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Relatório de Vistoria às Unidades de Saúde do Município

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Relatório de vistoria às unidades municipais de saúde de Niterói elaborado pelo vereador Felipe Peixoto (PDT) e apresentado na reunião do Conselho Municipal de Saúde de 28 de abril de 2009.

Relatório de vistoria às unidades municipais de saúde de Niterói elaborado pelo vereador Felipe Peixoto (PDT) e apresentado na reunião do Conselho Municipal de Saúde de 28 de abril de 2009.

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  • 1. Relatório de vistoria às unidades da rede municipal de saúde Câmara Municipal de Niterói Comissão de Saúde e Desenvolvimento Social
  • 2. INTRODUÇÃO
  • 3. Introdução
    • 2009 – Nova legislatura e novo governo
    • Necessidade de averiguar a situação em que se encontrava a rede municipal de saúde
    • De que forma o atual governo recebeu as unidades
    • Acompanhar progressos e retrocessos
    • Comissão decide visitar cada uma das unidades: médico de família, unidades básicas, policlínicas, laboratórios, SPAs e hospitais
  • 4. Roteiros de vistoria
    • As 63 unidades são divididas em 9 roteiros organizados de acordo com bairros
    • As vistorias aconteceram entre os dias 21/01 e 26/02
    • Itens avaliados:
      • Condições físicas
      • Atendimento ao usuário (medicamentos, funcionários, equipamentos, etc)
      • Outros (condições alheias ao sistema de saúde que interferem no trabalho)
  • 5. Considerações iniciais
    • A Comissão não avaliou o empenho, competência, capacitação ou adequação à função de nenhum funcionário destas unidades.
    • Os dados do relatório foram coletados unicamente nas visitas realizadas, sem posterior confirmação ou atualização.
    • Com exceção das condições físicas das unidades, todas as outras informações foram repassadas pelos funcionários que recebiam os vereadores.
  • 6. Considerações iniciais
    • A metodologia utilizada não é científica; os dados levantados são apenas sinalizadores para a política pública de saúde
    • O relatório não incluiu as visitas realizadas à Coordenação do SAMU; ao pátio de manutenção da FMS; ao Centro de Controle de Zoonoses; ao Almoxarifado Central da FMS; e à Policlínica Almir Madeira. No entender da Comissão, estas unidades devem ser tratadas separadamente.
  • 7. Classificação das unidades
    • UNIDADES SEM OBSERVAÇÕES – Possuem boa infraestrutura, adequada ao trabalho desenvolvido, sem deterioração perceptível e atendendo satisfatoriamente seu público-alvo
    • UNIDADES COM POUCAS OBSERVAÇÕES – Possuem infraestrutura que atenda ao trabalho razoavelmente ou com algum nível de deterioração perceptível; ou com pequenos problemas no seu funcionamento.
  • 8. Classificação das unidades
    • UNIDADES COM MUITAS OBSERVAÇÕES – possuem infraestrutura insuficiente, inadequada ou com nível de deterioração preocupante e/ou dificuldades grandes para encaminhar soluções no atendimento.
    • UNIDADES COM URGÊNCIAS – possuem problemas graves de infraestrutura e/ou funcionamento que prejudicam o trabalho da unidade.
  • 9. Classificação das unidades
  • 10. UNIDADES SEM OBSERVAÇÕES MÉDICO DE FAMÍLIA DE JURUJUBA MÉDICO DE FAMÍLIA DA VILA IPIRANGA MÉDICO DE FAMÍLIA DO VITAL BRAZIL SERVIÇO DE PRONTO-ATENDIMENTO DO LARGO DA BATALHA
  • 11. UNIDADES COM POUCAS OBSERVAÇÕES HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DE JURUJUBA MÉDICO DE FAMÍLIA DO MARAVISTA LABORATÓRIO MIGUELOTE VIANA MÉDICO DE FAMÍLIA DO MATAPACA LABORATÓRIO REGIONAL LESTE OCEÂNICA MÉDICO DE FAMÍLIA DO MORRO DO CÉU LABORATÓRIO REGIONAL NORTE MÉDICO DE FAMÍLIA DO MORRO DO PALÁCIO MÉDICO DE FAMÍLIA DO ATALAIA MÉDICO DE FAMÍLIA DO MORRO DOS MARÍTIMOS MÉDICO DE FAMÍLIA DO CAFUBÁ I MÉDICO DE FAMÍLIA DE PIRATININGA (TREVO) MÉDICO DE FAMÍLIA DO CANTAGALO I MÉDICO DE FAMÍLIA DO PREVENTÓRIO 1 MÉDICO DE FAMÍLIA DO CANTAGALO II MÉDICO DE FAMÍLIA DA SOUZA SOARES MÉDICO DE FAMÍLIA DO CARAMUJO POLICLÍNICA COMUNITÁRIA DO CANTAGALO MÉDICO DE FAMÍLIA DO CAVALÃO POLICLÍNICA COMUNITÁRIA DE JURUJUBA MÉDICO DE FAMÍLIA DO COTIA E ALARICO DE SOUZA POLICLÍNICA REGIONAL DA ENGENHOCA MÉDICO DE FAMÍLIA DO CUBANGO POLICLÍNICA REGIONAL DE ITAIPU MÉDICO DE FAMÍLIA DO ENGENHO DO MATO I POLICLÍNICA REGIONAL DO LARGO DA BATALHA MÉDICO DE FAMÍLIA DO ENGENHO DO MATO II UNIDADE BÁSICA DO BALDEADOR MÉDICO DE FAMÍLIA DA GROTA I UNIDADE BÁSICA DO CENTRO MÉDICO DE FAMÍLIA DA GROTA II UNIDADE BÁSICA DA ENGENHOCA MÉDICO DE FAMÍLIA DA ILHA DA CONCEIÇÃO UNIDADE BÁSICA DO MORRO DO ESTADO MÉDICO DE FAMÍLIA DE ITITIOCA UNIDADE BÁSICA DE VÁRZEA DAS MOÇAS MÉDICO DE FAMÍLIA DA LEOPOLDINA
  • 12. UNIDADES COM MUITAS OBSERVAÇÕES HOSPITAL CARLOS TORTELLY POLICLÍNICA COMUNITÁRIA DO CARAMUJO MATERNIDADE ALZIRA REIS VIEIRA POLICLÍNICA CARLOS ANTÔNIO DA SILVA MÉDICO DE FAMÍLIA DO BURACO DO BOI POLICLÍNICA REGIONAL DO FONSECA MÉDICO DE FAMÍLIA DO CAFUBÁ II POLICLÍNICA REGIONAL DE SANTA ROSA MÉDICO DE FAMÍLIA DA NOVA BRASÍLIA I SERVIÇO DE PRONTO-ATENDIMENTO DA ENGENHOCA MÉDICO DE FAMÍLIA DA NOVA BRASÍLIA II UNIDADE BÁSICA DE SANTA BÁRBARA
  • 13. UNIDADES COM URGÊNCIAS HOSPITAL GETÚLIO VARGAS FILHO POLICLÍNICA MALU SAMPAIO HOSPITAL ORÊNCIO DE FREITAS POLICLÍNICA SYLVIO PICANÇO MÉDICO DE FAMÍLIA DO PREVENTÓRIO II UNIDADE BÁSICA DO BARRETO MÉDICO DE FAMÍLIA DO VIRADOURO UNIDADE BÁSICA DE PIRATININGA (TIBAU) POLICLÍNICA DA ILHA DA CONCEIÇÃO UNIDADE MUNICIPAL DE URGÊNCIA MÁRIO MONTEIRO
  • 14. CONDIÇÕES FÍSICAS DAS UNIDADES
  • 15. Condições físicas
    • A imensa maioria das unidades foi merecedora de pelo menos uma observação
    • A maior parte dos problemas encontrados podem ser solucionados com intervenções básicas
    • Algumas unidades possuem limitações no que tange à interferência do Poder Executivo Municipal em suas edificações, por estarem em terrenos ou edificações que não pertencem à Prefeitura
  • 16. TIPO DE PROBLEMA ENCONTRADO NA UNIDADE CITAÇÕES A - Ocorrência de infiltração, mofo e goteiras, estado da pintura e aparência física 33 52% E - Temperatura e ventilação do ambiente de trabalho 33 52% F - Adequação do tamanho do espaço e do número de salas à demanda do trabalho 27 43% G - Estado dos banheiros (inclusive do cons. ginecológico) e do saneamento básico 16 25% C - Estado das fundações e dos pisos 8 13% D - Acessibilidade e deslocamento entre pavimentos 8 13% B - Estado da rede elétrica 4 6% H - Outros 24 38%
  • 17. UNIDADES EM SITUAÇÃO DE ALUGUEL OU CESSÃO DE USO UNIDADE SITUAÇÃO LABORATÓRIO REGIONAL LESTE OCEÂNICA ALUGUEL DE SALAS MATERNIDADE ALZIRA REIS VIEIRA FERREIRA ALUGUEL DE SALAS MÉDICO DE FAMÍLIA DO CAFUBÁ II ALUGUEL DE CASA MÉDICO DE FAMÍLIA DA GROTA II ALUGUEL DE CASA UNIDADE BÁSICA DA ENGENHOCA ALUGUEL DE PRÉDIO MÉDICO DE FAMÍLIA DO CANTAGALO II TERRENO PERTENCE AO CIEP MÉDICO DE FAMÍLIA DO ENGENHO DO MATO II TERRENO PERTENCE AO CIEP MÉDICO DE FAMÍLIA DO PREVENTÓRIO II TERRENO PERTENCE À UFF UNIDADE BÁSICA DE PIRATININGA (TIBAU) TERRENO PERTENCE A IGREJA
  • 18. ATENDIMENTO AO USUÁRIO
    • Disponibilidade de medicamentos | Número de médicos e profissionais de saúde | População atendida por setor do PMF | Nível de informatização | Equipamentos | Disponibilidade de veículos | Estado geral do mobiliário
  • 19. Disponibilidade de medicamentos
    • O calendário de distribuição de medicamentos da FMS não foi levado em conta nesta aferição
    • A aferição foi diferenciada nas unidades: em algumas, os funcionários forneceram os dados; em outras, a Comissão verificou diretamente na farmácia
    • Por estas razões, este item não foi levado em conta na classificação das unidades
    • Vale ressaltar que as 63 unidades visitadas eram abastecidas por 54 farmácias diferentes.
  • 20. Principais medicamentos em falta * O item refere-se à falta de Paracetamol comprimido ou em gotas Medicação Indicações de falta Enalapril 46 85% Sinvastatina 23 43% Paracetamol* 20 37% Amoxacilina 18 33% Ranitidina 17 31% Atenolol 16 30% Medicação Indicações de falta Aminofilina 9 17% Neomicina 9 17% Cefalexina 8 15% Nifedipina 8 15% Eritromicina 7 13% Ampicilina 6 11% AAS 5 9% Amiodarona 5 9% Dexclorfeniramina 5 9%
  • 21. Disponibilidade de medicamentos
    • Relatos dos funcionários apontavam para a falta de certos medicamentos há mais de 6 meses
    • A falta de medicamentos básicos na rede faz com que unidades hospitalares e de pronto-atendimento usem linha de crédito para compras emergenciais: prejuízo para a unidade e para a Prefeitura
    • As únicas unidades que possuíam farmácia completa eram hospitalares ou pré-hospitalares (com linha de crédito)
  • 22. Disponibilidade de medicamentos
    • As unidades com farmácia completa no dia da visita: Hospital Carlos Tortelly, Hospital Getúlio Vargas Filho, Hospital Orêncio de Freitas, Maternidade Alzira Reis Vieira e Unidade Municipal de Urgência Mário Monteiro.
    • Três unidades, mesmo com linha de crédito, não conseguiam manter a farmácia completa: Hospital Psiquiátrico, SPA do Largo da Batalha e SPA da Engenhoca
  • 23. Número de médicos e profissionais de saúde
    • Dificuldade de equiparar salários com rede privada diminui interesse dos profissionais
    • Atenção secundária é maior prejudicada – faltam cardiologistas, endocrinologistas, ortopedistas, entre outros
    • Apenas uma policlínica (Ilha da Conceição) parece operar sem maiores problemas neste ponto
    • Policlínicas do Caramujo e do Cantagalo são caso à parte: na prática, funcionam como unidades básicas
  • 24. Número de médicos e profissionais de saúde
    • Os módulos do Médico de Família e as unidades básicas do município, em geral, não possuíam tanto problema com pessoal, salvo poucas exceções.
    • Nos laboratórios, não houve nenhuma queixa neste sentido.
    • Nas unidades hospitalares e de pronto-atendimento, o problema era minimizado com o pagamento de profissionais através de RPA, descontando da linha de crédito, mas em geral o quadro permanecia incompleto.
  • 25. População atendida por setor (apenas para o Programa Médico de Família)
    • O programa vem sofrendo, ao longo dos anos, alterações por conta de sua inserção no PSF (Programa Saúde da Família, do Governo Federal)
    • Concepção inicial – 1 médico para cada 700 pessoas
    • Regra atual – 1 médico para cada 1300 pessoas
    • Algumas unidades estão sobrecarregadas com atendimento de demanda espontânea – parte por conta da cultura do “postinho de saúde”, parte por conta da sobrecarga e/ou inexistência de outras unidades próximas
  • 26. População atendida por setor (apenas para o Programa Médico de Família)
    • Os dados levantados são, na maior parte dos casos, médias indicadas pelos funcionários do módulo
    • Algumas unidades fizeram recadastramento recente; pelo menos uma estava com recadastramento em andamento; outras não possuíam data para realizar
    • Maioria dos módulos opera com entre 1200 e 1400 pacientes por setor
    • Parte considerável, no entanto, ultrapassa esta marca e alguns módulos chegaram a ultrapassar 2000 pacientes por setor.
  • 27. Unidade do PMF Setores População por setor ATALAIA 3 1300 BURACO DO BOI 3 1400 CAFUBÁ I 3 1400 CAFUBÁ II 3 1300 a 1500 CANTAGALO I 3 1200 CANTAGALO II 2 1435 CARAMUJO 5 1400 a 1800 CAVALÃO 3 1300 COTIA E ALARICO 1 1200 CUBANGO 4 1500 a 1600 ENGENHO DO MATO I 4 sem dados ENGENHO DO MATO II 3 1200 a 1400 GROTA I 3 1000 e 1300 GROTA II 3 1100 e 1400 ILHA DA CONCEIÇÃO 6 sem dados ITITIOCA 3 sem dados Unidade do PMF Setores População por setor JURUJUBA 4 1300 LEOPOLDINA 3 1400 a 1500 MARAVISTA 4 1400 MATAPACA 5 1300 a 1500 MORRO DO CÉU 3 1300 MORRO DO PALÁCIO 3 1300 M. DOS MARÍTIMOS 3 1200 a 1300 NOVA BRASÍLIA 1 3 Mais de 2000 NOVA BRASÍLIA 2 3 Mais de 2000 PIRATININGA (TREVO) 4 sem dados PREVENTÓRIO 1 3 1300 a 1400 PREVENTÓRIO 2 3 1300 a 1400 SOUZA SOARES 4 1700 a 1800 VILA IPIRANGA 6 1300 VIRADOURO 4 1300 a 1500 VITAL BRAZIL 4 1200
  • 28. Nível de informatização
    • Imensa maioria das unidades da rede municipal ainda engatinhava neste quesito
    • Nas unidades de atendimento básico situação é mais preocupante
    • Equipamentos encontrados eram, em geral, antigos; haviam sido adquiridos através de doação
    • Hoje, o Ministério da Saúde já disponibiliza gratuitamente todos os programas necessários à gestão local do SUS
  • 29. Nível de informatização
    • Maioria dos equipamentos dessas unidades não consegue executar os programas do Ministério
    • Pouquíssimas unidades conseguiram digitalizar seus prontuários
    • Agendamento de consultas, gerenciamento de informações do usuário, gerenciamento de farmácia, encaminhamentos para exames, entre outros processos, hoje feitos à mão, poderiam ser feitos através dos sistemas disponibilizados pelo Ministério
  • 30. Equipamentos
    • Durante as visitas da Comissão, foram encontrados muitos equipamentos danificados ou inutilizados
    • Alguns aparelhos estavam parados por falta de técnico habilitado
    • Maior parte precisava de reparos simples
    • Boa parte das unidades não possui autoclave ou possui inutilizado
    • Gargalo na mamografia: Prefeitura possuía 3 mamógrafos; apenas um funcionava, mas apenas 3 dias por semana
  • 31. Equipamentos TIPOS DE EQUIPAMENTO UNIDADES QUE POSSUEM OS ITENS INUTILIZADOS APARELHAGEM DE ODONTOLOGIA; AUTOCLAVES 5 APARELHAGEM DE FISIOTERAPIA; MEDIDOR DE PRESSÃO; ULTRASSOM 4 RAIO X 3 ESTUFA; ELETROCARDIOGRAMA 2 MAMÓGRAFO; NEBULIZADOR; ELETRONEUROMIÓGRAFO; VIDEOLARINGOSCÓPIO; VIDEOENDOSCÓPIO; GELADEIRA INDUSTRIAL; BALANÇA; AUTO-REFRATOR; LENSÔMETRO; PROCESSADOR DE FILMES RADIOLÓGICOS; CGR; ESPERMOGRAMA; BANCO DE SANGUE; AMALGAMADORA 1
  • 32. Disponibilidade de veículos
    • Estado geral dos veículos da FMS é muito ruim
    • Ambulâncias são antigas caminhonetes adaptadas, frequentemente apresentando rachaduras, ferrugem e inúmeros problemas mecânicos
    • Carros administrativos igualmente deteriorados
    • Unidades que precisam diariamente de ambulância, como a Maternidade Municipal e a Policlínica Malu Sampaio, não possuem nenhuma
  • 33. UNIDADE ÂMBULÂNCIA CARRO ADMINISTATIVO HOSPITAL ORÊNCIO DE FREITAS Possui com restrições Sem referência HOSPITAL PSIQUIÁTRICO DE JURUJUBA Possui sem restrições Possui com restrições LABORATÓRIO MIGUELOTE VIANA Não necessita Não possui MATERNIDADE ALZIRA REIS VIEIRA Não possui Possui com restrições POLICLÍNICA COMUNITÁRIA DO CANTAGALO Não necessita Não possui POLICLÍNICA MALU SAMPAIO Não possui Não possui POLICLÍNICA DA ENGENHOCA Possui com restrições Possui com restrições POLICLÍNICA DE ITAIPU Possui com restrições Sem referência POLICLÍNICA DO LARGO DA BATALHA Possui com restrições Sem referência SPA DA ENGENHOCA Possui com restrições Possui com restrições SPA DO LARGO DA BATALHA Possui com restrições Sem referência UNIDADE DE URGÊNCIA MÁRIO MONTEIRO Possui com restrições Sem referência
  • 34. Mobiliário
    • O estado geral do mobiliário varia muito de acordo com a unidade
    • Na maioria das unidades havia pelo menos um problema perceptível
    • Cadeiras, armários e arquivos são o principal problema.
    • Em 27% das unidades foram feitas observações significativas neste sentido.
  • 35. Materiais básicos
    • Na ocasião da visita, foi percebida uma grande falta de materiais básicos, como luvas e ataduras, em toda a rede municipal de saúde
    • As unidades com linha de crédito conseguiam resolver ou diminuir este problema
    • As demais unidades precisavam improvisar
  • 36. OUTRAS CONSIDERAÇÕES
  • 37. Outras considerações
    • A necessidade de planejar os gastos com a saúde e normalizar as compras da FMS
    • Gastos excessivos com linha de crédito e falta de material nas unidades que não a possuem
    • Tempo de espera para atenção secundária: gargalo nos especialistas (cardiologia, oftalmologia, ortopedia, etc) e nos exames (mamografia, endoscopia, etc)
    • Falta de leitos hospitalares
  • 38. Outras considerações
    • A influência do tráfico de drogas sobre certas áreas da cidade é percebida no dia-a-dia e interfere nas atividades desenvolvidas pelas unidades destas áreas
    • A necessidade de proteção do patrimônio público contra roubos e assaltos
    • No relatório, este problema não foi esmiuçado nem analisado dentro de cada unidade – a publicidade destas informações poderia colocar em risco os profissionais de saúde e o trabalho desenvolvido.
  • 39. FOTOS DAS UNIDADES
  • 40. Hospital Orêncio de Freitas
    • Área externa
  • 41. Hospital Orêncio de Freitas
    • Ala desativada
  • 42. Hospital Orêncio de Freitas
    • Ala desativada
  • 43. Hospital Orêncio de Freitas
    • Ala desativada
  • 44. Hospital Orêncio de Freitas
    • Ala desativada
  • 45. Hospital Orêncio de Freitas
    • Ala desativada
  • 46. Hospital Orêncio de Freitas
    • Ala desativada
  • 47. Hospital Orêncio de Freitas
    • Ala desativada
  • 48. Hospital Orêncio de Freitas
    • Caixa d’água com probleamas estruturais
  • 49. Hospital Orêncio de Freitas
    • Farmácia
  • 50. Hospital Orêncio de Freitas
    • Quarto dos residentes
  • 51. Hospital Carlos Tortelly
    • Projeto para reforma do primeiro andar do hospital
  • 52. Hospital Carlos Tortelly
    • Banco de sangue inutilizado
  • 53. Hospital Carlos Tortelly
    • Fissuras no teto
  • 54. Hospital Carlos Tortelly
    • Buraco no teto
  • 55. Hospital Carlos Tortelly
    • Espaço inutilizado no qual se pretende instalar enfermaria
  • 56. Hospital Carlos Tortelly
    • Projeto para reforma do primeiro andar do hospital
  • 57. Hospital Carlos Tortelly
    • Projeto para reforma do primeiro andar do hospital
  • 58. Hospital Carlos Tortelly
    • Aparelho danificado
  • 59. Hospital Carlos Tortelly
    • Raio X paralisado
  • 60. Hospital Carlos Tortelly
    • Raio X em manutenção
  • 61. Hospital Carlos Tortelly
    • Sistema de ventilação do primeiro piso
  • 62. Laboratório Central Miguelote Viana
    • Porta de banheiro com defeito
  • 63. Laboratório Central Miguelote Viana
    • Geladeira industrial inutilizada
  • 64. Laboratório Central Miguelote Viana
    • Teto
  • 65. Laboratório Central Miguelote Viana
    • Teto
  • 66. Laboratório Central Miguelote Viana
    • Impressoras para impressão de exames danificadas
  • 67. Policlínica Regional de Santa Rosa
    • Teto do terceiro piso
  • 68. Policlínica Regional de Santa Rosa
    • Portas deterioradas por cupins
  • 69. Policlínica Regional de Santa Rosa
    • Parede com mofo
  • 70. Policlínica Regional de Santa Rosa
    • Viga exposta
  • 71. Policlínica Regional de Santa Rosa
    • Viga exposta
  • 72. Policlínica Regional de Santa Rosa
    • Fissura e mofo
  • 73. Policlínica Regional de Santa Rosa
    • Janela externa
  • 74. Policlínica Regional do Fonseca
    • Teto
  • 75. Policlínica Regional do Fonseca
    • Elevador paralisado
  • 76. Policlínica Regional do Fonseca
    • Consultório odontológico sem atendimento
  • 77. Policlínica Regional da Engenhoca
    • Ambulância
  • 78. Policlínica Regional da Engenhoca
    • Ambulância
  • 79. Policlínica Comunitária da Ilha da Conceição
    • Parede e teto
  • 80. Policlínica Comunitária da Ilha da Conceição
    • Sala de vacinação, interditada
  • 81. Policlínica Comunitária da Ilha da Conceição
    • Parede e teto
  • 82. Policlínica Carlos Antônio da Silva
    • Entrada do Núcleo de Saúde Mental
  • 83. Policlínica Carlos Antônio da Silva
    • Autoclave com defeito
  • 84. Policlínica Carlos Antônio da Silva
    • Teto do setor de fisioterapia
  • 85. Policlínica Carlos Antônio da Silva
    • Teto do setor de fisioterapia
  • 86. Policlínica Carlos Antônio da Silva
    • Solução temporária para goteiras
  • 87. Policlínica Carlos Antônio da Silva
    • Teto
  • 88. Policlínica Carlos Antônio da Silva
    • Raio X odontológico paralisado
  • 89. Policlínica Carlos Antônio da Silva
    • Cadeira odontológica quebrada
  • 90. Policlínica de Atenção à Mulher Malu Sampaio
    • Teto
  • 91. Policlínica de Atenção à Mulher Malu Sampaio
    • Banheiro
  • 92. Policlínica de Atenção à Mulher Malu Sampaio
    • Banheiro
  • 93. Policlínica de Atenção à Mulher Malu Sampaio
    • Teto
  • 94. Policlínica de Atenção à Mulher Malu Sampaio
    • Divisória da sala de ultrassonografia, com cupim
  • 95. Policlínica de Atenção à Mulher Malu Sampaio
    • Auditório
  • 96. Policlínica de Atenção à Mulher Malu Sampaio
    • Teto
  • 97. Policlínica de Atenção à Mulher Malu Sampaio
    • Teto
  • 98. Policlínica de Atenção à Mulher Malu Sampaio
    • Piso do setor de arquivo
  • 99. Policlínica de Atenção à Mulher Malu Sampaio
    • Piso
  • 100. Policlínica de Atenção à Mulher Malu Sampaio
    • Corredor
  • 101. Policlínica de Atenção à Mulher Malu Sampaio
  • 102. Policlínica de Atenção à Mulher Malu Sampaio
  • 103. Policlínica Sylvio Picanço
    • Cisterna aguardando reformas
  • 104. Policlínica Sylvio Picanço
    • Aparelho CGR paralisado
  • 105. Policlínica Sylvio Picanço
    • Aparelho de ultrassom paralisado
  • 106. Policlínica Sylvio Picanço
    • Autoclave fora de funcionamento
  • 107. Unidade Básica João Vizella (Barreto)
    • Entrada
  • 108. Unidade Básica João Vizella (Barreto)
    • Parede do Laboratório
  • 109. Unidade Básica João Vizella (Barreto)
    • Teto do Laboratório
  • 110. Unidade Básica João Vizella (Barreto)
    • Medicamentos em falta
  • 111. Unidade Básica João Vizella (Barreto)
  • 112. Unidade Básica João Vizella (Barreto)
    • Teto
  • 113. Unidade Básica de Santa Bárbara
    • Compressor dentro do consultório
  • 114. Unidade Básica de Santa Bárbara
    • Teto e parede
  • 115. Unidade Básica de Santa Bárbara
    • Amalgamadora com defeito
  • 116. Unidade Básica de Santa Bárbara
    • Infiltração
  • 117. Unidade Básica da Engenhoca
    • Entrada
  • 118. Unidade Básica da Engenhoca
    • Corredor
  • 119. Unidade Básica da Engenhoca
    • Autoclave com defeito
  • 120. Unidade Básica da Engenhoca
    • Sala de expurgo
  • 121. Unidade Básica da Engenhoca
    • Teto
  • 122. Médico de Família do Viradouro
    • Entrada
  • 123. Médico de Família do Viradouro
    • Teto
  • 124. Médico de Família do Viradouro
    • Teto
  • 125. Médico de Família do Viradouro
    • Teto
  • 126. Médico de Família do Viradouro
    • Teto
  • 127. Médico de Família do Morro do Céu
    • Entrada
  • 128. Médico de Família do Morro do Céu
    • Teto
  • 129. Médico de Família do Morro do Céu
    • Parede
  • 130. Médico de Família do Morro do Céu
    • Cadeira odontológica inutilizada
  • 131. Médico de Família do Morro do Céu
    • Teto
  • 132. Médico de Família do Cavalão
    • Mofo na janela
  • 133. Médico de Família do Cavalão
    • Teto
  • 134. Médico de Família do Preventório II
    • Entrada
  • 135. Médico de Família do Preventório II
    • Banheiro
  • 136. Médico de Família do Preventório II
    • Circulação
  • 137. Médico de Família do Preventório II
    • Área externa
  • 138. Médico de Família do Preventório II
    • Área externa
  • 139. Médico de Família do Preventório II
    • Parede
  • 140. Médico de Família de Itaipu (Pescadores)
    • Entrada
  • 141. Médico de Família de Itaipu (Pescadores)
    • Atendimento
  • 142. CONCLUSÕES
  • 143. Conclusões
    • A nova gestão assume com desafios gigantescos na área da saúde; mesmo unidades recém-inauguradas encontram-se deterioradas
    • “ Policlínicas” do Cantagalo e do Caramujo precisam transformar-se em policlínicas de fato
    • Atendimento básico precisa ser suprido
    • É preciso olhar com cuidado para o Programa Médico de Família, que enfrenta uma grande luta para manter suas características originais
  • 144. Conclusões
    • As compras da FMS precisam ser normalizadas
    • Unidades com linhas de crédito estão abarrotadas de gastos e as unidades que dependem de adiantamentos vão acumulando problemas
    • Falta de medicamentos na rede prejudica atendimento básico e cria demanda na emergência
    • Atenção secundária é hoje um gargalo significativo
    • Boa parte dos problemas pode ser resolvida com manutenção simples.
  • 145. Conclusões
    • Unidades possuem baixo nível de informatização; com ela, pode-se reduzir erros, agilizar o atendimento e ganhar em eficiência
    • Há filas enormes para realizar exames em aparelhos que passam boa parte do tempo ociosos
    • Foram encontrados diversos problemas entre unidades que poderiam ser resolvidos com diálogo e com uma gestão mais eficiente de recursos humanos.
  • 146. Conclusões
    • A questão da violência urbana e seus efeitos no cotidiano dos trabalhadores e usuários da rede deve ser tratada com cautela
    • Elaborar e implementar políticas para atenuar estes efeitos é fundamental
    • Políticas com este fim podem incluir monitoramento de incidências, apoio psicológico, implantação de câmaras de vigilância, reformulação da segurança nas unidades, entre outras.
  • 147. Conclusões
    • É necessário adotar de uma política de atendimento na rede municipal de saúde
    • Com estagiários treinados nas portas-de-entrada, é possível garantir mais qualidade no atendimento ao usuário e ainda deslocar funcionários concursados para funções pertinentes à gestão da unidade.
  • 148. AGRADECIMENTOS
  • 149. Agradecimentos
    • A Comissão agradece à Secretaria Municipal de Saúde, à Fundação Municipal de Saúde, a todas as unidades visitadas e aos muitos profissionais entrevistados durante o processo de visitas realizadas pela Comissão de Saúde e Desenvolvimento Social da Câmara Municipal de Niterói. Esperamos ter contribuído de forma positiva com a gestão que se inicia e que a mesma possa encaminhar as soluções necessárias da melhor forma possível.

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