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4 ideias para usar o “big data” a favor dos seus negócios - Matéria Exame - página 1
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4 ideias para usar o “big data” a favor dos seus negócios - Matéria Exame - página 1

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  • 1. 6/11/13 4 ideias para usar o “big data” a favor dos seus negócios - EXAME.comexame.abril.com.br/gestao/noticias/4-ideias-para-usar-o-big-data-a-favor-dos-seus-negocios 1/2 4 ideias para usar o “big data” a favor dos seusnegóciosAnálise de dados não faz milagre, mas pode dar um bom reforço à estratégia da empresa; veja assugestões de Mario Faria, primeiro Chief Data Officer do Brasil2DivulgaçãoSão Paulo – O nome assusta muita gente e boa parte dos executivos ainda não sabe exatamente oque fazer com o tal “big data”, que desponta no cenário tecnológico como a solução de todos osproblemas de estratégia e relacionamento de uma companhia – ou pelo menos boa parte deles.Engana­se quem pensa que esse distanciamento das inovações tecnológicas é exclusividadebrasileira.Bárbara Ladeia , de ShareShare 6  
  • 2. 6/11/13 4 ideias para usar o “big data” a favor dos seus negócios - EXAME.comexame.abril.com.br/gestao/noticias/4-ideias-para-usar-o-big-data-a-favor-dos-seus-negocios 2/2Leia Mais11/06/2013 | Página do Google exibe itensmais buscados em tempo real11/06/2013 | Rede de hotéis Super 8 miraexpansão com parcerias locais10/06/2013 | Travelers comprará seguradoracanadense por US$1,1 bi09/06/2013 | Os grandes números daespionagem americanaMario Faria foi o primeiro Chief Data Officer do Brasil e hoje,atuando na Fundação Bill & Melinda Gates, garante que nemmesmo nos Estados Unidos o conceito de “grandes dados” foitotalmente incorporado. “O mercado está em uma confusãotremenda sobre os significados e limitações do Big Data”, diz oexecutivo que, de saída, já não concorda com o nome criadopara esse conjunto de dados pouco ou nada estruturados. “Aquestão principal não é o volume de dados, mas a variedadedeles e a velocidade com a qual eles precisam ser analisados”,diz. 1  Big Data não faz milagreParece clichê, mas não é. Um amontoado de informações nãosignifica rigorosamente nada se não houver uma equipe qualificada de olho na estratégia dosnegócios. “Tem de ter tecnologia e modelos matemáticos ­ que são de domínio público. Ou seja, adiferença maior está na análise desses dados”, diz. “Não há nada que substitua os profissionaisespecializados em tomar decisões com base em conceitos analíticos e não intuitivos.” Faria prevê que nos próximos anos os Estados Unidos deverão precisar de cerca de 170 mil pessoaspreparadas para trabalhar com este tipo de análise. “Não há profissionais disponíveis aqui para tudoisso”, afirma ele, que mora em Seattle. Com um centro de processamento de dados em construção,até o governo norte­americano já está preocupado com o suprimento dessa demanda. “Até aflexibilização das leis de imigração estão sendo conversadas”, diz Faria, que acompanha de perto odebate. 2  Análise de dados atende as estratégias do negócio (e não à tecnologia)Faria explica que, se o projeto de gestão de grandes dados nascer e ficar dentro do departamento deTecnologia da Informação,  possivelmente ele será sub aproveitado. Para ele, o caminho deve ser oinverso. “A empresa tem de partir do problema que ela pretende resolver e aí sim buscar a análise dosdados”, afirma. “Monitorar e gerir dados é uma iniciativa que deve vir da área de negócios e não detecnologia.” A questão não é só de funções, mas de estratégia. As equipes de TI, via de regra, não estão emcontato direto com a frente de atendimento das empresas e, com isso, acabam distantes dos insightsque poderiam ser solucionados a partir de uma gestão eficiente de informações.  “Para cuidar dessesdados, não basta conhecer tecnologia. É preciso entender muito de processos, das áreas específicasdos negócios da empresa, de modelagem estatística e até de comunicação.”

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