Gerenciamento de Transportes • Sistemas de Gerenciamento de Armazéns • Sistemas de Planejamento Logístico • Sistemas de Processamento de Pedidos e Atendimento ao Cliente • Banco de Dados Logístico • Sistemas de Gerenciamento de Estoques • ERP
  39. 39. Integração da Cadeia de Suprimentos• A Logística refere-se à gestão de fluxo de bens e serviços, e informações relativas a estes, a partir de uma empresa, até os clientes finais, através de um canal de distribuição• A Gestão da Cadeia de Suprimentos possui uma abrangência maior, com gerenciamento além das fronteiras da empresa
  40. 40. Evolução dos conceitosFORNECEDORES FORNECEDORES CLIENTES DE CLIENTES DE DE 2ª CAMADA DE 1ª CAMADA 1ª CAMADA 2ª CAMADA CLIENTES DE 2ª CAMADA UNIDADE PRODUTIVA GESTÃO DE MATERIAIS GESTÃO DISTRIB. FÍSICA LOGÍSTICA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS
  41. 41. Gestão da Cadeia de Suprimentos• Coordenar os principais clientes e fornecedores no planejamento e reabastecimento de estoques – Manufatura sob encomenda – Uso de operadores logísticos – Integração de redes de distribuição – Soluções híbridas de rede de transportes• Esforços na integração do gerenciamento da cadeia de abastecimento têm possibilitado melhorias no desempenho das empresas, tais como redução dos custos
  42. 42. Relações na Cadeia de Suprimentos Fornecedores de Serviços • Modelos de dados padronizados • Objetivos padronizadosFabricante CD Varejo/ Atacadista• Informações do produto • Previsão• Promoção/Marketing e • Retirada de mercadorias • Estoque/ Pedido Planos de advertência • Carregamento• Mercadoria encomendada • Armazenamento/ Reclamação Transportadoras Loja VarejoOutro Setor (ex. IRI, Nielsen) • Informações de transporte • Previsão• Comportamento de compra • Avaliação de Rota • Movimentação• Pesquisa • Viabilidade de cargas • Estoque/ Pedido
  43. 43. ReferênciasALLEN, W. B. The Logistics Revolution and Transportation. In: Annals of the AmericanAcademy of Political and Social Science. Sage. USA. pp. 106-16, September, 1997ASSAF NETO, A.; SILVA, C. A. T. Administração do Capital de Giro. São Paulo, Atlas, 1997.ATHIÉ, E. Os novos desafios do consumo e como as empresas de classe mundial estão respondendo a estes desafios. http://www.aslog.org.br/Download/Accenture.zip (19/10/2002), 2002.BAILY, P.; FARMER, D; JESSOP, D.; JONES, D. Compras: Princípios e Administração. São Paulo, Atlas, 2000.BNDES.. Arranjos e Sistemas Produtivos Locais e as Novas Políticas de DesenvolvimentoIndustrial e Tecnológico. Disponível em www.bndes.gov.br/conhecimento/notatec/ntecis.pdf. Acesso em janeiro de 2005.BNDES-Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico. Arranjos e Sistemas Produtivos Locais e as Novas Políticas de Desenvolvimento Industrial e Tecnológico. Disponível em www.bndes.gov.br/conhecimento/notatec/ntecis.pdf. Acesso em julho de 2005.BORGES, A. Logística Colaborativa. http://www.aslog.org.br/Download/Logistica.zip (19/10/2002), 2002.BRAGA, R. Fundamentos e Técnicas de Administração Financeira. São Paulo: Atlas, 1995.BRIGHAN, E.; WESTON, J. F. Administração Financeira das Empresas. Rio de Janeiro, Interamericana, 1979.BRIGHAN, E.; WESTON, J. F. Essentials of Managerial Finance. New York, Holt, Rinchart and Wiston, 1968.DIAS, M. A. P. Administração de Materiais: uma Abordagem Logística. São Paulo, Atlas, 1996.FLEURY, P. F.; WANKE, P.; FIGUEIREDO, F. F. Logística Empresarial. São Paulo, Atlas, 2000.FORTES, Rogério Rezende Sá. Impacto do Aumento da Complexidade do Veículo na Cadeia Logística: no caso da Fiat Automóveis S.A. Universidade Federal de Santa Catarina. 2001 (dissertação em Engenharia da Produção).GITMAN, L. J. Princípios de Administração Financeira. São Paulo, Harbra, 1997.GOLDRATT, W. M.; COX, J. The Goal. North River Press, 1986.LANGLEY, J. C. The Evolution of Logistics Concept. Journal of Business Logistics. V. 7, n 2, pp.1-13.MARIANO, S. A Tecnologia da Informação Aplicada no Desenvolvimento dos Processos Logísticos. http://www.aslog.org.br/Download/ibmec.zip (19/10/2002), 2002.MUSETTI, M. A. A Identificação da Entidade Gestora Logística; uma Contribuição para seu Processo de Formação e Educação. Tese (Doutorado). Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 2000.ORLICKY, J. Material Requirements Planning. McGraw-Hill, 1975.PADOVEZE, C. L. Contabilidade Gerencial. São Paulo: Atlas, 1997SLACK, N., CHAMBERS, S., JOHNSTON, R. Administração da Produção. São Paulo: Atlas, 2002. 2ª Edição.SLACK, N., CHAMBERS, S., JOHNSTON, R. Administração da Produção. 2ª ed. São Paulo: Atlas, 2002.SOUSA, A. F.; LUPORINI, C. E. M.; SOUZA, M. S. Gestão do Capital de Giro. Caderno de Pesquisas em Administração. São Paulo, v.1, n. 3, 1996.WANKE, P. O Processo de Previsão de Vendas nas Empresas: aspectos organizacionais e tecnológicos.www.coppead.ufrj.br/pesquisa/cel. Acesso em 2004.WIGHT, O. Manufacturing Resources Planning: MRP II. Oliver Wight Ltd., 1984.

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