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Apresentação sobre acolhimento

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  • Olá, Felipe. Bela apresentação. O tema Acolhimento no SUS está em alta, após as definições de MÉTRICAS de acolhimento definidas pelo PMAQ que determnou PRAZOS (em minutos e/ou dias) para o paciente ser atendido. Veja esse artigo sobre isso: http://meuprontuario.net/pmaq-acolhimento-avaliacao-externa/
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  • 1. EAD- Doenças CrônicasDepartamento de Atenção Básica – Ministério da Saúde
  • 2. O QUE É ACOLHIMENTO?
  • 3. “O acolhimento é uma ação tecno-assistencial quepressupõe a mudança da relação profissional/usuário esua rede social através de parâmetrostécnicos, éticos, humanitários e desolidariedade, reconhecendo o usuário como sujeito eparticipante ativo no processo de produção da saúde” Humaniza-SUS
  • 4. Processo constitutivo das práticas de produção e promoçãode saúde que implica responsabilização dotrabalhador/equipe pelo usuário, desde a sua chegada até asua saída. Ouvindo sua queixa, considerando suaspreocupações e angústias, fazendo uso de uma escutaqualificada que possibilite analisar a demandae, colocando os limites necessários, garantir atençãointegral, resolutiva e responsável por meio doacionamento/articulação das redes internas dos serviços(visando à horizontalidade do cuidado) e redesexternas, com outros serviços de saúde, para continuidadeda assistência quando necessário. HumanizaSus
  • 5.  Uma sala em que um profissional (geralmente enfermeiro) atende a demanda espontânea e encaminha para o médico; Restrita a um profissional de saúde; Igual a atendimento clínico centrado na doença. LEIA AS PALAVRAS EM VERMELHO E REFLITA SOBRE ESTA FRASE!!
  • 6. ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDEATRIBUTOS: PRIMEIRO CONTATO INTEGRALIDADE LONGITUDINALIDADE COORDENAÇÃO DO CUIDADO
  • 7.  Programação e implementação das atividades, com a priorização de solução dos problemas de saúde mais freqüentes, considerando a responsabilidade da assistência resolutiva à demanda espontânea; Realização de primeiro atendimento às urgências médicas e odontológicas; Trabalho interdisciplinar e em equipe, integrando áreas técnicas e profissionais de diferentes formações.
  • 8. A qualidade do atendimento à DemandaEspontânea na AB depende de: Rede de Atenção às Urgências Identificação de vulnerabilidades Estrutura física, materiais, insumos e medicamentos Organização da Demanda Espontânea  ACOLHIMENTO (Ferramentas: Escuta qualificada e Classificação de risco)
  • 9. A organização da Rede de Atenção às Urgências tem a finalidadede articular e integrar no âmbito do SUS todos os equipamentosde saúde, objetivando ampliar e qualificar o acesso humanizado eintegral aos usuários em situação de urgência nos serviços desaúde de forma ágil e oportuna, e deve ser implementadagradativamente, em todo o território nacional, respeitando-se oscritérios epidemiológicos e de densidade populacional.A Rede de Atenção as Urgências é composta pelos seguintescomponentes: 1. Promoção, Prevenção e Vigilância à Saúde: objetivaestimular e fomentar o desenvolvimento de ações de saúde eeducação permanente voltadas para a vigilância e prevenção dasviolências e acidentes, das lesões e mortes no trânsito e dasdoenças crônicas não transmissíveis, além de açõesintersetoriais, de participação e mobilização dasociedade, visando à promoção da saúde, prevenção de agravos evigilância à saúde.
  • 10. 2. Atenção Básica em Saúde: objetiva a ampliação doacesso, fortalecimento do vínculo e responsabilização e oprimeiro cuidado às urgências e emergências, em ambienteadequado, até a transferência/encaminhamento a outrospontos de atenção, quando necessário, com a implantaçãode acolhimento com avaliação de riscos e vulnerabilidades.3. Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU192) e suas Centrais de Regulação Médica dasUrgências: objetiva chegar precocemente à vítima após terocorrido um agravo à sua saúde (de naturezaclínica, cirúrgica, traumática, obstétrica, pediátrica, psiquiátrica, entre outras) que possa levar a sofrimento, sequelasou mesmo à morte, sendo necessário garantir atendimentoe/ou transporte adequado para um serviço de saúdedevidamente hierarquizado e integrado ao SUS.
  • 11. 4. Sala de Estabilização: objetiva funcionar como local de assistênciatemporária para estabilização de pacientes críticos/graves, vinculado aum equipamento de saúde, articulado e conectado aos outros níveis deatenção, para posterior encaminhamento à Rede de Atenção à Saúdepela Central de Regulação das Urgências. 5. Força Nacional de Saúde do SUS: objetiva aglutinar esforçospara garantir a integralidade na assistência em situações de risco ouemergenciais para populações com vulnerabilidades específicas e/ouem regiões de difícil acesso, pautando-se pela equidade na atenção,considerando-se seus riscos. 6. Unidades de Pronto-Atendimento (UPA 24h) e o Conjunto deServiços de Urgência 24 horas: objetiva prestar atendimentoresolutivo e qualificado aos pacientes acometidos por quadros agudosou agudizados de natureza clínica e prestar primeiro atendimento aoscasos de natureza cirúrgica ou de trauma, estabilizando os pacientes erealizando a investigação diagnóstica inicial, definindo, em todos oscasos, a necessidade ou não de encaminhamento a serviçoshospitalares de maior complexidade.
  • 12.  7. Atenção Hospitalar: objetiva organizar a atenção às urgências nos hospitais, atendendo à demanda espontânea e/ou referenciada, e funcionar como retaguarda para os outros pontos de atenção às urgências de menor complexidade. É constituído pelas Portas Hospitalares de Urgência, pelas enfermarias de retaguarda clínicas e de longa permanência, pelos leitos de cuidados intensivos e pela reorganização das linhas de cuidados prioritárias: Cardiologia - Infarto Agudo do Miocardio - IAM, Neurologia e Neurocirurgia - Acidente Vascular Cerebral - AVC e Traumatologia. 8. Atenção Domiciliar: objetiva a reorganização do processo de trabalho das equipes que prestam cuidado domiciliar na atenção básica, ambulatorial e hospitalar, com vistas à redução da demanda por atendimento hospitalar e/ou redução do período de permanência de pacientes internados, a humanização da atenção, a desinstitucionalização e a ampliação da autonomia dos usuários.
  • 13. A qualidade do atendimento à DemandaEspontânea na APS depende de: Rede de Atenção às Urgências Identificação de vulnerabilidades Estrutura física, materiais, insumos e medicamentos Organização da Demanda Espontânea  ACOLHIMENTO (Ferramentas: Escuta qualificada e Classificação de risco)
  • 14.  Racismo, estigma e discriminação Violências de gênero e idade – Maus tratos e negligência Pobreza
  • 15. A qualidade do atendimento à DemandaEspontânea na APS depende de: Rede de Atenção às Urgências Identificação de vulnerabilidades Estrutura física, materiais,insumos e medicamentos  Medicamentos e materiais utilizados no atendimento às urgências/emergências  Materiais para atendimento às ‘emergências’;  Medicamentos que devem estar à disposição nas Unidades Básicas de Saúde/Saúde da Família/Postos de Saúde utilizados para o atendimento às emergências clínicas;  Equipamento de proteção individual. Organização da Demanda Espontânea  ACOLHIMENTO (Ferramentas: Escuta qualificada e Classificação de risco)
  • 16. A qualidade do atendimento à DemandaEspontânea na APS depende de: Identificação de vulnerabilidades Rede de Atenção às Urgências Estrutura física, materiais, insumos e medicamentos Organização da Demanda Espontânea  ACOLHIMENTO (Ferramentas: Escuta qualificada e Classificação de risco)
  • 17. A classificação de risco é uma forma dinâmica de organizar a demandaespontânea com base na necessidade de atendimento, sobretudonos casos de urgências e emergências. Através da classificação de risco, oprofissional de saúde avalia e direciona para a forma de atendimentomais adequada e equânime aos usuários que procuram atenção. De umaforma geral, um método de triagem tenta fornecer, não umdiagnóstico, mas uma prioridade clínica o que facilita a gestão dademanda espontânea e conseqüentemente permite que haja impactona história natural de doenças agudas graves e potencialmentefatais que, se não atendidas como prioridade, podem levar a morte.
  • 18. Aprofunde mais esse assunto lendo os capítulos 2 e 3do Caderno de Atenção Básica: Acolhimento àdemanda espontânea (clique aqui).
  • 19.  PORTARIA Nº 2.488, DE 21 DE OUTUBRO DE 2011. Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica, para a Estratégia Saúde da Família (ESF) e o Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS).Pesquisado em: http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/pnab.pdf Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea : queixas mais comuns na Atenção Básica / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2012. Pesquisado em: http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/cadernos_ab/caderno_28.pdf Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea / Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2011. Pesquisado em: http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/miolo_CAP_28.pdf
  • 20.  Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. HumanizaSUS: acolhimento com avaliação e classificação de risco: um paradigma ético-estético no fazer em saúde / 2004. Pesquisado em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento.pdf PORTARIA Nº 4.279, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2010: Estabelece diretrizes para a organização da Rede de Atenção à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).Pesquisado em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2010/prt4279_30_12_2010.html PORTARIA Nº 1.600, DE 7 DE JULHO DE 2011: Reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no Sistema Único de Saúde (SUS). Pesquisado em http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt1600_07_07_2011.html Brasil. ministério da saúde. secretaria de atenção à saúde. Departamento de atenção Básica. Manual de estrutura física das unidades básicas de saúde : saúde da família– 2. ed. – Brasília : Ministério da Saúde, 2008. Pesquisado em http://189.28.128.100/dab/docs/publicacoes/geral/manual_estrutura_ubs.pdf

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