Thinking on the Evolution of Telecommunications Networks and Impacts on Consumers
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Paper presented at the Congress of Industrial Engineering - ENEGEP 2008.

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Thinking on the Evolution of Telecommunications Networks and Impacts on Consumers Thinking on the Evolution of Telecommunications Networks and Impacts on Consumers Document Transcript

  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008 REFLEXÕES ACERCA DA EVOLUÇÃO DAS REDES DE TELECOMUNICAÇÕES MÓVEIS E SEUS IMPACTOS E NOS CONSUMIDORES Fábio Lúcio Prado (PUC-SP) fabio.prado@gmail.com Matheus Iwao Oshikiri (PUC-SP) m.oshikiri@gmail.com Edison Audi Kalaf (PUC-SP) kalaf@opus-software.com.br Belmiro do Nascimento João (PUC-SP) bjoao@pucsp.brFoi feito uma análise dipolar do mercado de Telecomunicações Móvel;do lado esquerdo do dipólo, está a indústria formada pelas operadorasde serviços móveis de comunicação; sua evolução tecnológica ecomplexidade; do lado direito do dipólo,, está a percepção doconsumidor dessa tecnologia móvel; ávido por consumo tecnológico,crítico e formador de opinião. O cerne dessa análise foi estruturada eassegurada pelos pressupostos da inovação de Christensen (1995,1997, 2003, 2004) e Kim & Mauborgne (2005). Salvaguardado peloFramework de Inovação, a análise foi possível via: na perspectiva dosetor ou indústria de telecomunicações móvel através de um estudoexploratório acerca dos seus saltos evolutivos e na perspectiva doconsumidor final dessa tecnologia móvel, em termos de imagem,opinião, usabilidade e visão de futuro, capturados essas nuances em e-survey secundário. Ficou nítido o grande poder dessa ferramentateórica para ultrapassar a miopia do senso comum, em termos deanálise. Esta indústria, em se tratando de tecnologia, foi configuradapor saltos tecnológicos disruptivos e sustentadores ou, ondasinovativas, como forma de, inicialmente, comover e alterar os hábitosde consumo e dependência da tecnologia móvel por parte doscompradores. No entanto, essa onda passa e o que fica e que garantelongevidade no acumulo de divisas é a postura que esse player secoloca no seu mercado e o compromisso que este tem com seusclientes.Palavras-chaves: Telecomunicações Móvel, Inovação Disruptiva,Inovação Sustentadora, Inovação em Valor
  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008IntroduçãoSegundo Baumol (2003), a inovação ou macro processo inovativo tem um comportamento deuma espiral crescente especialmente em setores e economia onde se assiste abruptos avançostecnológicos. Na seara tecnológica, o dueto tecnologia x inovação são elementosdeterminantes para as pessoas, organizações e instituições.Essa locomotiva evolucionista que acontece nas tecnologias, seja em ação ou reação aosparadigmas de competitividade, promoveu, e ainda o faz, vantagens e oportunidades aosagentes econômicos e sociais.Em conseqüência de toda essa entropia circular que envolve conhecimento – tecnologia –competição, “exponenciou-se” as exigências em termos de nível de utilização, proteção,criação e gestão do tratamento da informação.Assim, em termos de longevidade, os indivíduos, de uma forma generalista, precisam inovar.É através desta unidade menor, o indivíduo, que a inovação nas diversas áreas doconhecimento tornar-se-á dínamo das tecnologias a favor de um papel decisivo nacompetitividade e sobrevivência das empresas e na coesão econômica de qualquer mercadolocal e ou global.De uma forma próxima ou distante, mas perceptível, qual a relação do trecho acima,delineado, com?:− O último levantamento da quantidade de celulares no Brasil está na ordem de 120 milhões (cento e vinte) (TELECO, 2008);− Existe uma previsão para o fechamento de 2008 em torno de 130 milhões (cento e trinta) de equipamentos celulares (TELECO, 2008);− Os celulares surgiram na década de 1980. Naquele momento, a funcionalidade básica da transmissão de voz em redes móveis tinha uma qualidade intrínseca inferior à telefonia sob rede cabeada;− O tempo médio de vida das baterias desses telefones era insatisfatório. Mesmo sob essas perspectivas, os compradores iniciais desse produto viam nele grande valor em função da conveniência de se fazer e receber chamadas telefônicas em “qualquer lugar” a qualquer momento;− Na década de 90, começou-se a evidenciar a redução das compras da velha tecnologia; o telefone sob rede fixa. Esta queda não foi tão mais acentuada em função de um movimento promovido pelas operadoras de rede fixa. Foi sim a introdução de uma nova tecnologia sobre essa capilaridade de telecomunicações já configurada. Aos olhos do mercado, uma oferta de acesso a Internet a altas velocidades;Por fim, como clímax:− De 1995 para cá, em função do aumento da competição no setor de Telecomunicações e da volatilidade do comportamento do consumidor, muitas empresas conceberam, e ainda o faz, serviços capazes de satisfazer a exigência do consumo. No caso, a tecnologia móvel vem sendo creditada como um “pote de outro” alvo de um nicho de mercado disposto a pagar por um equipamento e um poderoso serviço telefônico triple play (comunicação via aplicações de voz, dados e vídeo) que pudesse ir junto com ele;− Acostumado com nível de serviço do convencional paradigma proveniente do conjugado 2
  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008 banda larga de Internet e aplicações, o mercado assiste apreensivo a nova plataforma de rede móvel capaz de prover desempenho tal de modo que as atuais aplicações (homebanking, transmissão de vídeo, voz, download de arquivos) sejam salvaguardadas enquanto desempenho;Consoante fatos, nesse texto promover-se-á análises da Indústria de TelecomunicaçõesMóvel, nas perspectivas da organização, via estudo exploratório, e do comprador final, viasurvey, tendo como substrato teórico alguns pressupostos de inovaçãoReflexões sobre a fonte do avanço tecnológicoAtravés de trabalhos com chimpanzés, mais precisamente em pesquisas relacionadas à suacapacidade de comunicação (via símbolos e suas combinações, metáforas e criações de novassimbologias abstratas), Roger Fouts promoveu estudos acerca da teoria das origens dalinguagem humana, proposta pelo antropólogo Gordon Hewes em meados de 1970.O mencionado antropólogo imaginou esquemas de comunicação dos hominídeos via gestoscom as mãos bem como, auxiliado por este, sua evolução para uma capacidade de promovermovimentos mais precisos a ponto de fabricar utensílios."... A fala teria evoluído mais tarde a partir da capacidade sintática - a capacidade deacompanhar seqüências organizadas complexas de movimento na fabricação de utensílios, nagesticulação e na formação de palavras ...", (CAPRA, 2005, p.72).Segundo Capra (2005), essas idéias têm implicações muito intensas na compreensão datecnologia. Se a linguagem originou-se dos gestos, e se a gesticulação e a elaboração deutensílios (a forma mais simples de tecnologia) evoluíram juntas, isso significaria que atecnologia é um aspecto essencial da natureza humana, inseparável da evolução da linguageme da consciência. Ou seja, desde o início da nossa espécie, a natureza humana e a tecnologiaforam inseparavelmente ligadas.Essa idéia habilitou Fouts a formular sua teoria básica acerca da origem evolutiva dalinguagem falada. Sob a perspectiva de Fouts, nossos ancestrais hominídeos comunicavam-secom as mãos, à semelhança de seus primos macacos. Quando começaram a caminhar sobreduas pernas, suas mãos ficaram livres para inventar gestos mais sutis e elaborados. Nodecorrer do tempo, sua gramática gestual tornou-se cada vez mais complexa, à medida que ospróprios gestos deixaram de ser movimentos grosseiros e passaram a ser movimentos maisprecisos.Por fim, o movimento preciso das mãos deu origem a um movimento preciso da língua, eassim a evolução dos gestos gerou dois importantes dividendos: a capacidade de produzir sonsvocais sofisticados e a capacidade de fabricar ferramentas e usá-las em perspectivas bemcomplexas.Reflexões sobre o valor da inovação"Vá além da demanda existente". Para Kim & Mauborgne (2005) eis um dínamo para arealização de inovações de valor. Ao agregar a maior demanda possível para uma nova oferta,essa abordagem atenua o risco de escala associado à criação de novos mercados.Eles mencionam que quanto mais intensa for a competição, mais forte será, em média, atendência à personalização das ofertas daí resultante. Quando as empresas competem parasatisfazer a todas as preferências dos clientes, por meio de segmentação mais refinada, 3
  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008geralmente correm o risco de criar mercados-alvo muito pequenos.Assim, evocam dois questionamentos em termos de estratégias convencionais:− a despeito do foco nos clientes existentes;− a despeito do impulso por segmentação mais refinada, a fim de acomodar diferenças entre os compradores.Ou seja, em geral, as empresas para aumentar sua participação no mercado, elas se esforçampara reter e ampliar os clientes existentes. Esse entorno quase sempre leva à divisão domercado em segmentos mais estreitos e à adaptação de ofertas sob medida.Esses pensadores incitam um movimento oposto; ao invés de concentrar nos clientes, devemfocar nos não-clientes. Em vez de atentar para as diferenças entre os clientes, é necessário quese construam importantes pontos em comum no que é valorizado pelos compradores.Eis uma abordagem que permite com que as empresas venham a ultrapassar os limites dademanda existente para criar um novo grupo de clientes até então não existentes.Em se tratando de não clientes, para Kim & Mauborgne (2005) é de sumária importância odesenvolvimento de insights criativos sobre quem são e como liberar seu potencial dedemanda. Enfim, para tal conversão em demanda real, sob forma de novos clientespromissores, os “empreendedores” necessitam aprofundar seus conhecimentos sobre ouniverso dos não-clientes.Kim & Mauborgne (2005) mencionam, também, um aspecto chave na realização de inovaçõesde valor que se trata de uma visão por além da demanda existente; visão esta que deveria serarticulada ou exercitada por parte dos criadores e manipuladores de estratégia da organização." ... para maximizar o tamanho de seus oceanos azuis, as empresas precisam avançar emdireção oposta. Em vez de se concentrar nos clientes, devem focar nos não-clientes. E em vezde atentar para as diferenças entre os clientes, precisam construir importantes pontos emcomum no que é valorizado pelos compradores. Essa abordagem permite que as empresasultrapassem os limites da demanda existente para criar um novo grupo de clientes até entãonão existentes ..." (Kim & Mauborgne, 2005, p.102).Inovação– Reflexões sob a visão de ChristensenA perspectiva de Christensen (1995, 1997, 2003, 2004) abarca os reflexos da decisãoestratégica sobre a capacidade de crescimento a partir da idéia de que há inovaçõessustentadoras e disruptivas. Esse constructo da inovação provém da obra “Dilema doInovador”. Eis a explicação do constructo da “disrupção” de Christensen encima de trêselementos principais, auxiliado pelo framework abaixo: 4
  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008 Figura 1: Modelo da Inovação Disruptiva (CHRISTENSEN, 1997)No mercado existe uma natureza evolutiva que os clientes ou prospects podem absorver,representado pelo espaço entre as duas linhas cheias, (do framework acima), que delineiam oscompradores mais ou menos exigentes.Outro caminho distinto é desenhado por empresas inovadoras através da introdução de novose evoluídos produtos. Esse caminho está além da capacidade de absorção dos clientes.Por fim, por lógica, fecha-se o cerco na distinção entre inovação disruptiva e sustentadora. Ainovação sustentadora se orienta em clientes exigentes incorrendo em mais performance doque a previamente disponível. Neste caso, quase sempre as empresas já estabelecidas são asvencedoras. Já a inovação disruptiva, como contraste, visa-se a antítese. Ela rompe e redefinea trajetória pela introdução de produtos que não são tão bons quanto os atualmentedisponíveis, mas que apresentam outros benefícios, como simplicidade, conveniência e menoscusto, circunstâncias essas excelentes para satisfação inicial dos clientes novos e menosexigentes.Ressalta-se que o mais importante nesse processo da disrupção é a dinâmica que pode sercausada no mercado. O empreendimento que introduziu a inovação disruptiva podeamadurecer e desenvolver seu produto ou serviço de tal forma que o desempenho passe a sercomparada com o produto ou serviço das empresas já configuradas no setor. Em função domenor preço, urge naturalmente um movimento dos clientes em busca de produtos que fazemsinergia com esses preços baixos. Esse movimento faz com que as empresas líderes sejamsurpreendidas e eliminadas do mercado. Christensen trás outra nuance: a evolução dalucratividade da cadeiaNa incursão de um novo produto no mercado, quando sua funcionalidade e confiabilidadeainda não são suficientes para satisfazer as necessidades dos clientes, as empresas quepossuem uma arquitetura proprietária do produto e estão amplamente integradas nas interfacesque limitam o desempenho do produto levando à vantagens consideráveis.À medida que uma determinada atividade não é mais a que restringe o alcance da satisfaçãodo cliente, o poder de se apropriar dos lucros também migra para a atividade seguinte dacadeia de valor. Entender este processo é uma importante ferramenta para auxiliar os 5
  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008estrategistas a prever os elos que serão mais lucrativos e a se posicionar de forma a seapropriar dos lucros auferidos pela cadeia.Reflexões sobre a dinâmica da inovação sob orientação da convergência tecnológicaBorés, Saurina e Torres (2003) conceituam convergência tecnológica como “o processo peloqual as telecomunicações, emissões, tecnologias de informação e setores de entretenimento(conhecidos como Tecnologias de Informação e Comunicações) podem convergir em direçãoa um mercado unificado”.Este movimento de foco é observado nos setores de comunicação e tecnologia de informaçãoincorrendo em complexidade na dissociação das fronteiras entre estas indústrias (Bohlin,Brodin & Thorngren, 2000; Athreye & Keeble, 2000; Hacklin, Raurich & Marxt; 2004 eWey, Baake & Heitzler, 2006).Esta convergência não está relacionada apenas à tecnologia; e sim é agregada por serviços enovos meios de fazer negócios e interação com a sociedade. Essas são influenciadas tanto porfatores econômico-sociais como a liberalização da indústria e a crescente demanda pormobilidade dos consumidores, como por fatores tecnológicos como o aumento da capacidadede transmissão por banda larga e a miniaturização (Nystrom & Hacklin 2005).A convergência na indústria de telecomunicações vem acelerando fortemente a dinâmicadeste setor, potencializando o que Schumpeter (1942) denominou como as ondas dedestruição criativa, nas quais as estruturas dos setores são constantemente renovadas emfunção das diversas inovações introduzidas pelas empresas.Por fim, “em muitos casos, a convergência tecnológica pode ser vista sob a forma da colisãode modelos de negócios já existentes, o que gera um ambiente de competição acelerada. Comisso, devido ao acelerado processo de mudanças no setor, soluções tecnológicas atuais e atémesmo modelos de negócios completos podem se tornar obsoletos em pouco tempo. Essefenômeno pode ser fortemente observado na evolução da estrutura de mercado da indústria decomunicações wireless” (Hacklin, Raurich, Marxt, 2004).Ainda, Hacklin, Raurich, Marxt (2004) apresentam três aspectos da dinâmica da inovação emtermos de convergência:− Convergência potencial: por onde existe a combinação de duas ou mais tecnologias novas em um novo conceito que pode permitir soluções inovadoras e desenvolvimento acelerado das tecnologias;− Convergência lateral: tecnologias já existentes que combinadas com novas tecnologias permitem melhorias radicais nas funcionalidades existentes;− Convergência de aplicações: trata-se de duas ou mais tecnologias conhecidas que ao convergir e, combinadas com soluções já existentes, venham a adquirir superior valor agregado.MetodologiaA pesquisa, no presente estudo, caracteriza-se na perspectiva da Indústria deTelecomunicações Móvel como descritivo-exploratória, procurando observar, descrever,registrar, analisar e correlacionar teoria e prática. Está no dipólo práxis as evoluçõestecnológicas pelas quais esta Indústria vivenciou desde a introdução do primeiro método deacesso à rede celular analógica. 6
  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008Por que pesquisa exploratória? Ela visa proporcionar maior familiaridade com o problema,tornando-o mais explícito (Gil, 1991). Nesta instância, são feitos levantamentosbibliográficos, documentais e estatísticos que fundamentam o tema delimitado para obtermaior conhecimento sobre o problema da pesquisa em perspectiva (Mattar, 2000).Fundamenta-se a pesquisa exploratória, da maneira proposta neste trabalho, aos seguintesprincípios:1) a aprendizagem melhor se realiza quando parte do conhecido;2) deve-se buscar sempre ampliar o conhecimento e3) esperar respostas racionais pressupõe formulação de perguntas também racionais.Define-se pesquisa exploratória como recurso metodológico, na qualidade de parte integranteda pesquisa principal, como o estudo preliminar realizado com a finalidade de melhor adequaro instrumento de medida à realidade que se pretende conhecer.Enfim, através deste, tem-se por finalidade evitar que as predisposições não fundadas norepertório que se pretende conhecer influam nas percepções do pesquisador e,conseqüentemente, no instrumento de medida. Instam, na perspectiva do comprador, umcomplexo de 09 (nove) e-surveys que fomentaram esta pesquisa via dados secundários comoforma de aprendizado mediante visão do consumidor.São questões fechadas de múltipla-escolha. Eis:Survey 1: tecnologia de rede móvel;Survey 2: utilização do serviço de Vídeo – Fone em rede 3G no Brasil;Survey 3: novas compras de equipamentos e serviços celulares 3G;Survey 4: causas de insatisfação na qualidade do serviço móvel;Survey 5: aspectos promotores de troca de operadoras de telecomunicações móvel;Survey 6: tipo de celular utilizado;Survey 7: desempenho / velocidade de Internet da sua residência;Survey 8: conexão de dados do seu celular (GPRS, EDGE, EVDO);Survey 9: fidelidade à operadora de seu celular pessoal;Por fim, e importantíssimo como modulador de conhecimento em termos de paradigma atual(Kuhn, 1996), foi estruturado um simples Framework Teórico, ou seja, procedimentostécnicos adotados foram: a pesquisa bibliográfica no que confere a nuances principalmenteteóricas, constituído de livros e artigos científicos e páginas da Web, como forma de se ter umferramental científico mais adequado à análise dos aspectos inovativos na evolução dasTelecomunicações Móveis.Resultados e análise 7
  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008Abaixo está a configuração hipotética da evolução tecnológica e os respectivos movimentosdos players de Telecomunicações Móvel. Figura 2: Fonte: http://www.teleco.com.br/tecnocel.asp e Acesso em 21 de fevereiro de 2008O framework da Evolução das Redes de Telecomunicações Móveis acima mostra osmovimentos que os players promoveram desde então. Instam:− em (a): Amazonia Celular, Claro (antiga BCP Telecom), CTBC, TIM e Sercomtel que introduziram sua primeira rede como TDMA a qual migraram, evolutivamente, para o GSM.− em (b): a Vivo que recebeu heranças de uma rede móvel analógica (AMPS) do Sistema Telesp Celular. Esta foi substituída via compra de um novo parque de rede móvel CDMA, objetivando infra-estrutura apta em termos de escalabilidade. (c) Em fevereiro de 2007 a Vivo optou por um movimento rumo à introdução de uma rede mista com o GSM. Alguns aspectos favoreceram ou impulsionaram esse movimento. São eles: - com a rede CDMA, seus clientes ficavam tecnicamente impedidos de fazer roaming digital quando do seu deslocamento para áreas de cobertura, principalmente GSM. A VIVO mantém uma rede AMPS (analógica) para recebimento dos clientes em roaming. Nessa circunstância, os tais perdiam o desempenho original intrínseco da tecnologia, além dos altos índices de clonagem de aparelhos celulares. Enquanto que na tecnologia GSM existe a função de controle de acesso à rede caracterizada exclusivamente por um chip único no universo GSM, nas redes AMPS e CDMA, a configuração de numeração de telefone está vinculada ao endereço (identidade) do aparelho. Assim, nada que uma reprogramação de aparelhos para o evento de clone. - a rede CDMA tem um custo de manutenção por unidade de usuários / clientes superior à rede GSM.Abaixo, na Tabela 1, está a exposição das gerações (Gs) e no Gráfico 1, os saltostecnológicos (em função do tempo) que a indústria de Telecomunicações Móvel no Brasilpromoveu desde então e ainda estará por: 8
  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008 Tabela 1: Descrição das Gerações Tecnológicas. Gráfico 1: Evolução histórica das tecnologias Fonte: http://www.teleco.com.br/tecnocel.asp; Acesso em 21 de fevereiro de 2008.Em específico, é possível notar no Gráfico 1, um item interessante sob o mote da contribuiçãoda evolução tecnológica como um promotor de saltos da massificação tecnológica no tempo(Schumpeter, 1942): se ignorarmos as cores que mostram as tipologias tecnológicas efocarmos exclusivamente nos picos das curvas, perceberemos que cada pico “empurra” aordenada do Gráfico 1 para números extratosféricos.Considerando os pressupostos de Christensen (1995, 1997, 2003, 2004), a 1G é consideradauma inovação disruptiva promovida pelo Sistema Brasileiro de Telecomunicações aoapresentar ao mercado uma maneira mais cômoda de comunicação distinta do paradigmaoriginal; ou seja, a comunicação por rede fixa. Mesmo sob um serviço de comunicação depéssima qualidade com a presença de poucas estações rádio base para telefonia móvelconfiguradas nos grandes centros urbanos muitos clientes deixaram a sua “exigência” de lado,inicialmente, para embarcar nesse novo modo de comunicação.Como ocorre com todas as disrupções, a busca de crescimento e lucro forçou a 1G analógica amelhorar rapidamente. Eis a introdução da 2G, com melhorias técnicas em relação a qualidadeda comunicação de voz propriamente dita em redes móveis de telecomunicações.Salvaguardadas pela rede digital, houve a introdução de aspectos como reconhecimento donúmero originador de chamada, caixa postal de voz e mensagem escrita.Ávido por acumulação de capital, pressionado pelos acionistas em relação à retornos deinvestimentos rápidos e consistentes e a concentração máxima da concorrência nestaindústria, urge mais uma inovação disruptiva com o advento do 2,5G. É nessa geração que arede de telecomunicações móvel está apta para o transporte de aplicações tradicionais de vozbem como de internet, e-mail, transferência de arquivos como fotos e documentos. É nessageração que houve o “boom” na comercialização de celulares e PDA (personal digitalassistant) com serviços de voz e dados.A 3G vem caracterizada como uma evolução (inovação sustentadora) da 2,5G na perspectivade um maior desempenho de comunicação de telecomunicações. Em linhas gerais, enquanto a2,5G, independente do tipo tecnológico de rede, provém uma comunicação nominal deinternet em até 144 Kbps, a 3G provém até 2 Mbps.É nítida essa evolução para salvaguardar os clientes descontentes por mais performance de 9
  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008infra-estrutura para comunicação.Por fim, com relação a 4G, foi anunciado por órgãos regulamentadores de padrãotecnológicos mundial (ITU e 3GPP), na seara de telecomunicações, o advento da QUARTAGERAÇÃO de comunicação móvel, sob um dilema de escolha entre WIMAX ou a evoluçãodo WCDMA. Até o presente momento é desconhecido o caminho da 4G a ser trilhado emtermos de inovação disruptiva ou sustentadora conforme até então padrão assistido, ou seja,da “disrupção à sustentação”.Suspeita-se que essas inovações promovidas por vendors (ALCATEL-LUCENT, CISCOSYSTEMS, MOTOROLA, NOKIA, etc.) na CADEIA DE VALOR DETELECOMUNICAÇÕES venham a concentrar e gerar grande parte da lucratividade no ladoesquerdo da cadeia de valor de Telecomunicações.No entanto, existe um fator de contraponto que é a perspectiva da globalização Esse dipóloconvida-nos à uma pesquisa exaustiva para análise de suas particularidades; ou seja, quemrealmente detém poder e riqueza; um vendor que nasceu local, globalizou-se e que cria novosparadigmas tecnológicos ou um comprador tecnológico (a operadora de telecomunicações)que ainda atua localmente mas planeja movimentos globais?Abaixo está um quadro cujo objetivo é realçar esse dipólo para futuras pesquisas, aoapresentar os resultados parciais das operações dos vendors em contraponto com empresasbrasileiras da indústria de telecomunicações móvel: Tabela 2: Apresentação dos resultados financeiros dos vendors globais e dos compradores tecnológicos locais, ou seja, as operadoras de telecomunicações.Em suma, sob o âmbito qualitativo, os vendors atuam globalmente construindo novosparadigmas tecnológicos para as operadoras de telecomunicações bem como para oscompradores finais da cadeia; ex: Ericsson vende infra-estrutura de telecomunicações para asoperadoras bem como aparelhos para os usuários finais; em contraponto, as operadoras 10
  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008comercializam conectividade tanto com os vendors quanto aos consumidores finais. Asoperadoras se utilizam, exclusivamente, destes para sua evolução técnica como alavanca paracriação de novas nuances de negócios para seus clientes de mercados locais.Enfim, em se tratando de inovações, essas vêm como uma avalanche e toma conta de toda aIndústria de Telecomunicação Móvel. No curto prazo os players que abarcam a compra ouadoção dessas novas tecnologias colhem frutos mais tenros em função das disrupçõespromovidas por novos paradigmas tecnológicos descobertos por estes vendors.No entanto, esse movimento tende à uma normalização dado que todos acabam, em tese,aderindo ao novo paradigma. A diferenciação entre esses players (operadoras detelecomunicações) pode ser então entendida segundo indicações que o e-survey (secundário)traz a tona.Não se pode generalizar os comportamentos colhidos nestas pesquisas de campo, de formaacabada, pois, dentre outras, trata-se de amostras de tamanho não significantes.Sabe-se que o tamanho da amostra afeta todos os resultados, em função da sua significância.Assim, para amostras menores, a sofisticação e complexidade da técnica de análisesmultivariadas podem incorrer em baixíssimo poder estatístico para testes realísticos ou empossibilidade de fáceis ajustes dos dados de modo a se gerar resultados artificiais, no entanto,sem poder de generalizações (Hair, Anderson, Tathan, Black, 2005, p.39).Contudo, essas amostragens contribuem para reflexões mais apuradas sobre os temas. Instamabaixo: ANÁLISE E OU INDICAÇÕES PARA RESULTADO FONTE PESQUISAS FUTURAS Realçado pelo GRÁFICO 1, fica claro o movimento ascendente da tecnologia GSM frente às outras também citadas nesta fonte. No entanto, Dos 1046 respondentes, a Fonte: * os compradores finais de celulares maioria (86%) indicou a http://www.teleco.com.br conseguem perceber, em termos de tecnologia GSM como /enquetes/resultados.asp? usabilidade, o GSM como tecnologia tecnologia predominante codigo=265; acessado em superior sem a influência dos vendors em termos de compra; 17 de Fevereiro de 2008; promotores das evoluções tecnológicas? * qual a relação dessa percepção com o fato de que a plataforma CDMA possuir performance superior ao GSM (conforme citado neste artigo). 11
  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008Dos 564 respondentes, 57% Fonte:indicaram que consumiriam http://www.teleco.com.br o serviço de Vídeo - Fone /enquetes/resultados.asp? em redes 3G no Brasil codigo=275; acessado em dependendo da prática de 17 de Fevereiro de 2008; * No mercado brasileiro, considerando osDos 639 respondenes, 55% Fonte: compradores tecnológicos e disseram que "sim" à http://www.teleco.com.br respectivamente seu comportamento de possibilidade de nova /enquetes/resultados.asp? consumo, como seria o escalonamento compra de equipamento codigo=276; acessado em multidimensional (Hair, Anderson, Tathan, Black, 2005, p.29) dos fatores deDos 649 respondentes, 55% Fonte: compra em termos de preço, nível de apontaram que o http://www.teleco.com.br serviço e inovação tecnológica? atendimento da operadora /enquetes/resultados.asp? como um deflator de codigo=264; acessado emDos 581 respondentes, 28% Fonte: mencionam que o http://www.teleco.com.brAtendimento é o fator, para /enquetes/resultados.asp? Fonte: São nesses serviços, pelos quais seDos 775 respondentes, 49% http://www.teleco.com.br consegue capturar maior rentabilidade , utilizam serviço pós pago /enquetes/resultados.asp? que existem configuradas as melhores ofertado pelas operadoras codigo=244; acessado em soluções inteligentes e performaticas em móveis; 17 de Fevereiro de 2008; relação aos sistemas pré-pago. Atualmente o acesso a internet via método convencional salvaguarda esse desempenho que “metade dos usuários” já possui. Fonte:Dos 742 respondentes, 56% http://www.teleco.com.br * Será que existirá grande tolerância por possui internet de até 500 /enquetes/resultados.asp? parte destes com relação à um novo Kbps nas suas respectivas codigo=240; acessado em método mais cômodo / flexível porém de residências; 17 de Fevereiro de 2008; inferior qualidade, num curto prazo? * Até quando essa tolerância resistiria se não houvesse evolução tecnológica deste novo método? Fonte: Essa nuance reforça o fato de que a 3G deDos 539 respondentes, 54% http://www.teleco.com.br celulares pode ser considerada umatêm e usa conexão de dados /enquetes/resultados.asp? inovação sustentadora. em celulares 2,5G (GPRS, codigo=239; acessado em EDGE, EVDO); 17 de Fevereiro de 2008; * Num survey de elementos amostrais 12
  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008 superiores a este, essa informação se repete? Este e-survay em específico abre uma possibilidade de pesquisa no que concerne à:Dos 783 respondentes, 37% * o que de fato leva a longevidade do Fonte: são considerados "casamento" desses consumidores para http://www.teleco.com.br consumidores fieis num com a Operadora Móvel no Brasil? /enquetes/resultados.asp?tempo de "casamento" entre codigo=226; acessado em ** qual(is) a(s) componente(s) que mais 2 e 3 anos. Outros 23%, 17 de Fevereiro de 2008; favorece(m) esse casamento? com mais de 5 anos. *** no nível macro, trata-se da inovação tecnológica ou o nível de serviço em termos de qualidade e ofertas? Tabela 3: E-Survey , Análise e indicação de pesquisas futuras.CONSIDERAÇÕES FINAISNeste artigo, salvaguardado por análises iniciais frente à um suporte teórico, foi feito umapesquisa quanto a evolução tecnológica na Indústria de Telecomunicações Móvel brasileira eda percepção do consumidor final dessa tecnologia.O resultado desse processo analítico é o despertar ou “munição” para inúmeras outraspesquisas, entre elas as de campo na geração e amostras mais significativas parageneralizações provisórias e sua posterior reflexão encima de algumas das citações aquipresentes; ou seja, o convite para a comunidade acadêmica na busca de algunsesclarecimentos.Instam alguns importantes, para salto de conhecimento:a) Quem realmente detém poder e riqueza; um vendor tecnológico que nasceu local, globalizou-se e que, dia a dia, cria novos paradigmas tecnológicos ou um comprador tecnológico (a operadora de telecomunicações) que ainda atua localmente mas planeja movimentos globais?b) Os compradores finais de celulares conseguem perceber, em termos de usabilidade, as tecnologias sem a influência dos vendors que criam paradigmas tecnológicos?c) No mercado brasileiro, qual seria o critério de decisão dos consumidores finais na compra de uma tecnologia móvel (celulares)?d) Quais são os aspectos principais que levam à longevidade do “casamento” desses consumidores para com a Operadora Móvel no Brasil?As construções teóricas de Christensen (1995, 1997, 2003, 2004) e Kim & Mauborgne (2005),principalmente, e de Capra (2005) contribuem no esclarecimento do quão importante atecnologia se faz em termos de causa e efeito em inúmeras perspectivas; apesar de que refletirna inovação tecnológica e sua orientação enquanto impactos na sociedade e no desempenhoda firma não tem nada de determinista. 13
  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008Fica nesse início a impressão de que na Indústria de Telecomunicações Móvel a inovaçãotecnológica inaugurada pelos vendors tem absoluto poder de alterar todo um contexto deconsumo e posicionamento estratégico por parte dos intermediários, ou seja, as operadoras detelecomunicações. Enfim, quase todos os players (operadoras), aderem ao paradigma dosvendors, cedo ou tarde.No longo prazo, outras perspectivas de inovação salvaguardam desempenho superior de umaoperadora de serviços móvel; a principal, a inovação em valor para o comprador. Ela provémde fontes infinitas, desde a contribuição na versatilidade de finalizações de tarefa do usuário,flexibilidade, usabilidade, segurança, etc., aspectos esses que podem vir a transcender atecnologia em si.O que é necessário e eis o rumo da complexidade é conhecer qual a hierarquia de valores queo comprador privilegia não só em termos de processo de compra, mas, no seu estímulo deutilização e na fidelidade no longo prazo.ReferênciasATHREYE, S. & KEEBLE D.: Technological Convergence, Globalisation and Ownership in the UKComputer Industry; Technovation, 20, p. 227-245, 2000;BAUMOL, W: Entrepreneurship, innovation and growth: the avid-goliath symbiosis;http://www.econ.nyu.edu/user/baumolw/sfg.pdf; Acessado em 23 de Fevereiro de 2008; New York University;2003;BOHLIN, BRODIN & THORNGREN: Convergence in Communications and Beyond. Amsterdam; NorthHolland: 2000.BORÉS, SAURINA E TORRES: Technological convergence: a strategic perspective; Technovation, vol. 23,p. 1-13, 2003.CAPRA, F.: As conexões ocultas; Ciência para uma vida sustentável. São Paulo: Ed. Cultrix; 2005;CHRISTENSEN, C. M., ANTHONY, S.D. & ROTH, E.A.: Seeing whats next: using the theories ofinnovation to predict industry change. Boston, Massachusetts: Harvard Busisness School Publishing; 2004;CHRISTENSEN, C. M.: The innovator’s dilemma. Boston, Massachusetts: Harvard Busisness SchoolPublishing; 1997;CHRISTENSEN, C.M. & RAYNOR, M.E.: The Innovators Solution: Creating and sustaining successfulgrowth. Boston, Massachusetts: Harvard Busisness School Publishing; 2003;CHRISTENSEN, C.M. & ROSENBLOOM, R.S.: Explaining the attackers advantage: Technologicalparadigms, organizational dynamics, and the value network; Research Policy; vol. 24, no. 2, p. 233-257; 1995;GIL, A C.: Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Ed. Atlas, 1991;HACKLIN, F., RAURICH, V. & MARXT, C.: How Incremental Innovations becomes Disruptive: The Caseof Technology Convergence; New York: John Wiley & Sons, 2004;HAIR, J. F. Jr; ANDERSON, R. E.; TATHAM, R. L.; BLACK, W. C.: Análise multivariada de dados – 5aed. São Paulo: Ed. Bookman; 2005;KIM, C. W.; MAUBORGNE, R.: A estratégia do oceano azul; 8a ed. Rio de Janeiro: Ed. Campus; 2005;KUHN, T: The structure of scientific revolutions. São Paulo:Perspectiva, 1996;NYSTROM & HACKLIN: Operator value-creation through technological convergence: the case of VoIP;2005;SCHUMPETER, J.A.: Capitalism, Socialism and Democracy; New York; Harper & Brothers; 1942.TELECOM/2008 - http://www.teleco.com.br/ 14
  • XXVIII ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO A integração de cadeias produtivas com a abordagem da manufatura sustentável. Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 13 a 16 de outubro de 2008WEY, BAAKE & HEITZLER: Ruling the new and emerging markets in the telecommunication sector;Genebra: ITU Workshop ON, Março, 2006; 15