CInTeQ 2011

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CInTeQ 2011

  1. 1. CInTeQ 2011 – Parte 1<br />
  2. 2. Agenda<br /><ul><li>Apresentação CInTeQ
  3. 3. Fotos
  4. 4. Hiring Great Testers (Rex Black)
  5. 5. Acessiblidade em Governo Eletrônico (Daniel de Oliveira)
  6. 6. Gestão de Conhecimento em Empresas de TI (Mauro Spinola)
  7. 7. TMap NEXT©, a test management approach (Bart Vrenegoor)</li></li></ul><li>CInTeQ 2011<br /><ul><li>No dias 28 e 29 de março de 2011 aconteceu a segunda edição do CInTeQ – Congresso Internacional em Testes e Qualidade de Software.
  8. 8. Sendo o mais importante evento de testes no país, o CInTeQ 2011 reuniu novamente renomados palestrantes nacionais e internacionais, que vêm ao Brasil exclusivamente para o Congresso.
  9. 9. Mais de 250 profissionais ligados a área de qualidade de software, testes e desenvolvimento estiveram no CinTeQ 2011!</li></li></ul><li>Primeirodia<br />
  10. 10. Segundo dia<br />
  11. 11. Fotos<br />
  12. 12. Fotos<br />
  13. 13. Fotos<br />
  14. 14. Hiring Great Testers<br />
  15. 15. Hiring Great Testers<br /><ul><li>Um empregado excelente pode ser dez vezes mais efetivo que um empreado ruim, então contratar a pessoa certa é fundamental
  16. 16. Qualificação: Profissional Pessimista
  17. 17. Explorar as possibilidades de falha- Antecipar as piores possibilidades para alcançar melhor qualidade do produto obtido
  18. 18. Lembre-se: assumir que nada irá falhar durante os testes nega toda a história da computação
  19. 19. Desafio: ser agradável e positivo ao lidar com os desenvolvedores</li></li></ul><li>Hiring Great Testers<br /><ul><li>Qualificação: Curiosidade Equilibrada
  20. 20. Equilibrio de necessidade de rigor em qualquer área com uma necessidade de abranger muitas áreas em um curto espaço de tempo
  21. 21. O engenheiro de teste eficaz tem um talento especial para passar o tempo onde os erros estão
  22. 22. O engenheiro de teste eficaz pode fazer o isolamento erro completo rapidamente
  23. 23. Engenheiros de testes ineficazes- Escrever testes para modos de falha improvável- Passar horas pesquisando erros triviais</li></li></ul><li>Hiring Great Testers<br /><ul><li>Qualificação: Foco
  24. 24. Dois tipos de problemas de foco- Perder de vista as prioridades mais importantes- Se distrair das tarefas-chave
  25. 25. Equilibrar e reavaliar prioridades
  26. 26. Mantenha-se focado nos objetivos do projeto
  27. 27. O gerente de teste deve ajudar através de uma comunicação clara</li></li></ul><li>Hiring Great Testers<br /><ul><li>Definindo habilidades do time de testes:
  28. 28. Leitura
  29. 29. Escrita
  30. 30. Depedência da língua nativa
  31. 31. Estatística e matemática
  32. 32. Habilidades tecnológicas, projeto e de teste</li></li></ul><li>Hiring Great Testers<br /><ul><li> Equilibrando as habilidades
  33. 33. Qual o melhor mix de habilidades?</li></li></ul><li>Hiring Great Testers<br />
  34. 34. Hiring Great Testers<br /><ul><li>Graduação- Engenheiro de Software? Ciências da computação, Sistemas da informação, etc...- Domínio específico? Administração, Ciências Contábeis, Engenharia, etc..- Comportamento de como as pessoas utilizam o computador? Psicologia, Cinesiologia, etc...
  35. 35. Certificações- Integridade e valor- Custo e benefício- Internacionalidade e aceitação- Qualidade e integridade dos exames</li></li></ul><li>Hiring Great Testers<br /><ul><li>Descrição do Emprego
  36. 36. Plano de carreira para o candidato
  37. 37. Triagem de Currículos
  38. 38. Sinais de Alerta nos currículos
  39. 39. Perguntas comportamentais
  40. 40. Entrevistas</li></li></ul><li>Acessiblidade<br />em<br />GovernoEletrônico<br />
  41. 41. AcessiblidadeemGovernoEletrônico<br /><ul><li>Acessibilidade
  42. 42. Condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida.</li></ul>[Decreto no 5296, de 2 de dezembro de 2004]<br /><ul><li> ...“disponibilização de locais, produtos, serviços ou informações ao maior número possível de pessoas, independentemente de suas capacidades físico-motoras e perceptivas, culturais e sociais”. e-MAG</li></ul>[MPOG, 2005]<br />
  43. 43. AcessiblidadeemGovernoEletrônico<br /><ul><li> No caso dos sítios governamentais brasileiros a acessibilidade é obrigatória desde dezembro de 2006, entretanto a maioria dos sítios é inacessível.</li></ul>e-MAG - Modelo de Acessibilidade do Governo Eletrônico<br /><ul><li> Para o W3C (World Wide Web Consortium), Internet acessível significa que pessoas com deficiências podem perceber, entender, navegar, interagir e contribuir com a Internet. Engloba todas as deficiências que afetam o acesso à Internet, incluindo as deficiências visual, auditiva, física, oral, cognitiva e neurológica. A Internet acessível também beneficia outras pessoas, como idosos que perderam habilidades devido ao processo natural de envelhecimento.</li></li></ul><li>AcessiblidadeemGovernoEletrônico<br /><ul><li>eMAG
  44. 44. É um modelo desenvolvido para tornar acessível os conteúdos do governo brasileiro publicados na Internet;
  45. 45. Foi baseado no conjunto de regras do W3C/WAI(WCAG);
  46. 46. Não é uma norma, mas sim um conjunto de orientações para tornar uma página já existente acessível;
  47. 47. Dificuldade: Validação realizada pelos próprios programadores usando programas leitores de tela;
  48. 48. Utilização de programas avaliadores de acessibilidade (daSilva e o ASES).</li></li></ul><li>AcessiblidadeemGovernoEletrônico<br /><ul><li>Como os Deficientes Visuais utilizam o computador?
  49. 49. Padrão (extra) grande
  50. 50. Alto contraste
  51. 51. Programas leitores de tela:JawsVirtual VisionNVDADOSVOXOrca</li></li></ul><li>AcessiblidadeemGovernoEletrônico<br /><ul><li> Navegação usando setas e a tecla <tab>;
  52. 52. Uso constante de atalhos;
  53. 53. Alguns DV utilizam a opção Pesquisar de seu navegador para localizar o conteúdo que desejam;
  54. 54. Alguns DV que utilizam ampliação de tela preferem usar o Firefox -ampliação de texto.</li></li></ul><li>AcessiblidadeemGovernoEletrônico<br /><ul><li>ASES
  55. 55. Avaliador e Simulador de acessibilidade de Sítios;
  56. 56. É uma ferramenta que permite avaliar,simular e corrigir a acessibilidade depáginas, sítios e portais, sendo de grandevalia para os desenvolvedores e publicadores de conteúdo;
  57. 57. Escrito em Java;
  58. 58. Grátis no Portal do Software Público;
  59. 59. Brasileiro www.softwarepublico.gov.br .</li></li></ul><li>AcessiblidadeemGovernoEletrônico<br /><ul><li>Funcionalidades
  60. 60. Avaliador de acessibilidade (e-MAG e WCAG);
  61. 61. Avaliador de CSS;
  62. 62. Avaliador de HTML (4.01 e XHTML);
  63. 63. Simuladores de leitor de tela (tempo) e Baixa visão (daltonismo, miopia, catarata);
  64. 64. Ferramenta para selecionar o DocType, conteúdo alternativo, associador de rótulos, links redundantes, corretor de eventos e preenchimento de formulários.</li></li></ul><li>Gestão de Conhecimento <br />em <br />Empresas de TI<br />
  65. 65. Gestão de Conhecimento em Empresas de TI <br /><ul><li>O que é conhecimento?
  66. 66. Conjunto de dados ou informações codificados e/ou absorvidos pelas pessoas para, a partir deles, desenvolver habilidades e/ou realizar atividades.
  67. 67. Pode ser aplicado em atividades rotineiras e não rotineiras.
  68. 68. Conhecer envolve (Trans4mind, 2009):- Saber o que (fatos e informações)- Saber como (a habilidade para fazer algo)
  69. 69. Tipos de conhecimento: Explícito e Tácito</li></li></ul><li>Gestão de Conhecimento em Empresas de TI <br /><ul><li>Conhecimento explícito
  70. 70. O que as pessoas sabem que sabem.
  71. 71. Tipo de conhecimento que pode ser facilmente codificado e transmitido para outras pessoas ou colocado a disposição através de maquinas.
  72. 72. Exemplos: memorandos, informes, manuais de trabalho
  73. 73. Exemplos relacionados a testes de software: tipos de teste, nível de teste, fases de teste.</li></li></ul><li>Gestão de Conhecimento em Empresas de TI <br /><ul><li>Conhecimento tácito
  74. 74. O que as pessoas não sabem que sabem.
  75. 75. Tipo de conhecimento intrínseco e difícil de codificar ou explicitar.
  76. 76. Exemplos: dirigir uma bicicleta, reconhecer um tipo de vinho
  77. 77. Exemplos relacionados a teste de software: como ler a solicitação do cliente e planejar um conjunto de casos de testes adequados</li></li></ul><li>Gestão de Conhecimento em Empresas de TI <br /><ul><li>Experiência
  78. 78. O que as pessoas sabem fazer sem saber como.
  79. 79. Combinação de tácito com explicito para executar uma tarefa, ou seja a aplicação de um aprendizado prévio.
  80. 80. Exemplo: planejar um projeto
  81. 81. Exemplo relacionado a teste de software: como ler casos de uso e fazer bons casos de teste, como elaborar cenários de teste.</li></li></ul><li>Gestão de Conhecimento em Empresas de TI <br /><ul><li>Gestão de conhecimento é a coleção de processos que governam a criação, a disseminação e a utilização de conhecimento. [Newman 1991]
  82. 82. Gestão de conhecimento envolve:
  83. 83. Conectareficientemente aqueles que sabem com aqueles que necessitam saber
  84. 84. Converterconhecimento pessoal em conhecimento organizacional
  85. 85. Gestão de conhecimento e Aprendizagem:Know-how e Know-why</li></li></ul><li>Gestão de Conhecimento em Empresas de TI <br /><ul><li>Conversão do Conhecimento:</li></li></ul><li>Gestão de Conhecimento em Empresas de TI <br /><ul><li>Socialização
  86. 86. Troca de conhecimentos face a face entre pessoas
  87. 87. Conversão de parte do conhecimento tácito de uma pessoa no conhecimento tácito de outra pessoa.
  88. 88. Socialização normalmente acontece quando:
  89. 89. Ocorre diálogo frequente e comunicação “face a face”
  90. 90. Valoriza-se o trabalho do tipo “mestre-aprendiz”: observação, imitação e prática acompanhada por um tutor
  91. 91. Há trabalho em equipe: compartilhamento de experiências e modelos mentais</li></li></ul><li>Gestão de Conhecimento em Empresas de TI <br /><ul><li>Externalização
  92. 92. Conversão de parte do conhecimento tácito do indivíduo em algum tipo de conhecimento explícito.
  93. 93. É o registro do conhecimento de uma pessoa.
  94. 94. Externalização normalmente acontece por meio de:
  95. 95. Representação simbólica do conhecimento tácito através de modelos, conceitos, hipóteses etc.
  96. 96. Descrição de parte do conhecimento tácito, por meio de planilhas, textos, imagens, figuras, regras, scripts, design history etc.
  97. 97. Relatos orais e filmes.</li></li></ul><li>Gestão de Conhecimento em Empresas de TI <br /><ul><li>Combinação
  98. 98. Conversão de algum tipo de conhecimento explícito gerado por um indivíduo para agregá-lo ao conhecimento explícito da organização.
  99. 99. É o agrupamento dos registros de conhecimentos.
  100. 100. Combinação normalmente acontece por meio de:
  101. 101. Agrupamento (classificação, sumarização) e processamento de diferentes conhecimentos explícitos</li></li></ul><li>Gestão de Conhecimento em Empresas de TI <br /><ul><li>Internalização
  102. 102. Conversão de partes do conhecimento explícito da organização em conhecimento tácito do indivíduo.
  103. 103. É o aprendizado pessoal a partir da consulta dos registros de conhecimentos.
  104. 104. Internalização normalmente acontece por meio de:
  105. 105. Leitura/visualização e estudo individual dedocumentos de diferentes formatos/tipos (textos, imagens etc.)
  106. 106. Prática individual (learning by doing)
  107. 107. Reinterpretar / reexperimentar vivências práticas.</li></li></ul><li>Gestão de Conhecimento em Empresas de TI <br /><ul><li>Empresas de tecnologia: mudanças rápidas, alinhamento global e dependência global
  108. 108. O conhecimento e a Gestão do Conhecimento ocupam um papel duplamente relevante nas empresas de tecnologia
  109. 109. Conhecimento é o principal elemento da tecnologia
  110. 110. As empresas de tecnologia da informação, em particular são - ao mesmo tempo - usuárias e fornecedoras de conhecimento.</li></li></ul><li>Gestão de Conhecimento em Empresas de TI <br /><ul><li>As quatro formas de gestão do esquecimento organizacional- Falha em consolidar- Falha em manter- Inovações abandonadas- Desaprendizagem gerenciada
  111. 111. O que fazer?- Reconhecer os elementos fundamentais (estratégicos) do conhecimento organizacional.- Reconhecer os processos e ferramentas de conversão do conhecimento já existentes na organização.- Sistematizar, padronizar.- Aperfeiçoar.</li></li></ul><li>TMap NEXT©, a test management <br />approach <br />
  112. 112. TMap NEXT©, a test management approach <br />A SogetiTM é uma empresa líder mundial provedora de serviços tecnológicos, especializada em Gerenciamento de Aplicações, Gerenciamento de Infra-Estrutura, Engenharia de Alta Tecnologia e Teste de Software. <br />  <br />A SogetiTM é também parte da empresa internacional Capgemini e possui mais de 20 mil colaboradores no mundo. <br />Uma das especializações da SogetiTM são as ofertas de QA(Quality Assurance). Prova disso são os dois métodos internacionalmente reconhecidos: o TMap Next(Test Management Approach) para gerenciamento de testes estruturados e o TPI Next(Test Process Improvement) para melhoria dos processos de teste. <br />
  113. 113. TMap NEXT©, a test management approach <br />Sendo assim, o TMap Next é uma abordagem/estratégia para testes estruturados de sistemas de informação da SogetiTM. <br />Atualmente, 4 livros são referências para o TMap Next: Testing according to TMap(1995),  Software Testing - A guide to the TMap approach(2002), TMap Next for result-driven testing(2006) e End-to-end testing with TMap Next(2009). <br />
  114. 114. TMap NEXT©, a test management approach <br />Aonde o TMap Next pode te ajudar?<br />- Explicar como realizar certas atividades ou como estas são suportadas pelo TMap Next;<br />- Tradução dos requisitos do cliente em uma estratégia de testes concreta e gerenciamento da execução desta estratégia;<br />- Auxilio ao gerente, coordenador e analista de testes a lidar com várias abordagens de desenvolvimento de software;<br />- Execução de análise de riscos do produto, estratégia de testes e testes (não)funcionais;<br />
  115. 115. TMap NEXT©, a test management approach <br />- Configuração e gerenciamento da infra-estrutura dos testes para o projeto atual e outros projetos;<br />- Criação das especificações de teste bem como o uso de técnicas de especificação de casos de teste;<br />- Preparação, especificação e execução de testes descritos como processos dentrodos processos do TMap Next;<br />- Relatórios dos resultados dos testes com a perspectiva do cliente;<br />- Considerandoo processo de teste com uma visão exterior, respondendo questões como: "O que realmente o teste entrega?". <br />
  116. 116. TMap NEXT©, a test management approach <br />Aonde o TMap Next pode ser aplicado?<br />- Aonde exista um relacionamento cliente/fornecedor(outsourcing) entre cliente, desenvolvedor e testador(cada um com suas responsabilidades) ou uma abordagem coletiva iterativa;<br />- Com metodologias iterativas, incrementais, "waterfall" e ágeis;<br />- Com novos desenvolvimentos, manutenções e migrações de sistemas;<br />
  117. 117. TMap NEXT©, a test management approach <br /> - Em situações com a combinação de duas metodologias de desenvolvimento como: in-house, baseado em reuso e na montagem de módulos comprados, tudo dentro de uma única arquitetura;<br />- Na cobertura de requisitos não-funcionais do sistema;<br />- Em situações aonde muitas atenções devem ser dadas aos processos de comunicação e habilidades associadas; <br />
  118. 118. TMap NEXT©, a test management approach <br />TMap Next tem 4 pilares:<br />Gestão de Teste<br />O gerente de teste pode gerenciar o processo em quatro aspectos (tempo, custos, riscos e resultados).<br />Caixa de ferramentas<br />TMap tem uma caixa de ferramentas que fornece as técnicas para realizar o método;<br />
  119. 119. TMap NEXT©, a test management approach <br />Estrutura<br />Plano<br />Preparação<br />Especificação<br />Execução<br />Avaliação<br />Infra-estrutura<br />Management<br />Flexível<br />TMap permite a adaptação ao ambiente, incluindo métodos ágeis. <br />
  120. 120. TMap NEXT©, a test management approach <br />A definição de teste para o TMap Next é: <br />"O teste é um processo que fornece visão e conselhos sobre a qualidade e riscos relacionados". <br />
  121. 121.
  122. 122. Q&A<br />
  123. 123. Thank you!<br />Fernando Zeni Alvarenga (Fernando_Alvarenga@dellteam.com) <br />

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