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Procedimentos de trabalhos academicos

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  • 1. Procedimentos para Análise de Dados Prof. Estevam Martins
  • 2. "Se excluirmos o impossível, o que sobra,por muito improvável que seja, deve ser verdade“ i i á l j d d d “ Sherlock Holmes
  • 3. IntroduçãoEstudada as técnicas de análise descritiva de dados mais importantes o pesquisadordepara-se com o problema de escolher a mais apropriada para um problemaespecífico: ou seja, qual é a técnica que permite melhor organizar e resumir os dados p f j ,q q p gde maneira que o objetivo do estudo seja alcançado?
  • 4. Fatores Que Influenciam na Escolha da Técnica Número de variáveis envolvidas. Nível de mensuração das variáveis. ç Objetivo do estudo. Tamanho do conjunto de dados. Tempo disponível para apresentação dos resultados. Público alvo dos resultados do estudo.
  • 5. Número de Variáveis Envolvidas Se houver mais de uma variável envolvida no estudo é preciso identificar qual (ou quais)é (são) a(s) independente(s) e qual (ou quais) é (são) a(s) dependente(s) É bastante dependente(s).comum haver várias independentes e apenas uma dependente: sendo assim, a descriçãodos valores da dependente deve ser feita em função dos valores das independentes,resultando então em tabelas ou gráficos múltiplos, ou em um “breakdown” das medidasde síntese (calculam-se as medidas para cada grupo formado pelos valores das variáveisindependentes).independentes)
  • 6. Nível de Mensuração das Variáveis Usualmente queremos descrever o comportamento da variável dependente, portantotorna-se imprescindível utilizar uma técnica apropriada para o seu nível de mensuração.É importante ressaltar que o nome da variável nem sempre é indicação suficiente paraidentificar o nível de mensuração: velocidade medida em km/h é quantitativa contínua,mas medida como “alta”, “média” e “baixa” é qualitativa ordinal. É preciso saber como alta , média baixaa variável está sendo avaliada: se através de uma escala de atributos, ela é qualitativa, seatravés de números (contados ou mensurados por um instrumento de medida) équantitativa. i i
  • 7. Objetivo do Estudo Obviamente este é um fator crucial. Dependendo do grau de detalhamento que se desejaé possível usar técnicas mais ou menos sofisticadas. Isto é especialmente importante para p f p p pvariáveis quantitativas: o cálculo de média e desvio padrão proporciona um sumário doconjunto de dados, mas um diagrama em caixas possibilita avaliar outros aspectos commaior d t lh S há i t i detalhe. Se interesse em mostrar o comportamento d uma variável quantitativa t t t de iá l tit tiao longo do tempo o gráfico de linhas pode ser uma boa opção.
  • 8. Tamanho do Conjunto de DadosAsA medidas d síntese podem ser usadas para qualquer tamanho d conjunto d did de í d d l h de j dedados, mas apresentam maior robustez (menor sensibilidade a valores discrepantes e,pportanto, representam melhor o comportamento da variável) para grandes conjuntos , p p )p g jde dados.
  • 9. Tempo Disponível para Apresentação dos Resultados Atribui-se a Napoleão Bonaparte a seguinte frase: “uma imagem vale mais do que milpalavras”. Se não dispomos de muito tempo para apresentar os resultados, em umcongresso científico ou em uma reunião de negócios, por exemplo, a utilização de umgráfico apropriado poderá nos poupar muito tempo: ao invés de ler todas as linhas ecolunas de uma complexa tabela o público poderá apreender rapidamente ocomportamento da variável e prestar atenção na exposição.
  • 10. Público Alvo dos Resultados do EstudoO conhecimento que o público alvo tem sobre Estatística orientará decisivamente naescolha da técnica. Devido à veiculação constante pela mídia a maioria das pessoasestá familiarizada com gráficos em colunas, setores e linhas, além de tabelas em geral.Entre as medidas de síntese a única conhecida do grande público é a média embora média,constantemente interpretada de forma incorreta.
  • 11. CréditosFRANCISCO ESTEVAM MARTINS DE OLIVEIRA é graduado em Estatística peloDepartamento de Estatística e Matemática Aplicada (DEMA) da Universidade Federal do Ceará Ceará,pós-graduado no ensino da matemática e mestre em Engenharia de Produção pela UFSC. É autordo livro Estatística e Probabilidade – 2ª Edição, 8ª tiragem editado pela Editora Atlas, SPSS Básicopara Análise de Dados – 1ª Edição, 1ª tiragem editado pela Editora Ciência Moderna. Atualmente é 1 1Professor Titular do Centro de Ciências Administrativas da Universidade de Fortaleza (UNIFOR),Estatístico do Instituto Fecomercio/CE de Pesquisa e Desenvolvimento do Comércio – IPDC,Estatístico Ad Hoc do Instituto Fecomercio/SE de Estudos, Pesquisas e Desenvolvimento – IFPD, , q ,Consultor Senior da FCDL Bahia, Estatístico Ad Hoc do Instituto Fecomercio/AL de Estudos,Pesquisas e Desenvolvimento – IFEPD. stvm@uol.com.br