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Arquitetura da Informação: da representação da informação aos usuários

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Aborda a Arquitetura da Informação na perspectiva do sistema (representação da informação, metadados, vocabulários controlados, folksonomia) e na perspectiva dos usuários (usabilidade, comportamento …

Aborda a Arquitetura da Informação na perspectiva do sistema (representação da informação, metadados, vocabulários controlados, folksonomia) e na perspectiva dos usuários (usabilidade, comportamento informacional, comportamento de busca de informação, competência informacional), visando discutir sobre melhorias para a encontrabilidade (findability) da informação.

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  • 1. Dos metadados aos aspectos cognitivos e sociais de usuários no contexto da Arquitetura da Informação: um enfoque na encontrabilidade e na usabilidade UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE MARÍLIA Faculdade de Filosofia e Ciências Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação Fernando Luiz Vechiato Disciplina: Arquitetura da Informação Digital Docente: Profa. Dra. Silvana Ap. Borsetti Gregorio Vidotti Marília, 2010
  • 2. Representação e Representação da Informação Figura 1: Modelo fenomenológico Fonte: Macedo (2005, p.128) A essência do conhecimento está intimamente relacionada à correlação entre dois elementos: o sujeito e o objeto – considerando que a função do primeiro é apreender o segundo e que a função deste é ser apreendido pelo primeiro (HESSEN, 2000). Em um contexto de construção de conhecimento, um dado objeto pode ser representado de diferentes formas por sujeitos distintos, o que depende da percepção que cada sujeito cognoscente possui desse objeto.
  • 3. <ul><li>A representação é, portanto, um processo cognitivo e estabelece a relação entre um sujeito e um objeto. Ao compor um dado produto de informação, o sujeito explicita seu conhecimento tácito, gerando uma representação de suas idéias. </li></ul><ul><li>Dessa forma, um outro sujeito que se apossar do produto de informação concebido também fará sua representação, por meio de suas percepções, as quais estão relacionadas a experiências inatas e adquiridas. </li></ul>Representação e Representação da Informação REPRESENTAÇÃO SECUNDÁRIA  PARA FINS DE RECUPERAÇÃO (ALVARENGA, 2003)
  • 4. <ul><li>A representação da informação na Web permite amenizar a ansiedade informacional (WURMAN, 1991) dos usuários em suas buscas, o que contribui para que encontrem o que procuram em ambientes informacionais, combinando relevância e economia de tempo e subsidiando uma tomada de decisão cujo resultado é a informação certa. </li></ul>Representação e Representação da Informação
  • 5. <ul><li>Etimologicamente, “dado sobre dado”, “[…] dado que descreve, a essência, atributos e contexto de emergência de um recurso (documento, fonte, etc.) e caracteriza suas relações, visando-se ao acesso e ao uso potencial”. (ALVARENGA, 2003, p.19). </li></ul><ul><li>“ [...] são conjuntos de atributos, mais especificamente dados referenciais, que representam o conteúdo informacional de um recurso que pode estar em meio eletrônico ou não. Já os formatos de metadados, também chamados de padrões de metadados, são estruturas padronizadas para a representação do conteúdo informacional que será representado pelo conjunto de dados-atributos (metadados).” (ALVES, 2005, p.115). </li></ul><ul><li>Exemplos de metadados em HTML: </li></ul>Metadados - conceitos
  • 6. Metadados - exemplos <html> <head> <title>:: UNESP : Campus de Marília ::</title> <meta name=&quot;generator&quot; content=&quot;EditPlus&quot;> <meta name=&quot;author&quot; content=&quot;Marco César Goulart&quot;> <meta name=&quot;keywords&quot; content=&quot;&quot;> <meta name=&quot;description&quot; content=&quot;Site Dinâmico da Unesp - campus de Marília&quot;> <meta http-equiv=&quot;content-type&quot; content=&quot;text/html; charset=iso-8859-1&quot;> <meta http-equiv=&quot;pragma&quot; content=&quot;no-cache&quot;> <!-- protege a página contra os motores de busca --> <link href=&quot;estilos.css&quot; rel=&quot;stylesheet&quot; type=&quot;text/css&quot;> <link link rel=&quot;shortcut icon&quot; href=&quot;imagens/logo.ico&quot;> <script src=&quot;funcoes.js&quot; language=&quot;javascript&quot; type=&quot;text/javascript&quot;> </script> <html> <head> <title>:: UNESP : Campus de Marília ::</title> <meta name=&quot;generator&quot; content=&quot;EditPlus&quot;> <meta name=&quot;author&quot; content=&quot;Marco César Goulart&quot;> <meta name=&quot;keywords&quot; content=&quot;&quot;> <meta name=&quot;description&quot; content=&quot;Site Dinâmico da Unesp - campus de Marília&quot;> <meta http-equiv=&quot;content-type&quot; content=&quot;text/html; charset=iso-8859-1&quot;> <meta http-equiv=&quot;pragma&quot; content=&quot;no-cache&quot;> <!-- protege a página contra os motores de busca --> <link href=&quot;estilos.css&quot; rel=&quot;stylesheet&quot; type=&quot;text/css&quot;> <link link rel=&quot;shortcut icon&quot; href=&quot;imagens/logo.ico&quot;> <script src=&quot;funcoes.js&quot; language=&quot;javascript&quot; type=&quot;text/javascript&quot;> </script> Figura 2: Página inicial do web site da UNESP – Campus de Marília. Fonte: Disponível em: http :// www.marilia.unesp.br . Acesso em: 28 jun. 2010 Figura 3: Página do PPGCI – UNESP – Campus de Marília. Fonte: Disponível em: http :// www.marilia.unesp.br/posci . Acesso em: 28 jun. 2010
  • 7. Metadados - exemplos <html xmlns=&quot;http://www.w3.org/1999/xhtml&quot; lang=&quot;pt-br&quot; xml:lang=&quot;pt-br&quot;> <head> <meta http-equiv=&quot;Content-Type&quot; content=&quot;text/html; charset=iso-8859-1&quot; /> <title>Terra - Notícias, vídeos, esportes, economia, diversão, música, moda, fotolog, blog, chat</title> <meta name=&quot;description&quot; content=&quot;Conheça o NOVO Portal do Terra com últimas notícias do Brasil e do Mundo com fotos e vídeos. Notícias, Esportes, Diversão, Vida e Estilo, Terra TV, Sonora&quot; xml:lang=&quot;pt-BR&quot; lang=&quot;pt-BR&quot; /> <meta name=&quot;keywords&quot; content=&quot;noticias, esportes, diversao, estilo de vida&quot; xml:lang=&quot;pt-BR&quot; lang=&quot;pt-BR&quot; /> Figura 4: Página inicial do web site do Portal Terra. Fonte: Disponível em: http :// www.terra.com.br . Acesso em: 01 jul. 2010
  • 8. <ul><li>Dublin Core (DC)  dados sobre documentos eletrônicos; </li></ul><ul><li>Government Information Locator Service (GILS)  descrição de dados governamentais; </li></ul><ul><li>Content Standards for Digital Geospatial Metadata (CSDGM)  descrição de dados geo-espaciais; </li></ul><ul><li>Machine Readable Card (MARC)  descrição de dados bibliográficos; </li></ul><ul><li>Encoded Archival Description (EAD)  descrição de dados arquivísticos. </li></ul>Alguns Padrões de Metadados
  • 9. Registro em formato Dublin Core Figura 5: Exemplo de registro em formato Dublin Core. Fonte: Disponível em: http ://objetoseducacionais2.mec.gov.br / . Acesso em: 01 jul. 2010
  • 10. <ul><li>“ As linguagens documentárias, que representam conceitos e suas relações em domínios de conhecimento, são instrumentos de controle terminológico utilizados para padronizar a atribuição de assuntos ou indexação dos conteúdos” (MACEDO, 2005, p.169). </li></ul>Vocabulários controlados Figura 6: Tipos de vocabulários controlados Fonte: Morville e Rosenfeld (2006) Simple Complex Synonym Rings Authority Files Classification Schemes Thesauri Equivalence Hierarchical Associative (Vocabularies) (Relationships)
  • 11. <ul><li>ANÉIS SINONÍMICOS: conectam um conjunto de palavras que estão definidas como equivalentes com a finalidade de recuperação; </li></ul><ul><li>Ex.: http://www.google.com.br </li></ul><ul><li>ARQUIVOS DE AUTORIDADE: lista de termos preferidos ou valores aceitáveis; </li></ul><ul><li>Ex.: http://www.dmoz.org/preferredterms.html </li></ul><ul><li>ESQUEMAS DE CLASSIFICAÇÃO: arranjo hierárquico de termos preferidos; </li></ul><ul><li>Ex.: http://www.oclc.org/dewey/resources/summaries/ </li></ul><ul><li> http://www.success.co.il/knowledge/map/map.html </li></ul><ul><li>TESAUROS: vocabulários controlados nos quais equivalência, hierarquia e relações associativas são identificadas para fins de melhorar a recuperação. </li></ul><ul><li>Ex.: http://www.museudofolclore.com.br/tesauro/ </li></ul>Vocabulários controlados
  • 12. <ul><li>TESAUROS: </li></ul><ul><ul><li>Relação de Equivalência : entre o termo preferido e o termo não-preferido: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Poliglota; Multilíngue </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fotocópia; Xérox </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Deletar; Remover </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pinguins; Enfenisciformes </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Países em desenvolvimento; Países subdesenvolvidos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Rumênia; Romênia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PVC; Polivinil Clorido </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Umidade; Secura (são considerados como sinônimos) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Relação Hierárquica: entre termos genéricos e termos específicos: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Linhas aéreas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>TG: Serviços de transporte </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Serviços de transporte </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>TE: Linhas aéras </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>(AUSTIN; DALE, 1993) </li></ul></ul></ul>Vocabulários controlados
  • 13. <ul><ul><li>Relação Associativa : termos relacionados: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>EQUINOS  ASNOS – CAVALOS – MULAS </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Equinos </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>TE: Asnos </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>TE: Cavalos </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>TE: Mulas </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Asnos </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>TG: Equinos </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>TR: Mulas </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Mulas </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>TG: Equinos </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>TR: Asnos </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>TR: Cavalos </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Cavalos </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>TG: Equinos </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>TR: Mulas </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>(AUSTIN; DALE, 1993) </li></ul></ul></ul></ul><ul><li>Ex.: http://www.museudofolclore.com.br/tesauro/ </li></ul>Vocabulários controlados Termo: Biblioteconomia Nota de aplicação: Termo incluído em 18/05/01 Equivalência: UP Documentação Termo genérico: TG Ciência da Informação Termo específico: TE Bibliotecário Termo associado: TA Arquivística (SOUTO, 2003, p.78)
  • 14. <ul><li>ONTOLOGIAS: vocabulário controlado que descreve objetos e as relações entre eles. Podem incluir glossários, taxonomias e tesauros para o estabelecimento de um vocabulário comum (SEMANTIC WEB, 2005 apud CASTRO, SANTOS, 2007); </li></ul><ul><li>“ […] funcionam como qualificadores dos metadados […]” (ALVES, 2005, p.110); </li></ul><ul><li>“ Em princípio, a utilização de ontologias representa a possibilidade de uma expressiva melhoria na precisão das buscas na web, minimizando problemas semânticos, como ambigüidade, polissemia e uso de termos com diferentes sentidos em diversas comunidades, no mesmo ou em diferentes idiomas, por meio do uso de conceitos precisos fornecidos por estes artefatos” (LIMA-MARQUES, 2006, p.53). </li></ul><ul><li>Não haverá o estabelecimento da Web Semântica sem a representação por metadados. </li></ul>Vocabulários controlados
  • 15. <ul><li>É a atribuição livre e pessoal de etiquetas ( tagging como indexação colaborativa) em um ambiente social (aberto e compartilhado); </li></ul><ul><li>Não são adotadas regras e/ou políticas de indexação e nem o controle de vocabulários; </li></ul><ul><li>Não há efetivamente a tradução dos termos de uma linguagem natural para uma linguagem artificial; </li></ul><ul><li>Quem indexa não é o autor, nem o profissional, é o próprio usuário. </li></ul><ul><li>(CATARINO; BAPTISTA, 2007) </li></ul><ul><li>Web Social Semântica  Taxonomias, folksonomias e ontologias (JORENTE; SANTOS; VIDOTTI, 2009). </li></ul>Folksonomia
  • 16. <ul><li>Findability (Encontrabilidade) : </li></ul><ul><ul><li>A qualidade de ser localizável ou navegável; </li></ul></ul><ul><ul><li>O nível no qual um objeto particular é facilmente descoberto ou localizado; </li></ul></ul><ul><ul><li>O nível no qual um sistema ou ambiente suporta a navegação e recuperação. </li></ul></ul><ul><ul><li>(MORVILLE, 2005, p.4) </li></ul></ul>Encontrabilidade
  • 17. <ul><li>O foco da capacitação dos profissionais da informação é aumentar a possibilidade dos usuários em encontrar a informação, por meio da representação e da organização da informação e fornecendo ferramentas e assistência para promover sua encontrabilidade (BATLEY, 2007). </li></ul>Encontrabilidade DA PERSPECTIVA DO SISTEMA  Representação e Organização das Informações DA PERSPECTIVA DO USUÁRIO  Usabilidade, Comportamento Informacional, Comportamento de busca de informação e Competência Informacional
  • 18. Figura 7a: Modelo aplicado a diferentes ambientes informacionais Fonte: Macedo (2005, p.173)
  • 19. Figura 7b: Modelo aplicado a diferentes ambientes informacionais Fonte: Macedo (2005, p.173)
  • 20.  Usabilidade é a “medida na qual um produto pode ser usado por usuários específicos para alcançar objetivos específicos com eficácia, eficiência e satisfação em um contexto específico de uso” (NBR 9241-11, 2002 baseada na ISO 9241-11, 1998). Usabilidade - Eficácia: a capacidade que os sistemas conferem a diferentes tipos de usuários para alcançar seus objetivos em número e com a qualidade necessária; - Eficiência: a quantidade de recursos (tempo, esforço físico e cognitivo...) que os sistemas solicitam aos usuários para a obtenção de seus objetivos com o sistema; - Satisfação: a emoção que os sistemas proporcionam aos usuários em face dos resultados obtidos e dos recursos necessários para alcançar tais objetivos. (CYBIS, BETIOL, FAUST, 2007, p.173)
  • 21.  “ A usabilidade é um atributo de qualidade relacionado à facilidade do uso de algo. Mais especificamente, refere-se à rapidez com que os usuários podem aprender a usar alguma coisa, a eficiência deles ao usá-la, o quanto lembram daquilo, seu grau de propensão a erros e o quanto gostam de utilizá-la. Se as pessoas não puderem ou não utilizarem um recurso, ele pode muito bem não existir” (NIELSEN, LORANGER, 2007, p.xvi);  O termo começou a ser utilizado em meados da década de 1980, principalmente pelas áreas de Ergonomia e Psicologia, substituindo a expressão user-friendly (“amigável”). (DIAS, 2003);  Botões do mouse : primeira aplicação de testes de usabilidade no contexto da interação humano-computador (IHC). (AGNER, 2006).  ESTÉTICA X FUNCIONALIDADE ;  A usabilidade é mais eficiente quando aplicada no início do desenvolvimento de um produto  reduz custos de manutenção e de suporte ao usuário, bem como, no caso de um web site , contribui para que o cliente se sinta satisfeito e não procure um concorrente por um mero problema na interface que facilmente pode ser resolvido. Usabilidade
  • 22. <ul><li>Diretrizes/Recomendações </li></ul><ul><li>Exemplos: (NIELSEN; TAHIR, 2002) </li></ul><ul><li>- Exibir o logotipo no canto superior esquerdo; </li></ul><ul><li>- Incluir um slogan que explique o objetivo do site ou empresa; </li></ul><ul><li>- Não utilizar instruções genéricas como ‘clique aqui’... </li></ul><ul><li> Princípios: (Baseados em Dias, 2003; Nielsen, 2005; Norman, 1988; Preece; Rogers; Sharp, 2005; Shneiderman, 1998; Torres; Mazzoni, 2004) </li></ul><ul><li>Prevenção e tratamento de erros; Consistência; </li></ul><ul><li>Feedback , Controle; </li></ul><ul><li>Eficácia e Eficiência; Fácil aprendizado; </li></ul><ul><li>Flexibilidade; Visibilidade; </li></ul><ul><li>Compatibilidade; Fácil memorização; </li></ul><ul><li>Priorização da funcionalidade e da informação; Uso equitativo; </li></ul><ul><li>Affordance ; Ajuda; </li></ul><ul><li>Atalhos; Baixo esforço físico; </li></ul><ul><li>Restrições; Reversão de ações; </li></ul><ul><li>Satisfação subjetiva; Segurança. </li></ul>Usabilidade – Diretrizes/Recomendações e Princípios
  • 23. <ul><li>Métodos/técnicas que não envolvem usuários: </li></ul><ul><li> Inspeções derivadas da Engenharia de Software ; </li></ul><ul><li> Inspeções baseadas em padrões; </li></ul><ul><li> Avaliação heurística: </li></ul><ul><ul><li>os avaliadores utilizam recomendações (heurísticas, princípios e/ou diretrizes) resultantes de estudos aplicados em usabilidade, as quais podem ser consideradas genéricas quando aplicadas em um determinado contexto de uso; </li></ul></ul><ul><ul><li>indicado para qualquer estágio de desenvolvimento; </li></ul></ul><ul><ul><li>classificação dos problemas de usabilidade em: barreiras, obstáculos e ruídos . </li></ul></ul>Avaliação da usabilidade – Métodos e Técnicas
  • 24. <ul><li>Métodos/técnicas que envolvem usuários: </li></ul><ul><li> Questionários e entrevistas: </li></ul><ul><ul><li>Vantagens e desvantagens; </li></ul></ul><ul><li> Brainstorming ; </li></ul><ul><li> Protocolo Verbal; </li></ul><ul><li> Medida de desempenho; </li></ul><ul><li> Card Sorting. </li></ul>Avaliação da usabilidade – Métodos e Técnicas
  • 25. Usuários DIVERSIDADE HUMANA – Diferenças Individuais:  conhecimento, experiência e habilidades : que estão relacionadas à educação dos usuários, nível de leitura, experiências, habilidades e competências, estratégias para resolução de problemas dentre outros aspectos;  personalidade: relacionada ao temperamento dos usuários e níveis de tolerância e motivação. Para o autor, esses aspectos interferem diretamente no momento em que os usuários estão navegando em um ambiente informacional digital;  atributos demográficos e físicos: os atributos demográficos estão relacionados à idade, sexo, status social dentre outros aspectos; e os atributos físicos referem-se às capacidades e limitações físicas;  níveis de usuários : relacionados à execução das tarefas. Nessa perspectiva, os usuários podem ser classificados em novatos, intermediários, experientes e experts (especialistas). (BADRE, 2002)
  • 26. Usuários  Processos cognitivos e suas implicações no design de interfaces: atenção (seletiva e dividida); percepção; memória; linguagem; aprendizado; resolução de problemas; criatividade;  Diversidade cultural .  Captar o comportamento dos usuários através da compreensão de suas necessidades, prioridades, objetivos, modelos mentais e estratégias de busca de informações representa um desafio multidimensional que pode envolver diferentes técnicas, sendo que a mais utilizada é o teste de usabilidade. Esta fase da pesquisa é a que investigará tanto as audiências como as tarefas, as necessidades, as experiências e o vocabulário dos usuários. (AGNER, 2006)
  • 27. <ul><li>Comportamento Informacional: é a totalidade do comportamento humano em relação às fontes e canais de informação, incluindo a busca ativa e passiva de informações, e o uso de informações. (WILSON, 2000). </li></ul>Usuários: Comportamento Informacional Figura 8: Do comportamento informacional à busca em um sistema de informação Fonte: Wilson (1999) - Engloba a busca de informações e a totalidade de outros comportamentos não intencionais ou passivos (tais como “ encontrar informações ”), bem como comportamentos intencionais que não envolvem busca, por exemplo, evitar a informação. (CASE, 2007, p.5).
  • 28. <ul><li>Comportamento de busca de informação: é a busca intencional de informação como uma conseqüência de uma necessidade para satisfazer algum objetivo. No decorrer da busca, o indivíduo pode interagir com os sistemas manuais de informação (tal como um jornal ou uma biblioteca), ou com sistemas baseados em computador (como a World Wide Web). </li></ul><ul><li>Comportamento de busca em sistemas de informação: É constituída por todas as interações com qualquer tipo de sistema de informação, quer em nível de interação humano-computador (por exemplo, a utilização do mouse e cliques em links), ou em intelectual nível (por exemplo, adotando uma estratégia de pesquisa booleana ou determinar os critérios para decidir qual dos dois livros selecionar em uma prateleira de biblioteca), que envolverá também ações mentais, tais como avaliar a relevância dos dados ou informações recuperadas; </li></ul><ul><li>Comportamento de uso de informação: consiste de ações físicas e mentais envolvidas na incorporação da informação encontrada na base de conhecimento existente nas pessoas. Pode envolver, portanto, ações físicas, tais como destacar pontos importantes em um texto, bem como ações mentais que envolvem, por exemplo, a comparação das novas informações com o conhecimento atual  construtivismo. </li></ul><ul><li>(WILSON, 2000) </li></ul>Usuários: Comportamento Informacional
  • 29. <ul><li>As necessidades e usos da informação devem ser examinados dentro do contexto profissional , organizacional e social dos usuários. As necessidades de informação variam de acordo com a profissão ou o grupo social do usuário, suas origens demográficas e os requisitos específicos da tarefa que ele está realizando. </li></ul><ul><li>Os usuários obtêm informações de muitas e diferentes fontes , formais e informais. As fontes informais , inclusive colegas e contatos pessoais, são quase sempre tão ou mais importantes que as fontes formais , como bibliotecas ou banco de dados on-line . </li></ul><ul><li>Um grande número de critérios pode influenciar a seleção e o uso das fontes de informação. As pesquisas descobriram que muitos grupos de usuários preferem fontes locais e acessíveis , que não são, necessariamente, as melhores. Para esses usuários, a acessibilidade de uma fonte de informação é mais importante que sua qualidade. </li></ul><ul><li>(CHOO, 2003, p.79) </li></ul>Usuários: Comportamento Informacional
  • 30. <ul><li>Modelo de comportamento de busca no cotidiano – Everyday Life Information Seeking (ELIS); </li></ul><ul><li>Desenvolvido por Reijo Savolainen; </li></ul><ul><li>Baseado na Teoria do Hábito de Pierre Bourdieu. </li></ul>Usuários: Comportamento Informacional Figura 9: Modelo ELIS. Fonte Adaptada: Savolainen (2006, p.145)
  • 31. <ul><li>Refere-se à capacidade de identificar necessidades informacionais, localizar, avaliar e utilizar informações de maneira eficaz e com posicionamento crítico (AMERICAN LIBRARY ASSOCIATION, 1989); </li></ul><ul><li>Para Dudziak (2003), a idéia de competência informacional ( information literacy ) está relacionada à formação de indivíduos que: </li></ul><ul><li>Saibam determinar a natureza e a extensão de sua necessidade informacional como suporte a um processo inteligente de decisão; </li></ul><ul><li>Conheçam o mundo informacional e sejam capazes de identificar e manusear fontes potenciais de informação de forma efetiva e eficaz; </li></ul><ul><li>Avaliem criticamente a informação segundo critérios de relevância, objetividade, pertinência, lógica, ética, incorporando as informações selecionadas ao seu próprio sistema de valores e conhecimentos; </li></ul>Usuários: Competência Informacional
  • 32. <ul><li>Usem e comuniquem a informação, com um propósito específico, individualmente ou como membro de um grupo, gerando novas informações e criando novas necessidades informacionais; </li></ul><ul><li>Considerem as implicações de suas ações e dos conhecimentos gerados, observando aspectos éticos, políticos, sociais e econômicos extrapolando para a formação da inteligência; </li></ul><ul><li>Sejam aprendizes independentes; </li></ul><ul><li>Aprendam ao longo da vida. </li></ul>Usuários: Competência Informacional
  • 33. <ul><li>Contribuições de estudos relacionados a usuários para a Arquitetura da Informação : </li></ul><ul><ul><li>Investigação de fatores psicológicos/comportamentais, biológicos e sociais do público-alvo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Possibilitar ao usuário participar da definição de interface a partir da aplicação de modelos/métodos que permitam o conhecimento efetivo da comunidade, inclusive no que diz respeito às suas competências informacionais ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Direcionamento da usabilidade e acessibilidade do ambiente informacional digital, visto que antecede possíveis problemas relacionados, por exemplo, à aceitação do conteúdo informacional pelo público-alvo. </li></ul></ul>Usuários e AI: Tendências de prática e de pesquisa
  • 34. <ul><li>Desafios: </li></ul><ul><ul><li>Melhorias na representação da informação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento das TIC com vistas à potencialização de competências informacionais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento teórico e metodológico da Arquitetura da Informação tendo em vista o caráter sociotécnico da informação  criação de espaços inclusivos. </li></ul></ul>Considerações Finais e Reflexões
  • 35. Referências AGNER, L. Ergonomia e arquitetura de informação: trabalhando com o usuário. Rio de Janeiro: Quartet, 2006. ALVARENGA, L. Representação do conhecimento na perspectiva da Ciência da Informação em tempo e espaço digitais. Encontros Bibli: Revista Eletrônica de Biblioteconomia e Ciência da Informação, Florianópolis, v.8, n.15, p.1-23, 1.º sem. 2003. Disponível em: http :// www.periodicos.ufsc.br/index.php/eb/article/view/97/5233 . Acesso em: 14 jul. 2010. AMERICAN LIBRARY ASSOCIATION. Presidential committee on information literacy: final report. Chicago: American Library Association, 1989. Disponível em: http :// www.ala.org/ala/mgrps/divs/acrl/publications/whitepapers/presidential.cfm . Acesso em: 21 jul. 2009. ALVES, R. C. V. Web semântica: uma análise focada no uso de metadados. 180f. 2005. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) – Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista, Marília, 2005. AUSTIN, D.; DALE, P. Diretrizes para o estabelecimento e desenvolvimento de tesauros monolíngues. Trad. Bianca Amaro de Melo. Brasília: IBICT/Senai, 1993. 86p. BADRE, A. N. Shaping web usability: interaction design in context. Boston: Pearson Education, 2002.
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  • 38. Referências MORVILLE, P.; ROSENFELD, L. Information architecture for the world wide web. 3.ed. Sebastopol: O’Really, 2006. NBR 9241-11. Requisitos ergonômicos para trabalho de escritórios com computadores, Parte 11: orientações sobre usabilidade. Rio de Janeiro: Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT, 2002. NIELSEN, J. Ten Usability Heuristics. 2005. Disponível em: http :// www.useit.com/papers/heuristic/heuristic_list.html . Acesso em 28 jun. 2010. NIELSEN, J.; LORANGER, H. Usabilidade na web. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.   NIELSEN, J.; TAHIR, M. Home page usabilidade: 50 web sites desconstruídos. Rio de Janeiro: Campus, 2002. NORMAN, D. The design of everyday things. New York: Basic Books, 1988. PREECE, J.; ROGERS, Y.; SHARP, H. Design de interação: além da interação homem-computador. Porto Alegre: Bookman, 2005. SAVOLAINEN, R. Everyday life information seeking. In: FISHER, K. E.; ERDELEZ, S.; McKECHNIE, L. (Ed.) Theories of information behavior. Medford: Information Today Inc, 2006. p.143-148.
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  • 40. Obrigado! UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE MARÍLIA Faculdade de Filosofia e Ciências Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação Fernando Luiz Vechiato [email_address] Disciplina: Arquitetura da Informação Digital Docente: Profa. Dra. Silvana Ap. Borsetti Gregorio Vidotti Marília, 2010

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