Your SlideShare is downloading. ×
0
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Aula 9  Biomec Musculos E Ossos Parte 2
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Aula 9 Biomec Musculos E Ossos Parte 2

23,733

Published on

Published in: Health & Medicine, Travel
2 Comments
19 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total Views
23,733
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
4
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
2
Likes
19
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Felipe P Carpes [email_address] www.ufsm.br/gepec/biomec.html Biomecânica de tendões, ligamentos e músculo esquelético
  • 2. Ossos Articulações Tendões -Ligamentos Músculos SNC
  • 3. Objetivos da aula Discutir as propriedades mecânicas de ossos, músculos, articulações, tendões e ligamento; Apresentar conceitos básicos referentes ao sistema músculo-esquelético e suas características biomecânicas; Descrever mecanismos de interação entre os tecidos ósseo, muscular e nervoso com base na neuromecânica; Apresentar fatores selecionados que influenciam as propriedades mecânicas destes tecidos.
  • 4.
    • Estruturas passivas
    • Ligamento : aumenta estabilidade, guia o movimento, limita a amplitude de movimento
    • Tendão : transmite cargas do músculo ao osso, permite o movimento
    Tendões e ligamentos
  • 5.  
  • 6. Diferença nos feixes da arquitetura Tendões Ligamentos Ligam o músculo ao osso Ligam duas estruturas ósseas 99% colágeno tipo I – mais denso 1% colágeno do tipo II 90% colágeno do tipo I 10 % colágeno do tipo II Fibras ordenadas paralelamente Fibras paralelas e outras oblíquas Cargas tensionais unidirecionais Cargas tensionais em uma direção principal e em direções secundárias
  • 7. Tendão (T) x Ligamento (L) T L
  • 8. Quanto maior a AST do ligamento/tendão, maior a resistência a ruptura
  • 9. Comportamento mecânico de um tendão Histerese tendência de um material ou sistema de conservar suas propriedades na ausência de um estímulo que as gerou Biomecânica - Felipe Carpes – www.ufsm.br/gepec/biomec com carga sem carga Deformação Tensão
  • 10. Noyes et al, 1977
  • 11. Entorses de tornozelo Grau I (leve) estiramento da região Grau II (moderado) estiramento e ruptura parcial (pode gerar edema) Grau III (grave) estiramento e ruptura total com possível avulsão do osso (envolve edema) Relação entre a AST do músculo e AST do tendão => força muscular transferida
  • 12. Coelhos – o tendão é responsável por boa parte do estiramento do SO em tensões que correspondem ao repouso fisiológico
  • 13. Tendão de Aquiles livre (sem aponeurose) suportou uma deformação de 8% enquanto a aponeurose suportou 1,4%. O tendão pareceu ser mais “elástico” do que a aponeurose. Os aspectos mecânicdos do tendão e aponeurose do tríceps sural são de grande importância devido a sua participação na locomoção, onde cargas de até 11kN/cm2 são observadas (Komi et al 1987, 1992). As diferenças entre a aponeurose e o tendão, e os alto risco que ambos apresentam de lesão (junção músculo-tendínea) permanecem sendo desafios para os estudos clínicos.
  • 14.  
  • 15. LCP - Função normal
  • 16.
    • VIDEOS lesão joelho
    LCP - ruptura LCP – avulsão da tíbia
  • 17. Envelhecimento
  • 18. Imobilização Mesmo após 8 semanas de imobilização o tendão tenha perdido rigidez, o principal efeito da imobilização foi sobre o tendão em si, mas sobre a ocorrência de osteoporose na inserção.
  • 19. Músculo Esquelético
  • 20. Tipos de tecido muscular Músculo esquelético Músculo cardíaco Músculo liso Involuntário órgãos internos núcleo central Involuntário estriado núcleo central Voluntário estriado multinucleado
  • 21. COMPONENTES DO MÚSCULO COMPONENTES ELÁSTICOS São aqueles que retornam a sua forma original após o relaxamento. Exemplo: Miofilamentos e o tecido conjuntivo. COMPONENTES PLÁSTICOS São aqueles que não retornam à forma original cessada a contração, se não houver influência externa. Exemplo: Mitocôndrias Retículo Sarcoplasmático Sistema Tubular
  • 22.
      • O diâmetro das fibras musculares varia entre 10 e 80 μ m, sendo que o maior músculo humano (em relação a área transversa) é o glúteo.
      • No andar, se utiliza cerca de 200 músculos, sendo que o corpo humano possui mais de 600 músculos, o andar envolve atividade de cerca de 40% da nossa musculatura.
      • O músculo capaz de realizar o movimento mais rápido no corpo humano é aquele responsável pelo movimento das pálpebras.
  • 23. Organização espacial dos músculos
  • 24. Posteriores Mediais Anteriores Femur BF ST SM VL VM RF AM AL SA Gr. VL vastus lateralis VM vastus medialis RF rectus femoris SA sartorius AM adductor magnus AL adductor lateralis GR gracilis BF biceps femoris SM semitendinosus SM semimembranus Organização espacial dos músculos - coxa Ucalgary, HPL
  • 25. posteriores Posteriores profundos anteriores laterais tibia fibula soleus FHL TP EDL EHL TA PL PB gastrocnemius FDL Organização espacial dos músculos - perna GM gastroc medialis SO soleous FHL flex hallucis long PB peroneous brevis PL peroneous longus EDL ext digit long EHL ext hallucis long FDL flex digitorium long TA tibialis anterior Ucalgary,HPL
  • 26. Locomoção Músculos e ossos: forças e alavancas Posicionamento do corpo Movimentos rápidos, lentos, acelerações, desacelerações Postura Mantém posturas (boas e más), estabilidade articular Funções primárias relacionadas ao movimento
  • 27. Controle postural
  • 28.  
  • 29. Músculo Fascículos Fibras musculares Miofibrila Sarcômero Fibras musculares
  • 30.  
  • 31.  
  • 32. Vídeos contração muscular
  • 33. Duchenne - estimulação de músculos da face Eletromiografia
  • 34. Vídeos EMG profundidade Matheus Vídeos EMG superfície
  • 35. EMG – como isso funciona?
  • 36. Força / EMG
  • 37. Vídeo EMG força-velocidade isocinético Vídeos Superfície e wire-EMG
  • 38. Eficiência neuromuscular
  • 39. iEMG Força antes depois Aumento na ativação Sem mudanças na razão EMG/F iEMG Força Sem mudanças na ativação Aumento na razão EMG/F Figura 1 (A) Figura 1 (B) = ≠ Ganho de força por fatores neurais Ganho de força por fatores hipertróficos Avaliação da participação de fatores neurais e hipertróficos Moritani & Devries, 1979
  • 40.  
  • 41. Tipos de fibra Lentas - I Rápidas – IIa, IIb
  • 42. Recrutamento em uma contração voluntária máxima
  • 43. Recrutamento de acordo com a força requerida
  • 44.  
  • 45. Johnson et al 1973
  • 46. Johnson et al 1973
  • 47. Johnson et al 1973
  • 48. unipenado multipenado bipenado fusiforme Arquitetura muscular
  • 49. Secção transversa anatômica Secção fisiológica Perpendicular as fibras Arquitetura muscular Perpendicular ao músculo
  • 50. Muscle Nerve 23: 1647–1666, 2000 Músculos com maior área de seção transversa produzem mais força Por quê?
  • 51. A força total é proporcional aos número de sarcômeros em paralelo A velocidade é proporcional a quantidade de sarcômeros em série
  • 52. O treinamento físico faz aumentar o ângulo de penação das fibras musculares
  • 53. Knee Surg Sports Traumatol Arthrose 14:310-17, 2006
  • 54.  
  • 55.  
  • 56. Vídeo arquitetura muscular
  • 57. Músculos monoarticulares x biarticulares Monoarticulares Cruzam uma articulação Produtores de força Estabilização articular Controle de movimento Penados na maioria Biarticulares Músculos longos Fusiformes na maioria Controle e direcionamento de grandes amplitudes de movimento Mais propensos a lesões
  • 58. Membro inferior humano Cinemática de 3 segmentos (coxa, perna e pé); pé no solo. A ação muscular cria um vetor de força F.
  • 59. (a) Extensores do quadril, monoarticulares (psoas) (b) Extensores do joelho, monorticulares (grupo vastus) (c) Extensores do tornozelo, monoarticular (soleus)
  • 60. (d) biarticular , rectus femoris, (flexor do quadril e extensor do joelho) (e) biarticulares , posteriores da coxa (extensor do quadril e flexor do joelho) (f) biarticular , gastrocnemius (flexor do joelho e extensor do tornozelo)
  • 61.
    • Agonistas ou motores primários
        • músculos responsáveis diretamente pelo movimento. Perfazem a maior parte do esforço.
    • Antagonistas
        • músculos que se opõem ao movimento. Desempenham importante papel, pois desaceleram o movimento.
    • Sinergistas
        • atuam auxiliando o movimento, são responsáveis pela coordenação motora fina na atividade minimizando movimentos indesejados.
    Classificação quanto à tarefa
  • 62. Ações musculares Concêntrica: músculo gera tensão enquanto seu comprimento diminui. Torque int > torque ext Isométrica: músculo gera tensão mas não ocorre movimento Excêntrica: músculo gera tensão enquanto seu comprimento aumenta. Torque int < torque ext
  • 63. Relação Força x Velocidade – Hill (1938) Músculos longos – efeito em série predomina aumentando a VELOCIDADE Músculos curtos – Efeito em paralelo, maior ASTF e predomina a FORÇA Baseado em Herzog et al (2007)
  • 64. Fatores (selecionados) que influenciam a produção de força
  • 65. Zatsiorsky, 1996 Sexo e idade Idade (anos) Força (N) Homens Mulheres
  • 66. Envelhecimento
  • 67. Força (% máxima) Comprimento (µm) 1 2 3 4 0 1,27 2,00 3,60 5 2,17 1,70 Força x Comprimento 100 Gordon et al., 1966 Fibra de sapo 2,17 µ 2 2,00 µ 3 1,70 µ 4 3,60 µ 1 1,27 µ 5
  • 68. Adaptação funcional do músculo-esquelético Herzog et al, MSSE, 1991
  • 69. comprimento momento
  • 70. Vaz et al., 2003 Jogadores de vôlei e bailarinas clássicas apresentam adaptações específicas para músculos flexores e extensores plantares Encurtado Alongado
  • 71.
    • Sistema musculoesquelético
    • “ Biomecanicamente...”
    • Ossos (O) – suporte e alavancas
    • Músculos (M) – produção de força
    • Articulações (A) – permitem a movimentação dos segmentos
    • Interação entre O, M e A gera movimento ou manutenção de posturas
      • Diversos aspectos influenciam esta relação
      • atividade física  efeitos positivos
      • uso reduzido  efeitos negativos
      • treinamento  adaptação funcional
    • Qual o mecanismo de controle dessa(s) interação(ões)?
  • 72. Sistema Nervoso Central (SNC) Unidade fundamental – neurônio http://www.utexas.edu/neuroscience/Neurobiology/WesThompson/images/1nmj.jpg
  • 73. Neurônios motores: função de transmitir o sinal desde o SNC ao órgão efetor, para que este realize a ação que foi ordenada pelo comando central. Neurônios sensores: são os neurônios que reagem a estímulos exteriores e que disparam a reação a esses estímulos, se necessário. Interneurônios: mais numeroso. Conecta os neurônios motores e sensoriais.
  • 74. Sistema Nervoso Central (SNC) Unidade fundamental – neurônio Neurônio + fibras musculares inervadas = unidade motora (UM) Proporção entre nervos e fibras – determina precisão menores – movimentos finos maiores – movimentos grosseiros UM de contração lentas UM de contração rápida (IIa, IIB)
  • 75. Princípio do tamanho (Elwood Henneman) Motoneurônios de menor diâmetro inervam fibras lentas (oxid) Motoneurônios intermediários inervam fibras IIa (oxid/glicolit) Motoneurônios de grande diâmetro inervam fibras IIb (glicol) Motoneurônios de menor diâmetro são mais facilmente excitados Logo: Fibras lentas são estimuladas com limiares de excitação mais baixos Fibras rápidas são estimuladas com limiares de excitação mais altos
  • 76. Recrutamento de acordo com a força requerida (I) Percentual de fibras musculares recrutadas Força muscular Leve Moderada Máxima
  • 77. Unidade Motora Ação Regulação M a s . . . medula espinhal nervo espinhal nervo espinhal (axônio) Corpo celular do neurônio fibra muscular Representação de uma UM (modificado de Basmajian, 1955) 50/58
  • 78. Ação Regulação Como saber ‘quando’ e ‘como’ recrutar?
  • 79. VIAS = AFERENTES (“que aferem”) E EFERENTES (“que executam”)
  • 80. Das teorias de controle e aprendizagem motora temos que o processamento de informação baseia-se em experiências prévias, mas também depende da interação dinâmica com o ambiente Adaptado de Lent (2003)
  • 81.  
  • 82. O que detectam os ÓRGAO TENDINOSOS DE GOLGI? Variação da tensão mecânica sobre os tendões. Estão em série com às Fibras Extrafusais O que detectam os FUSOS MUSCULARES? Variação de comprimento das fibras musculares. Estão paralelos às Fibras Extrafusais Receptores proprioceptivos musculares Motoneurônios  recebem uma cópia da informação proprioceptiva e realizam ajustes automáticos reflexos necessários. As unidades ordenadoras (os motonêuronios) recebem informações a cerca da tensão e da variação do comprimento das fibras musculares.
  • 83. Referências básicas
    • Hamill J, Knutzen KM. Bases biomecânicas do movimento humano . Manole: São Paulo, 1999.
    • Enoka RM. Bases neuromecânicas da cinesiologia . 2.ed. Manole: São Paulo, 2000.
    • Hall S. Basic biomechanics . 5.ed. McGrow Hill: Boston, 2007.
    • Winter D.A. Biomechanics and motor control of human movement . 2.ed. John Wiley & Sons: New York, 1990.

×