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Apresentação Modelos de Negócios Digitais - FEI - São Bernardo do Campo - 08/05/10
 

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    Apresentação Modelos de Negócios Digitais - FEI - São Bernardo do Campo - 08/05/10 Apresentação Modelos de Negócios Digitais - FEI - São Bernardo do Campo - 08/05/10 Presentation Transcript

    • MODELOS DE NEGÓCIOS DIGITAIS FABIO SOUZA DAMASCENO PAULA DOTA FIORAVANTE RUI FERNANDO DA SILVA 2010
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
      • e-business
      • e-commerce
      • e-procurement
      • e-marketplace
      • Produtividade e Internet
      • Economia digital
      • Tópicos:
      MODELOS DE NEGÓCIOS DIGITAIS
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Breve Histórico MODELOS DE NEGÓCIOS DIGITAIS
        • Mundo
      • Militar – Guerra Fria
      • Acadêmico – Décadas de 70 e 80
      • Popular – Ano 1990
        • Brasil
      • Acadêmico – Ano 1987
      • Popular – Meados de 1994 ~ 1995
        • HOJE VIVEMOS NA “ERA DA INFORMAÇÃO E DA TELECOMUNICAÇÃO”
      Fonte : Brousseau, E. , Curien, N. "Internet and Digital Economics“ ; Oliveira, R. “Os percalços do e-business”
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
        • No mundo
        • Mais de 1,2 bilhões de computadores
        • 1,73 bilhões de usuário de internet (set/2009)
        • Mais de 450 milhões de usuário de internet móvel
      Cenário Atual MODELOS DE NEGÓCIOS DIGITAIS
        • Panorama Brasileiro
        • 72 milhões de computadores ativos (Instituto FGV/2010)
        • 54 milhões de usuários de internet (fonte CGI/2008)
        • 30% consultam a internet antes de comprar
      Fonte: Institutos de pesquisa datafolha e FGV / Pesquisa sobre o uso das tecnologias da informação e da comunicação no Brasil 2008
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO UMA VISÃO DA ECONOMIA DIGITAL
        • Síntese do Estudo
        • Entre as décadas de 50 e 70: previsão de que o uso de computadores de grande porte em grandes organizações aumentaria a centralização e autoridade de gestão ;
        • Década de 80 e início de 90: previsão de que o computador em rede interna e o surgimento da computação pessoal aumentaria a descentralização e iria melhorar a partilha de informação e ampliar a colaboração;
        • Meados de 90: crescimento exponencial do uso da internet .
      Fonte: Orlikowshi, W – The truth is not out there – An enacted view of the “Digital Ecomony”.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO UMA VISÃO DA ECONOMIA DIGITAL
        • Síntese do Estudo:
        • A mesma tecnologia implementada em organizações diferentes pode resultar em diferentes práticas e resultados e a implementação de uma nova tecnologia não significa necessariamente que ela será utilizada ou que irá gerar os benefícios previstos pelos criadores.
      Fonte: Orlikowshi, W – The truth is not out there – An enacted view of the “Digital Ecomony”.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-BUSINESS
        • e-Business é o termo utilizado para negócios realizados por meios eletrônicos – internet.
      Conceito:
        • Negócios eletrônicos de forma AMPLIFICADA
      • comércio
      • contado fornecedor / cliente
      • pesquisa de mercados
      • ensino a distância
      • bancos via internet
      • etc.
      Fonte: www.e-commerce.org.br
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
        • Anúncios
        • Permite personalização do marketing;
        • Não há limite de espaço para a propaganda.
        • Monetização
        • Transformando acesso em dinheiro
        • Blogs, sites de namoros, etc.
        • Pagamento Único
        • Pagamentos únicos para aquisição de software.
        • Produtos de Informação
        • Conceito “FreeMium”
      e-BUSINESS Principais vertentes do e-business Fonte: www.stanford2009.wikispaces.com
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
        • Moeda Virtual
        • Utilizado em sítios da internet e ambientes virtuais.
        • Ex.: Facebook, PagSeguro, e-bit, Unibanco
        • Bens Virtuais
        • Podem gerar receita de U$$ 5 bilhões no mundo;
        • Associados ao capital social construído no site.
        • Ecossistemas
        • Aplicativos desenvolvidos para “ecossistemas” definidos.
        • iPhone
      e-BUSINESS Principais vertentes do e-business Fonte: www.stanford2009.wikispaces.com
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
        • e-Servicer - Prestação de serviços via web.
      e-BUSINESS Principais vertentes do e-business
        • e-banking
        • e-learning
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
        • e-Servicer - Prestação de serviços via web.
      e-BUSINESS Principais vertentes do e-business
        • Agendamento online
        • Sites de buscas
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-BUSINESS VANTAGENS
        • As principais vantagens do e-business são:
        • Integração com outros sistemas
        • Agilidade da informação
        • Transparência
        • Comodidade
      Fonte: http://imasters.uol.com.br/artigo/3325/ecommerce/e-business_x_e-commerce_definindo_papeis/
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE
        • e-Commerce é o termo utilizado para o comércio on-line de produtos, serviços e informações, que inclui compra, venda e transferência.
      Conceito:
        • Compreende
      • compra / venda
      • atendimento ao cliente
      • logística
      • infra-estrutura
      • marketing do produto / serviço.
      Fonte: www.e-commerce.org.br
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE Tipos:
      • C2B – Consumer to business
      • m-Commerce
      • C2C – Consumer to consumer
      • B2E – Business to employee
      • B2C - Business to consumer
      • B2B - Business to business
      • B2B2C - Business to business to consumer
      Fonte: www.e-commerce.org.br
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE
        • São transações comerciais realizadas entre empresas diretamente com o consumidor final.
      B2C
        • Exemplos:
        • Submarino
        • Saraiva
        • Gol linhas aéreas
      Consumidor DONA DE CASA Empresa FOGÃO AMERICANAS.COM
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE
        • Grandes empresas que atuavam apenas no varejo tradicional hoje operam também em e-commerce.
      B2C
        • Varejo tradicional no e-commerce
        • fidelidade com a marca
        • menor custo no marketing de cliente
        • diversidade de mídia
        • relacionamento direto com o cliente
        • Ex: Carrefour; Fastshop
        • Varejo virtual
        • maior uso da tecnologia
        • maior diversificação de produtos
        • menor custo estrutural
        • relacionamento indireto com o cliente
        • Ex: submarino
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE
        • São transações comerciais realizadas entre empresas.
      B2B B2B2C
        • São transações comerciais coorporativas.
      Empresa B GM Empresa A Rucker Empresa B Distribuidor Empresa A Depósito Consumidor
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE
        • Indivíduos usam a própria internet para vender serviços.
      C2B C2C
        • Os clientes compram e vendem diretamente para outros clientes.
      Empresa Estudante
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE
        • Internet sendo usada como meio de comunicação entre empresas e funcionários.
      B2E m-Commerce
        • Transações por meio de aparelhos móveis.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE Fatores de sucesso Alguns fatores de sucesso para o e-Commerce Seleção e Valor Desempenho e Serviço Aparência e Impressão Atenção Pessoal Relações Comunitárias Segurança e Confiabilidade Propaganda e Incentivo Fonte: O’ Brien, J. A - Sistema de Informação
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE VANTAGENS
      • • Fácil acesso;
      • Alcance do mercado global;
      • Atendimento personalizado;
      • Comodidade;
      • Velocidade das transações;
      • • Redução de custos de estoques;
      • • Redução de custos de vendas;
      • • Ter um vendedor 24 horas/dia;
      • • Ter um novo canal de vendas e de marketing.
      • • Integração de clientes e fornecedores;
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
      • • Dificuldade na identificação das partes;
      • Insegurança nas transações de pagamento;
      • Privacidade;
      • Elevado custo de telecomunicação;
      • Cultura do mercado.
      e-COMMERCE DESVANTAGENS
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE Alguns números
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE Evolução Faturamento Fontes: www.ebitempresa.com.b r / www.e-commerce.org.br
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE e-commerce em datas comemorativas Fonte: www.ebitempresa.com.br
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE Fonte: www.ebitempresa.com.br Categoria de produtos mais vendidos em 2009
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO e-COMMERCE Fonte: www.ebitempresa.com.br Internet x Tradicional
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ESTUDO DE CASO Internet x Varejo Convencional Erik Brynjolfsson • Michael D. Smith Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers “ A internet é um mercado quase perfeito, porque a informação é instantânea e os compradores podem comparar ofertas dos vendedores em todo o mundo. O resultado é a concorrência feroz, a diferenciação de produtos diminuindo e desaparecendo a fidelidade à marca.” Robert Kutter Fonte:Brynjolfsson, E. - Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ESTUDO DE CASO Internet x Varejo Convencional
        • Síntese do Estudo
        • Q uando: 15 meses (fev 1998 a maio 1999).
        • Produto: Livros e CDs – produtos fisicamente homogêneos.
        • 41 lojas de varejo e internet e varejo tradicional.
        • mais de 8.500 observações de preço.
        • Analise: Níveis de preços, alterações ao longo do tempo e dispersão entre lojas.
      Fonte:Brynjolfsson, E. - Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ESTUDO DE CASO Internet x Varejo Convencional
        • Coleta de Dados
        • e-Commerce
        • Lista de todos varejistas americanos de livro e Cds - Yahoo.
        • Ranking de acesso – Web21.
        • Varejo tradicional
        • Geograficamente dispersos
        • Seleção representativa
      Fonte:Brynjolfsson, E. - Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ESTUDO DE CASO Internet x Varejo Convencional
        • Resultados
        • Os preços praticados na internet são menores que os praticados no varejo tradicional:
        • Livros: 15,5%
        • CDs: 16,1%
        • Livros: 9%
        • CDs: 13%
      considerando impostos, transporte e manuseio Fonte:Brynjolfsson, E. - Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ESTUDO DE CASO Internet x Varejo Convencional
        • Resultados
        • Quanto a variação de preços, observou-se maior rigidez no varejo tradicional.
        • Varejistas online realizam pequenos ajustes de preço em resposta a mudanças na oferta e demanda.
        • Motivos:
        • Custos elevados para mudança de etiquetas no produto e prateleiras;
        • Custo com mão-de-obra;
        • Tempo e movimentação.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ESTUDO DE CASO Internet x Varejo Convencional
        • Resultados
        • Dispersão de preços na internet é maior que no varejo convencional.
        • Dispersão média:
        • Livros: 33%
        • CDs: 25%
        • Motivos:
        • Confiança na marca permite aumento de preço no e-commerce.
        • Receio de cobranças no cartão de crédito e mercadorias que nunca irá receber.
      Fonte:Brynjolfsson, E. - Frictionless Commerce? A Comparison of Internet and Conventional Retailers
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E-PROCUREMENT
        • E-procurement é o termo usado para descrever o uso de métodos eletrônicos em cada estágio do processo da compra, identificada, desde a solicitação até o pagamento, e contrair informações de potencial a gerência executiva.
        • Trata-se de uma troca B2B, permitindo a um comprador consultar o catálogo de produto de um vendedor e fazer diretamente a encomenda.
        • No e-procurement a empresa tem a possibilidade efetiva de integrar os itens de estoque e, assim, garantir que as ordens de compras serão emitidas no tempo adequado.
      Conceito:
    • E-PROCUREMENT
      • Alguns tipos de e-procurement:
      • Web-based ERP – agendamento de compras visando um ciclo ideal de produção
      • E-sourcing – também conhecido como leilão reverso
      • E-informing – simples troca de informações de compra entre vendedores e compradores
      ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
    • E-PROCUREMENT Fonte: www.utypia.com ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E-PROCUREMENT VANTAGENS
        • O e-procurement automatiza cotações e possibilita a gestão online entre fornecedores e clientes, substituindo processos operacionais muito custosos;
        • Maior agilidade na cotação;
        • Foco no resultado do negócio;
        • Rapidez no recebimento de produtos e mercadorias;
        • Redução dos custos de compra através da redução do uso do telefone e impressão de planilhas de cotações;
        • Eliminação da prática de atos indevidos por parte de alguns profissionais durante o processo de compra.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E-PROCUREMENT Case Usiminas:
        • Alguns Dados:
        • Treinamentos para os 8.200 fornecedores;
        • Reuniões com cerca de 500 parceiros em Ipatinga;
        • Redução de 95% no índice de erros das notas fiscais;
        • Redução de 20% nos custos operacionais;
        • Quando o fornecedor emite as notas fiscais, o sistema avisa imediatamente a Usiminas.
    • E-MARKETPLACE Conceito: O e-marketplace é um mercado virtual criado a partir de um portal na Internet que funciona como ponto de encontro entre fornecedores e empresas de um mesmo segmento, que podem competir entre si e agregar valor aos negócios. Nos e-marketplaces toda a cadeia produtiva fica reunida em um mesmo ambiente virtual facilitando e agilizando as transações entre parceiros. O e-marketplace pode ter vários níveis de interatividade: consulta de catálogos (promoção institucional de empresas e produtos / serviços); encomendas online; transações online; integração de processos de negócio; etc. ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
    • E-MARKETPLACE Alguns tipos de e-markteplace:
      • NineSigma - cria um resumo tecnológico que descreve o problema e o envia para sua rede de milhares de provedores de soluções no mundo inteiro.
      • InnoCentive - é similar à NineSigma, porém ao invés de conectar companhias a parceiros contratados para a solução de problemas amplos, trabalha com problemas científicos mais definidos e específicos.
      • YourEncore - ela conecta cientistas e engenheiros aposentados de desempenho superior. Ao usar a YourEncore, as empresas podem captar pessoas altamente experientes e novas maneiras de pensar de outras organizações e indústrias.
      ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
    • E-MARKETPLACE Alguns tipos de e-markteplace:
      • Yet2.com - um mercado online para troca de propriedade intelectual. Diferentemente da NineSigma e da InnoCentive, focadas em ajudar companhias a resolver problemas de tecnologias, a Yet2.com intermedia transferências de tecnologia tanto para dentro, como para fora de companhias, universidades e laboratórios governamentais. A Yet2.com trabalha com clientes que escrevem resumos descrevendo a tecnologia que estão buscando ou oferecendo para licenciamento ou compra, e distribuem os resumos em uma rede global de empresas, laboratórios e instituições.
      ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
    • E-MARKETPLACE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Fonte: www.fst.uma.com O e-marketplace pode ser entendido como um "hub" de comunicação entre empresas que querem fazer comércio eletrônico.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ENTENDENDO O MERCADO DIGITAL
        • Caracterização da concorrência nos mercados eletrônicos:
          • Níveis de preços
          • Elasticidade de preços
          • Custo de Menu
          • Dispersão de preços
      Fonte: Michael D. Smith, Joseph Bailey, Erik Brynjolfsson - UNDERSTANDING DIGITAL MARKETS: REVIEW AND ASSESSMENT
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO “ Sete práticas caracterizam empresas altamente produtivas e ajudam a transformá-las em "organizações digital.” PRODUTIVIDADE Erik Brynjolfsson - 2005 SEVEN PILLAR OF PRODUCTIVITY A adoção em massa dos computadores resulta na melhor produtividade dos funcionários e indivíduos, mas a forma de uso ainda é decisiva para os resultados. Fonte:Brynjolfsson, E. – Seven pillar of productivity
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PRODUTIVIDADE
        • A inovação em TI por si só não é suficiente – milhares de projetos de TI falham no cumprimento de suas promessas de produtividade.
        • “ O sucesso depende principalmente do investimento que a empresa na própria organização além dos investimentos em novas tecnologias.”
        • A importância de investir em capital organizacional
      • • Relacionamento;
      • Marca;
      • Capital intelectual;
      • • Fluxos de movimentação;
      • • Fluxos de informações.
      Fonte:Brynjolfsson, E. – Seven pillar of productivity
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PRODUTIVIDADE Os Pilares Fonte:Brynjolfsson, E. – Seven pillar of productivity
      • Movimento do analógico para o digital;
      • Acesso as informações;
      • Capacitação dos funcionários;
      • Mérito por iniciativa;
      • Investimento em cultura corporativa;
      • Recrutamento das pessoas certas;
      • Investimento em capital humano.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ECONOMIA DIGITAL
        • A ambição do livro é destacar os aspectos da Internet e as tecnologias digitais que aparentam ser inovações, tanto em termos de práticas econômicas como em conceitos analíticos.
      Livro: Internet e Economia Digital
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Biografia:
        • Eric Brousseau:
          • Professor de Economia da Universidade de Paris (2000)
          • Diretor da EconomiX um centro de investigação conjunta entre o Centro Nacional de Pesquisa Científica CNRS e a Universidade de Paris. (2005)
          • Membro do Instituto de Universidade da França (2002)
          • Diretor da Escola Européia de Nova Economia Institucional ESNIE (2002)
          • Diretor de Investigação da CNRS , Tecnologia da Informação e Sociedade TICS (2002)
        • Nicolas Curien:
          • Professor do Conservatório Nacional de Artes e Comércio na Escola Politécnica.
          • Membro da Academia Francesa de Tecnologia
          • Membro da Sociedade Internacional de Telecomunicações
          • Autor de vários livros nas Áreas de Telecomunicações e da Economia da Internet
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Razões que explicam o papel duplo da Internet :
        • Redes Digitais Planetárias:
        • Com uma gestão da informação, que acaba induzindo uma crescente “digitalização” das atividades, gerando uma grande troca de informações.
        • Rede Modular e Descentralizada:
        • Com uma interface padronizada a indústria tende a descentralização das informações, evitando preferências individuais das emissões e recebimentos de partes, aumentando assim a capacidade de inovação.
        • Influência na Economia:
        • A inovações organizacionais induzidas pelas redes digitais acabam influenciando e se espalhando pela economia.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Definições :
        • Interoperabilidade:
        • Possibilidade de um usuário realizar buscas a recursos informacionais heterogêneos, armazenados em diferentes servidores na rede, utilizando-se interface única sem tomar conhecimento de onde, nem como estes recursos são armazenados.
        • Interconexão:
        • Ligação de Redes de Telecomunicações funcionalmente compatíveis, de modo que os Usuários de serviços de uma das redes possam comunicar-se com usuários de serviços de outra redes ou acessar serviços nela disponíveis.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Concorrência e Complementaridade :
        • Quando a Internet foi “inventada” os organismos reguladores decidiram não passar por autoridades de normalização (ISO, ITU e IEC) devido a quatro razões principais:
        • Lentidão nas elaborações de normas
        • Compreensão dos padrões da Internet
        • Limitação ao continente Norte Americano até 1998
        • Ideologia Liberal
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Hierarquia das Redes (Competição e Cooperação) :
        • Nível 1 (Acordos Verticais):
        • São baseados em acordos verticais, com elementos de concorrência,na medida em que os operadores são complementares e rivais, uma vez que os usuários desejam ter acesso aos correspondentes ou conteúdo hospedado em outras redes, sendo assim procurando o maior numero de utilizadores, pois possuem custos fixos elevados.
        • Nível 2: (Externalidades)
        • São baseadas em relações de externalidades entre os operadores, devido a descentralização da administração da rede. Pois depois das redes criadas o respectivos operadores não controlam diretamente o uso que é feito delas, sendo assim utilizando a capacidade do operador.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital A Universalização da Rede :
        • Origem:
        • Originária na comunidade científica e na comunidade militar americana, tornado assim a Internet e progressivamente foram transferidas para as redes privadas.
        • Rede Aberta 1985 (Comunidade Científica):
        • Por decisão da National Science Foundation (NSF) decidiu a favor do desenvolvimento de uma rede aberta a toda comunidade científica.
        • Rede Aberta 1995 (Comunidade Privada):
        • Após a autorização da abertura da rede para redes privadas do governo americano, teve um grande investimento do setor privado na Internet, dando assim uma grande explosão nos serviços on-line .
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital A Nova Estrutura para Economia 1.2.5 :
        • Desenvolvimento das Atividades Econômicas em Redes:
        • A integração de certos mercados originou antes da criação da Internet .
        • Primeiros Setores 1970:
        • Finanças, transportes aéreos e mercados de energia.
        • “ É, possível beneficiar-se das experiências passadas quando se analisa o papel da tecnologia de comunicação da informação na evolução das modalidades de coordenação econômica (Brousseau e [Rallet 1999])”
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Especificidade da Internet na Coordenação da Economia:
        • Integração e Coordenação:
        • Possibilita a integração e coordenação de todos os níveis de negócio: desde o produto até a sua matéria prima.
        • Multimídia:
        • Com a ferramentas de multimídia, é possível integrar dados e assim ter uma gestão personalizada do fluxo de comunicação, agregando valor ao produto.
        • Precisão no Controle:
        • Com a possibilidade de controle das informações, possibilita criar novas modalidades entres os agentes econômicos (acesso livres e acesso pago), sendo assim dando origem a outro modelos de negócios.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Internet o Vetor da Transformação da Economia:
        • Plasticidade:
        • Possibilita uma facilidade de inclusão de novos participantes, possibilitando inserir uma grande variedades de conteúdo e assim uma maior flexibilidade em comparação as redes anteriores.
        • Transversalitidade:
        • Possibilita uma maior integração de usuários, sem restrições geográficas, políticas ou sociais de uma forma barata.
        • Seletividade:
        • A capacidade de selecionar as trocas de informações, em relação aos remetentes e os destinatários, sendo através de email(um para um), ou através de boletins (um para muitos), ou em fóruns (muitos para muitos). Sendo assim facilitando a busca por parceiros adequados.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Segundo Paradigma da Economia Digital:
        • Desmaterialização:
        • A informação não possui propriedade física, como nos CDs e outros, que hoje migraram para a Internet em formato de dados se a necessidade de possuir fisicamente. Com isso ocorre uma maior circulação de textos, sons e imagens e acaba reduzindo os custos fixos.
        • Intensidade da Informação:
        • Com o a intensidade de informações dos produtos, acabou ficando indispensável a informação na compras de produtos como carros e outros.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Ebay:
        • Intermediação Eletrônica:
        • O site eBay é uma forma de intermediação eletrônica que conecta os vendedores e os compradores para os mesmo concretizarem as negociações.
        • Em 2008, eBay teve lucro líquido de US$ 1,78 bilhões.
        • Estrutura:
        • B2B
        • B2C
        • C2C
      http://mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/amazon-livros-dot-com.html
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
        • Início 1999 Jack Ma
        • O fundador da empresa, Jack Ma, era professor na área de educação; junto com alguns colegas resolveu lançar um site que facilitasse a vida de pequenas e médias empresas na China, ao prover uma ferramenta onde pudessem anunciar seus produtos e serviços globalmente.
      Internet e Economia Digital Alibaba: http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2010/03/18/alibaba-com-chega-ao-brasil-para-impulsionar-comercio-exterior/
        • Alguns dados:
        • 47,7 milhões de usuários em mais de 240 países
        • 17000 funcionários
        • US$ 161,9 milhões trimestral 2009
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Amazon:
        • Início 1994 Jeff Bezos
        • Jeff era investidor da Wall Street, quando decidiu trilhar seu caminho na rede internacional de computadores, começando a vender livros, “Estantes Eletrônica” com isso mudou-se para Seattle, pois lá encontra-se uma das maiores distribuidoras de livros a Ingram.
        • Alguns dados:
        • Crescimento anual de 2.300% ao ano
        • Investimento Inicial de US$ 1 milhão
        • Primeiro Mês 45 países e todos os 50 estados americanos
        • Faturamento: US$ 24.5 bilhões (2009)
        • Lucro: US$ 902 milhões (2009)
        • Valor de mercado: US$ 59.7 bilhões (março/2010)
        • Valor da marca: US$ 7.858 bilhões (2009)
      http://mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/amazon-livros-dot-com.html
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Buscapé: http://blogs.estadao.com.br/renato-cruz/a-venda-do-buscape/
        • Grupo de mídia sul-africano Naspers (2009)
        • Suas receitas vêm de publicidade, venda de plataformas de comércio eletrônico e ferramentas de busca utilizadas em mais de cem portais e websites, como Americanas, Microsoft, Globo e Abril, e mais de 320 mil lojas físicas e virtuais.
        • Alguns dados:
        • Preço de Venda US$342 milhões (2009)
        • Criada há dez anos por estudantes da Universidade de São Paulo e da Fundação Getúlio Vargas
        • Inicialmente 35 lojas cadastradas e 55 mil visitas ao mês
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Biografia:
        • Erik Brynjolfsson:
          • Professor de Gestão da Universidade MIT Sloan School of Management
          • Diretor do Centro de Negócios Digitais do MIT
          • Presidente do MIT Sloan Management Review
          • Diretor de Investigação da CNRS , Tecnologia da Informação e Sociedade TICS (2002)
        • Yannis Bakos:
          • Professor de Gestão da Universidade de Nova Iorque.
          • Ph.D em Administração MIT Sloan School of Management
          • MBA em Finanças pela Universidade MIT MIT Sloan School of Management
          • Mestrado em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação pela Universidade MIT Departamento de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Agregação e Concorrência na Internet:
        • Visão Global:
        • A internet surgiu como um novo canal para a distribuição digital de informações, tais como software, notícias, cotações da bolsa, música, fotografias, clipes de vídeo e relatórios de pesquisa. Ex: America Online
        • Impactos em Custos:
        • Redução radical de custos em relação a distribuição e reprodução de bens de informações.
        • Economia de Agregação:
        • Pode ser utilizada para inibir entrada de concorrentes, mesmo o produto do mesmo tendo uma qualidade superior, porem ele pode acabar afetando a entrada de novas tecnologias.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Internet e Economia Digital Agregação e Concorrência na Internet:
        • Executivos Buy.com:
        • As estratégias de preços, são desenvolvidas para possuir uma reputação de baixos preços .
        • Monopólio:
        • Dependendo de como é feito o uso da agregação da economia pode ocasionar o monopólio.
    • ENGENHARIA DE PRODUÇÃO FIM!