Operações estruturadas para captação de recursos
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Operações estruturadas para captação de recursos Operações estruturadas para captação de recursos Presentation Transcript

  • Setor SucroalcooleiroProject Finance: Operações Estruturadaspara Captação de RecursosFEICANA, Araçatuba / SPMarço/2012
  • Agenda PáginaApresentação TAS CT Financiamento de Projetos 3Mercado Sucroalcooleiro: Desafios e Oportunidades para o 5Financiamento de Projetos e CaptaçõesI. Financiamento ao Investimento – BNDES 7II. Financiamento a Inovação, P&D 13III. Mercado de Capitais – Dívida, Securitizações 15IV.Outras oportunidades estruturadas de levantamento de 19recursosEscopo de Serviços de Assessoria a Financiamento de 21ProjetosCaso Ilustrativo: Assessoria a Financiamento de Projeto 26Nossas Credenciais 29
  • 3 Ernst & Young TercoServiços de Transações Corporativas (TAS)Financiamento de Projetos (PFI) Auditoria Ernst & Young Impostos Terco Assessoria TAS TRANSACTION TRANSACTION CAPITAL Financiamento SUPPORT TAX TRANSFORMATION Projetos (PFI) Uma transação de sucesso requer uma profunda análise financeira de modo a resultar numa estrutura operacional e econômica viável que atinja as expectativas dos acionistas. Nossa equipe de Transações Corporativas (TAS) tem as habilidades e conhecimentos necessários para assessorar os nossos clientes em todas as fases do desenvolvimento de um projeto. Nossos clientes de Financiamento de Projetos (PFI) contam com uma global integrada de conhecimento, habilidades e experiência. São de 200 pessoas em 40 países focadas em operações de financiamento de projetos.
  • 4 Ernst & Young TercoProject Finance - BrasilFinanciamento de Projetos (PFI)§ No Brasil a nossa equipe especializada em Financiamento de Projetos conta com mais de 30 pessoas e prestaassessoria a clientes dos setores privado e público. Os serviços prestados permitem o desenvolvimento dascompetências exigidas em cada setor e o agronegócio é um de nossos focos. Financiamento de Projetos (PFI) Privado Público § Viabilidade econômico-financeira dos § Concessões; projetos; § Parcerias público-privadas (PPPs); §Modelagem financeira; § Privatizações; §Estratégias de captação de recursos; § Desenvolvimento de projetos e §Suporte em estruturas de financiamento programas governamentais; alternativas . §Análises financeiras para projetos §Reavaliação / Otimização da estratégia de Públicos. endividamento
  • 5 Ernst & Young TercoMercado Sucroalcooleiro:Desafios e Oportunidades para Financiamento dos Investimentos emExpansão e Modernização► Obter o enquadramento e Obter financiamentos para apoio da ► aprovações de expansão/renovação dos canaviais financiamentos junto a através das linhas ligadas ao Plano organismos de fomento Estratégico do Setor Sucroalcooleiro do oficiais (BNDES, BNB, FINEP, governo federal para o apoio à expansão e etc) para apoio dos Financiamento renovação de canaviais (como o programa investimentos em projetos e à Expansão e do BNDES “Pró Renova”). objetivando a implementação Financiamento à Renovação dos cronogramas dentro dos Expansão e Agrícola prazos orçados. Modernização de ► Estudar outras fontes de Plantas Existentes captação estruturadas com flexibilidade e custos adequados (mercado de Desafios Consideração capitais via emissões de de Outras Fontes dívida, securitizações; Estruturadas de operações de médio/longo ► Captar recursos / Financiamento prazo para financiamento ao Captação e financiamentos para o a Novas comércio exterior; investimento em novas Recursos Unidades e programas de cessão/venda unidades agroindustriais ou Outras de recebíveis, entre outras). novos projetos (cogeração, Iniciativas Reavaliação / inovação/pesquisa e Otimização desenvolvimento, logística, da Posição ► Reavaliar / otimizar a posição de entre outros) através de de Dívida endividamento vis –a –vis às oportunidades, órgãos de fomento oficiais. custos e condições oferecidas pelo mercado financeiro brasileiro e internacional.
  • 6 Ernst & Young TercoStatus: Principais Fontes de Recursospara Financiamento de Projetos eCaptações Estruturadas
  • 7 Ernst & Young Terco Principais fontes de recursos oficiais BNDES: Financiamento ao Investimento Sucroalcooleiro.• O BNDES tem sido o principal provedor de recursos para financiamento ao investimento no setorsucroalcooleiro.• Apoia investimentos industriais e agrícolas (usinas novas e modernização de usinas existentes) mas tambéminvestimentos em cogeração, logística, inovação/p&d, etc etc.• Principais modalidades de apoio ao setor tem sido: BNDES Aut., FINEM e programas como BNDES PSI (bensde capital), Pró-Renova e PAISS (Plano BNDES- FINEP de Apoio à Inovação dos Setores Sucroenergético eSucroquímico), entre outros.• A evolução dos desembolsos do BNDES é a seguinte: 180,0 168,4 137,4 139,7 BNDES (R$ Bln) 160,0 Desembolsos Total Geral 140,0 Ano Gerais Petrobras (a.a.) BNDES (R$ Bln) 2006 52,3 52,3 120,0 92,2 Petrobras 2007 64,9 64,9 100,0 2008 92,2 92,2 BNDES (R$ Bln) 80,0 52,3 64,9 2009 137,4 137,4 Desembolsos Gerais 2010 143,7 24,7 168,4 60,0 2011 139,7 139,7 40,0 Fo nte: B NDES 20,0 0,0 2006 2007 2008 2009 2010 2011
  • 8 Ernst & Young Terco Principais fontes de recursos oficiais BNDES: Financiamento ao Investimento Sucroalcooleiro.• Em 2011 os desembolsos para o setor sucroalcooleiro caíram 22% comparados a 2010 (a influência do cenáriointernacional assim como as condições menos vantajosas do PSI contribuíram para a redução dos projetosingressados à análise do banco, entre outros fatores).• Para 2012 projetam-se desembolsos para o setor superando novamente R$ 6 Bln, com destaque para osinvestimentos agrícolas (e a utilização de programas como o Pró-Renova p/ expansão e renovação de canaviais). Participação do Setor (R$ Bln) Part. do Setor (%) nos Desembolsos Totais - BNDES Desemb. Setor Part. 8,0% Ano Sucroalcooleiro Setor % 7,0% 2006 2,0 3,8% 7,0% 2007 3,5 5,4% 6,0% 5,4% 2008 6,5 7,0% 5,0% 3,8% 4,7% 4,5% 2009 6,4 4,7% 4,2% 4,0% 2010 7,6 4,5% 2011 5,9 4,2% 3,0% Fo nte: 2,0% B NDES 2012: 1,0% Desembolsos 0,0% estimados 2006 2007 2008 acima de 2009 2010 2011 R$ 6 Bln
  • 9 Ernst & Young Terco Principais fontes de recursos oficiais BNDES: Financiamento ao Investimento Sucroalcooleiro. Principais Financiamentos e programas voltados ao setor: Financiamento de Projetos, Bens de Capital, Renovação/Expansão de Canaviais, Inovação, entre outros BNDES Automático (Capacidade Produtiva) BNDES Inovação . Proj. Investimento. Max. 60% (*) . Investimento em P D & I. Max. 90% . Valor: MPME até R$ 20 MM; Grandes até R$10 MM. . Valor: Min. de R$ 1 MM. Direto. . Indireto. Cond. Financeiras de acordo com a linha: . Cond. Financeiras de acordo com a linha: Custo (TJ462 +Cesta, 80-20) + Rem. BNDES (1,3%) + Interm. (0,9%) + DC 1. Capital Inovador, 2. Inovação Produção, 3. Inovação Tecnológica BNDES FINEM (Capacidade Produtiva) Prorenova (até 31/12/2012) . Proj. Investimento. Max. 60% (*) . Renovação e implantação de novos canaviais. Max. 80-90% . Valor: igual ou superior a R$10 MM. . Valor: MPME até R$ 20 MM; Grandes até R$10 MM. . Direto. Cond. Financeiras de acordo com a linha: . Indireto. Cond. Financeiras de acordo com a linha: Custo (TJLP+ TJ462 +Cesta, 50-30-20) + Rem. Básica BNDES (1,3%) + Spread (até 3,57%) PSI Bens de Capital (até 31/12/2012) PAISS (2011 a 2014) . Veículos Rodov., Bens Informática Nac., Maqs. Eqptos. Abrang. 70 – . Pl. Apoio à Inovação Tecnológica Indl Setores Sucroenergético e 100% conf. bem. Sucroquímico – BNDES e FINEP . Direto/Indireto. Cond. Financeiras de acordo com o Bem: Veículos . Linhas temáticas: Bioetanol de 2ª. Geração, Novos Produtos de Cana Rodov. (5-10%), Bens Informática Nac., Maqs. Eqptos.(5,5-8,7%) de Açúcar, Gaseificação (Tecnologia, Equiptos, Processos) . Regras das Linhas de Inovação BNDES/FINEP. (*) Obs: abrangência maior dependerá se município do investimento beneficiado pela PDR (Pol. Desenvolvimento Regional).
  • 10 Ernst & Young TercoPrincipais fontes de recursos oficiaisBNDES Inovação (1)Ø Objetivo: contribuir para o aumento das atividades de inovação no país e para a sua realização emcaráter sistemático. Itens financiáveis: § Equipe / Contratação de pesquisadores e especialistas § Aquisição de insumos e material de consumo § Investimentos em máquinas e equipamentos § Outros custos e despesas que envolvam P,D& I Público Alvo: § Empresas enquadráveis na modalidades de financiamento ‘direta’ FINEM do BNDES. Prazo: § Pagamento em até 168 meses; § Execução no tempo necessário para a realização de todas as atividades do PIB. Montante: § Valor mínimo de R$ 1 milhão; § Mediante avaliação de crédito empresa e conteúdo do projeto; § Teto de 80% a 100% do custo total do projeto. Garantias: § Fiança Bancária; Aval; Hipoteca; Penhor; Alienação fiduciária (bens móveis/imóveis); Recebíveis;
  • 11 Ernst & Young TercoPrincipais fontes de recursos oficiaisBNDES Inovação (2)Ø Avaliação/Aprovação em duas etapas: § Informações básicas da empresa e do projeto através da ‘Carta Consulta’. § Solicitação de financiamento através do ‘Memorial de Informações’: detalhes do projeto, viabilidade, análise de mercado e documentos para contratação.Ø Custo do Financiamento: varia de acordo com as linhas de crédito em que se enquadra o projeto. São elas: § Capital Inovador (financiamento “direto” – padrão FINEM) . Taxa: TJLP + 0% (Rem. BNDES) + 0% (tx risco empresa/grupo com ROB até R$ 60 MM) ou até 3,57%a.a. (empresa/grupo com ROB superior a R$ 60 MM) . Valores: mínimo: R$ 1 MM / máximo: R$ 200 MM . Prazo: até 12 anos conf. avaliação de crédito da empresa/projeto. § Inovação Tecnológica (financiamento “direto” – padrão FINEM) . Taxa Fixa: 4,5% a.a. . Valor mínimo: R$ 1 MM . Prazo: até 14 anos conf. avaliação de crédito da empresa/projeto. § Inovação Produção (financiamento “direto” – padrão FINEM) . Taxa: TJLP* + 0,9%a.a. (Rem. BNDES) + até 3,57%a.a. (tx. risco empresa/grupo) . Valor mínimo: R$ 3 MM . Prazo: até 14 anos conf. avaliação de crédito da empresa/projeto. * P/ eqptos. Importados: custo financeiro será UMBNDES ou US$ mais Encargos da Cesta de Moedas.
  • 12 Ernst & Young TercoPrincipais fontes de recursos oficiaisBNDES: Programa Prorenova. Programa de apoio à renovação e implantação de novos canaviais - BNDES Prorenova • Alvo: permitir o aumento da produção de etanol entre 2 a 4 bilhões de litros. • Dotação / Vigência: R$ 4 Bln até 31/12/2012 • Objetivo: financiamento à renovação e implantação de novos canaviais. • Clientes: Usinas e destilarias de açúcar e etanol; cooperativas de produção, cooperativas de produtores e condomínios da atividade produtiva; PFs/produtor rural para investimento no setor sucroalcooleiro. • Itens financiáveis: Gastos e tratos culturais associados ao plantio de cana de açúcar (cana planta) até a primeira safra (1º. corte), no âmbito do projeto de investimento investimento. • Formas de apoio: Indireta não automática. • Taxa de juros: TJLP + Rem. Básica BNDES (MPMEs 0,9% a.a., Médias-grandes/Grandes: 1,3% a.a.) + Taxa (MPMEs: Interm. Financeira (0,5% a.a., MPMEs isentas) + Del Credere. • Participação Máxima do BNDES: MPMEs: até 90%. Média Média-grandes e grandes empresas: até 80%. • Prazos: p/ MPMEs de acordo com a capacidade de pagamento do empreendimento do cliente. Média-grandes / Grandes: até 6 anos, incluído o prazo de carência de no máximo 18 meses. • Garantias: a critério da instituição financeira credenciada (poderá ser aceito o penhor de cana).
  • 13 Ernst & Young TercoPrincipais fontes de recursos oficiaisFINEP: Financiamento à Inovação, P&D (1)§ Pelo programa Inova Brasil provê linhas de financiamento (direto) para apoio dos projetos de Inovação. Foco:fomentar o aumento da competitividade de nossas empresas a nível nacional e internacional.§ Dotação: em 2011 a FINEP aplicou R$ 3,75 Bln. Para 2012 prevê aplicar R$ 6 Bln (aumento de 62,5%). Inova Brasil § Objeto: projetos de investimento para desenvolver produtos ou processos novos / aprimorados (ao menos para o mercado nacional). § Financiadas: empresas brasileiras (ou sob controle de capital estrangeiro com atividade econômica especificada no decreto nº 2.233, de 23/05/1997). §Abrangência: até 90% do custo total do projeto. § Valor mínimo: R$ 1 MM. § Itens financiáveis: •Equipe / Contratação de pesquisadores e especialistas •Aquisição de insumos e material de consumo •Investimentos em máquinas e equipamentos •Outros custos e despesas que envolvam P, D & I
  • 14 Ernst & Young TercoPrincipais fontes de recursos oficiais rincipaisFINEP: Financiamento à Inovação, P&D (2) Custo do Financiamento: Varia de acordo com o programa de enquadramento do projeto. As linhas de financiamento são: § Linha 1 - Inovação Tecnológica . Taxa Fixa: 4% a.a. . Objeto: Produtos / Processos Novos; Produtos / Processos aprimorados (ao menos p/ mercado nacional) . Prazo: até 120 meses, com até 36 meses de carência § Linha 2 - Capital Inovador . Taxa Fixa: 5% a.a. . Objeto: Capitais Tangíveis (Infraestrutura Física) e Capitais Intangíveis. . Prazo: até 96 meses com até 24 meses de carência §Linha 3 - Pré-Investimento (Temporariamente inativa Ainda em estruturação pela FINEP). inativa.
  • 15 Ernst & Young TercoPrincipais fontes de recursosMercado de Capitais Externo: DívidaO Mercado de Capitais – Dívida se desenvolveu muito ao longo dos últimos anos como fonte relevante decaptação de recursos de médio e longo prazo para as empresas brasileiras.Mercado de Capitais Internacional - Dívida•Em 2011 o mercado internacional de dívida foi impactado pela influência da crise nos países europeus epraticamente não se abriu no 2º. Semestre. Apenas empresas bem conhecidas (Petrobrás, Braskem, Vale, etc)tiveram aceitação. Mas 2012 retomou os lançamentos de títulos/bonds, empréstimos sindicalizados,financiamento estruturado para exportação, para empresas de vários setores incluindo já uma emissão do setorsucroalcooleiro. Em 2012 foram captados até 05/Mar/12 USD 18,8 Bln e o prazo médio segue crescendo. 12 Em US$ bilhões Total Prazo médio das operações*** 75 Até 36 meses* em meses 62,827 125 54,956 115 50 105 94 25 18,883 82 85 5,781 4,311 1,408 0 65 2010 2011 2012** 2010 2011 2012**Fonte: instituições financeiras e agências internacionais. Elaboração: Valor Data.•Com prazo igual ou inferior a 36 meses. ** Até 05/03. ***Exceto operações com prazo perpétuo perpétuo.•OBS: inclui emissão de títulos, empréstimos sindicalizados e financiamento estruturado para exportação exportação.
  • 16 Ernst & Young TercoPrincipais fontes de recursosMercado de Capitais Externo: DívidaOperações de Dívida / Captações Externas realizadas em 2012 até o presente: Captações de recursos no exterior (USD MM) Últimas operações realizadas no mercado internacional * Data de Data do Prazo Valor Cupom/Cus Retorno Emissor/Tomador Liquidação Vencimento Meses US$ milhões em % em % ** República Federativa do Brasil (3) 6/1/2012 22/1/2021 108 825 4,875 3,449 Vale 11/1/2012 11/1/2022 120 1.000 4,375 4,525 Bradesco 12/1/2012 12/1/2017 60 750 4,5 4,5 Banco do Brasil (8) 20/1/2012 - - 1.000 9,25 9,25 Itaú Unibanco (9) 24/1/2012 21/12/2021 119 550 6,2 6 BicBanco (10) 1/1/2012 1/1/2017 60 208 - - Odebrecht (3) 26/1/2012 5/4/2023 135 300 6 5,95 JBS 30/1/2012 1/2/2020 96 700 8,25 8,5 Braskem (11) 2/2/2012 15/4/2021 110 250 5,75 5,75 Banrisul (9) 2/2/2012 2/2/2022 120 500 7,375 7,5 CSN (3) 3/2/2012 21/7/2020 102 200 6,5 5,6 Petrobras (3) 6/2/2012 27/1/1941 348 1250 6,75 5,935 Petrobras (3) 6/2/2012 27/1/2021 108 2750 5,375 4,796 Petrobras 6/2/2012 6/2/2017 60 1750 3,5 3,628 Petrobras 6/2/2012 6/2/2015 36 1250 2,875 3,051 Virgolino de Oliveira 9/2/2012 9/2/2022 120 300 11,75 12 Votorantim Cimentos (3) 9/2/2012 5/4/1941 350 500 7,25 7,3 Brasil Telecom 10/2/2012 10/2/2022 120 1500 5,75 5,75 Minerva 10/2/2012 10/2/2022 120 350 12,25 12,625 Banco Santander Brasil 13/2/2012 13/2/2017 60 800 4,625 4,758 Braskem (2) 14/2/2012 - - 250 7,375 7,34 Bradesco 1/3/2012 1/3/2022 120 1100 5,75 5,75 Banco do Brasil (2) 5/3/2012 - - 750 9,25 8,49 Fonte: Instituições e agências internacionais. Elaboração: Valor Data. * Atualizada em 27/02/12. ** No lançamento do título. (2) Reabertura de bônus perpétuo. (3) Reabertura de operação. (8) Bônus perpétuo. (9) Dív ida subordinada/Junior Debt. (10) Empréstimo sindicalizado. (11) Reabertura de Operação. Prazo de cinco anos para a parcela do BID, no v alor US$ 50 milhões. A parcela dos bancos, no v alor de US$ 120 milhões, tem prazo de três anos. Data publicação: 28/Fev /2012
  • 17 Ernst & Young TercoPrincipais fontes de recursosMercado de Capitais Doméstico: Dívida Mercado de Capitais Doméstico – Dívida e Securitizações O Mercado de Capitais Doméstico (Dívida) tem sido um pouco mais estável apresentando uma expansão de destaque nos últimos anos. Operações de captação tradicionais como debêntures, notas promissórias, tem dividido espaço com outras modalidades de operações como as de securitização (FIDCs e CRIs). Mercado de Capitais - Emissões de Dívida no Brasil (R$ MM) NPs / 100.000 Ano Debêntures Commercial CRI FIDC Total 90.000 Papers 2000 8.748 7.591 172 0 16.510 80.000 2001 15.162 5.266 223 0 20.651 70.000 2002 14.636 3.876 142 200 18.854 60.000 2003 5.282 2.128 288 1.540 9.238 50.000 2004 9.614 2.241 403 5.135 17.392 2005 41.539 2.632 2.102 8.579 54.852 40.000 2006 69.464 5.279 1.071 14.262 90.076 30.000 2007 48.073 9.726 1.520 12.088 71.407 20.000 2008 24.049 25.438 4.809 12.878 67.174 10.000 2009 27.614 22.643 3.242 10.112 63.611 2010 52.293 18.737 7.592 13.720 92.342 0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2011 48.500 18.019 12.427 14.734 93.680 2012 3.200 1.613 838 1.045 6.696 FIDC Data base: Obs: (1 Incluem ofertas Registradas, Dispensadas e sob Esforços Restritos (476); (2) ) 08/02/201 Valores apurados a partir do registro CVM, à exceção das emissões com esforços 2 C RI restritos, que são apurados somente após o encerramento destas emissões; (3) 2008 não considera R$ 1 bilhões em Debêntures e R$ 570 milhões em Notas, canceladas naquele 6 NPs / C om. Fontes: CVM e ano; (4) Em 201 valores acumulados até Janeiro. 2, Papers ANBIMA Debêntures
  • 18 Ernst & Young TercoPrincipais fontes de recursosMercado de Capitais Doméstico: DívidaMercado de Capitais Doméstico - Dívida§Destacamos as principais emissões efetuadas em Jan/2012 conforme acompanhamento da ANBIMA junto ao 2012mercado de capitais doméstico: Empresa Modalidade Data Volume (R$ MM) Via Rondon (Concessionária de Rodovia) NP (ICVM/476) 16/1/2012 275 CEMIG Geração e Transmissão NP (ICVM/476) 13/1/2012 1.000 Foz Centro Norte NP (ICVM/476) 2/1/2012 170 F. AB. Zona Oeste NP (ICVM/476) 20/1/2012 98 Lojas Americanas Debêntures Simples 31/1/2012 500 Votorantim Cimentos Debêntures Simples 20/1/2012 1.000 OGX Maranhão Debêntures Simples 18/1/2012 400 Editora e Distribuidora Educacional Debêntures Simples 31/1/2012 550 Duke Energy Debêntures Simples 10/1/2012 150 Eletropaulo Metropolitana Debêntures Simples 8/1/2012 600 Diversas Operações via Securitizadoras CRIs jan/12 758 Diversas Operações via Securitizadoras CRIs (ICVM/476) jan/12 80 Data Base: 31/Jan/2012 Total 5.581 Fonte: ANBIMA §Conforme fontes do mercado financeiro o interesse por emissões de dívida segue aquecido e já prevê até o final de Mar/2012 a confirmação de outras novas emissões que devem superar R$ 7 Bln.
  • 19 Ernst & Young TercoPrincipais fontes de recursosOutras Estruturas para Levantamentode Recursos ØOperações Estruturadas de Financiamento à Exportação (Pré-Pgto. de Exportações de Médio/Longo Prazo): §Modalidade para empresas exportadoras com histórico de fluxos de vendas a clientes no exterior e contratos estabelecidos para o amparo de exportações/performances futuras. § Transações denominadas em moeda estrangeira e com suas obrigações liquidadas com os recursos em moeda estrangeira provenientes do recebimento de suas exportações. §De acordo com a liquidez/disponibilidade destes recursos no mercado financeiro estas estruturas usualmente permitem flexibilidade de fluxo de repagamento (Principal + Encargos), carência e custos adequados para operações de médio e longo prazo prazo. §Custo normalmente atrelado à Libor (6 meses), que hoje está num patamar muito baixo (0,75% a.a.). §Prazos de 3, 4 anos e acima já retornaram a ser ofertados após disponibilidade mais restrita em 2011. ØOperações ou Programas de Cessão de Recebíveis “com”/“sem regresso” ou de “risco compartilhado”: §Modalidades de Programas de Antecipação de Recebíveis ao feitio dos programas de Vendor porém mais flexíveis, estruturados e que podem ser efetuados em séries/pacotes específicos e que podem contemplar um dado fluxo de recebíveis/créditos contra um determinado cliente. §Estes programas/operações tem seu custo normalmente atrelado a indicadores como o CDI e, no caso das estruturas “sem regresso” correspondem a uma venda de créditos efetivamente.
  • 20 Ernst & Young TercoEscopo de Serviços de Assessoria aFinanciamento de Projetos
  • 21 Ernst & Young TercoEscopo de Serviços para o Setor PrivadoFinanciamento de Projetos (PFI) Assessoria Modelagem de Estruturação Levantamento dos Otimização do Valor Financeira Project Finance Financeira Recursos do Ativo Análise do Estudo Assessoria Otimização Estrutura de Empreendimento / Econômico Financeira Funding Pós-Conclusão Projeto Financeiro § Estudos de § Modelagem financeira § Estrutura Societária e § Alavancagem ótima; § Otimização de fluxo Viabilidade. (cenários, testes); Fiscal; § Análise - Estrutura de caixa capital de de Capital (Próprio e giro; § Planejamento § Revisão de modelos § Estruturas de Capital; Estratégico; financeiros; 3os.) § Assessoria em § Estruturas de § Apresentação a acompanhamento de § Análise e Alocação de § Análise de Financiamento; financiadores; financiamento; Riscos; Comparativos § Financiamentos /Benchmark; § Negociação, Seleção § Estratégias de § Estratégias de corporativos; corporativos e Levantamento de refinanciamento; entrada no Mercado; § Desenvolvimento de § Financiamentos estratégia financeira; Dívida; § Estratégias de § Negociação de padrão project finance; § Negociação das ajuste societário acordos comerciais e § Pré-abordagem a § Securitização; (venda ou compra de financeiros; investidores / Garantias, Condições § Operações Precedentes, participação; financiadores; Estruturadas Covenants (Dívida); § Preparação de Info Memo. § Fechamento Assessoramos nossos clientes em todas as etapas do projeto contribuindo para a mitigação dos riscos e para o sucesso da realização dos investimentos.
  • 22 Ernst & Young TercoModelagem de NegóciosBusiness ModellingModelagem Financeira: oferecemos soluções de modelagem financeira para suporte a decisões estratégicas, project finance, acordos de participação societária, avaliação de negócios e reestruturação;Planejamento de Negócios e Sistemas de Projeções Auxiliamos no Projeções: processo de orçamento, previsão e acompanhamento dos resultados de projetos/negócios;Modelagem de Processos: Desenvolvemos modelagens que permitem análises de cenários, testes de stress, a fim de simular redução de custos, ganhos de capital de giro, etc., ou decisões de negócio específicas específicas;Certificação da Modelagem: Provemos opinião independente a respeito da confiabilidade de uma modelagem;Análise de Dados: Provemos assistência na análise e interpretação de dados específicos dos negócios.
  • 23 Ernst & Young TercoProject Finance (PFI)Financiamento de Projetos Nossa equipe de PFI é dedicada ao segmento de financiamento de projetos, privatizações, concessões públicas, auxiliando na viabilidade econômico-financeira de empreendimentos. Os serviços oferecidos incluem a assessoria a: § planejamento e análise econômico- financeira de projetos para instituições privadas e públicas. § Análise e definição de estratégias de captação de recursos, empréstimos e resgate de débitos de agentes financeiros nacionais e internacionais; § processo de concessão – assessor a investidores privados privados; § empresas interessadas em investir no setor público público; § elaboração de estudos estratégicos e financeiros para instituições privadas e públicas; § estruturação de sociedades de “parcerias público- -privadas”;
  • 24 Ernst & Young TercoReestruturaçãoRestructuring Assessoria no desenvolvimento de estratégias para obtenção de recursos e ampliação da capacidade de investimentos (em casos de entrada de novos investidores renegociação de taxas, prazos e termos com investidores; credores/fornecedores; otimização de linhas de crédito; alianças e associações e vendas de ativos). Contemplamos todo o processo de levantamento / reestruturação de dívidas, assessoria na obtenção de classificação de crédito (rating) e preparação de materiais de marketing (memorando de informações). Otimização de Recursos Financeiros: § Suporte no gerenciamento de processos de mudanças e na alocação adequada de capital e de investimentos. Gerenciamento de Capital de Giro: § Assessoria na otimização de capital de giro e na liberação de valor nas contas de capital como duplicatas a receber, contas a pagar e estoques. Mercado de Capitais / Captações Estruturadas: § Desenvolvimento de estruturas flexíveis e de otimização de dívida e capital próprio, assim como o desenvolvimento de programas de captação de recursos competitivos (emissões de dívida, securitizações, etc).
  • 25 Ernst & Young TercoCaso Ilustrativo de Assessoria:Financiamento de Projeto
  • 26 Ernst & Young TercoAssessoria ao Financiamento de ProjetoCaso IlustrativoO escopo de nossa assessoria para o apoio da preparação e levantamento de financiamento de projeto junto aum orgão financiador oficial (casos greenfield, brownfield P D & I, etc) se divide em duas fases: brownfield, Ø Fase 1: Inclui o entendimento da empresa, seu plano de negócio, particularidades, áreas de atuação e do projeto como um todo. Também inclui o alinhamento de ações/passos do trabalho para que a assessoria provida agregue todo o suporte à empresa no levantamento dos recursos para o financiamento do projeto. Esta fase de análise se denomina “Carta Consulta/Enquadramento” e visa o enquadramento oficial do projeto junto às políticas do orgão financiador. Ø Fase 2: Nesta fase, todas as premissas financeiras, dados relacionados ao projeto, documentações, certidões, etc, são preparadas de forma que o relatório (Memorial/Dossiê) e o modelo financeiro do projeto contemplem todos os requerimentos do orgão financiador Também nesta fase ocorrerão as negociações para financiador. que as linhas financiamento apropriadas possam ser designadas ao projeto apresentado.
  • 27 Ernst & Young TercoAssessoria ao Financiamento de ProjetoCaso Ilustrativo As Duas Fases da Assessoria (Financiamento de Projeto) Ilustrativo Fase 1 Fase 2 Análise das Modelo Desenvolvimento Docs, Modelo Reunião de Kick Off: Carta Consulta Suporte durante Premissas e Econômico do Memorial / Padrão do Plano de Ação /Enquadramento a negociação Informações Financeiro Dossiê do Projeto Financiador Baseados nessas etapas/atividades a serem desenvolvidas pode-se estimar, como referência ilustrativa, o desenvolvimento do projeto dentro de um período de 12 semanas. Destacamos que este cronograma é uma mera referência e pode ser modificado para melhor atender a necessidade ou particularidade do empreendimento/cliente Da mesma forma destacamos que, na Fase 2 do cliente. cronograma lustrativo acima, não se considera a duração da etapa “Suporte Durante a Negociação” pela razão de que a duração desta etapa normalmente varia de acordo com a compleição do trabalho pelo lado do banco/orgão financiador .
  • 28 Ernst & Young TercoCredenciais
  • 29 Ernst & Young TercoAlgumas Experiências EYT CEMAT (Grupo Rede) CONFIDENCIAL CELPA (Grupo Rede) CELTINS (Grupo Rede) Odebrecht Oil and GasAssessoria técnica e financeira A Ernst & Young atuou como assessora de Atuação como assessor técnico, econômico Assessoria financeira independente no Revisão de um modelo econômicoindependente no processo de uma holding, que possui 20 PCHs e 2 e financeiro independente no processo de processo de financiamento junto ao BID, financeiro para análise da viabilidade definanciamento, junto ao BID, para o parques eólicos, em projeto junto ao FI financiamento junto ao BID, destinado ao para o Programa de Expansão e um campo exploratório em Angola.Programa de Expansão e Modernização das FGTS. Programa de Expansão e Modernização das Modernização da Companhia de EnergiaCentrais Elétricas Matogrossenses S.A. - Centrais Elétricas do Pará S.A. - CELPA. O Elétrica do Estado do Tocantins - CELTINS.CEMAT. O financiamento resultante foi de financiamento resultante foi de US$ 135 O financiamento resultante foi de US$ 80US$ 114,5 milhões. milhões. milhões. julho-06 julho-05 julho-06 abril-07 - B2W Camargo Corrêa S/A EPESA FMC Química do Brasil Ltda. BNDESA Ernst & Young prestou serviços de A Ernst & Young atuou como assessor A Ernst & Young atuou como assessora Serviços de assessoria referentes ao A Ernst & Young é a empresa líder doassessoria no processo de captação de financeiro para a Camargo Correa. O financeira da Termomanaus Ltda no preenchimento de informações do consórcio que está desenvolvendo o estudorecursos via FINEP para o suporte às projeto incluiu estudos de viabilidade processo de financiamento de duas Usinas programa "Inova Brasil" da FINEP. de viabilidade do Aeroporto Internacionalatividades de P&D da empresa. financeira, de captação de recursos e de São Gonçalo do Amarante, no Rio Termelétricas no Estado de Pernambuco, modelo de negócio, considerando o setor Grande do Norte. Dentre o escopo do com capacidade instalada de 258,75 MW. privado como parceiro nos investimentos. trabalho está a análise socioeconômica e Os financiamentos resultantes foram um análise de meios de concessão do empréstimo-ponte de R$ 150 milhões e empreendimento para a iniciativa privada. um financiamento de longo prazo de R$171 milhões. julho-05 junho-05 2007/2008 março-10 2008/2009
  • 30 Ernst & Young TercoAlgumas Experiências EYT Plascar Participações Industriais Vibrapar Hidrotérmica S.A. J. Malucelli Energia S/A. Caterpillar Inc. S.A. A Ernst & Young prestou serviços de A Ernst & Young elaborou o estudo de Assessoria financeira para a Hidrotermica Modelagem Econômico financeira para Avaliação econômico-financeira da MGE assessoria no processo de captação de viabilidade de uma refinaria de petróleo e para suporte na venda de R$ 160 milhões suporte a operação junto ao FIFGTS. Equipamentos e Serviços Ferroviários Ltda., a fim de auxiliar a Caterpillar no recursos via FINEP para o suporte às atuou como assessor financeiro na fase de em participação ao fundo de investimento registro contábil e classificação fiscal do atividades de P&D da empresa. preparação para a captação de debt. FI FGTS. eventual ágio gerado na aquisição de 100% do capital da MGE. agosto-09 - outubro-10 julho-10 outubro-08 Wellstream do Brasil Ind. e Serv. XPTO Empreendimentos Imobiliarios Petrobras - Refinaria Abreu e Lima Consagro Agroquímica Energimp S/A Ltda. S/A. S.A Assessoria em captação Via FINEP. Avaliação econômico-financeiro da A Ernst & Young prestou serviços de Avaliação econômico-financeira de um A Ernst & Young realizou Estudo de Energimp para venda de R$ 500 milhões assessoria no processo de captação de novo empreendimento hoteleiro e suporte Viabilidade Econômico-Financeira de capital para o FI FGTS. recursos via FINEP para o suporte às para a captação de recursos junto a referente à Refinaria Abreu e Lima S.A., atividades de P&D da empresa agentes financeiros. sob a ótica de uma unidade de negócios independente. abril-10 março-10 2009/2010 janeiro-11 -
  • 31 Ernst & Young TercoAlgumas Experiências EYT Agroquímica Produtos Agco Particpações Ltda. Shell Brasil Ltda. Sucos del Valle BNDES Agropecuários Ltda.Avaliação econômico-financeira da Avaliação econômico-financeira da Avaliação econômico-financeira da Shell Avaliação econômico-financeira da A Ernst & Young é a empresa líder doIndustrial Agrícola Fortaleza Imp. e Exp. Agroquima Produtos Agropecuários Ltda. do Brasil Ltda., com base no Fluxo de empresa Sucos del Valle e SDV Franquia consórcio que está desenvolvendo o estudoLtda. (SFIL), baseada na metodologia do e da Clarion Biociência Ltda. com o Caixa Descontado. e Logítica Ltda.. de viabilidade do Aeroporto InternacionalFluxo de Caixa Descontado (FCD), tendo objetivo suportar decisões futuras de seus de São Gonçalo do Amarante, no Riopor objetivo suportar o registro do controladores. Grande do Norte. Dentre o escopo doeventual ágio gerado na aquisição pela trabalho está a análise socioeconômica eAGCO de 100% do capital da SFIL. análise de meios de concessão do empreendimento para a iniciativa privada. abril-08 outubro-04 setembro-06 outubro-04 2008/2009 Distribuidora Cummins Minas S.A. Mitsui Brasileira Importação e Monsanto do Brasil Ltda. Monsanto do Brasil Ltda. Rhodia Brasil Ltda. Exportação S.A.Cálculo do valor justo do capital acionário Avaliação econômico-financeira da Usina Avaliação econômico-financeira da Avaliação econômico-financeira da Cálculo do valor justo do capital acionárioda Unidade de Negócios Estratégicos de Açúcar e Álcool Goioerê, baseada no adquirida MDM Sementes de Algodão Agroeste Particpações Ltda., baseada na da Rhodia Brasil Ltda., baseado naKomatsu Mining, para dar suporte aos Fluxo de Caixa Descontado (FCD), com o Ltda. e de seus ativos fixos, baseados na metodologia do Fluxo de Caixa Descontado metodologia do Fluxo de Caixa Descontadoacionistas da Cummins em suas futuras intuito de auxiliar em futuras decisões da Metodologia de Fluxo de Caixa Descontado (FCD), tendo por objetivo suportar o (FCD).decisões relacionadas à venda de tal Mitsui Brasileira Importação e (FCD). registro do eventual ágio gerado naunidade para a Komatsu do Brasil S.A.. Exportações. aquisição pela Monsanto de 100% do capital da Agroeste. agosto-08 março-07 setembro-09 junho-08 novembro-08
  • 32 Ernst & Young Terco Muito Obrigado! Manuel Blesa Gerente Sênior Executivo TAS CT Project Finance Telefone: (55 11) 3054.0015 11 manuel.blesa@br.ey.com
  • Ernst & YoungAssurance | Tax | Transactions | AdvisoryAbout Ernst & YoungErnst & Young is a global leader inassurance, tax, transaction and advisoryservices. Worldwide, our 152,000 peopleare united by our shared values and anunwavering commitment to quality. Wemake a difference by helping our people, ourclients and our wider communities achievetheir potential.Ernst & Young refers to the globalorganization of member firms of Ernst &Young Global Limited, each of which is aseparate legal entity. Ernst & Young GlobalLimited, a UK company limited byguarantee, does not provide services toclients. For more information about ourorganization, please visit www.ey.com.© 2011 Ernst & Young Terco S/SAll Rights Reserved.