Your SlideShare is downloading. ×

Proposta curricular de biologia cprp

5,259

Published on

0 Comments
2 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
5,259
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
0
Likes
2
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Governo do Estado da Bahia - Secretaria de Educação Colégio Estadual Pedro Ribeiro Pessoa – Ano Letivo 2007 Área de Conhecimento: Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Componente Curricular – Biologia Professores: Cláudia Souza , Geraldo Sá Barreto , Marise Xisto e Vânia Marta Pereira. Curso: Formação Geral 1º, 2º e 3º Segmento: Ensino Médio – Nº. de aulas semanais: 02 Eixo Transversal : Saúde Pessoal e coletiva; o uso de drogas na escola. Proposta Curricular de Biologia 2007 I - Justificativa Este projeto Pedagógico para os alunos do Ensino Médio, visa demonstrar que o ensino – aprendizagem pode ser construído a partir da pesquisa do “aluno”. E que não cabe ao “professor” produzir receitas prontas, mas estimular o educando dentro do seu estágio social, cientifico e intelectual de desenvolvimento, fazendo dele um parceiro de trabalho, interativo, participativo, produtivo e reconstrutivo para que possa pensar lógica e criticamente, sendo um cidadão autônomo em suas decisões. Através da interação social, que começa no berçário, o ser humano passa por um processo de socialização, maturação social ou aprendizagem social. Todavia é na escola que a aprendizagem é aprimorada e assume o seu papel. Como instituição ímpar no mundo moderno, a escola é responsável não só pela transmissão do conhecimento como também é responsável pelo ensino de instrumentos indispensáveis à sobrevivência no mundo letrado das modernas sociedades. A função social da escola tem sido até hoje de “selecionar” os melhores em relação à sua capacidade. Por isso se valoriza, (não corretamente) determinadas aprendizagens acima de outras para se alcançar objetivos propedêuticos. Mas como se sabe, o papel social da escola vai além do que se vê hoje, neste caos que se encontra. Sua função está justamente em “proporcionar um conjunto de práticas preestabelecidas e tem o propósito de contribuir para que os alunos se apropriem de conteúdos sociais e culturais de maneira crítica e construtiva” (PCN 1998, 5ª a 8ª série p. 43). Em se falando de conteúdos, a escola deve selecioná-los tendo em vista qual cidadão ela quer formar. O mais coerente e que se forme um cidadão integral, crítico, autônomo, reflexivo e participativo. Para isso, deve-se considerar que os conteúdos de aprendizagens são instrumentos de explicitação das intenções educativas. Através de pesquisas de Coll, Zabala e outros estudiosos da área, foi constatado que a escola, querendo formar cidadãos capazes de atuar com competência e dignidade na sociedade, buscará eleger como objeto de ensino, conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais que estejam em consonância com as questões sociais que marcam cada momento da história e o aluno como cidadão possa exercer sua cidadania. É preciso ressaltar que a escola precisa valorizar a cultura do seu grupo e ultrapassá-la, pois vivemos também num mundo globalizado. Deve-se favorecer a utilização de múltiplas linguagens e como afirma o PCN: “... das expressões dos conhecimentos históricos, sociais, científicos e tecnológicos, sem perder vista a autonomia intelectual, moral do aluno...”. Por conseguinte a educação escolar deve constituir-se de uma ajuda intencional, sistemática planejada e continuada para crianças, adolescentes, jovens e adultos, pois a educação tem o poder de transformar a sociedade. E só se transforma quando se dá igualdade de oportunidades entre as pessoas, quando se dá o direito de se exercer a sua cidadania. Pensando no exercício da Cidadania é que elegemos novos conteúdos por série (saindo da formação tradicional) de acordo com o novo referêncial do PCN+ (Ensino Médio) que estrutura as principais áreas de interesse da Biologia em seis temas estruturadores a seguir: 1. Interação entre os seres vivos. 2. Qualidade de vida das populações.
  • 2. 3. Identidade dos seres vivos. 4. Diversidade da vida. 5. Transmissão da vida, ética e manipulação gênica. 6. Origem e evolução da vida. Tomando como referencial a proposta curricular apresentada nos PCNs + e a necessidade de uma seqüência lógica na mediação dos conteúdos de Biologia no Ensino Médio, o programa de série foi alterado em 2007 na forma seguinte: Unidade Série I UNIDADE II UNIDADE III UNIDADE IV UNIDADE 1ª Ecologia Interação entre os seres vivos Ecologia e saúde. Qualidade de vida das populações Desequilíbrios ambientais e doenças que afetam as populações. Identidade dos seres vivos: organização celular da vida e funções básicas vitais. Identidade dos seres vivos: O DNA 2ª Identidade dos seres vivos: Histologia , Embriologia e Reprodução celular Diversidade da vida: os processos vitais. Diversidade da vida:organizando a diversidade Taxionomia Os cinco reinos Diversidade dos seres vivos: organizando a diversidade dos seres vivos Reino Animal e Vegetal 3ª Transmissão de vida: os fundamentos da hereditariedade Transmissão da vida: fundamentos da hereditariedade Origem e evolução da vida: hipóteses sobre origem da vida; idéias evolucionistas e evolução biológica. Origem e evolução da vida: genética das populações. Como foi mostrado, o objeto de estudo da Biologia é o fenômeno “VIDA” em toda sua diversidade de manifestações .Segundo o PCNEN, “ O aprendizado da Biologia deve permitir a compreensão da natureza viva e dos limites dos diferentes sistemas explicativos, a contraposição entre os mesmos e a compreensão de que a ciência não tem respostas definitivas para tudo, sendo uma de suas características a possibilidade de ser questionada e de se transformar. Deve permitir, ainda, a compreensão de que os modelos na ciência servem para explicar tanto aquilo que podemos observar diretamente como também aquilo que só podemos inferir. Elementos da História, da Filosofia, da Biologia tornam possíveis aos alunos a compreensão de que há uma ampla rede de relações entre a produção científica e o contexto social, econômico e político, ou seja, a apropriação dos conceitos e métodos das ciências, dentre elas a Biologia, permite compreender a relação entre ciência, tecnologia e sociedade o que significa ampliar as possibilidades de compreensão e participação efetiva nesse mundo. O conhecimento de Biologia deve subsidiar o julgamento de questões polêmicas, que dizem respeito ao desenvolvimento, ao aproveitamento de recursos naturais e à utilização de tecnologias que implicam intensa intervenção humana no ambiente, cuja avaliação deve levar em conta à dinâmica dos ecossistemas, dos organismos, enfim, o modo como a natureza se comporta e a vida se processa. Conhecer a estrutura molecular da vida, os mecanismos de perpetuação, diferenciação das espécies e diversificação intraespecífica, a importância da biodiversidade para a vida no planeta são alguns dos elementos essenciais para um posicionamento criterioso relativo ao conjunto das construções e intervenções humanas no mundo contemporâneo. Questões relativas à valorização da vida em sua diversidade, à ética nas relações entre seres humanos, entre eles e seu meio e o planeta, ao desenvolvimento tecnológico e sua relação com a qualidade de vida, marcam fortemente nosso tempo, pondo em discussão os valores envolvidos na produção e aplicação do conhecimento científico e tecnológico. Dentre esses objetivos, há aspectos da Biologia que têm a ver com a construção de uma visão de mundo, outros práticos e instrumentais para a ação e, ainda aqueles, que permitem a formação de conceito, a avaliação, a tomada de posição cidadã, portanto, mais do que fornecer informações, o ensino da Biologia deve permitir ao aluno compreender o mundo e nele agir com autonomia...”
  • 3. Vale ressaltar que não é difícil ensinar e aprender Biologia. Depende do olhar de cada um. O nosso compromisso é convidar nossos alunos a participarem dessa grande orquestra que é a VIDA. Em anexo encontra-se o planejamento detalhado por série de unidade priorizando competências que queremos alcançar e o Projeto Drogas para contemplar o eixo transversal escolhido para a área na semana pedagógica. II - Objetivos Gerais: Desenvolver a curiosidade e o gosto de aprender, praticando efetivamente o questionamento, a investigação e a valorização da aplicação do vocabulário científico, favorecendo assim o desenvolvimento de posturas e valores que venham a contribuir para a melhoria da qualidade de vida e para a busca de autonomia e da responsabilidade do educando; Entender a prática cotidiana como objeto de pesquisa, proporcionando oportunidades de troca de idéias entre os educando e educadores; Criticar, analisar e interpretar fontes documentais da natureza diversa, reconhecendo o papel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais e dos diferentes contextos envolvidos em sua produção. Propor atividades à medida que o objeto de estudo vai colocando necessidades e questionamentos novos que precisam ser desenvolvido ou aprofundado, envolvendo alunos e professores. Incentivar a formação de pesquisadores e pesquisa; Educar permanentemente; Superar a dicotomia ensino – pesquisa. III -Programa de Disciplina 1ª Série Ensino Médio Ementa ●Discute e estuda a Ecologia Natural, Social e Conservacionista nos seus amplos aspectos didáticos. Analisa a importância das relações do homem com a natureza e seus recursos. ●Reflete sobre a tomada de decisões individuais e coletivas e o que isto acarretará na qualidade de vida do planeta. ●Estuda as relações de interdependência entre os seres vivos e o meio. ●Estuda a célula, vendo-a como a menor parte viva do ser vivo, sua estrutura e organelas com respectivas funções e processos de divisão celular relacionando-o à temas atuais. ●Analisa os processos de obtenção de energia pelos sistemas vivos. ●Discute a importância da genética na atualidade, seus conceitos básicos, a importância e estrutura química do DNA bem como, as tecnologias para manipulação. Objetivos Específicos: ●Perceber a profunda interdependência entre os seres vivos e o meio ambiente e como o homem pode interferir de modo a contribuir com sua preservação ou destruição, o que possibilitará o desenvolvimento de uma consciência ecológico; ●Conhecer os conceitos de poluição e seus agentes e refletir sobre os mecanismos causadores da mesma; ●Identificar os agentes e fontes poluidoras e elaborar estratégias de controle das diversas formas de poluição; ●Analisar estratégias de conservação dos recursos naturais considerando a sua própria participação em novas decisões, mais holísticas e sustentáveis; Discutir sobre as ações antrópicas e os impactos ambientais; ●Conhecer o próprio corpo e dele cuidar, valorizando e adotando hábitos saudáveis como um dos aspectos básicos da qualidade de vida e agindo com responsabilidade em relação a sua saúde individual e saúde coletiva na comunidade.
  • 4. ●Demonstrar a relevância da saúde pública e privada, individual e coletiva para o bem estar físico e mental da sociedade. ●Discutir conceitos de saúde e doença. ●Reconhecer a célula como menor parte de um ser vivo, distinguindo sua estrutura, organelas e funções. ●Identificar a natureza do material hereditário em todos seres vivos, analisando sua estrutura química para avaliar a universalidade dessa molécula no mundo vivos. ●Analisar esquemas que relacionam os diferentes tipos de ácidos nucléicos, as organelas celulares e o mecanismo de síntese de proteínas. ●Discutir as principais zoonozes, protozoonoses, bacterionoses , viroses e micoses que acometem a espécie humana: hereditárias, congênitas ou adquiridas. Conteúdos Programáticos por Unidade. I Unidade 1. Ecologia: Noções básicas: Ecossistemas, meio ambiente Comunidades biológicas, (fatores bióticos), Fatores abióticos, População, Espécie, Nicho Ecológico, Hábitat, Biodiversidade. 2. Relações de Interdependência com o meio físico. 3. Biomas mundiais: Floresta: Tropical, Decídua; de Coníferas; Tundra; Pradaria; Savana; Deserto. 4. Biomas brasileiros: Floresta Amazônica, Mata Atlântica, Caatinga, Carnaubal, Coqueiral, Campo, Pampa, Pinheiro, Pantanal, Manguezal. 5. Regiões do Planeta 6. Cadeia e teia alimentar: Fotossíntese e Seres Produtores; Seres consumidores (herbívoros e carnívoros) Seres decompositores. 7. Relações Harmônicas: Colônia, Sociedade, mutualismo (obrigatório e não obrigatório) Comensalismo, Inquilinismo. 8. Relações Desarmônicas: Predatismo, Canibalismo, Parasitismo, Competição, Amensalismo II Unidade 1. Relações de Interdependência entre os componentes de ecossistemas naturais: níveis troficos, fluxo de energia, ciclos biogeoquimicos (água, oxigênio, nitrogênio, carbono e fósforo). 2. Sucessões ecológicas. 3. Densidade populacional. 4. Poluição: água, ar, solo, nuclear, visual, auditiva e térmica. 5. Outros desequilíbrios ambientais: destino do lixo, eutrofização, maré vermelha, maré negra, POPs (poluentes orgânicos persistentes), inversão térmica, buraco na camada de ozônio e efeito estufa. 6. Saúde X doença. 7. Principais doenças infecto- contagiosas, parasitária, degenerativas, ocupacionais, carências, DSTs e provocadas por toxinas ambientais. Que afetam às populações. 8. Saúde e saneamento básico. 9. Impactos ambientais;EIA/RIMA. III Unidade 1.Identidade dos seres vivos 2.Células : componentes químicos, estrutura ( organização), funcionamento, tipos, processos vitais, ( transporte, reprodução). 3. Fotossíntese , respiração celular, quimiossíntese e fermentação. IV unidade 1. DNA : receita da vida e seus códigos genéticos ( síntese de proteínas) 2. Tecnologia de manipulação do DNA ( engenharia genética, biotecnologia, clonagem etc) 2ª Série Ensino Médio Ementa ●Estuda os tecidos, bem como suas características, classificação e funções. ●Estuda a relação das características distintas surgidas a partir do desenvolvimento embrionário. ● Estuda os mecanismos de reprodução celular que promovem a formação de um novo ser vivo, bem como a manutenção de seus tecidos. ●Estuda a diversidade da vida desde a sua origem até sua evolução, incluindo os processos vitais dos seres vivos.
  • 5. ● Analisa a classificação ( taxionomia) dos seres vivos, distribuindo-os em reinos, suas respectivas características e exemplos, bem como o papel de cada ser na natureza. ●Discute a importância da genética na atualidade, seus conceitos básicos, a importância e estrutura química do DNA bem como, as tecnologias para sua manipulação. Objetivos Específicos ● Identificar e listar as características dos seres vivos; ● Identificar e caracterizar os tipos de tecidos que constitui os seres vivos; ● Identificar a seqüência de eventos que ocorrem no desenvolvimento embrionário até a formação de um novo ser; ● Diferenciar o processo de meiose e mitose discutindo a importância desses processos na manutenção da vida; ●Reconhecer a importância da classificação biológica para a organização e compreensão da enorme diversidade de seres vivos; ●Conhecer e utilizar os principais critérios de classificação, regras de nomenclatura e categorias taxonômicas reconhecidas atualmente. ●Reconhecer as principais características dos representantes de cada um dos cinco reinos, identificando especificidades relacionadas às condições ambientais. ●Discutir o processo evolutivo dos seres vivos nos Reinos Animal e Vegetal. ●Levar o aluno a descobrir o funcionamento do seu corpo comparando-o com os demais grupos de animais, de forma que possam reconhecer o processo evolutivo pelo quais os sistemas que os formam passaram até a formação dos seres humanos, grupos considerados mais evolutivo dentre os animais, bem como valorizar os conteúdos necessários a manutenção da saúde e da qualidade de vida; Conteúdos programáticos por Unidade I Unidade 1. Identidade dos seres vivos Histologia animal e mitose (câncer) Embriologia e meiose II Unidade 1. Fundamentos da anatomia e fisiologia humana. Sistemas: esquelético, digestório, circulatório, respiratório, urinário, endócrino, nervoso e reprodutor III Unidade 1. Taxonomia – Sistema de classificação dos Seres Vivos. Histórico Táxons Regras de classificação para espécie. Cinco Reinos – visão geral - Classificação filogenética ou cladística 2. Reino Monera, Protista e Fungi; Os Vírus. Características Classificação/Estruturas dos seres/Exemplos. Benefícios. ● Prejuízos/Doenças IV Unidade 1. Reino Animal/Filos: Poríferos, Celenterados, Platelmintos, Asquelmintos, Anelídeos, Artrópodes, Moluscos, Equinodermos e Cordados. (Anatomia, fisiologia e evolução das espécies). Reino Vegetal/Divisões: Talófitos, Briófitas, Pteridófitas, Gimnospermas e Angiospermas. (Estruturas evolutivas, adaptação, funções dos órgãos e utilidades). A fotossíntese. 3ª Série Ensino Médio Ementa ●Estuda os mecanismos de transmissão das características hereditárias bem como as doenças ligadas aos fatores genéticos
  • 6. ● Discute os processos históricos que embasaram as teorias de origem e evolução da vida, analisando- os e comparando-os com pensamentos atuais. ● Analisa os fatores responsáveis pelos processos de especiação bem como a freqüência gênica em populações. ● Estuda a diversidade da vida desde a sua origem até a sua evolução Objetivos Específicos ●Analisar a lª e 2ª leis de Mendel. ●Identificar e apropiar-se de códigos usados convencionalmente no estudo da genética ( heredograma, indivíduo homozigoto dominante e recessivo, heterozigoto, etc) ●Identificar e discutir as principais doenças e/ou distúrbios autossomicos ( herança mendeliana) ●Analisar a importância do aconselhamento genético. ●Reconhecer a importância da polialelia na manifestação de características fenotípicas dos seres vivos. ●Discutir os principais casos de interação e ligação gênica: pleiotropia, epistasia, herança quantitativa e herança ligada ao sexo. ●Identificar diferentes explicações para origem dos seres vivos, confrontando concepções mitológicas, científicas e religiosas. ● Analisar experiências e argumentos utilizados por cientistas como F. Redi ( 1626-1697) e L. Pasteur (1822-1895) para derrubar a teoria da geração espontânea. ● Comparar as idéias evolucionistas de C. Darwin (1809-1882) e J.B.Lamarck (1744- 1829) apresentadas em textos científicos e históricos, identificando as semelhanças e as diferenças. ● Elaborar explicações sobre a evolução das espécies, considerando os mecanismos de mutação, recombinação gênica e seleção natural. ● Identificar alguns fatores – migrações, mutações, seleção natural, deriva genética – que interferem na constituição genética das populações. ● Comparar a freqüência de genes de determinada população, ao longo do tempo, relacionando as alterações encontradas com o processo evolutivo. ● Traçar as grandes linhas da evolução dos seres vivos a partir da análise de árvores filogenéticas. Conteúdos Programáticos por Unidade I Unidade l. Fundamentos da genética - Conceitos - Monoibridismo e modificações fenotípicas ( ausência de dominância e genes letais - Heredograma - Polialelia - Grupos sanguíneos II Unidade 1. Diibridismo 2. Probabilidades e lei de Mendel 3. Genética pós-Mendel 4. Interação gênica ( pleiotropia, epistasia e herança quantitativa) 5. Ligação gênica ( ligação gênica e permutação, herança ligada ao sexo, herança holândrica, herança influenciada pelo sexo e herança limitada ao sexo) III Unidade 1. Origem e evolução da vida Conceitos e evidencias: os fósseis, anatomia e composição molecular. 2. Hipóteses : Lamarckismo, Darwinismo e Neo-darwinismo. 3. Fatores que contribuem para evolução: mutação, recombinação gênica e seleção natural. IV Unidade 1. Genética de populações: migrações, mutação, seleção natural e deriva genética) 2. Freqüência de genes 3. Especiação
  • 7. IV- Procedimentos Metodológicos Visando a aprendizagem do aluno e contando com maior apreensão dos conteúdos a serem discutidos, de forma que eles venham a construir e reconstruir noções dos mesmos poderão ser inseridos como procedimentos metodológicos as técnicas descritas abaixo,de acordo com a necessidade das turmas trabalhadas. Painel integrado: Equipes irão trabalhar assuntos diversificados e em uma segunda fase vão montar novas equipes com um componente de cada equipe anterior; tem como objetivo discutir em grupo vários temas sob o ponto de vista dos alunos. É encerrado com discussão em grupo e pequena dramatização ou apresentação dos temas. Aulas expositivas e participativas, demonstrações didáticas e aulas práticas: Apesar de parecer tradicional, podem ser usado sob outra ótica, pois os métodos têm pontos positivos pois traz a discussão, levantamento de hipóteses e a participação interativa / participativa do aluno. Leva em conta a experiência do aluno. Seminários:Pode ser adaptada á realidade dos nossos alunos, criando oportunidade para que os alunos desenvolvam a investigação, a crítica e a independência intelectual. Este método estimula a produção de conhecimento e a interação professor / aluno. Pesquisa: É de vital importância, pois aciona várias fontes de consulta permitindo uma análise crítica sobre as mesmas. É importante valorizar consultas a fontes originais. Esta seleção de informações deve desencadear no aluno o pensamento reflexivo para que ampliem e transformem a informação recebida. Experiências: Devem ser práticas e levantar problemas, relacionando-os a uma situação real, aplicando princípios teóricos para sua resolução; concilia teoria / prática (Demonstração didática e/ou aulas práticas). Mesa redonda: Promove a discussão e busca no diálogo a solução dos problemas levantados. Desencadeia nas várias áreas de ensino a interdisciplinaridade, nos vários níveis de educação, criando oportunidade dos alunos analisarem problemas reais. Aulas práticas: Abre novas perspectivas para que o aluno possa expor verdadeiras questões, permitindo-lhe progredir. Excursões/ Estudo do meio: Incentiva a participação ativa do aluno visto que lhe abre novos horizontes. Textos informativos: Cria oportunidade de interdisciplinaridade, visto que envolve compreensão, comentários e interpretação das informações recebidas. Estudo dirigido: estimula o educando a seguir orientações didáticas, permitindo que o mesmo seja mais independente. Jogos: Permite que o educando aprenda com o lúdico. Exercícios em grupo: Integra o indivíduo fazendo-o discutir dando-lhe condições de autonomia individual e no grupo, após a socialização do que foi pesquisado. Resumo / esquemas: Cria o hábito de estudar fazendo anotações que poderão ser utilizadas para tirar dúvidas posteriores. Visita a laboratórios: estimula a capacidade de assimilação, a curiosidade científica, etc. Elaboração de um dicionário científico: Leva o aluno a investigar o desconhecido fazendo-o melhor entender os termos que serão usados corriqueiramente durante seu processo ensino-aprendizagem. Elaboração de álbum seriado: Faz o aluno aprender com prazer, construir através da pesquisa de imagens e textos, material didático para estudos posteriores. Debates: Levam o aluno a expor seu ponto de vista sobre determinado assunto. Dramatizações: Trazem o lúdico para sala de aula estimulando o conhecimento. Redações: Estimulam o hábito de escrever, além de desenvolver o raciocínio. Desenhos: É de grande valia, pois desenvolve a coordenação, o gosto pela arte, além de aprender com prazer. Leituras diversas: Estimula o raciocínio e amplia o vocabulário. Avaliações
  • 8. Tendo em vista que avaliação é um processo contínuo que consiste em observar, perceber o aluno, o caminho que ele percorre, a avaliação usada será mediadora, que tem como pressuposto qualidade total e desenvolvimento do aluno com objetivos claros e sem limites pré-estabelecidos. Visa conhecer melhor o aluno desafiando-o e se fica na autonomia, consciência crítica e competência do mesmo (qualidade). Com isso tem-se que verificar os conhecimentos dos alunos com vários instrumentos: mini-testes, trabalhos de pesquisa, experiências, debates, painéis integrados, testes e provas ,etc. Daí se retoma, de onde o objetivo não foi atingido fazendo com que o aluno obtenha acesso ao saber, superando o estágio do senso comum (desorganização e o conteúdo) para consciência crítica (sistematização dos conteúdos) e utilização dos mesmos para resolver problemas do cotidiano. Quantitativamente as competências analisadas terão que perfazer um escore de 50% para aprovação em unidade e 50% em recuperação paralela (reorientação) e recuperação final. V- Recursos Data-show, telão, sala ambiente, caixa amplificada. Aparelho de DVD; Vídeo; Televisão; Fitas de vídeo, Mídias de DVDs; Quadro branco; Pilot, apagador; Livro texto do aluno e outros; Módulos, textos. Informes de revistas; Retroprojetor; Transparências; Material de laboratório e outros; Atlas (fotos); Lápis de cor; lápis cera, hidrocor. Terrário; Aquário; Espaço da sala de aula, Sala de ciências. Maquetes diversas; Computador; Multifuncional; Máquina de xérox; Material de papelaria. VI- Referencias Bibliográficas ART, Heny.1998, W. Dicionário de Ecologia e Ciências Ambientais. Tradutor. Mary Amazonas Leite de Barros. 1 ed. São Paulo: Melhoramento.582p. BAIR,COLLIN.2002. Química Ambiental.2ed.Porto Alegre:Bookman.622p. BOFF, Leonardo.1999. Saber Cuidar-Etica do Humano- Compaixão pela Terra. Petrópolis,RJ:Vozes. P33- 42 BRANCO,Samuel Nurgel.1995. Poluição do Ar, SP, Brasil: Moderna, 1995,87p.il(Coleção polêmica) CAPRA,Fritijf.1996. A teia da vida. Uma nova Compreensão Científica dos Sistemas Vivos. SP: Cufrix.p.23- 29 DORST,j1973.Antes que A natureza Morra.São Paula:EDUSP, Edgard Blucher. OTTWAY, J.M.A.1982.Bioquímica da Poluição. Tradução: Luiz Pitombo e Sergio Manaro.São PauloEPU,EDUSP. SEWELL,G.H.1978.Administração e Controle de Qualidade Ambiental.Trad.Eadap.Gildo Magalhães dos Santos Filho. São Paulo, Edusp CETSB PINTO, Vicente Paulo e Zacarias, Rachel.2002.Educação Ambiental em Perspectiva.Juiz de Fora: FEME.p9- 98. VIOLA, E e; et alli.1998.Meio Ambiente desenvolvimento e Cidadania: Desejos para Ciências Sociais e Comercialização.São Paulo: Córtex.220.p.
  • 9. NUNES,Edeci et al.Poluentes Atmosféricos. Ponto de Apoio.1999.SP.Scipione. NOVAIS,V.L.D>Ozônio: aliado e inimigo. Ponto de Apoio.1998.SP.Scipione MOUVIER,Gerard.A poluição Atmosférica.Série Domínio.1997.SP.Atica. Lago.A e PADVA.J.A. O que é Ecologia. Coleção Primeiros Passos n°116.2001.SP.Brasiliense. MEDINA.N.M e Santos.E.C. Educação Ambiental. Uma Metodologia Participativa de Formação.1999.RJ.VOZES. MULLER, Plantemberg.C e AB’SABERA.N.Previsão de Impactos. 1998.SP>EDUSP. REVISTA SUPERINTERESSANTE. Editora Abril – Assinatura, 1997. Parâmetros Curriculares Nacionais. Ciências. Versão preliminar. Secretaria de ensino Fundamental – MEC, 1995. BIZZO. Nélio. Ciências: Fácil ou difícil?. Palavra do professor. São Paulo: Ática, 1998. CAMPOS, Maria Cristina da Cunha e NIGRO Rogério Gonçalves. Didática de Ciências. O ensino- aprendizagem como investigação. São Paulo – FTD, 1999. VEIGA, Ilma Passos Alencastro (Org) Técnicas de Ensino. Por que não? Campinas – São Paulo: Papírus, 1992. MENEGOLLA, M. Por que planejar? Como Planejar? Petrópolis. Rio de Janeiro: Vozes, 1996 NERICI, g. Imideo. Metodologia do Ensino: uma introdução - São Paulo: Atlas, 1981. SANTANNA. I. M. Por que avaliar? Como avaliar? Critérios e instrumentos? Petrópolis – Rio de Janeiro, Vozes, 1995. DEMÉTRIO DELIZOICO V., José André Angiotti. Metodologia do Ensino de Ciências. São Paulo: Cortez, 1990. CHASSOT. Attico. A ciência através dos tempos. Coleção Polêmica. Editora Moderna – São Paulo, 1997. LOPES. Sônia Bio 3. São Paulo – SP, Saraiva, 16ª ed. 1995 AMABIS e MARTHO. Conceitos de Biologia. Vol. 1, São Paulo SP, Ed. Moderna, 2001 De ROBERTIS & De ROBERTIS, JR. Bases da Biologia Celular e Molecular. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2ª ed. 1993. PAULINO. Biologia. Série Novo Ensino Médio. Ed. Ática, São Paulo, SP, 2002. CÉSAR e CEZAR. Biologia. Vol. 1, 2 e 3 Ed. Saraiva, São Paulo, SP, 1995. PCN Ensino Médio. Vol. 01 e 03 Salvador 2000. Meio Ambiente na Escola – PCN em ação. Ministério da Educação – SEC – Livros, CDROON e Fitas. CONPET. Fitas de vídeo e material de transparências. GRÜN, Mauro. Ética e educação ambiental – a conexão necessária. s.ed. Campinas: Papirus. 1996. p 120. (Magistério: formação e trabalho pedagógico) Parâmetros em ação: meio ambiente na escola. http://www.mec.gov.br, acesso em 30 ago 2001 PEDRINI, Alexandre G. (Org.).Educação Ambiental: reflexões e práticas contemporâneas. 4ª ed. Petrópolis: Vozes.2001. p . 203. SATO, Michèle. Educação Ambiental. São Carlos: RIMA, 2003. p. 66. BUFFA. Ester; ARROYO, Miguel, NOSELLA, Paolo: Educação e cidadania: quem educa o cidadão? 8ª ed. São Paulo: Cortez, 2000. p. 95 (Questões de nossa época. v.19) DIAS, Genebaldo F. Educação Ambiental: princípios e práticas. São Paulo: Gaia, 1992. p 400. ___________. Elementos para a Percepção das Questões Ambientais. Projeto de Educação Ambiental da Universidade Católica de Brasília – Proex. Taguatinga , DF: Petry. FERRI, Mário G. Ecologia Geral. Belo Horizonte: Itatiaia, 1980. p. 71. MARTINS, Jorge S. O trabalho com projetos de pesquisas do ensino fundamental ao ensino médio. 3ª .ed. Campinas: Papirus, 2001.p. 149. PENTEADO, Heloísa D. Meio Ambiente e formação de professores. 3ª .ed. São Paulo: Cortez,2000.119p (Questões de nossa época v.38) PORTO GONÇALVES, Carlos W. Os (des) caminhos do meio ambiente. 10ª . ed. São Paulo: Contexto, 2002.148p. REIGOTA, Marcos (Org.). Verde Cotidiano: o meio ambiente em discussão. 2ª .ed. Rio de Janeiro: DP&A, 2001. p.149. (O sentido da escola) ___________. O que é educação ambiental. São Paulo: Brasiliense, 1994. p. 62. (Primeiros passos) SARIEGO, José C. Educação Ambiental – As ameaças ao Planeta Azul. s.ed. São Paulo:Scipione,1994. p. 208. SEVERINO, Antônio. Metodologia do trabalho científico. 22ª.ed.São Paulo: Cortez, 2002. p. 297. TOSI, Maria R. Planejamento, programas e projetos. Campinas: Alínea, 2001. p. l58 CAVALCANTI Ricardo C. Saúde Sexual e Reprodutiva. Ensinando a ensinar. CADECA – BA. Nós e o estatuto da criança e do adolescente. ESSLINGER I e KOVÁCS M.J – Adolescência: Vida ou Morte? São Paulo: Ática, 1999.
  • 10. IACOCCA. Liliane e Michelle. O livro do adolescente. 1ª ed. São Paulo: Ática, 200 ________. O Planeta Eu. Conversando sobre sexo. 4ª ed. São Paulo: Ática, 1999. MÜSTHOF.Descobrir o sexo .10ª ed. São Paulo: Ática, 1998. RAPPAPORT.C.Encarando a adolescência. 6 ed..São Paulo: Ática, 1998. ARATANGY.L.R Sexualidade-A difícil arte do encontro.3ª ed.São Paulo: Ática, 197. FENWICK.E. & L. WALKER. R. O sexo em sua vida. 4ª ed. São Paulo: Ática, 1997. TUCKER, P. e Money, J.Os Papeis Sexuais. São Paulo: Brasiliense, 1981. AZEVEDO, L: LEMOS, R; Souza, A.A Identidade Sexual. Salvador : Fator, 1989. BEAUVOIR, S. Segundo Sexo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. PCNS – Terceiro e Quarto Ciclos. Temas Transversais. Secretaria de Educação. Fundamental . Brasília: MEC/SEF, 1998. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DA BAHIA . Nós e o Estatuto: EGBA,1990. MILITÃO, Rose e Abbigenor. Jogos, Dinâmicas e Vivências Grupais. Rio de Janeiro: Quality Mark, 2000. FAZENDA, I ( org) . Práticas Interdisciplinares na escola. 2ª ed. São Paulo : Cortez, 1994. Laurence, J. Biologia: ensino ,médio, volume único/ J. Laurence, - 1.ed.- São Paulo: Nova Geração, 2005.

×