CICLO UFPEL, uma ciclorede para integrar a cidade e a universidade

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O projeto CICLO UFPEL foi desenvolvido através da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UFPel como Trabalho Final de Graduação da aluna Fernanda Tomiello, sob orientação do professor Maurício Polidori.

A proposta do projeto CICLO UFPel é criar uma ciclorede na cidade de Pelotas com foco na integração entre os núcleos da UFPel e desses com a população. Num trecho da ciclorede proposta, que conecta o Anglo ao ICH pelas ruas Gomes Carneiro e Alberto Rosa, a proposta é desenvolvida na escala de desenho urbano. A elaboração de um projeto arquitetônico de um bicicletário público, concebido a partir da reutilização de containers, também faz parte da proposta.

É sabido que nos grandes centros urbanos, as vias para automóveis ocupam em média 70% do espaço público e transportam apenas de 20% a 40% dos habitantes. No entanto, há uma forte tendência de humanização da cidade no planejamento urbano atual, com especial atenção para os aspectos sociais e ambientais.

O conceito do projeto CICLO UFPEL está inserido dentro da ideia da reconquista do espaço público para as pessoas, que indica uma forte tendência de humanização da cidade no planejamento urbano atual, com especial atenção para os aspectos sociais e ambientais. Deste modo, a proposta estrutura-se a partir de três conceitos principais: mobilidade sustentável, atratividade e identidade.

Mais informações em http://fertomiello.wix.com/cicloufpel

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CICLO UFPEL, uma ciclorede para integrar a cidade e a universidade

  1. 1. APRESENTAÇÃOA proposta do projeto CICLO UFPel é criar umaciclorede na cidade de Pelotas com foco naintegração entre os núcleos da UFPel e desses coma população.Num trecho da ciclorede proposta, que conecta oAnglo ao ICH pelas ruas Gomes Carneiro e AlbertoRosa, a proposta é desenvolvida na escala dedesenho urbano.A elaboração de um projeto arquitetônico de umbicicletário público, concebido a partir dareutilização de containers, também faz parte daproposta.
  2. 2. CONTEXTO JUSTIFICATIVA Nos grandes centros urbanos, as vias para automóveis ocupam em média 70% do espaço público e transportam apenas de 20% a 40% dos habitantes.Há uma forte tendência de humanização da cidade no planejamento urbano atual, com especial atenção para os aspectos sociais e ambientais.
  3. 3. CONCEITOO conceito do projeto está inserido dentro da ideiada reconquista do espaço público para as pessoas,que indica uma forte tendência de humanização dacidade no planejamento urbano atual, com especialatenção para os aspectos sociais e ambientais.Deste modo, a proposta estrutura-se a partir de trêsconceitos principais:mobilidade sustentável,atratividade e identidade.
  4. 4. LEVANTAMENTO INFRA-ESTRUTURA CICLOVIÁRIA EM PELOTAS
  5. 5. LEVANTAMENTO INFRA-ESTRUTURA CICLOVIÁRIA EM PELOTAS + LOCALIZAÇÃO DA UFPEL 6
  6. 6. ANÁLISEDISTÂNCIAS DE ATÉ 5 KM > MAIOR EFICIÊNCIA DA BICICLETA MAIOR DISTÂNCIA ENTRE OS NÚCLEOS DA UFPEL > 6 KM MAIOR DISTÂNCIA NA ÁREA CENTRO-PORTO> 3 KM CONCLUSÃO: O MODO DE TRANSPORTE MAIS EFICIENTE PARA CIRCULAR ENTRE OS NÚCLEOS DA UFPEL NA ÁREA CENTRAL E PORTUÁRIA É A BICICLETA. conexão entre os núcleos núcleos da UFPel centro e porto
  7. 7. CINCO EXIGÊNCIAS PARA O LEGISLAÇÃO PLANEJAMENTO CICLOVIÁRIO [COLEÇÃO BICICLETA BRASIL] Segurança viária Rotas diretas / rapidezPesquisas recentes indicamque a continuidade dascicloredes, dotação de infra- Coerênciaestrutura adequada e aintegração com outros meiosde transporte sãocaracterísticas recorrentes Confortonos sistemas cicloviários maiseficientes do mundo. Atratividade
  8. 8. REFERÊNCIAS
  9. 9. PROGRAMA DO PROJETOPLANEJAMENTO URBANODefinir as ruas da cidade de Pelotas que deverão receber ciclofaixae/ou ciclovia;Indicação de prioridades no tempo e no espaço.DESENHO URBANODesenho do sistema cicloviário, leito carroçável, calçadas ecruzamentos;Projeto paisagístico com arborização de acompanhamento viário;Indicação da sinalização vertical e horizontal;Intervenções artísticas complementando, compondo e transgredindo aproposta de desenho urbano;Definição de medidas de moderação de tráfego;Proposta de mobiliário urbano.ARQUITETURAProjeto arquitetônico e detalhamento de espaço destinado àestacionamento e manutenção de bicicletas;
  10. 10. PROJETO DE PLANEJAMENTO URBANODIRETRIZES:aproveitar ao máximo ainfra-estrutura existente Núcleos UFPel Ciclos Existentes Proposta Tempo 1conectar ciclofaixas e Proposta Tempo 2ciclovias existentes entre siconectar os prédios daufpel entre si, com osnúcleos residenciais edemais pontos de interessevalorizar a proposta doIIIPDP e melhorar suaconectividade eabrangênciapropor um sistemacicloviário periférico
  11. 11. Nessa escala, o conceito que se destaca é o de mobilidade sustentável. Prover a cidade de umaciclorede segura, confortável e coerente é a estratégia para estimular o uso da bicicleta comoalternativa nos deslocamentos urbanos diários, de modo a reduzir a pegada ecológica da população.[zoom centro-porto]
  12. 12. PROJETO DE DESENHO URBANO Atratividade é o conceito-chave e o objetivo principal naproposta de desenho urbano. A ideia é que a ciclofaixa não sejaapenas uma faixa dedicada aos ciclistas, mas que traga consigo uma série de atrativos ao usuários, tais como arborização, qualidade visual, iluminação e pavimentação adequadas.
  13. 13. DESENHO URBANONos slides a seguir, o percurso em que se trabalhacom desenho urbano foi dividido em seis trechos, indicados abaixo:
  14. 14. TRECHO 1 BENJAMIN CONSTANT ALBERTO ROSA
  15. 15. TRECHO 1 ALBERTO ROSA ICH BENJAMIN CONSTANT ALBERTO ROSA
  16. 16. TRECHO 1 BENJAMIN CONSTANT ALBERTO ROSA
  17. 17. TRECHO 1 BENJAMIN CONSTANT ALBERTO ROSA
  18. 18. TRECHO 1TRECHO 1 BENJAMIN CONSTANT ALBERTO ROSA
  19. 19. TRECHO 1TRECHO 1 BENJAMIN CONSTANT ALBERTO ROSA
  20. 20. TRECHO 1 BENJAMIN CONSTANT ALBERTO ROSA
  21. 21. TRECHO 1 BENJAMIN CONSTANT ALBERTO ROSA
  22. 22. TRECHO 1 BENJAMIN CONSTANT ALBERTO ROSA
  23. 23. TRECHO 1 7,00 7,00 3,95BENJAMIN CONSTANT ALBERTO ROSA
  24. 24. TRECHO 12,65 8,10 2,85 2,20 BENJAMIN CONSTANT ALBERTO ROSA
  25. 25. TRECHO 2ALBERTO ROSA GOMES CARNEIRO
  26. 26. TRECHO 2ALBERTO ROSA GOMES CARNEIRO
  27. 27. TRECHO 2ALBERTO ROSA GOMES CARNEIRO
  28. 28. TRECHO 2 ALBERTO ROSA GOMES CARNEIRO
  29. 29. TRECHO 2 ALBERTO ROSA GOMES CARNEIRO
  30. 30. TRECHO 2 2,23 2,60 6,65 2,54ALBERTO ROSA GOMES CARNEIRO
  31. 31. TRECHO 3 ALBERTO ROSA GOMES CARNEIRO
  32. 32. TRECHO 3ALBERTO ROSA GOMES CARNEIRO
  33. 33. TRECHO 3 ALBERTO ROSA GOMES CARNEIRO
  34. 34. TRECHO 4ALBERTO ROSA GOMES CARNEIRO
  35. 35. TRECHO 4 ALBERTO ROSA GOMES CARNEIRO
  36. 36. TRECHO 4 ALBERTO ROSA GOMES CARNEIRO
  37. 37. TRECHO 4ALBERTO ROSA GOMES CARNEIRO
  38. 38. TRECHO 5GOMES CARNEIRO ANGLO
  39. 39. TRECHO 5 GOMES CARNEIRO ANGLO
  40. 40. TRECHO 5 GOMES CARNEIRO ANGLO
  41. 41. TRECHO 5 GOMES CARNEIRO ANGLO
  42. 42. ACESSO EXCLUSIVO PARA PEDESTRES E CICLISTASACESSO PARA VEÍCULOS TRECHO 6 RAUL CORRÊA ANGLO
  43. 43. TRECHO 6
  44. 44. TRECHO 6 RAUL CORRÊAANGLO
  45. 45. PROJETO ARQUITETÔNICOOs “containers bicicletários” foram concebidos com o objetivo de oferecer ao ciclista um local seguro, funcional e agradável para guardar sua bicicleta. O conceito de identidade se apresenta com força nessa escala do projeto,com o container revelando a identidade portuária do bairro e exibindo as bicicletas, evidenciando que este é um local de ciclistas.
  46. 46. Implantação CoberturaPlanta baixa térreo Planta baixa 2° pav. ARQUITETÔNICO
  47. 47. Elevação frontalElevação lateralElevação lateral Elevação posterior ARQUITETÔNICO

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