Mobilidades Locais e Globais

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Mobilidades Locais e Globais

  1. 1. DR 4 Mobilidades Locais e Globais <ul><li>ESFPM </li></ul><ul><li>STC </li></ul><ul><li>Gestão de Redes </li></ul><ul><li>Fernando Sá </li></ul><ul><li>Junho / Julho 2009 </li></ul>
  2. 2. DR 4 Mobilidades Locais e Globais
  3. 3. A imigração para Portugal é hoje um fenómeno incontornável. Sendo historicamente um país de emigração com mais de quatro milhões de Portugueses a viverem além fronteiras. Portugal começou a tornar-se simultaneamente um país de imigração. Nos últimos anos, e a um ritmo crescente, o número de imigrantes residentes em Portugal não tem cessado de aumentar. Primeiro através do crescimento de numerosas comunidades de cidadãos oriundos de países de língua oficial portuguesa, e que constituem ainda a maioria dos imigrantes em Portugal, mas mais recentemente através do afluxo de cidadãos provenientes de vários países do Leste europeu.
  4. 4. Os fluxos migratórios tendo Portugal como país de acolhimento são influenciados por múltiplos factores de ordem diversa. Fundamentalmente, esta imigração, de natureza económica, tem a causa comum de todos os fenómenos migratórios de igual natureza que radica na adversidade das condições de subsistência nos países de origem. Mas, como não poderia deixar de ser, tem características próprias, ditadas por condições específicas ligadas, quer aos países de origem, quer às características de Portugal como país de acolhimento .
  5. 5. A imigração para Portugal nas últimas décadas tem sido, na sua maioria, originária de países africanos de língua oficial portuguesa. Concorrem para isso as dificuldades de subsistência nesses países, mas também razões de ordem histórica e cultural perfeitamente compreensíveis. Porém, nos últimos tempos, o nosso país tem sido demandado por grande número de trabalhadores oriundos de países do Leste europeu, pressionados pela pobreza a que foram remetidas largas camadas populacionais, ainda que com elevadas qualificações profissionais e académicas, nesses países recém convertidos ao capitalismo.
  6. 6. As razões da escolha de Portugal por parte destes trabalhadores também serão diversas. <ul><li>Grandes obras públicas dos </li></ul><ul><li>últimos anos têm sido viabilizadas </li></ul><ul><li>pela força de trabalho de milhares </li></ul><ul><li>de imigrantes. Assim aconteceu </li></ul><ul><li>com as auto-estradas, com a </li></ul><ul><li>Expo 98, com grandes </li></ul><ul><li>empreendimentos imobiliários, </li></ul><ul><li>com a ponte Vasco da Gama, e </li></ul><ul><li>assim continuará a acontecer, </li></ul><ul><li>com os estádios e outras obras </li></ul><ul><li>do Euro 2004, com o futuro </li></ul><ul><li>aeroporto internacional, e com o </li></ul><ul><li>que mais se verá. </li></ul>
  7. 7. Em alguns casos, porventura, terá sido uma escolha voluntária. <ul><li>Porém, em muitos casos, a </li></ul><ul><li>escolha do nosso país poderá ter </li></ul><ul><li>sido determinada pelas redes de </li></ul><ul><li>imigração ilegal, que colocam os </li></ul><ul><li>trabalhadores em países </li></ul><ul><li>estrangeiros, que os mantêm </li></ul><ul><li>numa situação de dependência e </li></ul><ul><li>que exploram de forma criminosa </li></ul><ul><li>a sua situação de ilegalidade </li></ul><ul><li>através de operações de </li></ul><ul><li>chantagem e de extorsão, sem </li></ul><ul><li>qualquer tipo de condições </li></ul><ul><li>mínimas de sobrevivência. </li></ul>
  8. 8. População estrangeira com autorização de residência
  9. 9. População estrangeira com contratos registados
  10. 10. Autorizações de permanência concedidas entre Janeiro e Março de 2001 (por nacionalidades) Ucrânia 9538   Cabo Verde 1288 Brasil 5415 Índia 1230 Moldávia 2642 Guiné-Bissau 1137 Roménia 1975 Angola 1099 Paquistão 1553 Outros 4027 Rússia 1340       Total 31244
  11. 11. Todos os anos, milhares de imigrantes clandestinos fogem das guerras e das misérias e tentam atingir o continente europeu. Este drama humano expressa-se tragicamente com as dezenas de milhares de pessoas mortas que ficam pelos caminhos, entre eles africanos que, pelo deserto e depois pelo mar, tentam atravessar o desconhecido para se juntarem nas costas europeias.
  12. 12. Passageiros Clandestinos
  13. 13. Os refugiados muitas vezes chegavam aos países clandestinamente por mar, utilizando pequenas embarcações sobrelotadas, acabando muitos por morrer sem conseguirem os seus objectivos.
  14. 14. Sem o mínimo de conforto possível e necessário, para poderem suportar as vicissitudes de tantas horas a navegarem de dia e de noite, durante vários dias
  15. 15. Quando conseguem o milagre de alcançar as margens próximas das fronteiras ou pontos de chegada demarcados previamente, têm as Polícias Marítimas fronteiriças de emigração e assistência médica à sua espera
  16. 16. Imigrantes Clandestinos
  17. 17. Clandestinos que chegam ao destino… …mas já sem vida Actualmente, muitos utilizam meios mais sofisticados para poderem passar as fronteiras clandestinamente, como sendo escondidos em camiões TIR no meio de mercadorias e até sob a carroçaria nos rodados dos camiões.
  18. 18. A situação insustentável da imigração ilegal ficou bem demonstrada pela afluência de muitos milhares de cidadãos aos postos do SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) procurando obter a autorização de permanência. Esta afluência, apesar de previsível, fez com que os serviços entrassem em ruptura e ficou demonstrada a imprevidência e impreparação do Governo para dar resposta a uma situação que ele próprio, com o seu autismo em relação ao problema da imigração, tudo fez para agradar.
  19. 19.   As Migrações Principais meios de Transportes utilizados
  20. 20. Os principais meios de transportes utilizados na imigração <ul><li>Antigamente, há muitos anos para nos deslocarmos não havia outra solução a não ser pelos nossos próprios pés. Começamos por utilizar animais, mas com a necessidade de chegarmos sempre mais rápido, e efectuarmos viagens sempre mais cómodas e confortáveis, passamos a utilizar para o barco, e os navios, os comboios a vapor; o foguete, o avião, e assim foram melhorando os nossos meios de transporte de acordo com a evolução da ciência e da tecnologia . </li></ul>
  21. 21. Há muitos anos não havia outra solução para nos deslocarmos a não ser pelo nosso próprio pé. Mas os tempos foram mudando… as tecnologias evoluindo. Começamos por utilizar animais
  22. 22. Antigamente ou no inicio do séc. XX, para uma pessoa se deslocar para outro país como por exemplo para o Brasil, as viagens faziam-se através de Navios em viagens que demoravam dois meses, hoje em menos de 24 horas utilizando o avião qualquer viajante chega ao Brasil, o transporte fica relativamente mais barato. Passamos para o barco
  23. 23. O Comboio Foguete foi inaugurado em 1954 e ficou famoso pelos serviços que dispunha, considerados uns luxo para a época. O Foguete era composto por uma automotora Fiat que tinha ar condicionado e serviço de refeições servido no lugar, só tinha carruagens de primeira classe e nela viajavam sempre uma brigada de mecânicos para resolver avarias. O comboio foguete ligava Lisboa ao Porto nos anos cinquenta. O Foguete demorava 4h30 de Santa Apolónia a Campanhã . As automotoras Fiat foram substituídas por comboios eléctricos em 1967 com a electrificação da linha do Norte. comboio a vapor
  24. 24. Comboio a vapor e o Automóvel
  25. 25. As Estações de Comboios eram o local de despedida e de chegada de muitos imigrantes e emigrantes Portugueses .
  26. 26. O Eléctrico
  27. 27. O TGV
  28. 28. o avião
  29. 29. E assim foram melhorando de acordo com a evolução da ciência e da tecnologia.

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