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Contextualização
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OntoREG-D           Desenvolvimento da OntologiaFonte: Adaptado de Rautenberg (2009)
OntoREG-D
OntoREG-D
Cenários de Usos
Cenários de Usos
Conclusão• A ontologia desenvolvida se mostrou promissora nos cenários de  uso, pois representa uma boa alternativa para a...
Conclusão• Cabe ressaltar que o modelo carece de refinamentos, ajustes,  manutenção e ampliação da ontologia desenvolvida,...
Trabalhos futuros• Ampliação da ontologia e sua verificação e demais  testes;• Implementação dos dois cenários de uso;• Cr...
Referências•   ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica.•   DRUCKER, P. O Advento da nova organização. In: SERRA, A. C...
Referências•   PROBST, G.; RAUB, S.; ROMHARDT, K. Gestão do Conhecimento: os elementos    construtivos do sucesso. Porto A...
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Apresentação realizada no 9th CONTECSI, na FEA/USP - São Paulo, dia 31/05/2012.

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Um modelo de representação do conhecimento do processo regulatório no segmento de distribuição de energia elétrica

  1. 1. Um modelo de representaçãodo conhecimento do processoregulatório no segmento dedistribuição de energia elétricaMurialdo LochJose Leomar TodescoFernando GauthierHelen GüntherSão Paulo, 31 de maio de 2012.
  2. 2. Sumário• Contextualização• Problema de pesquisa• Objetivos• Aderência ao objeto de pesquisa do programa• Procedimentos metodológicos• Referencial teórico• OntoREG-D• Cenários de Uso• Conclusão e trabalhos futuros
  3. 3. Contextualização• O mundo das organizações é mutável• A mudança se origina na troca do fator produtivo• Na Era da Informação o conhecimento é o recurso mais crítico (Drucker, 2000)
  4. 4. Contextualização• O ambiente de conhecimento é estruturalmente muito mais complexo do que aquele que existia há séculos (PROBST; RAUB; ROMHARDT, 2002).• Tal ambiente influencia os demais setores da economia, como a indústria da energia elétrica, que sofreu várias alterações na sua forma de organização e ordenamento a partir da década de 90 (PIMENTA, 2009).
  5. 5. Contextualização• O setor elétrico brasileiro repousa sobre instrumentos normativos assim ordenados a partir da Constituição de 1988, com os seguintes institutos: – Leis Específicas e Gerais, – Decretos Específicos, – Portarias Intermediárias do Ministério de Minas e Energia, – Resoluções e Instruções Normativas do Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica e ANEEL (CAMARGO, 2005).
  6. 6. Contextualização• A ANEEL tem produzido uma quantidade de normas regulamentares cujo esforço, segundo (MOREIRA, 2011, p. 163), é louvável, “mas a profusão de normas dificulta (senão impede) o seu conhecimento”.• “A multiplicação normativa restringe o número de pessoas cientes das normas e de sua aplicação” (MOREIRA, 2011, p. 163).
  7. 7. Contextualização
  8. 8. Problema de pesquisa• Como apoiar o processo regulatório no segmento de distribuição de energia elétrica?
  9. 9. Objetivo Geral• Propor um modelo para representação do conhecimento do processo regulatório no segmento de distribuição de energia elétrica empregando ontologias.
  10. 10. Objetivos específicosa) Analisar o contexto regulatório do setor de energia elétrica no Brasil;b) Identificar as tarefas intensivas em conhecimento no processo de atendimento das demandas regulatórias no segmento de distribuição de energia elétrica;c) Construir uma ontologia para representar em um modelo o conhecimento regulatório no segmento de distribuição de energia elétrica;d) Propor cenários de uso para representação do conhecimento do processo regulatório no segmento de distribuição de energia elétrica.
  11. 11. Aderência ao objeto de pesquisa do programa• O trabalho se insere na linha de pesquisa do programa denominada Engenharia de Conhecimento aplicada às organizações, pois busca aplicar a Engenharia do Conhecimento no processo regulatório realizado em concessionária de distribuição de energia elétrica.• Além disso, utiliza-se de métodos e técnicas da Engenharia do Conhecimento, especificamente a representação de conhecimento, pois se caracteriza como uma das abordagens mais promissoras para o desenvolvimento de soluções capazes de atender a demandas da nova Era.
  12. 12. Procedimentosmetodológicos Estudo da regulação Estudo de Ontologias Trabalhos correlatosDesenvolvimento da ontologia Cenários de usos Documentação
  13. 13. Referencial teórico• Ambiente do setor de energia elétrica• Atos Regulatórios• Regulação no setor de energia elétrica• Representação de Conhecimento• Trabalhos correlatos
  14. 14. Ambiente do Setor de Energia Elétrica Poder Judiciário Congresso Nacional CNPE Órgão constitucional que exerce as Conjunto dos órgãos públicos aos quais a funções do Poder Legislativo, Constituição Federal brasileira atribui a Conselho Nacional de Política Energética administrar e julgar (funções atípicas). função jurisdicional. Homologação da política energética, em articulação com as demais políticas públicas Tribunal de Contas da União MME CMSE EPE Ministério de Minas e Energia Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico Formulação e implementação de políticas Empresa de Pesquisa Energética para o setor energético, de acordo com as Monitoramento das condições de Execução de estudos para definição da diretrizes do CNPE atendimento e recomendação de ações Matriz Energética e planejamento da preventivas para garantir a segurança do expansão do setor elétrico (geração e suprimento. transmissão) ANEEL Agência Nacional de Energia Elétrica Regulação e fiscalização, zelando pela qualidade dos serviços prestados, universalização do atendimento e pelo estabelecimento de tarifas para consumidores finais, preservando a viabilidade econômica e financeira dos Agentes de Comercialização Agências reguladoras ONS estaduais CCEE Convênios de cooperação para agilizar e aproximar as ações da ANEEL Operador Nacional do Sistema Câmara de Comercialização de Energia ElétricaCoordenação e controle da operação da geração e Administração de contratos, liquidação do da transmissão no sistema elétrico interligado mercado de curto prazo, Leilões de Energia Agentes Econômicos Distribuição / Transmissão / Geração / Comercialização / Permissionário / Cooperativa Rural / ConsumidoresLEGENDA: Atividades de Governos Atividades Regulatórias Atividades Especiais Agentes Econômicos Controle externo
  15. 15. Atos Regulatórios• Os agentes reguladores editam Constituição Federal normas, que passam a compor o ambiente regulatório. Leis, decretos, ...• A norma regulatória representa a maneira pela qual o agente Portarias, resoluções... regulador interpreta determinados ordenamentos Contratos, jurisprudências, atos constitucionais e legais. jurídicos, ... Fonte: Adaptado de Kelsen (1999)
  16. 16. Regulação setor de energia elétrica• Celesc Distribuição: – É responsável pelo fornecimento de energia elétrica a 2,4 milhões de unidades consumidoras, – É a segunda maior arrecadadora de ICMS de Santa Catarina (a primeira é a Petrobras) e a 6ª maior prestadora de serviço público de distribuição de energia elétrica do Brasil. Área atendida Celesc D Área do Paraná atendida Celesc D Outras concessionárias
  17. 17. Regulação no setor de energia elétrica• Processo intensivo em conhecimento: – É naturalmente mais complexo, dinâmico e com certa imprevisibilidade, além de permitir adaptar conhecimentos de outros domínios (URIONA- MALDONADO, 2008). – Cada área tem suas responsabilidades na execução dos macroprocessos corporativo e operacional; – Gerir as atividades de regulação;
  18. 18. Representação de Conhecimento• Engenharia do conhecimento: – Desenvolve modelos, usa métodos, técnicas e ferramentas, para apoiar a Gestão do Conhecimento em seus processos de criação, organização, formalização, representação, compartilhamento, aplicação e refinamento de conhecimento.• Ontologia: – Tem sido usada largamente para representação de conhecimento, de forma a permitir utilização e compartilhamento. – Segundo Fensel (2001), é uma especificação formal explicita de uma conceitualização compartilhada.
  19. 19. Trabalhos correlatos• Algumas das ontologias jurídicas mais citadas nos trabalhos relacionados a este tema são: – Ontologia de van Kralingen, Visser e Bench-Capon, – Ontologia FOLaw, – Ontologia LKIF-Core, – Ontologia Jur-WordNet, – Ontoinfojus, – Arquitetura de Nunes e Fileto, e – Projeto Coletânea Brasileira de Normas de Telecomunicações.
  20. 20. Considerações sobre o referencial teórico• Embora existam algumas pesquisas na área - o que auxilia no entendimento de questões já discutidas e demonstra a preocupação no assunto - ainda é necessário construir uma ontologia peculiar para o domínio da regulação.• O reuso em ontologias é uma prática comum, portanto pode ser realizada em etapas posteriores da construção desta ontologia.
  21. 21. OntoREG-D Desenvolvimento da OntologiaFonte: Adaptado de Rautenberg (2009)
  22. 22. OntoREG-D
  23. 23. OntoREG-D
  24. 24. Cenários de Usos
  25. 25. Cenários de Usos
  26. 26. Conclusão• A ontologia desenvolvida se mostrou promissora nos cenários de uso, pois representa uma boa alternativa para apoiar os especialistas deste domínio nas atividades de atendimento às exigências do regulador e realização das adequações dos processos internos.• A vulnerabilidade decorrente pode ser minimizada pelo controle das mudanças e vigências normativas e que é viabilizado pela ontologia em desenvolvimento.
  27. 27. Conclusão• Cabe ressaltar que o modelo carece de refinamentos, ajustes, manutenção e ampliação da ontologia desenvolvida, sendo este objeto de aplicação no dia-a-dia da empresa.• A ontoREG-D possibilitou a representação do domínio da regulação no segmento de distribuição de energia elétrica, permitindo o consenso e o compartilhamento desse conhecimento.• Importante destacar que a partir da ontologia vários sistemas de conhecimento e de informações poderão ser implementados para apoiar a gestão do processo de regulação do setor.
  28. 28. Trabalhos futuros• Ampliação da ontologia e sua verificação e demais testes;• Implementação dos dois cenários de uso;• Criação da ontologia de aplicação para o cenário de uso proposto;• Extensão da ontologia para outros domínios de regulação.
  29. 29. Referências• ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica.• DRUCKER, P. O Advento da nova organização. In: SERRA, A. C. C. Gestão do Conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p. 9-26.• JANNUZZI, A. C. Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica – História e Perspectivas. Rio de Janeiro: Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca – CEFET/RJ, 2003.• KELSEN, Hans. Trad. de João Baptista Machado. Teoria Pura do Direito. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.• MOREIRA, E, B. Os Limites à Competências Normativa das Agências Reguladoras. In: ARAGÃO, Alexandre Santos de [ET AL]. O Poder normativo das Agências reguladoras. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2011.• PIMENTA, A. P. A. Serviços de Energia Elétrica Explorados em Regime Jurídico de Direito Privado. São Paulo: Escola Superior de Advocacia, 2009.
  30. 30. Referências• PROBST, G.; RAUB, S.; ROMHARDT, K. Gestão do Conhecimento: os elementos construtivos do sucesso. Porto Alegre: Bookman, 2002.• RAUTENBERG, S. Modelo de Conhecimento para Mapeamento de Instrumentos da Gestão do Conhecimento e de Agentes Computacionais da Engenharia do Conhecimento baseado em ontologias. Florianópolis: Programa de Pós Graduação de Engenharia e Gestão do Conhecimento – PPEGC/SC, 2009.• STUDER, R.; BENJAMINS, V. R.; FENSEL, D. Knowledge Engineering: Principles and Methods. In: Data & Knowledge Engineering, v. 25, p. 161-197, 1998.• TOLMASQUIM. M. T. Novo modelo do setor elétrico brasileiro. Rio de Janeiro: Synergia; EPE: Brasília, 2011.• URIONA, M. M., DONADEL. A. C., VARVAKIS, G. Modelagem de processos intensivos em conhecimento: um estudo comparativo. In sexto Congresso Latinoamericano de Dinámica de Sistemas, 2008.
  31. 31. Obrigada

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