Visão Psico SociolóGica Da Educação

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Visão Psico SociolóGica Da Educação

  1. 1. Visão Psico-sociológica da Educação
  2. 2. Sociologia Reconhecida como Ciência <ul><li>Revolução Industrial - Século XVIII; </li></ul><ul><li>Surge a Concepção do Cientificísmo; </li></ul><ul><li>Ciência Aliada a Técnica. </li></ul>A concepção do Cientificísmo considerada como único conhecimento, foi extendido a todos os campos da indagação e atividade humana. Neste clima, século XIX, conseqüência da filosofia de Augusto Comte desenvolveu-se a Teoria do Positivismo.
  3. 3. Positivismo <ul><li>São reais os conhecimentos de fatos observáveis; </li></ul><ul><li>As explicações teológicas e metafísicas perdem referência; </li></ul><ul><li>A partir desta teoria foi feita uma separação entre filosofia e ciências positivas. </li></ul>Filosofia seria apenas uma reflexão sobre o significado do trabalho científico. A partir desta concepção é que a Sociologia toma ênfase.
  4. 4. SOCIOLOGIA <ul><li>Tem como propriedades a família, o trabalho, a política, a educação e a religião; </li></ul><ul><li>Positivismo estabeleceu critérios rígidos para a ciência, exigindo que ela se funda-se na observação dos fatos; </li></ul><ul><li>A mesma exigência é estabelecida para a sociologia. </li></ul>Durkein, ao desenvolver o método sociológico, recomendava que os fatos sociais fôssem observados como coisas.
  5. 5. PSICOLOGIA À concepção positivista foi uma das correntes mais poderosas e influentes nas ciências humanas em todo o século XX, surgindo desta corrente a psicologia positivista. O psiquismo não era visto como consciência mas como comportamento observável que pode ser tratado com método experimental das ciências naturais. Os primeiros psicólogos abandonaram as preocupações de caráter filosófico, como a indagação a respeito da origem, destino da natureza da alma e do conhecimento. Estes se voltaram para os aspectos do comportamento que pode ser verificado experimentalmente.
  6. 6. <ul><li>PAVLOV (1849-1936) </li></ul><ul><li>Estudo da aprendizagem pelo reflexo condicionado; </li></ul><ul><li>Experiência com cães; </li></ul><ul><li>Suas experiências foram importantes para o desenvolvimento do behavorismo (psicologia do comportamento). </li></ul><ul><li>WATSON (1878-1958) </li></ul><ul><li>O primeiro representante do behavorismo; </li></ul><ul><li>Todo o processo humano é construído através do condicionamento. </li></ul><ul><li>A influência desta corrente psicológica se faz sentir ainda hoje. </li></ul>PSICOLOGIA
  7. 7. BEHAVORISMO Nega a existência dos instintos, da inteligência inata e dos dons inatos de qualquer espécie considerados todos decorrentes de aprendizagem e da influência do meio ambiente. “ Dêem-me doze crianças sadias, de boa constituição, e a liberdade de poder criá-las à minha maneira. Tenho a certeza de que, se escolher uma delas ao acaso, e puder educá-la, convenientemente, poderei transformá-la em qualquer tipo de especialista que eu queira – médico, advogado, artista, grande comerciante, e até mesmo em mendigo e ladrão, independente de seus talentos, propensões, tendências, aptidões, vocações e da raça de seus ascendentes ” (Watson) PSICOLOGIA
  8. 8. <ul><li>SKINNER </li></ul><ul><li>Experiências com ratos caixas de Skinner ; </li></ul><ul><li>Aprendizagem através de estímulos e reforço; </li></ul><ul><li>Suas técnicas são amplamentes utilizadas nos dias atuais, principalmente nas escolas tradicionais </li></ul>PSICOLOGIA
  9. 9. CORRENTE PSICOLÓGICA - FENOMENALOGIA <ul><li>GESTALT </li></ul><ul><li>O objeto nunca aparece na percepção tal como existe em si; </li></ul><ul><li>O objeto é elaborado; </li></ul><ul><li>A visão não é um registro mecânico de elementos, mas sim a captação de estruturas significativas. </li></ul>
  10. 10. PSICANÁLISE <ul><li>FREUD </li></ul><ul><li>Descobre o inconsciente; </li></ul><ul><li>Todos os nossos atos é de natureza pulsional; </li></ul><ul><li>Id - força pulsional que busca gratificação ou prazer; </li></ul><ul><li>Superego - a censura, a consciênica moral; </li></ul><ul><li>Ego - o equilíbrio entre o id e o superego . </li></ul>
  11. 11. HISTÓRIA DA ESCOLA
  12. 12. TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS NA PRÁTICA ESCOLAR <ul><li>PEDAGOGIA LIBERAL </li></ul><ul><li>Tendência liberal tradicional; </li></ul><ul><li>Tendência liberal renovada progressista; </li></ul><ul><li>Tendência liberal renovada não-diretiva; </li></ul><ul><li>Tendência liberal tecnicista. </li></ul>
  13. 13. TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS NA PRÁTICA ESCOLAR <ul><li>PEDAGOGIA PROGRESSITA </li></ul><ul><li>Tendência progressista libertadora; </li></ul><ul><li>Pedagogia libertária; </li></ul><ul><li>Tendência progressista “crítico-social dos conteúdos”. </li></ul><ul><li>PAULO FREIRE </li></ul><ul><li>Experiência na alfabetização de adultos. </li></ul><ul><li>Comprovou que os que os métodos novos, em que os alunos e professores aprendem juntos são mais eficientes. </li></ul>
  14. 14. CONSTRUTIVISMO Piaget não criou o construtivismo. Outros especialistas é que usaram suas descobertas como base para desenvolver propostas pedagógicas inovadoras. <ul><li>UMA NOVA LINHA PEDAGÓGICA </li></ul><ul><li>Ganha terrenos na sala de aula; </li></ul><ul><li>Rejeita a apresentação de conhecimentos prontos; </li></ul><ul><li>Condena a rigidez nos procedimentos de ensino; </li></ul>O Construtivismo adota práticas com base nos estudos do psicólogo suíço Jean Piaget. Maior autoridade do século XX, sobre o processo do funcionamento da inteligência e de aquisição do conhecimento.
  15. 15. <ul><li>EMILIA FERREIRO </li></ul><ul><li>Não é autora da pedagogia construtivista; </li></ul><ul><li>Deixou conhecida a expressão construtivismo; </li></ul><ul><li>No começo o nome construtivismo era associado a sua teoria. </li></ul>Passaram a ser chamadas de construtivistas as novas propostas pedagógicas inspiradas em sua teoria, a própria teoria de Piaget e até mesmo pedagogias anteriores, porém compatíveis, como a do educador soviético Vygotsky. CONSTRUTIVISMO
  16. 16. Paulo Freire também contribuiu, para a reformulação do ensino pedagógico, apresentando novas diretrizes no processo da educação. <ul><li>PAULO FREIRE </li></ul><ul><li>Experiência na alfabetização de adultos. </li></ul><ul><li>Comprovou que os que os métodos novos, em que os alunos e professores aprendem juntos são mais eficientes. </li></ul>CONSTRUTIVISMO
  17. 17. TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO <ul><li>Características gerais: TRADICIONAL </li></ul><ul><li>O professor é extremamente importante. Ele é o responsável, o maestro, o dirigente dessa orquestra. O ensino está todo centrado na competência e conhecimento do professor. </li></ul><ul><li>A preocupação dessa abordagem é com o que é externo ao aluno: programas, currículos, disciplinas, etc… </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Características gerais:CONSTRUTIVISTA </li></ul><ul><li>A pedagogia construtivista proporciona ao aluno a liberdade de se expressar livremente, criativamente nas suas produções, mesmo que com erros ortográficos, que mais tarde serão compreensíveis para eles, no primeiro momento é deixar o aluno livre e sem limites de expressão, para que possa construir o seu conhecimento e significados nas suas produções do universo em que vive. </li></ul><ul><li>Os alunos que tem experiência de alfabetização em uma perspectiva construtuivista, não tem medo de cometer erros, sabem que estes podem ocorrer, que são discutíveis e podem ser questionados, que o professor estaria ali como mediador para o seu conhecimento e não como um avaliador, onde o erro e os questionamentos ficam em segundo plano. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  19. 19. <ul><li>Visão de homem:TRADICIONAL </li></ul><ul><li>Está inserido em um mundo que irá conhecer através das informações fornecidas e decididas como sendo úteis. </li></ul><ul><li>O aluno, segundo essa concepção é passivo e um dia se estiver preparado poderá passar aos outros o mesmo conhecimento aprendido. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  20. 20. <ul><li>Visão de homem:CONSTRUTIVISTA </li></ul><ul><li>Nesta forma de aprendizagem o aluno passa por esta experiência sem medo com confiança na sua capacidade de pensar e descobre o prazer de aprender. </li></ul><ul><li>Na busca do conhecimento o aluno tem o direito de saber ler criticamente, o direito de escrever seus próprios textos com suas próprias experiências, erros e transformações. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  21. 21. <ul><li>Visão de Mundo:TRADICIONAL </li></ul><ul><li>Não pode ser mudado. Sua realidade é transmitida através da família, religião e escola. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  22. 22. <ul><li>Visão de Mundo:CONSTRUTIVISTA </li></ul><ul><li>A construção do conhecimento variará conforme a etapa e a idade do aluno e não pela camada social a que pertença. </li></ul><ul><li>Sua realidade é construída e transformada através da sua criatividade em estar no mundo. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  23. 23. <ul><li>Sociedade Cultura: TRADICIONAL </li></ul><ul><li>Manutenção dos princípios, valores, tradição da sociedade. Os programas escolares devem respeitar as informações que possibilitem a incorporação desses valores. </li></ul><ul><li>O aluno que não consegue acompanhar tal processo é reprovado. O diploma é por sua vez visto como um instrumento de hierarquização na sociedade. O diploma vai definir a preparação para o trabalho. Visa muito mais um trabalho individualista do que cooperativo. O objeto da escola é levar o aluno a memorizar o conteúdo. Portanto, conhecimento significa armazenamento, acúmulo de informações. As informações precisam ser passadas de forma sistemática, ou seja, do mais simples ao mais complexo. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  24. 24. <ul><li>Sociedade Cultura:CONSTRUTIVISTA </li></ul><ul><li>Trabalhar em grupo. Trabalhar as diferenças. Memorizar requer conhecer o conteúdo, estar aberto a novos conhecimentos, respeitar o conhecimento do aluno, ativo, dinâmico, criativo, etc. </li></ul><ul><li>Estabelece uma relação de troca. Há um resgate das vivências do aluno. </li></ul><ul><li>Dinâmica participativa. </li></ul><ul><li>O aluno terá maior rendimento quando viver em ambientes estimulantes onde a escrita e a leitura são hábitos diários e há o incentivo pelo manuseio de livros. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  25. 25. <ul><li>Professor-aluno:TRADICIONAL </li></ul><ul><li>A participação é individual. </li></ul><ul><li>A relação é vertical, o professor decide a metodologia e a avaliação. O mestre exerce o comando. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  26. 26. <ul><li>Professor-aluno:CONSTRUTIVISTA </li></ul><ul><li>O papel do professor construtivista é muito importante ele tem que ser tão ativo quanto seus alunos, tão criativo quanto eles, deve estar interessado em ajudá-los, quanto eles em aprender coisas novas, o professor deve falar menos e escutar mais. </li></ul><ul><li>O professor deve sempre interpretar a produção do aluno de forma positiva. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  27. 27. <ul><li>Educação:TRADICIONAL </li></ul><ul><li>Responsável pela transmissão do conhecimento. </li></ul><ul><li>A ênfase é dada no produto e não no processo. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  28. 28. <ul><li>Educação:CONSTRUTIVISTA </li></ul><ul><li>Responsável pela transmissão do conhecimento, juntamente com a sociedade. </li></ul><ul><li>A ênfase é dada para o processo da aprendizagem. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  29. 29. <ul><li>Escola:TRADICIONAL </li></ul><ul><li>Responsável pela transmissão de informações em sala. É na escola que se raciocina. É preciso propiciar um ambiente onde o aluno não se distância. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  30. 30. <ul><li>Escola:CONSTRUTIVISTA </li></ul><ul><li>É a mediadora na busca do conhecimento. A escola dá condições para que o aluno libere sua criatividade em busca do conhecimento. A função da escola é acolher o aluno. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  31. 31. <ul><li>Ensino: TRADICIONAL </li></ul><ul><li>Se dá em sala de aula. As informações precisam ser imitadas, copiadas. </li></ul><ul><li>O professor nesse processo é o único polo de relação. Ele oferece receitas para a aprendizagem. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  32. 32. <ul><li>Ensino: TRADICIONAL </li></ul><ul><li>Se dá em sala de aula. As informações precisam ser imitadas, copiadas. </li></ul><ul><li>O professor nesse processo é o único polo de relação. Ele oferece receitas para a aprendizagem. </li></ul><ul><li>Ênfase na automação. </li></ul><ul><li>As diferenças individuais são ignoradas e todos devem chegar ao mesmo ponto. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  33. 33. <ul><li>Ensino:CONSTRUTIVISTA </li></ul><ul><li>O ensino pode ser transmitido de várias maneiras e em vários ambientes. O conhecimento das informações devem ser experimentadas e questionadas. </li></ul><ul><li>O professor é o mediador e participante neste processo de aprendizagem. </li></ul><ul><li>A ênfase é da criatividade. </li></ul><ul><li>As diferenças individuais não são ignoradas, elas recebem atenção especiais, valorizando a sua potencialidade e a sua aptidão. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  34. 34. <ul><li>Metodologia:TRADICIONAL </li></ul><ul><li>Aula expositiva. </li></ul><ul><li>Aluno = ouvinte - professor = agente. </li></ul><ul><li>Avaliação: provas e chamadas orais. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  35. 35. <ul><li>Metodologia:CONSTRUTIVISTA </li></ul><ul><li>Aula participativa. </li></ul><ul><li>Aluno e professor interagindo. </li></ul><ul><li>Avaliação: debates, seminários, produções, etc. </li></ul>TRADICIONAL VERSUS CONSTRUTIVISMO
  36. 36. Visão Psico-sociológica da Educação CONCLUSÃO
  37. 37. Catarina Tulazs Damiati Dirce Maria Ogawa Fabiano Tulazs Damiati Moacir Antônio Santos Sandra C. F. Martins Visão Psico-sociológica da Educação

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