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aula 4 a ciência, o ideal científico e a razão instrumental<br />Prof. Ms. Felipe Saraiva Nunes de Pinho<br />felipepinho....
O que é o Senso Comum?<br />
Ciência e Senso Comum<br /><ul><li>O senso comum corresponde aos nosso saberes cotidianos, ao conhecimento passado de gera...
O senso comum é um conjunto de crenças, opiniões e saberes aceitos como verdadeiros e compartilhados pelos membros de uma ...
O conhecimento do senso comum é:
Subjetivo; qualitativo; individualizador; generalizador; expressa sentimentos de angústia diante do desconhecido; predomin...
A ciência é o esforço para descobrir e aumentar o conhecimento humano de como a realidade funciona;
Adota um método objetivo: o método científico;
A ciência é um pensamento sistemático: busca uma coerência entre os fenômenos, além de relações complexas de causa e efeito.
Busca descobrir os princípios gerais e universais dos fenômenos observados (teorias, leis, etc.).</li></li></ul><li>O que ...
Ela tem por finalidade propor uma explicação racional e objetiva da realidade e estabelecer entre os fenômenos observados ...
É quantitativo;
É homogêneo;
É generalizador;
Busca a causalidade;
É emancipador: afirma que pelo conhecimento o homem pode se libertar dos medos e das superstições;
Busca renovar-se constantemente.</li></li></ul><li>A Ciência como um pensamento sistemático<br /><ul><li>O pensamento sist...
Defende que todo fenômeno é composto de inúmeras partes que se inter-influenciam para formar uma complexidade coerente;
Todo fenômeno ou objeto é algo complexo, que sofre a influência de seu contexto e de outros fenômenos e objetos, não poden...
Na Administração temos como teorias sistemáticas, a Abordagem dos Sistemas Abertos, e a Teoria Contingencial.</li></li></u...
O método científico<br /><ul><li>Método: (grego) caminho para se chegar a um fim. O método científico é um conjunto de reg...
Ideais do método científico: objeto específico, linguagem rigorosa, métodos e técnicas específicas, processo cumulativo do...
Construir o fenômeno como objeto científico;
Demonstrar e provar os resultados;
Produzir uma teoria geral, universal.</li></li></ul><li>A ciência como um ideal de homem<br /><ul><li>A ciência moderna ac...
A ciência moderna acredita no homem como um ser racional;
A ciência moderna acredita que a realidade poder ser conhecida e explicada.</li></li></ul><li>O Ideal Científico<br /><ul>...
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Método científico: conjunto de regras, normas e procedimentos gerais, que servem para definir ou construir o objeto e para...
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A lei do fenômeno: regularidade, constância e universalidade. A lei do fenômeno define como o objeto se constitui, como se...
O uso de tecnologia como forma de superar as limitações das capacidades humana;
O uso da linguagem científica: separação do objeto da experiência vivida cotidiana.</li></li></ul><li>A crítica à Neutrali...
No entanto, nos dias atuais, essa suposta neutralidade é criticada, uma vez que compreendemos que toda Ciência está inseri...
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  1. 1. aula 4 a ciência, o ideal científico e a razão instrumental<br />Prof. Ms. Felipe Saraiva Nunes de Pinho<br />felipepinho.com<br />
  2. 2. O que é o Senso Comum?<br />
  3. 3. Ciência e Senso Comum<br /><ul><li>O senso comum corresponde aos nosso saberes cotidianos, ao conhecimento passado de geração em geração e que não tem uma comprovação científica;
  4. 4. O senso comum é um conjunto de crenças, opiniões e saberes aceitos como verdadeiros e compartilhados pelos membros de uma determinada sociedade;
  5. 5. O conhecimento do senso comum é:
  6. 6. Subjetivo; qualitativo; individualizador; generalizador; expressa sentimentos de angústia diante do desconhecido; predomina o pensamento fantástico.</li></li></ul><li>O que é a Ciência?<br /><ul><li>Do Latim temos o substantivo scientia, que significa “conhecimento” e o verbo scire, quesignifica “saber”;
  7. 7. A ciência é o esforço para descobrir e aumentar o conhecimento humano de como a realidade funciona;
  8. 8. Adota um método objetivo: o método científico;
  9. 9. A ciência é um pensamento sistemático: busca uma coerência entre os fenômenos, além de relações complexas de causa e efeito.
  10. 10. Busca descobrir os princípios gerais e universais dos fenômenos observados (teorias, leis, etc.).</li></li></ul><li>O que é Ciência?<br /><ul><li>“Em seu sentido amplo e clássico, a ciência é um saber metódico e rigoroso, isto é, um conjunto de conhecimentos adquiridos metodicamente, sistematicamente organizados, e suscetíveis de serem transmitidos por um processo pedagógico de ensino.” (Japiassú; Marcondes. Dicionário Básico de Filosofia, 1996).
  11. 11. Ela tem por finalidade propor uma explicação racional e objetiva da realidade e estabelecer entre os fenômenos observados relações universais e necessárias. (Japiassú; Marcondes. Dicionário Básico de Filosofia, 1996)</li></li></ul><li>Características do conhecimento científico<br /><ul><li>É objetivo;
  12. 12. É quantitativo;
  13. 13. É homogêneo;
  14. 14. É generalizador;
  15. 15. Busca a causalidade;
  16. 16. É emancipador: afirma que pelo conhecimento o homem pode se libertar dos medos e das superstições;
  17. 17. Busca renovar-se constantemente.</li></li></ul><li>A Ciência como um pensamento sistemático<br /><ul><li>O pensamento sistemático, paradigma emergente das ciências contemporâneas, busca superar o pensamento reducionista/mecanicista do paradigma newtoniano-cartesiano da modernidade;
  18. 18. Defende que todo fenômeno é composto de inúmeras partes que se inter-influenciam para formar uma complexidade coerente;
  19. 19. Todo fenômeno ou objeto é algo complexo, que sofre a influência de seu contexto e de outros fenômenos e objetos, não podendo ser reduzido, nem simplificado;
  20. 20. Na Administração temos como teorias sistemáticas, a Abordagem dos Sistemas Abertos, e a Teoria Contingencial.</li></li></ul><li>O método científico<br />René Descartes (1596 —1650) <br />Seu mais famoso livro: O Discurso do Método (1637)<br />
  21. 21. O método científico<br /><ul><li>Método: (grego) caminho para se chegar a um fim. O método científico é um conjunto de regras básicas para desenvolver uma experiência a fim de produzir novo conhecimento.
  22. 22. Ideais do método científico: objeto específico, linguagem rigorosa, métodos e técnicas específicas, processo cumulativo do conhecimento, objetividade, universalização, crença no progresso, neutralidade científica. </li></li></ul><li>Objetivos científicos<br /><ul><li>Separar o objetivo do subjetivo;
  23. 23. Construir o fenômeno como objeto científico;
  24. 24. Demonstrar e provar os resultados;
  25. 25. Produzir uma teoria geral, universal.</li></li></ul><li>A ciência como um ideal de homem<br /><ul><li>A ciência moderna acredita na evolução do homem e da cultura;
  26. 26. A ciência moderna acredita no homem como um ser racional;
  27. 27. A ciência moderna acredita que a realidade poder ser conhecida e explicada.</li></li></ul><li>O Ideal Científico<br /><ul><li>Confiança na capacidade da razão de conhecer a realidade;
  28. 28. Distinção entre o Sujeito do conhecimento e o objeto (independência do fenômeno);
  29. 29. Método científico: conjunto de regras, normas e procedimentos gerais, que servem para definir ou construir o objeto e para o autocontrole do pensamento durante a investigação e, após esta, para a confirmação ou falsificação dos resultados obtidos;
  30. 30. As operações de análise e síntese;</li></li></ul><li>O Ideal Científico<br /><ul><li>Confiança na capacidade da razão de conhecer a realidade;
  31. 31. A lei do fenômeno: regularidade, constância e universalidade. A lei do fenômeno define como o objeto se constitui, como se comporta, por que e como permanece e por que e como se transforma;
  32. 32. O uso de tecnologia como forma de superar as limitações das capacidades humana;
  33. 33. O uso da linguagem científica: separação do objeto da experiência vivida cotidiana.</li></li></ul><li>A crítica à Neutralidade Científica<br /><ul><li>“O princípio da neutralidade científica é o princípio segundo o qual os cientistas estariam isentos e imunes, em nome de sua racionalidade objetiva, de formular todo e qualquer juízo de valor, de manifestar toda e qualquer preferência pessoal e, consequentemente, de ser responsáveis pelas decisões políticas relativas ao uso de suas descobertas.” (Japiassú; Marcondes. Dicionário Básico de Filosofia, 1996). </li></li></ul><li>A crítica à Neutralidade Científica<br /><ul><li>Alguns teóricos defenderam que a Ciência seria uma forma de saber neutro, uma vez que ela descreveria fatos e explicaria fenômenos objetivos, sem emitir juízos de valor ou crenças e opiniões dos próprios cientistas;
  34. 34. No entanto, nos dias atuais, essa suposta neutralidade é criticada, uma vez que compreendemos que toda Ciência está inserida em um contexto sócio-histórico e sofre pressões e influências dos setores políticos, econômicos, religiosos, além da própria sociedade civil.</li></li></ul><li>A ciência desinteressada e o utilitarismo<br /><ul><li>Duas concepções sobre o valor da ciência: o ideal do conhecimento desinteressado e o utilitarismo;
  35. 35. O ideal do conhecimento desinteressado: o valor do conhecimento independe de sua aplicação prática (ampliar o saber humano sobre a realidade);
  36. 36. O utilitarismo: o valor da ciência está na quantidade de aplicações práticas que ela aporta:
  37. 37. Valorização da Prática em detrimento à Teoria;
  38. 38. Confusão entre Ciência e Técnica.
  39. 39. “A ciência tornou-se parte integrante e indispensável da atividade econômica. Tornou-se agente econômico e político”.</li></li></ul><li>O Utilitarismo<br /><ul><li>É uma doutrina filosófica consequencialista, ou seja, avalia as consequências das ações, que defende que as ações são boas quando tendem a promover a felicidade da maioria;
  40. 40. Em muitas ocasiões, para promover o bem-estar da maioria é aceito o sacrifício do bem-estar das minorias.
  41. 41. Bentham, um dos principais teóricos utilitaristas do século XIX, defendeu o princípio da utilidade, que defende que “toda ação, qualquer que seja, deve ser aprovada ou rejeitada em função da sua tendência de aumentar ou reduzir o bem-estar das partes afetadas pela ação. (...) Designamos por utilidade a tendência de alguma coisa em alcançar o bem-estar, o bem, o belo, a felicidade, as vantagens, etc.”;</li></li></ul><li>A Ciência como uma forma de Poder<br /><ul><li>A Ciência, ao longo da construção das sociedades “modernas”, transformou-se ela mesma em uma espécie de mito, ou seja, adquiriu o status de poder ilimitado capaz de explicar todos os fatos e propor verdades absolutas;
  42. 42. Nessa perspectiva, a ciência divide os seres humanos em duas categorias, de acordo com a ideologia da competência:
  43. 43. Os que sabem – devem comandar a sociedade e exercer o poder sobre os que não sabem, pois são competentes;
  44. 44. Os que não sabem – por serem considerados incompetentes devem obedecer e se deixar mandar.</li></li></ul><li>O Cientificismo<br /><ul><li>Sistema Filosófico que defende a tese de que a única via de acesso válido à realidade é através das ciências positivas (Augusto Comte);
  45. 45. Acredita na possibilidade de uma racionalização completa do saber;
  46. 46. “Fora da Ciência não há salvação;
  47. 47. Defende que apenas os técnicos e os cientistas devem dirigir todos os negócios humanos, por serem os únicos conhecedores do saber verdadeiro.</li></ul>Augusto Comte (1798-1857)<br />
  48. 48. A ideologia cientificista<br /><ul><li>O cientificismo: crença na capacidade ilimitada da ciência de conhecer e explicar tudo; de conhecer os fenômenos e a própria realidade tal como ela é em si mesma (o mito da ciência); a manipulação e o conhecimento da realidade sem limites para a ação humana; o domínio dos que detêm o conhecimento sobre os que não o detêm (ideologia da competência);
  49. 49. A ilusão da neutralidade científica:
  50. 50. A ciência como imparcial, objetiva e neutra (mito);
  51. 51. A escolha do fenômeno a ser estudado já não é neutra;
  52. 52. A ciência está inserida em um contexto histórico e cultural onde existem interesses econômicos e políticos;
  53. 53. Ela representa o pensamento de uma determinada cultura, por isso tende a ser influenciada pelo etnocentrismo.</li></li></ul><li>A crítica às ciências modernas<br /><ul><li>No início do século XX teóricos como Karl Marx e Max Weber, entre outros, procuraram desmascarar os ideais de neutralidade e progresso científicos.
  54. 54. Surge a teoria crítica, vinculada à Escola de Frankfurt.
  55. 55. Aparece o conceito de razão instrumental.</li></ul>Max Weber (1864 - 1920)<br />
  56. 56. A ciência como Ideologia<br /><ul><li>A ciência como Ideologia: lógica social e imaginária de ocultamento da realidade histórica (Marx);
  57. 57. A ciência é uma forma de poder;
  58. 58. A ciência expressa os ideais da classe “burguesa”;
  59. 59. A ciência tem como objetivo dominar o próprio homem.</li></ul>Karl Marx (1818 – 1883)<br />
  60. 60. Herbert Marcuse(Alemanha, 1898 – 1979)<br /><ul><li>A razão da ciência moderna não é a verdadeira Razão;
  61. 61. A ciência e a técnica são apropriadas pela sociedade capitalista;
  62. 62. A ciência e a técnica como instrumento de dominação ideológico das sociedades capitalista.</li></li></ul><li>A razão instrumental<br /><ul><li>Para o Iluminismo, conhecer é dominar e controlar a natureza e o homem;
  63. 63. Francis Bacon: a natureza atormentada; atormentar a natureza é fazê-la reagir a condições artificiais, criadas pelo homem;
  64. 64. A razão instrumental tem como finalidade a aplicação e a transformação da própria realidade e do homem;
  65. 65. A ciência como ideologia: não é mais a busca pelo conhecimento que move ciência, e sim a busca pelo controle e pela dominação da natureza e do homem.</li></li></ul><li>A Razão Instrumental<br /><ul><li>A Razão Instrumental, nascida dos ideais Iluministas, se caracteriza pela utilização do conhecimento como uma forma de criar condições material para a conservação da vida do ser humano;
  66. 66. O termo “Razão Instrumental” foi provavelmente cunhado por Max Horkheimer. Para criticar esse conceito, Horkheimer defendeu o conceito da Razão Crítica.</li></li></ul><li>A Razão Instrumental<br /><ul><li>Usa-se a razão (pensamento) para aprender, para criar algo “útil”, economicamente compensador: saber é poder;
  67. 67. A Razão instrumental promove um verdadeiro desencantamento do mundo, na medida em que todo conhecimento humano perde seu valor absoluto como fim, se torna apenas um meio;
  68. 68. Na sociedade capitalista, o conhecimento é um meio para se alcançar a maximização das ganâncias e dos benefícios financeiros.</li></li></ul><li>A Volta à Barbárie<br /><ul><li>ADORNO e HORKHEIMER, fazem a seguinte pergunta: “por que a humanidade, em vez de entrar em um estado verdadeiramente humano, está em uma nova espécie de barbárie?”
  69. 69. Essa é a prova que a razão não busca mais a verdade, a crítica ao pré-estabelecido: na sociedade de massa a tecnificação do saber sacrifica a própria liberdade e consciência das pessoas;
  70. 70. É a volta do ser humano à barbárie.</li></li></ul><li>A crítica de Horkheimer ao projeto Iluminista da Modernidade<br /><ul><li>A modernidade, sob o viés iluminista, pôs em marcha o seu projeto de racionalizar o mundo. Esse processo visava desencantar o mundo, dissolver os mitos e substituir a imaginação e a fé pelo saber;
  71. 71. O problema é que em vez desse projeto promover a emancipação do ser humano, o escravizou, nas armadilhas da ignorância.
  72. 72. Na modernidade capitalista, o que interessa não é a verdade, mas o pensamento operativo, técnico e eficaz.
  73. 73. Nessa ânsia pelo conhecimento técnico, o ser humano perde a consciência do que realmente está em jogo, se aliena, do mundo e de si mesmo.</li></li></ul><li>A Mudança de Paradigma nas Ciências contemporâneas<br /><ul><li>Vivemos, na contemporaneidade, uma crise de paradigmas nas ciências. Os modelos científicos mecanicista-lógico-matemáticos foram considerados mecanicistas e reducionistas e não dão conta de explicar a realidade em sua complexidade;
  74. 74. A Ciência hoje, busca desenvolver uma leitura mais sistêmica dos fenômenos, considerados complexos e holísticos;
  75. 75. Na Administração temos um intenso debate sobre a eficácia dos métodos estritamente racionais, além de um resgate da complexidade humana e da subjetividade;
  76. 76. Estudos sobre valores, cultura e clima, liderança, mostram o quanto a dimensão informal e não-racional determina o desempenho nas empresas.</li></li></ul><li>A Mudança no Paradigma Científico<br /><ul><li>Paradigma Newtoniano-cartesiano (modernidade)
  77. 77. A especialização;
  78. 78. A objetivação e a objetividade;
  79. 79. O método racional;
  80. 80. Causalidade linear.
  81. 81. O Modelo Holístico – Sistêmico (pós-modernidade)
  82. 82. O todo e as partes – a complexidade;
  83. 83. A humanização e a intersubjetividade ;
  84. 84. O resgate da criatividade e da espontaneidade;
  85. 85. Causalidade circular e multicausalidade.</li></ul>prof.FelipePinho<br />
  86. 86. A mudança de Paradigma científico<br />
  87. 87. Reflita: O progresso da Tecnologia<br /><ul><li>O minério coltan (columbita-tantalita) é um dos materiais mais procurados do mundo;
  88. 88. Quando refinado se transforma em tântalo, um pó mágico, um componente-chave de tudo, desde telefones celulares fabricados por Nokia e Ericsson e chips de computador da Intel, passando por aparelhos de som da Sony, até mísseis e reatores nucleares.
  89. 89. Um dos maiores produtores mundiais desse minério é o Congo que vive uma guerra civil sangrenta;
  90. 90. Onde será que as empresas de tecnologia compram esse material?</li></li></ul><li>Reflita: sobre os problemas e limites do uso das ciências<br /><ul><li>Há limites para o uso das ciências? A Ciência pode tudo?
  91. 91. Os avanços tecnológicos e científicos só trazem realmente benefícios para toda a humanidade?
  92. 92. A ciência é neutra e desinteressada?</li></li></ul><li>Bibliografia<br />CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia.São Paulo: Ática, 2003.JAPIASSÚ; MARCONDES. Dicionário Básico de Filosofia. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Ed., 1996.HORKHEIMER, Max. Eclipse da razão. São Paulo: Centauro, 2002. <br />felipepinho.com<br />
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