AE Rio 2011 - AITEC - Pedro Sousa

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Palestra apresentada no Congresso AE Rio 2011 - Rio de Janeiro - Brasil

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  • Publisher, tornando-a mais evoluída
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    1. 1. Ensinamentos de umaDécada de Projetos de ArquiteturaEmpresarialPrincipaisobstáculos e comovencê-los<br />Pedro Manuel Sousa<br />Abril de 2011<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    2. 2. Agenda<br />Quem Somos<br />Projetos típicos da Arquitetura Empresarial<br />Que obstáculos e como vencê-los ?<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />2<br />
    3. 3. Quem Somos<br />O Grupo Aitec e a Aitec Brasil<br />A Geografia de intervenção <br />3<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    4. 4. Quem Somos<br />A Aitec é um grupo Português de Consultoria em TI com origem universitária e com mais de 20 anos de existência. Tendo na Link Consulting (www.link.pt) a sua maior empresa de consultoria empresarial em Portugal, o Grupo opera no Brasil através da Aitec Brasil (www.aitecbrasil.com.br) desde 1999.<br />Atualmente, para além do Brasil, o grupo opera em 13 Países na Europa e nos Países Africanos de expressão Portuguesa.<br />Conta com cerca de 350 colaboradores e tem 312 clientes ativos, que na sua maioria são as grandes organizações de Telcos, Varejo, Bancos, Indústria e empresas Públicas de Transportes, Saúde e Energia.<br />15-04-2011<br />4<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    5. 5. Países com AtividadeAtual<br />Angola<br />Bélgica<br />Brasil<br />Cabo Verde<br />Espanha<br />França<br />Irlanda<br />Israel<br />Luxemburgo<br />Marrocos<br />Moçambique<br />Suíça<br />S. Tomé e Príncipe<br />15-04-2011<br />5<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    6. 6. Alguns clientes do Grupo Aitec<br />Finanças<br />Telecom <br />E Mídia<br />Setor Público<br />Logística e <br />Varejo<br />Saúde<br />Transporte <br />Público<br />Utilities<br />E Infraestruturas<br />AE Rio 2011 - ArquiteturaEmpresarial <br />15-04-2011<br />6<br />
    7. 7. ProjetosTipicos de Arquitetura Empresarial<br />Áreas de intervenção<br />Case EIB<br />Case Sonaecom<br />A Base de Conhecimento como elemento fundamental<br />7<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    8. 8. As 4 áreas de intervenção em Arquitetura Empresarial<br />Áreas de intervenção dos <br />Projetos de AE<br />8<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    9. 9. Projetos de Arquitetura Empresarial (Organização,Processos, Informação, Sistemas, Tecnologia)<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />9<br />
    10. 10. Case: Banco Europeu <br />Objetivo: Criação da Intranet com a Cartografia dos processos, informação, sistemas e tecnologia<br />10<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    11. 11. Case: Banco Europeu Metamodelo<br />Arquitetura<br />Informação<br />Arquitetura<br />Negócio e <br />Processos<br />Arquitetura<br />Aplicacional e Tecnológica<br />11<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    12. 12. Case: Banco Europeu Enciclopédia<br />Dicionário de objectos criados na enciclopédia recorrendo aos conceitos expressos no metamodelo e traduzidos em diagramas e definições<br />12<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    13. 13. Case: Banco Europeu Portal da Arquitetura <br />13<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    14. 14. CASE Sonaecom<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />14<br />Apresentado no conferência opengroup em Outubro 2006<br />
    15. 15. CASE Sonaecom<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />15<br />
    16. 16. CASE Sonaecom<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />16<br />
    17. 17. CASE Framework Sonaecom<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />17<br />
    18. 18. Base de um Projeto de ArquiteturaEmpresarial<br />A cartografia do AS IS, do TO-BE e das Arquiteturas de Referência é condição necessária para suportar as restentes<br />Mas como definir a Base de Conhecimento, como popular e como a manteratualizada?<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />18<br />Base de Conhecimento<br />
    19. 19. Obstáculos à Criação de uma Base de Conhecimento<br />Principais Obstáculos:<br />A cultura e a percepção do esforço que implica um projeto de AE.<br />Escolha e adoção de Frameworks e definição do Metamodelo<br />Como popular o repositório AE (a Base de Conhecimento)<br />Como manter os modelos atualizados no repositório AE <br />Como gerir o versionamento e evolução dos Modelos (do AS-IS ao TO-BE )<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />19<br />
    20. 20. A cultura e a percepção do esforço que implica um projeto de AE<br />Como ultrapassar a barreira da cultura?<br />Como obter a colaboração de todos ?<br />20<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    21. 21. A cultura e a percepção do esforço que implica um projeto de AE<br />Algumas dicas..<br />Assegurar que o projeto vai facilitar a resolução de algum problema presente na lista de problemas que a gestão tem para resolver<br />Fazer pequenos passos com resultados imediatos, ainda que pequenos.<br />Assegurar que todos os que contribuem com informação para popular a base de conhecimento tenham algum retorno.<br />21<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    22. 22. Escolha e Adoção de Frameworks, definição do Metamodelo, etc<br />Como definir o Meta Modelo?<br /> - quem define o que é relevante ?<br />- quem define qual o detalhe?<br />Qual a Relação com o Framework de Zachman?<br />Como usar de outros Frameworks, notações, normas, etc?<br />22<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    23. 23. Começar pela clarificação das questões/problemas que se pretendem resolver.<br />Formular bem os problemas/questões a resolver, <br />Identificar os conceitos/artefactos envolvidos:<br />Enquadrar esses conceitos junto de trabalhos de referência (ex. Archimate, IEEE 1471, TOGAF)<br />Validar com os princípios arquiteturais do Framework de Zachman<br />O resultado deverá ser um metamodelo tão simples quanto possível (ou seja, se for mais simples já não resolve as questões que se pretende)<br />Separação da informação/modelos de Engenharia com a informação/modelos de Arquitetura<br />23<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    24. 24. Exemplo: Archimate<br />Usado para ajudar a “pensar” e estruturar os conceitos necessários.<br />Mas há muitos outros conceitos que podem ser necessários para responder às questões pretendidas (projeto, etc…)<br />24<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    25. 25. Exemplo:IEEE 1471-2000<br />25<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    26. 26. Um exercício<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />26<br />
    27. 27. Validação das restrições de desenho do Meta Modelo<br />Audience<br />Perspective<br />Interrogative<br />Prestective<br />WHAT<br />WHO<br />WHEN<br />WHY<br />HOW<br />WHERE<br />Scope<br />Visionaries<br />Executive<br />Leaders<br />Business<br />System<br />Architects<br />Technology<br />Engineers<br />Inventory Manifestation<br />Motivation Manifestation<br />Function Manifestation<br />Network Manifestation<br />Organization Manifestation<br />Timming Manifestation<br />Implementers<br />Component<br />Component Entity<br />Component End<br />Component Location<br />Component Role<br />Component Process<br />Component Cycle<br />Component Relationship<br />Component Means<br />Component Connections<br />Component Moment<br />Component Work<br />Component Input<br />Inventory Instantiation<br />Function Instantiation<br />Motivation Instantiation<br />Organization Instantiation<br />Network Instantiation<br />Timing Instantiation<br />Operations<br />Workers<br />Operations Entity<br />Operations End<br />Operations Role<br />Operations Location<br />Operations Cycle<br />Operations Process<br />Operations Moment<br />Operations Relationship<br />Operations Means<br />Operations Work<br />Operations Connection<br />Operations Input<br />Target<br />Domain<br />Target <br />Contributor<br />FUNCTION<br />NETWORK<br />ORGANIZATION<br />TIMING<br />MOTIVATION<br />INVENTORY<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    28. 28. Validação das restrições de desenho do Meta Modelo<br />Audience<br />Perspective<br />Interrogative<br />Prestective<br />WHAT<br />WHO<br />WHEN<br />WHY<br />HOW<br />WHERE<br />Scope<br />Visionaries<br />Executive<br />Leaders<br />Business<br />System<br />Architects<br />Technology<br />Engineers<br />Inventory Manifestation<br />Motivation Manifestation<br />Function Manifestation<br />Network Manifestation<br />Organization Manifestation<br />Timming Manifestation<br />Implementers<br />Component<br />Component Entity<br />Component End<br />Component Location<br />Component Role<br />Component Process<br />Component Cycle<br />Component Relationship<br />Component Means<br />Component Connections<br />Component Moment<br />Component Work<br />Component Input<br />Inventory Instantiation<br />Function Instantiation<br />Motivation Instantiation<br />Organization Instantiation<br />Network Instantiation<br />Timing Instantiation<br />Operations<br />Workers<br />Operations Entity<br />Operations End<br />Operations Role<br />Operations Location<br />Operations Cycle<br />Operations Process<br />Operations Moment<br />Operations Relationship<br />Operations Means<br />Operations Work<br />Operations Connection<br />Operations Input<br />Target<br />Domain<br />Target <br />Contributor<br />FUNCTION<br />NETWORK<br />ORGANIZATION<br />TIMING<br />MOTIVATION<br />INVENTORY<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial<br />
    29. 29. Validação das restrições de desenho do Meta Modelo<br />Audience<br />Perspective<br />Interrogative<br />Prestective<br />WHAT<br />WHO<br />WHEN<br />WHY<br />HOW<br />WHERE<br />Scope<br />Visionaries<br />Executive<br />Leaders<br />Business<br />System<br />Architects<br />Technology<br />Engineers<br />Inventory Manifestation<br />Motivation Manifestation<br />Function Manifestation<br />Network Manifestation<br />Organization Manifestation<br />Timming Manifestation<br />Implementers<br />Component<br />Component Entity<br />Component End<br />Component Location<br />Component Role<br />Component Process<br />Component Cycle<br />Component Relationship<br />Component Means<br />Component Connections<br />Component Moment<br />Component Work<br />Component Input<br />Inventory Instantiation<br />Function Instantiation<br />Motivation Instantiation<br />Organization Instantiation<br />Network Instantiation<br />Timing Instantiation<br />Operations<br />Workers<br />Operations Entity<br />Operations End<br />Operations Role<br />Operations Location<br />Operations Cycle<br />Operations Process<br />Operations Moment<br />Operations Relationship<br />Operations Means<br />Operations Work<br />Operations Connection<br />Operations Input<br />Target<br />Domain<br />Target <br />Contributor<br />FUNCTION<br />NETWORK<br />ORGANIZATION<br />TIMING<br />MOTIVATION<br />INVENTORY<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial<br />
    30. 30. Popular o repositório AE (a Base de Conhecimento)<br />Quais as fontes da informação ?<br />Como estruturar a informação ?<br />Como importar a informação ?<br />30<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    31. 31. Identificação das fontes de informação<br /><ul><li>Existem muitas e variadas fontes de informação nas organizações:
    32. 32. umas referem-se ao passado, outras ao presente e outras ao futuro.
    33. 33. As fontes de informação podem ser em sistemas, planilhasexcel, documentos PPT, word, modelos, etc</li></ul>Mas os agentes da mudança são a principal fonte de informação!<br />31<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    34. 34. Os projetos são a principal fonte de informação sobre a mudança da organização<br />Projetos em andamento na organização<br />Artefatos <br />Planeados /<br />Aprovados<br />Artefatos <br />Realizados<br />Base de Conhecimento<br />Muitas outras Fontes MASTER!<br />32<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial<br />
    35. 35. Estruturação das fontes de informação<br />Dica<br />Estruturar a Informação em modelos “primitivos”.<br />Importar a informação conceito a conceito, primeiro os modelos primitivos , e depois as suas interdependências.<br />33<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    36. 36. Modelos primitivos<br />Para cada coluna do Framework de Zachman existe um mesmo metamodelo , que é:<br />Thing relates to Thing<br />Para cada coluna varia apenas o “nome” da coisa e o nome da “relação”<br />Exemplo para WHERE<br />WHAT<br /> HOW<br />Local<br />Conecção<br />WHERE<br /> WHO<br /> WHEN<br /> WHY<br />34<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    37. 37. Modelos primitivos<br />Os modelos primitivos são apenas listas!!!<br />Não precisam de ser modelos gráficos!!!<br />Se forem listas textuais, tudo fica mais fácil (importar e processar)….<br />Fontes:<br />Catálogos existentes<br />Documentação do projeto<br />Muitos outros documentos de comunicação entre as comunidades da organização.<br />35<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    38. 38. Como manter os modelos atualizados no repositório AE ? <br />Como minimizar os esforço necessário à manutenção dos modelos?<br />36<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    39. 39. Como minimizar os esforço necessário à manutenção dos modelos?<br />Gerando-os automaticamente….<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />37<br /><ul><li>A geração de modelos que tem por base a agregação dos modelos primitivos…</li></li></ul><li>A nossa aproximação à geração de modelos compostos<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />38<br /><ul><li>Usamos a noção de sistema da teoria geral de sistemas dos anos 60, em que um sistema é um conjunto de componentes (alguns serão sub/sistemas) com uma Composição, Contexto e Estrutura
    40. 40. Excerto do nosso artigo onde apresentamos os fundamentos da geração de compostos.</li></li></ul><li>As instâncias dos conceitos (artefactos) e suas relações formam um grafo.<br />Qualquer agrupamento de artefactos relacionados é um “sistema” e é descrito por 5 tipos básicos de mapas/ modelos<br />5 tipos de Mapas que podem ser aplicados a qualquer sistema (no sentido lato)!!!<br />39<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    41. 41. Visão Orgânica dos elementos de um Sistema X.<br />Apresenta os elementos que compõem o sistema X <br />numa lógica orgânica/hierárquica.<br />Mapa Orgânico do Sistema X <br />40<br />AE Ro 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    42. 42. Visão dos elementos externos ao Sistema que <br />têm dependências directas com o Sistema<br />Mapa Contexto<br />41<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    43. 43. Mapa de Estrutura (integração Interna) <br />Visão das dependências entre os elementos internos <br />do Sistema<br />42<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    44. 44. Visão das dependências com os elementos externos <br />ao Sistema<br />Mapa de Integração (integração Externa)<br />AE Rio 2011 - ArquiteturaEmesarial<br />43<br />
    45. 45. ServiceContextBlueprint<br />44<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    46. 46. SOA Project Context Blueprint with Filter<br />45<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    47. 47. ProcessContextBlueprint<br />46<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    48. 48. Drill Down de Mapa de Contexto de Processo<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />47<br />
    49. 49. Como gerir o versionamento e evolução dos Modelos (do AS-IS ao TO-BE )<br />A mudança dos modelos obriga a que se mantenha as versões antigas, como suporte às decisões tomadas<br />48<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    50. 50. A Cartografia cartografia automática da organização<br />Projetos em andamento na organização<br />Artefatos <br />Planeados /<br />Aprovados<br />Artefatos <br />Realizados<br />Artefatos <br />em Desenvolvimento<br />Base de Conhecimento<br />Outras fontes<br />(CMDB, logs, etc) <br />Mapas gerados/atualizados automaticamente<br />49<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    51. 51. Solução para Análises TO BE: Continuidade entre AS-WAS, AS-IS e TO-BE<br />Situação a dez 2007<br />Situação a dez 2011<br />50<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    52. 52. Solução para a Geração Automática de Mapas Arquiteturais<br /><ul><li> Visões específicas para cada uma das perguntas que a TI quer responder
    53. 53. Geração dinâmica para garantir a agilidade da TI</li></ul>51<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    54. 54. Solução para Análises TO-BE: Capacidades Analíticas<br />52<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />
    55. 55. Contato<br />Mais informações, notícias e casos de sucesso acesse:<br />www.aitecbrasil.com.br/eams<br />Linkedin: <br />Governança de TI e Arquitetura Empresarial<br />Contate-nos:<br />Vera.Ribeiro@aitecbrasil.com.br<br />(11) 5505.1342<br />AE Rio 2011 - Arquitetura Empresarial <br />53<br />

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