Jornal da PUC-Campinas_edição 100
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Jornal da PUC-Campinas_edição 100 Jornal da PUC-Campinas_edição 100 Document Transcript

  • 8 a 21 de março/2010 Ano VI - Número 100 www.puc-campinas.edu.br Fotos: Ricardo Lima 100 ediçõesO Jornal da PUC-Campinas completa 100 edições. Em comemoração a esse acontecimento, foramentrevistados alunos e ex-alunos que participaram dessas histórias. Eles contam o que mudou depois deformados e como a Universidade os ajudou na conquista de seus objetivos. Outra matéria especial relataas ações desenvolvidas na PUC-Campinas que beneficiaram a comunidade interna e externa. PÁGINAS 05 E 06 ENTREVISTA ANGELA DE MENDONÇA ENGELBRECHT Em entrevista ao Jornal da PUC-Campinas, a Reitora conta quais serão os projetos da sua gestão que se inicia neste ano. PÁGINA 04 Hip HopAções solidáriasAlunos ingressantes e veteranos de várias faculdades da PUC-Campinasparticiparam das ações de acolhida. Entre as atividades realizadas, estava a O Hip Hop deve ser entendido como um movimentomelhoria da Escola Estadual Professora Rosina Frazatto, feita pelos cultural, cujo significado está ligado à “cultura de rua”.estudantes da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, a arrecadação O movimento é representado por quatro elementosde alimentos, desenvolvida nos três campi da Universidade e o plantio de que compõem essa cultura: Dança de Rua, Disc Jockey,mudas realizado pelos alunos da Faculdade de Ciências Biológicas. PÁGINA 07 Mestre de Cerimônias e Grafite. PÁGINA 10
  • Jornal da PUC-Campinas8 a 21 de março/2010 2 100 anos do dia Internacional da Mulher EDITORIAL Comemoramos, neste mês, os 100 anos do Dia Internacional em funções que, até pouco tempo, eram ocupadas somente por da Mulher. A instituição dessa importante data ocorreu, em homens. Historicamente, algumas profissões eram predominante- 1910, durante uma conferência na Dinamarca e foi adotada mente assumidas por homens. O que não significa que o mercado pela Organização das Nações Unidas, em 1975, em homena- de trabalho dê preferência para eles. Somente indica que há pro- gem às tecelãs que morreram carbonizadas numa fábrica em fissões que não atraem as mulheres, como é o caso, por exemplo, Nova Iorque, em 1857, enquanto protestavam por melhores das Engenharias e da Computação. As proporções estão, paulati- condições de trabalho. namente, sofrendo alterações, mas os homens ainda representam a Essa data traz, em seu bojo, o resultado de anos de luta e de con- grande maioria nessas áreas. Até pouco tempo, algumas Instituições quistas que deixaram marcas ao longo do tempo. E essas conquis- de Ensino se encarregavam de fazer essa distinção, como, por exem- tas geraram profundas transformações na sociedade e na vida das plo, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica - ITA - que passou a pessoas. Há, sim, muitas vitórias a serem comemoradas e algumas aceitar mulheres em seus cursos somente a partir de 1996. barreiras a serem vencidas. No desenvolvimento da profissão que escolherem, as mulheres A transformação da mulher, do seu comportamento, forma de poderão encontrar alguma resistência por parte da sociedade. E elas agir, de se impor e de lutar pela igualdade de oportunidades ocor- não devem se deixar abalar. Devem, sim, mostrar o seu verdadei- reu após ela vencer os vários obstáculos enfrentados. Muitas são as ro valor! mulheres que lutaram, e ainda lutam, para que o seu trabalho pos- Em seu poema, “ Assim eu vejo a vida”, a poetisa goiana Cora sa ser reconhecido pela sua força e valor. Coralina diz: “ vida tem duas faces: / Positiva e negativa / O A O espaço conquistado pelas mulheres no mercado de trabalho passado foi duro / mas deixou o seu legado / Saber viver é a gran- gerou profundas mudanças na sua participação na Família e na de sabedoria / Que eu possa dignificar / Minha condição de mulher, Sociedade, gerando reflexos, também, no comportamento do homem. / Aceitar suas limitações / E me fazer pedra de segurança / dos valo- Com o ingresso da mulher no mercado de trabalho e consequente res que vão desmoronando. / Nasci em tempos rudes / Aceitei con- contribuição para a renda familiar, ocorre a participação, cada vez tradições / lutas e pedras / como lições de vida / e delas me sirvo. / maior, dos homens nas tarefas domiciliares. Eles colaboram no cui- Aprendi a viver.” dado da casa e, ainda, auxiliando na educação dos filhos. Assim, eu também vejo a vida... A mulher ocupa, hoje, cargos em diversos níveis e está presente Angela de Mendonça Engelbrecht Reitora da PUC-Campinas notas Ricardo Lima Jornal da PUC-Campinas comemora 100 edições Esta é a edição número 100 do Jornal da PUC- Campinas, durante esses cinco anos, foram publicadas notícias voltadas para alunos, professores e funcionáriosAditamento do FIES 2010 e fatos jornalísticos em pauta. Em comemoração, o Jornalocorre até 12 de março traz alterações no seu layout e algumas novidades para tornar a sua leitura mais interessante e agradável. AsO Aditamento do Fundo de Financiamento ao mudanças começam pela capa, com um redesenho daEstudante do Ensino Superior (FIES) pode ser feito diagramação; atualização do logo, tornando-o mais lim-até o dia 12 de março. Os estudantes que participam po e forte. Na página três, a cada edição haverá umadeverão comparecer ao Departamento de Contas a pequena entrevista com representantes do cenário aca-Receber, no período das 9h às 19h, para aditamento dêmico e da sociedade. O primeiro entrevistado é odo contrato de financiamento. O Departamento de gerente do SESC Campinas, Evandro Marcus Ceneviva,Contas a Receber fica localizado no Prédio A-02, no que fala um pouco do interesse dos brasileiros por cul-Campus I da PUC-Campinas. tura. Em sua 100ª edição, o Jornal da PUC-Campinas traz uma reportagem com o depoimento de dez alunos e ex-alunos que participaram desse projeto, contando como foi o período na Universidade e seus objetivos Informativo quinzenal da Pontifícia para o futuro. Outra matéria especial relata dez ações Universidade Católica de Campinas NOVA LEITORA DE ESPANHOL - O Departamento de que foram notícias e vêm ajudando a comunidade aca- Relações Externas (DRE) da PUC-Campinas recepcionou, no mês de fevereiro, a dêmica e de Campinas e região. A reitora da PUC- nova Leitora de Espanhol vinda diretamente de Valência, a professora Miriam Campinas, professora Angela de Mendonça Engelbrecht, Domínguez Requena (na foto,à direita), que atuará na Universidade com o objetivo também participa da edição número 100, com uma entre- vista em que conta quais serão suas principais propos- de consolidar o conhecimento da cultura e do idioma espanhol em nossa tas nesta gestão que se inicia neste ano e vai até 2014. comunidade. De acordo com o novo Coordenador do DRE, professor José REITORA - Angela de Mendonça Engelbrecht; Sugestões de pautas, opiniões e dicas culturais sempre Antonio Bernal Fernandes Olmos, a presença da professora na Universidade VICE-REITOR - Eduard Prancic; são bem-vindas e podem ser enviadas para o e-mail jor- permitirá ampliar o conhecimento. “Conhecer uma nova cultura e um idioma COORDENADOR DO DEPARTAMENTO DE naldapuc@puc-campinas.edu.br. Boa leitura! amplia os horizontes, estimulando a compreensão entre os povos, a boa EQUIPE JORNAL DA PUC-CAMPINAS COMUNICAÇÃO SOCIAL - Wagner José de Mello; convivência e a troca de experiências. Estimula a formação acadêmica, preparando EDITORA - Ana Paula Moreira (MTb. 48.963); REPÓRTERES - Adriana Furtado, Ana Paula Moreira, futuros profissionais para atuarem de maneira multicultural”, explicou. A professora Ciça Toledo, Du Paulino e Henderson Arsênio; desenvolverá atividades específicas com alunos da Faculdade de Letras e outras 10/03 cursos de Graduação REVISÃO - Marly Teresa G. de Paiva; ações abertas a todos os estudantes da PUC-Campinas. - Término das inscrições para o Processo Seletivo 16/03 FOTOGRAFIA - Ricardo Lima; Mais informações sobre o Programa Leitorado Espanhol, acesse ao site: Divulgação do cronograma agenda agenda PIC – período agosto/2010 TRATAMENTO DE FOTOS - Marcelo Adorno; www.puc-campinas.edu.br/aluno/oportunidades/oportunidades_exterior.asp a julho/2011. das Atividades de PROJETO GRÁFICO E EDITORAÇÃO Monitoria para o 2º ELETRÔNICA - Neo Arte; - Aula inaugural da semestre de 2010. IMPRESSÃO - Grafcorp; Faculdade da Faculdade de REDAÇÃO - Campus I da PUC-Campinas, Rodovia Aluno da Faculdade de Direito é Direito. No período matutino 25/03 Reunião do Conselho D.Pedro I, km 136, Parque das Universidades. premiado em concurso de monografias a partir das 8h30 e no período noturno a partir Universitário (CONSUN). TELEFONES: (19) 3343-7147 e 3343-7674. das 19h30. E-MAIL: jornaldapuc@puc-campinas.edu.br O ex-aluno da Faculdade de Direito Edinilson Ferreira da Silva foi um dos premiados 26/03 no concurso da Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará “Prêmio ESMEC 12/03 Data-limite para pedido de monografia do ano”. O título da monografia feita pelo estudante foi “Direito e Justiça Data-limite para Secretaria Trancamento de Matrícula Acadêmica de Centro incluir dos alunos dos cursos de em Shakespeare: o Mercador de Veneza”, que se baseia na obra do escritor inglês para no Sistema Acadêmico Graduação e dos cursos dos Siga a PUC-Campinas no twitter discutir a questão da justiça. O trabalho foi feito no ano de 2005, sob a orientação do Programas de Pós- alteração na grade de www.twitter.com/puccampinas professor Samuel Mendonça. matrícula dos alunos de Graduação Stricto Sensu.
  • 3Jornal da PUC-Campinas 8 a 21 de março/2010O desinteresse por cultura OPINIÃODe acordo com a pesquisa realizada pela “Os grandes A televisão e a internet podem aumentar esse desinteresse?Federação do Comércio de Bens, de As mídias são extremamente poderosas. A televisão tem dois lados ambíguos. AquiServiços e de Turismo (Fecomércio) do centros no SESC temos um canal de televisão que oferece uma programação totalmente cul-Rio de Janeiro, o brasileiro vai cada vez culturais tural e atuamos com a internet livre, que facilita o acesso. A televisão e a internet pre-menos ao teatro, ao cinema e lê menos. oferecem dominam nas comunidades carentes predominam como opção para diversão e nãoPara o gerente do SESC Campinas, podem ser consideradas negativas. A internet é centrada no texto, queira ou não éEvandro Marcus Ceneviva, o muitas uma forma de ampliar a leitura e a atividade cultural.desinteresse por hábitos culturais está oportunidades,ligado a questões como o avanço da mas parainternet e um desconhecimento de Existe um comodismo das pessoas em não ir ao teatro ou a shows,atividades culturais. algumas mesmo com condições socioeconômicas estáveis? pessoas, há um Sim. Existem exceções, o SESC se considera uma dessas. É preciso levar cultura àsJornal da PUC-Campinas - Por que as pes- comunidades carentes, nas praças das grandes cidades, ampliar as propostas de cultu-soas estão perdendo o interesse por hábi- comodismo ra. Às vezes, a pessoa não tem hábitos culturais porque ela não tem acesso a nenhu-tos culturais? Quais os motivos dessa que- em procurar ma atividade. É preciso atrair e vencer esse desinteresse. O cidadão também está per- Arquivo pessoalda? atividades cebendo que a ascenção de classe social ocorre por meio da educação e do desen- volvimento cultural. Sabem que só podem se sustentar socialmente crescendo doEvandro Marcus Ceneviva - Os grandes cen- que vão ponto de vista da educação e da cultura. Há esforços de todos os lados para não setros culturais oferecem muitas oportunidades, mas para além da restringir o acesso à cultura. Hoje há projetos em rodoviárias e metrôs para levar a lei-algumas pessoas, há um comodismo em procurar ativi- televisão tura onde o público está. Se as pessoas não têm esses hábitos culturais por desconhe-dades que vão além da televisão e internet. Nas peque- cimento, é preciso permitir o acesso ilimitado.nas comunidades não há centros culturais. Antes, havia e internet.”os cinemas, considerados como o principal espaço cul-tural dos pequenos municípios. Há um desequilíbrio na O desinteresse por hábitos culturais tem único culpado?oferta de atividades. A violência nas cidades também éum agravante, as apresentações e shows geralmente Há uma divisão de responsabilidade dessa culpa. As pessoas tendem, sempre, a cul- Evandroocorrem à noite. Muitas pessoas têm medo de sair à par o Estado, mas não adianta somente isso. O cidadão não pode se acomodar. Se as Marcus Ceneviva Gerente do SESCnoite em razão da violência e da insegurança. pessoas desejam crescer é preciso também procurar e ter o interesse. Campinas Fotos: Ricardo Lima galeria Por que as pessoas estão perdendo seu interesse por hábitos culturais? na ivos cent um mais m in á ão te adão. H dismo. É ou a n cid ultur mo mo ”A c ação do e um co um resu que ler “Eu acho que os eventos form teresse nte, ler rnet, do A tradicionais, como n desi atualme na inte ma.” r ALUN mostras de jazz e cil, d eo o cine Sole fá m ví ir a a ED E exposições de artes ver u ivro ou Savoy ULDAD O plásticas, não são um l Elisa DA FAC BANISM divulgados corretamente. Ana5º ANO RA E UR Por isso, muita gente não DO UITETU “Porque as novas gerações fica sabendo. Essas ARQ já não cultivam mais esses atividades ficam “A informação de rápida hábitos. Hoje em dia, é restritas àqueles substituição está prejudicando muito difícil encontrar um interessados no tema.” “O Ensino Fundamental esse cultivo. O tempo ficou pai ou uma mãe que Fernanda deixa uma deficiência muito fracionado e, para aprecie música clássica, Gonçalves Lima nesse sentido cultural. algumas atividades, ela por exemplo. Ir ao teatro, ALUNA DO 3º ANO Não educa para uma passa a ser inexistente. assim, parece ser uma DA FACULDADE DE formação permanente, A automação fez com atividade muito além do NUTRIÇÃO fora da sala de aula. O que as máquinas cotidiano da maioria.” aluno acaba restrito de substituíssem as Bruno Gonçalves referências culturais. habilidades humanas”. Pedreira É um desafio ir além.” Dayse Maria ALUNA DO 2º ANO Lindolfo Alexandre Motta Borges DA FACULDADE DE de Souza PROFESSORA DA NUTRIÇÃO DIRETOR DA FACULDADE DE PSICOLOGIA FACULDADE DE “Há uma JORNALISMO influência muito forte “Com o avanço tecnológico, da internet. as pessoas deixaram de Ela criou, frequentar lugares como o por sua teatro e cinema. A característica tecnologia deixa tudo mais de maior fácil e sem qualidade. comodidade e informações de Também a cultura de substituição rápida, certo massa faz com que exista represamento do interesse das uma perda de interesse.” “Falta de tempo, adoro ir ao teatro e ao cinema. Quando pessoas pelas práticas Fernando Henrique tenho um tempo livre sempre procuro ler um livro. Nas culturais tradicionais.” Novais férias também aproveito para ir ao teatro e ao cinema.” Fabio Bruno de ALUNO DA FACULDADE Ana Elisabete Paganelli Guimarães Carvalho DE PUBLICIDADE E de Ávila Jacinto PROFESSOR DA PROPAGANDA PROFESSORA DA FACULDADE DE FACULDADE DE TERAPIA ENGENHARIA AMBIENTAL OCUPACIONAL
  • 8 a 21 de março/2010 Jornal da PUC-Campinas 4 Ricardo Lima O O ano letivo, oficialmente, já começou!! Os campi da Universidade estão repletos de alunos e muitos deles são calouros. Além disso, o ano iniciou com a nova Angela de Mendonça Engelbrecht equipe que está à frente da Reitoria na Gestão 2010-2014. A nova reitora da PUC-Campinas, professora Angela de Mendonça Engelbrecht, que tomou posse no dia 31 de janeiro de 2010, dá boas-vindas a todos os alunos e fala ao Jornal da PUC-Campinas sobre os projetos que deverão marcar sua gestão neste período. Conheça aqui um pouco mais sobre a nova reitora e suas propostas de trabalho. Jornal da PUC-Campinas - Quais deverão ser os principais focos de trabalho na sua gestão? ENTREVISTA Reitora - Todos os esforços serão concentrados no cumprimento dos itens previstos no Plano Estratégico da Universidade e do Plano de Desenvolvimento Institucional - PDI que vai até 2012. Entre eles, a qualificação dos cursos já oferecidos na graduação e na pós-gradua- ção - lato e stricto sensu-, desenvolvimento e consolidação de projetos de pesquisa e exten- são, evolução e estabilidade do Plano de Carreira Docente e qualificação e treina- mento do corpo técnico- administrativo, sempre de forma sustentável. Além da con- tinuidade aos projetos, é saudável e impres- cindível o desenvolvimento de novas ideias e sua aplicação de forma realista. Por exem- Compromisso com a plo, um esforço concentrado na renovação Adriana Furtado afurtado@puc-campinas.edu.br dos processos administrativos para que tenhamos maior agilidade nas respostas, com impacto na vida de toda a comunida- UNIVERSIDADE de interna. Como a senhora vê o desenvolvimento da pesquisa e da extensão na Universidade nos próximos anos? Agilidade, comprometimento e amor à Uma universidade sem pesquisa não é uni- Universidade são palavras-chave para nova gestão versidade. Por isso, continuaremos a investir no fortalecimento dos grupos de pesquisa e, acúmulo de funções nos últimos anos, tive sem dúvida, continuaremos incentivando a que me afastar da sala de aula. O que lamen- Iniciação Científica. A pesquisa e a extensão to e sinto falta, pois a sala de aula é o caminha nesta Universidade devem ser construídas de para melhor compreender os problemas e difi- forma a integrar afinidades entre a produção culdades dos acadêmicos. Acredito que a rela- do conhecimento e as questões sociais “...desejo trabalhar ção entre a reitoria e os estudantes deve seguir Plano que demandam solução. Temos que com pessoas comprometidas a mesma linha da antiga Reitoria, ser próxi- Estratégico evoluir na pesquisa com foco na na realização de seus ma e cordial. Não deve haver barreiras neste O Plano Estratégico é o qualidade do conhecimento, pro- contato. projetos: professores, documento que guia, de forma duzido e na contribuição que ” objetiva o futuro da Universidade poderá ser dada às atividades de funcionários e alunos, por meio de um conjunto de ensino, vislumbrando a criação de fortalecendo o apreço Qual a mensagem que a senhora dei- objetivos e estratégias, novos cursos de mestrado e dou- pela nossa Universidade. xa para os alunos, professores e fun- nas diferentes instâncias – torado. É importante lembrar que Espero que todos cionários da PUC-Campinas neste iní- ensino, pesquisa, extensão, administração, comunicação, os projetos de pesquisa e extensão tenham orgulho do nome cio de gestão? infraestrutura, entre na PUC-Campinas são desenvol- PUC-Campinas e que outros. vidos com recursos próprios, sem A PUC-Campinas tem uma história de suces- subsídio e financiamento público, como possamos continuar a so e tradição de 68 anos. E conviver, estudar ocorre nas universidades estaduais e fede- construir, juntos, a e trabalhar na PUC-Campinas exige uma rais. Por isso, temos que trabalhar com nos- Universidade que grande responsabilidade por tudo aquilo que so orçamento, de forma equilibrada, com o desejamos e nossa Instituição representa na sociedade e pensamento na sustentabilidade. queremos ser.” no cenário educacional do Brasil. Por isso, desejo trabalhar com pessoas comprometi- das na realização de seus projetos: professo- Como a senhora acredita que deverá res, funcionários e alunos, fortalecendo o ser sua relação com os estudantes? apreço pela nossa Universidade. Espero que todos tenham orgulho do nome PUC- Antes de mais nada, sou professora. Sempre Campinas e que possamos continuar a cons- estive em sala de aula e mantive um ótimo truir, juntos, a Universidade que desejamos relacionamento com os alunos. Em razão do e queremos ser.
  • 5Jornal da PUC-Campinas 8 a 21 de março/201010 100 EDIÇÕES personagens Ao longo dessas 100 edições, o Jornal da PUC-Campinas entrevistou alunos sobre os mais variados temas. Nesta matéria, você confere o que mudou para alguns deles depois de formados e como Ana Paula Moreira anasouza@puc-campinas.edu.br a Universidade os ajudou na conquista de seus objetivos Fotos: Ricardo LimaEdição 18 de 2005 Edição 58 de 2007Visita a Manaus Estágio x TCCO grupo de alunos da Faculdade de Geografia O ano de 2007, para a então estudante da Faculdadevisitou Manaus, com o objetivo de conhecer a de Ciências Econômicas, Fernanda Patrícia Alves,região. O texto foi escrito pelo então estudan- ficou dividido entre as atividades de estágio e o Trabalhote do 2º ano, João Henrique de Aguiar Araújo. de Conclusão de Curso (TCC). A ex-aluna relem-Cinco anos depois, Araújo relembra como foi bra a participação no Jornal. “Foi muito interessantea experiência. “Um desejo, particular e ao mes- participar da matéria, pois o meu estágio teve um des-mo tempo coletivo, de falar sobre a necessida- taque, já que o tema abordava as influências econô-de de se compreender a Geografia como uma micas do Aeroporto de Viracopos para a região e foidas ferramentas mais democráticas”, contou um incentivo para concluir o TCC, já que não é umAraújo. Atualmente, o geógrafo dá aulas no período muito fácil”, relembrou Fernanda. DepoisCentro Paula Souza, de Hortolândia. de formada, a economista continua a trabalhar na mes- ma empresa.Edição 22 de 2006Vencendo barreiras Edição 59 de 2007O Jornal da PUC-Campinas mostrou como pes- Trabalho temporáriosoas com deficiência venceram barreiras e chegaram A matéria trazia as dicas e regras na hora de procurarà Universidade. Entre os entrevistados estava o aluno emprego. A então aluna do 4º ano da Faculdade dede Psicologia Eduardo Giriolli Bertini, que contou Educação Física Renata Azarias Alves, contou quecomo o apoio da família para entrar na Universidade. trabalhava todos os anos, durante alguns meses, emDe acordo com Bertini, a matéria serviu para mostrar um parque aquático da região. Depois de formada,uma realidade. “É uma situação que está crescendo, trabalha com ginástica laboral. O seu principal obje-as pessoas precisam abrir espaço e se integrar”, falou. tivo é montar uma academia de ginástica voltada paraO psicólogo se formou em 2009 e atualmente traba- a reabilitação de pessoas na terceira idade. “O interes-lha em uma empresa de recursos humanos, na área de se despertou com as aulas de educação especial narecrutamento. faculdade”, afirmou a ex-aluna.Edição 28 de 2006 Edição 63 de 2008Acima dos 40 anos Segunda faculdadeAlunos com mais de 40 anos foi Contar a decisão de voltar às salas de aula para cursaruma das matérias da edição 28. O uma segunda faculdade foi o assunto da edição 63 docoordenador de controle de qua- Jornal da PUC-Campinas. O advogado Carloslidade José Sidnei Dentamoro cur- Eduardo Soares estava, no ano de 2008, cursando suasava, na época, a Faculdade de Quí- segunda faculdade, Ciências Contábeis, para comple-mica com o objetivo de se aperfei- mentar sua atuação profissional. “T rabalho como con-çoar e ter mais chances na empre- sultor tributário, a faculdade foi fundamental para umsa em que trabalhava. “A Faculdade melhor desempenho profissional”, contou Soares queme ajudou a conseguir implantar se formou em 2009.novas técnicas no meu trabalho, ame inteirar do que existia de mais recente na profis- Edição 74 de 2008são”, contou Dentamoro que trabalha há 30 anos em Oportunidadesuma empresa de produtos químicos. Mostrar as oportunidades que a Universidade ofere- ce aos estudantes foi a pauta do Jornal da PUC-Edição 41 de 2007 Campinas. Uma delas foi o Programa UniversidadeAção Solidária Para Todos (ProUni). O estudante do 3º ano daA primeira edição do ano de 2007 trazia as ações soli- Faculdade de Medicina Gustavo Zuliani de Oliveira,dárias desenvolvidas por diversos cursos da PUC- afirmou a importância do programa. Hoje, no 5º anoCampinas, entre elas estava a de alunos da Faculdade da Faculdade, Zuliani diz estar conquistando seusde Arquitetura e Urbanismo. Uma das participantes objetivos. “O programa me proporcionou a oportu-era a estudante do 4º ano Daniela Manfrim, que aju- nidade de ter uma formação de excelência, em umadou na reforma da creche Menino Jesus de Praga. das mais conceituadas Universidades do país. Sendo“Ações como essas dão mais prazer em ajudar. É dife- assim, realizei meus sonhos do período em que erarente do que os estudantes estão acostumados a fazer um vestibulando, mas hoje também tenho sonhos”,quando chegam na universidade”, lembrou Daniela falou.que se formou em 2009. Edição 83 de 2009Edição 53 de 2007 Copa 2014Trainee Em abril de 2009, o Jornal da PUC-A matéria dava dicas para conseguir uma vaga como Campinas conversou com o ex-alunotrainee. Entre os estudantes estava Renato Leal, Flávio Aguiar e com o aluno Andréaluno da Faculdade de Publicidade e Propaganda. Campello, da Faculdade de Análise deNa época, o estudante participava de vários pro- Sistemas, sobre a criação do primeiro por-cessos seletivos. Após se formar, em 2007, foi tal sobre a Copa de 2014. Além do projeto,aprovado para trabalhar em uma empresa farma- Flávio e André também são proprietários decêutica e, atualmente, continua na mesma empre- uma agência de desenvolvimento na web.sa como designer gráfico. Para o publicitário a Para o analista, a Faculdade foi essencial paramatéria ajudou a mostrar como funciona o pro- conseguir um bom desempenho. “A for-cesso de seleção. “Acho muito interessante mostrar mação recebida nos capacitou para enfren-para os estudantes atuais o que aconteceu com ex-alu- tar situações do cotidiano do mercado de tra-nos PUC-Campinas”, contou Leal. balho”, afirmou o ex-aluno.
  • Jornal da PUC-Campinas8 a 21 de março/2010 6 Fotos:Ricardo Lima/Arquivo RETROSPECTIVA 10Em 100 edições, oJornal da PUC-Campinasnoticiou uma série de ações do Distrito de Saúde Noroeste e atende crian- ças. No ano de 2008, o projeto Saúde na Praça completou 10 edições de atividades destina- das a qualidade de vida. O Largo do Rosário é transformado em um espaço de prevenção àações que beneficiaram saúde.toda a comunidade Hospital e Maternidadeacadêmica e reconhecem Celso Pierroo trabalho desenvolvido Nessas 100 edições, foram apresentadas melhorias no Hospital e Maternidade Celsopela Universidade. Pierro (HMCP) que beneficiaram os estudan-Reveja o que foi notícia tes do Centro de Ciências da Vida (CCV) e toda a comunidade da Região Metropolitana Ana Paula Moreira anasouza@puc-campinas.edu.br 65 anos de Campinas (RMC). Entre as ações estão as Na edição 29 do Jornal da instalações e ampliações de leitos das Unidades PUC-Campinas, foram de T erapia Intensiva (UTI) Adulto, Conorária comemorados os 65 anos da Universidade. Entre as atividades (UCO) e de Internação, além da abertura do desenvolvidas para as comemorações, o Pronto Atendimento (PA) Cardiológica. Em ex-reitor padre José Benedito de Almeida 2009, o HMCP completou 30 anos de aten- David recebeu o título de Doutor Scientiae dimento à população e inaugurou o Complexo Et Honoris Causa. Outras atividades da dos Prontos-Socorros (Adulto, Infantil, programação comemorativa foi o Ortopedia e Ginecologia/ Obstetrícia). lançamento do Livro dos 65 anos, que conta a história da Universidade Viagens e o concurso de crônicas Conhecer pessoas, trocar experiências e “Histórias da PUC- colocar em prática o que aprenderam em sala Campinas”. de aula. Viagens de estudantes para realizar ati- vidades práticas e conhecer novas culturas tam-Prêmios bém foram notícia. Entre as viagens, estão a da Ao longo da publicação do Jornal da Faculdade de Terapia Ocupacional à Praia dePUC-Campinas, o reconhecimento nas Santos, alunos de Ciências Biológicas nas praiasações desenvolvidas dentro dos campi e na de Ilhabela e Cananeia e alunos de Geografiasociedade, sempre foi notícia. Seja com ações que visitaram a região amazônica. Fora dade faculdades ou com prêmios em trabalhos Universidade, os estudantes também pude-produzidos pelos estudantes. Entre os exem- ram contar suas viagens durante as férias, naplos estão as 19 vezes que os estudantes da seção Pé na Estrada. Entre os lugares visitadosFaculdade de Publicidade e Propaganda ven- está Peru, Cuba e Alemanha.ceram o concurso de cartazes da Campanhada Fraternidade e a participação de alunos e Infraestruturaprofessores em congressos nacionais e inter- Pensando no bem-estar da comu-nacionais. A excelência na qualidade de ensi- Grandes nidade acadêmica, boas notíciasno também foi notícia. Desde 2006, a PUC- temas sempre estiveram presentes aoCampinas participa do prêmio da Editora Abril O Jornal também longo das edições. No primei- sempre esteve alinhado aMelhores Universidades. Em 2009, a ro ano, um dos destaques foi temas em pauta na mídia.Universidade foi premiada na categoria melhor Trânsito Reportagens sobre Corrupção, a ampliação da base de dadosUniversidade privada do Brasil na categoria Melhorias no acesso viá- Referendo de Armas e Eleições dos Sistemas de Bibliotecas deSaúde e no ranking geral foi considerada a 6ª rio da Universidade estive- Municipais foram notícias. Informação (SBI). Com essamelhor escola privada do país. ram em pauta. O prolonga- Sempre com o objetivo ampliação, o estudante e o pro- mento da Avenida Guilherme de trazer a discussão fessor puderam acessar, gratui-Acessibilidade Campos, que liga a Rodovia para dentro da tamente, de qualquer computa- Pensando em promover a inclusão e tam- Além de D. Pedro I ao Campus I, foi uma Universidade. dor da Universidade, o acervo combém a reflexão da sociedade, a Universidade Campinas dessas medidas. mais de 40 mil títulos de livros ourealiza um amplo Programa de Inclusão que O Jornal da periódicos. Outra ação de infraestrutura PUC-Campinasoferece à comunidade interna e externa uma também Ações solidárias foi a entrega do novo prédio do Centro desérie de projetos direcionados à pessoa deficien- conheceu outros Desde 2005, o Jornal da PUC-Campinas Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologiaste. As ações envolvem o ensino, a pesquisa e a lugares fora noticia ações solidárias desenvolvidas na (Ceatec), que atende a Faculdade de Arquiteturaextensão e atingem a área administrativa e aca- da Região Universidade. Seja no início do ano com ati- e Urbanismo, com espaços para ateliês, maque-dêmica da Instituição. O Centro Metropolitana vidades de integração entre calouros e vetera- taria e canteiro experimental. Outra obraInterdisciplinar de Atenção ao Deficiente de Campinas. nos ou em ações de prestação de serviço desen- entregue no ano de 2006 foi o prédio adminis-(CIAD), vinculado ao Núcleo de Atenção Entre os volvidas com comunidades carentes de trativo que abriga a Reitoria, Pró-Reitorias,Solidária (NAS), desenvolve vários projetos lugares visitados Campinas. Um exemplo é a matéria publica- Conselho Universitário (Consun) e órgãode caráter comunitário e interdisciplinar, visan- está Campus da na edição número 73, que trata do Projeto auxiliares. No ano de 2007, foi construído odo favorecer a formação integral das pessoas. Party, Museu Tratamento Restaurador Atraumático (ART), prédio do Centro de Ciências Humanas eO Programa de Acessibilidade (ProAces) da do Futebol desenvolvido a partir de uma parceria entre a Sociais Aplicadas (CCHSA), no Campus I,PUC-Campinas disponibiliza um serviço de e Museu Faculdade de Odontologia da Universidade e que em 2009 passou a abrigar todos os cursos da Línguaapoio especializado a estudantes com deficiên- a Secretaria Municipal de Saúde. A clínica do Centro, com exceção da Faculdade de Portuguesa.cia ou necessidades especiais. Odontológica funciona em escolas públicas Direito, que continua no Campus Central.
  • 7Jornal da PUC-Campinas 8 a 21 de março/2010 SOLIDARIEDADE Integração & Cidadania Fotos: Ricardo LimaD Henderson Arsênio henderson.oliveira@puc-campinas.edu.br Atividades integram urante os dias 24 de feve- reiro e 5 de março, várias calouros e faculdades realizaram veteranos ações para promover, de em prol da maneira saudável e huma- nista, a integração entre cidadaniaveteranos e calouros. As ações fazem parte doprojeto de Recepção aos Calouros 2010. Oprojeto é fruto do trabalho de um comitêespecialmente organizado para propor umcalendário de atividades que deem apoio aoingressante e combata o trote - atividade proi-bida na PUC-Campinas. “Todas as açõesforam planejadas visando a integração de vete-ranos e ingressantes, mas com o acompanha-mento de professores, com o apoio daUniversidade e dos funcionários”, ressaltouo professor José Donizeti de Souza, presi- O COMITÊ PERMANENTE DEdente do Comitê Permanente de Acolhida ao ACOLHIDA AOCalouro. As atividades de integração solidá- CALOURO INFORMA O Programa de QUE A UNIVERSIDADEria ocorreram nos três campi da PUC- Educação Tutorial VEM APURANDOCampinas em diferentes momentos. Todas TODAS AS DENÚNCIAS AÇÃO SOLIDÁRIA TRAZ MELHORIAS (PET) é uma iniciativa do Ministério da Educaçãoelas tiveram o objetivo de promover a cida- OU RECLAMAÇÕESdania e a preocupação ambiental entre todos DE TROTE, O QUE TEM GERADO PARA ESCOLA ESTADUAL para promover equipes de alunos de graduação a fimos estudantes da Instituição. O Jornal da PUNIÇÕES, EM de realizar ações DIVERSOS NÍVEIS, No dia 24 de fevereiro, a Escola Estadual Professora RosinaPUC-Campinas esteve presente nessas ini- acadêmicas de excelência AOS ACADÊMICOS Frazatto dos Santos contou com a participação de veteranos e que aprimorem sua visãociativas. VETERANOS ENVOLVIDOS. calouros da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da crítica e sua formação PUC-Campinas. O objetivo do grupo foi trazer soluções práticas e profissional. eficientes que melhorem o conforto e o bem-estar dos meninos e meninas que estudam na periferia de Campinas, onde está localizada a escola. “As intervenções que fizemos são simples e algumas poderão ser aplicadas até na casa dos alunos”, contou o ingressante Renato Montagner. Em um único dia, os estudantes promoveram diversas melhorias, como pintura dos muros externos, criação de mosaicos para paredes externas das salas de aula, implantação de horta vertical e a reforma da cobertura do pátio interno. As melhorias foram elaboradas pelos alunos do programa PET Arquitetura. Para todas elas, foram utilizadas ideias concebidas a partir de material reciclável. “Essa parceria traz muita riqueza para estudantes e professores do Ensino Público”, contou a diretora da escola, professora Maria Laedna Silva. O Grupo de Ação Solidária (GAS) da PUC-Campinas, formado por voluntários, realiza, ao longo do ano, diversas campanhas de ação assistencial. Somente em 2009, o GAS colaborou com mais de 20 entidades diferentes por meio da distribuiçãoPRESERVAÇÃO AMBIENTAL de mantimentos. ARRECADAÇÃO DE MANTIMENTOS Neste ano, umaTendo como princípio a cidadania e a preocupação ambiental, no dia das principais Nos dias 26 de fevereiro e 5 de março, a CACI, em parceria com a3 de março, a Faculdade de Ciências Biológicas reuniu todos os campanhas será a Pastoral Universitária e com o GAS, instalou postos de arrecadaçãoalunos ingressantes, os estudantes integrantes do PET Biologia e doação de sangue, nos três campi da Universidade para receber a doação de vários itens,veteranos para o plantio de mudas nativas em área de preservação com ação de como alimentos não perecíveis, material de higiene, roupas e livros coleta marcadalocalizada no Campus II da PUC-Campinas. A atividade ocorreu didáticos. Todo o material arrecadado será encaminhado para para o próximoem dois horários distintos (das 11h às 12h30 e das 19h20 às 20h30). 23 de março. institutos parceiros do GAS e para famílias que sofreram com asCerca de 115 plantas foram utilizadas na ação. Para o calouro Participe! fortes chuvas ocorridas no início do verão. A caloura da Faculdade deEduardo Ciasca, preservação ambiental sempre foi um assunto Sistemas de Informação, Celina Rodrigues, veio acompanhada doimportante. “Atualmente, é fundamental que todos atuem de seu amigo Fabio Henrique Luciano, calouro da Faculdade dealguma maneira a favor da ecologia”, opinou. A ingressante Engenharia Civil, trazer a sua colaboração. “Fiquei inspirada emGabrielli Tesolin resumiu, de maneira bem-humorada, essa ajudar depois de ver alguns alunos participando. Por isso, trouxeiniciativa. “É melhor do que sair me pintando por aí”, comemorou. alguns livros de casa”, contou ela.
  • Jornal da PUC-Campinas8 a 21 de março/2010 8 REFORÇOPrograma de Apoio àAPRENDIZAGEM Fotos: Ricardo LimaAlunos ingressantes nos CALENDÁRIOdiversos cursos da DO PROAPUniversidade podem 2010participar do Programa de Até 17 de março, estão abertas asApoio à Aprendizagem inscrições para as novas oficinas do Adriana Furtado PROAP 2010. AsD afurtado@puc-campinas.edu.br aulas ocorrerão no Henderson Arsênio período de 20 de henderson.oliveira@puc-campinas.edu.br março a 23 de abril, nos períodos urante o primeiro semestre de 2009, pré-aula (17h às entrou em vigor como projeto expe- 19h20) e pós-aularimental o Programa de Apoio à Aprendizagem (11h30 às 12h20) e aos sábados(PROAP): oficinas aplicadas pelas Faculdades de (das 8h às 12h).Letras, Matemática e Ciências Biológicas. Essas ofi- As oficinas decinas foram destinadas a quaisquer alunos que tives- Alunos de Biologia abordarão diferentes cursossem dificuldades em conceitos nessas áreas. De podem participar conceitos deacordo com o pró-reitor de Graduação, Germano (acima); o PROAP biologia molecular,Rigacci Júnior, o programa permite um aprendiza- é coordenado citologia e pela professora genética; as dedo mútuo entre o aluno apoiador e o ingressante. Damaris Puga Língua Portuguesa“O aluno desenvolve uma autonomia intelectual que de Moraes tratarão da escrita elhe permite acompanhar a proposta pedagógica da (ao lado) leitura naFaculdade e o aluno apoiador pode se aproximar Universidade; e asdas atividades de licenciatura desenvolvidas dentro de Matemática falarão deda sala de aula”, explicou o pró-reitor. O Programa trigonometria A iniciativa, coordenada pela Pró-Reitoria de e álgebra. de Apoio àGraduação da Universidade, foi bem recebida Aprendizagempelos estudantes. “A atividade despertou o meu (PROAP) tem porinteresse em seguir a carreira acadêmica, já que objetivo atender àsconsegui atuar na prática dentro de uma sala necessidades nas Puga de Moraes, da Coordenadoria Especial te ocorresse de maneira prática e dinâmica.de aula”, contou a aluna Janaína Possatti, do áreas de Matemática, de Licenciatura (CELI), órgão vinculado à Para o ano de 2010, o calendário com as novasquarto ano da Faculdade de Letras. Ela disse Língua Portuguesa e pró-reitoria de Graduação e gestora do oficinas do PROAP já está pronto. Os interes-que ministrou conceitos de Língua Portugue- Biologia de alunos PROAP Ela contou que o programa surgiu . sados poderão se inscrever pelo site www.puc-sa a alunos de faculdades, como: Jornalismo, ingressantes nos campinas.edu.br/aluno. O projeto passará por como projeto-piloto, em 2009, e ofereceu 23Direito e Filosofia. “Os alunos participantes dis- diversos cursos da turmas com conteúdos de Ciências Biológicas, avaliação dos resultados para, num momento Universidade.seram que gostaram do programa e gostariam de Matemática e Língua Portuguesa. Cada turma posterior, ser definida a ampliação de conteúdosparticipar de outras oficinas”, relatou. contou com 10 alunos participantes e 1 aluno oferecidos e turmas criadas. “Queremos inicial- “O objetivo do programa é atuar tanto no aco- apoiador, responsável por aplicar a oficina. Os mente saber o quanto o PROAP colaborou paralhimento das necessidades dos calouros quanto conteúdos foram aplicados com estratégias de o estímulo dos alunos em aprender e a reduçãocolaborar na formação e no desenvolvimento dos aprendizagem diferenciadas do comum, para que da evasão dentro da sala de aula”, informou afuturos docentes”, definiu a professora Damaris a absorção dos conceitos pelo aluno participan- coordenadora. Faculdade comemora dia do Bibliotecário Ana Paula Moreira Palestra em Mariângela Pisoni Zanaga, o evento serve de estímulo para o estu- anasouza@puc-campinas.edu.br homenagem ao dante. “Contato com a atuação variada de profissionais no merca- Em homenagem ao Dia do Bibliotecário, comemorado no dia profissional da do de trabalho da área de informação, servindo de estímulo e de 12 de março, a Faculdade de Biblioteconomia da PUC-Campinas, Biblioteconomia fonte de ideias para o planejamento da carreira”, explicou a dire- realiza, no dia 10 de março, a partir das 19h30, na sala 800 no pré- discutirá a tora. importância dio H-01, a palestra “Bibliotecários: novas alternativas do merca- do bibliotecário do de trabalho”. O evento tem o objetivo de divulgar e discutir os na sociedade e Formação com qualidade novos campos de atuação para os profissionais da bibliotecono- os novos A Faculdade de Biblioteconomia da PUC-Campinas tem 65 anos mia. A palestra será ministrada pela gestora de informação da campos de de existência e forma um bibliotecário com perfil generalista, aten- Prefeitura Municipal de Campinas, Beatriz Affonseca e da ouvi- atuação, como dendo ao proposto nas Diretrizes Curriculares do Ministério da dora da Unicamp Adriana Eugenio Alvim Barreiro. As duas pro- nas unidades Educação (MEC) para os cursos de Biblioteconomia, o que o pos- fissionais apresentarão suas experiências, procurando demonstrar de informação sibilita a atuar numa gama variada de serviços de informação. O a potencialidade da área de Biblioteconomia e a sua aplicabilidade digital currículo da Faculdade apresenta além das disciplinas do núcleo bási- a contextos variados de informação. co da área, outras que abordam o papel do bibliotecário na socie- Atualmente, o profissional pode atuar nas atividades clássicas dade, a leitura enquanto fonte de informação, as tecnologias de em bibliotecas e centros de documentação, nas recentes Unidades informação e de comunicação. Além disso, a Faculdade se preo- de Informação Digitais e nas diversas esferas organizacionais, como cupa em debater os principais problemas relacionados à informa- indústria, governo e terceiro setor, para facilitar o acesso à infor- ção na sociedade atual, procurando refletir sobre a atuação e o papel mação. De acordo com a diretora da Faculdade de Biblioteconomia, do futuro profissional bibliotecário.
  • 9Jornal da PUC-Campinas 8 a 21 de março/2010 CULTURAMudança de HÁBITO Ciça Toledo Fotos: Ricardo Lima cicatoledo@puc-campinas.edu.br A escola e a família devem facilitar o acessoResponda rápido: qual foi o último das crianças aos livroslivro de literatura que você leu? Háquanto tempo não vai ao teatro? Se e outras atividadesvocê titubeou para responder, saiba culturais. O hábito viráque pesquisas de opinião revelam como consequência,que o hábito da leitura e a frequênciaa espaços culturais sofrem uma segundo especialistasqueda entre as opções de cultura elazer de considerável parcela dapopulação brasileira. É possívelreverter essa situação? O Jornal daPUC-Campinas entrevistouacadêmicos e críticos culturais, queopinam de como despertar ointeresse por hábitos culturais. Divulgação SUSY MARY NUNES DE OLIVEIRA PREGNOLATTO, professora da Faculdade de Educação “Para que o prazer pela leitura aconteça é necessário que as escolas comecem cedo a dar opções às crianças. Em vez de impor um determinado autor ou gênero literário as escolas devem mostrar, já na educação infantil, as várias opções para que a criança faça sua escolha e fique disponível à leitura. O contato e o gosto pelo livro favorecem a construção do hábito. Quando o jovem cresce e chega à universidade, o gosto pela leitura já está instalado. Cabe, então, à universidade, criar o hábito da exploração do texto científico e essa tarefa não pode ser apenas do professor, mas de JOÃO NUNES, todo o curso. A família também é responsável, se a criança vê os jornalista e crítico de cinema pais lendo, ela estará mais favorável a ler textos escritos. Quem se abre à leitura e a outras atividades culturais tem a oportunidade “A única forma de mudar hábitos deMARÇAL AQUINO, de autoconhecer-se e melhorar suas relações interpessoais e qualquer natureza é por meio da educaçãoex-aluno, jornalista, escritor e profissionais”. e para isso deve-se usar quaisquer meios,roteirista da série de TV“Força Tarefa” e de cinema da escola à TV, passando por internet e novas mídias. Faço uma crítica ao ensino “O contato com editoras me mostrou RADAMÉS BUENO, moderno de que educação virou sinônimoque o brasileiro continua lendo pouco, produtor e consultor cultural de entretenimento, ou seja, é preciso darassim como boa parte da população tem às crianças o signo da brincadeira para que “O desinteresse dos jovens pela leitura reflete a crise vivida pelosbaixo interesse pela vida cultural. Essa ela goste de aprender. Aprender, em geral, setores da educação e cultura. Com exceção dos grandes eventossituação só mudará quando houver inves- não é uma brincadeira. Quando se quer com artistas internacionais e superproduções, a situação é muito crí-timento na formação da criança. Acredito comprar uma roupa ou um perfume ou tica no Brasil. No caso do cinema, por ser mais barato, há uma fre-que, enquanto não houver na base o des- tênis não se mede esforço, mas quando vai quência aparentemente maior. Com raras exceções, os teatros tam-pertar da paixão, não há o que ser feito. gastar com livro, não. O preço de ingresso bém estão com públicos cada vez menores e amargando prejuízos,Além da falta de hábito da literatura, os de teatro ou cinema sempre é alto. o que faz muitas peças de teatro encerrarem suas temporadas pre-jovens leem muito na Internet. Não sou Quantas pessoas frequentam a biblioteca? cocemente. Deveriam estimular mais as atividades culturais nascontra a internet, que é uma excelente fer- Os livros estão lá e são de graça. Há muita escolas, pensando em resultados a longo prazo. Hoje, dirigentesramenta de pesquisa, mas ela não pode gente com dinheiro e sem vontade alguma das pastas ligadas à cultura e muitas vezes à educação não são dafazer muito pela literatura. A leitura sem- de ler. E aí voltamos ao princípio: a da área e muitas vezes têm total desconhecimento do assunto. As ati-pre foi e será a porta de entrada do mun- ausência de uma educação efetiva ou da vidades culturais alimentam a alma e a mente.”do. Quem lê tem a cabeça mais aberta”. educação tratada como entretenimento.”GALERIA LEITURA DIGITAL LEITURA NO PAPEL A caloura da Faculdade de Arquitetura e O estudante Henrique Prada, terceiroanista da Urbanismo Jessica Ferrari Umeda prefere Faculdade de Artes Visuais, aprendeu a gostar de ler blogs a livros, revistas e jornais. “É mais literatura na escola e com o pai. Além desse gênero, prático e rápido ler na internet. Meu pai ele também é leitor voraz de livros técnicos de artes. gosta de ler, mas minha mãe não. Sempre “Gosto de cinema e assisto semanalmente DVD’s”, morei em Indaiatuba, uma cidade que tem declara. Usuário da internet como fonte de consulta, pouco acesso à atividades culturais”, ele não substituiu a leitura de um livro pela telinha do justifica-se. A falta de leitura não chega a computador. “Prefiro o papel”, disse. Para o estudante, ser empecilho nos seus relacionamentos. o hábito da leitura deu-lhe maior consistência no “Na minha turma, a maioria não lê”, disse. discurso. “Isso é um diferencial nas minhas relações sociais e profissionais”, analisou.
  • 8 a 21 de março/2010 10 Jornal da PUC-Campinas CO M OsA i Fotos: Ricardo LimaGLÁUCIA FERNANDA DE OLIVEIRA (no centro) trocou o balé clássico pela dança de rua, que pratica desde os 14 anos. NaFaculdade de Educação Física apresentou a dança para as ex-alunas do mesmo curso Yacari Karla Pukaleski (à esquerda) eGlenda Taysa Neris Godoy (à direita). Além de viver profissionalmente da dança, as três já viajaram para Argentina,Alemanha e, em junho, representam o Brasil e um campeonato mundial, na cidade de Las Vegas (EUA). “O Hip Hop, hoje, é omaior movimento cultural envolvendo jovens no mundo”, acredita Gláucia . Cultura das Ruas Conheça oQ Du Paulino dupaulino@puc-campinas.edu.br Hip Hop, uando se fala em Hip Hop a primeira referência é o do ritmo dançante de fenômenos mundiais movimento MARCO ANTÔNIO DUTRA DA SILVA, o Tim Dutra, um dos da música pop como Beyoncé, Jay-Z, 50 Cents, que pioneiros nas “batalhas” de Breaking em Campinas, desde 1983. Foi só em 1987 que começou a entender o Hip entre outros. Mas isso é puro show business. representa Hop como um movimento. Hoje dá oficinas de Dança de Rua Na prática, o Hip Hop deve ser entendido e Rap. “O objetivo do Rap é levar nossas mensagens às como um movimento cultural, cujo significado a cultura pessoas. E, para que a poesia funcione é preciso ser verdadeiro e falar de suas próprias experiências”, avaliou.está muito mais próximo de “cultura de rua” do que de qualquer de ruaoutro sinônimo. Esse movimento nasceu no início dos anos de1970 nos subúrbios nova-iorquinos, onde jovens negros e latinosconviviam com a violência, o racismo e a falta de perspectivas. Arua era o único local de lazer e fazer parte de uma gangue era ummeio de defesa e afirmação social. Um dos moradores dessessubúrbios era o DJ Kool Herc, um migrante jamaicano quelevou para as ruas daquelas periferias as festas tão comuns em seupaís. Nas festas de rua (Block Parties), os jovens incorporaramnovas formas de se expressar artisticamente com música, dança,poesia e pintura. Nesse contexto, a violência deixou de ser a úni-ca forma de expressão encontrada na rua e, as gangues passaram abatalhar entre si com rimas e passos de dança, e não mais comarmas. Essa era a proposta de Afrika Bambaata, considerado opadrinho dessa cultura, a qual batizou de Hip Hop (sacudir osquadris) em 1979, e idealizador da junção dos quatro elementosque até hoje compõem a cultura: Dança de Rua (Street Dance),Disc Jockey, Mestre de Cerimônias (Master of cerimonies) eGrafite. No Brasil, o Hip Hop começou a ensaiar os primeiros passosno início dos anos 1980 na cidade de São Paulo e se espalhoupara o resto do país. Em Campinas, já em 1983 as primeiras“batalhas” eram promovidas no Largo do Rosário, mas só nofinal dessa década é que o Hip Hop começou a ser vivenciado O aluno do 4º ano de Artes Visuais, HÉLIO DOMINGUES DA LUZ, o Cabelin, descobriu o grafite andando de skate. Hoje seu trabalho, a faculdade e mesmo os projetos futuros têm relação com seus grafites, que podem ser vistos em muros depor aqui como movimento sociocultural. Campinas, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e até no Chile. “A arte do grafite transcendeu o movimento Hip Hop e hoje encontra espaço em lugares impensáveis, como na publicidade, na tevê e mesmo nas galerias de arte”, afirmou.OS QUATRO ELEMENTOS 1 2 3 4Disc Jockey (DJ) Dança de Rua Mestre de Cerimônias (MC) GrafiteEm suas festas Kool Herc não tocava as músicas inteiras, mas É o conjunto dos vários estilos de dança que Também é de responsabilidade de Kool Herc a Nas periferias de Nova Iorque o grafite surgiu como inscrições feitas nossó o “break” – a parte da música onde só se ouve a batida surgiram nos guetos norte-americanos sendo introdução no Hip Hop do modo de cantar com levadas muros com letras estilizadas e coloridas, usadas pelas gangues parainstrumental. Como os “breaks” tinham poucos segundos, Herc que os mais conhecidos são o Funk (não quase faladas e com rimas bem feitas que deu origem demarcar território. Dos muros, essas letras migraram para os convites da jáos ampliou usando dois toca-discos com dois discos iguais, nos confundir com o funk carioca) e Breaking. O ao Rap (rhithm and poetry da sigla em inglês). citadas festas de rua e sobretudo, para os vagões do metrô, que foi o maiorquais ia repetindo esses pedaços criando uma batida constante Funk é citado por muitos dançarinos como a Conhecida como Toast, essa maneira de cantar aliado na divulgação dessa nova forma de intervenção urbana: ao pintareme dançante chamada de Break-Beat, o chamariz para que os base da Dança de Rua e seus passos podem também foi trazida pelo DJ da Jamaica. Em suas um vagão em determinado bairro, os jovens sabiam que ele passaria porBreaker-boys e Break-girls (B.Boys e B.Girls) entrassem na ser reconhecidos em quase todos os outros festas Herc convidava amigos para divertir as pessoas todas as linhas, em todos os cantos da cidade. O grafite chegou ao Brasil nodança com passos elaborados. Então, no Hip Hop, o DJ tem a estilos. O pioneiro desse estilo foi o cantor com rimas declamadas em cima dos seus Break-Beats. final da década de 1970, em São Paulo. Por aqui, os brasileiros deram o seuimportante missão de fazer as bases e colagens rítmicas sobre James Brown que inventou vários passos que Esses amigos rimadores eram identificados como toque pessoal a essa arte, adicionando desenhos. Hoje, o estilo do grafiteas quais se articulam a dança e a poesia. se tornaram essenciais para o movimento. mestres de cerimônias, ou MC’s. brasileiro é reconhecido entre os melhores do mundo.