Inteligência Competitiva

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Apresentação do professor Paletta, retirada do Seminário: Sociedade do conhecimento, promovido pela FAAP e Université Paul-Valery Montpellier III

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Inteligência Competitiva

  1. 1. INTELIGÊNCIA COMPETITIVA
  2. 2. INTELIGÊNCIA COMPETITIVAProfº Dr. Francisco Carlos Paletta fcpaletta@faap.br
  3. 3. “IC ou Inteligência Competitiva é um programa sistemático decoleta e análise da informação sobre atividades dos concorrentese tendências gerais dos negócios, visando atingir as metas daempresa”. Larry Kahaner, membro da SCIPSociety of Competitive Intelligence Professionals www.scip.org
  4. 4. Estratégia de Lisboa – Cimeira de Lisboa Em Março de 2000, no Conselho Europeude Lisboa, foi definida uma estratégia paraa EU, elegendo o emprego, as reformaseconômicas e a coesão social como parteintegrantes de uma economia baseadano conhecimento. Com esta estratégia a EU pretendetornar-se na economia de conhecimentomais competitiva e dinâmica do mundo,capaz de gerar um crescimento econômicosustentável, com mais e melhoresempregos e maior coesão social.
  5. 5. A Era do Acesso “Na Economia hipercapitalista, comprar e ter propriedades serão coisas do passado. O Acesso just-in-time de bens e serviços é a tendência do futuro.Cada vez mais pagaremos para utilizar coisas em vez de sermos proprietários. O capitalismo está terminando e, no futuro, iremos pagar pelo acesso a bens e serviços, tais como, informações, entretenimento, hardware, eletrônicos, utensílios e tudo o que pudermos imaginar.” Jeremy Rifkin
  6. 6. A Economia da TecnologiaA inovação tecnológica constitui uma ferramentaessencial para aumentar a produtividade e acompetitividade das organizações, assim comopara impulsionar o desenvolvimento econômicode regiões e países.O desenvolvimento não deriva de um merocrescimento das atividades econômicas existentes,mas reside fundamentalmente em um processoqualitativo de transformação da estruturaprodutiva no sentido de incorporar novosprodutos e processos e agregar valor à produçãopor meio da intensificação do uso da informaçãoe do conhecimento.
  7. 7. Organização para Inovação
  8. 8. Organização para InovaçãoUm bom produto, serviço ou processoé apenas uma das variáveis a serconsiderada na formulação de umaestratégia competitiva e as decisõestecnológicas precisam estar em harmoniacom o modelo de negócios adotado pelasempresas.Qual o papel das diferentes fontes de tecnologia para a competitividade empresarial ?Três importantes fatores condicionantes da inovação empresarial: 1. O setor de atividades em que a empresa se insere, 2. Sua localização regional 3. As limitações e oportunidades para Inovação segundo o porte da empresa;
  9. 9. Redes de Inovação Processo de inovação organizacional das redes de Inovação Relação entre redes de empresas e competitividade As formas de estruturação das redes segundo modelos de hierarquia e coordenação Mobilidade das empresas da rede Oportunidades criadas pela tecnologia da informação para inovar e desenvolver novas práticas de gestão empresarial
  10. 10. Redes de Inovação e Inteligência Competitiva........, sem informações mercadológicas, aumenta o risco na tomada de decisão porparte dos dirigentes de uma organização e aumenta o risco do negócio:lucratividade, custos, mercado, credibilidade, satisfação do usuário....
  11. 11. O Brasil no Cenário GlobalA partir do último quarto do século XX, a sustentabilidade do crescimento de umaeconomia tradicionalmente industrializada, expressa pela taxa de aumento do PIB,passou a ser cada vez mais dependente da capacidade do país de desenvolver a suaprópria tecnologia e, assim, competir autonomamente no cenário mundial. Omesmo ocorre nas economias de industrialização mais recente, como os paísesemergentes, entre os quais deveria estar o Brasil.
  12. 12. OS DESAFIOS DA INOVAÇÃO
  13. 13. MASHUP
  14. 14. Gestão Estratégica de Projetos
  15. 15. Os Desafios da Inovação Mashup Velocidade Tecnologia Pressão Decisão
  16. 16. Competindo em um Cenário Global – Setor AutomotivoProdutividade é a base da sobrevivência das montadoras em todo o mundo.Estudo de Caso : Toyota e Volks Fonte: Revista Veja
  17. 17. Competindo em um Cenário GlobalUm estudo recém-concluído pelo Observatório da Inovação da Universidade deSão Paulo (USP) comparou estratégias de sete países - EUA, Canadá, Irlanda,Finlândia, França, Inglaterra e Japão - e constatou que o conhecimento ocupalugar central da produção. A inovação está no centro das estratégias de competição, e os governosfocam a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação no âmbito das empresas,buscando elevar a capacitação de seus funcionários.As políticas são direcionadas para proporcionar produtividade e criatividade aoparque industrial aumentando a competitividade do setor produtivo
  18. 18. Como Agem a Favor da Inovação : Estados Unidos, Canadá, Irlanda, Finlândia, França, Reino Unido e Japão• O conhecimento ocupa o lugar central da produção e a inovação está no centro das estratégias de competição• Ciência, tecnologia, inovação e educação são peças essenciais em todas as estratégias de desenvolvimento• Os governos focam a pesquisa, o desenvolvimento e a inovação nas empresas e buscam elevar a capacitação de seus funcionários• As universidades são estimuladas a aumentar a cooperação com as empresas, e a atração de estrangeiros é incentivada• Esses países desenvolvem políticas de estímulo à inovação• Foram criadas (ou reorganizadas) novas instituições para implementar, coordenar, monitorar e aperfeiçoar políticas de inovação
  19. 19. O que ocorre no Brasil• Política industrial ainda é confundida com políticas de diminuição do custo Brasil• Há dificuldades políticas para priorizar investimentos em áreas de futuro• Número de empresas competitivas e exportadoras é pequeno, e esforço de internacionalização é reduzido• A cultura da inovação ainda é restrita, e falta mais envolvimento do empresariado• Empresários entendem a inovação apenas como investimento em alta tecnologia• Governo tem dificuldade de articular seus órgãos encarregados da política de inovação• As regras para o uso dos incentivos à inovação não são claras e desestimulam os empresários a utilizá-las
  20. 20. Primeira Conclusão• Conhecimento: Consideramos o conhecimento como um dos ativos fundamentais de qualquer organização.• Tecnologia: A tecnologia pode ser um aliado fundamental da Inovação.• Empreendedorismo: A área do Empreendedorismo é fundamental para a geração de novas idéias e a sua concretização em novos projetos de valor. "Nada é tão poderoso no mundo como uma idéia cuja oportunidade chegou" Vitor Hugo
  21. 21. Inteligência Competitiva
  22. 22. Inteligência CompetitivaInteligência Competitiva “Se você conhece o inimigo econhece a si mesmo, não precisatemer o resultado de cem batalhas.Se você se conhece mas nãoconhece o inimigo, para cadavitória ganha sofrerá também umaderrota. Se você não conhece nem oinimigo nem a si mesmo, perderátodas as batalhas,,,” Sun TZU
  23. 23. Inteligência CompetitivaLeonard Fuld, define inteligência competitiva,como a informação analisada sobre concorrentesque tem implicações no processo de tomada dedecisão da empresa.Ben Gilard, define inteligência competitiva comoa informação que garante ao tomador dedecisão que a empresa ainda é Competitiva.SCIP – Society of Competitive IntelligenceProfessionals www.scip.org
  24. 24. Inteligência Competitiva
  25. 25. Conhecimento .......um dos ativos fundamentais de qualquerorganização
  26. 26. Conhecimento Explicito Conhecimento explicito é aquele formal, claro,regrado, fácil de ser comunicado. Pode serformalizado em textos, desenhos, diagramas;assim como guardado em bases de dados oupublicações. A palavra explicito vem do latim explicitus quesignifica "formal, explicado, declarado".Geralmente está registrado em artigos, revistas,livros e documentos. Alguns dizem que este tipo de conhecimento éconfundido com a própria informação, na suaforma mais simples.
  27. 27. Conhecimento TácitoConhecimento tácito é aquele que oindivíduo adquiriu ao longo davida, que está na cabeça daspessoas. Geralmente é difícil de serformalizado ou explicado a outrapessoa, pois é subjetivo e inerenteas habilidades de uma pessoa. Apalavra tácito vem do latim tacitusque significa "não expresso porpalavras".
  28. 28. Inteligência CompetitivaNão existem empresas excelentespara sempre, da mesma maneira quenão há setores excelentes o tempotodo.Inteligência Competitiva é umcomponente crucial da emergenteeconomia do conhecimento.Ao analisar os passos de seusconcorrentes, esta metodologiapermite que empresas antecipemfuturas direções e tendências domercado, ao invés de meramentereagir a elas
  29. 29. Dimensões de um Sistema de Inteligência Competitiva
  30. 30. Utilizandos as TICs em IC- Business Inteligence
  31. 31. Inteligência Competitiva“Inteligencia Competitiva é o processo de obtenção, análise,interpretação e difusão da informação de valor estratégico sobre aorganização e seus competidores, que se transmite aos tomadoresde decisão” Gibbonsy Prescott
  32. 32. “No novo contexto mundial definido pela globalização e pela mudança tecnológica, o conhecimento tornou-se na principal riqueza das nações, das empresas e das pessoas,podendo também vir a constituir o principal fator de desigualdade” Estratégia de Lisboa, 2004
  33. 33. Sociedade do Conhecimento e Inteligência Competitiva Fonte: Manual de Lisboa
  34. 34. Sociedade do Conhecimento e Inteligência Competitiva Fonte: Manual de Lisboa
  35. 35. Sociedade do Conhecimento e Inteligência Competitiva Fonte: Manual de Lisboa
  36. 36. Sociedade do Conhecimento e Inteligência Competitiva Fonte: Manual de Lisboa
  37. 37. Sociedade do Conhecimento e Inteligência Competitiva Fonte: Manual de Lisboa
  38. 38. Sociedade do Conhecimento e Inteligência Competitiva Fonte: Manual de Lisboa
  39. 39. Inteligência Competitiva e KM
  40. 40. Sociedade da Informação e Sociedade do Conhecimento Em 1973, o sociólogo Daniel Bell introduziu a noção da“sociedade de informação” em seu livro “O Advento daSociedade Pós-Industrial ”. Neste livro, ele formula que o eixo principal destasociedade será o conhecimento teórico e adverte que osserviços baseados no conhecimento terão de se converterna estrutura central da nova economia e de umasociedade sustentada na informação. A noção de “sociedade do conhecimento” surgiu nofinal da década de 90. É empregada, particularmente, nosmeios acadêmicos como alternativa que alguns preferemà “sociedade da informação”.
  41. 41. “A Sociedade da Informação é a pedra angulardas Sociedades do Conhecimento. O conceito de “sociedade da informação”, está relacionado à idéia da “inovação tecnológica”, enquanto o conceito de “sociedades do conhecimento” inclui uma dimensão de transformação social, cultural, econômica, política e institucional, assim como uma perspectiva mais pluralista e de desenvolvimento. O conceito de “sociedades do conhecimento” é preferível ao da “sociedade da informação” já que expressa melhor a complexidade e o dinamismo das mudanças que estão ocorrendo. (...) oconhecimento em questão não só é importante para o crescimento econômico, mas tambémpara fortalecer e desenvolver todos os setores da sociedade”.
  42. 42. Prof. Dr. Francisco Paletta fcpaletta@faap.brINTELIGÊNCIA COMPETITIVA

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