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Mudanças no desenvolvimeto urbano para a Copa do mundohttp://www.youtube.com/watch?v=kuCYJ-zIF90&feature=youtu.beO evento ...
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aéreas). Os demais itens são transporte entre as cidades e dentro das cidades, usoadicional de energia, energia gasta nas ...
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Desenvolvimento sustentavel do turismo

  1. 1. Pensar no desenvolvimento, requer atenção em não abrir mão, daquilo que não é capital,é olhar para a sua origem e resgatá-la de forma humana, social e econômica,politicamente correta.O marketing Turístico tem esta função, de promover o que há de riqueza física, natural ecultural da cidade para o mundo, e assim desenvolver de forma sustentável envolvendocidadãos como os mais adequados vendedores do produto. Necessitando uso de suacontribuição no desenvolvimento urbano, na conservação e no ato sustentável de comoserão aproveitados e promovidos da melhor maneira possível o Estado.O turismo chega para tomar espaço em organizar, admistrar e promover o urbano, paraque ele se auto sustente e se promova recebendo o seu merecido valor , preservando a suaidentidade, e valorizando seus produto interno de mão de obra como a Cultura, Arte,História, Localização, Avanços Tecnológicos, Mobilidade e Conservação Urbana.CulturaA cultura pernambucana....ArteA arte pernambucana....A históriaPortugueses e holandesesLocalizaçãoLocal mais próximo ao desenbarque europeu de tusrismo marítimo e crescente mercadode cruseiros marítimos, alem de estar próximo a linha do equador e propocionar 360 diasde clima tropical com sol e praias, livres de acidentes ou fenômenos naturais comofuracões, terremotos ou tsunamis.Espera-se que o Brasil - dono da maior floresta tropical do mundo, detentor das maioresreservas de água do planeta, conhecido mundialmente por sua política de biocombustíveis,país megadiverso e bonito por natureza - faça jus ao título de potência ambientalAvanços nTecnológicos e EconômicosRecife foi classificado como cidade pólo tecnológico, e Pernambuco abriga empresas dedesenvolvimento portuário que traz um número crescente de pessoas de outras cidadesmigrando para o estado.MobilidadePor ser uma cidade plana, poderia adotar o sistema de ciclovia como é usado na cidade deSantos, uma cidade plana que em ----km de ciclovia, tomando a vida das pessoas menossedentária a cidade menos cheia de carros.
  2. 2. Mudanças no desenvolvimeto urbano para a Copa do mundohttp://www.youtube.com/watch?v=kuCYJ-zIF90&feature=youtu.beO evento da copa, terá grande necessidade de um planejamento urbano bem estruturadopara que seja pensado na pós copa. De acordo com o impacto da copa na áfrica, venhodesenvolver a pesquisa baseada no desenvolvimeto sustentável e para isto, seránecessário infra estrutura de desenvolvimento econômico para recebimento dos turistasestimados no Brasil, pois está será a grande oportunidade do Brasil se promover com suasbelezas naturais, culturais e suas características urbanas.Turismo Sustentável 1.O que é o turismo sustentável?Pode ser uma viagem à praia, à cidade ou àfloresta, pode ser uma viagem em família ou não a questão é fazer uma diferença positivapara as pessoas e os locais…As cidades já são local de moradia e trabalho de mais da metade da população do mundo. A crescentetendência de urbanização aponta que em 2050 pelo menos 70% da população do planeta estará habitandoas cidades. E todos que nela habitam e trabalham dependem da infraestrutura para desenvolverem suasatividades. E esta infraestrutura é uma extensa e complexa rede de componentes que incluem pessoas,empresas, sistemas de transporte, comunicação, segurança pública, água, saneamento, energia, saúde eassim por diante. Interrupções em algum componente desta infraestrutura, como no fornecimento deenergia ou no sistema de telecomunicações, têm o potencial de paralisar toda a cidade e suas atividades.Claramente que esta infraestrutura evolui para se tornar mais e mais tecnológica. E esta tendência éirreversível, uma vez que o mundo está se tornando cada vez mais instrumentado, interconectado einteligente. Um mundo ou uma cidade mais instrumentada consegue obter e tratar dados de forma muitomais rápida e eficiente. Um exemplo simples pode ser a instalação de sensores que monitorem em temporeal a rede de distribuição de água e detectem o grau de contaminação e vazamentos no instante em queestes ocorram.A tecnologia já nos permite medir e controlar coisas que não conseguíamos antes. Por sua vez, ainterconexão permite que estes sensores troquem informações entre si e com sistemas de computação naretaguarda, acionando e coordenando ações corretivas e até mesmo preventivas de forma inteiramenteautomática. E a cidade se torna mais inteligente se utiliza modelos e algoritmos analíticos em cima dasinformações obtidas por estes sensores, melhorando de forma significativa o processo de tomada dedecisão da gestão pública.Minha percepção é que nos próximos anos veremos uma evolução muito intensa das soluções queenvolvam o conceito das cidades inteligentes, ou sejam, soluções que façam a convergência do mundodigital com o mundo físico da infraestrutura das cidades. Veremos mais e mais soluções inovadoras queembutirão em seus processos e algoritmos tecnologias embarcadas, como sensores e atuadores, que
  3. 3. serão capazes de absorver, transmitir e analisar informações em escala massiva, permitido reações deforma automática às mudanças nos próprios ambientes que estejam monitorando e controlando.Mas, para chegarmos lá, ainda temos que dar muitos passos. As cidades, para adotarem o conceito decidades mais inteligentes – ou smarter cities – devem antes de mais nada definir um “Smarter CitiesRoadmap”, que contemple:a)uma estratégia de longo prazo, mas com objetivos e ações concretas de curto prazo;b) a priorização dos investimentos que produzam maior impacto na própria sociedade;c) a integração dos diversos sistemas que compõem a complexa rede de conexões da infra-estrutura dacidade; ed) a otimização dos seus serviços e operações.Embora seja um princípio básico, muitas cidades não têm um plano diretor adequado e atualizado. E muitosdos planos diretores existentes são meros relatos de desejos e visões futurísticas, sem compromissos como mundo real. Na imensa maioria das vezes os sistemas das cidades reagem à situações de crise, nãoatuando de forma preventiva. Por exemplo, após um crescimento desordenado em determinada região dacidade, tomam-se medidas corretivas para melhorar o gargalo do trânsito formado pela multiplicação deveículos nas vias não preparadas para tal volume de trânsito. Um sistema preventivo coordenaria ocrescimento populacional da região com os sistemas de trânsito, segurança pública, saneamento, etc. Osespecialitas em trânsito estimam que uma grande cidade deve rever suas metas e estratégias de circulaçãoa cada cinco anos. Quais cidades fazem isso?Portanto, o primeiro passo na direção de se tornar uma “cidade inteligente” é definir o que a cidade quer serdaqui a 15 ou 20 anos. Uma “cidade inteligente” é uma cidade que oferece qualidade de vida e atratividadepara novos negócios, variáveis profundamente influenciadas pelo grau de eficiência percebida dos sistemasfundamentais da cidade, como transporte, segurança pública, saúde, educação e outros.Diagnóstico e construçãoComo fazer? Uma sugestão simples é começar com um diagnóstico que analise a situação atual dossistemas que compõem a cidade e ajude a construir a visão do que será esta cidade 20 anos à frente.Cada cidade tem características, prioridades e vocações próprias e a estratégia de ação que pode dar certoem uma, não poderá ser automaticamente transplantada para outra. Um exemplo simples pode ser osistema de trânsito. Em algumas cidades existe um deslocamento de manhã em direção ao centro e à tardeno sentido inverso. Em outras, os deslocamentos são em todos os sentidos, sem fluxos e contrafluxosdefinidos. Soluções para um modelo característico de trânsito nem sempre funcionarão adequadamentepara outros.
  4. 4. Já algumas cidades têm sua economia baseada no modelo industrial e outras na economia de serviços. Asdemandas por determinadas infraestruturas têm características diferenciadas. Por exemplo, nas economiasindustriais ainda existe uma certa concentração do deslocamento em determinados horários. Naseconomias baseadas em serviços, os deslocamentos diluem-se por todo o dia. Os modelos de trânsitodevem refletir estas características.O plano diretor deve buscar integração de todos os elos que compõem a rede de sistemas das cidades. Avisão da cidade e de seus sistemas deve ser holística. Por exemplo, em economias baseadas em serviços,o uso de “home office” e consequentemente banda larga deve ser priorizado. Portanto, estamos falando daintegração dos planos dos sistemas de transporte, comunicações e energia. Muitos dos serviços podem serprestados sem a presença física dos envolvidos. Além disso, uma decisão que envolva um sistema nãopode ser tomada sem analisar o impacto nos demais. Por exemplo, uma decisão sobre o sistema deenergia deve considerar o seu impacto nos sistemas de água, transporte e de negócios da cidade.O plano diretor também deve definir claramente os objetivos de curto prazo que serão alcançados.Especificações como “melhorar o trânsito” devem ser acompanhadas de metas bem definidas como“redução do tempo médio de viagem entre os bairros X e Y de 30 para 15 minutos em um ano”. Ou“diminuir o nível de evasão escolar nas escolas públicas em 30% até o fim de 2012”. Ou, paradisseminação de tecnologias de informação e comunicação, hoje tão essenciais quanto saneamento,deveremos ter métricas como definir em um período determinado de tempo o % da cidade coberta ouiluminada por banda larga (via cabo ou wireless), % das residências com computadores, % população comacesso à Internet, % da população acessando serviços de e-gov, % de órgãos públicos com websitespúblicos, % de compras públicas efetuadas por pregões eletrônicos, etc.Espera-se que o Brasil - dono da maior floresta tropical do mundo, detentor das maioresreservas de água do planeta, conhecido mundialmente por sua política de biocombustíveis,país megadiverso e bonito por natureza - faça jus ao título de potência ambientalSignificará também fazer dos necessários investimentos em infraestrutura urbana, logística,turística e de transportes - exigidos pelos organizadores - oportunidades de fazer odesenvolvimento do Brasil cada vez mais sustentável, ou seja, duradouro, com benefíciosque não vão expirar assim que o juiz der o apito final do evento esportivo.Isso inclui readequar planos diretores dos municípios, estimular o uso de energia renovável,melhorar a mobilidade urbana, incentivar o ecoturismo e o turismo de menor impactoambiental e aumentar a responsabilidade ambiental dos empreendimentos.Planos de mobilidade em cidades como Lyon e Barcelona, onde a participação de diversossegmentos sociais, juntamente com governos locais, tornaram mais eficiente o uso detransporte público e maior o uso de energia limpa no transporte.A "pegada" de carbono estimada para a Copa deste ano é 2,75 milhões de toneladas deCO2 equivalente, sendo 67,4% devido a transporte internacional (basicamente viagens
  5. 5. aéreas). Os demais itens são transporte entre as cidades e dentro das cidades, usoadicional de energia, energia gasta nas acomodações e construção de estádios.Desde 2006, com a Copa na Alemanha, a Fifa desenvolve o programa "Green Goal", com oobjetivo de reduzir as emissões de carbono e fazer uma melhor gestão de água, da energia,dos resíduos e do transporte.A Copa no Brasil, segundo os pesquisadores, movimentará R$ 142,39 bilhões adicionais noperíodo 2010-2014, gerando 3,63 milhões de empregos por ano e R$ 63,48 bilhões derenda para a população, com efeitos multiplicadores em toda a economia. Para que o saldoseja mesmo positivo para a sociedade, é preciso fazer de um jeito que esta não tenha dearcar com a conta de possíveis impactos ambientais e sociais e nem com os prejuízos dejogar fora a oportunidade de perseguir no Pais um desenvolvimento que seja maissustentável.http://ecohospedagem.com/turismo-sustentavel/Cesar Taurion http://www.guiadascidadesdigitais.com.br/site/pagina/cidade-inteligente-a-tecnologia-a-fora-impulsionadora-das-transformaeshttp://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4562301-EI6780,00-Copa+e+chance+para+desenvolvimento+sustentavel.htmlAMENDOLA, Giandomenico. La ciudad posmoderna. Madrid: Celestes Editores,2000.BENI, Mário Carlos. Globalização do turismo. Megatendências do setor e a realidadebrasileira. São Paulo: Aleph, 2003.BERGER, Peter L. A construção social da realidade. Tratado de Sociologia doConhecimento. Petrópolis: Editora Vozes, 1978.BORJA, Jordi & CASTELLS, Manuel. Local y Global: la gestión de las ciudades en laera de la información. Madrid: Taurus/Pensamiento, 2004. Diretrizes para o desenvolvimento do turismo rural. Brasília, Ministério doTurismo, 2006.
  6. 6. ______. Unidades de conservação do Brasil. Ministério do Interior, Ibama, 1989. Planode Preservação: sítio histórico urbano – termo geral de referências.Brasília, IHPAN, 2005.GEERTZ, Clifford. Nova luz sobre a antropologia. Rio de Janeiros: Jorge Zahar, 2001.HABERMAS, Jurgen. L’espace public: archéologie de la publicité comme dimensionconsititutive de la societé moderne. Paris: Payot, 1978.LYNCH, Kevin. A boa forma da cidade. Lisboa: Edições 70, 1999MARTIN, André. Fronteiras e nações. São Paulo, Contexto, 1992PAIXÃO, Roberto Ortiz. Turismo na fronteira: identidade e planejamento de umaregião. Campo Grande: Editora UFMS, 2006.PALAHARES, Guilherme Lohmann. Transportes turísticos. São Paulo, Aleph, 2002.SCATAMACCHIA, Maria Cristina. Turismo e arqueologia. São Paulo: Aleph, 2005.SOUZA, Maria Adélia Aparecida de. O II PND e a política urbana brasileira: umacontradição evidente. São Paulo: Edusp, 1999, pg. 111-143.TULIK, Olga. O turismo rural. São Paulo: Aleph, 2004.VERA, José (coord.). Análisis territorial del turismo: una nueva geografia del turismo.Barcelona: Editorial Ariel, S.A. 1997.YÁZIGI, Eduardo (coord.). Paisagem e turismo. São Paulo: Contexto, 2002.______Saudades do futuro: por uma teoria do planejamento territorial do turismo. SãoPaulo, CNPq, 2009

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