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  • 1. E B Elias GarciaProjeto Eskrítica 4ºC – 2º Período
  • 2. Fábula: “A galinha e o coelho da Páscoa”Era uma vez um coelho da Páscoa.Um dia o coelho apercebeu-se que a Páscoa vinha aí, e que não tinhaos ovos da Páscoa para entregar aos meninos.O coelho andava desesperado, porque não sabia o que havia de fazer.Nesse momento apareceu uma galinha.E a galinha perguntou ao coelho da Páscoa:- Porque andas desesperado?O coelho não respondeu, e foi dando saltinhos para o bosque, e agalinha foi atrás dele.Mal a galinha se aproximou do coelho, disse mais uma vez:-Porque andas desesperado?Mas mais uma vez o coelho não respondeu, e foi para o paraíso doscoelhos da Páscoa, que era onde eram fabricados os ovos da Páscoa,e a galinha lá foi atrás dele.Quando o coelho chegou, não viu nenhum ovo da Páscoa, e ficouainda mais desesperado.E a galinha perguntou:-Coelho! Coelho! – Porque andas desesperado?E desta vez o coelho respondeu:-Desculpa não te ter respondido, é que eu ando preocupado, porquenão tenho ovos da Páscoa para entregar aos meninos.E a galinha disse:-Eu posso ajudar-te, porque eu sou uma galinha mágica, e posso pôrovos da Páscoa, depois é só pintá-los!O coelho foi buscar tintas e pincéis, para pintar os ovos.Quando chegou tinha mil e um ovos à sua espera.
  • 3. E o coelho disse:- Vamos pintar os ovos, porque a Páscoa é já amanhã.E foi isso que eles fizeram.Levaram o dia inteiro, mas conseguiram.E a galinha disse:-Pronto coelho, aqui tens os teus ovos da Páscoa.E o coelho disse:- Mas agora é demasiado tarde, porque hoje já é Páscoa.-Há sempre solução! – Disse a galinha para o coelho.Então a galinha chamou o seu amigo tapete voador, e disse para ocoelho:-Se formos neste tapete mágico, iremos entregar os ovos a tempo.E todos os meninos receberam os seus ovos da Páscoa.O coelho nem sabia como agradecer à galinha, e por isso perguntou-lhe:-- O que posso fazer para te agradecer?E a galinha respondeu:-Não precisas de fazer mesmo nada, porque o teu sorriso é o melhorpresente de todos, mas se alguma vez precisares de mim, eu estounaquela quinta!E a partir desse dia a galinha e o coelho da Páscoa passaram a ser osmelhores amigos.Moral da história: Trabalhar em conjunto é melhor do que trabalharsozinho. Maria Inês 4º C
  • 4. Fábula “A galinha e o coelho da Páscoa”Era uma vez uma galinha da Páscoa que estava a acabar de prepararos ovinhos para dar ao coelho da Páscoa.Quando acabou de os preparar, a galinha estava a caminho da casado coelho, e quando lá chegou, os ovos tinham desaparecido. Ocoelho abriu a porta de casa e disse:- Galinha, finalmente podes entrar.A galinha, preocupada, disse:- Então este ano não vai haver Páscoa.A galinha pediu desculpa ao coelho e perguntou-lhe se podia fazermais ovos.Quando acabou de os decorar, ela foi discretamente fazer umaarmadilha para ver quem roubava os ovos. Quando olhou, estavamtodos os animais na armadilha.O coelho foi ter com a galinha e disse:- Galinha que barulho foi este?O coelho olhou para cima e sorriu para a galinha com um ar orgulhoso.A galinha afirmou:- Coelho, como disse, fui fazer mais ovinhos para a Páscoa e todos vãopoder saboreá-los, festejando assim a Páscoa.E no dia da Páscoa, a galinha pôs as máquinas sempre a fazer ovospara que estes não acabassem. O coelho distribuiu os ovos e enfeitoutoda a aldeia.Todas as pessoas ficaram felizes e o coelho gritou bem alto:-Feliz Páscoa para todos.
  • 5. O coelho pediu para a galinha subir o som da música.E, desde esse dia, naquela aldeia, todos os anos, aquele dia passou aser uma época festejada por todos. Devemos cultivar o amor e a harmonia para que possamos viver em paz. Sofia Severino 4º A Fábula: “A avestruz e o galo”Era uma vez uma avestruz muito alta e um galo muito baixo.Certo dia, quando estavam a brincar no campo à apanhada, estavasempre o galo a apanhar, porque a avestruz era rápida e o galo disse:- Isto assim não vale, tu és mais alta e mais rápida que eu!E a rir, a avestruz disse:- Esforça-te para ver se me apanhas.De repente começou a chover e o galo disse:- Vem para minha casa.E lá foram os dois.Quando chegaram só o galo é que entrou e a avestruz ficou lá fora.E a avestruz disse:-Eu não caibo, sou muito alta, é melhor eu ir para minha casa.E lá foi a avestruz a correr para a sua casa.No outro dia começaram a brincar e começou outra vez a chover e aavestruz disse:- Agora anda tu para a minha casa, porque é maior e tem mais espaço,assim cabemos lá os dois.O galo chegou a casa da avestruz entrou e disse:-Uau, a tua casa é tão grande!
  • 6. Cabemos cá os dois perfeitamente.No dia seguinte, quando estavam a andar pela floresta, viram um rio,um rio grande e bonito, foram observá-lo e o galo pensou:- Como é que podemos ver o resto do rio?-É que eu o queria ver.E disse:- Já sei! Quando aquele tronco vier, nós saltamos os dois para cimadele, pode ser?- Sim – Respondeu a avestruz.O tronco veio e o galo saltou primeiro, quando o galo saltou, o troncoaguentou-se, mas depois quando a avestruz saltou, o tronco partiu-se ecaíram os dois ao rio. Mal caíram na água nadaram para terra.O galo disse:- Tu és tão grande que partiste o tronco! Moral da HistóriaNão gozes com os mais pequenos porque às vezes são melhores. Miguel Alves 4ºC
  • 7. Fábula O Leão e o Macaco Era uma vez, um leão muito feroz, mas que era amigo domacaco. Um dia, o macaco foi trepar a uma árvore e, de repente, caiude costas no chão. O leão perguntou ao macaco se ele estava bem eo macaco disse que sim. De repente, o leão teve uma ideia: Leão: - Já sei! Vamos fazer uma festa e chamamos os outrosanimais. O macaco disse que era uma boa ideia e foram logo tratar dafesta. Mas o macaco teve mesmo uma queda aparatosa. Quando acabaram de chamar os amigos, começaram apreparar a festa. Depois o leão disse: Leão: - Pronto, agora vou distribuir tarefas entre vocês todos. O elefante era o animal que tomava conta de quem se portassemal, o hipopótamo era o animal que varria o chão, caso ele estivessesujo, a ave era a cozinheira, era ela que fazia a comida para quemtivesse fome e o macaco não tinha tarefa nenhuma a não ser saltar nostrampolins. Depois o leão disse: Leão: - Pronto, já distribuí as tarefas a todos, agora vamoscomeçar a festa e brincar até não podermos mais. Mas estava toda a gente com fome e o leão perguntou: Leão: - Temos que ajudar o macaco porque teve uma quedaaparatosa. E quem foi a cozinheira da festa? Ave: - Fui eu!! E ficaram amigos para sempre!
  • 8. Quando acabou a festa, todos voltaram às suas respetivas casas.A ave voltou para o céu, o hipopótamo para a água e o elefante, omacaco e o leão voltaram para a selva. Moral da história: Uma boa amizade é importante nos momentosdifíceis. Tiago Lopes 4ºCSobreda, 2 de Março de 2012 Projeto Eskritica Os pinguins do ÁrticoEra uma vez dois pinguins que viviam no Ártico, chamavam-se Friorenta e Calorento.Certo dia cruzaram-se numa rocha do seu habitat. O Calorento ficou encantado com a belezae simpatia da jovem pinguim. Após várias horas de conversa animada, o Calorento perguntou-se se no dia seguinte se podia encontrá-la novamente no mesmo local. A Friorenta muitoenvergonhada disse um “sim,” muito baixinho. O Calorento por um lado ficou contente, maspor outro, um pouco receoso, porque achou aquele “sim” muito triste, e começoua pensar que a jovem pinguim não gostava da sua companhia.No dia seguinte, os dois amigos encontraram-se no local combinado e reparouque a Friorenta estava bastante bonita e airosa, e perguntou-lhe:- Preciso de te perguntar uma coisa, mas estou um pouco envergonhado! A
  • 9. Friorenta respondeu:- Podes perguntar sem problemas, afinal somos ou não amigos?- O problema é esse! – disse o Calorento.- Não estou a perceber a tua intenção? - disse a pinguim, deixando o amigo ainda maisnervoso.Após alguns segundos, o Friorento arranja coragem e disse:- Sabes…..o meu sentimento por ti é maior que a amizade, e como sou um poucoenvergonhado, tenho algum receio que tu só sintas por mim uma simples amizade, e que comesta declaração, até a tua amizade eu possa perder.- Nada disso amigo, tu foste muito corajoso e muito sincero.- Então quer dizer que também gostas de mim? – perguntou o pinguim.- Claro que sim! Eu é que não tive a coragem para te dizer. Agora tenho de voltar para casa eamanhã voltamos a ver-nos, pode ser?O pinguim estava tão feliz, que nem conseguia parar de cantar e foi todo o caminho a pensar oque poderia oferecer-lhe no dia seguinte, para celebrar este acontecimento.De repente, lembrou-se que tinha guardado um anel, que tinha pertencido à sua mãe. No diaseguinte, o pinguim chegou muito mais cedo do que estava combinado e ficou sentado numarocha, admirando a paisagem e aguardando ansiosamente a chegada da sua Friorenta.- Olá meu querido! – disse a Friorenta- Olá Friorenta, tenho um presente para ti. – disse o Calorento muito corado.
  • 10. - Ofereço-te este anel como prova da admiração que tenho por ti!E a Friorenta disse:- Que esquisito!!!! Pensei que me ias oferecer um peixe delicioso!O Calorento muito triste voltou para casa sem o anel e sem a companhia da sua Friorenta.No dia seguinte, ainda ele estava deitado, ouviu uma voz dizendo:- Desculpa a atitude que tive ontem, tu não mereces tamanha ingratidão, ainda queres sermeu namorado?- É o que mais quero neste momento!O Pinguim olhou para a sua namorada e ficou muito feliz porque ela trazia o anel no dedo.Os dois pinguins festejaram até anoitecer, cantando, rindo, dançando e até se deliciaram comum belo peixe.Moral: “Cavalo dado não se olha o dente” Trabalho Realizado por: Rúben Cavalcante – 4º C
  • 11. Os Dois Irmãos Era uma vez, dois irmãos. Um gastador e outro poupado. Opoupado chamava-se Manuel e o gastador, Miguel. Um dia, o gastadorfoi à mala da sua mãe e tirou dinheiro, foi às compras e comprou umpão enorme e quando chegou a casa foi fazer uma sandes. Depois, amãe foi à mala e perguntou quem é que tinha tirado o dinheiro damala uma vez que não reparou que o Miguel estava a comer umagrande sandes com o dinheiro gasto. Posteriormente, a mãe foi às compras com o Manuel e ele viuuma montra e… zás! Atirou uma pedra e a montra partiu-se. A mãevirou-se logo mas ele não estava lá. Então, a mãe como já tinha tudo foipara casa e pôs o poupado de castigo. A seguir, a mãe e o Miguelforam para o trabalho. Mas ele não era só gastador, também cantavamúsicas muito bonitas. Se ele cantasse uma música as pessoasaplaudiam-no. Depois, a mãe foi com o gastador comprar uns patins eele gostou muito. Foi uma grande diversão! Tiago Lopes 4ºC
  • 12. A história sobre dois irmãos: um era muito poupado...e o outro era muito gastador. Como seria a sua relação? Era uma vez dois irmãos que, quando eram crianças, se davammuito bem. Mas enquanto iam crescendo, começavam a ficardiferentes. Um chamava-se Luís e o outro Carlos. O Luís era muito poupado eamigável, mas o Carlos era muito, muito gastador, sempre que recebiao ordenado ia logo comprar coisas. Quando já eram crescidos, o Luís comprou a casa mais barata euma bicicleta. O Carlos foi logo comprar a casa mais cara e um carroque custava mais de mil euros. O Luís não usava telemóvel, usava cartas, enquanto o Carlostinha cinco telemóveis. Um dia o Luís mandou uma carta ao Carlos a convidá-lo para ir láalmoçar. O Carlos aceitou e lá foi. Quando chegou e viu o irmão disse-lhe:
  • 13. -Irmão, tu és muito poupado, mas eu gasto dinheiro em tudo oque gosto. Depois do almoço o Carlos foi-se embora e deu-lhe um grandeabraço de despedida. Ao fim de dois meses o Carlos foi pedir dinheiro ao Luís para podercomer. O Luís disse-lhe: -Estás a ver Carlos, nós temos que poupar. Percebes? -Sim, a partir de agora vou ser poupado. Então o Luís deu-lhe vinte euros eºC cada um seguiu a sua vida,sempre a poupar. Nádia 4º C A cantoraEra uma vez uma senhora chamada Cristina.Essa senhora era muito bonita e também era admirada em todo omundo porque ela cantava muito bem.Ela tinha olhos azuis e cabelo dourado.Ela quando cantava usava um vestido, uns sapatos, uma trança, umapulseira e um anel.Essa senhora dava grandes concertos, que eram muito belos.Uma vez ela deu o melhor de todos os concertos musicais.Muitas pessoas a aplaudiram e atiraram com rosas, cravos, tulipas,margaridas…
  • 14. Esse foi um dia muito especial para ela, porque foi aclamada como amelhor cantora de todo o mundo.A sua família ficou orgulhosa dela.A partir desse dia, ela decidiu que também queria dançar, para terainda mais sucesso.Passado algum tempo foi aclamada como a melhor dançarina.Ela teve uma vida muito feliz, alegre e bonita.Ela foi uma atriz com muito sucesso. Maria Inês 4ºC O pescador e a ilhaEra uma vez um homem que era pescador.Quando estava no seu barco, à procura de peixes, uma grande ondaveio e bateu-lhe com tanta força no barco que ele foi parar ao mar.Quando estava no mar, já era de noite, então adormeceu.Quando acordou, ouviu o som do mar e abriu os olhos.Levantou a cabeça, olhou em volta e viu que estava perdido numapraia e pensou:-Onde estou?
  • 15. O homem tinha 40 anos, cabelo preto e curto, era alto e chamava-sePedro. Levantou-se e pensou o que fazer, sabendo que era suposto nãohaver salvação, mas pensou em não entrar em pânico, pois podiam-lhevir salvar se algum milagre acontecesse. Ele foi ao pé das árvores e quispartir madeira. Partiu um bocado, mas sangrou um bocadinho da mão,então pensou em parar e foi procurar canas. Pegou nas canas econstruiu uma cabana com folhas que apanhou pelo caminho, mesmosabendo que não era bom para se proteger, fez o melhor que pôde.À noite teve tanto medo e frio que imaginou um monstro. O monstrotinha mãos gigantes e ele pensava nas mãos a agarrá-lo e pegar emágua e atirar-lhe à cara. Via-se mesmo muito aflito com o monstro. Foi aíque pensou em dormir, mas por mais que tentasse, não conseguiadormir, porque lhe vinham coisas más à cabeça, e então pensou na suafamília, mas também não conseguia porque era uma coisa triste quelhe fez vir uma lágrima ao olho. Levantou-se e olhou para o mar paraver se havia algum barco, mas nada, só havia água salgada que alicorria. Até que pensou em procurar água que pudesse beber pois jáestava cheio de sede e não queria continuar assim.Era verão e nunca mais chovia.Até que foi para a selva, chegou lá e viu um macaco.O macaco começou a vir ter com ele, então pegou num pau que tinhaao seu lado e matou o macaco. Viu também um outro pedaço demadeira que estava afiado, então afiou o pau e fez uma lança comque tirou a carne ao macaco e a comeu.Mas continuou a pensar no macaco, pois a morte do macaco fez-lhelembrar-se do monstro.Pegou na carne do macaco e guardou-a para quando tivesse fome.Ele continuou a andar e viu uma árvore, era uma macieira que estavacheia de maçãs , então Pedro pensou em tirar uma, porque as maçãstinham um aspeto delicioso.
  • 16. Mas quando foi a ver se tinha alguma coisa no bolso para quandoapanhasse a maçã a cortar, viu que tinha um telemóvel e ligou para asua mulher.Infelizmente ela tinha o telemóvel na mala e estava a dormir, por issonão ouviu o telemóvel. Então pegou no telemóvel e queimou-o parafazer sinal aos barcos, também queimou uma árvore para o fogopudesse ser maior e os barcos verem melhor o sinal. No outro dia,quando acordou, viu um barco e entrou lá dentro.Viu um homem denacionalidade portuguesa e perguntou- lhe se o podia levar paraPortugal.O outro homem disse que sim e levou-o para Portugal.E essa foi a sua salvação.Desde aí, nunca mais voltou pescar. Miguel Alves 4ºC