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Tendências do Comércio e do Investimento Direto Estrangeiro depois da crise financeira global. …

Tendências do Comércio e do Investimento Direto Estrangeiro depois da crise financeira global.
Dr. André Moreira Cunha - UFRGS
05 de dezembro 2012

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  • São países membros da OCDE: Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Chile, República Tcheca, Dinamarca, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Coreia do Sul, Luxemburgo, México, Países Baixos, Nova Zelândia, Noruega, Polônia, Portugal, Eslovênia, Eslováquia, Espanha, Suécia, Suíça, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.
  • Transcript

    • 1. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Tendências do Comércio e do Investimento Direto Estrangeiro depois da crise financeira global Dr. André Moreira Cunha - UFRGS 05 de dezembro 2012
    • 2. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Estrutura 1. A Economia Mundial Antes e Depois da Crise 2. Tendências recentes: comércio e finanças 3. Brasil: finanças e desenvolvimento depois da crise financeira global. 4. Considerações Finais: os desafios do desenvolvimento
    • 3. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA 1. A Economia mundial antes e depois da crise
    • 4. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Fonte dos Gráficos: Elaboração Própria com base nos dados do World Development Indicators 2009 (http://data.worldbank.org/, acesso em agosto de 2010). (*) GNI, Método Atlas em dólares correntes. AL 7 = Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela. Ásia 9 = Coréia do Sul, Cingapura, Hong Kong, Malásia, Indonésia, Filipinas, Tailândia, China e Índia.
    • 5. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA
    • 6. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Distribuição da Produção Industrial Mundial, 1980-2010 (valor adicionado na indústria de transformação em %). Fonte dos dados brutos: United Nations National Accounts Main Aggregates Database (http://unstats.un.org/unsd/snaama/introduction.asp, acesso em 03 de março de 2012.). G7 – EUA, GB, Japão, Alemanha, França, Itália e Canadá; AL7 - Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Venezuela; Ásia9 - China, Hong Kong, Coréia do Sul, Malásia, Indonésia, Índia, Tailândia, Filipinas e Cingapura; ROW – resto do mundo.
    • 7. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Participação de Economias Selecionadas nas Exportações Mundiais de Mercadorias, 1960-2011 (%) Fonte dos Gráficos: Elaboração Própria com base nos dados da OMC (http://stat.wto.org/Home/WSDBHome.aspx?Language=E, acesso em 05/02/2012). AL7 = Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru, Venezuela e México. Ásia 10 = China, Hong Kong, Índia, Indonésia, Coréia do Sul, Malásia, Filipinas, Cingapura, Taiwan e Tailândia; G7 = Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão, Estados Unidos e GrãBretanha.
    • 8. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA 2. Tendências recentes: comércio e finanças
    • 9. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Tendências gerais da economia mundial 1) Menor crescimento da renda, emprego e do comércio. 2) Menor pressão sobre os preços de matérias-primas em geral (exceto produtos sujeitos a condições climáticas adversas ou problemas geopolíticos) 3) Políticas monetárias expansionistas no centro (versus conservadorismo fiscal) => guerra cambial 4) Desempenho assimétrico entre países e regiões. - Recuperação lenta nos EUA, Europa e Japão. - Maior dinamismo das economias emergentes, porém com menos intensidade.
    • 10. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Crescimento do PIB e do Comércio, (%) Comércio e PIB da Economia Mundial 8,0 7,0 6,0 6,8 5,7 5,0 4,0 4,5 4,2 3,7 3,2 3,0 2,0 1,0 0,0 1980-2001 2002-2008 Comércio (B&S - volume) Fonte: FMI, WEO, October. 2009-2017 PIB
    • 11. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Exportações de Bens e Serviços (% do PIB Mundial) X/PIB (%) 35% 33% 31% 29% 27% 25% 23% 21% 19% 17% 15% 32% 32% Fonte: FMI, WEO, October. 6 1 0 2 4 1 0 2 1 0 2 1 0 2 8 0 2 6 0 2 4 0 2 0 2 0 2 8 9 1 6 9 1 4 9 1 2 9 1 0 9 1 8 9 1 6 8 9 1 4 8 9 1 2 8 9 1 0 8 9 1 27%
    • 12. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Projeções de Crescimento do PIB em 2013 (%) (0,4) (0,9) (1,1) (2,0) (3,8) (-0,7) (2,1) (1,2) (-1,3)) (3,5) (8,2) (3,0) (3,5) (6,0) (4,2) (3,6) (6,3) (4,0) (3,0) (3,0) (3,1) Mundo: 2012: 3,3% 2013: 3,6% Fonte: Ministério da Fazenda, com dados do FMI.
    • 13. Crescimento (%) do PIB real *Previsão Fonte: Economist Intelligence Unit /Apex-Brasil
    • 14. Evolução da participação dos países membros e não membros da OCDE no PIB mundial *Previsão Fonte: Economist Intelligence Unit /Apex-Brasil
    • 15. Evolução da participação de regiões selecionadas no PIB mundial *Previsão Fonte: Economist Intelligence Unit /Apex-Brasil
    • 16. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Fluxos de Capitais para os Emergentes e PEDs, 1980-2013 (A) Em USD (bilhões correntes) 600 (B) Em % do PIB 3,50% 3,00% 500 2,50% 400 2,00% 300 1,50% 0,50% 0 0,00% -100 -0,50% -200 -1,00% -1,50% -300 Portfólio IDE Outros -2,00% Fonte: FMI, WEO, October. IDE Outros 0 8 9 1 2 8 9 1 4 8 9 1 6 8 9 1 8 9 1 0 9 1 2 9 1 4 9 1 6 9 1 8 9 1 0 2 0 2 4 0 2 6 0 2 8 0 2 1 0 2 1 0 2 100 Portfólio 1,00% 0 8 9 1 2 8 9 1 4 8 9 1 6 8 9 1 8 9 1 0 9 1 2 9 1 4 9 1 6 9 1 8 9 1 0 2 0 2 4 0 2 6 0 2 8 0 2 1 0 2 1 0 2 200
    • 17. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Fluxos de Capitais para a América Latina, 1980-2013 Fonte: FMI, WEO, October.
    • 18. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA 3. Brasil: finanças e desenvolvimento depois da crise financeira global.
    • 19. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA
    • 20. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA
    • 21. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Sectoral Trade Balance, 1989-2011 (US$ billion) Deindustrilization and China´s effect? (A) Total (B) OECD technology-intensity classification 80.000 60.000 60.000 40.000 40.000 20.000 20.000 -40.000 -40.000 -60.000 -60.000 Total Manufacturing Sector (*) High technology (I) Medium-high-technology (II) Agriculture, Mining and other raw material Medium-low technology (III) Low technology(IV) Source: Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (2012) 1 0 2 1 0 2 9 0 2 8 0 2 7 0 2 6 0 2 5 0 2 4 0 2 3 0 2 0 2 1 0 2 0 2 9 1 8 9 1 -20.000 7 9 1 6 9 1 7 9 1 8 9 1 9 1 0 2 1 0 2 0 2 3 0 2 4 0 2 5 0 2 6 0 2 7 0 2 8 0 2 9 0 2 1 0 2 1 0 2 -20.000 6 9 1 - -
    • 22. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Manufacturing Value Added at constant 2005 prices in US Dollars 1980 US Dollars billion 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 United States Japan Germany Italy United Kingdom France Former USSR Brazil Spain Canada Mexico China 28 Republic of Korea World Total 804 520 429 214 208 166 111 97 94 85 80 62 2010 % 21,7% 14,1% 11,6% 5,8% 5,6% 4,5% 3,0% 2,6% 2,5% 2,3% 2,2% 1,7% 21 0,6% 3.697 100,0% US Dollars - billion 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 United States China Japan Germany Republic of Korea Italy United Kingdom France India Mexico Brazil Spain Canada Russian Federation World Source: United Nations Statistics Division - National Accounts % 1.763,37 19,9% 1.654,25 18,6% 970,02 10,9% 556,39 6,3% 279,62 3,1% 260,38 2,9% 246,85 2,8% 244,39 2,8% 183,22 2,1% 163,31 1,8% 150,67 1,7% 141,83 1,6% 131,29 1,5% 128,43 1,4% 8.883,16 100,0%
    • 23. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Brazil – Deindustrialization (Manufacturing Sector/GDP, 1970-2010, %) 35 30 25 20 15 10 5 Manufacturing (ISIC D) Source: United Nations Statistics Division - National Accounts. 1 0 2 8 0 2 6 0 2 4 0 2 0 2 0 2 8 9 1 6 9 1 4 9 1 2 9 1 0 9 1 8 9 1 6 8 9 1 4 8 9 1 2 8 9 1 0 8 9 1 8 7 9 1 6 7 9 1 4 7 9 1 2 7 9 1 0 7 9 1 0
    • 24. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Brazil´s shares in world totals -> Improving? Recovering? GDP -PPP, 1980-2011 (IMF) Exports current USD (WTO) 1,5 4,1 3,9 3,9 1,4 3,7 1,4 1,3 1,3 3,5 1,2 3,3 1,1 3,1 1,0 2,9 2,9 2,7 0,9 0,8 0 8 9 1 2 8 9 1 4 8 9 1 6 8 9 1 8 9 1 0 9 1 2 9 1 4 9 1 6 9 1 8 9 1 0 2 0 2 4 0 2 6 0 2 8 0 2 1 0 2 0 8 9 1 2 8 9 1 4 8 9 1 6 8 9 1 8 9 1 0 9 1 2 9 1 4 9 1 6 9 1 8 9 1 0 2 0 2 4 0 2 6 0 2 8 0 2 1 0 2 0,8 2,5 Manufacturing Value Added, 1980-2010 constant prices 2005 (United Nations) 2,7 2,6 2,5 2,3 2,1 1,9 1,7 1,7 0 8 9 1 2 8 9 1 4 8 9 1 6 8 9 1 8 9 1 0 9 1 2 9 1 4 9 1 6 9 1 8 9 1 0 2 0 2 4 0 2 6 0 2 8 0 2 1 0 2 1,5
    • 25. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Brazil: low levels of investments and efficiency 80.000 (B) Gross capital formation, 1960-2010 (% of GDP) (A) Labour Productivity, 1960-2011 (GDP per Person Employed, in 1990 GK $) 45 40 68.155 70.000 35 60.000 45.158 50.000 43.275 40.000 10.000 25 29.874 30.000 20.000 30 40.953 13.690 6.148 4.451 8.939 1.998 19.725 14.914 14.196 12.696 20 7.992 15 1.120 - 0 6 9 1 2 6 9 1 4 6 9 1 6 9 1 8 6 9 1 0 7 9 1 2 7 9 1 4 7 9 1 6 7 9 1 8 7 9 1 0 8 9 1 2 8 9 1 4 8 9 1 6 8 9 1 8 9 1 0 9 1 2 9 1 4 9 1 6 9 1 8 9 1 0 2 0 2 4 0 2 6 0 2 8 0 2 1 0 2 n p a J y n a m r e G o c i x e M a n i h C East Asia & Pacific (developing only) 1960 2011 High income: OECD Latin America & Caribbean s a S d e t i n U a e r K h t u o S a i d n I l i z a r B 10 Brazil (C) Total Factor Productivity - Cumulative Growth, 1990- 2009 (1990=100) 180 163 160 158 141 140 120 116 109 98 93 100 89 80 60 40 20 0 Germany United States China India Japan South Korea Brazil Mexico
    • 26. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Business Cycles Synchronization between Brazil and Its Main Trade Partners, 1975-2010* Source: Author´s calculations based on The World Bank “World Development Indicators” (*) 15 Year-Window Rolling Correlations of real output fluctuations using Hodrick-Prescott filter.
    • 27. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Efeito-China: algumas simulações Metodologia – Criação e Desvio de Comércio + Modelo Gravitacional (Tinbergen, 1962; Poyhonen , 1963; Linnermann, 1966; Gandolfo, 1994; Eichengreen, Rhee e Tong, 2004; Greenaway, Mahbir e Milner, 2008) Painel com 48 países selecionados (90% das exportações brasileiras no período 1995-2010 ). Foram estimados doze modelos no total, considerando: (i) os 48 principais sócios comerciais do Brasil; (ii) a amostra de parceiros comerciais da América Latina; (iii) para o período total (1995-2010); e (iv) para dois subperíodos: 1995-2001 e 2002-2010.
    • 28. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Efeito China – modelo gravitacional ln ExpBrit = β0 + β1 ln ExpChit + β2 Xit + Єit (1) Onde: ln ExpBrit representa as exportações brasileiras (volume total de comércio, a preços constantes) para o país i no tempo t; ln ExpCh it representa as exportações chinesas para o país i no tempo t no tempo t; Xit é o vetor de variáveis explicativas típicas de um modelo gravitacional.
    • 29. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Metodologia 1) Correção de endogeneidade – VI => por ser utilizado um modelo dinâmico, o instrumento utilizado foi o PIB. 2) Heterocedasticidade: corrigida através do estimador GMM, que é o mais eficiente nesse caso. 3) teste de Hansen - instrumentos eficientes e válidos 4) Software: Stata
    • 30. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Principais resultados (I) coeficiente da variável lnexpch: entre 0,23 e 0,39. (ii) Isso significa que um crescimento de 1% das exportações chinesas para o país i está relacionado com um crescimento de entre 0,23 e 0,39 ponto percentual de crescimento das exportações brasileiras. (ii) Vale dizer, ambas as exportações crescem nos períodos em análise, porém as exportações brasileiras cresceram menos que as chinesas.
    • 31. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Perda de Mercado via Efeito-China – Simulações => perda de mercado das exportações brasileiras para as da China é de: 3,38% a.a. no mercado dos 48 países considerados; 3,52% a.a. nas exportações de produtos industriais para esses mercados; 2,95% a.a. nos países da América Latina; 3,49% a.a. nas exportações de produtos industriais para os países da América Latina. Gráfico 1. Simulação: evolução da perda de mercado das exportações brasileiras para a China (5 anos) Fonte: elaboração própria com base na tabela 3.
    • 32. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Perda de Mercado via Efeito-Ásia – Simulações => a perda de mercado das exportações brasileiras para as da Ásia é de: 1,71% a.a. no mercado dos 40 países considerados; 2,23% a.a. nas exportações de produtos industriais para esses mercados; 1,80% a.a. nos países da América Latina; e 2,20% a.a. nas exportações de produtos industriais para a América Latina. Amostra total Amostra total - Indústria América Latina América Latina - Indústria 12,00 10,00 % 8,00 6,00 4,00 2,00 1 2 3 4 5
    • 33. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA 4. Considerações Finais: os desafios do desenvolvimento
    • 34. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Condicionantes ⇒ Longo período de baixo crescimento e de crise fiscal. ⇒ Restrições do modelo de governança global do comércio e investimentos. ⇒ Deficiências importantes em sua infraestrutura física e institucional, na qualificação de recursos humanos e na capacidade de gerar tecnologias que estejam alinhadas com as fronteiras tecnoprodutivas ⇒ Necessidade de coordenar políticas de desenvolvimento (industrial,
    • 35. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Vantagens ⇒ A estrutura produtiva brasileira é mais complexa e integrada; ⇒ Há ampla rede de instituições portadoras de competências específicas para a implantação de políticas industriais, de bancos públicos de fomento à universidades, agências governamentais e centros de pesquisa; ⇒ A ambiente político favorável à retomada do ativismo estatal após o descrédito das políticas neoliberais, dadas as recorrentes crises financeiras e o baixo crescimento delas resultante; e ⇒ Economia nacional: quadra histórica onde se combinam a expansão com redistribuição da renda e a maior estabilidade macroeconômica.
    • 36. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Riscos ⇒ China/Ásia e pressão por especialização regressiva. ⇒ Instabilidade macroeconômica e perda de dinamismo do ciclo de expansão liderado pelo consumo. ⇒ Estado desenvolvimentista incompleto e atrasado (frente aos desafios do século XXI) ⇒ Centralização (Estado Nacional) versus descentralização (governos locais): necessidade de coordenação
    • 37. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA Resumo e Considerações Finais ⇒ As políticas desenvolvimentistas precisam ser: (i) coerentes: políticas seletivas (a promoção de setores específicos) + horizontais (qualificação da infraestrutura, formação de recursos humanos etc.) + macroeconomia adequada; (ii) efetivas, com mecanismos que induzam o setor privado na direção da eficiência produtiva e que evitem o rent-seeking; e (iii) coordenadas entre as diversas instituições governamentais e nãogovernamentais.
    • 38. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECONOMIA OBRIGADO! Prof. Dr. André Moreira Cunha – PPGE/UFRGS andre.cunha@ufrgs.br +55 51 33083440

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