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Aula 2 - Perspectiva Histórica do Comportamento Organizacional
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Aula 2 - Perspectiva Histórica do Comportamento Organizacional

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  • 1. Aula 2 Perspectiva Histórica das Teorias Administrativas e o estudo do Comportamento Organizacional Prof. MS. Felipe Saraiva Nunes de Pinho felipepinho.com prof. Felipe Pinho
  • 2. A Abordagem da Administração Científica e os primeiros anos da Psicologia O. (1890 – 1940) <ul><li>Surgimento dos princípios da Administração: busca da racionalidade, organização e do estudo científico dos processos organizacionais – a melhor maneira de executar uma tarefa. Após a definição da tarefa, buscava-se o melhor trabalhador para executá-la. </li></ul>prof. Felipe Pinho
  • 3. Frederick W. Taylor (1856 – 1915): <ul><li>Diferenciar as funções de gerente e de trabalhador; </li></ul><ul><li>Utilizar métodos científicos para determinar o melhor método de executar a tarefa com ênfase na eficiência. (projetar o trabalho, métodos padronizados; the best way). ; </li></ul><ul><li>Selecionar (seleção científica do trabalho) as pessoas certas para cada atividade; </li></ul><ul><li>Treinar o trabalhador para executar corretamente a tarefa em um tempo padrão; </li></ul><ul><li>Monitorar o desempenho do trabalhador (buscar sempre a execução da melhor maneira); </li></ul><ul><li>Atribuir a responsabilidade pela organização do trabalho ao gerente (planejamento e estruturação do trabalho). Os trabalhadores apenas executariam as atividades; </li></ul><ul><li>Fornecer apoio adicional mediante o planejamento da distribuição de tarefas e a eliminação de interrupções (proteger o trabalhador de coisas que possam interferir no trabalho). </li></ul><ul><li>Plano de Incentivo Salarial </li></ul>prof. Felipe Pinho
  • 4. Princípios Importantes do Taylorismo <ul><li>Dicotomia entre o trabalho concepção (a cargo dos gerentes) e o trabalho execução (a cargo dos trabalhadores); </li></ul><ul><li>Essa dicotomia acaba tirando todo o significado humano do trabalho gerando profundas conseqüências psicossomáticas nos trabalhadores; </li></ul><ul><li>Taylor criou o termo “vadiagem social”, por acreditar que os trabalhadores faziam cera no trabalho, tanto para defender seus empregos como também porque eram naturalmente avessos aos trabalho. </li></ul>prof. Felipe Pinho
  • 5. Críticas aos princípios Tayloristas <ul><ul><li>Mecanização: a mecanização do trabalho e das relações de trabalho torna o trabalhador parte da “máquina” organizacional, acaba com sua subjetividade e com a sua iniciativa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Esgotamento físico : o trabalhado e o pagamento condicionados apenas à dimensão física, levavam os trabalhadores a ficarem esgotados visando alcançar maiores ganhos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Especialização e atomização demasiada do processo de trabalho minimizando as aptidões dos operários e tirando toda a possibilidade de satisfação com o trabalho. </li></ul></ul>prof. Felipe Pinho
  • 6. <ul><li>Frank e Lilian Gilbreth: </li></ul><ul><li>- Estudo dos movimentos: redução da atividade até os seus movimentos básicos (therblig); </li></ul><ul><li>- preocupação com a eficiência no trabalho. </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Henry Gantt: </li></ul><ul><li>- plano salarial de tarefa-e- gratificação: abono sobre o salário normal para quem executasse a tarefa dentro do prazo. </li></ul><ul><li>  </li></ul>prof. Felipe Pinho
  • 7. A Abordagem da Administração Científica <ul><li>Foco na redução dos custos das atividades produtivas; </li></ul><ul><li>Foco na tarefa; </li></ul><ul><li>Foco na seleção e no treinamento para a tarefa. </li></ul><ul><li>Foco na motivação financeira ( homo economicus ). </li></ul>prof. Felipe Pinho
  • 8. A Abordagem dos Princípios da Administração (1900 – 1950) <ul><li>Busca do aumento da eficiência dos procedimentos gerenciais tendo como ênfase a estrutura; </li></ul><ul><li>Henri Fayol (1841 – 1925): </li></ul><ul><li>- Funções essenciais da Administração: planejamento das atividades e objetivos de desempenho; organização dos recursos da empresa para alcançar os objetivos; coordenação e comando da mão de obra; controle dos esforços globais pela comparação entre o resultado e os objetivos; </li></ul>prof. Felipe Pinho
  • 9. 14 Princípios de Fayol <ul><li>Divisão do trabalho; autoridade; disciplina; unidade de comando; unidade de direção; interesses individuais x interesses gerais; remuneração; centralização; cadeia hierárquica; ordem; eqüidade; estabilidade da ocupação; iniciativa; espírito de equipe. (número de princípios ilimitados; deveriam ser flexíveis e adaptáveis à realidade da organização). </li></ul>prof. Felipe Pinho
  • 10. <ul><li>Teoria da Burocracia de Max Weber </li></ul><ul><li>(1864 – 1920): </li></ul><ul><li>Sociólogo alemão considerado o pai da Burocracia; </li></ul><ul><li>Estudo das estruturas gerenciais e suas eficiências; </li></ul><ul><li>Qualquer organização com características burocráticas seriam eficiente; </li></ul><ul><li>Características das Organizações Burocráticas: seleção e promoção baseadas na especialização e no desempenho; hierarquia de autoridade; regras e regulamentos escritos; divisão do trabalho; documentação escrita; não à propriedade (os membros não são proprietários dos recursos necessários para desempenho das funções); </li></ul>prof. Felipe Pinho
  • 11. A Abordagem das Relações Humanas (1930 – 1970) <ul><li>Estudo realizado na Western Eletric, situada no bairro Hawthorne da cidade de Chicago. </li></ul><ul><li>Ênfase no estudo das influências sociais para a compreensão do comportamento nas organizações; </li></ul><ul><li>Elton Mayo (1880 – 1949) e os Estudos de Hawthorne: </li></ul><ul><li>homo economicus x homem social </li></ul><ul><li>Nível de produção resultante da integração social; comportamento social dos empregados; recompensas e sanções sociais (as pessoas são motivadas pela necessidade de reconhecimento, de aprovação social e participação nas atividades dos grupos sociais nos quais convivem; grupos informais; importância do conteúdo do cargo; ênfase nos aspectos emocionais. </li></ul>prof. Felipe Pinho
  • 12. Douglas McGregor (1906 – 1964) <ul><li>Apontou o contraste filosófico entre a abordagem das relações humanas e a abordagem da administração científica; </li></ul><ul><li>Formulou a diferença entre a teoria X e a Y </li></ul>prof. Felipe Pinho
  • 13. prof. Felipe Pinho Teoria X Teoria Y - aversão ao trabalho; - as pessoas precisam ser coagidas, controladas, dirigidas e ameaçadas de punição para alcançarem os objetivos organizacionais; - a maioria dos seres humanos prefere ser mandada, deseja evitar a responsabilidade, possui relativamente pouca ambição e quer segurança; - ênfase motivacional nas recompensas ou sanções econômicas. - o trabalho é uma atividade natural do ser humano; - autocomando e autocontrole nas atividades que as pessoas se sentirem envolvidas; - em condições adequadas os seres humanos buscam o desenvolvimento e a responsabilidade; - imaginação, inventividade, criatividade e capacidade para usar essas qualidades na solução de problemas organizacionais são amplamente distribuídas entre as pessoas. - fatores motivacionais vinculados à tarefa e ao ambiente social.
  • 14. A Abordagem dos Sistemas Abertos (1960 – dias atuais) <ul><li>os sistemas são ciclos de eventos; </li></ul><ul><li>a sobrevivência ou o desenvolvimento organizacional estão ligados à percepção dos ambientes e do ajustamento às suas demandas; </li></ul><ul><li>Quatro tipos básicos de ambientes: </li></ul><ul><li>Plácidos e fortuitos; Tranquilos agrupados; Reativos e agitados; Campos turbulentos </li></ul>prof. Felipe Pinho
  • 15. Perspectiva Sistêmica de Katz e Kahn prof. Felipe Pinho
  • 16. Abordagem Contingencial <ul><li>Contingência significa algo incerto ou eventual, que depende da situação, do momento; </li></ul><ul><li>Defende que não há nada de absoluto nas organizações ou na teoria administrativa. Tudo é relativo. Tudo depende do contexto e do ambiente; </li></ul><ul><li>A Abordagem Contingencial defende que não há único e exclusivo modelo organizacional capaz de atingir a eficácia organizacional ou seja, não existe uma forma única que seja melhor para alcançar os objetivos altamente variados das organizações dentro de um ambiente também altamente variado; </li></ul><ul><li>O sucesso da empresa está em conseguir se adaptar ao ambiente, em detectar as oportunidades e ameaças; </li></ul>prof. Felipe Pinho
  • 17. Os modelos de organização de Burns e Stalker <ul><li>Organizações Mecanísticas: </li></ul><ul><li>com burocracia rígida, hierarquia </li></ul><ul><li>de comando, cargos estáveis com especialistas univalentes, </li></ul><ul><li>decisões centralizadas na cúpula, estruturas verticais, regras e </li></ul><ul><li>regulamentos formalizados por escrito, fundamentadas na teoria </li></ul><ul><li>clássica, atuando em ambiente estável ou permanente </li></ul><ul><li>Organizações Orgânicas: </li></ul><ul><li>flexíveis, mutáveis, adaptativas e </li></ul><ul><li>transitórias, autoridade baseada no conhecimento e em consultas, </li></ul><ul><li>cargos mutáveis ocupados por profissionais polivalentes, decisões </li></ul><ul><li>descentralizadas, estruturas horizontais, processo de comunicação </li></ul><ul><li>informal, fundamentadas na Teoria de Relações Humanas, atuando </li></ul><ul><li>em ambientes instável e dinâmico </li></ul>prof. Felipe Pinho
  • 18. O conceito de sujeito na Abordagem Contigencial <ul><li>HOMEM COMPLEXO – caracterizado por um sistema complexo de valores, percepções, características e necessidades. Ele opera como um sistema, buscando equilíbrio interno, diante das demandas do ambiente; </li></ul><ul><li>É um ser transacional e tem comportamento dirigido para objetivos </li></ul><ul><li>Vive em contínuo desenvolvimento. É adaptativo, embora mantenha sua identidade e individualidade ao longo do tempo </li></ul><ul><li>É sujeito a múltiplos fatores de motivação, os quais são impelidos por três forças básicas: </li></ul><ul><li>Expectativas </li></ul><ul><li>Recompensas </li></ul><ul><li>Relação entre expectativas e recompensas </li></ul>prof. Felipe Pinho
  • 19. Referencia Bibliográfica <ul><li>WAGNER III, J. A.; HOLLENBECK, J. R. Comportamiento Organizativo. Consiguiendo la ventaja competitiva . Madrid: Thomson, 2004 </li></ul>prof. Felipe Pinho

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