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TEMA DE CAPAGit: Controlo de Versões para Pequenos e GrandesProjectos
TEMA DE CAPAG i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s eG ra n d e s Pro j e c to sO Git é um sistema de c...
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A PROGRAMARLua – Linguagem de Programação (Parte 9)I n tro d . C l o u d C o m p u ti n g e à Pl a ta fo rm a Wi n d o ws ...
A PROGRAMARLu a – Li n gu a ge m d e Pro gra m a ç ã o ( Pa rte 9 )Este artigo apresenta uma solução para o uso e         ...
A PROGRAMAR                                                                                Lu a – Li n gu a ge m d e Pro g...
A PROGRAMARLu a – Li n gu a ge m d e Pro gra m a ç ã o ( Pa rte 9 )Em seguida escreva o código de programa em um editor de...
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  1. 1. EditorialEDITORIAL EQUIPA PROGRAMAR Hacktivismo Coordenadores Segundo a Wikipédia a palavra hacktivismo vem da junção entre Hack e António Silva Activism (Hacktivism em inglês), e nos últimos tempos tem sido bastante Fernando Martins usado por muitos. Em cerca de um mês e meio a Sony foi atacada pelo menos quatro vezes, e pelo menos inicialmente o suposto motivo era o Editor hacktivismo, e a Sony chegou mesmo a acusar o grupo Anonymous Igor Nunes referiram que nada tinham a ver com o roubo de informação de clientes da Sony. Design Ainda no ano passado este grupo de Hackers e Activistas tinha sido notícia Sérgio Alves (@scorpion_blood) pelos ataques perpetrados contra servidores das empresas que tinham retirado o apoio ao Wikileaks, como a Amazon, Visa, MasterCard, PayPal, Redacção até o banco suíço PostFinance onde estava a conta de doações do Augusto Manzano, Caio Proiete, Wikileaks depois de ter cancelado a conta de Julian Assange foi atacado. Fernando Martins, Fábio Domingos, Também membros do senado Norte-Americano e do Ministério Público Nuno Godinho, Pedro Martins, Ricardo Rodrigues, Sandro Pereira, Sueco foram atacados com a mesma razão. Sara Silva Recentemente veio a público que o Departamento de Defesa Norte- Americano pretende avançar com a retaliação aos ataques cibernéticos com Staff armas convencionais, que poderão ir até ao lançamento de mísseis. Sim, António Santos, Fábio Domingos, leu bem, em último caso poderão ser lançados mísseis contra este tipo de Jorge Paulino, Marco Marques criminosos. Mas a grande questão, é como terão eles a certeza da identidade do criminoso, e quantas serão as vítimas inocentes. Todos nós Contacto conhecemos maneiras mais ou menos eficazes de ocultar a nossa revistaprogramar@portugal-a-programar.org identidade completamente na Internet, ou pelo menos tornar a sua descoberta muito mais difícil. Mas o Departamento de Defesa Norte- Website Americano parece ter uma plena confiança nas suas capacidades para http://www.revista-programar.info detectar estas origens, o problema será quando surgirem as mortes de inocentes ISSN O primeiro grande ataque conhecido, foi o worm anti-nuclear WANK, em 1 647-071 0 1 989, que atingiu agências americanas como a NASA, o Departamento de Energia, entre outros. Mas não é só lá fora que isto acontece, em 1 997, um grupo português atacou sites da Indonésia, incluindo sites governamentais e militares, pelo facto de a Indonésia ter invadido Timor Leste. Esse mesmo ataque foi repetido um ano mais tarde, em 1 998. Este foi sem dúvida um dos primeiros grandes ataques massivos na história da internet. Será que no futuro em vez de armas nucleares ou termonucleares, teremos que temer a Internet por ser a melhor arma de destruição de países? Ou nunca chegaremos a este ponto? NR: Quero desde já agradecer ao Igor Nunes por ter aceite o cargo de editor da Revista PROGRAMAR, e desejo-lhe um óptimo trabalho. António SilvaA revista PROGRAMAR é um projecto voluntário, sem fins lucrativos. Todos os artigos são da responsabilidade dos autores, não podendo a revista ou a comunidade ser responsabilizada por alguma imprecisão ou erro. Para qualquer dúvida ou esclarecimento poderá sempre contactar-nos. 2
  2. 2. Índice INDICE TEMA DE CAPA 6 Git - Controlo de Versões para Pequenos e Grandes Projectos Um artigo que descreve funcionalidades do Git, bem como as principais diferenças entre os sistemas de controlo de versões centralizados e distribuídos. Caio Proiete A PROGRAMAR 24 Lua – Linguagem de Programação (Parte 9) A continuação de um excelente artigo sobre Lua, uma linguagem de programação pouco conhecida. Nesta nona parte descubra tudo sobre o operador lógico XOR e os Módulos. Augusto Manzano 28 Introdução ao Cloud Computing e à Plataforma Windows Azure O que é o Cloud Computing? Para que serve? Em que ajuda? Descubra a resposta a esta e a outras questões relativas a esta renovação no mundo da computação que adveio da actual Virtualização em massa. Nuno Godinho 34 Managed Extensibility Framework (MEF) Conheça a framework oficial de extensibilidade de aplicações para a Plataforma .NET que veio corrigir falhas na plataforma para construção de software extensível. Ricardo Rodrigues 37 Microsoft BizTalk Server aos olhos dos programadores Muito se ouve falar sobre esta plataforma. Saiba agora quais são os benefícios da sua utilização no mercado de trabalho e em funcionalidades para o programador. Sandro Pereira 44 O Editor de texto VIM deste Saiba os conceitos básicos editor de texto Open-Source para sistemas baseados em Unix, ferramenta inclusive capaz de realizar syntax-highlight de várias linguagens de programação. Fábio Domingos COLUNAS 50 CORE DUMP - Fazer mal = Rápido? Um artigo de opinião sobre o problema de não se criar as melhores soluções devido à falta de tempo no mundo da programação. Afinal, fazer mal é mais rápido que fazer bem? As consequências não se sobrepõem? Fernando Martins 51 VISUAL (NOT) BASIC - Introdução ao OpenXML SDK Implemente este padrão ISO de arquivos (documentos, folhas de cálculo, entre outros) nas suas aplicações, em várias plataformas. Altere-os e visualize-os através de diversas aplicações. Pedro Martins COMUNIDADES 58 NetPonto - Certificações Microsoft Qual o percurso a percorrer para obter a sua Certificação Microsoft? Conheça as Certificações existentes, as hierarquias, os benefícios e como obtê-las. Sara Silva EVENTOS 1 8 Jun. Reunião presencial Comunidade NetPonto - Lisboa 21 Jun. XII Encontro da Comunidade SQLPort 29 Jun. Windows Phone 7 “Mango” Dev Hub - Lisboa 09 Jul. Reunião presencial Comunidade NetPonto - Coimbra 22 Jul. IOI201 1 - 23ª Olimpíadas Internacionais de Informática 23 Jul. Reunião presencial Comunidade NetPonto - Lisboa Para mais informações/eventos: http://bit.ly/PAP_Eventos 3
  3. 3. NoticiasNOTICIAS R e d e s d a PT j á e stã o La n ç a m e n to d o U b u n tu 1 1 . 0 4 p re p a ra d a s p a ra o I Pv6Um comunicado da PT refere que as redes que suportam o No fim do mês de Abril foi lançada a nova versão doMeo, a TMN, e o Sapo ADSL já se encontram aptas a Ubuntu, a Natty Narwhal (1 1 .04), onde uma das suasfuncionar tanto em IPv4 (a norma que ainda domina nos principais novidades é a inclusão do Unity, que dá aoendereços de Internet) como em IPv6. Para o processo de ambiente gráfico um aspecto renovado, correndo nomigração ficar concluído falta ainda proceder à adaptação entanto por cima do GNOME.para a versão 6 do IP dos terminais e equipamentos dosclientes da operadora. A PT definiu como objetivo a A versão 1 1 .1 0 (Oneiric Ocelot) já está agendada paramigração dos clientes empresariais para o IPv6 até ao final Outubro deste mesmo ano e a vresão Alpha 1 que já foide 201 1 , mas não adianta qualquer data para adaptação lançada conta já com a implementação do GNOME 3 e comdos equipamentos usados pelos clientes residenciais. o Firefox 5 Beta. Conta também tal como a versão anterior,Uma vez que nem todos os intervenientes conseguem a 1 1 .04, com o LibreOffice ao invés do OpenOffice.trabalhar à mesma velocidade, a rede da PT vai seguir atendência mundial e passar a funcionar em dual stack que Mais informação:garante a compatibilidade com IPv4 e IPv6. https://wiki.ubuntu.com/OneiricOcelot/TechnicalOverview/AlA migração para o IPv6 começou a ser trabalhada na PT há pha1cerca de três anos, com o objetivo de acautelar o provávelesgotamento dos 4,3 mil milhões endereçosdisponibilizados pela IPv4. TM N te sta re d e 4G e m B ra ga M i c ro s o ft a p re s e n ta Wi n d o ws 8A TMN iniciou no mês de Maio as primeiras demonstrações Na conferência D9, na Califórnia, a Microsoft levantou ode redes da quarta geração de telemóveis (4G) em Braga. véu sobre a nova inteface gráfica do Windows 8 que representa, talvez, a maior mudança na interface doA TMN optou por fazer a demonstração pública do 4G no sistema operativo da Microsoft. Ao contrário do queShopping Braga Parque. A demonstração, que deu a acontece agora, o ecrã principal apresenta agora uma sérieconhecer o potencial dos 1 50 Mbps do protocolo LTE (Long de "tiles", os tais retângulos com informação a serTerm Evolution), abrange os serviços Meo Online, Meo atualizada em tempo real, tal como acontece com oJogos, Videoconferências, e transmissões de vários vídeos Windows Phone 7.em simultâneo. As demonstrações foram realizadas comtecnologias de rede fornecidas pela Nokia Siemens. A empresa de Redmond diz que o Windows 8 será compatível com todos os periféricos e dispositivos queÉ a segunda vez que a TMN procede a demonstrações neste momento correm no Windows 7, apesar de apúblicas das redes LTE: a primeira decorreu em Abril num interface ter sido redesenhada e repensada.centro comercial de Cascais. Ver o Vídeo: http://bit.ly/iMPq0A 4
  4. 4. TEMA DE CAPAGit: Controlo de Versões para Pequenos e GrandesProjectos
  5. 5. TEMA DE CAPAG i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s eG ra n d e s Pro j e c to sO Git é um sistema de controlo de versões distribuído, Centralizado vs Distríbuidogratuito e open-source, desenvolvido originalmente peloLinus Torvalds, o criador do kernel do sistema operativo O Subversion (SVN), o Visual Source Safe (VSS), o TeamLinux, e actualmente é mantido pelo Junio Hamano Foundation Server (TFS), e muitos outros, são todosjuntamente com outros quase 300 colaboradores sistemas de controlo de versões que funcionam de formavoluntários. centralizada, isto é, existe sempre um computador central (servidor) que contém toda a história dos projectos com todas as inclusões e alterações que foram feitas pelos programadores desde o momento em que o projecto foi incluído no sistema de controlo de versões (geralmente no início do projecto) até a versão mais recente, e cada programador tem apenas *uma* versão da aplicação em seu próprio computador, normalmente a mais versão recente.Comparado com outros sistemas de controlo de versõestradicionais, o Git diferencia-se por ser extremamente Dessa forma, os programadores estão semprerápido, por simplificar o desenvolvimento de software de dependentes do servidor para guardar (check-in) alteraçõesforma não-linear, onde podemos trabalhar em paralelo em que desenvolvem em seus computadores, bem como paradiferentes funcionalidades das aplicações que obter as alterações desenvolvidas por outros membros dadesenvolvemos e então escolher quais funcionalidades equipa:devem fazer parte de cada versão da aplicação conforme onosso fluxo de trabalho, e principalmente por ser umsistema distribuído bastante versátil e adequado paraprojectos de qualquer dimensão.Outra grande vantagem do Git, é possuir versões paraWindows, Linux e Mac OS X, o que facilita muito o controlode versão de aplicações desenvolvidas em diferentesplataformas. Hoje em dia é muito comum uma mesmaempresa desenvolver aplicações em .NET no Windows,outras em Java no Linux, e ainda outras para iPhone noMac OSX, e poder utilizar uma única ferramenta paracontrolo de versão de todas as aplicações desenvolvidasna empresa, é excelente! Assim, efectuar o controlo de versões com sistemasNeste artigo, vou explicar o funcionamento do Git e as centralizados é geralmente mais lento, pois todas asprincipais diferenças entre os sistemas de controlo de operações (check-in, check-out, etc...) necessitam deversões centralizados e distribuídos, como instalar e comunicação com servidor central, que pode estar aconfigurar o Git no Windows, e os principais comandos que apenas alguns metros de distância, como pode estar emprecisa conhecer para começar a utilizar o Git no dia-a-dia. outra cidade ou país. Além disso, torna-se impossível 6
  6. 6. TEMA DE CAPA G i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to scontrolar versões quando se está desconectado da rede No entanto, ao trabalhar em equipas com várias pessoas,onde encontra-se o servidor central, o que pode ser um ao invés de cada pessoa comunicar-se individualmenteproblema quando é preciso trabalhar fora das instalações com outra para enviar/receber commits, é normal existir umda empresa e não possibilidades de conectar-se sítio comum onde os elementos da equipa enviam os seusremotamente à rede da empresa, por exemplo nas commits para que sejam partilhados com o restante dainstalações de um cliente ou em viagens. equipa, sendo este sítio comum normalmente conhecido como “servidor de integração”.Controlo de Versão DistribuídoNu m sistema de controlo de versão distribuído como o Git,não existe propriamente um “servidor central”. Cadaprogramador tem uma cópia completa de toda a históriados projectos em sua própria máquina e pode controlar aversão de ficheiros e conteúdos de ficheiros localmentesem depender de um servidor e, somente quando acharapropriado, pode partilhar as suas alterações com outraspessoas da equipa e/ou receber alterações efectuadas poroutros membros da equipa. À primeira vista, este sítio comum se parece muito como oNo Git, cada conjunto de alterações efectuadas em “servidor central” dos sistemas de controlo de versõesficheiros ou conteúdos de ficheiros é chamado de “ commit”, centralizados, mas em realidade é bem diferente, pois ée conforme o programador implementa novas apenas mais um computador com uma cópia de toda afuncionalidades nas aplicações que está a desenvolver, vai história dos projectos, assim como é o computador deefectuando diferentes commits que ficam guardados no seu qualquer outro membro da equipa. O servidor de integraçãopróprio computador sem precisar depender de um servidor. é apenas uma convenção social entre os participantes da equipa, de forma a facilitar a partilha das alterações entreUma vez que cada membro da equipa possui uma cópia as várias pessoas.integral de toda a história dos projectos, um programadorque queira partilhar os seus commits recentes com outro O importante a destacar é que nenhum membro da equipacolaborador, pode enviar directamente os commits para está directamente dependente ou conectado ao “servidoreste colaborador (push), ou ainda, pode permitir que o de integração”. Todos trabalham de forma desconectadaoutro colaborador obtenha os commits a partir de seu em seus computadores, onde efectuam diversos commitspróprio computador (pull), tudo sem precisar comunicar-se que são gravados localmente, e só utilizam o “servidor decom um servidor central. integração” para partilhar seus commits recentes com o restante da equipa, quando/se quiserem. 7
  7. 7. TEMA DE CAPAG i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to s Por exemplo, observe a estrutura de pastas abaixo: Dessa forma, as funcionalidades que devem ser partilhadas com toda a equipa, podem ser enviadas (push) para o C:Projectos“servidor de integração” e os membros da equipa podem ------ NetPonto ------------ lib obter (pull) essas alterações quando desejarem, assim ------------ src como funcionalidades que não ainda não estão prontas ------------------------ NetPonto.sln ------------------------ ... para serem partilhadas com toda a equipa, podem ser ------------ doc partilhadas apenas entre as pessoas envolvidas no ------ Portugal-a-Programar desenvolvimento dessas funcionalidades. ------------ lib ------------ src ------------------------ Portugal-a-Programar.slnImportante: Algumas ferramentas de controlo de versões ------------------------ ... ------------ doccentralizado, como por exemplo o Team Foundation Server(TFS), permitem accionar uma opção para trabalhar de Qualquer uma destas pastas poderia ser transformada emforma desconectada do servidor, para então mais tarde um repositório Git de acordo com as necessidades do(quando for possível conectar-se ao servidor central) enviar programador, mas normalmente controlamos as versõesas alterações. Isto não é a mesma coisa que que trabalhar individuais de cada projecto, portanto faz sentido que anum sistema distribuído, pois neste caso não será possível pasta C:ProjectosNetPonto seja um repositório Git eefectuar commits no próprio computador, enquanto efectua pasta C:ProjectosPortugal-a-Programar, ser outrodiferentes alterações no código, ou seja, a ferramenta não repositório Git separado.permite gravar diferentes conjuntos de alterações(commits), para depois enviá-los para o servidor. Setrabalhou em funcionalidades diferentes, não conseguirá Instalação do Git no Windows(facilmente) distinguir quais ficheiros/conteúdoscorrespondem a cada funcionalidade que trabalhou O site oficial do Git é o http://git-scm.com, onde podeenquanto estava desconectado, e provavelmente irá enviar efectuar o download da versão mais recente para aum único commit para o servidor central com todas as plataforma que desejar.alterações, e estará a usar o sistema de controlo deversões de forma pouco eficiente. Para utilizar o Git no Windows, existem basicamente duas formas: Directamente, utilizando o msysGit ou através do Cygwin.Repositórios Git O msysGit é uma versão desenvolvida especialmente paraPara controlar versões dos conteúdos, o Git utiliza o funcionar no Windows, e é a opção mais utilizadaconceito de repositórios, onde cada repositório corresponde actualmente, enquanto o Cygwin é uma colecção dea uma pasta que pode conter ficheiros e sub-pastas ferramentas e APIs que permite criar um ambiente com atambém com ficheiros onde controla a versão de todos os mesma aparência e experiência do Linux, dentro doconteúdos desta pasta e sub-pastas que existirem. Windows, e então utilizar o Git através do Cygwin .Uma pasta só considerada um repositório Git, após Neste artigo, vou demonstrar a instalação e configuraçãoexecutarmos um comando específico (init) para que o Git do msysGit, que no momento em que escrevo este textoinicialize a pasta como um repositório, e normalmente está na versão 1 .7.5.4.criamos um repositório Git para cada projecto quedesenvolvemos, de forma a controlar as versões dosconteúdos de cada projecto separadamente. 8
  8. 8. TEMA DE CAPA G i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to sApós efectuar o download msysGit e executar o instalador,recomendo efectuar a instalação mantendo as opções quejá vem seleccionadas por padrão (Next, Next, Next ...), comexcepção do passo 4, onde recomendo seleccionartambém as opções “Context menu entries”, “Git Bash Here”e “GUI Bash Here” para adicionar duas entradas nosmenus de contexto do Windows Explorer que permitemseleccionar uma pasta e executar as ferramentas do Gitdirectamente na pasta seleccionada.Passo 4 da instalação do Git Enquanto o Git GUI permite realizar as principais tarefas do dia-a-dia, o Git Bash é a ferramenta que permite total controlo dos repositórios, e é também a ferramenta que utilizo para mostrar o funcionamento do Git neste artigo.No Windows Explorer (após a instalação) Configuração Inicial do Git Após a instalação do msysGit, o próximo passo é configurar o nome e o e-mail que será utilizado por padrão, na criação dos repositórios e dos commits. É possível configurar estes parâmetros de forma global ou individualmente para cada repositório, e para isto utilizamos o comando “ g i t c on fi g ” em uma sessão do Git Bash, a ferramenta de mencionda acima e que após a instalação pode ser encontrada na pasta “Git” no menu iniciar do Windows. Ao iniciar o Git Bash, irá visualizar um ecrã parecido com a figura abaixo:Principais Ferramentas do Git / msysGitAs principais ferramentas do Git são o Git GUI e o GitBash. O Git GUI , como o nome índica, é uma interfacegráfica que permite criar e gerir repositórios Git através deuma interface gráfica simples, e o Git Bash é uma aplicaçãode linha-de-comando, que também permite criar e gerirrepositórios Git via linha-de-comando. 9
  9. 9. TEMA DE CAPAG i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to sOs parâmetros globais a serem definidos são o user.name Controlo de Versões com o Gite o user.email, que correspondem ao nome e ao e-mail doutilizador, respectivamente, e para efectuar a configuração, Criação de um Repositório Gitbasta executar os comandos abaixo, substituindo osvalores entre aspas pelo nome e e-mail do utilizador: Depois de configurar o nome e o e-mail padrão, o próximo passo escolher a pasta onde irá criar um repositorio Git, ou$ g i t c on fi g --g l oba l u s er. n a me " S eu N ome" criá-la caso ainda não exista.$ g i t c on fi g --g l oba l u s er. ema i l " s eu @ema i l . pt" Para este exemplo, o repositório Git estará localizado na pasta C:ProjectosPortugal-a-Programar, e assumo que esta pasta ainda não exista, portanto podem ser criadas através do Windows Explorer se preferir, ou directamente através do Git Bash, utilizando alguns comandos existentes para o efeito: - Criar a pasta C:Projectos $ mkd i r / c / Proj ec tos /Além de configurar o nome e o e-mail do utilizador, écomum neste momento configurar também um parâmetro - Criar a pasta C:ProjectosPortugal-a-Programarglobal para definir o editor de textos que deve ser utilizado $ mkd i r / c / Proj ec tos / Portu g a l -a -Prog ra ma r/pelo Git. - Entrar na pasta C:ProjectosPortugal-a-ProgramarPor padrão, o Git utiliza o editor de textos Vim, uma versão $ c d / c / Proj ec tos / Portu g a l -a -Prog ra ma r/melhorada do editor Vi muito utilizado em ambientes Unix eque exige que o utilizador conheça as suas diferentescombinações de teclas para aceder cada uma das suasfuncionalidades, o que pode tornar a utilização do Git maiscomplicada para quem não está acostumado com esteeditor, portanto uma opção é definir o bloco de notas doWindows (Notepad) como editor de texto padrão, ou outrode sua preferência (Notepad++, Textpad, etc...). Uma vez posicionado na pasta desejada, para criar oPara configurar o editor de textos, basta executar o repositório do Git deve utilizar o comando “git init”, quecomando abaixo, adaptando o caminho do executável do essencialmente irá “preparar” a pasta actual para permitir oeditor de textos desejado: controlo de versões dos ficheiros e sub-pastas dentro deste repositório recém-criado.$ g i t c on fi g --g l oba l c ore. ed i tor" C: / Wi n d ows / n otepa d . exe" $ gi t i ni t 10
  10. 10. TEMA DE CAPA G i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to sO que este comando faz, em realidade é criar a estruturado repositório Git em uma pasta oculta chamada “.git”dentro da pasta onde executou o comando. Neste exemplo,em “C:ProjectosPortugal-a-Programar.git”. É dentro destapasta estarão, entre outas coisas, todos os commits.A pasta onde criou o repositório Git, a partir de agora passaa ser chamada de “ working folder” (pasta de trabalho).Com o repositório Git criado, pode adicionar novosficheiros, alterar ficheiros que já existiam, remover ficheiros, Staging Area e Commitscriar novas pastas, e etc... Para este exemplo, podeadicionar três ficheiros na pasta onde está o repositório Git Conforme efectua alterações no repositório, deverá guardarcom o seguinte nome/conteúdo: as versões (efectuar commits) dos conteúdos que desejar, quando for apropriado. Idealmente cada commit representaPrimeiro.txt uma unidade lógica, como por exemplo uma novaEste é o primeiro ficheiro, versão 1 .0 funcionalidade implementada numa aplicação, ou umaSegundo.txt correcção de um bug, ou seja, um commit é um conjunto deEste é o segundo ficheiro, versão 1 .0 alterações que foram feitas no repositório, e podem serTerceiro.txt alterações em ficheiros existentes, criação de novosEste é o terceiro ficheiro, versão 1 .0 ficheiros, ou remoção de um ou mais ficheiros. No entanto, ao trabalhar em uma tarefa específica (por exemplo, na implementação de uma funcionalidade X), é normal um programador efectuar outras alterações no código que não estaão relacionadas com a tarefa em questão, mas que já sabe que será preciso na Neste momento, pode executar um outro comando do Git, o implementação de uma funcionalidade Y (outra tarefa“git status”, que permite verificar o estado do repositório, e futura), e a grande vantagem do Git é compreender que perceber quais são os ficheiros que não estão a ser isso é normal acontecer, e permitir definir quais são as controlados (novos ficheiros), os ficheiros que foram alterações que pertencem a uma funcionalidade X (commit modificados e os que foram apagados. Este é normalmente X), e quais pertencem a uma funcionalidade Y (commit Y), o comando que irá utilizar com mais frequência, para e é por isso que o Git conta com um recurso chamado consultar o estado do repositório conforme efectua “staging area”. alterações e antes de efectuar commits. Assim, para criar umNeste exemplo, o comando “git status” deve mostrar que commit, é necessárioexistem três ficheiros na pasta, mas que não estão a ser primeiro indicar quaiscontrolados pelo Git, por enquanto: são as alterações que devem fazer parte do$ g i t s ta tu s commit. Estas alterações são adicionadas nessa área chamada “ staging area”, de forma que apenas as alterações que correspondem a uma determinada unidade lógica sejam armazenadas como um commit. 11
  11. 11. TEMA DE CAPAG i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to sO comando utilizado para adicionar ficheiros (ou parte de Para efectuar o commit, deve utilizar o comando “gitum ficheiro) à staging area é o comando “git add”, e depois commit” e pode opcionalmente utilizar o parâmetro “-m” ede adicionar todas as alterações na staging area, deve informar a descrição do commit. Se não utilizar o parâmetroexecutar o comando “git commit” para transformar todas as “-m” o Git irá executar o editor de texto padrão configuradoalterações adicionadas na staging area em um commit. para que possa informar a mensagem a descrever as alterações contidas no commit.O comando “git add” pode receber diferentes parâmetros, epermite adicionar ficheiros individualmente, todos os $ g i t c ommi t -m " Ad i c i on a fu n c i on a l i d a d e X"ficheiros alterados ou novos que encontrar, conteúdos deficheiros, entre outras opções.Para adicionar o ficheiro “Primeiro.txt” na staging area,pode informar o nome do ficheiro individualmente nocomando “git add”:$ g i t a d d Pri mei ro. txt Se após efectuar este primeiro commit consultar novamente o status do repositório, verá que apenas os ficheiros “Segundo.txt” e “Terceiro.txt” aparecem como ficheiros que não estão a ser controlados, e o ficheiro “Primeiro.txt” deixa de aparecer na lista. Para este exemplo, o ficheiro “Primeiro.txt” deve ser alterado para demonstrar uma actualização de conteúdo no Neste momento, o ficheiro “Primeiro.txt” foi adicionado a repositório: staging area, o que significa que fará parte do próximo commit, enquanto os outros dois ficheiros continuam sem Pri mei ro. txt estarem a ser controlados pelo Git. Se executar o comando E s te é o pri mei ro fi c h ei ro, vers ã o 1 . 1“git status” novamente pode confirmar que o ficheiro foi ( a l tera d o) efectivamente adicionado a staging area: Ao consultar o status do repositório, verá que o ficheiro “Primeiro.txt” está marcado como “modificado”, ou seja, o seu conteúdo está diferente do conteúdo que está no último commit efectuado, e os outros dois ficheiros continuam como estavam antes. 12
  12. 12. TEMA DE CAPA G i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to s modificados e/ou adicionados à staging area são mostrados Para um próximo commit, e supondo que a alteração no na cor verde ao executar o comando “ g i t s ta tu s ”, assim ficheiro “Primeiro.txt” juntamente com os ficheiros como ficheiros que não estão a ser controlados aparecem“Segundo.txt” e “Terceiro.txt” fazem parte de uma mesma na cor vermelho. Para habilitar a utilização de cores, deve funcionalidade Y, pode adicionar cada um dos ficheiros configurar o parâmetro global “color.ui” com o valor “true”: manualmente a staging area, ou pode utilizar um atalho e adicionar todos os ficheiros, novos e modificados, de uma $ g i t c on fi g --g l oba l c ol or. u i tru e só vez:$ gi t add . Ignorar ficheiros e pastas com o .gitignoreAo consultar o estado do repositório, verá que todos os Por padrão, o Git permite controlar as versões de qualquerficheiros estão seleccionados para fazerem parte do tipo de ficheiro que existir dentro da pasta (ou sub-pastas)próximo commit: onde está o repositório, mas nem sempre queremos controlar as versões de todos os tipos de ficheiro. Ficheiros temporários que são criados pelo sistema operativo ou pela ferramenta de desenvolvimento, não devem fazer parte do repositório, ou seja, nunca devem adicionados aos commits. No entanto, poderão existir na working folder enquanto trabalha, mas devem ser ignorados pelo Git quando adicionamos alterações a staging area e efectuamos commits. Por exemplo, o Windows costuma criar ficheiros com o Para concluir e efectuar o commit, basta utilizar o comando nome “Thumbs.db” em pastas que possuem imagens, onde“git commit” como feito anteriormente: armazena uma espécie de cache das miniaturas das imagens contidas na pasta. Esses ficheiros “Thumbs.db”$ g i t c ommi t -m " Ad i c i on a fu n c i on a l i d a d e Y" jamais devem ser guardados no repositório, pois podem ser recriados pelo Windows conforme o conteúdo da pasta muda. Ainda, num projecto .NET, o Visual Studio cria ficheiros do tipo “NomeProjecto.suo”, “NomeProjecto.user”, “NomeProjecto.sln.cache”, e outros tipos de ficheiros temporários que estão relacionados com o utilizador actual e podem ser recriados pelo Visual Studio a qualquerE é desta forma que controlamos as versões no repositório. momento. Estes ficheiros também não devem serApós efectuar um conjunto de alterações, deve seleccionar armazenados no repositório Git, e portanto devem serquais alterações devem fazer parte de commit através do ignorados.comando “git add”, e então finalizar a operação efectuandoo commit, através do comando “git commit”. Além disso, é uma prática comum não guardar ficheiros executáveis, e outros ficheiros que podem ser gerados (compilados) a partir do código que está a ser controladoNota: Nas imagens acima pode reparar que os ficheiros 13
  13. 13. TEMA DE CAPAG i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to spelo repositório Git, ou seja, deve-se guardar apenas o # I g n ora r as pa s ta s c om fi c h ei ros bi n á ri oscódigo-fonte e as dependências necessárias para que seja g era d os vi a c ompi l a ç ã opossível compilar o código-fonte. Por exemplo, num [ Oo] bj /projecto .NET, normalmente temos as pastas “bin” e “obj” [ Bb] i n /que possuem o resultado da compilação de cada projectodo Visual Studio. Estas bastas também não devem serarmazenadas no repositório Git, pois deve ser possívelrecriá-las a qualquer momento, a partir do código-fonte doprojecto.Para poder ignorar determinados tipos de ficheiros oupastas, criamos um ficheiro chamado “.gitignore” na pastaonde criamos o repositório. O Windows por padrão nãopermite criar ficheiros que não tenham nome e apenas umaextensão, como é o caso do “.gitignore”, por isso umaalternativa simples é criar o ficheiro a partir do Git Bash,executando o Bloco de Notas para criar o ficheiro: A sintaxe é bastante intuitiva, e pode utilizar “*.extensão”$ n otepa d . g i ti g n ore dos ficheiros que pretende ignorar, e informar o nome das pastas com uma barra “/” no final para indicar que trata-se de uma pasta. O Git faz diferença entre letras maiúsculas e minúsculas, por isso pode utilizar expressões como “[Oo]bj/” que permite indicar que tanto as pastas “obj/” quanto “Obj/” devem ser ignoradas. Ao criar o ficheiro .gitgnore, os ficheiros e pastas definidos no conteúdo deste ficheiro serão ignorados pelo Git, eNo conteúdo do ficheiro .gitignore, pode inserir comentários deixarão de aparecer, por exemplo, quando visualizar o(linhas que começam com “#”), definir os tipos de ficheiros estado do repositório com o comando “git status”, noque pretende ignorar e as pastas que pretende ignorar por entanto é importante adicionar o ficheiro .gitignore aocompleto, independente do conteúdo. Neste exemplo: repositório para garantir que continuará a ignorar os ficheiros desejados nos próximos commits, e também para# I g n ora r fi c h ei ros temporá ri os d o Wi n d ows que todos os membros da equipa estejam a ignorar osTh u mbs . d b mesmos tipos de ficheiros e pastas.# I g n ora r pa c otes d e fi c h ei ros*. zi p $ g i t a d d . g i ti g n ore* . ra r $ g i t c ommi t -m " Ad i c i on a o fi c h ei ro . g i ti g n ore# I g n ora r fi c h ei ros temporá ri os d o Vi s u a l S tu d i o a o repos i tori o"*. suo* . u s er* . u s erprefs 14
  14. 14. TEMA DE CAPA G i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to sConsulta do Histórico de CommitsConforme efectuamos commits, é muito comumnecessitarmos consultar a história do projecto para, porexemplo, perceber quando foi introduzida uma determinadaalteração. Para este efeito, o Git possui um comandochamado “git log”, que permite visualizar os commits queestão armazenados no repositório, incluindo informaçõescomo a data e hora, nome e e-mail do utilizador queefectuou cada commit, e também o identificador único decada commit (ex:5944d4c5c92c89766ac77de221 b1 b36b803ee37b), quepodemos utilizar quando necessitamos efectuar operaçõesespecíficas em determinados commits. Desenvolvimento em Paralelo$ g i t l og Ao trabalharmos no desenvolvimento de software profissional, é muito comum termos um ambiente de desenvolvimento onde efectuamos testes de novas funcionalidades que estão a ser desenvolvidas, separado do ambiente de produção onde a aplicação está a ser executada pelos utilizadores finais. Em realidade, é também muito comum termos um ambiente intermédio de “controlo de qualidade” (também conhecido como ambiente “de qualificação”, “de qa” ou “de testes”), que geralmente possui as mesmas características do ambiente de produção, e possui uma versão da aplicação com funcionalidades que ainda precisam ser testadas antes de serem promovidas para o ambiente de produção.O comando “git log” pode receber diferentes parâmetrosque permitem visualizar mais, ou menos informação sobreos commits, algumas opções de formatação, entre outrosrecursos.Uma outra forma de consultar o histórico de commits éutilizar um utilitário instalado juntamente com o msysGitchamado “gitk”, que permite consultar os commits de forma Desta forma, o ambiente de produção possui sempre agráfica. versão mais antiga do projecto, mas também a mais estável e que passou pelos testes de controlo de qualidade,$ g i tk enquanto o ambiente de qualificação (se houver) possui uma versão mais nova do projecto, mas que ainda necessita ser testado antes de evoluir para o ambiente de produção, e por fim o ambiente de desenvolvimento possui 15
  15. 15. TEMA DE CAPAG i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to suma versão ainda mais nova do projecto, com asfuncionalidades que estão a ser desenvolvidas e que apóstestes dos developers poderão ser enviadas para oambiente de qualificação, para serem efectuados maistestes.Uma vez que temos ambientes separados, podemos utilizara ferramenta de controlo de versões para manter diferentesas versões dos nossos projectos em paralelo de forma aconseguirmos enviar uma nova versão para qualquer umdos ambientes o mais rápido possível e idealmente a Estes commandos efectuam a criação de dois novosqualquer momento. branches chamados “desenvolvimento” e “qualificacao” respectivamente, mas que estão a apontar para o mesmoPara este efeito, o Git e a grande maioria de sistemas de commit do branch actual (master), que neste exemplo, é ocontrolo de versões oferece um recurso chamado “branch”, commit que adiciona o ficheiro .gitignore.que no Git é representado por um conjunto de commits éidentificado por um nome escolhido pelo developer que O branch “master”, neste exemplo, está a ser usado comoefectua criação do “branch”. sendo o branch com a versão de produção, enquanto os outros branches representam as versões dos outrosAo criar um novo repositório Git, automaticamente é criada ambientes. Isto pode variar de acordo com a preferênciaum primeiro branch chamado “master”, que irá agregar pessoal da equipa. Em alguns casos, a branch “master”todos os commits que fizer neste branch. Pode identificar a será utilizada como branch de desenvolvimento, porqualquer momento em qual branch encontra-se exemplo, e são criadas outras branches para os outrosposicionado através do nome entre parênteses após o ambientes.caminho da pasta: Para mudar para um novo branch, deve utilizar o comando “git checkout” e informar o nome da branch para onde deseja ir: $ g i t c h ec kou t d es en vol vi men toPara criar um novo branch, pode utilizar o comando “gitbranch”, e informar o nome do branch a ser criado:$ g i t bra n c h d es en vol vi men to$ g i t bra n c h q u a l i fi c a c a o A partir de agora todos os commits efectuados serão armazenados na branch “desenvolvimento”, de forma isolada da branch “master” criada inicialmente, e também de forma isolada da branch “qualificacao”. 16
  16. 16. TEMA DE CAPA G i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to s para cada nova funcionalidade que pretendem implementar Para este exemplo, pode criar um ficheiro chamado num projecto, e depois decidem funcionalidade/branch“NovaFuncionalidade.txt” e efectuar o commit: deve ser adicionada nas branches principais de cada ambiente.$ ec h o " Con teu d o" > > N ova F u n c i on a l i d a d e. txt$ gi t add . A operação de juntar os commits de uma branch com os$ g i t c ommi t -m " Ad i c i on a o commits de outra branch é chamada de “merge” e paraN ova F u n c i on a l i d a d e. txt" este efeito o Git possui o comando “git merge” que permite juntar a branch informada como parâmetro, na branch onde está posicionado. Por exemplo, para juntar as alterações da branch “desenvolvimento” com a branch “master”, em primeiro lugar é preciso ir para a branch “master” (com o comando “git checkout”) e então executar o comando “git merge” e informar que deve ser efectuado o merge da branchE neste momento, o repositório possui quatro commits “desenvolvimento” com a branch actual:diferentes: $ g i t c h ec kou t ma s ter- Commit 4 | Adiciona o NovaFuncionalidade.txt $ g i t merg e d es en vol vi men to- Commit 3 | Adiciona o ficheiro .gitignore ao repositorio- Commit 2 | Adiciona funcionalidade Y- Commit 1 | Adiciona funcionalidade X No entanto, o commit 4 está presente apenas no branch“desenvolvimento”, enquanto a branch “master” e“qualificacao“ continuam a apontar para o commit 3, como pode visualizar através do utilitário gitk: Como pode reparar na imagem acima, o Git efectuou um “Fast-forward” que é o tipo de merge mais simples que existe, onde apenas o apontador da branch actual move-se para apontar para o novo commit, que neste caso é mais novo.Desta forma, é possível continuar a efectuar commits neste Existem outros tipos de merge, e em alguns casos umbranch sem comprometer as versões que estão em merge pode causar conflitos, por exemplo, caso asparalelo e correspondem aos outros ambientes, e apenas mesmas linhas de um ficheiro tenha sido alteradas porquando for apropriado, poderá juntar os commits commits diferentes, e pode necessitar de intervençãoefectuados em uma branch, com outra. manual do developer, e que normalmente utiliza uma ferramenta para auxiliar a resolução de conflitos. Este é umA utilização de branches no Git é tão simples e tão rápida, assunto que merece um artigo próprio, que ficará para umaque muitos developers adoptam uma convenção conhecida próxima edição desta revista.como “branch-per-feature”, onde criam novas branches 17
  17. 17. TEMA DE CAPAG i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to sPartilha de Alterações em Equipa mostrados abaixo são criados no mesmo computador, em pastas diferentes.A partilha de commits entre os membros da equipa podeser feita directamente entre os repositórios dos developers Como explicado no início desta secção, a criação deenvolvidos, pode ser utilizado um repositório partilhado, ou repositórios é feita através do comando “git init”. Nooutras formas de acordo com o fluxo de trabalho da equipa. entanto, para a criação de repositórios partilhados queNa próxima secção irá encontrar breve explicação sobre os poderão receber actualizações (push) de outrosworkflows mais comuns para controlo de versões em utilizadores, é necessário indicar que trata-se de umsistemas distribuídos. repositório partilhado através dos parametros “--shared” e “-Os principais comandos para a utilização do Git em equipa -bare".são o “git clone”, “git pull” e o “git push”. $ cd . .O comando “git clone” serve para criar uma cópia integral $ mkd i r Repos i tori oPa rti l h a d ode um repositório Git. Este é o comando utilizado quando $ c d Repos i tori oPa rti l h a d odesejamos participar de um projecto, e para isso $ g i t i n i t --s h a red --ba reprecisamos ter uma cópia do repositório em nossocomputador. O “git clone” automaticamente guarda umareferência para o repositório original, de forma a facilitarobter actualizações desse repositório, bem como enviar asactualizações feitas localmente.Já o comando “git pull” permite receber novos commits quetenham sido adicionados num repositório de origam. Étipicamente utilizado para receber as alterações enviadas Após a execução das instruções acima, é criado umpor outros membros da equipa para um repositório repositório chamado “RepositorioPartilhado” que irá servirpartilhado, ou ainda para receber novos commits de um como um repositório intermédio para dois membros darepositório específico de um membro da equipa. equipa, o “Tiago” e o “Carlos”, que terão cada um os seus próprios repositórios.E por fim, o comando “git push”, como o nome indica, fazexactamente o inverso do “git pull”, e serve para enviar asalterações efectuadas localmente no repositório, para um Criação de Clones de Repositóriosrepositório de origem, tipicamente um repositório remotopartilhado com os membros da equipa. Para criar um clone de um repositório, como referido acima, utilizamos o comando “git clone”, informando o nome do repositório a ser clonado:Criação de um Repositorio Partilhado $ cd . .Um repositório partilhado pode estar no mesmo $ g i t c l on e Repos i tori oPa rti l h a d o Ti a g ocomputador, ou em um computador remoto que pode estar $ g i t c l on e Repos i tori oPa rti l h a d o Ca rl osna mesma rede, em uma rede separada, ou ainda em umservidor que pode aceder via Internet. A comunicação entrerepositórios pode ser feita de diferentes formas, via rede(partilha de pastas), SSH, HTTP, HTTPS, entre outrasformas. Para efeitos de exemplo, todos os repositórios 18
  18. 18. TEMA DE CAPA G i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to sAs instruções acima permitiram criar dois clones dorepositório “RepositorioPartilhado”, um para o “Tiago” ou É importante reparar que o commit foi efectuado na branchoutro para o “Carlos”, criados e pastas separada, e neste “master” deste repositório.momento estão vazios (sem qualquer commit armazenado). Passo 2: Enviar as alterações para o repositório Para este exemplo, é criado um ficheiro no repositório do partilhado (push)“Tiago” que será então armazenado em um commit. Em seguida este commit será enviado (push) para o repositório Como referido acima, para enviar as alterações efectuadas partilhado “RepositorioPartilhado”, e a partir daí o “Carlos” no repositório local para o repositório de origem, deve pode obter as actualizações (pull) do repositório utilizar o comando “git push”, e para isto deve informar o“RepositorioPartilhado” e consequentemente irá obter o nome da referência do repositório de origem, e o nome da commit efectuado inicialmente no repositório do “Tiago” e branch que deve ser considerada para o envio. que foi partilhado no repositório “RepositorioPartilhado”. Ao efectuar um clone de um repositório, o Git automaticamente cria uma referência para o repositório de origem com o nome “origin”. É possível alterar este nome se desejar, e também é possível criar outras referências para outros repositórios remotos. Assim, para enviar as alterações para o repositório partilhado, basta informar “origin” como referência para o repositório partilhado, e “master” como nome da branch,Passo 1 : Efectuar as alterações no repositório do Tiago uma vez que o commit que deve ser enviado está nesta branch.$ c d Ti a g o/$ ec h o " Al tera c a o Ti a g o" > > $ g i t pu s h ori g i n ma s terN ova F u n c i on a l i d a d e. txt$ gi t add .$ g i t c ommi t -m " Ad i c i on a n ova fu n c i on a l i d a d e( Ti a g o) " 19
  19. 19. TEMA DE CAPAG i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to sPasso 3: Receber as alterações enviadas para o Workflows Comuns para Controlo derepositório partilhado no repositório do “Carlos” Versões DistribuídoPara receber as alterações existentes no repositório Subversion-stylepartilhado, deve utilizar o comando “git pull”, e para istodeve informar o nome da referência do repositório de Este é o workflow mais simples, e normalmente utilizadoorigem, e o nome da branch que deve ser considerada para em equipas que estão a utilizar o Git pela primeira vez.o recebimento. Neste workflow, utiliza-se o Git como se fosse um sistema de controlo de versões centralizado, mas com as vantagensDessa forma, assim como o comando “git push” basta de um sistema distribuído, onde pode-se efectuar commitsinformar “origin” como referência para o repositório localmente, de forma desconectada, e enviar para opartilhado, e “master” como nome da branch. repositório partilhado apenas quando for apropriado. Todas as alterações são partilhadas num repositório$ cd . . partilhado e não há comunicação directa entre os membros$ c d Ca rl os / da equipa.$ g i t pu l l ori g i n ma s ter Descentralized but centralizedE a partir de agora, os três repositórios estão sincronizadose possuem os mesmos commits. Este é o workflow mais comum para pequenos e médios projectos em equipas com alguma experiência com o Git.Assim, o fluxo de trabalho comum no dia-a-dia do Git em Os membros da equipa acordam entre si que todas asequipa é algo como: alterações que devem ser consideradas para as futuras versões do projecto serão armazenadas em um repositórioinicio partilhado principal, conhecido por “blessed repository” - Efectuar alterações/novos commits (git commit) (repositório “abençoado”). - Juntar actualizações do repositório partilhado com o Os membros da equipa podem então partilhar commitsrepositório local (git pull) entre eles directamente enquanto trabalham em - Enviar as actualizaçõs do repositório local para o determinadas tarefas, e quando for apropriado, podemrepositório partilhado (git push) enviar os commits para o blessed repository.loop 20
  20. 20. TEMA DE CAPA G i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to s (tenente) e normalmente são responsáveis por módulos específicos do projecto. Após a validação das alterações pelos liutenants, estas são enviadas para outra pessoa que assume o papel de “dictator” (ditador) e que efectua uma validação final, antes de enviar para o blessed repository.Integration Manager Este é um workflow mais sofisticado e indicado para projectos médios e grandes, onde cada membro da equipa possui dois repositórios, um público e outro privado (que podem estar no mesmo computador). Cada developer trabalha em seu repositório privado, e quando apropriado pode partilhar (push) as alterações que efectuou em seu repositório privado no repositório público. Por curiosidade, este é o workflow utilizado actualmente Existe então uma pessoa da equipa que assume o papel de para controlar as versões do kernel do Linux. Existem“Integration Manager” que é a pessoa responsável em obter pessoas consideradas como sendo pessoas “de confiança” (pull) as alterações do repositório público de cada e que são responsáveis por diferentes módulos do kernel e developer, validar, e então enviar (push) para o blessed validam as alterações enviadas pelas centenas de pessoas repository. que contribuem para o projecto, e por fim são enviadas para o “ditador” que as valida e escolhe quais alterações farão parte do repositório principal e que eventualmente irão fazer parte de uma futura versão do sistema operativo. Serviços de Alojamento de Repositórios Git na Internet Existem dezenas de empresas que fornecem serviços de alojamento de repositórios Git na Internet, permitindoDictator and Lieutenants desenvolver projectos (open-source ou não) com equipas distribuídas sem precisar criar e manter uma infra-estruturaEste é um workflow ainda mais sofisticado que o anterior e própria.indicado para projectos extremamente grandes e commuitas pessoas a participar no desenvolvimento. O serviço mais popular e provavelmente o mais utilizadoCada developer possui um repositório público onde pode em todo o mundo é o GitHub (http://github.com) quepartilhar as alterações que posteriormente serão validadas oferece a possibilidade de criar repositórios públicospor pessoas na equipa que assumem o papel de “liutenant” 21
  21. 21. TEMA DE CAPAG i t: C o n tro l o d e Ve rs õ e s p a ra Pe q u e n o s e G ra n d e s Pro j e c to sgratuitos com até 300 Mb, para quem pretende desenvolver Uma lista mais detalhada de projectos que utilizam o Gitsoftware open-source, e oferece também a possibilidade de está disponível no Wiki do Git emcriar repositórios privados para empresas que queiram ter https://git.wiki.kernel.org/index.php/GitProjects, e poderepositórios privados partilhados e não possui infra- acompanhar os projectos open-source mais populares noestrutura própria com preços que variam entre os $7 e $22 GitHub em https://github.com/popular/watched.dólares americanos por mês no momento em que escrevoeste artigo. Em Abril de 201 1 , o GitHub ultrapassava os 2 Links para Referênciamilhões de repositórios. Git Scm - Site oficial do GitOutros exemplos serviços que oferecem serviços http://git-scm.comsemelhantes são: Posts sobre Git em meu blog Gitorious (http://gitorious.org) http://caioproiete.net/pt/tag/git/ Unfuddle (http://unfuddle.com) Vídeo: Controlo de Versões Distribuído com Git ProjectLocker (http://www.projectlocker.com) http://vimeo.com/20652754 RepositoryHosting (http://repositoryhosting.com) Pro Git (e-book) Assembla (http://www.assembla.com ) http://progit.org Git Ready (tutorial / tips) http://www.gitready.comExemplos de Grandes Projectos que Git Magic (e-book)Utilizam o Git http://www-cs-students.stanford.edu/~blynn/gitmagic Git for BeginnersO Git é amplamente utilizado em projectos open-source em http://stackoverflow.com/questions/31 591 1 /git-for-todo o mundo, em pequenos, médios e grandes projectos, beginners-the-definitive-practical-guidee foi originalmente desenvolvido para controlar as versões Why Git is Better than Xdo kernel do Linux e desde a sua primeira versão continua http://whygitisbetterthanx.coma ser utilizado para tal. Git Is Your Friend not a Foe http://hades.name/blog/201 0/01 /1 7/git-your-friend-not-foeAlguns projectos populares que utilizam Git para controlo A successful Git branching modelde versões, além do kernel Linux, são: Ruby on Rails, http://nvie.com/posts/a-successful-git-branching-modelNode.js, jQuery, Modernizr, Scriptaculous, Android, Use Git For What It Is Not Intended (UGFWIINI)CakePHP, Sinatra, VLC, entre muitos outros, e o próprio http://thread.gmane.org/gmane.comp.version-Git. Exacto! O controlo de versões do código-fonte do Git é control.git/1 1 041 1feito através do próprio Git. AUTOR Escrito por Caio Proiete Exerce as funções de arquitecto de software e analista-programador numa multinacional sediada em Portugal, e ministra cursos técnicos de formação na Ciclo (http://ciclo.pt). É formador certificado pela Microsoft (MCT), Microsoft Certified Professional Developer (MCPD) nas áreas Windows, Web e Enterprise em .NET 4.0, é Microsoft Most Valuable Professional (MVP) em ASP .NET desde 2009, e líder da Comunidade NetPonto (http://netponto.org), onde organiza reuniões presenciais todos os meses, e apresenta sessões de assuntos relacionados com desenvolvimento de software na plataforma Microsoft .NET. É autor do blog http://caioproiete.net - Twitter: @CaioProiete 22
  22. 22. A PROGRAMARLua – Linguagem de Programação (Parte 9)I n tro d . C l o u d C o m p u ti n g e à Pl a ta fo rm a Wi n d o ws Azu reM a n a ge d E xte n s i b i l i ty Fra m e wo rk ( M E F) e AJ AXM i c ro s o ft B i zTa l k Se rve r a o s o l h o s d o s p ro gra m a d o re sO E d i to r d e te xto VI M
  23. 23. A PROGRAMARLu a – Li n gu a ge m d e Pro gra m a ç ã o ( Pa rte 9 )Este artigo apresenta uma solução para o uso e -- i n i c i o d o prog ra ma TABU ADAimplementação do operador lógico xor em linguagem Lua.Apresenta também instruções de uso e criação de módulos pri n t( " Prog ra ma Ta bu a d a " )que são as bibliotecas de funções externas que podem ser pri n t( " n " )criadas pelos próprios programadores. i o. wri te( " E n tre u m n u mero ta bu a d a : " ) N = i o. rea d ( " * n u mber" )ALGO A MAIS EM LUA pri n t( " n " ) l oc a l TE M PO = os . c l oc k( )A título de ilustração sobre recursos variados que podemser utilizados na linguagem Lua segue alguns poucos for I = 1 , 1 000, 1 d oexemplos, como: modo de limpeza do ecrã e medição do R = N * Itempo de CPU. i o. wri te( s tri n g . forma t( " %4d " , N ) ) i o. wri te( " X " )Uma forma de efectuar limpeza do ecrã (tela, monitor ou i o. wri te( s tri n g . forma t( " %4d " , I ) )monitor de vídeo no Brasil) é executar o comando cls na i o. wri te( " = " )janela de prompt de comando do Microsoft Windows (modo i o. wri te( s tri n g . forma t( " %5d " , R) )MS-DOS) ou o comando clear na janela de comando do i o. wri te( " n " )Linux/UNIX. Outra maneira é por meio de uso dos recursos en dde terminal ANSI, mas este será assunto para outromomento. l oc a l R = os . c l oc k( ) - TE M POPara fazer a execução do comando de limpeza de ecrã cls i o. wri te( " n Tempo = " . . R)ou clear deve-se fazer uso da função execute da biblioteca i o. wri te( " s eg s . n " )os com a sintaxe os.execute("comando"), onde comandoserá substituído pelo comando de limpeza de ecrã do -- fi m d o prog ra ma TABU ADAsistema operacional em uso. -- i n i c i o d o prog ra ma OPE R_XORPara fazer a métrica de tempo de execução de uso de certorecurso em linguagem Lua usa-se a função clock dabiblioteca os a partir da sintaxe os.clock() que retorna o Em seguida escreva o código de programa em um editor devalor aproximado em segundos do tempo gasto para a texto, gravando-o com o nome tabuada.lua e execute-oexecução do recurso medido. com a linha de comando lua 5.1 tabuada.lua.Para efectuar um teste da função os.clock() considere umprograma que apresente o resultado de uma tabuada deum número qualquer variando de 1 até 1 000, como segue. 24
  24. 24. A PROGRAMAR Lu a – Li n gu a ge m d e Pro gra m a ç ã o ( Pa rte 9 )OPERADOR XOR No sentido de exemplificar o uso da acção de aplicação doNa linguagem de programação Lua não há a existência do conceito do operador lógico xor (ou exclusivo) em Luaoperador lógico xor como não há tal operador também na considere um programa que efectue a entrada dos nomes elinguagem C, a não ser quando se trabalha com operações sexos de duas pessoas que pretendem formar um par parade mais baixo nível com a manipulação de bits por meio do participar de uma dança de quadrilha. Os administradoresoperador “^”. da festa determinaram que somente serão aceitos pares de sexos heterogéneos. Não serão aceitos casais formadosA não existência do operador lógico xor não desmerece em por pessoas do mesmo sexo. Para atender a condiçãonada a linguagem Lua, mas parece criar em alguns estabelecida o programa deve, após a entrada do sexo dosprogramadores certo desconforto por não conhecerem ou participantes, verificar se formam par, e neste casonão saberem como resolver a questão. apresentar uma mensagem informando esta possibilidade. Caso não seja a condição verdadeira o programa deveApesar de ser uma solução muito simples e de certa indicar a impossibilidade da composição do par de dança.maneira fácil de ser encontrada em bons livros, sítios ou Observe que serão aceitos pares caso o sexo do 1 ºblogs que tratam sobre o tema da programação de participante seja masculino e do 2º participante for femininocomputadores cabe neste espaço mostrar a solução para a ou vice-versa. Assim sendo, considere como exemplo olinguagem Lua, que nada mais é do que uma solução seguinte código de programa:meramente matemática. i o. wri te( " N ome 1 o. d a n c a ri n o: " )O operador lógico XOR retorna o resultado verdadeiro N 1 = i o. rea d ( )quando apenas, e tão-somente, uma das condições da repea texpressão lógica é verdadeira. No caso em que as i o. wri te( " S exo 1 o. d a n c a ri n o: " )condições avaliadas sejam todas falsas ou verdadeiras o S 1 = s tri n g . u pper( i o. rea d ( ) )resultado da expressão lógica será falso. Assim sendo, u n ti l ( S 1 == " M " ) or ( S 1 == " F " )considere a tabela verdade a seguir para o operador lógicoxor: i o. wri te( " N ome 2 o. d a n c a ri n o: " ) N 2 = i o. rea d ( )Condição 1 Condição 2 Resultado lógico repea tVerdadeiro Verdadeiro Falso i o. wri te( " S exo 2 o. d a n c a ri n o: " )Verdadeiro Falso Verdadeiro S 2 = s tri n g . u pper( i o. rea d ( ) )Falso Verdadeiro Verdadeiro u n ti l ( S 2 == " F " ) or ( S 2 == " M " )Falso Falso Falso i f ( S 1 == " M " ) a n d ( S 2 == " F " ) orA solução para uso da expressão lógica: (C1 ) xor (C2) em ( S 1 == " M " ) a n d ( S 2 == " F " ) oruma linguagem de programação, onde C1 e C2 são ( S 1 == " F " ) a n d ( S 2 == " M " ) orcondições a serem avaliadas é usar a expressão lógica (C1 ( S 1 == " F " ) a n d ( S 2 == " M " ) th enand (not C2)) or ((not C1 ) and C2). pri n t( N 1 . . " d a n c a c om " . . N 2 ) el s eNo entanto, o uso desta expressão lógica na linguagem Lua pri n t( N 1 . . " n a o d a n c a c om " . . N 2 )não surte o efeito esperado. Isto posto, passa-se a ter outro en dproblema a ser resolvido. Como então fazer o uso de tal -- fi m d o prog ra ma OPE R_XORnecessidade? Uma solução é recorrer a um método no ( S 1 == " M " ) a n d ( S 2 == " F " ) orestilo “força bruta” . 25
  25. 25. A PROGRAMARLu a – Li n gu a ge m d e Pro gra m a ç ã o ( Pa rte 9 )Em seguida escreva o código de programa em um editor de • debug : funções para processo de depuração;texto, gravando-o com o nome oper_xor.lua e execute-o • io: possui as funções para as operações de entrada ecom a linha de comando lua 5.1 oper_xor.lua. saída; • math : possui as funções para o uso de operaçõesObserve no programa o uso da instrução de laço matemáticas;repeat until na entrada dos sexos dos participantes no • os : funções que facilitam operações com o sistemasentido de evitar que ocorram entradas de sexo que não operacional;sejam M para masculino ou F para feminino. Outro detalhe • package: possui funções para o tratamento de módulos;a ser observado é o uso da função string.upper() que • string : possui as funções que manipulam cadeias deformata uma entrada de texto para maiúsculo. caracteres; • table: possui as funções para a manipulação de tabelas.O trecho escrito entre a instrução if then faz o uso de umaacção de força bruta para a simulação da execução do Os módulos padrão da linguagem Lua sãooperador lógico xor com o trecho de código seguinte. automaticamente carregados quando do uso do interpretador. Não havendo necessidade de uso da função ( S 1 == " M " ) a n d ( S 2 == " F " ) or require(). ( S 1 == " F " ) a n d ( S 2 == " M " ) or ( S 1 == " F " ) a n d ( S 2 == " M " ) O uso da função require() é obrigatório quando da definição -- i n i c i o d o prog ra ma M ODU L O01 e uso de uma biblioteca externa e particular criada pelo programador para atender as suas própria necessidades. Para fazer uso de módulos de forma simples considereA solução indicada pode não ser elegante, mas é funcional como exemplo o seguinte código de programa:e atende a necessidade de solução do problema, poisquem programa um computador é um programador e não a Grave o código do programa anterior com o nomelinguagem em si. modulo01 .lua.MÓDULOS fu n c ti on s a u d a c a o( N OM E )Na estrutura operacional de Lua chama-se módulo a pri n t( " Ol á , " . . N OM E )biblioteca de funções e variáveis externa contidas em uma en dtabela de cunho global utilizada por meio da funçãorequire(). fu n c ti on ra i z ( BAS E , I N DI CE ) l oc a l X = BAS E ^ ( 1 / I N DI CE )Há também a possibilidade de se trabalhar com módulos a retu rn Xpartir da função module(), mas este não será o foco tratado en dneste artigo. -- fi m d o prog ra ma M ODU L O01A linguagem Lua possui alguns módulos em sua biblioteca -- i n i c i o d o prog ra ma M ODU L O02padrão (biblioteca interna), sendo:• coroutine: possui as funções de uso do recurso de co-rotinas; Em seguida escreva o próximo código de programa em um editor de texto, gravando-o com o nome modulo02.lua no 26

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