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A LEITURA DE IMAGEM COMO AUXILIAR NO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO DE PARALISADOS CEREBRAIS<br />
Pesquisa  realizada na E.E.Raio de Sol/APAE-Lages.Participaram os alunos, professores, pais e a comunidade.<br />
OBJETIVO GERAL<br />Investigar as formas de contribuição da utilização da leitura de imagens como forma de expressão e par...
OBJETIVOS ESPECÍFICOS<br />Mediar o conhecimento em artes visuais por meio da leitura de imagens, contextualizando o fazer...
JUSTIFICATIVA<br />O ensino das artes poderá se constituir como um recurso muito interessante no processo educacional de p...
JUSTIFICATIVA<br />O ensino das artes poderá ser entendido numa perspectiva multidisciplinar, assim as práticas educativas...
Leitura  de imagens/ Museu<br />Leitura das imagens s/intervenção<br />Leitura das imagens c/ intervenção (outdoor, arquit...
Ler e aprender a ler é uma negociação entre o conhecido, que está na nossa cabeça, e o desconhecido, que está no papel; <b...
Obra a Mãe<br />A expressão facial de cada aluno, revela a sensibilidade diante da Obra.<br />
Visita ao Museu Malinverni<br />
A. Bispo do Rosário<br />Manto de Apresentação<br />
Arthur Bispo do Rosário perambulou numa delicada região entre a realidade e o delírio, a vida e a arte.”<br />“O que dizer...
O Grito – Edward Munch<br />
SÍNTESE DA OBRA<br />O Grito (no original Skrik) é uma pintura do norueguês Edvard Munch, datada de 1893. A obra represent...
Vida à Natureza Morta – Vera Melin<br />
CONSIDERAÇÕES <br />As direções que esta pesquisa apontou, enquanto questões sugeridas foram múltiplas. Direções que remet...
REFERÊNCIAS<br />AVENS, Roberts. Imaginação é Realidade. Petrópolis: Vozes, 1993.<br /> <br />BARBOSA, Ana Mae. Arte-educa...
REFERÊNCIAS<br />LEITÃO, A. Paralisia Cerebral. Rio de Janeiro: Atheneu, 1985.<br />LORENZINI, V. P. O paradigma da normal...
REFERÊNCIAS<br /><ul><li>Puccetti, R. Arte e o diferente no contexto educacional. In: Seminário de Arte na Educação: UNIPL...
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Congresso de Blumenau

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  1. 1. A LEITURA DE IMAGEM COMO AUXILIAR NO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO DE PARALISADOS CEREBRAIS<br />
  2. 2. Pesquisa realizada na E.E.Raio de Sol/APAE-Lages.Participaram os alunos, professores, pais e a comunidade.<br />
  3. 3. OBJETIVO GERAL<br />Investigar as formas de contribuição da utilização da leitura de imagens como forma de expressão e para o aumento do desempenho cognitivo de pessoas com paralisia cerebral e deficiência intelectual.<br />
  4. 4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS<br />Mediar o conhecimento em artes visuais por meio da leitura de imagens, contextualizando o fazer artístico;<br />Desenvolver a percepção dos elementos visuais, por meio da obra dos artistas: BISPO DO ROSÁRIO, EDWARD MUNCH E VERA MELIN;<br />Utilizar imagens de obras de arte para auxiliar o processo de expressão dos paralisados cerebrais;<br />Auxiliar no processo de cognição dos paralisados cerebrais por meio do uso da leitura de imagens;<br />Buscar apoio com profissionais de outras manifestações astísticas.<br />
  5. 5. JUSTIFICATIVA<br />O ensino das artes poderá se constituir como um recurso muito interessante no processo educacional de pessoas com paralisia cerebral, tanto em serviços da educação especial como no ensino comum.<br />Por intermédio das produções artísticas e na execução de trabalhos os alunos estabelecem relaçõesmentre a emoção e a razão, desencadeando um outro sentir e um outro pensar sobre a arte, considerando que a mesma é um elemento constitutivo do conhecimento do indivíduo e faz parte da construção desse ser enquanto linguagem (Puccetti, 2002). <br />
  6. 6. JUSTIFICATIVA<br />O ensino das artes poderá ser entendido numa perspectiva multidisciplinar, assim as práticas educativas poderão ser ressignificadas, o que poderá beneficiar não somente aos alunos com deficiência intelectual, mas todos todos os alunos, justificando, desta forma, a elaboração desta pesquisa.<br />
  7. 7. Leitura de imagens/ Museu<br />Leitura das imagens s/intervenção<br />Leitura das imagens c/ intervenção (outdoor, arquiteturas locais, monumentos, natureza...) <br />Conceitos da linguagem Visual (linhas...)<br />Leitura de pessoas...<br />Leitura do grupo...<br />Contextualização <br />Fazer artístico<br />Peça teatro <br />Realização de soltar o Grito.<br />METODOLOGIA<br />
  8. 8. Ler e aprender a ler é uma negociação entre o conhecido, que está na nossa cabeça, e o desconhecido, que está no papel; <br />entre o que está atrás e o que está diante dos olhos.<br />
  9. 9.
  10. 10. Obra a Mãe<br />A expressão facial de cada aluno, revela a sensibilidade diante da Obra.<br />
  11. 11. Visita ao Museu Malinverni<br />
  12. 12. A. Bispo do Rosário<br />Manto de Apresentação<br />
  13. 13. Arthur Bispo do Rosário perambulou numa delicada região entre a realidade e o delírio, a vida e a arte.”<br />“O que dizer de um homem internado num hospício do subúrbio carioca durante quase cinqüenta anos, tido como louco, que um dia seria celebrado como artista em exposições internacionais.<br />
  14. 14. O Grito – Edward Munch<br />
  15. 15. SÍNTESE DA OBRA<br />O Grito (no original Skrik) é uma pintura do norueguês Edvard Munch, datada de 1893. A obra representa uma figura andrógina num momento de profunda angústia e desespero existencial. O pano de fundo é a doca de Oslofjord (em Oslo) ao pôr-do-Sol. O Grito é considerado como uma das obras mais importantes do movimento expressionista e adquiriu um estatuto de ícone cultural, a par da Mona Lisa de Leonardo da Vinci.<br />
  16. 16. Vida à Natureza Morta – Vera Melin<br />
  17. 17.
  18. 18.
  19. 19.
  20. 20.
  21. 21.
  22. 22. CONSIDERAÇÕES <br />As direções que esta pesquisa apontou, enquanto questões sugeridas foram múltiplas. Direções que remetem tanto a pontos teóricos, que devem ser aprofundados, quanto a indagações sobre a contribuição que o ensino das artes pode adar a todos os indivíduos que dele usufruem.<br />A problemática á relação organismo-corpo falado merece estudo mais aprofundado. As consequências das afirmações de que “há ‘fala’ na escuta e na escrita” desses alunos, pedem maior exploração teórica.<br />O assinalamento dos pontos debatidos nesta pesquisa representou crescimento na aprendizagem dos alunos nela envolvidos e no conhecimento dos professores que nela atuaram.<br />
  23. 23. REFERÊNCIAS<br />AVENS, Roberts. Imaginação é Realidade. Petrópolis: Vozes, 1993.<br /> <br />BARBOSA, Ana Mae. Arte-educação no Brasil. 3.ed. São Paulo: Perspectiva, 1995.<br /> <br />BELLO, L. Arte e seu ensino, uma questão ou várias questões? In: BARBOSA, A. M. (org). Inquietações e mudanças no ensino da arte. São Paulo: Cortez, 2002, p. 35-48.<br /> <br />BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: MEC, 2002. <br /> <br />DEELY, John. Semiótica Básica. Trad. Júlio CM Pinto. São Paulo: editora Ática, 1990.<br /> <br />DONDIS, Donis A. A Sintaxe da Linguagem Visual. Tradução Jefferson Luiz Camargo. São Paulo: Martins Fontes, 2000.<br /> <br />FERREIRA, Maria Elisa Caputo e GUIMARÃES, Marly. Educação Inclusiva. Rio de Janeiro: DP&A, 2003. <br /> <br />FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo, 1996. <br /> <br />FUSARI, Maria F. R.; FERRAZ, Maria H. C. T. Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1992.<br />  <br /> <br /> <br />
  24. 24. REFERÊNCIAS<br />LEITÃO, A. Paralisia Cerebral. Rio de Janeiro: Atheneu, 1985.<br />LORENZINI, V. P. O paradigma da normalidade e a construção social da deficiência. In: Seminário de Arte na Educação: UNIPLAC – UNIVILLE – FURB. Lages, SC: Editora UNIPLAC, 2004.<br />MANGUEL, Alberto. Lendo Imagens.Tradução de Rubens Figueiredo, Rosana Eichenberg, Cláudia Strauch. São Paulo, Cia das Letras, 2003.<br /> <br />MANTOAN, M.T.E. Compreendendo a deficiência mental: Novos caminhos educacionais. São Paulo: Scipione, 1988. <br /> <br />_______. Educação escolar de deficientes mentais: Problemas para a pesquisa e o desenvolvimento. Caderno CEDES, Campinas, n. 46, p.93-107, set. 1998.<br /> <br />PAÁL, G. Em busca de Vênus. Trad. José Oscar de Almeida Marques. As armadilhas da dependência. Revista Mente & Cérebro. Ano XIII, n 145, fev. 2005. p. 87-92.<br /> <br />
  25. 25. REFERÊNCIAS<br /><ul><li>Puccetti, R. Arte e o diferente no contexto educacional. In: Seminário de Arte na Educação: UNIPLAC – UNIVILLE – FURB. Lages, SC: Editora UNIPLAC, 2004. 
  26. 26. SANTA CATARINA, Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. Proposta Curricular de Santa Catarina: Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio: Temas Multidisciplinares. Florianópolis: COGEN, 1998.
  27. 27. SANTAELLA, Lúcia, NÖTH, Winfried. Imagem – Cognição, semiótica, mídia. São Paulo: Iluminuras, 1999.</li></ul> <br /><ul><li>SASSAKI. R. K. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA, 1997.</li></ul> <br /><ul><li>Schwartzman, J. S. Paralisia Cerebral. Revista Temas sobre desenvolvimento. São Paulo, v.6.n.31, p-20-23,1997.</li></ul> <br /><ul><li>STAINBACK, et al. Inclusão: um guia para educadores. Trad. Magda França Lopes. Porto Alegre: Artes Médicas, 1</li>
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