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Apresentacao de antropologia psicologia
 

Apresentacao de antropologia psicologia

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  • Trabalho de Antropologia: Evolução Histórica da Reflexão sobre a Condição Humana
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    Apresentacao de antropologia psicologia  Apresentacao de antropologia psicologia Presentation Transcript

    • Faculdade Castro Alves Antropologia Filosófica Profº Fabiano Oliveira
      • Carla Nascimento
      • Everaldo Monteiro
      • Janilda Lima
      • Juciene Queiroz
      • Maria Conceição
      • Maria Vanilda
      • Lissandra Sena
      • Rita Goulart
      • Hércules
      • Aquiles
      • Ninfas
      • Sátiros
      • Centauros
      • Sereias
      • Medusa
      • Para muitos povos, a religião, através dos valores transmitidos por suas crenças e das práticas que realizam em seus rituais, organiza a vida da sociedade. E assim era entre os gregos.
      • Na Grécia Antiga, as várias cidades-estados eram parte de uma mesma comunidade religiosa: tinham as mesmas crenças e rituais, tanto que se faziam representar num santuário comum, Delfos, e se uniam para rituais, como, por exemplo, os que aconteciam nas festas pan-helênicas, como as Olimpíadas.
      • Atualmente, a compreensão do valor dos deuses gregos é possível através dos relatos contidos nos mitos, que são narrações de verdades essenciais para a compreensão da natureza, do universo, do ser humano e da sociedade. Ao conjunto de mitos dá-se o nome de mitologia, que constitui a memória de uma soma de valores e de uma espécie de conhecimento.
      • Assim como a do mundo, a origem do homem é relatada por inúmeros mitos que falam de seus antepassados: em algumas regiões eram considerados filhos da Terra, em outras eram formigas transformadas, ou seres feitos a partir do barro ou da areia.
    • A filosofia retoma seu caminho pela razão e percorre através de seus limites e capacidade de busca até a visão dramática e angustiada do destino do homem. O período socrático ou antropológico foi marcado pela democracia que dava igualdade a todos nas polis (cidades) dando direito à participação no governo e ainda pela mudança na educação grega já que as pessoas precisavam saber falar e induzir as demais. Pré-Socráticos
      • Período Cosmológico. Caracterizado pela physis (natureza), buscava entender racionalmente a origem e as transformações ocorridas na natureza ao longo do tempo. Eles queriam entender o que de fato ocorreu com o ser humano.
      • Tales de Mileto –(tendência elementista) -identificou a água como elemento presente em todos os seres vivos.
      • Pitágoras (570/490 aC) Afirmava que as coisas são constituídas de números, já defendia o panteísmo, que significa uma relação entre teorias matemáticas e a matempsicose (a transformação da alma). É considerado um dos mais importantes matemáticos, no âmbito mundial. A geometria teve suas continuidades nos estudos desenvolvidos por ele.
      • Demócrito (460-370 a.c.) foi o criador da teoria Atomista. Afirma que "o homem é um microcosmo".
      • São livres-pensadores que não obedecem a padrões instituídos . A palavra sofista deriva do grego sophistés, com o sentido original de habilidade específica em algum setor, ou homem que detém um determinado saber .
      • Representam para a Grécia antiga o que os iluministas europeus representaram para a Europa do Século XVIII. Uns e outros põem em causa a tradição e aceitam como juiz apenas a razão. Num e noutro caso trata-se de um processo de emancipação do homem face aos condicionamentos colocados pelos usos e costumes instituídos.
      • Os sofistas marcam a passagem do período cosmotológico para o período antropológico, centrado em questões linguísticas, gramaticais, epistemológicas e jurídicas.
      • Dentre as características ,destaca-se o Humanismo para melhor representar a condição humana na visão dos Sofistas: Humanismo – Ao centrar seus interesses nos problemas humanos, os sofistas podem ser comparados aos humanistas da renascença (século XV), preocupados com os problemas práticos do homem político, da natureza humana inserida na pólis e na vida do Estado.
      • O conhecimento do meio circundante é imperfeito por que advém dos sentidos - sujeito a ilusões . “ Conhece-te a ti mesmo” – principio e método socrático. (introspecção).
      • O Único conhecimento necessário : O próprio eu. Que permitiria o ser humano, levar uma vida virtuosa. “O reto conhecimento das coisas leva o homem a viver de acordo com os preceitos morais, pois quem sabe o que é bom, também o pratica”.
      • Sua sabedoria consistia em ter conhecimento de sua ignorância. “O Sábio não erra. A maldade é resultado da ignorância”.
      • Ter consciência que não se sabe é o ponto de partida da ciência e do conhecimento. “A virtude advém do Saber e é a própria felicidade”.
      • Maiêutica - método socrático de ensino. A pedagogia socrática não abusava da técnica da palavra e da retórica e não impunha idéias. Utilizava do dialogo crítico para chegar a verdadeira essência das coisas. Procedimento didático – “Sei que nada sei”.
      • Usava a ironia quando demonstrava que suas idéias sobre diferentes assuntos eram contraditórias.
      • Revolucionou seu tempo, influenciando efetivamente
      • a Filosofia Grega e em conseqüência todo
      • o pensamento ocidental .
      • Mundo material – cópia perfeita do mundo ideal. A alma antes de encarnar, contemplou o mundo de idéias, mas ao unir-se ao corpo, afastou-se, pois o corpo é obstáculo ao conhecimento. O homem dualista – Mente e corpo. Valores da mente: belo e o bem, Valores do corpo: inferior.
      • Alma imortal - unida ao corpo teria três partes: Sensual – ligada às necessidades corpóreas; Afetiva – ligada aos afetos, impulsos e emoções; Racional – ligada à inteligência e à vontade livre.
      • Sociedade ideal : Servos ou escravos, industriais , comerciantes e agricultores . Parte inferior da sociedade, ligadas ao sustento do corpo. Soldados: Homens da emoção, coragem e do coração. Parte intermediário na escala social. Intelectuais: Homens das idéias e da razão. Deviam governar, seriam soberanos. Topo da escala social .
      • Pedagogia da essência: Pela educação, o individuo chega ao mundo das idéias,onde define sua essência verdadeira .
      • Papel da Educação : Descobrir e desenvolver as aptidões do indivíduo . Reconhecer as diferenças individuais e a necessidade de uma educação liberal, democrática que dá oportunidade a todos.
      • A posição platônica de valorização do intelectual e desvalorização do material trouxe repercussões significativas no mundo ocidental.
      • Não aceitava a existência das idéias inatas e nem no mundo das idéias.
      • A criança nasce sem conhecimento – uma ‘tabula rasa’. Adquiri-o pela experiência , com o método da intuição e do raciocínio, passando pelos sentidos para alcançar a inteligência. Essa tendência foi retomada na Idade Moderna e Contemporânea pelos empiristas e associacionistas.
      • Do mestre Platão, Aristóteles retomou e foi além com o dualismo: Mente e Corpo são indivisíveis, como a forma e a matéria (idéia retomada por São Tomás de Aquino - potencia e ato). O objetivo da matéria é adquirir forma. O Ser Supremo é a forma pura, imaterial e ser humano a forma em atividade específica e pensante.
      • Alma - Aquilo por que se vive, pensa e percebe: “Causa e princípio do corpo vivo”. É imortal, espécie de intelecto vivo, imaterial. Esse ponto de vista, tornou-se centro de interesse dos teólogos da Idade Média.
      • Psicologia ligada a biologia e a botânica: três tipos de Alma: das plantas (vegetativa), dos animais (animal) e dos seres humanos (racional).
      • Sua obra ‘Da Anima’ é considerado o primeiro tratado da psicologia.
      • • Metáforas de Platão (380-370 a.C.), livro Republica capitulo 7 – Alegoria da Caverna;
      • • Presos em uma caverna seres humanos são acorrentados e vivem em quase completa escuridão;
      • • Do lado exterior pessoas passam conversam, carregam no ombro figuras, imagens de homens, mulheres, etc.
      • • Prisioneiro julga que as sombras projetadas nas paredes são as vozes das próprias sombras;
      • • Um dos prisioneiros inconformado com a situação fabrica instrumento, consegue libertar-se, enfrenta obstáculos, fica cego no inicio devido a luminosidade excessiva;
      • • Sentindo-se dividido entre a incredulidade (dificuldade em decidir entre a realidade em que vê) e o deslumbramento (seus olhos não conseguem ver com nitidez as coisas iluminadas);
      Interpreta ç ão do Mito da Caverna
    • Nossas mentes estão escravizadas a imitações que confundimos com o real; • Caverna (o mundo que vivemos) ; • Luz exterior (luz do sol) ; • Mundo exterior (a realidade) ; • A réstia de luz (reflexo da luz verdadeira) • Prisioneiro que sai da caverna (o filosofo); • Instrumento usado pelo prisioneiro (a dialética) ; • Visão do mundo real ( a filosofia ), ele refere-se a condenação de Sócrates a morte pelos Atenienses. • A luz que o prisioneiro vê (luz plena do saber, do bem que ilumina o mundo inteligível) • Esforço da alma (os anos despendidos na criação do instrumento para sair da caverna) • Presos nos grilhões de preconceitos, atuamos como dominadores da natureza e não como parte dela, prisioneiros de uma gruta não repomos o que estamos agora preso ao sistema.
      • Para Agostinho a filosofia era a busca da felicidade e essa, para ele, era uma ”indagação da condição humana em busca da beatitude” (PESSANHA, 1980 p.XIII).
      • A condição humana está ligada a três atividades importantes , que assegura a sobrevivência da espécie. Labor, Trabalho e Ação;
      • É também ofertada pela Terra, pois sem sua transformação o homem não pode seguir sua evolução.
      • O homem tornou-se para si mesmo, uma questão insolúvel, pois podemos conhecer a essência natural das coisas, mas não do próprio homem.
      • As condições da existência humana são: natalidade, mortalidade, mundanidade, pluralidade e o planeta Terra, porém estas condições não explicam o que somos uma vez que o homem não é absolutamente condicionado segundo a opinião da filosofia em contraposição a ciência.
      • Cientificamente, sob condições terrenas, não parecemos terrenos, pois o Humano enxerga a natureza terrena de fora para dentro e não do seu campo natural para fora.
      • Já Tomás de Aquino, defenderá a existência de um mundo real, material. Esse mundo seria a criação divina. Ele aponta a apreensão do divino através da verdade da razão que não pode ser negada pela verdade revelada da fé, ambas precisam ser idênticas, do contrário a fé ou a razão não foram adequadamente empreendidas.
      • A teologia e a filosofia não se opõem. Fé e razão estão unidas em um único sentido: a perfeição, ou seja, o conhecimento de Deus.
      • Para Tomás de Aquino a verdade e o conhecimento também são alcançados através de um mestre interior, porém, não há a intervenção de uma luz divina para que se dê o conhecimento, ele já existe como potencialidade no interior do ser e cabe a este descobri-lo através do aprendizado, do estudo, da educação religiosa, da pedagogia.
      • Acreditava existir, como Platão, um mundo das idéias que era a perfeição, a verdade e um mundo real que era a representação imprecisa deste mundo ideal apreendida pelos sentidos sob diferentes formas .
      • Defendia idéias mais “materialistas” sob influência aristotélica.
      São Tomás de Aquino Portanto concluímos que ambos procuraram conformar razão e fé, filosofia e religião. Também defendiam que a busca do conhecimento dado através de ambas citadas acima, tinha um sentido comum: a verdade divina, o conhecimento da perfeição, ou seja, o entendimento de Deus.
      • Nos tempos Medievais nota-se que não só se explorava os pensamentos e comportamentos do homem, mas a outros fatores do mundo externo, como edifícios e modas, sendo influenciado por Deus e religião. Mostra na relação como forma de “despertar do mundo terreno”.
      • Sua característica principal, a liberdade e “leveza” no pensamento humano. Que se revela no estilo de vida, bem como em outros campos culturais, como: arquitetura, artes plásticas e artes culturais, moda, literatura.
      • As pessoas não estavam só em busca de Deus, mas também de descobrir seus lados internos.
      • Empirismo é uma doutrina filosófica que defende a idéia de que somente as experiências são capazes de gerar idéias e conhecimentos.
      • De acordo com o empirismo, as teorias das ciências devem ser formuladas e explicadas a partir da observação do mundo e da prática de experiências científicas. Portanto, este sistema filosófico descarta outras formas não científicas (fé, intuição, lendas, senso comum) como forma de geração de conhecimentos.
      John Locke (considerado o “pai” do empirismo filosófico)
      • Esta doutrina filosófica foi definida no século XVII pelo filósofo inglês John Locke. De acordo com este filósofo, todos os seres humanos nascem com a mente em branco, ou seja, limpa. Com as experiências e conhecimentos adquiridos em vida é que a personalidade se forma. Logo, a sociedade interfere diretamente na formação dos indivíduos.
      Francis Bacon Thomas Hobbes George Berkeley Tomás de Aquino Aristóteles
      • O racionalismo é a corrente filosófica que iniciou com a definição do raciocínio - operação mental, discursiva e lógica que usa uma ou mais proposições para extrair conclusões se uma ou outra proposição como verdadeira, falsa ou provável.
      • Esta doutrina afirma que tudo que existe tem uma causa inteligível, mesmo que não possa ser demonstrada de fato, como a origem do Universo.
      • Essa era a idéia central comum , privilegia a razão em detrimento da experiência do mundo sensível como via de acesso ao conhecimento.
      • Busca a certeza através da demonstração, por um conhecimentos que não vêm da experiência ,vem puramente da razão.
      • Essa corrente central do pensamento liberal ,se ocupa em estabelecer e propor caminhos para alcançar determinados fins,postulados em nome do interesse coletivo (common wealth),que é a base do próprio liberalismo, tornando-se também, a do racionalismo, que por sua vez, fica à base do planejamento da organização econômica e espacial da reprodução social.
      • René Descartes (1596-1650), Spinoza (1632-1677) e Leibniz (1646-1716) introduzem o racionalismo na filosofia moderna. Friedrich Hegel (1770-1831), por sua vez, identifica o racional ao real, supondo a total inteligibilidade deste último.
      • Os filósofos racionalistas utilizaram a matemática como instrumento da razão para explicar a realidade..É a corrente central no pensamento liberal que se ocupa em estabelecer e propor caminhos para alcançar determinados fins. Com esse objetivo, Descartes elaborou um método baseado na Geometria . As idéias de René Descartes influenciaram diversos pensadores:
      • O Discurso sobre o Método., entre os quais se destacam o holandês Bento de Espinoza e o alemão Gottfried Leibniz.
      • Leibniz era filósofo, matemático e político, ele desenvolveu o calculo infinitesimal, afirmou que algumas idéias e princípios existem em nós e são percebidos pelos sentidos, mas não provêm deles. Como exemplos de conhecimentos inatos, ele citava a Geometria, a Lógica e a Aritmética.
      • O primeiro método : jamais acolher alguma coisa como verdadeira que não tivesse clareza e não tivesse nenhuma ocasião de pô-lo em dúvida. Evitar suposições para evitar a precipitação e a prevenção,
      • O segundo método: dividir cada uma das dificuldades que eu examinasse em tantas parcelas quantas possíveis e quantas necessárias fossem para melhor resolvê-las.
      • O terceiro método: conduzir por ordem meus pensamentos, começando pelos objetos mais simples e mais fáceis de conhecer, para subir, pouco a pouco, como por degraus, até o conhecimento dos mais compostos, e supondo mesmo uma ordem entre os que não se precedem naturalmente uns aos outros.
      • O quarto método: fazer em toda parte enumerações tão completas e revisões tão gerais, que eu tivesse a certeza de nada omitir.
      •  
      Racionalismo
      • OS PENSADORES, “São Tomás de Aquino” São Paulo: Abril Cultural 1980.
      • OS PENSADORES, “Santo Agostinho” São Paulo: Abril Cultural 1980.
      • PESANHA, José de Américo Motta. “Santo Agostinho (354-430) Vida e Obra” p. VI – XXIV in “Os Pensadores, Santo Agostinho” São Paulo: Abril Cultural 1980.
      • ROSA, Maria da Glória de. “A História da Educação através dos textos”. São Paulo: CULTRIX, 2002
      • TOMÁS DE AQUINO. Suma Teológica. São Paulo: Loyola, 2002-2005.
      • Páginas Web e Websites Consultados
      • BORNHEIM, Gerd A. Os filósofos pré-socráticos. São Paulo: Cultrix, s. d.
      • KIRK, G. S. e RAVEN, J. E. Os filósofos pré-socráticos. 2ª edição. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1982.
      • RENASCENCA, Filosofando – Introdução a filosofia/ Aranha, Maria Lúcia de Arruda – Martins, Maria Helena Pires. 3ª edição.
      • Mitologia x Religião - CASA DO SINO - 2008 (Seminário sobre MITOLOGIA GREGA ) por Elisa Abrantes (RIBEIRO JR., W.A. Introdução à mitologia grega. Portal Graecia Antiqua, São Carlos. Disponível em www.greciantiga.org/arquivo.asp?num=0717. Consulta: 14/12/2008.)
      • www.culturabrasil.org/mitologianagrécia.htm , www.suapesquisa.com/mitologiagrega, www.filosofiavirtual.pro.br, www.wodpess.com, www.mundodosfilósofos.com.br
      • www.mito-da-caverna-platao.blogspot.com