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Manual de assessoria de imprensa
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Manual de assessoria de imprensa

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  • 1. Página 3FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS4ª edição revista e ampliadaPágina 4DIREITOS RESERVADOS:FENAJ - FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTASHIGS 707 – Bloco “R”, CASA 54.70.351-718 – Brasília - DFFone: (61) 3244.0650/0658 - Fax: (61) 3242.6616www.fenaj.org.brPágina 5ÍNDICEAPRESENTAÇÃOINTRODUÇÃOHISTÓRICOCONJUNTURA – O QUE O FUTURO RESERVACONCEITOPERFIL DO PROFISSIONALÁREAS DE ATUAÇÃOPRODUTOS E SERVIÇOSLEGISLAÇÃO DE JORNALISTACÓDIGO DE ÉTICA DO JORNALISTADICASMODELO DE CONTRATO DE SERVIÇOBIBLIOGRAFIA
  • 2. CONJAC/GESTÕESDIRETORIA DA FENAJAPRESENTAÇÃOQuando o Manual de Assessoria foi editado pela primeiravez, em 1985, os livros da área de comunicação que sededicavam ao segmento de assessoria eram escassos. Elechegou como única referência baseada nas reflexões dosprofissionais atuantes na área. O manual sistematizou eorganizou nacionalmente o trabalho e atendeu asexpectativas dos jornalistas que trabalhavam em Assessoriasde Imprensa.Proposto pelo Encontro de Jornalistas em Assessorias deImprensa de São Paulo (1984) e abraçado pelo ENJAI –Encontro Nacional dos Jornalistas em Assessoria de Imprensado mesmo ano, o Manual de AI tornou-se a “bíblia” dosjornalistas de assessoria. Passados mais de 20 anos,chegamos à terceira (quarta) edição revisada, ampliada eatualizada dentro das possibilidades de um mercado quecresce aceleradamente.O segmento cresceu e os jornalistas em assessorias passarama exercer atividades multimídias (utilizando recursos dojornal, da televisão, rádio, Internet...). Hoje, atendência do mercado de trabalho sugere a atuação comoutros setores, desenvolvendo um processo de comunicaçãointegrada.Esse novo comportamento é fruto da própria transformação dasociedade que exige o amadurecimento de nossas organizaçõese impõe que se dê satisfação aos seus vários públicos e àcomunidade em geral. A evolução também impulsiona ojornalista a buscar qualificação e competência para agircom sucesso num segmento cada vez mais competitivo. Esseprofissional deve se superar e dominar conhecimentos sobreoutras áreas e, principalmente, deve conhecer tudo sobretodos os meios de comunicação.O antigo modelo de assessor de imprensa já não sobrevive.Atualmente as fronteiras do corporativismo estão serompendo, dando espaço a uma atuação mais abrangente. Ouniverso do jornalista é a comunicação em seus inúmerossegmentos e esta mudança de perfil desperta análise ediscussão entre a categoria.Resultado de deliberação do ENJAC – Encontro Nacional dosJornalistas em Assessoria de Comunicação, realizado em maio
  • 3. de 1999, em Belo Horizonte, o agora “Manual dos Jornalistasem Assessoria de Comunicação” reafirma a tradição de ser aexpressão de um trabalho coletivo. Seu conteúdo traz avaliosa colaboração de colegas de todo o País. Esperamosque esta quarta versão do Manual seja o ponto de partidapara uma articulação mais abrangente e estimuladora daunicidade de ações no segmento de assessoria e que inicieuma fase de maior valorização e visibilidade dosprofissionais de comunicação. Departamento de Mobilização em Assessoria de ImprensaINTRODUÇÃOO segmento de assessoria está definitivamente consolidadono mercado de comunicação, constituindo-se na área que maisemprega jornalistas. É um momento marcante na história daprofissão num tempo de profundas modificações nas relaçõesde trabalho. E as oportunidades estão aí, surgindo a cadadia com inovação e criatividade.Os assessores de comunicação vêm conquistando espaço comoautônomos, empregados ou donos de seu próprio negócio.Neste quadro de grandes alterações, há enormes desafios. Umdeles é o que exige do jornalista o comportamento doempresário planejador de sua atividade e do valor de seutrabalho. Outro desafio é a conscientização dos colegas queconstituíram empresas e empregam outros jornalistas. Ainserção no mundo capitalista como empregador não isenta ojornalista da obrigação de cumprir com as leis e asseguraros direitos pelos quais ele sempre lutou.Por mais significativas que sejam as mudanças políticas,econômicas, sociais ou tecnológicas, nada pode afetar seucompromisso ético, sua responsabilidade social e apreservação de sua auto-estima. As entidades sindicaislembram que para entrar ou se manter nesse mercado não sedeve vender ou comprar força de trabalho a qualquer preço.Ao contrário, a produção intelectual tem de ser valorizadapara ser reconhecida.É difícil negar que o progresso se dá numa velocidade maiorque o aprimoramento das estruturas das entidadesrepresentativas dos jornalistas. A realidade do mercado nemsempre é a que sonhamos para nossa categoria. A FederaçãoNacional dos Jornalistas (FENAJ), através deste Manual e deoutras iniciativas procura estimular o reposicionamento doprofissional neste novo quadro econômico e social. Ao mesmotempo em que admitimos ser irreversível a convivência com
  • 4. mídias como a Internet, não é possível perder de vista ocuidado com a qualidade de vida e condições de trabalho.Ser um profissional multimídia sim. Ser usado como escravoda tecnologia, acumulando funções, não.HistóricoHistória no MundoFoi o jornalista americano chamado Ivy Lee quem em 1906,inventou essa atividade especializada. Ele abandonou ojornalismo para estabelecer o primeiro escritório deassessoria de comunicação do mundo, em Nova Iorque. Ele ofez para prestar serviço ao mais impopular homem denegócios dos Estados Unidos: John Rockefeller. Acusado deaspirar ao monopólio, de mover luta sem quartel às pequenase médias empresas, de combater sem olhar a meios, numapalavra, de ser feroz, impiedoso e sanguinário.O serviço que Ivy Lee prestaria era de conseguir que ovelho barão do capitalismo selvagem, de odiado, passasse aser venerado pela opinião pública. Isso se chama mudança deimagem. E a primeira coisa que aquele jornalista fez foi secomunicar, com transparência e rapidez sobre todos osnegócios que envolviam Rockefeller. E conseguiu mudar aimagem do barão dos negócios depois de continuadas ações deenvio de informações freqüentes à imprensa da época entreoutras iniciativas.História no BrasilO ressurgimento do processo democrático e o seufortalecimento no Brasil, após a queda do regime militar,fizeram com que o profissional de comunicação obtivessemaior importância no contexto social, pois a sociedadepassou a exigir respostas às suas indagações.Diante de tantas mudanças, empresas públicas e privadas nãopodem mais permanecer na penumbra, sem prestar contas deseus atos aos cidadãos brasileiros. E é nesse contexto queo jornalista que atua em assessoria de imprensa passa aexercer um papel essencial, pois é ele o profissionalcapacitado a preencher as lacunas entre os poderespúblicos, a iniciativa privada e o terceiro setor com osmeios de comunicação e, conseqüentemente com a própriasociedade. O assessor de imprensa atua como interlocutorentre esses segmentos, que, agora não mais podem se absterde informar e responder aos anseios da sociedade.Embora a tarefa de conceituar essa função seja decompetência de estudiosos, este Manual pretende esclarecer
  • 5. e contribuir para que a função de assessor de imprensa,exercida exclusivamente por um jornalista, profissionaldiplomado (Decreto lei nº 83.284/1979), de formareconhecida e valorizada pela sociedade brasileira.CONJUNTURA – O QUE O FUTURO RESERVAO segmento de assessoria de comunicação conquistou noBrasil o status de atividade econômica e atingiu maturidadee desenvolvimento que servem de modelo em nívelinternacional. Empresários ou líderes de quaisquer áreasonde seja preciso dar satisfação ao público correm risco deinsucesso, caso não entendam que uma estrutura deassessoria de comunicação é fundamental para sua atividade.Especialistas como Gaudêncio Torquato do Rego, Wilson daCosta Bueno, Manoel Chaparro e Boanerges Lopes asseguramque recriamos a assessoria de imprensa, emprestamos aosegmento contornos modernos, incorporando nomenclaturassurgidas em decorrência da dinâmica da economia e dasociedade.Um século após o advento da contratação de Ivy Lee comoresponsável pela comunicação de Rockfeller nos EstadosUnidos, o Brasil é a grande referência como centro produtordo pensamento e das técnicas empregadas pelo jornalista noexercício da assessoria.É difícil imaginar os veículos de comunicação sem o apoiodas assessorias na oferta de informação qualificada e essasituação estratégica ao mesmo tempo em que propiciarespeito e boas perspectivas emite um alerta. Há que seincorporar aos produtos e serviços das assessorias ageração de conteúdo dentro dos parâmetros jornalísticospara alimentar, inclusive, novas mídias como a Internet.Esse é apenas um item entre as possibilidades de produtos eserviços.Por conta do enorme potencial do segmento é que os olhos domundo estão voltados para o mercado brasileiro. Não é poroutra razão que empresas multinacionais têm efetivadoparceria com agências de comunicação brasileiras e oresultado indica um futuro promissor.Cabe ao jornalista assessor apurar os sentidos para estarsempre adaptado a uma conjuntura que se modifica navelocidade com que circula a informação neste momento deincessantes inovações tecnológicas.
  • 6. CONCEITOSO que é Assessoria de ImprensaServiço prestado a instituições públicas e privadas, que seconcentra no envio freqüente de informações jornalísticas,dessas organizações, para os veículos de comunicação emgeral. Esses veículos são os jornais diários; revistassemanais, revistas mensais, revistas especializadas,emissoras de rádio, agências de notícias, sites, portais denotícias e emissoras de tevê.Um trabalho continuado de Assessoria de Imprensa permitiráà empresa criar um vínculo de confiança com os veículos decomunicação e sedimentar sua imagem de forma positiva nasociedade. Nesse sentido, no Brasil, quem costuma coordenaresse tipo de serviço são profissionais formados emjornalismo. Eles é que determinam o que é ou não notíciapara ser enviado para a imprensa.Caso algum veículo de comunicação se interesse pelo assuntodivulgado pela assessoria de imprensa utilizará o textopara publicar notas ou agendar entrevistas. Tanto apublicação de notas, como o agendamento de entrevistas e apublicação posterior de informações, são gratuitas.Chamamos de mídia espontânea. Não se paga por essapublicação. Se Paga para a assessoria trabalhar de forma aconseguir esse resultado.O que é Assessoria de ComunicaçãoA ampliação das atividades das Assessorias de Imprensa nosúltimos anos levou o profissional jornalista a atuar emáreas estratégicas das empresas, tornando-se um gestor decomunicação. E isso privilegiou a integração de outrosprofissionais – relações públicas, propaganda e publicidade– numa equipe multifuncional e eficiente.Ao jornalista têm-se aberto oportunidades de atuar comoestrategista na elaboração de planos de comunicação maisabrangentes. Esses planos devem privilegiar uma comunicaçãoeficiente não apenas junto à imprensa, mas posicionando asorganizações de forma a estabelecer uma interlocução comética e responsabilidade social, comprometida com osvalores da sociedade junto aos seus mais diversos públicos.Nesse sentido as organizações podem contar com equipes deassessorias de comunicação internas ou terceirizadas, cujasfunções são:
  • 7. - criar um plano de comunicação (estabelecer a importânciadeste instrumento tanto no relacionamento com a imprensacomo os demais públicos internos e externos);- colaborar para a compreensão da sociedade do papel daorganização;- estabelecer uma imagem comprometida com os seus públicos;- criar canais de comunicação internos e externos quedivulguem os valores da organização e suas atividades;- detectar o que numa organização é de interesse público eo que pode ser aproveitado como material jornalístico;- desenvolver uma relação de confiança com os veículos decomunicação;- avaliar freqüentemente a atuação da equipe decomunicação, visando alcance de resultados positivos;- criar instrumentos que permitam mensurar os resultadosdas ações desenvolvidas, tanto junto à imprensa como aosdemais públicos;- preparar as fontes de imprensa das organizações para queatendam às demandas da equipe de comunicação de formaeficiente e ágil.PERFIL DO PROFISSIONALAo assessor de comunicação compete facilitar a relaçãoentre o seu cliente – empresa, pessoa física, entidades einstituições - e os formadores de opinião. No leque deatividades do assessor há destinatários definidos conformea área de atuação. Ele pode coordenar ações de RelaçõesPúblicas, Imprensa, Publicidade e Propaganda e maisrecentemente tem incorporado ações de cunho institucionalidentificadas pela assimilação de estratégias de marketing.Embora o mercado de trabalho sinalize para a comunicaçãointegrada, perdura o modelo em que os profissionais deRelações Públicas e Publicidade e Propaganda têm áreasespecíficas sob seu comando, assim como é função doJornalista o relacionamento direto com a Imprensa.O futuro que se desenha no mundo moderno da comunicaçãosocial dá alertas bem nítidos para as chances de ojornalista obter êxito em funções estratégicas nasorganizações em geral (vide o capítulo Apresentação). No
  • 8. entanto, as ações do jornalista-assessor terão maior chancede sucesso, quando o assessorado estiver bem orientadosobre como os veículos de comunicação funcionam, como osjornalistas atuam e quais as características de cada mídia.Nas relações assessorado-imprensa-cliente o que vale é acredibilidade baseada na ética e no pressuposto de que parao jornalista de redação a matéria-prima de seu trabalho é ainformação com alto potencial de se transformar em notícia.A conquista da confiança entre eles se consolida quando oassessorado ganha status de excelente fonte de informação.E essa relação da conquista de confiança também se estendepara os demais públicos afins. Com o advento do Código doConsumidor, da criação dos Serviços de Atendimento aoConsumidor e da figura do Ombudsman/Ouvidor, novastecnologias de informação (Internet, ipod, celulares etc),não há mais como se privar de estabelecer canais decomunicação eficientes, sob pena de se perder mercado,credibilidade e estar fadado ao insucesso.Para as organizações sérias e comprometidas, o instrumentode comunicação é o que permitirá seu reconhecimento perantea sociedade, principalmente neste novo milênio em que omundo globalizado elevou a informação a um produto degrande valor.Um assessor eficiente facilita a relação entre o seucliente - empresa, pessoa física, entidades e instituições- e os veículos de comunicação. Cabe a esse profissionalorientar seu assessorado sobre o que pode ser notícia, oque interessa aos veículos e à sociedade, o que nãointeressa e o que deve, ou não, ser divulgado.A quem contrata seus serviços, o assessor deve explicar ofuncionamento e a característica de cada veículo decomunicação e as peculiaridades de cada mídia. Deve atuarcomo um consultor estando atento às oportunidades esugerindo alternativas compatíveis com as necessidades dosassessorados.O assessor de imprensa deve ter consciência de que suacredibilidade depende de um bom relacionamento com osjornalistas dos veículos de comunicação, pautando-se semprepela transparência e por uma postura de colaboração. Essaatitude pode valorizar a informação que o assessor deimprensa está divulgando, podendo ampliar os espaços demídia espontânea.
  • 9. ÁREAS DE ATUAÇÃONas médias e grandes corporações a área de ComunicaçãoSocial abrange três profissionais. São eles jornalistas,publicitários e relações públicas.Um destes profissionais pode ser o responsável pela área decomunicação das empresas, instituições ou entidades. Noentanto, dentro do leque da Comunicação teremos os serviçosde Assessoria de Imprensa que devem ser coordenados eexecutados exclusivamente por jornalistas habilitados. Damesma forma, as áreas de Relações Públicas e de Publicidadee Propaganda. Todos devem estar integrados para desenvolverum trabalho de comunicação eficiente e produtivo nasempresas, entidades ou instituições em que atuam. Organograma de uma empresa, instituição, entidade com o Departamento de Comunicação Presidência Assessoria de Comunicação Publicidade e Assessoria de Relações Propaganda Imprensa PúblicasA atuação de um setor de marketing junto aos de Publicidadee Propaganda, Assessoria de Imprensa e Relações Públicas jávem se tornando rotina nas assessorias de comunicação.Estão sob a responsabilidade da Assessoria de Imprensa,função a ser exercida privativa e exclusivamente porjornalistas habilitados, a seguintes funções: elaboração de press-releases, sugestões de pauta e press-kits; relacionamento formal e informal com os pauteiros, repórteres e editores da mídia; acompanhamento de entrevistas de suas fontes; organização de coletivas; edição de jornais, revistas, sites de notícia e material jornalístico para vídeos;
  • 10. preparação de textos de apoio, sinopses, súmulas e artigos; organização do mailling de jornalistas; clipping de notícias (impressos, Internet e eletrônicos) arquivo do material jornalístico participação na definição de estratégias de comunicação.O Assessor de imprensa precisa de uma estrutura de apoiopara envio de releases (fax, Internet, e-mail), fotografia(repórter fotográfico), acompanhamento dos serviços dediagramação, ilustração, filmagem, pesquisa etc.ASSESSORIA DE IMPRENSA É FUNÇÃO DE JORNALISTA PROFISSIONALA delimitação das atividades dos profissionais deJornalismo e de Relações Públicas, embora claramentedefinida por lei, tem sido objeto de constante discussão,sobretudo nas estruturas de assessoria de comunicação. Aconfusão, a inversão e a superposição de atribuições, queacabam configurando o exercício ilegal da profissão, sejapelos jornalistas, seja pelos relações públicas, não podeser combatida de outra forma, senão através da informação.Carecem dessa informação – e da justificativa legal –também os próprios profissionais das duas categorias, mas,principalmente, empresas, instituições, entidades e outrospossíveis contratantes dos serviços de assessoria decomunicação.A título de ilustração, justificativa e embasamento dapresente argumentação, reproduzimos a seguir alguns tópicosda legislação que regulamenta a profissão de jornalista. REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE JORNALISTADecreto n.º 83284 de 13 de março de 1979 Exercício da Profissão II Dá nova regulamentação ao Decreto-lei n.º 972, de 17 de outubro de 1969, que dispõe sobre o exercício da profissão de jornalista, em decorrência das alterações introduzidas pela Lei nº. 6.612, de 7 de dezembro de 1978.
  • 11. O presidente da República, usando da atribuição que lhe confere o Art. 81, item III, da Constituição, decreta: Art. 1o. - É livre, em todo território nacional, o exercício da profissão de Jornalista, aos que satisfizerem as condições estabelecidas neste Decreto. Art. 2o. - A profissão de Jornalista compreende, privativamente, o exercício habitual e remunerado de qualquer das seguintes atividades: I - redação, condensação, titulação, interpretação, correção ou coordenação de matéria a ser divulgada, contenha ou não comentário; II - comentário ou crônica, por meio de quaisquer veículos de comunicação; III - entrevista, inquérito ou reportagem, escrita ou falada; IV - planejamento, organização, direção e eventual execução de serviços técnicos de Jornalismo, como os de arquivo, ilustração ou distribuição gráfica de matéria a ser divulgada; (*) ENTENDA-SE TAMBÉM RELEASE V - planejamento, organização e administração técnica dos serviços de que trata o item I; VI - ensino de técnica de jornalismo; VII - coleta de notícias ou informações e seu preparo para divulgação; VIII - revisão de originais de matérias jornalísticas, com vista à correção redacional e à adequada da linguagem; IX - organização e conservação de arquivo jornalístico e pesquisa dos respectivos dados para elaboração de notícias; X - execução de distribuição gráfica de texto, fotografia ou ilustração de caráter jornalístico, para fins de divulgação; (*) ENTENDA-SE LITERALMENTE RELEASEAinda que a legislação, à época, não fizesse menção aotermo assessoria de imprensa, a descrição das funções deexercício privativo dos jornalistas profissionais, conforme
  • 12. assinalado acima, não deixa dúvidas de que as rotinas doassessor de imprensa competem exclusivamente aosprofissionais diplomados em jornalismo.PRODUTOS E SERVIÇOSProposta/sugestão de Pauta - Informe sucinto enviado aosveículos de comunicação a respeito de determinado assuntode interesse para o veículo e à sociedade.Release – Ferramenta que a Assessoria usa para organizar asinformações que está divulgando. Trata-se de um texto, cujaessência é a informação.Mailling-list de Jornalistas - Listagem atualizada comnome, editoria, fax, telefone, e-mail de jornalistas.Contato com a Imprensa - Normalmente feito por telefonepara aprofundar informações enviadas por e-mail ouconfirmar presenças em coletivas, marcar encontros comassessorado etc.Pasta de Imprensa (Press Kit) – Textos e fotos parasubsidiar os jornalistas de redação com informações,normalmente usadas em entrevistas coletivas, individuais oufeiras e eventos.Entrevista Exclusiva – São oferecidas a um único veículo decomunicação. A iniciativa costuma valorizar a informação econquistar espaços mais qualificados de mídia espontânea.Entrevista Coletiva – Convocada quando o assessorado teminformações importantes para todos os veículos. Só deve serorganizada quando o assunto for muito relevante para osetor representado e/ou de interesse público.Clipping Impresso, Clipping Eletrônico e em Tempo Real (on-line) - Levantamento das matérias publicadas nos veículosde comunicação. Organizados a partir da leitura,acompanhamento e seleção das notícias que interessam aoassessorado.Súmulas - Relação dos assuntos divulgados indexada por:veículo, título da matéria e página (quando impresso),programa e horário (TV ou rádio), endereço eletrônico(Internet).Sinopse - Resumo das notícias veiculadas nos Jornais eRevistas de maior circulação. Também se faz resumo depublicações específicas da área de interesse doassessorado.
  • 13. Análise - O assessor faz a sua leitura do materialcoletado, analisando o teor do que foi publicado.Textos Técnicos e Científicos - Cabe ao jornalista somentea revisão – e adequação da linguagem, quando for o caso -em conjunto com os profissionais técnicos da árearesponsável pela elaboração.Vídeos e Filmes Institucionais - O assessor deve definir oconteúdo das peças junto com o assessorado e organizar obriefing a ser passado para o produtor. Deve, ainda,acompanhar e aprovar o roteiro e a edição da peça.Discurso – Pesquisa, redação e revisão.Sites - O jornalista deve atuar na definição do conteúdo eatuar na “edição das páginas”, assim como na aprovação dodesign do site feito por profissionais especializados.Jornais e Revistas – Esses produtos são de cunhojornalístico e voltados para o segmento no qual o Assessorde Imprensa atua e que serão distribuídos para um públicoespecífico. Esses veículos informam as ações daentidade/empresa e os conceitos e opiniões afeitos aopúblico leitor.DICAS PARA QUEM PRETENDE CONTRATAR UMA ASSESSORIAA informação de qualidade costuma ser uma ferramentafundamental para todo e qualquer veículo de comunicação.Nesse sentido, o preparo das fontes/empresas/instituiçõespara produzir informação qualificada, passaobrigatoriamente pela contratação de um jornalista. Esseprofissional que compreende e conhece as peculiaridades dasredações e sabe captar o que é de interesse dos veículos eda sociedade, poderá atuar de forma eficiente para projetara importância do trabalho de determinadafonte/empresa/instituição.O que é necessário saber: A Assessoria de Imprensa não é departamento de vendas. Sua função não é vender produtos, mas sedimentar marcas e idéias. Assessor não é “lobista”. Não há garantias de que o assessor consiga espaços na mídia. Ele não deve fazer pressão junto aos colegas de redação.
  • 14. Editorial é diferente de publicidade. O espaço editorial não tem preço (editorial de moda, beleza, lançamentos), por essa razão tem mais credibilidade do que a publicidade. No editorial a opinião é a do jornalista, o que isenta a empresa de suspeita de autopromoção e valorização. Cargo de Confiança – Assessoria de Imprensa lida com informações. Portanto, precisa saber tudo que se passa na empresa/instituição. Contrate um jornalista de sua confiança. Contrato de Trabalho – É usual o pagamento mensal para serviços de Assessoria de Imprensa. Pode-se, também, contratar por “jobs”. Em ambos os casos a orientação é que seja feito um contrato de trabalho detalhando período e tarefas. É aconselhável a contratação dos serviços por um mínimo de seis meses, para que se alcance resultados satisfatórios. Mídia Training – A empresa que conhece o funcionamento da mídia tem melhores condições de atendê-la com eficiência. Por isso, deve solicitar um treinamento específico sobre o assunto (mídia training). Repórter não é inimigo – Algumas fontes demonstram constrangimento e medo em atender a imprensa. Se a situação é ou não de crise, a melhor maneira de atender à imprensa é ser autêntico, transparente e objetivo. Oriente-se com seu Assessor de Imprensa antes de falar ao repórter. Disponibilidade para com a imprensa – Não adianta contratar uma Assessoria se a fonte não tem tempo para atender as solicitações da imprensa e de seu Assessor. O processo de comunicação exige antes de tudo, tempo e dedicação. Erro comum - Jamais peça ao repórter que o entrevistou para ler o texto antes de ser publicado. Também não exija que o assessor faça isso. A partir do momento em que a entrevista foi concedida, a informação é do repórter e é ele quem decide o que será publicado.Preparando a fonte para entrevistas Entrevistas à imprensa precisam ser preparadas quando a empresa ou instituição tem algum fato a comunicar à opinião pública. Para a entrevista ser bem conduzida, e não fugir a seus objetivos, procure adotar os seguintes procedimentos:
  • 15. Prepare-se previamente. Se possível, faça uma simulação conduzida pelo jornalista que o assessora. Evite surpresas. A assessoria deve providenciar materiais como tabelas, fotos e gráficos, para apoiar a informação que pretende divulgar; Prepare-se com números e documentos, se necessário. A assessoria pode apoiar na organização desse material, além de verificar possíveis erros de português; Coloque-se à disposição do repórter para complementar alguma informação necessária após a entrevista.Atendendo a imprensa em situações de crise Não fugir da imprensa. Antecipe-se à própria iniciativa da imprensa em descobrir o que ocorreu; Faça um completo levantamento da situação, preparando-se com dados, números e informações atualizadas; A assessoria de comunicação deve preparar um texto informativo descrevendo o fato ocorrido e enfatizando as providências da empresa. O texto deve ter, no máximo, duas páginas e ser entregue aos repórteres; Evite o uso de palavras alarmistas ou negativas. Não amplie o efeito negativo da ocorrência com suas palavras;Como se preparar para as entrevistas coletivas Entrevistado deve ser pontual. A assessoria deve escolher bem o local onde será realizada a entrevista, além de antecipar, de forma geral, o assunto que vai ser tratado na coletiva; Evite coletivas no final do dia, a não ser que o tema tratado tenha surgido no meio da tarde, e seja de urgência, impossível de deixar para o dia seguinte. Por questão de tempo os profissionais de rádio e TV podem pedir para gravar logo a entrevista. Atenda ao pedido, mesmo que o pessoal de jornal proteste. Considere que os repórteres de jornal têm mais tempo para trabalhar a notícia, além do que precisam sempre de mais detalhes.
  • 16. LEGISLAÇÃO DO JORNALISTA EM VIGORDecreto n.º 83.284, de 13 de março de 1.979Dá nova regulamentação ao decreto-lei n.º 972, de 17 deoutubro de 1969, que dispõe sobre o exercício da profissãode jornalista, em decorrência das alterações introduzidaspela Lei n.º 6.612, de 7 de dezembro de 1978.Art. 1º - É livre, em todo território nacional, o exercícioda profissão de jornalista, aos que satisfizerem ascondições estabelecidas neste Decreto.Art. 2º - A profissão de jornalista compreende,privativamente, o exercício habitual e remunerado dequalquer das seguintes atividades:I – redação, condensação, titulação, interpretação,correção ou coordenação de matéria a ser divulgada,contenha ou não comentário;II – comentário ou crônica, por meio de quaisquer veículosde comunicação;III – entrevista, inquérito ou reportagem, escrita oufalada;IV – planejamento, organização, direção e eventual execuçãode serviços técnicos de jornalismo, como os de arquivo,ilustração ou distribuição gráfica de matéria a serdivulgada;V – planejamento, organização e administração técnica dosserviços de que trata o item I;VI – ensino de técnicas de jornalismo;VII – coleta de notícias ou informações e seu preparo paradivulgação;VIII – revisão de originais de matéria jornalística, comvistas à correção redacional e à adequação da linguagem;IX – organização e conservação de arquivo jornalístico epesquisa dos respectivos dados para elaboração de notícias;X – execução da distribuição gráfica de texto, fotografiaou ilustração de caráter jornalístico, para fins dedivulgação;XI – execução de desenhos artísticos ou técnicos de caráterjornalístico, para fins de divulgação.Art. 3º - Considera-se empresa jornalística, para osefeitos deste decreto, aquela que tenha como atividade aedição de jornal ou revista, ou a distribuição denoticiário, com funcionamento efetivo, idoneidadefinanceira e registro legal.Parágrafo 1º - Equipara-se à empresa jornalística a seçãoou serviço de empresa de radiodifusão, televisão oudivulgação cinematográfica, ou de agências de publicidade
  • 17. ou de notícias, onde sejam exercidas as atividadesprevistas no art. 2º.Parágrafo 2º - A entidade pública ou privada nãojornalística sob cuja responsabilidade se editar publicaçãodestinada à circulação externa está obrigada ao cumprimentodeste decreto, relativamente, aos jornalistas quecontratar.Art. 4º - O exercício da profissão de jornalista requerprévio registro no órgão regional do Ministério doTrabalho, que se fará mediante a apresentação de:I – prova de nacionalidade brasileira;II – prova de que não está denunciado ou condenado pelaprática de ilícito penal; - V. Lei n.º 6.868, de 3 dedezembro de 1980, que aboliu a exigência de atestado debons antecedentes (D.O. 4/12/1980).III – diploma de curso de nível superior de jornalismo oude comunicação social, habilitação jornalismo, fornecidopor estabelecimento de ensino reconhecido na forma da lei,para as funções relacionadas nos itens I a VII do art. 11;IV – Carteira de Trabalho e Previdência Social.Parágrafo Único - Aos profissionais registradosexclusivamente para o exercício das funções relacionadasnos itens VIII e XI do art. 2º, é vedado o exercício dasfunções constantes dos itens I a VII do mesmo artigo.Art. 5º - O Ministério do Trabalho concederá, desde quesatisfeitas as exigências constantes deste decreto,registro especial ao:I – colaborador, assim entendido aquele que, medianteremuneração e sem relação de emprego, produz trabalho denatureza técnica, científica ou cultural, relacionado com asua especialização, para ser divulgado com o nome equalificação do autor;II – funcionário público titular de cargo cujas atribuiçõeslegais coincidam com as mencionadas no art. 2º;III – provisionado.Parágrafo Único - O registro de que tratam os itens I e IIdeste artigo não implica o reconhecimento de quaisquerdireitos que decorram da condição de empregado, nem, nocaso do item II, os resultantes do exercício privado eautônomo da profissão.Art. 6º - Para o registro especial de colaborador énecessário apresentação de:I – prova de nacionalidade brasileira;II – prova de que não está denunciado ou condenado pelaprática de ilícito penal;
  • 18. III – declaração de empresa jornalística, ou que a ela sejaequiparada, informando do seu interesse pelo registro decolaborador do candidato, onde conste a sua especialização,remuneração contratada e pseudônimo, se houver.Art. 7º - Para o registro especial de funcionário públicotitular de cargo cujas atribuições legais coincidam com asmencionadas no art. 2º, é necessário à apresentação de atode nomeação ou contratação para cargo ou emprego comaquelas atribuições, além do cumprimento do que estabeleceo art. 4º.Art. 8º - Para registro especial de provisionado énecessário à apresentação de:I – prova de nacionalidade brasileira;II – prova de que não está denunciado ou condenado pelaprática de ilícito penal;III – declaração, fornecida pela empresa jornalística, ouque a ela seja equiparada, da qual conste a função a serexercida e o salário correspondente;IV – diploma de curso de nível superior ou certificado deensino de 2º grau fornecido por estabelecimento de ensinoreconhecido na forma da lei, para as funções relacionadasnos itens I a VII do art. 11.V – declaração, fornecida pela entidade sindicalrepresentativa da categoria profissional, com baseterritorial abrangendo o município no qual o provisionadoirá desempenhar suas funções, de que não há jornalistaassociado do sindicato, domiciliado naquele município,disponível para contratação;VI – Carteira de Trabalho e Previdência Social.Parágrafo 1º - A declaração de que trata o item V deveráser fornecida pelo sindicato, ao interessado, no prazo de 3(três) dias úteis.Parágrafo 2º - Caso exista profissional domiciliado nomunicípio disponível para contratação, o sindicatocomunicará o fato ao Ministério do Trabalho, no mesmo prazonão superior a 3 (três) dias, a contar do pedido defornecimento da declaração de que trata o item V.Parágrafo 3º - Caso o Sindicato não forneça a declaração deque trata o item V, no prazo mencionado no §1º, ointeressado deverá instruir o seu pedido de registro comprotocolo de apresentação do requerimento ao Sindicato.Parágrafo 4º - Na hipótese prevista no parágrafo anterior oMinistério do Trabalho concederá ao sindicato prazo nãosuperior a 3 (três) dias para se manifestar sobre o
  • 19. fornecimento da declaração, caso não tenha ocorrido o fatoconstante do § 2º.Parágrafo 5º - O registro especial de provisionado terácaráter temporário, com duração máxima de 3 (três) anos,renovável somente com a apresentação de toda documentaçãoprevista neste artigo.Art. 9º - Será efetuado, no Ministério do Trabalho,registro dos diretores de empresas jornalísticas que, nãosendo jornalistas, respondem pelas respectivas publicações,para o que é necessário a apresentação de:I – prova de nacionalidade brasileira;II – prova de que não está denunciado ou condenado pelaprática de ilícito penal;III – prova de registro civil ou comercial da empresajornalística, com o inteiro teor do seu ato constitutivo;IV – prova de depósito do título da publicação ou daagência de notícias no órgão competente do Ministério daIndústria e do Comércio;V – 30 exemplares do jornal; ou 12 exemplares da revista;ou 30 recortes ou cópias de noticiário, com datasdiferentes de sua divulgação.Parágrafo 1º - Tratando-se de empresa nova, o Ministério doTrabalho efetuará registro provisório, com validade por 02(dois) anos, tornando-se definitivo após a comprovaçãoconstante do item V deste artigo.Parágrafo 2º - Não será admitida renovação ou prorrogaçãodo prazo de validade do registro provisório previsto noparágrafo anterior.Art. 10 - Será efetuada no Ministério do Trabalho registroespecial do diretor de empresa não jornalística sob cujaresponsabilidade se editar publicação destinada àcirculação externa ou interna, para o que se exigirá aapresentação de:I – prova de nacionalidade brasileira;II – prova de que não está denunciado ou condenado pelaprática de ilícito penal;III – prova de depósito do título da publicação no órgãocompetente do Ministério da Indústria e do Comércio.Art. 11 - As funções desempenhadas pelos jornalistas, comoempregados, serão assim classificadas:I – Redator: aquele que, além das incumbências de redaçãocomum, tem o encargo de redigir editoriais, crônicas oucomentários;II – Noticiarista: aquele que tem o encargo de redigirmatérias de caráter informativo, desprovidas de apreciações
  • 20. ou comentários, preparando-as ou redigindo-as paradivulgação;III – Repórter: aquele que cumpre a determinação de colhernotícias ou informações, preparando ou redigindo matériapara divulgação;IV – Repórter de Setor: aquele que tem o encargo de colhernotícias ou informações sobre assuntos predeterminados,preparando-as ou redigindo-as para divulgação;V – Rádio Repórter: aquele a quem cabe a difusão oral deacontecimento ou entrevista pelo rádio ou pela televisão,no instante ou no local em que ocorram, assim como ocomentário ou crônica, pelos mesmos veículos;VI – Arquivista-Pesquisador: aquele que tem a incumbênciade organizar e conservar cultural e tecnicamente o arquivoredatorial, procedendo à pesquisa dos respectivos dadospara elaboração de notícias;VII – Revisor: aquele que tem o encargo de rever as provastipográficas de matéria jornalística;VIII – Ilustrador: aquele que tem a seu cargo criar ouexecutar desenhos artísticos ou técnicos de caráterjornalístico;IX – Repórter Fotográfico: aquele a quem cabe registrarfotograficamente quaisquer fatos ou assuntos de interessejornalístico;X – Repórter Cinematográfico: aquele a quem cabe registrarcinematograficamente quaisquer fatos ou assuntos deinteresse jornalístico;XI – Diagramador: aquele a quem compete planejar e executara distribuição gráfica de matérias, fotografias ouilustrações de caráter jornalístico, para fins depublicação.Parágrafo Único - Os Sindicatos serão ouvidos sobre o exatoenquadramento de cada profissional.Art. 12 - Serão privativas de jornalista as funçõespertinentes às atividades descritas no art. 2º, tais comoeditor, secretário, subsecretário, chefe de reportagem echefe de revisão.Art. 13 - Não haverá incompatibilidade entre o exercício daprofissão de jornalista e o de qualquer outra funçãoremunerada ainda que pública, respeitadas a proibição deacumular cargos e as demais restrições de lei.Art. 14 - Será passível de trancamento o registroprofissional do jornalista que, sem motivo legal, deixar deexercer a profissão por mais de 02 (dois) anos.Parágrafo 1º - Não incide na cominação deste artigo oafastamento decorrente de:
  • 21. a) suspensão ou interrupção do contrato de trabalho;b) aposentadoria como jornalista;c) viagem ou bolsa de estudo, para aperfeiçoamentoprofissional;d) desemprego, apurado na forma da Lei n.º 4.923, de 23 dedezembro de 1965.Parágrafo 2º - O trancamento será da competência do órgãoregional do Ministério do Trabalho, de ofício ou arequerimento da entidade sindical representativa dacategoria profissional, cabendo a esta fazer publicar, emórgão oficial, por três vezes consecutivas e dentro de uminterstício de dois anos, a relação dos jornalistas cujosregistros pretende trancar.Parágrafo 3º Os órgãos do Ministério do Trabalho prestarãoaos sindicatos representativos da categoria profissional,as informações que lhes forem solicitadas, especialmentequanto ao registro de admissões e dispensas nas empresasjornalísticas, realizando as inspeções que se tornaremnecessárias para a verificação do exercício da profissão dejornalista.Parágrafo 4º - O exercício da atividade em empresa nãojornalística, mencionada no art. 3º, § 2º, não constituiráprova suficiente de permanência na profissão se apublicação e seu responsável não tiverem registro nostermos deste decreto.Parágrafo 5º - O registro trancado suspende a titularidadee o exercício das prerrogativas profissionais, mas pode serrevalidado mediante apresentação dos documentos mencionadosnos itens II e III do art. 4º.Art. 15 - O salário de jornalista não poderá ser ajustadonos contratos individuais de trabalho, para a jornadanormal de 05 (cinco) horas, em base inferior à do salárioestipulado, para a respectiva função em acordo ou convençãocoletiva de trabalho, ou sentença normativa da Justiça doTrabalho.Parágrafo Único - Em negociação ou dissídio coletivopoderão os sindicatos de jornalistas reclamar oestabelecimento de critérios de remuneração adicional peladivulgação de trabalho produzido por jornalista em mais deum veículo de comunicação coletiva.Art. 16 - A admissão de provisionado, para exercer funçõesrelacionadas nos itens I a VII do art. 11, será permitidanos municípios onde não exista curso de jornalismoreconhecido na forma da lei e, comprovadamente, não haja
  • 22. jornalista domiciliado, associado do sindicatorepresentativo da categoria profissional, disponível paracontratação.Parágrafo Único - O provisionado nos termos deste artigopoderá exercer suas atividades somente no município para oqual foi registrado.Art.17 - Os atuais portadores de registro especial deprovisionado poderão exercer suas atividades no Estado ondeforem contratados.Art. 18 - A fiscalização do cumprimento dos dispositivosdeste decreto se fará na forma do art. 626 da Consolidaçãodas Leis do Trabalho, sendo aplicável aos infratores multavariável de 1 a 10 vezes o maior valor de referência fixadode acordo com o art. 2º, parágrafo único, da Lei n.º 6.205,de 29 de abril de 1975.Parágrafo Único - Aos sindicatos representativos dacategoria profissional incumbe representar às autoridadescompetentes acerca do exercício irregular da profissão dejornalista.Art. 19 - Constitui fraude a prestação de serviçosprofissionais gratuitos, ou com pagamentos simbólicos, sobpretexto de estágio, bolsa de estudo, bolsa decomplementação, convênio ou qualquer outra modalidade, emdesrespeito à legislação trabalhista e a este regulamento.Art. 20 - O disposto neste decreto não impede a conclusãodos estágios comprovadamente iniciados antes da vigência daLei n.º 6.612, de 7 de dezembro de 1978, os quais,entretanto, não conferirão, por si só, o direito aoregistro profissional.Art. 21 - Este Decreto entra em vigor na data da suapublicação, revogadas as disposições em contrário,especialmente os Decretos n.º 65.912, de 19 de dezembro de1969 e 68.629, de 18 de maio de 1971.CÓDIGO DE ÉTICA DOS JORNALISTAS BRASILEIROSVotado em Congresso Extraordinário dos Jornalistas, emagosto de 2007, em Vitória (ES), o Código de Ética doJornalista fixa as normas as quais deve se subordinar oprofissional nas suas relações com a comunidade, com asfontes de informação e com os demais jornalistas, incluindoorientações específicas à assessoria de imprensa.
  • 23. Capítulo I - Do direito à informaçãoArt. 1º O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros temcomo base o direito fundamental do cidadão à informação,que abrange seu o direito de informar, de ser informado ede ter acesso à informação.Art. 2º Como o acesso à informação de relevante interessepúblico é um direito fundamental, os jornalistas não podemadmitir que ele seja impedido por nenhum tipo de interesse,razão por que:I - a divulgação da informação precisa e correta é deverdos meios de comunicação e deve ser cumpridaindependentemente de sua natureza jurídica - se pública,estatal ou privada - e da linha política de seusproprietários e/ou diretores.II - a produção e a divulgação da informação devem sepautar pela veracidade dos fatos e ter por finalidade ointeresse público;III - a liberdade de imprensa, direito e pressuposto doexercício do jornalismo, implica compromisso com aresponsabilidade social inerente à profissão;IV - a prestação de informações pelas organizações públicase privadas, incluindo as não-governamentais, é umaobrigação social.V - a obstrução direta ou indireta à livre divulgação dainformação, a aplicação de censura e a indução àautocensura são delitos contra a sociedade, devendo serdenunciadas à comissão de ética competente, garantido osigilo do denunciante. Capítulo II - Da conduta profissional do jornalistaArt. 3º O exercício da profissão de jornalista é umaatividade de natureza social, estando sempre subordinado aopresente Código de Ética.Art. 4º O compromisso fundamental do jornalista é com averdade no relato dos fatos, razão pela qual ele devepautar seu trabalho pela precisa apuração e pela suacorreta divulgação.Art. 5º É direito do jornalista resguardar o sigilo dafonte.Art. 6º É dever do jornalista:I - opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, bemcomo defender os princípios expressos na DeclaraçãoUniversal dos Direitos Humanos;
  • 24. II - divulgar os fatos e as informações de interessepúblico;III - lutar pela liberdade de pensamento e de expressão;IV - defender o livre exercício da profissão;V - valorizar, honrar e dignificar a profissão;VI - não colocar em risco a integridade das fontes e dosprofissionais com quem trabalha;VII - combater e denunciar todas as formas de corrupção, emespecial quando exercidas com o objetivo de controlar ainformação;VIII - respeitar o direito à intimidade, à privacidade, àhonra e à imagem do cidadão;IX - respeitar o direito autoral e intelectual dojornalista em todas as suas formas;X - defender os princípios constitucionais e legais, basedo estado democrático de direito;XI - defender os direitos do cidadão, contribuindo para apromoção das garantias individuais e coletivas, em especialas das crianças, dos adolescentes, das mulheres, dosidosos, dos negros e das minorias;XII - respeitar as entidades representativas e democráticasda categoria;XIII - denunciar as práticas de assédio moral no trabalhoàs autoridades e, quando for o caso, à comissão de éticacompetente;XIV - combater a prática de perseguição ou discriminaçãopor motivos sociais, econômicos, políticos, religiosos, degênero, raciais, de orientação sexual, condição física oumental, ou de qualquer outra natureza.Art. 7º O jornalista não pode:I - aceitar ou oferecer trabalho remunerado em desacordocom o piso salarial, a carga horária legal ou tabela fixadapor sua entidade de classe, nem contribuir ativa oupassivamente para a precarização das condições de trabalho;II - submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuraçãodos acontecimentos e à correta divulgação da informação;III - impedir a manifestação de opiniões divergentes ou olivre debate de idéias;IV - expor pessoas ameaçadas, exploradas ou sob risco devida, sendo vedada a sua identificação, mesmo que parcial,pela voz, traços físicos, indicação de locais de trabalhoou residência, ou quaisquer outros sinais;
  • 25. V - usar o jornalismo para incitar a violência, aintolerância, o arbítrio e o crime;VI - realizar cobertura jornalística para o meio decomunicação em que trabalha sobre organizações públicas,privadas ou não-governamentais, da qual seja assessor,empregado, prestador de serviço ou proprietário, nemutilizar o referido veículo para defender os interessesdessas instituições ou de autoridades a elas relacionadas;VII - permitir o exercício da profissão por pessoas não-habilitadas;VIII - assumir a responsabilidade por publicações, imagense textos de cuja produção não tenha participado;IX - valer-se da condição de jornalista para obtervantagens pessoais. Capítulo III - Da responsabilidade profissional do jornalistaArt. 8º O jornalista é responsável por toda a informaçãoque divulga, desde que seu trabalho não tenha sido alteradopor terceiros, caso em que a responsabilidade pelaalteração será de seu autor.Art 9º A presunção de inocência é um dos fundamentos daatividade jornalística.Art. 10. A opinião manifestada em meios de informação deveser exercida com responsabilidade.Art. 11. O jornalista não pode divulgar informações:I - visando o interesse pessoal ou buscando vantagemeconômica;II - de caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aosvalores humanos, especialmente em cobertura de crimes eacidentes;III - obtidas de maneira inadequada, por exemplo, com o usode identidades falsas, câmeras escondidas ou microfonesocultos, salvo em casos de incontestável interesse públicoe quando esgotadas todas as outras possibilidades deapuração;Art. 12. O jornalista deve:I - ressalvadas as especificidades da assessoria deimprensa, ouvir sempre, antes da divulgação dos fatos, omaior número de pessoas e instituições envolvidas em umacobertura jornalística, principalmente aquelas que sãoobjeto de acusações não suficientemente demonstradas ouverificadas;
  • 26. II - buscar provas que fundamentem as informações deinteresse público;III - tratar com respeito todas as pessoas mencionadas nasinformações que divulgar;IV - informar claramente à sociedade quando suas matériastiverem caráter publicitário ou decorrerem de patrocíniosou promoções;V - rejeitar alterações nas imagens captadas que deturpem arealidade, sempre informando ao público o eventual uso derecursos de fotomontagem, edição de imagem, reconstituiçãode áudio ou quaisquer outras manipulações;VI - promover a retificação das informações que se revelemfalsas ou inexatas e defender o direito de resposta àspessoas ou organizações envolvidas ou mencionadas emmatérias de sua autoria ou por cuja publicação foi oresponsável;VII - defender a soberania nacional em seus aspectospolítico, econômico, social e cultural;VIII - preservar a língua e a cultura do Brasil,respeitando a diversidade e as identidades culturais;IX - manter relações de respeito e solidariedade noambiente de trabalho;X - prestar solidariedade aos colegas que sofremperseguição ou agressão em conseqüência de sua atividadeprofissional. Capítulo IV - Das relações profissionaisArt. 13. A cláusula de consciência é um direito dojornalista, podendo o profissional se recusar a executarquaisquer tarefas em desacordo com os princípios desteCódigo de Ética ou que agridam as suas convicções.Parágrafo único. Esta disposição não pode ser usada comoargumento, motivo ou desculpa para que o jornalista deixede ouvir pessoas com opiniões divergentes das suas.Art. 14. O jornalista não deve:I - acumular funções jornalísticas ou obrigar outroprofissional a fazê-lo, quando isso implicar substituiçãoou supressão de cargos na mesma empresa. Quando, por razõesjustificadas, vier a exercer mais de uma função na mesmaempresa, o jornalista deve receber a remuneraçãocorrespondente ao trabalho extra;II - ameaçar, intimidar ou praticar assédio moral e/ousexual contra outro profissional, devendo denunciar taispráticas à comissão de ética competente;
  • 27. III - criar empecilho à legítima e democrática organizaçãoda categoria.Capítulo V - Da aplicação do Código de Ética e disposições finaisArt. 15. As transgressões ao presente Código de Ética serãoapuradas, apreciadas e julgadas pelas comissões de éticados sindicatos e, em segunda instância, pela ComissãoNacional de Ética.§ 1º As referidas comissões serão constituídas por cincomembros.§ 2º As comissões de ética são órgãos independentes,eleitas por voto direto, secreto e universal dosjornalistas. Serão escolhidas junto com as direções dossindicatos e da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ),respectivamente. Terão mandatos coincidentes, porém serãovotadas em processo separado e não possuirão vínculo com oscargos daquelas diretorias.§ 3º A Comissão Nacional de Ética será responsável pelaelaboração de seu regimento interno e, ouvidos ossindicatos, do regimento interno das comissões de ética dossindicatos.Art. 16. Compete à Comissão Nacional de Ética:I - julgar, em segunda e última instância, os recursoscontra decisões de competência das comissões de ética dossindicatos;II - tomar iniciativa referente a questões de âmbitonacional que firam a ética jornalística;III - fazer denúncias públicas sobre casos de desrespeitoaos princípios deste Código;IV - receber representação de competência da primeirainstância quando ali houver incompatibilidade ouimpedimento legal e em casos especiais definidos noRegimento Interno;V - processar e julgar, originariamente, denúncias detransgressão ao Código de Ética cometidas por jornalistasintegrantes da diretoria e do Conselho Fiscal da FENAJ, daComissão Nacional de Ética e das comissões de ética dossindicatos;VI - recomendar à diretoria da FENAJ o encaminhamento aoMinistério Público dos casos em que a violação ao Código deÉtica também possa configurar crime, contravenção ou dano àcategoria ou à coletividade.
  • 28. Art. 17. Os jornalistas que descumprirem o presente Códigode Ética estão sujeitos às penalidades de observação,advertência, suspensão e exclusão do quadro social dosindicato e à publicação da decisão da comissão de ética emveículo de ampla circulação.Parágrafo único - Os não-filiados aos sindicatos dejornalistas estão sujeitos às penalidades de observação,advertência, impedimento temporário e impedimentodefinitivo de ingresso no quadro social do sindicato e àpublicação da decisão da comissão de ética em veículo deampla circulação.Art. 18. O exercício da representação de modo abusivo,temerário, de má-fé, com notória intenção de prejudicar orepresentado, sujeita o autor à advertência pública e àspunições previstas neste Código, sem prejuízo da remessa docaso ao Ministério Público.Art. 19. Qualquer modificação neste Código só poderá serfeita em congresso nacional de jornalistas medianteproposta subscrita por, no mínimo, dez delegaçõesrepresentantes de sindicatos de jornalistas.Vitória, 04 de agosto de 2007.Federação Nacional dos JornalistasMODELO DE CONTRATO (SUGERIDO)CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA DECOMUNICAÇÃOCONTRATADONome: ________________________Registro Profissional N.º: ____________Endereço:__________________________________________________R.G.: ______________________ CGC/CPF: ______________A seguir denominado apenas CONTRATADOCONTRATANTENome:______________________________________________________Endereço:__________________________________________________CNPJ: _________________________Insc. Estadual / Federal: ____________Neste ato denominado por:_________________________________________E a seguir denominado apenas CONTRATANTEPRESTAÇÃO DE SERVIÇO (S) DO PRESENTE CONTRATO
  • 29. PERÍODO______________________VALOR TOTAL____________________IRRF __________________________VALOR LÍQUIDO __________________FORMA DE PAGAMENTO_________________________________________DESCRIÇÃO ESPECÍFICA DO SERVIÇO____________________________CONDIÇÕES1) É objetivo deste contrato é a prestação de serviço deassessoria de comunicação a ser efetuado pelo CONTRATADOpara o CONTRATANTE;2) Por prestação de serviço (s) de assessoria decomunicação, compreende-se as seguintes ações: projetos deassessorias, definição de políticas e estratégias decomunicação, planejamento de mídia, elaboração e envio dereleases e/ou sugestões de pautas, contatos telefônicos,visitas às redações, marcação e acompanhamento deentrevistas, supervisão de campanhas e produção de vídeos.§ 1º – O cumprimento do presente contrato seguirárestritamente à descrição específica do (s) serviço (s)definido na abertura deste CONTRATO.§ 2º – Qualquer serviço adicional, desde que acertado entreas partes, será objeto de adendo ou readequação do presenteCONTRATO.3) A remuneração da prestação de serviço (s) de assessoriade comunicação, está definida pelo preço R$ __________ porcada _______hora de trabalho ou fração deste tempo;4) CONTRATANTE E CONTRATADO estão de pleno acordo quanto aotempo de duração expresso no período de duração do presenteCONTRATO, usos e prazos para pagamento.§ 1º – Havendo necessidade de estender o período de duraçãopara execução dos serviços, deverá ser feito adendo oureadequação do presente CONTRATO, conforme entendimentoentre as partes.5) Qualquer outro tipo de ação terá que ser negociado entreCONTRATADO e CONTRATANTE e deve ser inscrito no verso destecontrato como termo aditivo.6) Fica eleito o Fórum da Cidade ___________________ paradirimir quaisquer dúvidas.
  • 30. 7) O presente contrato não inclui pagamento dos direitosautorais do autor. Todos os direitos estão reservados.Nome da Cidade ________________ de _____________ de 200REFERÊNCIAS PARA LEITURA• A galáxia de GutembergMarshal McluhanEditora da Universidade de São Paulo• Comunicação Empresarial, a imagem como patrimônio daempresa e ferramenta de marketingRoger CahenEd. Best Seller• A lógica do capital informaçãoMarcos DantasEd. Contraponto• Marketing Cultural & Comunicação Dirigida.Roberto MuylaertEd. Globo• O que é comunicação empresarial.Paulo Nassar e Rubens FigueiredoEd. Brasiliense (Coleção primeiros passos n.º 297)• A Comunicação da Pequena EmpresaPaulo Nassar e Nelson GomesEd. Globo• Comunicação empresarial, comunicação institucional:conceitos, estratégias, sistemas, estrutura, planejamento etécnicas.Francisco Gaudêncio Torquato do RegoEd. Summus• Quem tem medo de ser notícia?Marilene LopesEd. Makron Books• Media trainingNemércio NogueiraCultura Editores Associados• Quem tem medo da Imprensa?Regina VillelaEd. Campus
  • 31. • A prática da reportagemRicardo KotschoEditora Ática• A aventura da reportagemGilberto DimensteinRicardo KotschoSummus Editorial• As responsabilidades do jornalismo.As questões da ética no país de maior liberdade deexpressãoRobert SchmuhhEditora Nórdica• Complexo de Clark KentSão super-homens os jornalistas?Geraldinho VieiraSummus Editorial• Comunicação e poderA presença e o papel dos meios de comunicação de massaestrangeira na América LatinaPedrinho A. GuareschiEditora Vozes• Comunicação: direito à informaçãoJosé Marques de MeloEditora Papirus• Dicionário de propaganda e jornalismoMário ErbolatoEditora Papirus• Entrevista jornalísticaHugh C. SherwoodEditora Mosaico• Estrutura da informação radiofônicaEmílio PradoSummus Editorial• ÉticaAdolfo Sanches Vasquez• Grande manual de ortografiaCelso Pedro LuftEditora Globo
  • 32. • Jornal, história e técnicaHistória da imprensa brasileira IJuarez BahiaEditora Ática• Jornal, história e técnicaHistória da imprensa brasileira IIJuarez BahiaEditora Ática• Jornalismo EmpresarialJuarês Rodrigues PalmaEditora Sulina• Manual de estiloEditora Abril• Manual de redação e estilo Organizado e editado por Eduardo Martins O Estado de São Paulo• Manual geral de redaçãoFolha de São Paulo• Minha razão de viverMemórias de um repórterSamuel WainerEditora Record• Muito além do Jardim BotânicoUm estudo sobre a audiência do Jornal Nacional da Globoentre trabalhadoresCarlos Eduardo Lins da SilvaSummus Editorial• O Campeão de audiênciaUma autobiografiaWalter ClarkGabriel PriolliEditora Best Seller• O papel do jornalUma releituraAlberto DinesSummus Editorial• O que é jornalismoWolfgang KnappJean Claude BernardetEditora Cinem
  • 33. • O relógio de PascalA experiência do primeiro ombudsman da imprensaCaio Túlio Costa• O texto na TVManual de telejornalismoVera Iris PaternostroEditora Brasiliense• Opinião públicaTeoria e pesquisaMonique AugrasEditora Vozes• Prontuário de redação oficialJoão Luiz NeyEditora Nova Fronteira• Portas abertasCélia ValenteWalter NoriCírculo do Livro• ReleasemaniaGerson Moreira LimaSummus Editorial• Técnica de reportagemNotas sobre a narrativa jornalísticaMuniz Sodré e Maria Helena FerrariSummus Editorial• Técnica de comunicação escritaIzidoro BhiksteinEditora Ática• Um manual prático de redação para jornalistas,escritores, editores, estudantes e profissionais ouamadoresEditora Nova Fronteira• Vade-mécum da comunicaçãoReinaldo SantosEdições Trabalhistas• O Jornalista BrasileiroFederação Nacional dos Jornalistas Profissionais, de 1946 a1999Adísia SáEdições Fundação Demócrito Rocha
  • 34. • Assessorias de Imprensa, O Papel do Assessorcoletânea de vários autoresFenaj• Abaixo o Nada a Declarar!O assessor de imprensa na era da globalizaçãoBoanerges LopesZabelê Consultoria e Planejamento Editorial• Revista Fonte, dos Jornalistas de Assessoria de Imprensae Comunicação N.º 01Fenaj• Revista Fonte, dos Jornalistas de Assessoria de Imprensae Comunicação N.º 02Fenaj• Strees e Violência no Lead da NotíciaFenaj• Saúde, Jornalista !!!Cartilha de prevenção de doenças no trabalhoProjeto Escola do JornalistaFenaj• Manual do Trabalhador JornalistaProjeto Escola do JornalistaFenaj• Legislação BásicaProjeto Escola do JornalistaFenaj• Assessoria de Imprensa e relacionamento com a mídiaTeoria e TécnicaJorge Duarte – organizadorEditora Atlas• Assessoria de Imprensa para pequenas e médias empresasRegina Carettoni – Tese• Pesquisa ImprensaOrientações para um bom relacionamentoEmbrapaGESTÕES DA CONJACComissão Nacional dos Jornalistas em Assessoria deComunicação da Fenaj (Eleita ao final de cada Enjac)
  • 35. 1990/1991Cláudio Monteiro – SPConceição Elarrat – PACossette Castro – RSEdvino Hubner – ROFernanda D’Oliveira – PEFernando Paulino – Mun. RJJairo de Britto – ESOlivan Rodrigues – PIRandolfo Decker – SCRosely Fernandes – MT1991/1992Cláudio Monteiro – SPConceição Elarrat – PAEdvino Hubner – ROFernanda D’Oliveira – PEFernando Paulino – Mun. RJJairo de Britto – ESOlivan Rodrigues – PIRomerito Valle – DFRosely Fernandes – MTVera Spolidoro – RS1992/1993Almerindo Costa – MTÀngéle Murad – ESDavi Casseb – ROFábia Gomes – PELea Nunes – PALuís Guilherme – BAPaulo Faustino – Mun. RJRenato Santoro – ESRosenira Nascimento – PIValéria Barbosa – CE1993/1994Cláudio Monteiro – SPConceição Elarrat – PACossette Castro – RSEdvino Hubner – ROHeitor Átila – MGPaulo Faustino – Mun. RJRenato Santoro – ESRogaciano Medeiros – BARogério Cadengue – RNRosa Moreira – DF1995/1996Caetana Ferreira da Silva - PA
  • 36. Evanice Maria Gomes – PBFábia Gomes – PEFernando Paulino – Mun. do RJHilda Sant’Anna Adami Santos – DFJairo de Brito – ESJosé Ribamar F. Morais – MAMoacir Loth – SCPaulo Vieira Lima – SPPedro Régis da Costa – DF1996/1997Davi Casseb – ROFábia Gomes – PEGilberto de Souza – Mun. do RJJosé Rodrigues – MAJozafá Dantas – DFPaulo Faustino – Mun. RJMarcelo Ratai – RSMaria Amélia – CEMariene Martins Maciel – BAPaulo Vieira Lima – SPRosa Moreira – DF1997/1999Terezinha Santos – Mun. RJFábia Gomes – PENicolau Frederico de Souza – RNCossete Castro – RSEduardo Assunção Franco – MGFátima Almeida – ALMarcos Lima – PBRoberta Borges Tum – TOSandra Marina – PA1999/2001Valdeci Gomes - ALMara Ribeiro - SPHelena Barcelos - MGSocorro Camelo - ACRosângela Rodrigues Gusmão - PACid Rosado - RNEnoque Araújo - SEIvan Accioly – Mun. RJOsmar de Carvalho - MTMillene Margarida – SC2001/2003Denise (GO)Lourdes Augusto (SP)
  • 37. 2003/2005Lourdes Augusto – SPCláudio Galleti – PRThania Coimbra - GOAdriana Santiago – CELudwig Larré – RSMarley Galvão – SPEduardo Ramos – DFGilvan Costa – RRHanny Amoras – PACarlos Gonçalves - AL2005/2007Marley Galvão – SPAdriana Santiago – CELudwig Larré – RSJane Vasconcelos – ACCândida Roberta – PAFelipe Donner – PBGeorge Washington – SECândida – GOMarília Poletti – ESEmanuele Torres – SCSINDICATOS FILIADOSSindicato dos Jornalistas do AcrePresidente: Marcos VicenttiAv. Getúlio Vargas, 130 Sl. 306Galeria Danielli - CentroCEP:69900-150 - Rio Branco/ACFone: (68) 3223-7418Fax: (68) 3224-4410E-mail: sinjac@contilnet.com.brSindicato dos Jornalistas de AlagoasPresidente: Carlos Roberto Pereira LeiteR. Sargento Jaime, 370 - PradoCEP:57010-200 - Maceió/ALFone fax: (82) 3326-9168E-mail: sindjornal@uol.com.brSite: www.sindjornal.org.brSindicato dos Jornalistas do AmapáPresidente: Volney de Jesus OliveiraAv. Duque de Caxias, 600 - CentroCEP: 68906-330 - Macapá/APFone: (96) 224-2864 Fax: (96) 224-2252 (96) 8114-7907E-mail: volneyoliveira@hotmail.com
  • 38. Sindicato dos Jornalistas do AmazonasPresidente: César Augusto Monteiro WanderleyPraça Santos Dumont, 15CEP:69020-550 - Manaus/AMFone fax: (92) 3234-9977Fone: (92) 3234-7833 ou 635.9445E-mail: sjpam@vivax.com.brSite: www.sjpam.com.brSindicato dos Jornalistas da BahiaPresidente: Kardelícia Mourão Lopes (Kardé Mourão)R. Gregório de Matos, 25 1º andar - PelourinhoCEP:40025-060 - Salvador/BAFone: (71) 3321-1914 - Fax: (71) 3322-8643E- mail: sinjorba@terra.com.brSite: www.sinjorba.org.brSindicato dos Jornalistas do CearáPresidente: Déborah LimaR. Joaquim Sá, 545 - Dionísio TorresCEP: 60130-050 - Fortaleza/CEFone/Fax: (85) 3272-2966E-mail: sindjorce@sindjorce.org.brSite: www.sindjorce.org.brSindicato dos Jornalistas do Distrito FederalPresidente: Romário SchettinoSIG Quadra 02, N.º 430 - Setor de Indústrias GráficasCEP:70160-900 - Brasília/DFFone: (61) 3343-1728/2251 - Fax: (61) 3343-1317E-mail: sjpdf@sjpdf.org.brSite: www.sjpdf.org.brSindicato dos Jornalistas de DouradosPresidente: Luís Carlos LucianoR. Benjamin Constant, N.º 1.735 - Jardim FaculdadeCEP:79824-120 - Dourados/MSFone: (67) 3422-5540 (67) 8404-6500E-mail: sinjorgran@yahoo.com.brSindicato dos Jornalistas do Espírito SantoPresidente: Suzana Tatagiba FundãoAv. Jerônimo Monteiro, 240Ed. Ruralbank Sala 710 - CentroCEP:29010-002 - Vitória/ESFone: (27) 3222-2699 - Fax: (27) 3222-7264E- mail: sindicato@sindijornalistases.org.brSite: www.sindijornalistases.org.br
  • 39. Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio de JaneiroPresidente: José Ernesto Müzell ViannaR. Saldanha Marinho, 217CEP:24030-040 - Niterói/RJFone fax: (21) 2620-8295E-mail: jornalistas@rj.netSite: www.sindicatodosjornalistas.com.brSindicato dos Jornalistas de GoiásPresidente: Luiz Antonio SpadaAv. Anhanguera, 5389 - Ed. Anhanguera, Sl. 1309CEP:74037-900 - Goiânia/GOFone fax: (62) 3213-6701Fone: (62) 3224-3451E-mail: jornalistasgo@jornalistasgo.org.brSite: www.jornalistasgo.org.brSindicato dos Jornalistas de Juiz de ForaPresidente: Nelson ToledoR. Halfeld, 805 - Sl. 603 - CentroCEP:36010-003 - Juiz de Fora/MGFone: (32) 3215-4534E-mail: sindicato@jornalistasdejf.org.brneotolledo@hotmail.comSite: www.jornalistasdejf.org.brSindicato dos Jornalistas de LondrinaPresidente: Ayoub Hanna AyoubR. Samuel Wainer, 17 - Casa do JornalistaJardim MediterrâneoCEP:86047-100 - Londrina/PRFone: (43) 3341-8101 - Fax: (43) 3341-6545E-mail: jornalis@sercomtel.com.brSindicato dos Jornalistas do MaranhãoPresidente: José Leonardo MonteiroCasa do Trabalhador, Sala 213Sítio Santa EuláliaCEP: 65070-284 - São Luís/MAFone fax: (98) 3246-2659E-mail: sindjorma@hotmail.comSindicato dos Jornalistas do Mato GrossoPresidente: Jonas da SilvaAv. Presidente Marques, 1532 - Santa HelenaCEP:78045-008 - Cuiabá/MTFone fax: (65) 3025-4723E-mail: sindjordebates@ibest.com.brSite: www.sindjormt.zip.net
  • 40. Sindicato dos Jornalistas do Mato Grosso do SulPresidente: Clayton Wander Nascimento SalesR. Eng. Roberto Mange, 37 Casa 02 - AmambaíCEP:79005-420 - Campo Grande/MSFone: (67) 325-5811 - Fax: (67) 325-9032e-mail: sindjorms@sindjorms.com.br ouclaytonsales@uol.com.brSite: www.sindjorms.com.brSindicato dos Jornalistas de Minas GeraisPresidente: Aloísio Soares LopesAv. Álvares Cabral, 400 - CentroCEP: 30170-000 - Belo Horizonte/MGFone: (31) 3224-5011/5450Fax: (31) 3224-4428E-mail: sjpmg@sjpmg.org.brSite: www.jornalistasdeminas.org.brSindicato dos Jornalistas do Município do Rio de JaneiroPresidente: Suzana BlassR. Evaristo da Veiga, 16/17º andar - Centro/CinelândiaCEP:20031-040 - Rio de Janeiro/RJFone: (21) 2544-2100 - Fax: (21) 2544-2773E-mail: sindicato-rio@jornalistas.org.brSite: www.jornalistas.org.brSindicato dos Jornalistas do ParáPresidente: Carmen Lúcia Souza da SilvaTravessa Barão do Triunfo, 2949 - MarcoCEP: 66093-050 - Belém /PAFone fax: (91) 3246-5209E-mail: sinjor@jornalistasdopara.com.brSite: www.jornalistasdopara.com.brSindicato dos Jornalistas da ParaíbaPresidente: Land Seixas de CarvalhoR. Índio Pirajibe, 98 - 1º andar - CentroCEP:58011-200 - João Pessoa/PBFone/Fax: (83) 3222-5632 - Celular: (83) 9322 0588E-mail: sindicato.jornalistas.pb@gmail.comSite: www.sindjornalistaspb.orgSindicato dos Jornalistas do ParanáPresidente: Aniela AlmeidaR. José Loureiro, 211 - Praça Carlos GomesCEP:80010-140 - Curitiba/PRFone fax: (41) 3224-9296E-mail: sindijor@sindijorpr.org.brSite: www.sindijorpr.org.br
  • 41. Sindicato dos Jornalistas de PernambucoPresidente: Ayrton Barbosa Maciel JúniorPraça Osvaldo Cruz, 400 - Boa VistaCEP:50050-210 - Recife/PEFone: (81) 3221-4699Fax: (81) 3221-0723E-mail: jornalistas-pe@ig.com.brSite: www.jornalistas-pe.org.brSindicato dos Jornalistas do PiauíPresidente: Luiz Carlos de OliveiraR. Des. Freitas, 1542 - CentroCEP:64000-240 - Teresina/PIFone fax: (86) 3223-6388E-mail: sindjor_pi@hotmail.com ou oliverlucos@hotmail.comSindicato dos Jornalistas do Rio Grande do NortePresidente: Maria Nelly CarlosR. Felipe Camarão, 385 - Cidade AltaCEP: 59012-480 - Natal/RNFone fax: (84) 3201 1263 (Secretaria)(84) 3201 9183 (Diretoria)(84) 9996 5405 (Informações em geral)E-mail: sindjorn2000@yahoo.com.brSite: http://sindjorn.tripod.com/Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do SulPresidente: José Maria Rodrigues NunesR. dos Andradas, 1270 13º AndarCEP:90020-008 - Porto Alegre/RSFone: (51) 3226-0664/1735 - Fone fax: (51) 3228-8146E-mail: jornalistasrs@jornalistasrs.brte.com.brSite: www.jornalistas-rs.org.brSindicato dos Jornalistas de RondôniaPresidente: Marcos Antônio GrutzmacherR. Ruy Barbosa, 980 - ArigolândiaCEP: 78902-240 - Porto Velho/ROFone: (69) 3224-3782E-mail: sindicatodosjornalistas@gmail.comSindicato dos Jornalistas de RoraimaPresidente: José Gilvan da CostaR. Araujo Filho, 947CentroCEP:69301-090 - Boa Vista/RRFone: (95) 3621-3937 ou (95) 9971-8132E-mail: gilvancosta@bol.com.br
  • 42. Sindicato dos Jornalistas de Santa CatarinaPresidente: Rubens LungeAv. Mauro Ramos, 1624 - Sala 207 - CentroCEP:88020-302 - Florianópolis/SCFone: (48) 3228-2500 - Fax: (48) 3228-5908E-mail: jornalistas@sjsc.org.brSite: www.sjsc.org.brSindicato dos Jornalistas de São PauloPresidente: José Augusto Camargo (Guto)R. Rego Freitas, 530 - SobrelojaVila BuarqueCEP:01220-010 - São Paulo/SPFone: (11) 3217-6299 - Fax: (11) 3256-7191E-mail: jornalista@sjsp.org.brSite: www.jornalistasp.org.brSindicato dos Jornalistas de SergipePresidente: George WashingtonR. Itabaianinha, 261 Sl.10 1º andarCEP:49010-190 - AracajúFone/fax: (79) 3214-1586E-mail: sindijor@infonet.com.brSite: www.sindijor-se.com.brSindicato dos Jornalistas de TocantinsPresidente: Élcio MendesQuadra 104 Norte, Rua NE-9, Lote 17, sala 2CEP:77006-028 - palaFone/Fax: (63) 3215-7268E-mail: sindjorto@gmail.comSite: www.jornalistasdotocantins.com.brDiretora da FENAJ – Gestão 2007 a 2010EXECUTIVAPresidente: Sérgio Murillo de Andrade - Santa Catarina1º Vice-Presidente: Celso Schröder - Rio Grande do Sul2ª Vice-Presidente: Carmen Lúcia da Silva - ParáSecretária Geral: Maria José Braga - Goiás1º Secretário: Guto Camargo - São Paulo1ª Tesoureira: Déborah Lima - Ceará2º Tesoureiro: Arthur Lobato Magalhães Filho - Minas GeraisSuplente: Osnaldo Moraes Silva - PernambucoSuplente: Antônio Paulo da Silva - Distrito FederalVICE-PRESIDÊNCIAS REGIONAISVice Regional Centro-Oeste: Luiz Spada - GoiásVice Regional Sul: Aniela de Almeida - ParanáVice Regional Sudeste: Suzana Tatagiba - Espírito Santo
  • 43. Vice Regional Nordeste I: Luiz Carlos de Oliveira Silva -PiauíVice Regional Nordeste II: Valdice Gomes da Silva - AlagoasVice Regional Norte I: José Gilvan da Costa - RoraimaVice Regional Norte II: Volney Oliveira - AmapáDEPARTAMENTOSDepartamento de Educação e Aperfeiçoamento ProfissionalValci Zuculoto - Santa CatarinaAlexandre Campello - Minas GeraisMarjorie Moura - BahiaDepartamento de Relações InstitucionaisAloisio Lopes - Minas GeraisEdvânia Kátia - MaranhãoAlcimir Carmo - São PauloDepto. de Mobilização, Negociação Salarial e DireitoAutoralJosé Carlos Torves - Rio Grande do SulMárcia Regina Quintanilha - São PauloLuís Carlos Luciano - Mato Grosso do SulDepartamento de Cultura e EventosAdriana Santiago - CearáMaria das Graças Prado de Oliveira - PernambucoLourdes Augusto - São PauloDepartamento de Mobilização em Assessoria de ComunicaçãoJanaina Ferreira da Mata - Minas GeraisWilson Carlos Braga Reis - AmazonasEdlamara Conti - Espírito SantoDepartamento de Relações InternacionaisBeth Costa - Rio de JaneiroMoacir Maia - CearáAyoub Hanna Ayoub - ParanáDepto. de Mobilização dos Jornalistas de Produção e ImagemRaimundo Afonso Gomes - AcreEdson Carlos da Silva - ParanáLand Seixas - ParaíbaDepartamento de Saúde e PrevidênciaRubens Lunge - Santa CatarinaLúcia de Fátima Figueiredo - ParaíbaMarcos Antônio Grützmacher - Rondônia
  • 44. Conselho FiscalKardé Mourão - BahiaEdson Verber da Silva - ParaíbaSocorro Loureiro - TocantinsCOMISSÃO NACIONAL DE ÉTICAArmando Rollemberg - Distrito FederalWashington Mello - Minas GeraisCarmen Lúcia Pereira - Rio de JaneiroRegina Deliberai - Mato GrossoRossini Barreira - PernambucoEXPEDIENTERevisão com colaboração de:Cândida Mota (GO), Denise Fon (SP), Fábia Gomes (PE),Lourdes Augusto (SP), Ludwig Larré (RS), Mara Ribeiro (SP),Marley Trifilo (SP), Paulo Vieira Lima (SP), RobertaVilanova (PA) e Rosângela Aguiar (GO).Edição: Lourdes Augusto, Mara Ribeiro e Fábia Gomes.Departamento de Mobilização em Assessoria de Comunicação daFENAJ.