Toque terapêutico
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Toque terapêutico Toque terapêutico Presentation Transcript

  • TOQUE TERAPÊUTICO Disciplina de terapias complementares 5º semestre A Enfermagem Profª:Priscila
  • COMPONENTES DA EQUIPE:
    • Graciane Pereira Leal 76378-1
    • Maria de Fátima Sakamoto 76618-6
    • Hellen Deandre Nascimento 76810-3
    • Flávia da Cruz Oliveira 76812-0
    • Telma Santos Silva 76823-5
    • Elisabeth Batista Borges 76824-3
    • Emerson Lopes de Souza 77180-5
    • Elaine Cristina B. da Silva 77395-6
    • Patrícia de O. Claudino 78813-9
    • Sérgio Xavier de Paula 83783-1
    São Paulo 2010
  • INTRODUÇÃO
    • O toque é um importante meio de restabelecer a sensação de ligação com as outras pessoas e com o mundo em geral. Quando o silêncio se impõe, o toque é fundamental para comunicarmos com os que cuidamos, demonstramos que essa pessoa nos importa e que nos preocupamos com ela e não apenas com a sua doença (1) .
  • OBJETIVO
    • Transmitir informação acerca do TT;
    • Servir de incentivo e interesse do profissional de saúde nesta área.
  • CONCEITO
    • O toque terapêutico é um método holístico não invasivo, baseado na concepção de que o ser humano possui um campo de energia abundante, que pode estender-se além da pele e flui em determinados padrões que se pretendem equilibrados. Consiste num " toque sem toque ", uma vez que não há necessariamente o toque do terapêuta diretamente sobre a pele do doente/paciente (1) .
  • CONCEITO
    • O Toque Terapêutico (TT) é uma técnica de terapia complementar que não possui qualquer base religiosa e cujo intuito é repadronizar o campo energético humano (2) .
  • ORIGEM
    • Embora o Toque Terapêutico represente uma nova técnica no nosso atual sistema de cuidados à saúde, ele se originou da prática milenar da imposição de mãos, e consiste na prática de harmonização do campo energético humano (CEH) através do uso consciente das mãos, com o intuito de restabelecer pessoas enfermas (1) .
  • ORIGEM
    • Foi desenvolvido e sistematizado como método de terapêutica complementar de Enfermagem pela enfermeira Dra. Dolores Krieger (2) . .
  • ORIGEM
    • Por volta de 1970, Dolores Krieger enfermeira e professora na escola de Enfermagem da universidade de New York e a terapeuta Dora Van Gelder Kunz desenvolveram a disciplina que chamaram " o toque terapêutico ", para ajudar os pacientes a melhorar a saúde física e emocional, ficaria a ser conhecido como o Método Krieger-Kunz de Toque Terapêutico¹.
    • Os registos mais antigos desta prática datam de 1552 a.C (1) .
  • COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA DO TT  
    • Dolores Krieger, em 1975, demonstrou os efeitos do TT através da medição de índices fisiológicos em seres humanos após estudos laboratoriais. Comprovou que após a aplicação do Toque Terapêutico ocorrem significativas alterações fisiológicas em doentes hospitalizados por diferentes tipos de patologias (1) .
  • COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA DO TT  
    • A maioria dos estudos foi realizada em ambiente hospitalar com a colaboração de profissionais de saúde em que participaram vários doentes divididos em dois grupos, foram seguidos ao longo de três anos. Um grupo recebeu o tratamento convencional, o outro recebeu além do tratamento instituído o TT. Os níveis da hemoglobina nos doentes com neoplasia submetidos ao TT aumentaram significativamente, apesar de estarem a ser submetidos a quimioterapia (1) .
  • ATRIBUIÇÃO DO TT COMO TC
    • De acordo com o Instituto Nacional de Saúde de Washington, com base em cerca de trinta teses de doutoramento foi atribuído ao Toque Terapêutico, em 1994, a comprovação da sua eficácia como terapia alternativa (1) .
  • FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
    • Campo de Energia: Para Rogers é a unidade fundamental dos seres vivos e não vivos. O campo é um conceito unificador e a energia significa a natureza dinâmica do campo. Os campos de energia são infinitos e pandimensionais. São identificados dois campos: o humano e o ambiental (1) .
  • FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
    • Campo humano ( O Ser Humano Unitário):
    • é definido como um campo de energia pandimensional irredutível e indivisível identificado pelo padrão e manifestando características próprias que não podem predizer-se a partir do conhecimento das partes (1) .
    • Universo de Sistemas Abertos ( ambiental):
    • D efende que os campos de energia são infinitos abertos e integrais uns com os outros. Os campos ambiental e humano são sistemas abertos e estão em processo contínuo (1) .
  • OS UNIVERSOS DIFERENTES DO TERAPÊUTA E DO PACIENTE Movido por: -Compaixão. -Estado centralizado de consciência intencionalidade inteligência. Ativado por: -Habilidade de dirigir, modular alisar. Enraizado em: -Orientação para os planos superiores do ser (4) . Paciente Terapêuta Movido por: -Estado de humor, que estimula a reação de relaxamento dos neuropeptídeos e facilita o sistema imunológico. Ativado por: -Uma onda ressonante de mudança endócrina que também ativa o sistema imunológico. Enraizado em: -Vontade de mudar (a partir da qual aprende a lição da doença) (4) .
  • APLICABILIDADE DO TT
    • A maioria dos estudos da evidência científica do TT relaciona-se com a diminuição da intensidade da dor. As mãos do terapêuta permanecem cerca de 6 a 12 cm de distância da pele, não havendo necessidade de retirar sequer as roupas (1) .
  • APLICABILIDADE DO TT
    • Apenas no penúltimo passo da técnica, quando se procede ao balanceamento ou modulação final do campo e do fluxo energéticos, pode haver necessidade de tocar levemente nos ombros ou na região das supra-renais do doente (1) .
    • 1) Centrar/concentrar:
    • o terapêuta concentra a sua atenção e sensibilidade nas mãos, para utilizá-las conscientemente a fim de determinar o diagnóstico do campo energético do doente (1) .
    ETAPAS DO TT A técnica consiste em quatro etapas:
    • Os efeitos da transmissão energética num sentido único ao invés de um sentido mútuo entre o receptor e o terapêuta podem-se traduzir em sinais e sintomas detectados por este a partir de sua própria experiência profissional, tais como sonolência, cefaleias, cansaço, dores musculares, queda de cabelos, anemia e descalcificação óssea (1) .
    ETAPAS DO TT
    • 2) Diagnóstico do campo energético:
    • o terapêuta percorre o campo energético do doente, palpando-o com as mãos no sentido céfalo-podal. À medida que capta as sensações emitidas pelo campo energético do doente/paciente, o terapêuta faz o diagnóstico de alterações, tais como: déficit energético; alterações de
    • temperatura; enrugamento do
    • campo; outras sensações (1) .
    ETAPAS DO TT
    • 3) Tratamento e modulação do campo energético: o tratamento consiste em repadronizar as áreas de déficit e alterá-las, através do alisamento do campo energético, do desbloqueamento e da oposição de sensações. Procede-se, então, ao balanceamento final e estabelecimento do fluxo energético, nesta etapa o terapêuta tenta deixar o campo energético do doente com o padrão mais homogéneo possível, como um todo (1) .
    ETAPAS DO TT
    • 4) Avaliação – avalia-se todo o campo energético para comparar o resultado final com os problemas que irão ser detectados numa sessão futura. Por vezes, não é possível repadronizar totalmente o campo energético do doente de forma a deixá-lo totalmente desbloqueado e homogéneo.    
    • O terapêuta deve conhecer e ter consciência das suas limitações e aguardar pela próxima sessão para repadronizar áreas de difícil tratamento (1) .
    ETAPAS DO TT
  • DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM NANDA
    • Com a inclusão do Diagnóstico de Enfermagem " campo de energia perturbado " pela North American Nursing Diagnosis Association , o TT foi reconhecido como uma prática complementar de Enfermagem e pode ser utilizado diariamente na assistência aos pacientes. No entanto, percebemos que no Brasil ainda são poucos os profissionais que dominam esta técnica e, por isso esse importante instrumento do cuidado vem sendo pouco utilizado nos hospitais (2) .
  • LEGISLAÇÃO PARA O EXERCÍCIO
    • Art.1°: Estabelece e reconhece as Terapias Alternativas como especialidade e/ou qualificação do profissional de Enfermagem (3) .
    • Art.2°: Para receber a titulação prevista no artigo anterior, o profissional de Enfermagem deverá ter concluído e sido aprovado em curso reconhecido por instituição de ensino ou entidade congênere, com carga horária mínima de 360 horas (3) .
    Resolução COFEN 197/1997. (19/01/1997)
    • Atualiza os valores mínimos da Tabela de honorários de Serviços de Enfermagem (3) .
    • Resolução COFEN-290/2004.
    • Fixa as Especialidades de Enfermagem (Terapias Naturais/Tradicionais e Complementares/Não Convencionais) (3) .
    LEGISLAÇÃO PARA O EXERCÍCIO Resolução COFEN Nº 301/2005.
  • CONCLUSÃO A partir desse estudo concluímos que: A enfermagem precisa buscar atualização científica, testando clinicamente novos métodos que venham favorecer a recuperação e reabilitação dos clientes em condição frágil de saúde, no entanto o que nós profissionais de saúde não podemos e nem devemos ignorar é que os recursos da tecnologia jamais substituirão a essência do cuidado humano.
  • CONCLUSÃO
    • O ser humano precisa do toque , do aconchego, e da presença de seus parentes e amigos, quando se está em estado grave de saúde, essas necessidades se tornam ainda mais evidentes, e cabe á nós profissionais amenizar os sentimentos negativos, e através do conhecimento adquirido com a realização deste estudo percebemos que TT traz resultados muito positivos.
  • REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    • 1. Artigo cedido pela Revista Nursing . Escrito por Nursing nº 224 Sábado, 29 Setembro 2007 08:49 (consultado em 18 de Abril de 2010 às 14:27h).
    • 2. Fonte: http://www.amebrasil.org.br/portal/?q=node/117 (consultado em 24 de abril de 2010 às 19:03h).
    • 3. www.coren.com.br e www.cofen.com.br (consultado em 18 de Abril de 2010 às 13:46h).
    • 4. www.unifesp.br/denf/acta/2000/13_3/pdf/art4.pdf
    • ( consultado em 24 de abril de 2010 às 16:47h).