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Dicas OHSAS 18002 | Identificação de perigos, avaliação de riscos e determinação de controles (parte 2/3)
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Dicas OHSAS 18002 | Identificação de perigos, avaliação de riscos e determinação de controles (parte 2/3)

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Edição de Maio/2013. …

Edição de Maio/2013.
Para informações sobre o nosso próximo curso, acesse: http://bit.ly/cursoOHSAS18001

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  • 1. QSP – Centro da Qualidade, Segurança e Produtividade
  • 2. Associe-se ao QSP
  • 3. www.qsp.org.br Maio/2013 Nesta edição: Identificação de perigos, avaliação de riscos e determinação de controles (parte 2/3) Textos extraídos do Manual: OHSAS 18002:2008 - Diretrizes para a Implementação da OHSAS 18001:2007 Saiba mais: http://bit.ly/risktec12
  • 4. www.qsp.org.br Seção 4 - Requisitos do sistema de gestão da SST 4.3 Planejamento 4.3.1 Identificação de perigos, avaliação de riscos e determinação de controles (continuação da edição de abril/2013) Texto da OHSAS 18001 (clique aqui para adquirir o manual em português com a OHSAS 18001:2007) A organização deve estabelecer, implementar e manter procedimento(s) para a identificação contínua de perigos, a avaliação de riscos e a determinação dos controles necessários. O(s) procedimento(s) para a identificação de perigos e para a avaliação de riscos deve(m) levar em consideração: a) atividades rotineiras e não-rotineiras; b) atividades de todas as pessoas que tenham acesso ao local de trabalho (incluindo terceirizados e visitantes); c) comportamento humano, capacidades e outros fatores humanos; d) perigos identificados de origem externa ao local de trabalho, capazes de afetar adversamente a segurança e a saúde das pessoas sob o controle da organização no local de trabalho; e) perigos criados na vizinhança do local de trabalho por atividades relacionadas ao trabalho sob o controle da organização; NOTA 1 – Pode ser mais apropriado que tais perigos sejam avaliados como aspectos ambientais. f) infra-estrutura, equipamentos e materiais no local de trabalho, sejam eles fornecidos pela organização ou por outros; g) mudanças ou propostas de mudança na organização, em suas atividades ou materiais; h) modificações no sistema de gestão da SST, incluindo mudanças temporárias, bem como seus impactos nas operações, processos e atividades; i) qualquer obrigação legal aplicável relacionada à avaliação de riscos e à implementação dos controles necessários (ver também NOTA na seção 3.12); j) o desenho das áreas de trabalho, processos, instalações,
  • 5. www.qsp.org.br máquinas/equipamentos, procedimentos operacionais e organização do trabalho, incluindo sua adaptação às capacidades humanas. A metodologia da organização para a identificação de perigos e para a avaliação de riscos deve: a) ser definida em relação ao seu escopo, natureza e momento oportuno para agir, para assegurar que ela seja proativa em vez de reativa; b) fornecer subsídios para a identificação, priorização e documentação dos riscos, bem como para a aplicação dos controles, conforme apropriado. Para a gestão de mudanças, a organização deve identificar os perigos de SST e os riscos de SST associados às mudanças na organização, no sistema de gestão da SST, ou em suas atividades, antes da introdução de tais mudanças. A organização deve assegurar que os resultados dessas avaliações sejam levados em consideração quando da determinação dos controles. Ao determinar os controles ou considerar as mudanças nos controles existentes, deve-se considerar a redução dos riscos de acordo com a seguinte hierarquia: a) eliminação b) substituição c) controles de engenharia d) sinalização/alertas e/ou controles administrativos e) equipamentos de proteção individual (EPIs). A organização deve documentar e manter atualizados os resultados da identificação de perigos, da avaliação de riscos e dos controles determinados. A organização deve assegurar que os riscos de SST e os controles determinados sejam levados em consideração no estabelecimento, implementação e manutenção de seu sistema de gestão da SST.
  • 6. www.qsp.org.br 4.3.1.3 Identificação de perigos É recomendado que a identificação de perigos objetive a determinação, de maneira proativa, de todas as fontes, situações ou atos (ou uma combinação destes), provenientes das atividades da organização que tenham potencial para provocar danos humanos em termos de lesões ou doenças (ver definição de “perigo” em 3.16). São alguns exemplos:  fontes (por exemplo, máquinas em movimento, fontes de radiação ou de energia),  situações (por exemplo, trabalhos em altura), ou  atos (por exemplo, levantamento manual de cargas). A identificação de perigos deveria levar em consideração os tipos diferentes de perigos no local de trabalho, incluindo perigos físicos, químicos, biológicos e psicossociais (ver Anexo C para exemplos de perigos). Convém que a organização estabeleça ferramentas e técnicas específicas para a identificação de perigos que sejam pertinentes ao escopo do sistema de gestão da SST. As seguintes fontes de informação ou entradas devem ser consideradas durante o processo de identificação de perigos:  requisitos legais e outros requisitos de SST (ver 4.3.2), por exemplo, aqueles que prescrevem como os perigos devem ser identificados,  política de SST (ver 4.2),  dados de monitoramento (ver 4.5.1),  exposição ocupacional e avaliações de saúde,  registros de incidentes (ver 3.16)  relatórios de auditorias, avaliações ou análises críticas anteriores,  contribuições de trabalhadores e outras partes interessadas (ver 4.4.3),  informações de outros sistemas de gestão (por exemplo, da gestão da qualidade ou gestão ambiental),  informações de consultas sobre SST aos trabalhadores,  análise crítica de processos e atividades de melhoria no local de trabalho,  informações sobre as melhores práticas e/ou sobre os perigos típicos em organizações semelhantes,
  • 7. www.qsp.org.br  relatórios de incidentes que tenham ocorrido em organizações semelhantes,  informações sobre instalações, processos e atividades da organização, incluindo as seguintes: o projeto do local de trabalho, planos de trânsito (por exemplo, passarelas de pedestres, rotas de veículos), planta(s) do site, o fluxogramas de processos e manuais de operações, o inventários de materiais perigosos (matérias-primas, substâncias químicas, resíduos, produtos, subprodutos), o especificações de equipamentos, o especificações de produtos, fichas de dados de segurança de materiais, dados toxicológicos e outros dados de SST. Os processos de identificação de perigos deveriam ser aplicados tanto a atividades e situações de rotina quanto às não-rotineiras (por exemplo, periódicas, ocasionais ou de emergência). São exemplos de atividades e situações não-rotineiras que deveriam ser consideradas durante o processo de identificação de perigos:  limpeza de instalações e equipamentos,  modificações temporárias de processos,  manutenção não-programada,  inicializações/interrupções de equipamentos ou da planta (start-ups e shut- downs),  visitas externas (por exemplo, visitas de campo, visitas a clientes e fornecedores, prospecção de clientes, excursões),  reformas,  condições climáticas extremas,  interrupções de utilidades (por exemplo, eletricidade, água, gás, etc.),  providências temporárias,  situações de emergência. Convém que a identificação de perigos considere todas as pessoas que têm acesso ao local de trabalho (por exemplo, clientes, visitantes, terceirizados, entregadores,
  • 8. www.qsp.org.br bem como os trabalhadores) e:  os perigos e riscos provenientes de suas atividades,  os perigos provenientes do uso dos produtos ou serviços fornecidos pelas mesmas à organização,  o seu grau de familiaridade com o local de trabalho, e  o seu comportamento. Fatores humanos, como capacidades, comportamentos e limitações, têm que ser levados em consideração [ver item c) da seção 4.3.1 da OHSAS 18001:2007] ao se avaliar os perigos e riscos dos processos, equipamentos e ambientes de trabalho. Convém que os fatores humanos sejam considerados sempre que houver uma interface humana, levando em conta questões como facilidade de uso, potencial para erros operacionais, tensão do operador e fadiga do usuário. Ao considerar os fatores humanos, o processo da organização para a identificação de perigos deveria levar em consideração os seguintes itens e suas interações:  natureza do trabalho (arranjo físico do local de trabalho, informações do operador, carga de trabalho, trabalho físico, padrões de trabalho),  ambiente (calor, iluminação, ruído, qualidade do ar),  comportamento humano (temperamento, hábitos, atitude),  capacidades psicológicas (cognição, atenção)  capacidades fisiológicas (biomecânica, antropometria / variação física das pessoas). Em alguns casos, pode haver perigos que ocorrem ou têm sua origem fora do local de trabalho e que podem ter um impacto nos indivíduos no local de trabalho (por exemplo, liberação de materiais tóxicos em operações vizinhas). Quando tais perigos são previsíveis, devem ser tratados. A organização pode estar obrigada a levar em conta os perigos criados fora dos limites do local de trabalho, particularmente quando há uma obrigação legal ou um dever de diligência referente aos perigos. Em algumas jurisdições legais, tais perigos são tratados, em vez disso, através do Sistema de Gestão Ambiental da organização.
  • 9. www.qsp.org.br Para que a identificação de perigos seja eficaz, a organização deveria utilizar uma abordagem que inclua informações de diversas fontes, especialmente contribuições das pessoas que conhecem os processos, tarefas ou sistemas da organização, como por exemplo:  observações do comportamento e das práticas de trabalho e análises das causas subjacentes do comportamento inseguro,  benchmarking,  entrevistas e pesquisas,  rondas e inspeções de segurança,  análises críticas de incidentes e análises subseqüentes,  monitoramento e avaliação de exposições perigosas (substâncias químicas e agentes físicos),  análise do fluxo de trabalho e de processos, incluindo seu potencial para gerar um comportamento inseguro. É recomendado que a identificação de perigos seja realizada por uma ou mais pessoas com competência nas metodologias e técnicas pertinentes de identificação de perigos (ver 4.4.2), e com conhecimento apropriado da atividade de trabalho. Listas de verificação (checklists) podem ser utilizadas como lembretes sobre quais tipos de perigos potenciais devem ser considerados e para registrar a identificação inicial de perigos; entretanto, deve-se procurar evitar a dependência do uso das listas de verificação (ver Anexo C). Convém que elas sejam específicas para a área de trabalho, processo ou equipamento que está sendo avaliado.
  • 10. www.qsp.org.br Na próxima edição de junho/2013: Identificação de perigos, avaliação de riscos e determinação de controles (parte 3/3) Para acessar a parte 1/3, clique aqui. _______________________________________________________ Curso Exclusivo do QSP Para obter informações sobre a próxima turma, clique na figura ou acesse: http://www.qsp.org.br/auditor_18001.shtml

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