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Workshop de Lutas - Maringá2012 - Fabricio B Del Vecchio

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Palestra ministrada no I Workshop Internacional de judô/brazilian jiu-jitsu. …

Palestra ministrada no I Workshop Internacional de judô/brazilian jiu-jitsu.
Título: "Preparação física, periodização e levantamento olímpico para esportes de combate". O material é para consulta e aprendizado, peço que não copiem os slides/informações e não plageiem o conteúdo.
http://www.workshopdelutas.com/

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  • 1. Professor Adjunto – ESEF/UFPel Membro do: European College of Sport Science National Strength and Conditioning Research Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte GTT11 – Treinamento EsportivoGrupo de Estudos e Pesquisas em Lutas, Artes Marciais e Modalidades de Combate – EEFE/USP
  • 2. Metabolismos Aeróbio Movimentações, Deslocamentos, Esforços ao final do combate, Manutenção de posições com baixa intensidade Anaeróbio Lático Disputas de Pegadas, Entradas de Golpes sucessivos, Bloqueios,Realização de rallies (raspagens, passagens de guarda e tentativa de finalização em sequência). Anaeróbio Alático Quebras de pegadas, Golpes únicos
  • 3. Característica Temporal - BJJ Média ± dp Luta em pé (s) 25 ± 17 Luta no solo (s) 146 ± 119 Repouso (s) 13 ± 6(Del Vecchio et al., 2007)
  • 4. (Condicionamento Metabólico)
  • 5. Qual utilidade?Quando é empregada?Como pode ser treinada?
  • 6. A intensidade deve ser elevada (70-80% do VO2máx entre o limiar de lactato e o limiar anaeróbio) intercalada com dias mais levesRecomendação:1-2 sessões acima de 70% do VO2máx por 20’-30’2 sessões entre 60-70% do VO2máx, 30’-60’ durante a semanaEm intensidades mais elevadas:1) Duração dos estímulos 1 min a 5 min, Intervalo de recuperação 30 seg 2 min, Relação esforço:pausa  1:1, 2:1, 3:1 ou 4:1;2) A recuperação é ativa (50% do VO2máx ou 65% da FCmáx)3) Para durações longas (5 min)  6 estímulos; Para durações curtas (1 min)  até 20
  • 7. Após 6 a 8 meses de exercícios submáximos = sem melhorias no VO2max Recomendação:Incluir de 1 a 2 sessões semanais de alta intensidade Acima da intensidade no VO2máx (vVO2max) Intensidade a 100 a 120% VO2máx Duração das repetições deve ser de 30” a 5’ ou a 50-60% do tempo limite (TLim)
  • 8. Relação E:P deve ser de 1:1 ou 2:1 e a pausa deve ser ativa (50-60% do VO2máx) A recuperação deve ser de 30”-3’ ou 60% TLim 6-20 séries Sessão com duração de 15-20 min. Esse tipo de trabalho pode ser feito 1-2 vezes por semana  15-40 min
  • 9. 8 séries de 20” : 10” de pausaIntensidade de 170% da PMaxAumentos significativos  no VO2max  na Potência produzida
  • 10. Treinamento Físico Geral para Lutadores de WRESTLING 14 lutadores com 6-7 anos de treino, níveis regional a nacional 2 treinos/semana:
  • 11. Sprint Interval Training: 6 x 35 m x 10”
  • 12. Circuito Específico – Judô (40”x40”) PSE Adultos (0-10): Tori  8±1 Uke  4±1(Baudry; Roux, 2009)
  • 13. TESTES ESPECÍFICOS DO JUDÔ SÉRIES MÁXIMAS EM 20” - 30” - 40” 45 41 42Quantidade de entradas 40 35 34 33 31 30 Suj01 30 27 27 Suj02 25 21 21 18 18 20 15 A D A D A D 20s 30s 40s
  • 14. Entradas de golpes - 1ª Avaliação --> Pré-12 semanas de treino Tempo 100% 90% 80% 70% 60% 20" 18 16 14 13 11 30" 27 24 22 19 16 40" 33 30 26 23 20Entradas de golpes - 2ª Avaliação --> Pós-12 semanas de treino Tempo 100% 90% 80% 70% 60% 20" 21 19 17 15 13 30" 31 28 25 22 19 40" 42 38 34 29 25
  • 15. Potência e Capacidade Anaeróbias Sistema de treinamento anaeróbio: (Yanagisawa et al., 1994) 3-4 séries DE 5 tiros COM 8 seg cada cicloergômetro  maior intensidade possível, Intervalos de 45 s entre eles - recuperação Freqüência de 2-3 vezes por semana 60 dias (superior a 8 semanas):Intermediários: Aumento de 21,1% na potência de pico anaeróbia Alto Nível: Melhora de 8,1% na potência de pico
  • 16. (1) 7-8 estímulos até a exaustão a uma intensidade que seria equivalente a 170% do VO2máx(2) 3-4 séries de 5 tiros de 8 s na maior intensidade possível com intervalos de 45 s entre os tiros(3) 5 estímulos de exercício supramáximo (all-out) na maior intensidade possível durante 10s, intercalados por 50 s de exercício a 80% do VO2máx
  • 17. 1º MÉTODO - EXERCÍCIOS DE CARÁTER GERAL COM SOBRECARGA Multiarticulares e Voltados para Músculos Específicos2º MÉTODO – EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS COM VARIAÇÃO DA CARGA EXTERNA Exercícios com manequim, em trios, com sobrecarga segmentar3º MÉTODO – EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS COM A MÁXIMA POTÊNCIA Combinações específicas do combate, Nage komi, Sequências4º MÉTODO – MÉTODO DE ESTIMULAÇÃO / BÚLGARO MISTO
  • 18. http://bestofbjj.com/content/2012/08/16/video-powerlift-with-cobrinha/
  • 19. Também utilizado para condicionamento metabólico
  • 20. TREINAMENTO EM CIRCUITO Diversas variantes Entre 6 e 12 estações Principais grupos musculares Duração de 15” a 40” (resistência de força  + tempo) Relação de esforço:pausa de 1:2  Iniciantes 1:1  Bom desempenho
  • 21. Agachamento Remada Rosca Uchi Komi ? Completo Alta Alternada
  • 22. Treino de Resistência de Força no Dojô
  • 23. Considerações Gerais sobreForça Isométrica de Preensão ManualNão se relaciona com o êxito competitivoTreino:Número de ações musculares (15 a 20)Duração das ações musculares (3” a 5”)Ação ser máxima ou submáximaFrequência do treinamento (3x/semana)Vários ângulos articulares (a cada 10° a 20°) ou estendido
  • 24. (Silva et al, 2012)
  • 25. (Franchini et al, 2011)
  • 26. Força Máximahttp://www.ibjjf.org/fotos/mundial2010/thursday/pages/IMG_7042-2010Worlds-June3-AliciaPhotos_JPG.htm
  • 27. Qual utilidade?Quando é empregada?Como pode ser treinada?
  • 28. Considerações GeraisDicas (controle de massa)Tempo de sessão - Até 45-50’Séries e repetições  3-5 séries de 1-5RM x 2’ rec.Mecanismos e cargasIntervalo Na sessão Entre sessões (72h)ExcêntricoExercícios – Ordem e TestoVelocidade de execução
  • 29. Predominantemente exercícios básicos
  • 30. Limiar de Ativação Alta Força Alta Potência Alta 1RM 5RM Moderada 10 RM 15 RM Baixa 20 RMUnidade Motora Tipo I Tipo II Tesch et al., JSCR 1998 Goldspink, 1992
  • 31. Ativação das Unidades Motoras
  • 32. 5 semanasGrupo Controle (n-11):3-4 x 8-10 uchikomi na maior intensidade possívelGrupo Experimental (n=11):Método de contraste - 3-4x – [2 x (3-4 butsukari + 1 projeção)]
  • 33. Potência
  • 34. Qual utilidade?Quando é empregada?Como pode ser treinada?
  • 35. Treinamento de PotênciaExercícios de saltabilidadeExercícios com própria massa corporalExercícios com sobrecarga externa / musculação Combinações entre estas opções
  • 36.  1ª ETAPA • CARGAS PESADAS ou CARGAS LEVES • DESENVOLVIDA COM ATIVIDADES GENÉRICAS LPO entra aqui• 2ª ETAPA • Exercícios com controle do equipamento ao final do movimento  Tem recebido críticas • PROJEÇÃO DO IMPLEMENTO (Medicinebol, Pliométricos) • SITUAÇÕES ESPECÍFICAS DA MODALIDADE
  • 37.  1ª ETAPA CARGAS PESADAS Aumento da força: Velocidade x Carga (80%) Princípio do tamanho (UNM com alto limiar de excitação) Elevadas Taxas de Desenvolvimento da Força
  • 38. FORÇA MÁXIMA ATINGIDAForçaForça em 200 ms Tempo (ms) 200 500
  • 39. (Kyrolainen et al., 2005)
  • 40.  1ª ETAPA CARGAS LEVES Definição das cargas em cada exercício Princípio da especificidade ( 40%) Melhores ajustes em longo prazo
  • 41.  OPÇÃO 01 – Cargas Pesadas Cargas de até 80% de 1RM (depende do exercício e do executante) OPÇÃO 02 – Cargas Leves Cargas de 30-45% de 1RM
  • 42. Definidas a partir do tempo de execução do gesto da modalidade Cargas Leves: Força Aplicação da força <0,25s Cargas Pesadas: Velocidade Aplicação da força 0,81 a 1,22s
  • 43. (Storey; Smith, 2012)
  • 44. Os movimentos do LPO demandam Elevada força de pico Alta taxa de contração para o desenvolvimento de força (Storey; Smith, 2012)
  • 45. ARRANCO Velocidade da barra na 2ª puxada = 1,65-2,28 m/s Em treinos, com cargas submáximas = 3 m/s Barra chega a 62-78% da estatura do praticante Competitivamente, todo e estímulo dura entre 3-5” (Storey; Smith, 2012)
  • 46. Arranco tem 6 fases:a) 1ª puxada b) Transição para início da 2ª puxada c) Realização da 2ª puxada d) “Turnover” e) Pegada (Catch) f) Recuperação (Recovery)
  • 47. ARREMESSO Cargas de 18-20% superiores ao Arranco Velocidade da barra na 2ª puxada = 0,88-1,73 m/s Em treinos, com cargas submáximas = 2,5 m/s Barra chega a 55-65% da estatura do praticante Para o 2º tempo, aplicam-se forças 17x superiores à MC Produção de potência <56kg  2140 W a >105  4786 W Competitivamente, todo e estímulo dura entre 8-12” (Storey; Smith, 2012)
  • 48. Arremesso (Clean & Jerk) tem 12 fases:a) first pullb) transition to the start of the second pull;c) completion of the second pulld) “Turnover”e) Pegada (Catch)f) Recovery from the cleang) start position for the jerkh) jerk dipi) jerk drivej) unsupported split under the bark) supported split under the barl) recovery from the jerk
  • 49. EXERCÍCIOS PARA O LPO Exercícios complementaresHang Snatch Hang Clean Snatch Pull Front SquatPower Snatch Power Clean Clean Pull Back Squat (Storey; Smith, 2012)
  • 50. (Waller; Piper; Miller, 2009)
  • 51. (Waller; Piper; Miller, 2009)
  • 52. (Waller; Piper; Miller, 2009)
  • 53. EXERCÍCIOS PARA O LPO Exercícios suplementares (musculatura sinergista)Agachamento Overhead Extensões paravertebrais Exercícios abdominais (Storey; Smith, 2012)
  • 54. 1. Princípio da Correspondência Dinâmica 2. Aplicação de força no solo durante os movimentos 3. 3 fases: 1ª puxada, 2ª puxada, recebimento da barraArrancoArremesso
  • 55. ALÉM DOS LPO, EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES E SUPLEMENTARES PODEM SER INCORPORADOS AOS PROGRAMAS TREINODE ATLETAS DE OUTRAS MODALIDADES DE POTÊNCIA POR: 1) Similaridade cinética nas fases propulsivas 2) Relação significante entre desempenho no LPO e produção de potência em SALTOS (r = 0,59 a 0,93), SPRINTS (r = -0,52 a -0,76) Testes de agilidade (r = -0,41)
  • 56. Exercícios de Levantamento OlímpicoProduzem maior potênciaAlto nível de coordenação inter/intramuscularMaior potência ~ 70-80% de 1RMVariações: 1 a 6 repetições Cargas de 30% a 40% 1RM 3 a 5 minutos de recuperação (Storey; Smith, 2012)
  • 57. Exercícios de Levantamento Olímpico O quanto treinar?Estudo com 10 semanas (17-20 anos)Volume de HIT (>90-100%) Quantidade de HIT Arremesso Agachamento MODERADO 10,5% 9,5% BAIXO 3,0% 5,3% ALTO ------ 6,9% (Storey; Smith, 2012)
  • 58. Exercícios de Levantamento Olímpico O quanto treinar? 20-35 anosVolume de HIT (>90-100%) pode ser superior (Storey; Smith, 2012)
  • 59. Exercícios de Levantamento Olímpico Tipologia de Fibras MuscularesAtletas de Força/Potência = 53-65% de T2 no VM Semelhante a de pessoas não treinadas A ≠ está na área de secção transversa (Storey; Smith, 2012)
  • 60. (Fry, 2004)
  • 61. (Fry, 2004)
  • 62. (Fry et al, 2003)
  • 63. (Fry et al, 2003)
  • 64. Produção de PotênciaPuxada no Arranco – 5442 WPuxada no Arremesso – 6981 WPotência Pico – 53 W/kg a 56 W/kg em homens 38 W/kg a 40 W/kg em mulheresSupino Reto – 415 WLevantamento terra – 1274 WPotência Pico – 4 a 12 W/kg (Storey; Smith, 2012)
  • 65. Levantamento Olímpico Função Neuromuscular Competidores de LPO tem Força Pico  ~15-20% Taxa de Desenvolvimento de Força  ~13-16% Maior que outros atletas de força/potênciaAtivação neural voluntária de UMN aumentadaAtivação neural induzida por reflexos de UMN aumentadaRecrutamento seletivo de unidades motoras de contração rápida (Storey; Smith, 2012)
  • 66. Levantamento Olímpico Função Neuromuscular Potência Pico, Força Pico eVelocidade máxima de deslocamento da barra São alcançadas em menos de 260 ms. (Storey; Smith, 2012)
  • 67. Tempo para aplicação
  • 68. O SOTO GARI Koreano = 0,98 s Japonês = 1,48 s
  • 69. Progressão A Progressão B Progressão C Progressão D Progressão E
  • 70. Levantamento OlímpicoLimitações quanto a Função Neuromuscular Encaixe e Diferentes saltos (MMII)Atletas de LPO tem PP entre 13 e 36%↑Exercícios de MMSS  Sem diferenças de outros atletas de potência (Storey; Smith, 2012)
  • 71. Levantamento de Peso Olímpico É bom para o Desempenho Físico? É bom para o Desempenho Físico de Lutadores?É MELHOR que OUTROS programas de condicionamento?
  • 72. 26 universitários gregos  3 grupos (LPO, TFT, CON) 24 sessões, 3x/semana Ativação muscular para o Salto Vertical (Arabatzi, Kellis, 2012)
  • 73. POTÊNCIA DE MEMBROS INFERIORES Levantamento de Peso Olímpico Treinamento de Força Tradicional Controle (Arabatzi, Kellis, 2012)
  • 74. Com base nos resultados eletromiográficos:
  • 75. 20 jogadores de futebol americano 5 semanas preparatórias iguais (Hoffman et al., 2004)
  • 76. OLYMPIC POWERLIFTINGPhase II (5 weeks) Phase II (5 weeks)Day 1 Days 1 and 3Snatch pulls (above knee) 5x5RM Squats 4X6–8RMSnatch pulls (floor) 5x5RM Dead lift 3X6–8RM†Bench press 4x6–8RM Stiff leg dead lift 3X6–8RMDumbell pulls (floor) 5x5RM Leg curl 3X6–8RMPush press 5x5RM Standing calf raise 3X6–8RM Lat pulldown 3X6–8RMDay 2 Seated row 4X6–8RMClean (floor) 5x5RM Biceps curls 4X6–8RMClean pulls (above knee) 5x5RM Sit-upsPush jerks 5x5RMSquats 4x6–8RMLunges 4x6–8RM Days 2 and 4Day 3 Bench press 4X6–8RMSnatch pulls (floor) 5x5RM Incline Dbl BP 4X6–8RMSnatch pulls (waist) 5x5RM Incline BP close grip 4X6–8RMPush jerk 5x5RM Incline flys (flat) 3X6–8RMBench press 4x6–8RM Seated Dbl SP 4X6–8RMFront squat 5x6–8RM Upright Row 3X6–8RM Front Raise 3X6–8RMDay 4 Lateral Raise 3X6–8RMClean pulls (above knee) 5x5RM Triceps Extension 4X6–8RMDumbell push press 5x5RM Triceps Pushdown 4X6–8RMSquats 4x6–8RM Sit-upsPower shrugs 5x5RMOverhead squats 4x6–8RM + FASE 3... (Hoffman et al., 2004)
  • 77. • Embora não sejam definitivos, estudos mostram que o LPO é efetivo para melhorar o desempenho em saltos;• Poucos estudos verificaram o efeito do LPO na capacidade de sprints, paradas bruscas, mudanças de direção e em arremessos;• Poucos estudos compararam o efeito do LPO com outros meios de treino;• Mais estudos são necessários para observar os efeitos de intervenções em médio prazo.
  • 78. Método 1: Incluir exercícios com aceleração completaMétodo 2: Alterar a cinética do exercício de força para focar na potência Método 3: Usar exercícios complexos e de contraste Método 4: Periodizar a realização de exercícios de força e de potência Método 5: Usar poucas repetições para aumentar produção de potência Método 6: Usar intervalo entre repetições para exercícios de potência
  • 79. Segunda Fase
  • 80. http://www.coachr.org/Training%20principles%20for%20jumpers/image013.jpg
  • 81. PROGRESSÃO exercícios com menor complexidade para exercícios com maior complexidadePor exemplo: Saltos simples com pernas unidas Saltos triplos com pernas unidas Sobrecarga de até 10% da Massa Corporal Saltos triplos com perna única (D-D-D-E-E-E...) Saltos com rotação Saltos em profundidade
  • 82. Alturas entre 20 e 110 cm. Atletas mais leves: até 3 sessões semanais Atletas mais pesados: 1 sessão por semana Realizar após dias de trabalho leve ou repousoProtocolos: 3-4 x 4-8 x 1,5-3 min 3 x 20 x 5 min – saltos alternados 5 x 10 x 10 min – saltos múltiplos 3-5 x 10 x 10 min – saltos profundos
  • 83. Competição Principal Pico Forma desportiva (2 meses) Grau de treinamentoPreparatório Competitivo Transição Adaptado de Bompa (1989)
  • 84. NomenclaturaNorte americana/Européia Russa/CubanaPré-temporada Preparatório (G&E)Temporada CompetitivoFora de Temporada Transição SESSÃO DE TREINO Um treino UNIDADE DE TREINO Um dia de treino(s) MICROCICLO Período entre 7 e 14 dias MESOCICLO Período entre 2 e 6 semanas MACROCICLO Período entre 6 e 12 meses
  • 85. Objetivos:Obter o pico de performance no tempo apropriado Reduzir a possibilidade de ocorrer overtraining Stone et al., 2000
  • 86. Os objetivos da periodização são obtidos através da manipulação do volume e intensidade do treinamento, com a concomitante seleção de exercícios
  • 87. “de trás pra frente” Da competição para os dia de início! Meses de Treino (Macrociclo) SemanaSSS de Treino (Mesociclo) Semana de Treino (Microciclo) Dia de Treino (Interferências)Sessão de Treino (Ordem dos estímulos)
  • 88. Os macrociclos são divididos em fases queindicam os objetivos a serem atingidos na preparação dos atletas:
  • 89. PREPARATÓRIOCOMPETITIVO TRANSIÇÃO •Halterofilismo e Atletismo •Organização política como respaldo•Períodos competitivos bem definidos
  • 90. Variações do modelo cíclico anual tradicional
  • 91. PERIODIZAÇÃO SIMPLES – 12 MESES1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Período Preparatório Período Pré-Competitivo Período Competitivo PR PERIODIZAÇÃO DUPLA – 2 PERÍODOS DE 6 MESES1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Período Período Período Período Pré- PPC Período Competitivo PRPreparatório Competitivo Preparatório Competitivo
  • 92. Tipos de Mesociclos Incorporação Básico de desenvolvimento Básico estabilizador Específico de desenvolvimento Específico estabilizador Pré-competitivo Competitivo Transição
  • 93. Tipos de MicrocicloIntrodutório (cargas leves, de envolvimento)Ordinário (moderado-alto, com carga intermediária)Manutenção (moderado, preocupação de establidade)Choque (carga de treino elevada, a maior possível)Competição (carga de treino baixa)Recuperação (cargas leves, após choque ou competição) (Smith, 2003)
  • 94. Ciclos típicos seguem padrão com alternância entre cargas de trabalho e recuperação: (Smith, 2003)
  • 95. PERÍODOSPREPARATÓRIO TRANSITÓRIO COMPETITIVOBASE ESPECÍFICO MANUTENÇÃOINTROD. DESENV. I ESTABILIZADOR DESENV. II
  • 96. 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1Semana 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26Meso Incorporação Básico de Desenv. Básico Estabiliz. Específico Desenv Específico Estabil. Pré-competitivo Comp. Este modelo – Tradicional – atende a um número limitado de competições no ano.
  • 97. Aplicações do Modelo Tradicional Iniciantes nas modalidades e atletas de níveis menores  Aplicadas àqueles que estão retornando à prática - p.ex. Lesões desportivas  Quando o calendário competitivo é curto
  • 98. MODELO PENDULAR - AROSIEV Grande preocupação em disciplinas com alto componente técnico * Baseia-se na alternância da forma desportiva ao longo do ano desportivo Sua principal característica: Carga geral tem percentual inferior à especial desde o início do processo Orientação da Carga Percentual ESPECIAL (%) 55 60 70 80 90 100 GERAL (%) 45 40 30 20 10 0Quanto menores as amplitudes dos pêndulos ao longo dadistribuição das cargas no tempo, maiores as condições de se competir eficazmente.
  • 99. MODELO PENDULAR - AROSIEV
  • 100. MODELO PENDULAR - AROSIEV É CONDICIONANTE  CARGAS GERAIS ADEQUADO PARA INICIANTES E INTERMEDIÁRIOS PRIVILEGIA EXERCÍCIOS ESPECÍFICOS DAS MODALIDADES100 CP1 CP2 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 S Q S S Q S S Q S S Q S S Q S S Q S MeC-01 MeC-02 MeC-03 MeC-04 MeC-05 MeC-06 4 sem 8 sem 12 sem 16 sem 16 sem 16 sem
  • 101. MODELO PENDULAR - AROSIEV APLICAÇÃO NA SELEÇÃO DE JUDO DE CAMPINASFEVEREIRO – JUNHO (JOGOS REGIONAIS - ATIBAIA) Potência Aeróbia e RML Capacidade Anaeróbia e Força Capacidade Anaeróbia e Força Força, Potência Anaeróbia e Técnico-Tático Potência Anaeróbia e Técnico-Tático
  • 102. Fases do Hipertrofia Força Potência Pico Rec. AtivaTreinamento Séries 3-5 3-5 3-5 1-3 AF Leve Rep/Série 8-12 2-6 2-3 1-3Intensidade Baixa Moderada Alta Muito Alta Volume Muito Alto Alto Moderado Baixo Kraemer; Hakkinen, 2004
  • 103. MODELO DE FORÇA-POTÊNCIA (LINEAR) PERÍODOS DE:
  • 104. Defendido por pesquisadores de grande influência na áreaManutenção de desempenhos regulares ao longo de temporadas mais demoradas Apresenta maior flexibilidade e é mais adaptável às mudanças de calendário Haff, 2004
  • 105. MODELO NÃO-LINEAR - RHEA
  • 106. MODELO NÃO-LINEAR - RHEA
  • 107. EXEMPLO DE MESOCICLO COM ÊNFASE NA HIPERTROFIA Semanas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12Sequência da sessão de treino Dia 1 A L M M M L A L A M L M Dia 2 M M A A A M M L L M M M Dia 3 M A L L MA A ML M MA A MA LML = MUITO LEVE; L = LEVE; M = MODERADA; A = ALTA; MA = MUITO ALTA; P = POTÊNCIA Kraemer; Fleck, 2009
  • 108. EXEMPLO DE MESOCICLO COM ÊNFASE NA FORÇA Semanas 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12Sequência da sessão de treino Dia 1 A L A A L P P L A A L A Dia 2 L MA M P A MA A MA A MA A L Dia 3 MA M M A ML L ML A L L P MAML = MUITO LEVE; L = LEVE; M = MODERADA; A = ALTA; MA = MUITO ALTA; P = POTÊNCIA Kraemer; Fleck, 2009
  • 109. 8 semanas2 grupos de 7 atletas cada (26±8 anos) Linear Não-linear ou Ondulatória (sic)2 treinos/semanaEspirometria (volume expirado, em ml)Impulsão horizontal (em cm)
  • 110. MODELO DAS CARGAS CONCENTRADAS YURI VERKOSHANSKY PRESSUPOSTO:Com o aumento do nível de qualificação esportiva, a velocidade de aumento da função motora diminui.Utilização de elevado volume de meios condicionantes de preparação especial Alteração profunda e prolongada na homeostase do organismo com redução dos índices funcionais
  • 111. - Bloco A: Treino Concentrado - MicroEtapa A1 – Entre 4 e 6 semanas -Exercícios Técnicos Essenciais -Exercícios Poliarticulares -Saltabilidade Simples -MicroEtapa A2 – Entre 4 e 6 semanas -Cargas Concentradas em grande volume -Treinamentos de Choque -Saltos Profundos -Ligações técnicas complexas - MicroEtapa A3 – Entre 4 e 6 semanas -Cargas concentradas em menor volume e maior intensidade - Saltos de profundidade - Esforços específicos e “explosivos” - Interconexão para o Bloco B
  • 112. - Bloco B: 4 a 8 semanas - Transferência Específica e Alta Intensidade - Coordenação e Técnica Desportiva c/ Grande Velocidade- Bloco C: 8 a 12 semanas - Efeito Posterior Duradouro do Treinamento (EPDT) - Aperfeiçoamento técnico tático - Exercício de Força de Alta Intensidade e Escasso volume Interconexão entre os BLOCOS A, B e C A B C
  • 113. MODELO EM BLOCOS TAEKWONDO JOGOS REGIONAIS DE 2009 – SÃO ROQUE Força Pot. – CP Pot. – CLVelocidade Capacidade Anaeróbia Potência Anaeróbia
  • 114. EXEMPLO DE BLOCOS (Villani; Gesuale, 2003)
  • 115. EXEMPLOS DE BLOCOS - Muay Thai (Villani; Gesuale, 2003)
  • 116. EXEMPLOS DE BLOCOS  Judô (Rosa, 2008)
  • 117. EXEMPLOS DE BLOCOS  Judô SEGUNDO SEMESTRE DE 2009Bloco A 06/07 - 24/07 ==> Microetapa A1 (3 semanas) 27/07 - 15/08 ==> Microetapa A2 (3 semanas) 17/08 - 05/09 ==> Microetapa A3 (3 semanas)Bloco B 08/09 - 25/09 ==> 3 semanasBloco C 28/09 - 03/10 - Paulista Sênior 05-18/10 - Jogos Abertos 23-25/10 - Brasileiro Adulto 07/11 - Absoluto por faixas
  • 118. SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM ↓ B.I. ↔ M.I. ↑ A.I. ↔ M.I. ↔ M.I. ↑ A.I. ↓ ↓ M.B.40%-59% 60-84% 85%-95% 60-84% 60-84% 85%-95% AVD FORÇA Potência + Interval + Interval + Potência + T-T Recup. LPO Resist Força LPO Específica Funcional Aeróbio Interval com FORÇA Aeróbio Interval + sprints Resist Específica
  • 119. SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM↔ M.I. ↔ M.I. ↑ A.I. ↔ M.I. ↔ M.I. ↑ M.A.I. ↓ ↓ M.B.60-84% 60-84% 85%-95% 60-84% 60-84% >95% AVDFORÇA Potência + Interval + FORÇA Potência + T-T Recup. LPO Resist LPO Específica Aeróbio Interval com Interval + Aeróbio Interval + sprints Força Resist Funcional Específica
  • 120. SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM ↓ B.I. ↔ M.I. ↑ M.A.I. ↔ M.I. ↓ B.I. ↑ M.A.I. ↓ ↓ M.B.40%-59% 60-84% >95% 60-84% 40%-59% >95% AVD FORÇA Potência + T-T + Luta Interval + Potência + T-T + Luta Recup. LPO Resist LPO Específica Interval + Interval com FORÇA Interval + Resist sprints Resist Específica Específica ***** ***** ***** = Repouso mínimo, feito na forma de circuit training (a intensidade excede 100% da Luta)
  • 121. SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM ↓ B.I. ↔ M.I. ↑ A.I. ↔ M.I. ↓ B.I. ↑ M.A.I. ↓ ↓ M.B.40%-59% 60-84% 85%-95% 60-84% 40%-59% >95% AVDInterval + Potência + T-T + Interval + Potência + T-T + Recup. Resist LPO Resist LPOEspecífica Luta Específica Luta ***** FORÇA Interval com Interval + FORÇA sprints Força Funcional ***** ***** = Repouso mínimo, feito na forma de circuit training (a intensidade excede 100% da Luta)
  • 122. SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM ↓ B.I. ↔ M.I. ↑ M.A.I. ↓ ↓ M.B. ↓ B.I. ↑ M.A.I. ↓ ↓ M.B.40%-59% 60-84% >95% AVD 40%-59% >95% AVD FORÇA Potência + T-T + Luta Recup. Potência + T-T + Luta Recup. LPO LPO Interval + Interval + Resist Força Específica Funcional ***** ***** = Repouso mínimo, feito na forma de circuit training (a intensidade excede 100% da luta)
  • 123. SEG TER QUA QUI SEX SAB DOM ↔ M.I. ↔ M.I. ↓ ↓ M.B. ↓ B.I. ↓ ↓ M.B. ↓ ↓ M.B. 60-84% 60-84% AVD 40%-59% AVD AVD Potência + FORÇA Recup. Interval + Recup. Competição Recup. LPO Resist EspecíficaInterval com Interval + sprints Força Funcional ***** = Repouso mínimo, feito na forma de circuit training (a intensidade excede 100% da Luta)
  • 124. TIAGO CASTRO - BJJ M1: Final de Novembro ; M2: Meio de Janeiro120 98.8 100100 91.6 86 78.280 75.1 72 72 74 66 60.05 6060 56.06 50 50 M140 34.4 36 31.1 28 M2 24 18.9920 12.97 13.14 8.95 0
  • 125. dentro fora