Dadaísmo
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

Like this? Share it with your network

Share

Dadaísmo

on

  • 262 views

 

Statistics

Views

Total Views
262
Views on SlideShare
250
Embed Views
12

Actions

Likes
0
Downloads
1
Comments
0

2 Embeds 12

http://windowpane2.blogspot.pt 11
http://windowpane2.blogspot.com 1

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

Dadaísmo Presentation Transcript

  • 1. Dadaísmo e Tristan Tzara
  • 2. Dadaísmo – O que é? • - O movimento Dadá ou Dadaísmo foi um movimento artístico da vanguarda artística moderna iniciado em Zurique, em 1916, durane a 1º guerra mundial no Cabaret Voltaire* • - Tristan Tzara - poeta, judeu e francês -, Hugo Ball - poeta, escritor e filósofo alemão -, e Hans Arp - pintor e poeta alemão, naturalizado francês -, foram os principais impulsionadores do movimento *Cabaret Voltaire – clube noturno criado em 5 de Fevereiro de 1916 em Zurique (Suíça) - dava aos artistas condições para a liberdade artística e para a experimentação
  • 3. Dadaísmo – O que é? • "Dada" em francês significa "cavalo de madeira", mas a sua utilização pretende evidenciar a falta de sentido característica do movimento- sendo que a palavra "Dada” assemelha-se ao vocabulário e fala de um bebé • O nome foi, pelo que consta, escolhido aleatoriamente abrindo uma página de um dicionário e seleccionando uma palavra a olhos vendados • - O facto de o próprio nome ser aleatório é um símbolo do carácter anti-racional do movimento, contrário à Primeira Guerra Mundial e aos padrões de arte estabelecida até então
  • 4. Magnitude • Espalha-se rapidamente desde Zurique a Barcelona, Berlim, Colônia, Hanover, Nova Iorque e Paris • Tem forte influência no Surrealismo e na própria arte até hoje
  • 5. Tristan Tzara Tristan Tzara, 1928
  • 6. Tristan Tzara • Tristan Tzara ou Samy Rosenstock; Roménia, 1896 – Paris, 1963 • Poeta judeu francês oriundo de Moinesti, a Roménia • Foi um dos iniciadores e impulsionadores do Dadaísmo
  • 7. • Tristan Tzara significa, numa tradução à letra, “triste terra”, escolhido como protesto em nome dos judeus na Roménia • Assume o controlo do movimento dadaísta em 1917 com a partida de Hugo Ball • Opõe-se à sociedade e aos seus valores;
  • 8. Fórmula de um poema dadaísta, por Tristan Tzara: • Pegue um jornal • Pegue a tesoura • Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema. • Recorte o artigo. Recorte em seguida com atenção algumas palavras que formam esse artigo e meta-as num saco. • Agite suavemente. • Tire em seguida cada pedaço um após o outro. • Copie conscienciosamente na ordem em que elas são tiradas do saco. • O poema se parecerá com você. • E ei-lo um escritor infinitamente original e de uma sensibilidade graciosa, ainda que incompreendido do público.
  • 9. Componente Prática • Para este trabalho comecei por pegar num poema da minha autoria, já com alguns (bastantes) meses de existência e, a partir do método de Tristan Tzara, tentei dar-lhe uma outra vida. Apresentarei, de seguida, todas as etapas documentadas com fotografias. Espero que gostem.
  • 10. • Poema original: Been living in fantasy for too long. In a perfect world, she was there. Her smile, so truthfully wrong, Couldn't make me care less. Through the darkened nights, silent swears we've made. As we'd turn off the lights, Hidden from god's eyes, All my worries would fade away. Her eyes so deeply cried, a song of wisdom, no lies. Her heart spoke to mine. Embraced us both, under her sweet love cloak. Nothing could ever feel so right. But our dreams can't breathe, if we don't give them birth. Still they will forever be, All I want for me, All I want to be. Now darling, only time will tell, How deep in dreams we fell. But as you move on, play your part. Just don't forget, you still have my heart. I could shout a thousand lines, re-write the alphabet a million times. But baby, all I'd try to say, Can be done in a simple way: I love you. Her eyes so deeply cried, a song of wisdom, no lies. Her heart spoke to mine. Embraced us both, under her sweet love cloak.
  • 11. Poema final: Still both there, Will, wisdom, fantasy Nothing, We fell under cloak, Be. Cried now so, Embraced, Still no way through Swears all forget deeply spoke Sweet forever be Give them Could heart times simple All wrong world Re-write thousand you say of Deep love don’t Her, her as a baby dreams In million eyes made for you Breathe, shout As how all turn darling Song, alphabet So her couldn’t love, Nights will darkened, Don’t, You could want make in Truthfully only us, song Oh we’d cried But would embraced If living play, Heart spoke, all mine tell So move her dreams lights From my eyes Done so A sweet, a love My silent for right time Both worries she The no be can’t smile to But god’s cloak under her Fade try on, The have eyes part I’d you we’re but Deeply to They birth was to lies She was mine A care heart, her away I, I, I, her of in a, In feel Want of me ever a us Can lines? me: we less our Dezembro 2013
  • 12. Autoria: Aluno: Filipe Pires Santos Silva, nº 58566 Professor: Pedro Colaço U. C: História de Artes Visuais e Contemporâneas Licenciatura: Comunicação e Multimédia