• Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Be the first to comment
    Be the first to like this
No Downloads

Views

Total Views
6,494
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0

Actions

Shares
Downloads
55
Comments
0
Likes
0

Embeds 0

No embeds

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
    No notes for slide

Transcript

  • 1. Vivenciando o Estágio II Apresentação O que é o estágio Apresentação supervisionado? Porque estagiar? Colégio CETEPA Este portfólio está sendo apresentado como requisito parcial para A turma obtenção de nota no componente curricular Estágio Supervisionado II, do curso de Licenciatura em Ciência Biológicas da Universidade do O livro didático Estado da Bahia, Campus II, sob regência da Professora Cláudia Regina Observando Teixeira de Souza, a qualquer uso deste material e/ou partes deve ser dado o crédito ao autor.Os encontros com a prof. orientadora Sobre o ensino Ótima leitura! técnico O construtivismo Maria Tereza Loula Professor: ser ou não ser? Semanas de aula Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 2. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação O que é o estágio O que é o Estágio Supervisionado supervisionado? Porque estagiar? O estágio supervisionado é uma atividade adotada pelos cursos de licenciatura que visam prioritariamente um exercício prático, uma situação Colégio CETEPA de aprendizagem, para a formação de professores. Sua realização é A turma fundamental para estimular e determinar a qualidade da atuação deste profissional, haja vista o contato .......... O livro didático real com diversas situações. Observando Dentre os vários sentidos produzidos sobre a palavraOs encontros com a prof. orientadora estágio o que mais se aproxima Sobre o ensino da acepção adotada para a técnico formação de professores do O construtivismo curso de Licenciatura em Professor: ser ou Ciências Biológicas é a de uma situação de aprendizagem, um exercício ............ não ser? prático. O estágio, então, torna-se uma etapa que estimula a continuidade Semanas de aula da formação deste profissional, que o instiga a buscar, a pesquisar e a planejar. Essa formação inicial seria apenas um dos contextos da formação Texto: Milho de pipoca e não a sua formação terminal. Na construção do conhecimento e na Texto: Macacos formação de pessoas é cada vez mais importante a presença do docente, portanto a formação acadêmica do educador deve ser construída através de Referências Bibliográficas uma boa fundamentação teórica e prática.
  • 3. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação O que é o estágio Porque estagiar supervisionado? O Estágio Supervisionado poderá ser um agente contribuidor na formação do Porque estagiar? professor, caracterizando-se como objeto de estudo e reflexão. Ao estagiar, o futuro professor passa a enxergar a educação com outro olhar, procurando entender a Colégio CETEPA realidade da escola e o comportamento dos alunos, dos professores e dos A turma profissionais que a compõem. Com isso faz uma nova leitura do ambiente (escola, sala de aula, comunidade), procurando meios para intervir positivamente (JANUARIO, O livro didático 2008) Passerini (2007, p. 30) diferencia Estágio Supervisionado de Estágio Observando Profissional:Os encontros com a o Estágio Curricular Supervisionado [é] aquele em que o futuro prof. orientadora profissional toma o campo de atuação como objeto de estudo, de investigação, de análise e de interpretação crítica, Sobre o ensino técnico embasando-se no que é estudado nas disciplinas do curso, indo além do chamado Estágio Profissional, aquele que busca O construtivismo inserir o futuro profissional no campo de trabalho de modo que este treine as rotinas de atuação. Professor: ser ou não ser? É portanto, o Estágio, uma importante parte integradora do currículo, a parte Semanas de aula em que o licenciando vai assumir pela primeira vez a sua identidade profissional e Texto: Milho de sentir na pele o compromisso com o aluno, com sua família, com sua comunidade com pipoca a instituição escolar, que representa sua inclusão civilizatória, com a produção conjunta Texto: Macacos de significados em sala de aula, com a democracia, com o sentido de profissionalismo que implique competência - fazer bem o que lhe compete (ANDRADE, 2005). Referências Bibliográficas
  • 4. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação Colégio CETEPA – AGRESTE DE ALAGOINHAS/LN O que é o estágio supervisionado? O CETEPA foi criado pela portaria 8677 de 17 de abril de 2009 e ocupa as instalações do antigo Colégio Porque estagiar? Estadual Luiz Navarro de Brito, no município de Alagoinhas. Colégio CETEPA Atualmente tem 1.226 estudantes matriculados e oferece os curso de Técnico em Informática (modalidade PROEJA e A turma Ensino Médio Integrado à Educação Profissional); Técnico O livro didático em Enfermagem; Técnico em Meio Ambiente; Técnico em Segurança do Trabalho (modalidade subseqüente e Ensino Médio integrado à Educação Profissional) e Observando Técnico em Comércio (modalidade PROEJA).Os encontros com a prof. orientadora O Colégio possui uma área externa bem ampla e conta com quadra Sobre o ensino poliesportiva; as salas de aula são bastante arejadas e iluminadas, possuem grandes técnico janelas e, pelo menos a sala de aula utilizada durante o Estágio, possuía ventilador O construtivismo de teto em bom estado de conservação. Haviam cadeiras suficientes para o número de alunos da turma e estas eram organizadas de acordo com a vontade dos Professor: ser ou não ser? mesmo, com exceção do dia da verificação de aprendizagem. Semanas de aula “Uma sala de aula com carteiras fixas dificulta o trabalho em grupo, Texto: Milho de pipoca o diálogo e a cooperação; armários trancados não ajudam a desenvolver a autonomia do aluno, como também não favorecem o aprendizado da Texto: Macacos preservação do bem coletivo. A organização do espaço reflete a Referências concepção metodológica adotada pelo professor e pela escola”. BRASIL Bibliográficas (1997, p. 67).
  • 5. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação As salas de aula possuem aparelhos de TV Pen drive, que para serem O que é o estágio utilizados necessitam da autorização de superior, já que os controles se encontram supervisionado? guardados na sala da vice-direção. Porque estagiar? “A escola, a sala de aula, é um lugar „imaginário‟, diferente do espaço real de cadeiras, classes e salas. Ela é o que o aluno percebe a partir de Colégio CETEPA sua história, seus desejos e seus medos.” (OUTEIRAL, 1994, p. 36) Na minha opinião, é um bom A turma Colégio. O corpo docente se esforça para O livro didático introduzir as disciplinas de acordo com a necessidade de cada curso técnico, existem Observando Semanas de Cultura e outros tipos deOs encontros com a eventos voltados a cultura, além de prof. orientadora Foto mostrando uma parte da área externa do Sobre o ensino Colégio. ter uma boa estrutura física. Durante técnico as semanas em que lecionei, pude perceber que muitos dos profissionais que ali O construtivismo trabalham são bastante comprometidos com o trabalho que realizam. Professor: ser ou não ser? O espaço escolar deverá estar organizado de acordo com a faixa etária dos alunos, isto é, propondo espaços cognitivos e motores que a farão Semanas de aula avançar no desenvolvimento de suas potencialidades. Este espaço deve Texto: Milho de conter objetos que retratem a cultura e o meio social em que os alunos pipoca estão inseridos. Dessa forma é necessário a implantação de uma escola Texto: Macacos cidadã, na qual os alunos tenham acesso a uma educação de qualidade, capaz de assegurar o conhecimento, sem preconceitos, e sendo educando Referências Bibliográficas para ser capaz de encontrar suas resposta (GADOTTI, 1994)
  • 6. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação O que é o estágio supervisionado? A turma!!! Porque estagiar? Colégio CETEPA A turma da regência (1° TMA V2) possui vinte e seis alunos matriculados, sendo que aproximadamente a metade freqüenta com assiduidade as aulas de Biologia, são alunos com faixa etária em A turma torno de dezesseis anos oriundos, em sua maioria, de bairros próximos ao Colégio. Entre os que participam efetivamente da aula, poucos são os que não se interessam e não prestam atenção. O livro didático A turma demonstrou ser bastante esforçada, acho que principalmente por se tratar de um curso Observando técnico; um dos alunos, por exemplo, já havia feito todo o ensino médio e estava ali novamente paraOs encontros com a completar o ensino técnico. Os alunos também mostravam se conhecer a bastante tempo e muitos eram prof. orientadora amigos uns dos outros. Sobre o ensino A sala de aula é um espaço de vivência, de convivência e de relações pedagógicas, espaço técnico constituído pela diversidade e heterogeneidade de idéias, valores e crenças, estando impregnado de O construtivismo significado, é espaço de formação humana, onde a experiência pedagógica – o ensinar e o aprender – é Professor: ser ou desenvolvida no vínculo: tem uma dimensão histórica, intersubjetiva e intra-subjetiva (VALDEZ, 2002, p.24). não ser? Semanas de aula Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 7. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação O livro didático! O que é o estágio O livro didático utilizado pelo supervisionado? Colégio, no 1º ano é o PAULINO, W. R. Porque estagiar? Biologia, volume 1: citologia/histologia. 1. Colégio CETEPA ed. São Paulo: Ática, 2005. Na minha opinião é um livro bom, A turma mas não excelente. Digo isso, principalmente O livro didático pela maneira como o autor aborda determinados assuntos: sempre de maneira Observando simplificada.Os encontros com a O livro traz boas ilustrações e tem uma linguagem clara, porem, como prof. orientadora trata de maneira sucinta dos assuntos, durante todo o estágio procurei Sobre o ensino aprofundar os temas em outras fontes (internet, livros de 2 e 3° grau, jornais técnico e revistas). Para Núñez et al. (2003) o uso do livro didático pelo(a) O construtivismo professor(a) como material didático, ao lado do currículo, dos programas e Professor: ser ou outros materiais, instituem-se historicamente como um dos instrumentos não ser? para o ensino e aprendizagem. Devido a seu importante papel de mediador Semanas de aula educacional, os livros didáticos vêm ao longo dos anos se aperfeiçoando, Texto: Milho de servindo como elemento facilitador do ensino. Embora o desenvolvimento pipoca das novas tecnologias, da mídia, dos textos digitais, numa Região como a Texto: Macacos Nordeste do Brasil, o livro didático continua sendo o mais fiel aliado do Referências professor e um recurso imprescindível para os alunos. Bibliográficas
  • 8. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação Observando... O que é o estágio supervisionado? A observação antes do período de regência é de muita importância para o estágio, Porque estagiar? pois, é nesse período que o futuro regente pode conhecer a sua turma um pouco mais e os estudantes podem se familiarizar com o novo professor, já que para os estudantes as Colégio CETEPA mudanças são sempre “complicadas”. Na observação pude ter contato com o conteúdo que os alunos estavam trabalhando e pude começar a planejar qual seria a minha estratégia A turma para o período de regência. A professora tinha como principal meio de ensinar os alunos, a aula expositiva, O livro didático dialogada. Nas três semanas observadas a professora utilizou o quadro para escrever resumo dos assuntos e o livro didático como base. Observando O que caracteriza a aula expositiva é haver um professor que discorre ou expõeOs encontros com a determinado tema a um grupo de alunos. A aula expositiva dialógica inaugura outro prof. orientadora significado para atuação do professor e do aluno ao instituir o diálogo como mediador do Sobre o ensino trabalho em sala de aula. Nesse sentido a discussão é utilizada como estratégia para o técnico aluno confrontar suas idéias com os pensamentos de seus interlocutores num processo O construtivismo cujo objetivo é tornar mais profundos e complexos os conhecimentos que o estudante possui sobre o tema abordado (LIMA & FREITAS, 2000). Professor: ser ou não ser? Quando o comportamento da turma não era bom; a professora agia de maneira dura, cobrando um bom comportamento dos alunos, fazendo com que eles ficassem em Semanas de aula silêncio ou mesmo se retirassem da sala de aula, o que nem sempre acontecia. Na minha Texto: Milho de opinião era uma estratégia válida, já que muitas vezes, os alunos adolescentes não sabem pipoca medir as conseqüências dos seus atos, agindo de maneira infantil e indisciplinada. Quando expostos a uma situação em que perderão o direito de algo (como assistir a aula) ficam Texto: Macacos mais atentos em relação ao que estão fazendo. Referências Bibliográficas
  • 9. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br A questão da autoridade emerge no discurso daqueles que estão envolvidos no Apresentação contexto educacional e está intimamente vinculada à (in)disciplina. Isto ocorre porque o O que é o estágio trabalho pedagógico pressupõe uma relação assimétrica de poder, na qual aquele que supervisionado? ensina - o docente - exerce uma autoridade sobre aquele que aprende - o aluno (DE LA TAILLE, 1999 apud NOVAIS, 2004). Porque estagiar? Segundo Machado (2007) a autoridade do professor deve derivar de sua postura profissional, da firmeza com que esclarece conceitos, dos planos de aula bem pensados e Colégio CETEPA produzidos, de sua capacidade de ouvir, de seus estudos e atualização constantes e da A turma clara consciência de que, naquele espaço chamado de sala de aula, ele deve exercer um comando que demonstre sua paciência, persistência, capacidade de argumentação e O livro didático diálogo e, principalmente, experiência e inteligência. “Ganhar no grito” ou intimidar/pressionar a partir de ameaças, sanções e punições não conduz a formação Observando integral e plena dos estudantes, pois lhes ceifa a possibilidade de aprender valores e ética ao não lhe proporcionar tratamento respeitoso e digno.Os encontros com a prof. orientadora Durante a observação pude perceber que a turma era tranqüila, havendo apenas alguns alunos que conversavam e atrapalhavam o andamento da aula. O número de alunos Sobre o ensino técnico que freqüentavam as aulas não era grande, sendo que muitos estavam matriculados, mas nunca haviam ido à escola ou as aulas de Biologia. O construtivismo A evasão escolar é um problema complexo e se relaciona com outros importantes Professor: ser ou temas da pedagogia, como formas de avaliação, reprovação escolar, currículo e disciplinas não ser? escolares (CALDAS, 2006), além de envolver outros aspectos como desinteresse, fracasso escolar, trabalho infantil, falta de motivação familiar etc. Semanas de aula Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 10. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação Os encontros com a professora orientadora... O que é o estágio supervisionado? Os encontros com a professora orientadora, Cláudia Regina, aconteciam semanalmente para entrega e correção dos planos de aula e para discussões em grupo sobre Porque estagiar? temas inerentes ao Estágio. Antes do início do Estágio, quando soube que haveriam tais Colégio CETEPA encontros, achei que seria desnecessário e que realmente não faria diferença nenhuma. Pra minha surpresa os encontros foram sim, importantíssimos e necessários para que o Estágio A turma ocorresse da melhor maneira possível. O livro didático A professora sempre se mostrou disponível e disposta a ajudar no que fosse preciso, apesar da turma ter um grande número de alunos, conseguiu cumprir os compromissos e Observando auxiliar na realização do Estágio.Os encontros com a Com o passar do tempo, os licenciandos passam por uma transformação de prof. orientadora sentimentos e começam a se ver enquanto professores. Essas mudanças começam, Sobre o ensino técnico possivelmente, a partir das conversas com os colegas, das leituras e discussões em sala de aula, sob a orientação de um professor, ou dos relatos dos colegas que, talvez, já lecionem. O construtivismo Nesses momentos de conversa, os licenciandos expõem suas idéias e trazem o cotidiano das Professor: ser ou não ser? escolas para as universidades, prevalecendo o ponto de vista que cada um tem da realidade da escola e, conseqüentemente, da educação (JANUARIO, 2008). Semanas de aula Passerini (2007, p. 18) acredita que, o processo de formação do professor é Texto: Milho de contínuo, inicia-se antes mesmo do curso de graduação, nas interações com os atores que pipoca fizeram e fazem parte de sua formação. E este processo sofre influência dos acontecimentos Texto: Macacos históricos, políticos, culturais, possibilitando novos modos de pensar e diferentes maneiras de Referências agir perante a realidade que o professor está inserido. Bibliográficas
  • 11. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação O professor responsável pelo estágio poderá fazer dessas experiências um excelente O que é o estágio supervisionado? material de estudo, analisando e fazendo leituras, junto com os alunos/estagiários, de bibliografia pertinente e relacionando-a com as diversas histórias narradas, além de planejar Porque estagiar? ações de intervenção pedagógica a fim de propiciar possíveis mudanças no quadro Colégio CETEPA educacional. Andrade (2005, p. 2) revela que “com a teoria como referência, a prática como ferramenta o professor deve procurar o real que se apresenta diferente a cada dia”. A turma O estágio é tarefa do aluno e supervisionar é incumbência da Universidade, que está O livro didático representada pelo professor. Acompanhar fisicamente se possível, tornando esta atividade incomum, produtiva é tarefa do professor, que visualiza com o aluno situações de trabalho Observando passíveis de orientação (BIANCHI et al., 2003 apud PERES et al 2008).Os encontros com a prof. orientadora Sobre o ensino técnico O construtivismo Professor: ser ou não ser? Semanas de aula Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 12. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação Sobre o ensino técnico.... O que é o estágio supervisionado? No Brasil, o Ensino Técnico, como a educação em geral, tem sido objeto de estudo e de debates em vários fóruns responsáveis por políticas públicas da educação, Porque estagiar? revelando cada vez mais, a preocupação com as práticas docentes (AFONSO, 2009). As leis brasileiras que tratavam sobre a educação e os níveis e modalidades Colégio CETEPA de ensino, antes da promulgação da Lei de Diretrizes e Bases - LDB, contemplavam o A turma ensino técnico de forma parcial. A Lei de Diretrizes e Bases - LDB, portanto, constituiu um marco inicial na educação profissional brasileira, que apenas vinculava sobre a O livro didático formação para o trabalho e em determinados níveis de ensino, como educação formal, quer na época dos ginásios comerciais, industriais e agrícolas, quer posteriormente, Observando com a lei 5.692/71, com o ensino de segundo grau profissionalizante.Os encontros com a Atualmente, o mercado de trabalho procura profissionais cada vez mais prof. orientadora polivalentes e preparados para enfrentar as diversas dificuldades de um ambiente Sobre o ensino competitivo. Por esse motivo e como resposta a esse mercado, a educação técnico profissional busca diversificar programas e cursos profissionais atendendo as diversas O construtivismo áreas do conhecimento e maximizando os números de profissionais qualificados Professor: ser ou disponíveis no mercado. Sendo assim, a qualificação profissional não é mais vista por não ser? um olhar simplista, muito menos como um instrumento assistencialista, mas sim, como uma arma estratégica de acesso ao pensamento científico, tecnológico e profissional Semanas de aula por todos os cidadãos (OLIVEIRA, 2009). Texto: Milho de pipoca A LDB, com a lei 9394/96, vem para confirmar esse pensamento. Texto: Macacos A educação profissional integrada às Referências diferentes formas de educação, ao trabalho, à Bibliográficas ciência e à tecnologia, conduzindo ao permanente
  • 13. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação desenvolvimento de aptidões para a vida produtiva. (Capítulo III, Art. 39 – LDB). Parágrafo Único. O aluno matriculado ou egresso do ensino fundamental, médio e O que é o estágio supervisionado? superior, bem como o trabalhador em geral, jovem ou adulto, contará com a possibilidade de acesso à educação profissional. Porque estagiar? Colégio CETEPA A turma O livro didático ObservandoOs encontros com a prof. orientadora Sobre o ensino técnico O construtivismo Professor: ser ou não ser? Semanas de aula Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 14. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação O que é o estágio O construtivismo supervisionado? A minha prática de ensino se baseou na concepção do modelo construtivista Porque estagiar? onde o sujeito refaz seus instrumentos de assimilação em função da novidade. Esse refazer do sujeito sobre si mesmo é acomodação. Cria-se algo novo – o que melhora Colégio CETEPA assimilações: equilíbrio majorante (novo equilíbrio mais consistente que o anterior). Daí o sujeito constrói seu conhecimento, professor e aluno aprendem sempre. A turma Nesta abordagem epistemológica e pedagógica, o professor acredita que o aluno só aprenderá algo se ele problematizar o seu fazer. Desta forma, segundo O livro didático BECKER (2001), a visão que o professor tem de seu aluno é: Observando “...o aluno como uma síntese individual da interação desse sujeito com seu meio social (cultural, político, econômico, etc.). Não háOs encontros com a tabula rasa, portanto. Há uma riquíssima bagagem hereditária, produto prof. orientadora de milhões de anos de evolução, interagindo com uma cultura, produto de milhares de anos de civilização. (...) Por isso professor não Sobre o ensino aceita que seu aluno fique passivo, ouvindo sua fala ou repetindo técnico lições que consistem em dar respostas mecânicas para problemas que não assimilou (transformou para si)” BECKER (2001, p. 78). O construtivismo Frente a todas as abordagens epistemológicas o professor construtivista Professor: ser ou tende a não acreditar somente no ensino puramente tradicional, em que o aluno seja não ser? um ser passivo e não traga consigo nenhum conhecimento anterior (PASQUETTI, Semanas de aula 2009). Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 15. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação Nesse sentido, DEMO (1995), também salienta a importância do sujeito agir na busca da construção mútua, pois enfatiza que o construtivismo “...estabeleceu O que é o estágio com clareza que o conhecimento é um processo construtivo. (...) de reconstrução a supervisionado? partir do que está dado, de aprender do que já aprendemos, de conhecer a partir do Porque estagiar? que já conhecemos”. O professor envolvido nesse processo de construção do conhecimento Colégio CETEPA acredita que a aprendizagem se desenvolve continuamente e que todo o conhecimento é (re) construção numa atitude de compartilhamento. A turma A minha preocupação maior era fazer com que eles aprendessem o assunto O livro didático de maneira independente, sendo o meu papel apenas de facilitadora da aprendizagem. O objetivo era que eles desenvolvessem o raciocínio lógico, a Observando capacidade de raciocinar sobre determinadas situações impostas.Os encontros com a A correção foi transformada numa situação de aprendizagem e não de prof. orientadora punição ou censura, jamais utilizava a palavra “errado” para uma resposta dada pelo Sobre o ensino aluno, procurava entender qual era a linha de pensamento utilizada por ele e quais técnico foram as suas dificuldades em entender determinado assunto. O construtivismo Professor: ser ou não ser? Semanas de aula Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 16. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação Professor: ser ou não ser? O que é o estágio Eis a questão... supervisionado? Porque estagiar? Durante uma das aulas de Estágio II com a Profª. Cláudia, nós, os alunos, lembramos da surpresa que foi a descoberta que o curso que estávamos Colégio CETEPA ingressando se tratava de uma licenciatura! Recém chegados a Universidade, cheios de planos e sonhos, pensávamos em sermos de fato biólogos e recebemos A turma um balde de água fria: vocês estão se formando para atuarem como professores (já dizia nossa querida professora de Fundamentos de Química, Silvana)! A O livro didático sensação de arrependimento e frustração tomaram conta da minha cabeça de Observando caloura...E agora? Como dizer para os meus pais que vou estudar quatro anos em outra cidade para ser professora? E os meus planos de trabalhar noOs encontros com a prof. orientadora Zoológico, de lidar com os animais? Ah, depois da etapa de frustração veio o Sobre o ensino desespero, a vontade de desistir e tentar fazer realmente um curso que me técnico formasse “bióloga”. Apesar de tudo, continuei, e com o tempo, o medo e o desespero foram se reduzindo, mas hoje, no fim do curso, ainda posso dizer que O construtivismo eles existem sim, mas o que seria de nós, seres humanos, se não tivéssemos Professor: ser ou medo??? não ser? Durante a minha trajetória acadêmica fui percebendo que ser professor Semanas de aula não era tão má idéia assim, haviam inúmeros problemas, mas, viver fugindo de problemas não seria a solução. O primeiro problema que vêm a minha mente Texto: Milho de pipoca sempre foi a famosa “remuneração”, e o ensino público? E os problemas que os professores enfrentam todos os dias e que atualmente são divulgados pelos Texto: Macacos meios de comunicação? E a violência? O comodismo? Referências Depois da experiência do Estágio I, onde lecionei para uma turminha da Bibliográficas 6ª série, vi que apesar de todos aqueles problemas, ensinar era gratificante.
  • 17. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Saber que eu era responsável por construir a uma criança/adolescente Apresentação conhecimento, me deixava simplesmente maravilhada. Com o Estágio II, foi um pouco diferente, a empatia pela turma não foi tão grande, mas o prazer em O que é o estágio supervisionado? construiir saberes foi igualmente surpreendente. Apesar de todos os problemas enfrentados, poder ver no olhar de um jovem o quanto você foi importante, Porque estagiar? receber um simples recado com “muito obrigada professora, você faz muita Colégio CETEPA falta” faz valer todo o sacrifício vivido. Ao iniciar uma licenciatura, muitas vezes nos deparamos com a A turma insegurança e o receio de não conseguirmos desenvolver um bom trabalho em sala de aula. Alguns temem não conseguir dominar a classe, outros se O livro didático preocupam em não saber todo o conteúdo que julgam necessário, uns questionam-se quanto ao método que adotarão e outros, ainda, anseiam por Observando ministrar aulas. Há ainda uns que se quer pensam em lecionar.Os encontros com a Serei professora sim, pelo menos durante algum período da minha prof. orientadora carreira profissional, e enquanto for, farei de tudo para exercer a função com Sobre o ensino respeito aos alunos, dignidade e profissionalismo. técnico O construtivismo “Optam pelo curso de Ciências Biológicas com a expectativa de serem biólogos, mas não professores atuando no ensino básico nas Professor: ser ou disciplinas de Biologia e de Ciências, confirmando os estudos feitos não ser? por Mello (2000) quanto à determinação em ser um pesquisador e não um educador” (JANUARIO, 2008). Semanas de aula Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 18. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação 1ª semana O que é o estágio supervisionado? Cheguei à escola com uma hora de antecedência, pois queria testar a TV Porque estagiar? Pen drive para que tudo desse certo no momento da aula, mas tive que esperar a vice-diretora chegar, pois somente ela poderia liberar os controles das TVs. Esperei Colégio CETEPA na sala de professores juntamente com alguns professores da escola, com aproximadamente vinte minutos para começar a aula, a vice chegou e pude então A turma ir para sala de aula. O livro didático Na sala, só havia cerca de quatro alunos, testei a TV e esperei o sinal tocar, mesmo após o toque do sinal poucos alunos estavam presentes então resolvi esperar Observando 10 minutos para que desse tempo de uma maior quantidade de alunos chegar.Os encontros com a Comecei a aula me apresentando e tudo correu como previsto no plano de prof. orientadora aula, grande parte dos alunos se mostraram interessados, embora alguns poucos Sobre o ensino técnico tenham conversado durante a explicação. O construtivismo Pude perceber que nem todas as meninas se sentiram confortáveis com a minha presença e tentei melhorar isso sempre perguntando e conversando sobre o Professor: ser ou não ser? assunto com estas alunas. Segundo Vasconcelos et al. (2005) na interação professor-aluno, a escola Semanas de aula enquanto instituição educativa desempenha um papel fundamental. É nela que a Texto: Milho de pipoca criança e o adolescente procuram buscar o atendimento de algumas de suas necessidades afetivas. Texto: Macacos A relação entre professores e alunos deve ser uma relação dinâmica, como Referências toda e qualquer relação entre seres humanos. Bibliográficas
  • 19. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação O fator afetivo tem sua relevância na interação professor-aluno, o que é O que é o estágio enfatizado por Aquino (1996, p. 50): supervisionado? Porque estagiar? Os laços efetivos que constituem a interação Professor-Aluno são necessários à aprendizagem e independem da definição social do papel escolar, ou mesmo um maior Colégio CETEPA abrigo das teorias pedagógicas, tendo como base o coração da interação Professor- Aluno, isto é, os vínculos cotidianos. A turma O livro didático Na sala de aula, os alunos não são pessoas para transforma-se em coisas, em objetos, que o professor pode manipular, jogar de um lado para o outro. O aluno Observando não é um depósito de conhecimentos memorizados que não se entende, como umOs encontros com a fichário ou uma gaveta (SILVA & SANTOS, 2006). prof. orientadora Sobre o ensino técnico O construtivismo Professor: ser ou não ser? Semanas de aula Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 20. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação 2ª semana O que é o estágio Como de costume cheguei a escola trinta minutos antes de a aula supervisionado? começar, quando entrei em sala, às 13:00 pontualmente muitos alunos Porque estagiar? comentaram da minha pontualidade e chegaram a brincar dizendo que eu não precisava ser tão pontual já que eu era somente uma estagiária. Colégio CETEPA A aula ocorreu como planejada e os alunos corresponderam as minhas A turma expectativas, no momento da leitura do texto solicitei que alguns alunos fizessem a leitura em voz alta e que os demais acompanhassem. O livro didático Durante essa aula descobri que uma aluna de apenas 15 anos, que havia Observando sido transferida do turno matutino, estava grávida. No inicio fiquei bastante surpresa, pois, apesar de parecerem jovens maduros, na minha opinião eramOs encontros com a prof. orientadora praticamente crianças. Como percebi que ela estava interagindo bastante com o Sobre o ensino restante da turma, não tive problemas em fazer esse processo de inserção da técnico aluna na turma. Em nenhum momento eu ouvi ou percebi qualquer tipo de O construtivismo preconceito ou comentários dos outros alunos em relação a ela. Professor: ser ou A adolescência é uma das etapas mais importantes da vida, pois é nessa não ser? fase que o ser humano passa por uma transição entre a infância e a idade adulta. Semanas de aula De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o período da adolescência é Texto: Milho de compreendido entre 10 e 19 anos e se refere a um período de mudanças físicas e pipoca emocionais, momento de conflitos e crises, decorrentes de tantas mudanças bio- Texto: Macacos psico-sociais (CORRÊA, 2009). Existe uma associação entre gravidez precoce, baixa escolaridade e baixa Referências Bibliográficas renda. As adolescentes grávidas estão concentradas nas famílias que ganham até um salário mínimo mensal.
  • 21. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Muitas estão fora da escola antes de engravidarem e, se isso ocorre, as Apresentação chances de seguirem o caminho da educação formal são cada vez mais reduzidas O que é o estágio (AGÊNCIA ANDI, 2005). supervisionado? Quando engravidam, muitas adolescentes se sentem pressionadas a sair da Porque estagiar? escola porque são submetidas a constrangimentos dos diretores, professores, colegas e pais dos colegas. Alguns pais dessas meninas contribuem decisivamente Colégio CETEPA para esse abandono ao preferirem esconder a situação “vexatória” da gravidez de A turma sua filha, aponta a ONG Sempreviva Organização Feminista (SOF). Para Jairo Bouer, poderiam ser criadas algumas alternativas para O livro didático estimular a permanência na escola de meninas grávidas e mães: flexibilização de faltas para as mães adolescentes; classe de recuperação ou aulas de apoio para as Observando adolescentes grávidas; trabalho psicológico com as meninas grávidas e os colegasOs encontros com a prof. orientadora da sala de aula; apoio de um berçário perto, ou dentro da escola. Sobre o ensino Não se pode negar que nos cuidados práticos com o bebê quase que técnico somente as famílias poderão ajudar à adolescente, mas a escola também pode O construtivismo orientar, tanto nas medidas preventivas quanto no atendimento à aluna mãe. Se Professor: ser ou as famílias têm dificuldades em dar conta de algumas questões e se a escola tem o não ser? compromisso de colaborar para uma sociedade melhor, não há como se excluir Semanas de aula deste processo alegando que a obrigação é da família (MÔNICO, 2010). Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 22. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação 3ª semana A aula ocorreu de maneira tranqüila, O que é o estágio supervisionado? havendo bastante interatividade dos alunos. Durante o momento da explicação alguns alunos Porque estagiar? conversaram bastante e eu tive que mostrar a Colégio CETEPA minha autoridade pedindo que eles se comportassem, principalmente em respeito aos A turma colegas que estavam prestando atenção. O livro didático A primeira sensação que me ocorreu ao ver a indisciplina de certos alunos foi a de pensar “o que eu estou fazendo de errado?”, “será que não está bom o Observando suficiente?”, em seguida veio a sensação de impotência, então percebi que utilizarOs encontros com a a autoridade de maneira sensata seria a solução. prof. orientadora De acordo com Tardelli: Sobre o ensino técnico O professor que na sala de aula dialoga com seu aluno, busca decisões conjuntas por meio de cooperação, para que haja o aprendizado de fazer O construtivismo contratos, honrar a palavra empenhada, comprometimento nos projetos Professor: ser ou coletivos e estabelecimento de relações de reciprocidade (TARDELI, 2003 não ser? apud BINI & PABIS, 2008). Semanas de aula As situações em que a indisciplina ultrapassa os limites exigem do professor Texto: Milho de uma postura que evidencie sua autoridade em sala de aula. Nesses casos, os pipoca professores devem agir de forma firme, pois quando não agem os alunos sentem Texto: Macacos – se donos da situação. “O respeito ao professor não pode advir do medo da Referências punição, mas sim da autoridade inerente ao papel do profissional, cujas tarefas Bibliográficas nem sequer se aproximam dessa função disciplinadora, apassivadora, silenciadora, de antes” (AQUINO, 1998).
  • 23. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Outro aspecto muito instigante quanto à questão da autoridade do Apresentação professor refere-se ao fato de que existem professores que abdicam parcial ou O que é o estágio totalmente de seu direito de se fazer obedecer ou de dar ordens. E isso também é supervisionado? um problema muito sério, afinal de contas, há certa ordem de acontecimentos Porque estagiar? prevista para ocorrer na escola que deriva das orientações e planejamentos dos educadores. Colégio CETEPA Para mostrar aos alunos como era um osso, levei uma peça do Laboratório A turma de Anatomia (LANAT) cedida pelo professor Eduardo, os alunos gostaram bastante e se interessam pelo assunto. O livro didático No momento de assistir o filme sobre tecido conjuntivo pedi que os alunos Observando que estavam longe da TV Pen drive se aproximassem para que assim todosOs encontros com a pudessem visualizá-lo com maior facilidade, nesse momento pude perceber que o prof. orientadora recurso audiovisual conseguia prender a atenção dos alunos e manter o interesse Sobre o ensino com o tema. A correção do exercício ocorreu de maneira satisfatória e os alunos técnico criaram uma disputa saudável para ver qual deles conseguiria acertar o maior O construtivismo número de questões. Professor: ser ou Durante a exibição do segundo vídeo, não ser? sobre doação de sangue, os alunos novamente Semanas de aula demonstraram interesse pelo tipo de recurso Texto: Milho de utilizado. No debate, poucos alunos de pipoca dispuseram a falar, então, eu como mediadora, Texto: Macacos dei a minha opinião sobre doação de sangue e tentei fazer com que eles interagissem falando Referências Bibliográficas sobre fatos do cotidiano, como por exemplo, a religião das Testemunhas de Jeová.
  • 24. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação 4ª semana O que é o estágio Nesse dia, iniciei a aula com a exibição dos slides e os alunos, havia um supervisionado? número bastante reduzido de alunos, mas os que se encontravam presentes Porque estagiar? prestaram atenção. No momento da exibição do vídeo, a TV pen drive não funcionou, o que Colégio CETEPA me deixou bastante desapontada, como sem o vídeo era praticamente impossível A turma que se realizasse o debate, pedi que os alunos começassem a responder o exercício do livro referente ao tecido muscular, nesse momento a Prof.ª Cláudia chegou pra O livro didático me observar. Estava um pouco nervosa, mas consegui controlar, apresentei a Prof.ª a Observando turma e segui a aula normalmente. Fiz a correção do exercício junto com aOs encontros com a prof. orientadora participação dos meninos e eles se mostraram bastante interessados. Logo após a Sobre o ensino correção pedi que se reunissem nos grupos da pesquisa sobre as características dos técnico tecidos, todas as dúvidas mostradas em relação a pesquisa foram tiradas. O construtivismo A visita da Prof.ª Cláudia foi importante, pois é sempre bom ser observado Professor: ser ou por alguém que tem experiência na área de ensino e que pode, posteriormente, te não ser? dar conselhos de como agir e melhorar a sua prática pedagógica. A relação Semanas de aula aberta que a professora Cláudia tem com seus alunos facilitou o processo da visita e atingiu as minhas expectativas. Texto: Milho de pipoca O diálogo é de suma importância para a interação professor-aluno no fator psicológico,sendo vínculo entre o cognitivo e as ações concretas. A essa Texto: Macacos afirmação, encontra-se justificativa na literatura de Piaget sobre o estágio Referências das operações concretas (1997, p.166). Bibliográficas
  • 25. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação 5ª semana O que é o estágio Como previsto iniciei a aula com a exposição do vídeo sobre anabolizantes supervisionado? que não pôde ser visualizado na semana passada. Os alunos demonstraram Porque estagiar? bastante interesse pelo vídeo, após a exibição comentaram que jamais fariam o uso desse tipo de droga em decorrência dos efeitos colaterais. Colégio CETEPA Em seguida, comecei a exposição dos slides e os alunos prestaram bastante A turma atenção. A aula ocorreu conforme planejada e de maneira bastante tranqüila. A educação deve ter como papel principal o desenvolvimento do indivíduo O livro didático em sua totalidade. Para tanto, ela precisa modificar-se constantemente, Observando observando as mudanças ao redor, essencialmente o desenvolvimento tecnológico e a influência que a mídia exerce no dia a dia do mundo globalizado. O desafioOs encontros com a prof. orientadora dos educadores é estimular, no ambiente escolar, o envolvimento da mídia nos Sobre o ensino objetivos educacionais para desenvolver valores e atitudes que contribuam para a técnico construção da reflexão e do entendimento dos educandos (VIGLUS, 2007), O construtivismo O vídeo parte do concreto, do visível, do imediato, próximo, que toca todos Professor: ser ou os sentidos. Mexe com o corpo, com a pele - nos toca e "tocamos" os outros, estão não ser? ao nosso alcance através dos recortes visuais, do close, do som estéreo envolvente. Semanas de aula Pelo vídeo sentimos, experimentamos sensorialmente o outro, o mundo, nós Texto: Milho de mesmos. A linguagem audiovisual desenvolve múltiplas atitudes perceptivas: pipoca solicita constantemente a imaginação e reinveste a afetividade com um papel de Texto: Macacos mediação primordial no mundo, enquanto que a linguagem escrita desenvolve mais o rigor, a organização, a abstração e a análise lógica (MORAN, 1995). Referências Bibliográficas
  • 26. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br O meio-audiovisual não é apenas um recurso didático, mas através dele Apresentação pode-se criar um novo meio de ajudar a (re) construção do conhecimento. a O que é o estágio supervisionado? inserção deste recurso didático na prática pedagógica, necessita que o professor venha a compreender como ele poderá relacionar o vídeo com os conteúdos a Porque estagiar? serem discutidos em sala, e fazer com que o aluno compreenda que aquele vídeo Colégio CETEPA faz parte da aula. É comum os alunos imaginarem que o vídeo é um mero ilustrador do discurso do professor. Cabe deixar claro que eles, devem estar A turma inseridos como ser atuante no meio tecnológico, permitindo novas formas de O livro didático expressão (VASCONCELOS & LEÃO, 2009). O emprego da atividade lúdica definiu-se a toda e qualquer tipo de Observando atividade alegre e descontraída, desde que possibilite a expressão do agir eOs encontros com a interagir. Crianças e adolescentes podem se beneficiar com atividades lúdicas, prof. orientadora tornando o processo de ensino/aprendizagem mais motivado, descontraído e Sobre o ensino técnico prazeroso, aliviando certas tensões que são carregadas pelo ser humano devido ao constante estresse do dia-a-dia (CHAGURI, 2006). O constutivismo Quando as situações lúdicas são intencionalmente criadas pelo Professor: ser ou professor, visando estimular a aprendizagem, revela-se então à dimensão não ser? educativa (SZUNDY, 2005). Assim, o professor é o responsável pela melhoria da Semanas de aula qualidade do processo de ensino/aprendizagem, cabendo a ele desenvolver as Texto: Milho de novas práticas didáticas que permitam aos discentes um maior aprendiz pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 27. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação 6ª semana O que é o estágio supervisionado? Quando grande parte dos alunos já estava presente pedi que começassem a escrever nas folhas de papel ofício os tópicos da pesquisa e Porque estagiar? construíssem o painel integrado conforme as minhas orientações. Os alunos se Colégio CETEPA mostraram bem cuidadosos e interessados na confecção do cartaz, devido ao atraso por conta da greve de ônibus que estava acontecendo no dia, os alunos A turma continuaram montando o cartaz mesmo após o término do horário da aula. O livro didático Assim que o cartazl ficou pronto colamos no corredor do Colégio. A auto-estima influencia muito no rendimento escolar, pois, sem ela, Observando pode acontecer que, mesmo o aluno sendo inteligente, encontre dificuldades naOs encontros com a hora de aprender. Eles não se sentem atraídos pela escola, perdem o interesse e a prof. orientadora motivação muito facilmente, não se dedicam como deveriam às tarefas escolares Sobre o ensino técnico e se preocupam com os sentimentos que afetam a si mesmos. No ambiente escolar a auto-estima impede o bom desempenho, e o mau O construtivismo desempenho leva à falta de auto-estima, por isso, fica muito mais difícil resgatar Professor: ser ou não ser? seus valores (CORSI et al., 2004). Semanas de aula Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 28. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação O que é o estágio supervisionado? Porque estagiar? Colégio CETEPA A turma O livro didático ObservandoOs encontros com a prof. orientadora Sobre o ensino técnico O construtivismo Professor: ser ou não ser? Semanas de aula Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 29. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação O que é o estágio supervisionado? Porque estagiar? Colégio CETEPA A turma O livro didático ObservandoOs encontros com a prof. orientadora Sobre o ensino técnico O construtivismo Professor: ser ou não ser? Semanas de aula Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 30. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação 7ª semana Cheguei à escola com uma hora de antecedência para separar as O que é o estágio supervisionado? verificações e organizar a sala. A verificação de biologia foi realizada junto com a Porque estagiar? de geografia; seguindo orientação da vice-diretora, primeiro apliquei a verificação de geografia e conforme os alunos iam terminando apliquei de biologia. Colégio CETEPA Os alunos estavam bastante agitados, pois aquele era o último dia da semana de avaliações. Assim que todos os alunos concluíram a verificação, corrigi e A turma entreguei as médias da 4ª unidade, já que a professora regente ficou responsável O livro didático por entregar as médias gerais. Os resultados alcançados pelos alunos foram de acordo com as minhas expectativas, aqueles que demonstravam maior interesse e Observando tinham maior participação em sala de aula conseguiram obter melhores resultados,Os encontros com a diferente daqueles que se comportavam de maneira oposta. prof. orientadora Sobre o ensino A avaliação deve ser feita com muito critério e forma diversificada. Acredito técnico que os seguintes aspectos devem ser considerados: aquisição de conteúdos, O construtivismo propriamente dita, observação de aspectos emocionais que possam interferir no processo de aprendizagem, nível de interesse pessoal pelos temas abordados, canal Professor: ser ou não ser? de aprendizagem (tem a ver com tendências pessoais, facilidade ou não em relação Semanas de aula a determinada área de conhecimento), nível de preocupação diante da avaliação "oficial" e metodologia do professor. Acredito na avaliação contínua, diária, ou seja, Texto: Milho de pipoca durante o processo de ensino-aprendizagem, pois nem sempre o "dia da prova" é o melhor momento do aluno. Texto: Macacos Avaliar é um ato costumeiro para todos, em diversos momentos, pelos mais Referências variados motivos, avalia-se algo ou alguma coisa, isso porque é fundamental para Bibliográficas o ser humano, conhecer, entender, julgar e tomar decisões pertinentes a si ou ao
  • 31. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br grupo em que esteja inserido (SILVA et al., 2010) Apresentação Rabelo (2003) trata a avaliação como uma atividade que pressupõe O que é o estágio objetos que serão avaliados e critérios que são o referencial da avaliação, o norte supervisionado? que diz se o objeto avaliado atingiu satisfatoriamente o êxito. Porque estagiar? De acordo com Oliveira (2003): “medir é classificar e avaliar seria um levantamento de informações Colégio CETEPA necessárias para uma intervenção. Nesse contexto, não é necessário abolir A turma provas, exercícios e notas, pois os mesmos são de fato importantes haja vista que trazem informações a respeito da aprendizagem, o problema reside no O livro didático paradigma que existe a respeito dela e não na técnica ou método. É uma questão de filosofia pedagógica, do compromisso do professor com a Observando aprendizagem do aluno, um indicativo que revela onde e como o alunoOs encontros com a esta no processo de aprendizagem e os caminhos que o professor precisa prof. orientadora percorrer para auxiliar o aluno a construir seu conhecimento.” Sobre o ensino técnico O construtivismo Professor: ser ou não ser? Semanas de aula Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas
  • 32. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação O que é o estágio supervisionado? Porque estagiar? Rubem Alves Colégio CETEPA Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo A turma fogo. O livro didático Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Observando Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nuncaOs encontros com a imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, prof. orientadora perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso do remédio: apagar o Sobre o ensino fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação técnico também. O constutivismo Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela Professor: ser ou não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que não ser? esta sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! - e ela Semanas de aula aparece como uma outra coisa completamente diferente que ela mesma nunca havia sonhado. É a lagarta rastejante e feia que surge do casulo como borboleta voante. Texto: Milho de pipoca Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo Texto: Macacos são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras, a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não Referências vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo a panela Bibliográficas ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.
  • 33. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação O que é o estágio supervisionado? Porque estagiar? Colégio CETEPA Autor desconhecido Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma A turma escada e sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que O livro didático estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o Observando pegavam e enchiam de pancadas. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.Os encontros com a prof. orientadora Então os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, Sobre o ensino que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a técnico escada. O construtivismo Um segundo macaco veterano foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado com entusiasmo na surra ao novato. Professor: ser ou não ser? Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e afinal o último dos veteranos, foi substituído. Semanas de aula Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo Texto: Milho de nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que pipoca tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: Texto: Macacos - "Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui". Referências Bibliográficas Será que não é hora de refletirmos sobre o por quê de nossas atitudes e da forma que vivemos? Poderemos ter muitas surpresas...
  • 34. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação Referências Bibliográficas O que é o estágio ANDRADE, A. M. A. 2005. O Estágio Supervisionado e a Práxis Docente. In: SILVA, M. L. S. supervisionado? (Org.) 2005. Estágio Curricular: Contribuições para o Redimensionamento de sua Prática. Natal: EdUFRN. Disponível em: www.educ.ufrn.br/arnon/estagio.pdf; acesso em: Porque estagiar? 15 dez. 2010. Colégio CETEPA AQUINO, J. R. G. 1996. A desordem na relação professor-aluno: indisciplina, moralidade e conhecimento. In: J. R. G. AQUINO (Org.) Indisciplina na escola: alternativas teóricas e práticas. São Paulo: Summus editorial. A turma AQUINO, J. R. G. 1998. A indisciplina e a escola atual. Revista da Faculdade de Educação - O livro didático USP. São Paulo, v. 24, n. 2, 181-204. Disponível em: <http://www.inep.gov.br/ pesquisa/bbe-online/det.asp?cod=50168&type=P>. Acesso em: 25 de Jul. 2010. Observando BRASIL. LDB 9394/96. Disponível em: <http://www.mec.gov.br>. Acesso em: 23 dez. 2010.Os encontros com a prof. orientadora BECKER, F. 2001. Educação e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artmed Editora. Sobre o ensino BINI, L. R.; PABIS, N. 2008. Motivação ou interesse do aluno em sala de aula e a relação com técnico atitudes consideradas indisciplinares. Revista Eletrônica Lato Sensu. Disponível em:<http://web03.unicentro.br/especializacao/Revista_Pos/P%C3%A1ginas/3%20Edi%C3 O construtivismo %A7%C3%A3o/Humanas/PDF/23-Ed3_CH-MotivacaoIn.pdf>. Acesso em 15 fev. 2011. Professor: ser ou não ser? CALDAS, E. L. 2006. Combatendo a evasão escolar. Disponível em: <http://www.fpabramo.org.br/conteudo/combatendo-evasao-escolar>. Acesso em: 13 fev. Semanas de aula 2011. Texto: Milho de CHAGURI, J. P. [2006 ?] O uso de atividades lúdicas no processo de pipoca ensino/aprendizagem de espanhol como língua estrangeira para aprendizes brasileiros. Disponível em <http://www.unicamp.br/iel/site/alunos/publicacoes/ Texto: Macacos textos/u00004.htm>. Acesso em: 01 fev. 2011. Referências CORSI, S. E.; BASSO, P. D.; FECCHIO, M. 2004. Motivação em sala de aula. Akrópolis, v. Bibliográficas 12, n. 3, jul./set.
  • 35. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação O que é o estágio DEMO, P. 1995. ABC: Iniciação à competência reconstrutiva do professor básico. supervisionado? Campinas, SP: Papirus. Porque estagiar? GADOTTI, M. 1994. Escola cidadã. 3. ed. São Paulo: Cortez, 78 p. JANUARIO, G. 2008. O Estágio Supervisionado e suas contribuições para a prática Colégio CETEPA pedagógica do professor. In: SEMINÁRIO DE HISTÓRIA E INVESTIGAÇÕES DE/EM AULAS DE MATEMÁTICA, Campinas. Anais: II SHIAM. Campinas: GdS/FE-Unicamp, A turma 2008. v. único. p. 1-8. O livro didático LIMA, V. M. R. & FREITAS, A. L. S. 2000. Aula expositiva. Disponível em: <http://fisica.uems.br/arquivos/instrumentacao/Capitulo_7.pdf>. Acesso em: 10 jan. 2011. ObservandoOs encontros com a MACHADO, J. L. A. 2007. Autoridade e Autoritarismo na Sala de Aula: repensando a prof. orientadora relação professor-aluno. Disponível em: <http://www.planetaeducacao.com.br/ portal/artigo.asp?artigo=526>. Acesso em: 25 jan. 2011. Sobre o ensino técnico MORAN, J. M. 1995. O vídeo na sala de aula. Comunicação & Educação. São Paulo, ECA-Ed. Moderna, [2]: p. 27-35, jan./abr. Disponível em: <http://www.eca.usp.br/ O constutivismo prof/moran/vidsal.htm>. Acesso em: 05 fev. 2011. Professor: ser ou MÔNICO, A. G. F. 2010. Gravidez na adolescência e evasão escolar: o que a escola tem a não ser? ver com isso? Revista FACEVV, Vila Velha, n. 4, jan./jun., p. 39-49. Semanas de aula NOVAIS , E. L. 2004. É possível ter autoridade em sala de aula sem ser autoritário? Texto: Milho de Linguagem & Ensino, v. 7, n. 1, p. 15-51. pipoca NÚÑEZ, I. B. et al. 2003. A Seleção dos Livros Didáticos: Um saber Necessário ao Texto: Macacos Professor. O Caso do Ensino de Ciências. Disponível em: <http://www.rieoei.org/deloslectores/427Beltran.pdf >. Acesso em: 10 fev. 2011. Referências Bibliográficas OLIVEIRA, G. F. 2003. Avaliação da aprendizagem: possibilidades de ação na realidade docente. Revista Construir Notícias. n. 2. p. 35-3.
  • 36. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação O que é o estágio OLIVEIRA, L. 2009. Ensino Técnico e Tecnológico. Disponível em: supervisionado? <http://liddyoliveira.blogspot.com/2009/05/ensino-tecnico-e-tecnologico-e- possivel.html>. Acesso em: 05 fev. 2011. Porque estagiar? OUTEIRAL, J. O. 1994. Adolescer: Estudos sobre Adolescência. Porto Alegre: Artes Colégio CETEPA Médicas Sul. PASSERINI, A. G. 2007. O estágio supervisionado na formação inicial de professores A turma de matemática na ótica de estudantes do curso de licenciatura em matemática da UEL. 121f. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências e Educação Matemática) – O livro didático Universidade Estadual de Londrina. Londrina: UEL. PASQUETTI, R. 2009.As concepções epistemológicas e os modelos pedagógicos que Observando orientam as práticas dos docentes do PROEJA do IFRS – Campus Bento Gonçalves.Os encontros com a 35 f. Trabalho de conclusão (Especialização) – Faculdade de Educação, Universidade prof. orientadora Federal do Rio Grande do Sul. Sobre o ensino PERES, A. et al. 2008. Estágio supervisionado e desenvolvimento profissional. Revista técnico científica eletônica de turismo. a. V, n. 8. jan. Disponível em: <http://www.revista.inf.br/turismo/artigos/AnoV-Edic08-Art04.pdf>. Acesso em: 25 jan. O construtivismo 2011. Professor: ser ou não ser? PIAGET, J. 1969.Psicologia e Pedagogia. Rio de Janeiro: Forense: Universitária. Semanas de aula RABELO, E. H. 2003. Avaliação: novos tempos, novas práticas. Petrópolis, RJ, Editora Vozes. Texto: Milho de pipoca SILVA, A. C. & SANTOS, R, M. 2002. Relação professor aluno: Uma reflexão dos problemas educacionais. Trabalho de conclusão de curso (Pedagogia), Universidade da Texto: Macacos Amazônia, Centro de Ciências Humanas e Educação, Pará. Referências SILVA, E. P. C. et al. 2010. Avaliação da aprendizagem: o que dizem os licenciandos de Bibliográficas biologia sobre o processo avaliativo? Disponível em: <http://www.sigeventos.com.br/ jepex/inscricao/resumos/0001/R1430-1.PDF>. Acesso em: 14 fev. 2011.
  • 37. Vivenciando o Estágio II www.vivenciandooestagioII.com.br Apresentação SZUNDY, P. T. C. 2005. A Construção do Conhecimento do Jogo e Sobre o Jogo: ensino O que é o estágio supervisionado? e aprendizagem de LE e formação reflexiva. Tese (Doutorado em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem) – Laboratório de Estudos da Linguagem. PUC, São Paulo. Porque estagiar? VALDEZ, D. 2002. As relações interpessoais e a Teoria da Mente no contexto educativo. Pátio Revista Pedagógica, Porto Alegre, Artmed, ano VI, v. 23, set/out. Disponível em: Colégio CETEPA <http://onlineassociate.net/pdf/AS-RELA%C3%87%C3%95ES-> Acesso em: 20 dez. 2010. A turma VASCONCELOS, A. A. et al. 2005. A presença do diálogo na relação professor-aluno. O livro didático 2005. In: V Colóquio Internacional Paulo Freire, Recife, 19 a 22 de setembro. Disponível em:<http://www.paulofreire.org.br/pdf/comunicacoes_orais/A%20PRESENÇA%20DO%2 0DIÁLOGO%20NA%20RELAÇÃO%20PROFESSOR-ALUNO.pdf>. Acesso em 22 jan. Observando 2011.Os encontros com a VASCONCELOS, F. C. G. C. & LEÃO, M. B. C. 2009. O vídeo como recurso didático para prof. orientadora ensino de ciências: uma categorização inicial. Disponível em: Sobre o ensino <http://www.eventosufrpe.com.br/jepex2009/cd/resumos/R0315-1.pdf>. Acesso em: 25 técnico jan. 2010. O construtivismo VIGLUS, D. 2007. O filme na sala de aula: um aprendizado prazeroso. Disponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/1532-8.pdf>. Acesso em: 15 Professor: ser ou jan. 2011. não ser? Semanas de aula Texto: Milho de pipoca Texto: Macacos Referências Bibliográficas Obrigada pela leitura!