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Recursos renováveis e fontes energéticas

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Recursos Renováveis e Fontes Energéticas: Utilização do bagaço da cana de açúcar como fonte energética para as Indústrias de Pernambuco.

Recursos Renováveis e Fontes Energéticas: Utilização do bagaço da cana de açúcar como fonte energética para as Indústrias de Pernambuco.

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    Recursos renováveis e fontes energéticas Recursos renováveis e fontes energéticas Presentation Transcript

    • Recursos Renováveis e Fontes Energéticas: Utilização do bagaço da cana de açúcar como fonte energética para as Indústrias de Pernambuco. Engenharia de Produção 4º período Profª.: Patrícia Leite Carlos Luiz Gilson Pereira Fábio Souto Eduardo Leonardo Selva
    • Reflexão
      • “Nós precisamos de uma nova maneira de pensar , para resolver os problemas causados pela velha maneira de pensar”
      • Albert Einstein
    • Problemática
      • A viabilização das subestações vem a ser um grande problema devido a crise de crédito mundial recente e ao descenso no preço da cana de açúcar nos últimos anos. A implantação das redes de energia co-geradas devem ter uma autorização prévia da gestão energética estadual, para o abastecimento populacional.
      • Com a utilização do bagaço da cana de açúcar voltada para produção de energia, a pecuária perde uma de suas principais fontes para manutenção dos seus rebanhos nos períodos secos.
      • A bioenergia até então é uma energia complementar.
    • Hipótese
      • Usinas já em funcionamento, interligá-las à rede de distribuição;
      • Viabilização com o suporte do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social);
      • Fontes alternativas para pecuária;
      • Crescimento do etanol, fabricação contínua.
    • Justificativa
      • Fontes seguras, limpas e renováveis de energia elétrica;
      • Grandes pilares do setor elétrico brasileiro;
      • “ ...a cana ultrapassou esse ano (2009) a hidroeletricidade em termos de geração de energia, quer dizer, aí vai energia de etanol, a energia continua contida na cana, ela passou a ser uma fonte importante no Brasil.”
      • Maurício Tolmasquim , presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), subordinada ao Ministério de Minas e Energia
      • Tornar possível e viável o uso da co-geração através do bagaço da cana de açúcar.
    • Objetivos
      • Geral:
        • Co-geração.
      • Específico:
        • Ciclo açucareiro;
        • Funcionamento de uma usina de co-geração;
        • Viabilidade dos investimentos em co-geração.
    • Método
      • Tipo de Pesquisa:
        • Método Comparativo
      • Seleção de Participantes:
        • Secretarias Estaduais;
        • Sindicato da Cana de Açúcar;
        • Produtores de Cana de Açúcar;
        • População Pernambucana.
      • Plano de Coleta de Dados:
        • Entrevistas: Secretarias Estaduais e Sindicato da Cana de Açúcar;
        • Questionários: Produtores de Cana de Açúcar do Estado;
        • Formulários: População do Estado de Pernambuco .
      • Método da Análise de Dados:
        • Seleção de Dados;
        • Categorização dos Dados;
        • Tabulação dos Dados.
      Método
      • Cronograma:
      Método
    • Processo produtivo da cana de açúcar Extraído de: www.sabaralcool.com.br/processoProducao.html
    • Processo produtivo do açúcar e etanol Extraído de: www.etanol.ufscar.br/palestras-do-dia-02-de-setembro/o-processo-produtivo-do-etanol
    • Energia Limpa: Biomassa
      • Extraído de : http://ecourbana.files.wordpress.com/2008/06/carboncycle11.jpg
      “ ...O Governo Federal vai comprar energia de biomassa, feita a partir do bagaço da cana-de-açúcar. [...] Todos consumidores do Brasil, vamos estar consumindo energia de biomassa, cada usina assina contrato com todas as distribuidoras, na proporção de demanda de cada distribuidora. Então, nas nossas casas, nós vamos consumir um mix de energia que vem das usinas hidrelétricas, da biomassa e das outras térmicas.” Maurício Tolmasquim , presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), subordinada ao Ministério de Minas e Energia
    • Funcionamento de uma subestação Extraído de: www.comciencia.br/reportagens/energiaeletrica/energia06.htm
    • Viabilização das subestações “ Novos investimentos, apenas com a entrada de dinheiro novo, e isso está raro no momento” Antonio de Pádua Rodrigues , diretor técnico da União da Indústria de Cana de Açúcar (Unica).
      • Investimentos na ordem de US$ 400 mil/MW  a US$ 600 mil/MW, para as usinas da agroindústria da cana;
      • Financiamento através do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
    • Bioenergia hoje: A participação da bioeletricidade na matriz energética brasileira é de 3%, o que equivale a aproximadamente 1.400 MW médios e em 2020 serão 14.400 MW. “ As usinas do setor sucroalcooleiro podem fornecer de 2.500 MW a 3.000 MW, o que seria suficiente para abastecer uma cidade de três milhões de habitantes.” ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica) “ Uma tonelada de cana oferece resíduos suficientes para gerar excedentes energéticos da ordem de 56,7 quilowatts/hora (KW/h) nas usinas integradas e 64,77 KW/h nas destilarias autônomas.” Clean Energy Associates & Partners
    • Bioenergia hoje: Extraído de: Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Estratégico (Nipe) As 343 usinas instaladas no País geram hoje 3.079 MW/h, equivalente ao de uma grande usina hidrelétrica, mas, por enquanto, somente 508 MW/h são oferecidos à rede de distribuição elétrica, por 48 unidades interligadas. As regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul têm 33 usinas de cana interligadas à rede de energia elétrica, oferecendo 420,1 MW/h. O Nordeste tem 15 usinas, com 87,9 MW/h. DiárioNet Localização das usinas de álcool e açúcar no Brasil - 2007
    • Efeitos da bioenergia
      • Alavancar a indústria brasileira de equipamentos;
      • Aumento da ocupação da capacidade industrial brasileira;
      • Oportunidade para a venda de créditos de carbono.
    • Fonte: Eletrobrás e EPE (Empresa de Pesquisa Energética) Dados energéticos Conversões baseadas em: <www.jc.com.br>, 17 de novembro de 2009, dólar comercial a custo de: R$1,7090. Custo da bioenergia, em MW/h (Megawatt por hora). Custo da energia proveniente de novas hidrelétricas, em MW/h (Megawatt por hora). US$ 40,00 – R$ 60,36 (média) US$ 32,00 – R$ 54,699 (tendência para declínio) R$ 78,00 ( Hidrelétrica de Santo Antônio) R$ 71,00 (Hidrelétrica de Jirau)
    • Dados energéticos Legenda: OECD - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. São 30 países integrantes entre eles Alemanha, Coréia do Sul, Estados Unidos, França e Japão. Balanço Energético Nacional &quot; 2003,  41% da matriz energética brasileira é renovável, enquanto a média mundial é de 14%, chegando a apenas 6% nos países desenvolvidos. biomassa é responsável por 27,2%. Extraído de: ecen.com 2002 -
    • Consumo de Energia Dados energéticos Extraído de: ecen.com Extraído de: ecen.com
    • Perspectivas da bioenergia “ O bagaço da cana-de-açúcar e a força dos ventos são fontes de energia alternativa que poderão ser usadas nos próximos dez anos.” Plano Decenal de Expansão Energética (PDE) 2008-2017, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao Ministério de Minas e Energia. “ Os canaviais brasileiros existentes poderiam gerar energia equivalente a cerca de 14.000 MW.” Instituto Brasil Acende. “ O setor sucroalcooleiro deverá investir R$ 45 bilhões até 2015 em projetos de cogeração.” Cogen-SP, Associação Paulista de Cogeração de Energia.
    • “ A safra de cana-de-açúcar passou de 318 milhões de toneladas para 514 milhões de toneladas, devendo chegar à impressionante marca de 730 milhões em 2010, segundo estimativas recentes.” Paulo Cezar Coelho Tavares , vice-presidente da G-InvestNews. Perspectivas da bioenergia “ O país poderá produzir, em 2012, quase 24 mil megawatts de energia elétrica a partir do bagaço de cana-de-açúcar, aproveitando o que restar de uma produção de 730 milhões de toneladas de cana prevista para aquela safra. O número corresponde ao dobro do gerado pela hidrelétrica de Itaipu.” Luiz Gonzaga Bertelli, diretor de Energia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
    • Referências Bibliográficas
      • www.fundaj.gov.br/docs/tropico/desat/bagaco.html, acesso em 10 de outubro de 2009;
      • ecourbana.wordpress.com/, acesso em 10 de outubro de 2009;
      • www.iea.usp.br/iea/online/midiateca/etanolcelulosicosoares.pdf, acesso em 12 de outubro de 2009;
      • www.etanol.ufscar.br/palestras-do-dia-02-de-setembro/o-processo-produtivo-do-etanol, acesso em 13 de outubro de 2009;
      • ethanolbrasil.blogspot.com/2009/01/fontes-de-energia-apostam-no-bagao-de.html, acesso em 13 de outubro de 2009;
      • www.comciencia.br/reportagens/energiaeletrica/energia06.htm, aceso em 13 de outubro de 2009;
      • www.cna.org.br/site/noticia.php?n=2847, acesso em 15 de outubro de 2009;
      • www2.thetoptips.com.br/2008/07/25/o-novo-ciclo-da-cana/, acesso em 15 de outubro de 2009;
      • www2.thetoptips.com.br/2007/07/09/bagaco-de-cana-pode-gerar-mais-energia-eletrica-que-itaipu/, acesso em 15 de outubro de 2009;
      • invertia.terra.com.br/carbono/interna/0,,OI2862416-EI8938,00.html, acesso em 16 de outubro de 2009;
      • www.portalpch.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2042&Itemid=134, acesso em 17 de outubro de 2009.
      • ecen.com/eee39/brasil_energia_em_2002.htm, acesso em 01 de novembro de 2009.
      • www.sabaralcool.com.br/processoProducao.html, acesso em 05 de novembro de 2009.